História Roses - Capítulo 10


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Amor Adolescente, Colegial, Romance
Visualizações 33
Palavras 1.528
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Hentai, LGBT, Literatura Feminina, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Fresco fresco pra vocês, tenho vários avisos nas notas finais então deem uma olhada porque é super hiper mega importante, um beijo e aproveitem o cap porque veio um pouco diferente hahaha

Capítulo 10 - "I figured that would happen"


POV ELIOT

 

  Acordei com um barulho estranho no andar debaixo. Sim, meu sono é muito leve. Olhei para o lado e Abby ainda dormia tranquilamente, sorri ao imaginar vê-la dormindo quando eu acordasse todas as manhãs.

  Afastei esse pensamento e foquei no barulho que ainda era possível ouvir. Saí da cama e desci as escadas silenciosa e lentamente. Dirigi-me para a cozinha e não havia ninguém, assim como na sala de jantar. Restou a sala de TV e o saguão.

  Pensei em ir para a sala, mas, se houvesse alguém, fugiria facilmente pela porta da frente; portanto fui para o hall e fiz um barulho, rapidamente vi algo se mexer próximo à televisão. Avancei lentamente e acendi a luz.

   - Mas que porra é essa?! – Eu exclamei.

  Justin estava deitado no chão tentando, e não conseguindo, esconder-se. Sua camiseta estava suja e ele carregava uma sacola transparente com um produto envolto pelo que parecia ser alumínio.

  - Eliot! – Ele disse – Não pensei que fosse você.

  - Tá bom, conta outra – eu disse – O que é isso aí? – Eu perguntei, indicando a sacola.

  - Comida – ele mentia muito mal.

  - O que a TS* roubou dessa vez?

  Justin parecia um fantasma de tão branco que ficou.

  - Ah quer saber?! Eu não me importo, deixo você com sua gangue de merda.

  Meu cunhado era extremamente imbecil, eu sei que é errado julgá-lo assim não sabendo o motivo pelo qual ele faz isso, mas é horrível vê-lo entrando nesse mundo depois de ter passado quase minha infância toda ao lado dele.

  Justin sempre quis “brincar” de roubar bancos e polícia-e-ladrão, sendo ele sempre o ladrão, mas nunca imaginei ele colocando isso em prática na vida real. O pai dele também achava estranho o tipo de brincadeira que o filho gostava, mas na época ele só pensava em engordar a carteira dele, acho que até hoje ele é assim.

  Subi para o quarto e Abby ainda dormia como um anjo. Antes pensava que a sorte era toda dela por ter um cara como eu em sua vida, mas vejo que a sorte de ambos: dela por ser a pessoa maravilhosa com quem estou namorando e minha por ter alguém como ela fazendo a diferença que ninguém havia feito antes, nem mesmo Rachel.

 

“... I know that dress is karma

Perfum regret

And you got me thinking ‘bout when you were mine...”

 

  Acordei ao som de um alarme estranho.

  - Abigail que música é essa?

 

  “... You just wanna attention

  You don’t want my heart...”

 

  - Abigail! – Gritiei e abri os olhos, Abby não estava na cama e seu celular ainda estava na escrivaninha. Desliguei a música e vi que tinha muitas mensagens não lidas, algumas de alguém chamada Megan, Haydn e... Louis?

  Quem diabos era Louis?

  Como eu não sabia a senha do celular dela, vi bela barra de notificações.

Mensagens ON:

 

Louis

Anjo, preciso te ver logo – 08:11 AM SEX-FER

Abby, atende minhas ligações – 08:18 AM SEX-FER

Vou te bater, garota – 09:03 AM SEX-FER

Seja lá o que caralhos eu fiz, me perdoa, eu te amo muito – 09:30 AM SEX-FER

Abigail Jones, não me ignore – 10:15 AM SEX-FER

OK, você venceu, me liga quando puder, te amo pequena – 16:26 PM SEX-FER

Bom dia amore, dormiu bem? Me liga quando tiver tempo livre para esse bom partido aqui, um beijo – 07:07 AM SÁB

 

Mensagens OFF

 

  Antes de eu desconfiar de qualquer coisa eu queria perguntar para Abby quem era esse tal de Louis e o motivo dos apelidinhos fofos que ele deu para ela.

  - Bom dia, meu príncipe – Abby disse, saindo do banheiro devagar e enrolada a uma toalha –, alguma mensagem para mim? – Ela perguntou, vendo que eu segurava seu celular.

  - É, tem sim – eu comecei – Tanto que eu gostaria de saber quem é esse carinha te mandando mil mensagens e dando apelidos carinhosos.

  Ela fez uma cara confusa.

  Pegou o celular, leu as mensagens e discou um número, tudo muito rápido.

  - Louis, o que houve? – Ela perguntou.

 

POV ABBY

 

Disquei o número de Louis desesperadamente, não tinha tempo para a crise de ciúmes de Eliot naquele momento, meu desespero era Louis porque ele usou nossa expressão secreta “vou te bater” indicando que precisava mais do que urgentemente conversar comigo.

  - Abigail! Finalmente! – Ele atendeu.

  - Louis, o que houve?

  - Precisamos conversar sobre isso pessoalmente, você consegue?

  - Claro, mas terei que levar acompanhante.

  - Sem problemas, na minha casa.

  Desliguei.

  Entrei no closet correndo e coloquei uma roupa íntima e um vestido amarelo florido.

  - Eliot, se troca! – Gritei.

  - Por quê? – Ele gritou de volta.

  - Só faz isso.

  Saí do closet e escovei meus longos cabelos, em seguida prendendo-os em um alto rabo de cavalo.

  - Você vai ser meu choffer hoje – sorri e o beijei – Bom dia, meu príncipe.

  Ele sorriu.

 

 - Tá de brincadeira que esse cara é seu acompanhante?! – Louis disse, chocado.

  - Tá de brincadeira que eu fiquei com ciúme por causa desse cara?! – Essa foi a vez de Eliot ficar chocado.

  - Do que ele está falando? – Louis me perguntou.

  - Explico depois – eu disse.

  Louis deu passagem para entrarmos e assim fizemos.  Eu era quase da família do meu melhor amigo então fui logo me jogando em cima do irmão dele, que estava dormindo no sofá da sala de visitas.

  - Porra! – Ele gritou – Ah, oi Abby.

  - Bom dia, Peter! Eu sei que peso mais com esse gesso, não é culpa minha, as coisas não andam muito bem para essa pessoa aqui.

  - Imagino, pode sair de cima de mim?

  Saí de cima dele e me dirigi até a cozinha, onde Louis e Eliot estavam.

  - Até que a briga de hoje de vocês foi rápida – Louis disse – Geralmente vocês ficam horas discutindo coisas inúteis.

  - Certo, o que viemos fazer aqui? – Eliot perguntou.

  - É uma história longa, vocês têm tempo?

  - Na verdade não – eu disse – Vou tirar o gesso e depois volto aqui.

  - OK, mas lembre-se que é um 0901.

  0901 significava crise emocional em estado grave no nosso dicionário. Sim, temos um dicionário criado por nós para podermos nos comunicar no meio das pessoas sem que elas saibam o que estamos falando.

  - O que foi aquilo? – Meu namorado perguntou quando saímos da casa de Louis.

  - Temos uma linguagem secreta bastante eficaz.

  Vi Eliot ficar confuso quanto a isso, estava quase escrito em sua testa que ele queria saber o motivo da existência desse tal dicionário, mas nem eu sabia direito a resposta para isso.

  Chegamos ao hospital um pouco atrasados, mas, por sorte, o médico que iria tirar meu gesso ainda estava me esperando e,cá entre nós, ele é um médico muito bonito.

  - Desculpe o atraso, Dr. Collins, houve algumas emergências e não tinha como não ajudar a pessoa.

  - Tudo bem, não se preocupe – ele sorriu.

  Um pouco atrás do médico estava Eliot, que encarava o Dr. Collins, desconfiado. Às vezes acho que Eliot é um pouco possessivo ou só tem muito medo de me perder, pois seu ciúme é absurdo.

  - Bom, preciso que você se sente e relaxe o corpo, totalmente – Collins disse – Todo cuidado é pouco quando é hora de tirar o gesso.

  Assim fiz.

  Collins pegou um tipo de serra, mas pequena, e ligou. O barulho que esta fazia era pertubador, parecia aquelas máquinas de tortura daqueles filmes de terror que retratam a era medieval ou algo do tipo, não sei dizer exatamente o que pode lembrar.

  - Não aguento ouvir esse barulho – Eliot disse e saiu da sala.

  O doutor e eu nos olhamos e começamos a rir, Eliot saíra batendo o pé e foi engraçado de se ver.

  O corte ao gesso começou, espirrava pó para tudo quanto é lado e eu já sentia a rinite vindo quando eu saísse do consultório. E aquilo também não acabava nunca. Tudo bem que o gesso era grosso e era feito de... bom, gesso, mas eu achei ele ia quebrar mais facilmente.

  - Quem fez esse gesso caprichou nas camadas mesmo, não teve dó em fazer – Dr. Collins disse.

  - Acho que ele estava com raiva do trabalho e descontou no meu gesso.

  Collins riu e eu também, era impossível não rir com ele. Imagina as palhaçadas que ele faria se eu fosse uma criança, mas não sei se ele trabalha com crianças, enfim, ele é engraçado.

  Depois do que pareceram ser horas e mais horas o gesso se quebrou, fazendo um estrago no chão liso que tinha ali.

  - Eu o ajudo a limpar se quiser, afinal o gesso é meu – eu disse.

  - Já que insiste.

  Pegamos duas vassouras e uma pá e começamos a limpar aquela bagunça. Era fácil de limpar por conta de o chão ser liso, mas isso me causou uma queda que teria sido bruta se Collins não tivesse um ótimo reflexo e me segurado pela cintura.

  Isso foi reflexo. Não foi?!

  Na mesma hora em que o doutor estava me levantando, Eliot entrou na sala e viu a cena. Ciumento do jeito que é ele com certeza viu a cena com malícia.

  - Imaginei que isso aconteceria.


Notas Finais


Eliot está cada vez mais ciumento com pouca coisa hahahaha!

Pessoal, estou amando demais a participação de vocês nessa fanfic, fiquei muito feliz com os comentário e espero ter respondido todos, mil perdões se deixei algum passar!
Bom, outra coisa que quero comentar é que agora estou de férias e terá capítulos com mais frequência! Vou procurar trazer dois por semana a partir da semana que vem, ou vocês preferem um por semana só que mais comprido? Preciso da resposta de vocês nisso.
Também preciso que vocês estejam sempre de olho nos comentários porque vou começar a anexar informações lá porque talvez fique mais fácil de vocês verem.
Quero ver com vocês porque vi uma ideia em uma fanfic (As Primeiras Vezes de Olivia - é bem legal, recomendo) e achei legal fazê-la: criar um jornal para os personagens. Mas como assim um jornal? Vocês mandam perguntas nos comentários e toda sexta-feira eu pego essas perguntas e OS PERSONAGENS RESPONDEM. Por exemplo: Abby, você acha que Aliot possa prosperar?
Resposta: É sempre bom ter esperança, talvez possa acontecer e talvez não, temos que ver o que o futuro nos reserva e sim, eu espero que esse futuro seja bom e que esteja a favor de nós dois.
Se vocês gostarem eu crio o jornal, mas preciso da cooperação de vocês para acontecer.
E COMO ASSIM NÓS ESTAMOS QUASE CHEGANDO AOS 100 FAVS? Vocês me surpreendem cada dia mais com isso tudo o que fazem, eu amo cada um de vocês <3 Que tal um especial quando chegarmos a 100 favoritos? Talvez uma maratona? Um capítulo de cinco mil palavras? Personagem novo que trás uma reviravolta na história? Não sei! Vocês escolhem, afinal, essa conquista só vai acontecer por causa de vocês, então compartilhem a história com aquele amigo que gosta de uma fanfic como Roses e bora para os 100 favs meus amores!!
Vejo vocês nos comentários e nos próximos capítulos!Um beijoooooo <3


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