História Roseira - Capítulo 15


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Big Bang, Got7, IKON, Monsta X, TWICE
Personagens B.I, Chanwoo, Dahyun, Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Mina, Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags B I, Bobby, Imagine Yoongi, Jay, J-hope, Jimin, Jin, June, Jungkook, Song, Suga, Taehyung, Vkook, Yoonmin
Visualizações 10
Palavras 1.883
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi gente!

Sumi? Nem pareceu.
É justo saber de algumas coisas antes de voltarmos ao presente...

Na foto, Daesung.

Capítulo 15 - A Boate


Fanfic / Fanfiction Roseira - Capítulo 15 - A Boate

"Então vamos amanhã mesmo?" pergunto para Jooheon. Seus cabelos negros estavam úmidos depois do banho que eu atrapalhei vindo sem avisar.

"Sim, precisamos selecionar mais um garoto para inaugurarmos o bar." ele se sentou no sofá cor de vinho que ele tinha na sala.

"Vai haver garotos além das mulheres?" perguntei. Sinceramente estava pensando em Hyori, como ela pode fazer aquilo comigo. E se tudo não passou de um desentendimento? Aish! Não ia vê-la por vergonha agora. Pode ser tudo burrada minha. Me assustei com o tapa que Jooheon me deu na cabeça.

"Tá me escutando?" ele estava sério agora. Assenti. "Vamos ao amanhecer, você precisa estar cedo na estação, ok?" e entendi que era minha deixa.


^·^


A volta para casa foi mais complicada, Dahyun não queria me deixar partir, mas eu precisava. Organizei tudo e fui me deitar. Meus pensamentos sempre se voltavam para Hyori, mas me obrigava a pensar em outras coisas. Sempre fui taxado de insensível, mas sou assim não tenho culpa.

A noite foi longa, principalmente porque Dahyun recebeu uma ligação dizendo que a mãe de Jiwon estava internada, não entendi bem o que ela tinha, mas aparentava ser grave, pois o Jiwon começou a chorar. E isso eu nunca tinha visto.

Acho que durmi umas duas horas de tempo. Me levantei com muito sono (lê-se dormindo ainda), tomei banho, me organizei, levei as malas para o saguão do prédio e fui em direção do apartamento de Hyori, queria me despedir devidamente. Mas assim que o elevador abre no quarto andar, ela entra. Me arrependo de tudo o que falei. Ela estava com o rosto inchado, provavelmente de ter chorado a noite inteira. Estava em choque, não conseguia falar o que sentia.

"Oi" ouço sua voz rouca. De tanto chorar. Burro! Idiota! Não consegui me mover para nada, mas antes do elevador alcançasse o térreo, eu puxei o ar e falei de uma vez.

"Vou para Busan." ela me encara com o olhar perdido "Talvez nunca mais volte. Pelo menos, não tão cedo. Agora é um adeus" e saio sem olhar para trás. Seria pior se olhasse.


^·^


A estação de trem estava lotada, mas era possível ver Jooheon, pois o mesmo estava acenando de maneira um tanto escadalosa. Envergonhado, cheguei perto dele recebendo um abraço.

"Agora vamos, o Noites Calmas nos espera!" disse gargalhando.

"Esse é o nome da boate?" perguntei.

"Sim, agora vamos antes que o trem embarque sem nós!" ele foi na frente. Nem me despedi direito de Dahyun, muito menos de Hyori.

Eram cinco horas de viagem de Seul à Busan. Cansativo, mas necessário. Segui Jooheon por onde ele ia até que parou diante de um beco, olhei para ele sem entender. Ele seguiu para o beco e abriu uma porta bem disfarçada, olhou para mim e me chamou.

"Qual é Yoongi, aqui é uma boate, não um mercado. Deve ser escondido para ser interessante" e entrou. Onde fui me meter?

"Então como vai ser o funcionamento?" fui logo ao ponto assim que entrei.

O local era amplo, com luzes roxas, rosas e azuis espalhadas por todo o ambiente. Havia uma pista de dança bem disposta no centro, ao redor estavam mesas com bancos acolchoados de cor preta. Tudo em uma mistura de néon e dourado.

"Bonito, não?" um homem de cabelos pretos e curtos que estava atrás do balcão fala.

"Sim. Nem parece uma boate. Ou parece?" estava um pouco confuso, as boates que eu ia não eram tão bem iluminadas assim, também não eram escondidas.

"É para os contatos importantes e ricos. Aqui você pde fazer o que quiser que ninguém vai interferir, a não ser que envolva um dos nossos funcionários" ele saiu de trás do balcão e estendeu a mão para mim "Lee SeungHyun ou só Lee"

"Min Yoongi" apertei a mão dele.

"Vejo que já se conheceram!" vimos Jooheon sair de uma das portas ao lado do bar "Yoongi, você tem algum apelido? Não podemos ficar te chamando pelo nome aqui."

"Er..." fiquei um momento pensando nisso. Tem um único apelido, Suga, que Hyori sempre me chamava quando queria chocolate, ainda bem que minha irmã nunca ouviu isso. "Suga"

"Suga?" Jooheon arqueou as sobrancelhas, provavelmente pensando no quão ridículo era o nome. "Ok. Eu quase não vou ficar no salão, então não tenho um, certo?"

"E me chame de Seungri" Lee se pronunciou. "Ainda falta um garoto para começar hoje"

"Sim, negócios" Jooheon se sentou em uma das mesas e nos chamou para juntarmos a ele. "Bem, temos Hyungwon, Yugyeom, Mina, Sana e Momo. Falta mais um garoto..."

"Hoje de manhã cedo um garoto veio aqui interessado no trabalho, eu mandei vir agora a tarde." Lee nos informou.

"Ótimo!" Jooheon bateu palmas ao mesmo tempo que um homem moreno entrou.

"Olá? Eu sou Daesung e estou interessado na vaga de dançarino da boate."


^·^


Pelo que fiquei sabendo, antes de ser uma boate, esse lugar era um bar apenas para convidados. Agora, como boate, aqui só entra quem paga pelos espetáculos e funcionários. Jooheon não viu problema algum em contratar o homem que surgiu na porta. Agora estamos dando as últimas organizadas no local, se na hora que cheguei estava lindo, agora ficou melhor. A iluminação estava mais... quente, mais misteriosa, a luz vermelha foi atribuída para dar um toque sensual no ambiente além das luzes negras para enfatizar os tons florescentes dos dançarinos que estarão no pequeno palco, ao fundo, e no balcão do bar.

Eram quase cinco quando um serzinho de cabelos rosa apareceu na porta da boate. Era quase um bebê. Deve ser o tal cara que o Lee falou. Me aproximei dele, já que tanto Lee quanto Jooheon estavam no escritório organizando a suposta sala de jogos.

"Oi, foi você que veio aqui de manhã?" perguntei e ele apenas assentiu. "Vou chamar o responsável" e fui para o escritório. "Lee, chegou o tal rapaz. Como faço?"

"Deixa que eu cuido disso. Você vai treinando, pois hoje vai fazer rap para a galera" e saiu. Eu precisava aprender a lidar com funcionários...

O QUÊ?!

"Como assim eu vou fazer rap?!" falei para o Jooheon que estava sentado a mesa do escritório simples.

"Você será o último show da noite. O Rap do Suga será lembrado o suficiente para que mais pesoas venham." ele se lenvantou "Lembra das batalhas de rap do Colégio? Você terá um oponente a altura: Changkyun." e saiu também, me deixando sozinho olhando os papéis em branco encima da mesa.


^·^


Meia noite iniciou a boate, eu havia escrito algumas letras, mas nada muito bom. Lembro quando eu vendia letras para rappers e cantores, sempre as escondidas, não queria que soubessem que era eu que escrevia.

Depois de escrever uma letra parcialmente boa, eu fui para o salão da boate. A musica tremia o local, mas nada de mal gosto. Pude observar os garotos de progama trabalhando aqui e ali, assim como as meninas, todos estes ganhavam salários ótimos e todos podiam recusar clientes, se quisessem.

Estava bebendo um drink (não sei exatamente do quê) e vi que um dos garotos estava tendo problemas em recusar o grandão que lhe apertava os ombros. Eles estavam escostados numa parede perto do escritório, olhei em volta e avistei Jooheon conversando com Lee, no bar, isto é, ninguém no escritório, voltei a olhar para a dupla problemática e vi que o maior empurrou o mais baixo para dentro da sala e fui até lá.

Como o Jooheon me deu uma copia da chave do escritório, estava mais tranquilo caso a sala estivesse trancada e ao chegar lá, fingi que já estava trancada. E vi que o maior estava tentando forçar o de cabelos rosa. O cliente assim que me viu o soltou o pequeno que caiu no chão, aquilo me enfureceu. Me aproximei rápido e o soquei na base do ouvido, o deixando apagado.

Me aproximei do baixinho e me certifiquei de que ele estava bem. Assim que me levantei para chamar o Lee senti sua mão me segurar, ele estava tremendo um pouco, voltei a me abaixar.

"Calma, está tudo bem. Como se chama?" perguntei fazendo um carinho nos seus cabelos.

"Baby... Baby J" ele não chorava, mas era claro que era questão de tempo.

"E eu me cham-"

"Vai começar a Batalha de Rap!" Lee surgiu na porta do escritório e ficou confuso ao ver o homem desmaiado no chão "O que houve?"

"Um homem quis força-lo" disse me levantando e fui para o palco, onde um rapaz de cabelos castanhos de semblante sério estava.

A batalha começou e admito: o Changkyun ou I'M, como gosta de ser chamado, é bom.

Depois da batalha, foi a vez de Daesung brilhar. Ele realmente é um bom dançarino, envolvente e excitante, não para mim claro, mas pude perceber um certo barman babando pelo dançarino.

Eu estava numa mesa quando o I'M veio e sentou, ele claramente estava observando, ou melhor, comendo com os olhos um certo garoto de programa.

"Interessado em Hyungwon?" provoquei.

"Quem? Eu? Não, eu só...." suspirou "Acredita em amor a primeira vista?"

"Sim... Porquê? Se apaixonou tão rápido assim?"

"Sim, acho que sim"



^·^


2017

Ano atual...

"No que você pensa tanto?" Jimin me perguntou. Depois daquela conturbada noite em que ele foi quase atacado, nós nos tornamos amigos. Eu estava sentado em um banco num praça próximo a boate. Eu havia convidado ele para sairmos juntos para nos despedirmos. Jimim vai para Seul dar aulas no Notas Soltas, provavelmente será colega de Hyori, se é que ela ainda trabalha lá.

"Você vai embora...." passei a mão pelos seus cabelos agora castanho escuro quase pretos, suaves ao toque.

"Aigoo, hyung pára!" tirando minha mão de si para arruma-los. Ri de seu esforço em manter as madeixas em ordem - era impossível.

"Você vai sentir saudades?" fiz um aigo, que mais parecia uma careta e ele riu. "Era para ser fofo, não engraçado!"

"Eu lembrei da minha Hyori!" gelei ao ouvir esse nome " ela sempre foi séria, mas era tão fofinha fazendo aigoo"

"Hyori?" torcendo para ser qualquer outra pessoa. O mundo não podia ser tão pequeno assim.

"A minha amiga, a mãe dela me ajudou muito. Kim Hyori é o nome dela." ele suspirou como se lembrasse de algo "estou com saudades dela..."

E ele foi embora. Depois de uns três meses ele ligou pedindo um almoço. Como em sã consciência alguém pede para fazer uma viagem de cinco horas apenas para almoçar? Era uma surpresa, segundo ele.

Ele lembra que haviam marcado o almoço com Jimin e Hyori, mas estava nervoso. Como falaria com Hyori depois de tanto tempo?


^·^


O meu carro simplesmente apagou quando pasava por um túnel, peguei meu celular e não tinha sinal devido o túnel. Tranquei o carro e sai do tunel. Sem sinal ainda. Fui até um posto de gasolina e usei o telefone fixo de lá, o reboque só chegaria depois de uma hora, pois um quarteirão inteiro foi interditado pela polícia. O posto estava vem movimentado e passava varios carros da Polícia e bombeiros. O que será que houve?

Tive que esperar o reboque já que meu celular insistia em não pegar área. Então fiquei assitindo televisão no posto.

§§Dois homens, que antes estavam internados no hospital psiquiátrico, invadiram um restaurante ocidental do centro de Seul. Os dois, identificados como Choi Senghyun e Kwon Jiyong, mantiveram como reféns dois jovens, Kim Hyori e Park Jimin. A garota não resistiu. A Polícia afirma não poder ajudar, segundo as orientações para casos semelhantes. O jovem ainda está mantido dentro do estabelecimento.§§

Ao ouvir que os dois estavam lá e fui correndo. Aquilo não podia estar acontecendo...


Notas Finais


Até outro dia...
O próximo vai custar...


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