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História Roses (Mophie) - Capítulo 20


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Capítulo 20 - Richard VII


Naquele dia os trovões se misturavam com os gritos de dor da mamãe. Kit estava calmo e despreocupado, mas o papai claramente estava nervoso, preocupado, e claramente assustado com o que estava acontecendo. Não conseguíamos ver a mamãe direito apenas as suas pernas e as parteiras do lado, algumas entravam e saíam apressadas e o seu rosto não era dos melhores. Ali ninguém se atrevia a proferir uma palavra a não ser a chuva e os trovões. Uma das parteiras voltou correndo com um objeto grande e de ferro na mão, era similar a uma pinça. As outras parteiras afastaram-se e deram lugar a essa, mamãe voltou a gritar alto e mais alto até a parteira da esquerda remover a bebê das pernas da mamãe e então ouve um silêncio, mamãe já não gritava e por momentos parecia que mais ninguém respirava. A bebê não chorava…

- Era uma garota… - Finalmente uma das parteiras teve a coragem de falar. Sim nós sabíamos que era uma garota por causa do que a Lena nos tinha dito. O papai saiu disparado dali, não sabia o que ele tinha, se estava desiludido por não ter um terceiro filho, ou porque a criança nasceu morta.

- Porque ela não está chorando? – Acreditava que ainda houvesse um pouco de esperança em relação a criança no coração de minha mãe, ou então ela estava fraca demais para pensar, dado isso Kit seguiu o pai para fora do quarto. Algumas parteiras também se retiraram só uma que ficou para limpar a bebê e a por no berço e depois saiu. Só eu fiquei ali especado a olhar para a minha mãe naquela cama encharcada de sangue. – Richard… traga-ma.

Nunca tinha pegado em um bebê na vida, muito menos num bebê morto. Andei até ao berço e fiquei parado a olhar para ela, era arrepiante ver um bebê morto estava a arrepiar-me de cima abaixo. Os trovões recomeçaram assim que eu peguei nela, estava mais gélida que o comum nunca tinha pegado num bebê e mesmo que ela estivesse morta tinha medo de a deixar cair.

- Dê-ma. – Estendeu os braços completamente a tremer, e nesse momento assim que a ia entregar a minha mãe ela começou a chorar. A bebê tinha acabado de reviver nos meus braços juntamente com uma carga enorme trovões, o que é isto? – Ela está chorando Richard! Ela está chorando! Oh minha doce Sophie. – Capturou a bebê dos meus braços. – Venha a mamã.

Continuei a beber seja lá o que isto era, misturei bebidas alcoólicas dos humano com sangue para ver o que dava mas tudo era uma merda. Estava sentado num canto do bar enquanto todos andavam a brincar de esconde esconde, mas para mim a verdade era uma, os três tinham morrido e eu não suportava isso.

- Oh seu idiota desgraçado! – Uma mulher que eu não estava afim de olhar deu um chuto no copo. Era a voz irritante de Danielle. – Vai ficar aí sentado bebendo essas merdas ou vem ajudar a gente?

- Ajudar a fazer o quê? Aqueles três caíram numa armadilha e se foderam. Como que eu algum dia pude pensar que… - Encostei a cabeça a parede. – Vampiro imortal… - Ri roçando a ponta do meu dedo no líquido que estava no chão e levei a boca.

- Vou fingir que não estou a entender porque eu realmente não estou. Agora levanta, lava essa cara em que parece que você passou tomate e vamos até ao local onde aconteceu. – Levantou-me pelo braço e deu um chuto na minha bunda para eu entrar no banheiro.

Olhei-me ao espelho. Tinha a barba por fazer, o cabelo empoeirado e o rosto completamente cheio de sangue já seco. Estava horrível e Danielle queria-me por ainda pior me dando mais esperanças, como eu pude me iludir a tal ponto? Uma vampira imortal? Como isso poderia existir? O que aconteceu naquele dia foi um milagre ou feitiçaria porque se não fosse a minha irmãzinha estaria agora aqui.

Lavei e cara e depois saí. Quanto mais rápido fizesse o que ela pedisse mais rápido ela me deixava em paz. Fomos até a parte mais leste da serra onde já estavam Nell, Kit, Rose e Pri.

- Diga-nos qual a sua teoria Sherlock Holmes. – Rose bocejou voltando a cruzar os braços.

- Não é uma teoria é um fato. Pelo menos um deles sobreviveu. – Começou a caminhar até ao centro de uma espécie de círculo de árvores. – Eles os três estavam bem aqui. Surgiram caçadores por cima, por trás, pelos lados e pela frente e uma batalha se iniciou. O que parece que aconteceu foi que enquanto todos estavam concentrados a nossa velha amiga do lança chamas apareceu e pegou um deles. – Apontou em volta para o solo e árvores queimadas e em seguida para o chão. – Ruby foi a primeira a morrer, assim como alguns caçadores. Ela não estava sozinha. – Começou a caminhar até um montinho e abaixou-se. – Estava com o seu tão amado esposo. – Ajoelhou-se e levou uma gota de sangue que estava no chão a boca.

- Como sabe que ele estava com ela? – Natalie perguntou aparecendo de surpresa entre os montes.

- Eu mordi a Maisie e o sangue deles é muito parecido se não igual. – Sorriu se levantando para começar a sacudir a calça. – Como nós já imaginamos ele começou a lutar com a Sophie aqui mesmo. Não sei bem o que se procedeu a seguir, mas uma terceira pessoa atingiu o Nick e essa mesma pessoa atingiu o Jaguar também. – Começou a caminhar para o centro até a estátua caída do Nick com um enorme buraco na barriga. – Só sobraram os caçadores e nós sabemos bem o que eles fazem, eles precisavam da única que tinha sobrevivido aquela confusão toda. Sophie. Se ela estivesse morta a Nell com certeza sentiria, teria algo como uma espécie de espasmo. Então preferem continuar a duvidar ou começar a procurar o maldito laboratório para podermos saber o que aconteceu?

- Não consegue rastreá-los? – Pri perguntou se aproximando de Danielle. Ela e Natalie eram duas granadas prestes a explodir a qualquer instante se é que já não explodiram em algum lugar por aí.

- Posso tentar, mas provavelmente a mesma pessoa que atingiu o Nick apagou os rastros e provavelmente levou o corpo do Jaguar. Nenhum ser humano esconderia bem os rastros em tão pouco tempo.

- O Johan autorizou isto daqui? Porque eu não quero ser queimada juntamente com o meu bebê que nem se formou direito. – Sempre tão sincera Rose.

- Não te preocupes querida, você vai para casa descansar e nós trataremos disto, ok? – Kit colocou ambas as mãos nos ombros de Rose.

- Kit… meu amor. – Agarrou o casaco dele com as duas mãos. – Se você volta a dizer que eu tenho de descansar eu te mato ok? – Sorriu levantando as duas sobrancelhas muito rapidamente. Jogou-o no chão e depois virou-se para Pri e Danielle. – Vamos garotas.

- Aí como eu amo esta mulher. – Kit disse sorrindo olhando para ela no chão.

- É melhor vocês voltarem para o colégio, eu e a Rose damos conta do recado. – Uma doida e uma grávida, só melhora.

- Não, eu vou com vocês. Preciso de achar o assassino do meu marido e fazer justiça.

- Nem você, nem Natalie devem participar. Estão fora de si e preciso de pessoas com a cabeça limpa e que não vão cometer estupidezes ao ver um humano. – Não diria que a Rose esteja de cabeça limpa mas se a Danielle o diz.

- Richard para sua informação grávidas são muito mais fortes do que imagina, e não se esqueça que eu consigo ler a sua alma idiota! – É tem pormenores como esse…

- Quanto tiverem tempo juntem-se a nós e se morrerem antes façam um sinal de fumo porque aparentemente vocês não conhecem celulares. – Debochou virando costas e partindo com a Rose.

- Ela é a cara da Magda! – Negou com a cabeça se levantando. – Já se apaixonou? – Porque é que aquilo era algo que eu sinto que a Sophie diria.

- Será que sou a única que está com medo aqui? – Nell interveio.

- Não se preocupe Nell um espasmo para um vampiro não é nada. – Kit sorriu. – Ah estava falando da Sophie? Ela é a vampira mais forte que conheço, vai dar um jeito.

- Eu diria que ela é a mais rápida, não a mais forte. – Suspirei começando a caminhar para o colégio.

Só ao por o pé lá dentro é que fui me lembrar que a Maisie completava dezoito anos, com tantos dias para a minha irmã ser capturada tinha de ser logo hoje. Fizemos a nossa rotina matinal mas não era a mesma coisa, a minha cabeça só pertencia a uma pessoa neste momento, a minha irmã. A minha barriga dava voltas a toda a hora e por vezes via-me a tremer de ansiedade e só de olhar para Nell… o medo de algo começar a acontecer estava sempre presente.

Na aula de esgrima tudo piorava, não conseguia brandir a espada como deve de ser pelo fato de estar a tremer constantemente. Desisti de fazer a aula e apenas fiquei sentado no banco a ver a aula de vólei. Elas estavam muito divertidas especialmente Maisie, mas não duvidava que ela começasse a se perguntar onde Sophie estava e aí ia começar a merda, que desculpa ia encontrar desta vez? Que ela tinha ficado doente no aniversário dela? Conveniente.

- Richard eu não estou a sentir-me lá muito bem. – Nell veio se sentar no banco com a respiração completamente desregulada. – Custa a respirar e tudo o que eu preciso é de gelo porque estou a arder de dentro para fora.

- Teoricamente é a Sophie que está a arder de dentro para fora; se é que isso é possível; e não você. Se você já tivesse sido libertada não sentiria essas coisas, mas isso agora não importa. Como poderia Sophie estar a queimar de dentro para fora? – Kit pousou a espada no chão e sentou-se a nossa beira.

- Podem discutir isso vocês eu preciso de tirar a roupa! – Começou a amarrar o cabelo e a jogar água nela mesma.

- Dês que não tire aqui está a vontade para o fazer. – Respondi tirando-lhe a garrafa da mão.

- Achas que a fizeram beber prata? – Kit perguntou assim que Nell saiu.

- Não faria sentido fazerem isso depois de ela já ter sido pega, eles ainda precisam dela viva para terem o seu sangue e a capacidade de regeneração em constante funcionamento.

- Então de que maneira ela poderia estar a queimar por dentro. A menos que tenha comido alho o que eu acho um pouco improvável.

A aula acabou passado cinco minutos, dirigíamo-nos ao balneário masculino quando fomos parado com Maisie e o resto das amigas dela. Aí vinha merda, o que lhe ia dizer?

- Onde se meteu a bem dita da vossa irmã? – Perguntou cruzando os braços. Estava brava, e quando humanos estão bravos supostamente ficam mais inteligentes, li isso em um livro não significa que seja verdade.

- Pois a Sophie ela… - Kit bufou coçando a nuca. – Ela está doente, muito doente. Sabe como é né? Fumou umas…

- Vocês também não sabem onde ela está não é? – Realmente ficou mais inteligente, agora só iriam demorar umas três décadas para descobrir que somos vampiros, vou perder a aposta com o Kit.

- Pois é então… - Fechei a cara. Ela apenas virou costas e foi para o balneário seguida por Em já que Ellie ficou a olhar para nós com cara de caso.

- A Sophie morreu? – Perguntou um pouco alto demais. Alguns alunos ficaram a olhar para nós como se tivéssemos algum problema mental.

- Não, foi capturada e se não nos apressar-mos talvez morra mesmo. – Kit foi tão direto como ela.

- Então apressem-se porque se isto continuar assim a Maisie vai começar a fazer perguntas e isso não vai vos favorecer em nada, talvez ela até descubra.

- Aja normalmente e volte para a beira dela, é o melhor agora.- Kit bufou cruzando os braços.

- E se por acaso a vossa irmã morrer? O que eu lhe digo? Que saiu para comprar cigarros e nunca mais voltou? Isto não é um jogo é perigoso.

- Sabemos perfeitamente que temos uma bomba relógio preparada para explodir a qualquer momento, por isso que não podemos entrar em pânico agora vá! – Disse aumentando um pouco o tom.

- O que esta garota tem de útil tem de chata.

Ellie conseguia ser bem chata e insistente às vezes mas que era útil era, e inteligência não faltava. Fomos para a sala de convívio esperar alguma coisa de Danielle mas em vez disso vi-mos algo muito mais peculiar, o Jack a dar os parabéns a Maisie. Provavelmente tinha esperado esta data para lhe contar tudo. Eu e Kit começamos a segui-lo mas ele parecia andar sempre as voltas e com o tempo foi se dissipando como se estivesse a fundir-se com a serra.

- Acho que subestima-mos este filho da puta. – Arregalei os olhos. – Eu vou dar umas voltas pela serra para ver se acho a Sophie ou a Danielle e a Rose. Alguma coisa é só chamar.

- Não se preocupe. – Ele respondeu me abraçando. De repente sentia-me como se voltasse-mos a antigamente quando isto não era estranho. – Tenho medo de a perder Richard. – Agarrou com força na minha nuca. – Ela é a minha irmãzinha eu não a posso perder. – Começou a soluçar. – Encontre-a e depois me chame. – Deu um beijo no meu rosto e voltou para dentro.

Não iria negar que estava tão desesperado quanto ele, todos estávamos. Ontem o Johan tinha passado dos limites a frente de toda a gente, tinha perdido completamente a cabeça e Maisie presenciou tudo. Isso piorava as coisas em tantos sentidos que ela poderia começar a ligar os pontos. Andei até a praia já que estava sem rumo, a areia penetrou nas minhas botas e alguns caranguejos surgiram assim como um corpo na água. Fui até ele claro, estava virada de costas e quando a levantei vi que era a Sophie que estava desmaiada mesmo assim não me contive em abraça-la.

- É tão bom ter você de volta. – Fiquei de joelhos a segura-la nos meus braços. – Você não imagina o quanto eu amo você. – Dei um beijo no rosto dela. Precisava informar os outros.

Peguei no meu celular e liguei para Danielle que só na quinta tentativa atendeu e ainda dizia que nós é que não sabíamos da existência de celulares.

- Encontrei-a, está desmaiada.

- Leve-a para a vossa casa encontramo-nos todos lá, ela tem alguma ferida?

- Calma. – Segurei o celular no ouvido com o ombro e olhei para ela da parte da frente, tinha a boca e o pescoço cobertos por sangue mas não eram uma ferida provavelmente tinha cuspido sangue. Olhei para as costas dela e lá tinha um buraco. – Sim tem nas costas.

- Se for um buraco coloque o dedo lá dentro. – Mandou. Como ela pediu foi o que eu fiz e logo tive a ponta do dedo queimada.

- Tem uma bala. – Informei começando a me levantar.

- Certo, até já.

Assim que desliguei coloque Sophie no ombro começando a estabelecer contato mental com Kit aos poucos. Informei-o muito rapidamente que tinha achado e assim que cheguei a casa elas já estavam lá todas, parecia que a Danielle ia brincar de médica.

- Coloque-a na cama. – Pediu começando a colocar umas luvas que de inverno. – Preciso que olhar para ela de cima a baixo.

Fiz o que ela me pediu e deitei-a na cama, provavelmente ia precisar de mudar os lençóis depois disto, a Sophie era completamente sangue naquele momento.

- Acorrentaram-na nos pulsos, nos pés e no pescoço. – Apontou. – Provavelmente para a capturarem acorrentaram primeiro no pescoço, lá está mais queimada. – Kit entrou naquele exato momento e Rose que estava sentada no cadeirão acolheu-o em seus braços.

- Olha o que aqueles monstros fizeram com ela! – Bateu com força no braço do cadeirão.

- Deixe de ser tão dramático ela poderia nem estar viva a esta hora. – Danielle olhou para ele e depois para Sophie novamente. – Mas algo não está certo, não retiraram o sangue dela do braço como fizeram com os outros, e sim da perna. – Caminhou para mais perto. – Natalie vire-a de costas. – Natalie rapidamente se aproximou e virou-a de costas revelando o enorme buraco. – Estranho. – Comentou pegando numa pinça para remover a bala. Começou a olha-la muito surpresa. – Não é uma bala igual as outras de fato. A prata estava a espalhar-se pelo corpo dela provavelmente já perdeu alguns órgãos por isso que tiraram o sangue da perna, porque ainda não tinha chegado lá.

- E eu a achar que ela já tinha morrido. Fico feliz que não. – Nell chegou se apoiando nas paredes para andar.

- Você já acordou. – Kit olhou para ela. – Ela teve o tal espasmo que a Dani falou.

Naquele momento todos ficamos a olhar uns para os outros. Todos sabíamos o significado mas parecia que ninguém ia falar.

- Ela é imortal. – Pri quebrou o silêncio. – Roubou as habilidades do Dempsie e do Kevin e ainda voltou a vida, então eu acho que estamos na presença de uma fodenda lenda.

- Lenda ou não o seu renascimento não serviu para anular o efeito da prata líquida, nos primeiros dez minutos talvez mas depois ela voltou a sentir os efeitos. Sangue humano é o necessário agora. – Danielle pousou a bala na mesinha de cabeceira e tirou as luvas.

- Precisamos falar com o Johan, ele vai ter que dar a ordem. – Rose disse continuando a fazer carinho na cabeça do Kit.

- Primeiro temos de fazer algo em relação ao estado da Sophie, se ele a vir neste estado vai sair queimando tudo o que vir pela frente. – Natalie chegou perto.

- Tem razão, vamos limpa-la, vesti-la e mudar estes lençóis depois você irá chamá-lo. – Dani virou-se para Natalie. – Richard vá buscar roupa lavada e Nell já que está recuperada do seu maravilhoso espasmo vá buscar um pano e álcool.

Não ia reclamar a esta hora do campeonato, fui até ao closet e peguei num pijama em forma de urso pardo que ela tinha. Segui para a varanda para arrancar os lençóis que já estavam secos para depois me deparar com o corpo nu de minha irmã.

- Richard não vai ficar aí especada como se nunca tivesse visto não é? – Pri olhou para mim depois de passar o pano tornozelo. – Mesmo que o corpo dela seja de quando ela tinha o uns cem anos? Cento e cinquenta? – Chegou perto do rosto de Sophie. – Não se preocupe So os seus seios logo vão voltar ao estado normal.

- O problema dela agora não são os seios. – Kit respondeu sem se mover um milímetro dês que eu tinha saído. – Se bem que realmente... Lembro-me deles maiores, será que isto é o que dá tentar reverter o nosso corpo uns quatrocentos anos?

- Isso agora não importa, quando ela acordar terá todo o tempo do mundo para voltar ao seu devido corpo. – Danielle olhou para ele. – Agora vamos vesti-la. – Arrancou o pijama da minha mão.

Depois de lhe vestirem o pijama tive de ficar com ela no colo enquanto mudavam os lençóis, ficava me perguntando o que o Johan ia decidir, provavelmente um banho de sangue. Voltei a colocá-la de volta na cama quando os lençóis estavam postos e cobri-a.

- Agora alguém chame o Johan. Eu não vou. – Danielle sentou-se no canto. – Podem ir vocês as duas. – Apontou para Natalie e Nell.

Elas fizeram-no e em menos de dez minutos ele já estava aqui. Largou o bastão e tirou o chapéu se sentado a beira da cama, dou graças a seja o que for por ele ainda não ter visto a Danielle aqui. Colocou uma mão na cabeça de Sophie e depois encostou a testa dele na dela.

- Priyanka e Kit vão buscar a filha do Jaguar, ela deverá morrer.



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