História Round Two - Capítulo 1


Escrita por:

Postado
Categorias Fairy Tail
Personagens Brandish μ, Hibiki Lates, Jude Heartfilia, Layla Heartfilia, Lucy Heartfilia, Natsu Dragneel, Sting Eucliffe
Tags Nalu
Visualizações 541
Palavras 4.869
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Famí­lia, Festa, Hentai, LGBT, Romance e Novela, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá amados, tudo bem?
Então, decidi postar essa oneshot hentai, primeiramente porque eu sempre quis escrever um, então aqui está ele. Em segundo para futuras fanfics minhas, preciso treinar, então, se eu tiver errado em alguma coisa, me digam, ok?


boa leitura amados ♥

// qualquer erro me perdoem

Capítulo 1 - Round Two


Fanfic / Fanfiction Round Two - Capítulo 1 - Round Two

Lucy Heartfilia sempre foi uma mulher centrada e calma, ela sempre agira com a razão, raramente surtava por algo. No entanto, Hibiki escolhera um péssimo dia para tirá-la de seu eixo, talvez fosse um daqueles dias raros, os planetas talvez estivessem alinhados. Não poderia afirmar, Lucy só queria quebrar a cara de alguém, mas do que adiantaria?

Deus, a minha razão está voltando, eu quero surtar! Não serei a Lucy certinha hoje, hoje não!

Eram quase oito da noite quando recebeu fotos comprometedoras do namorado, melhor, ex-namorado. Era isso o que Hibiki era, um ex-namorado e um traidor de merda, ainda que ele tentasse se justificar e pedisse perdão não serviria de nada, desde o início do namoro ela tinha dito que jamais perdoaria uma traição e ele havia feito do mesmo jeito. Não se importava com o que os outros iam dizer com toda a certeza ela seria culpada, era sempre assim e não se importava com mais nada.

Somente hoje ela faria o que quisesse, no dia seguinte voltaria ao normal, trabalharia como uma infeliz na empresa do pai e a vida seguiria seu curso normal.

“Mas este dia não é hoje”, como dizia o sábio Aragorn em O Retorno do Rei. Hoje eu farei o que me der na telha.

A loira olhou o celular e estava repleto de mensagens das amigas e de Hibiki, o irmão Sting também lhe mandara mensagem, responderia somente a dele e então desligaria o celular.

Lucy, o que houve? - Sting

Hibiki me traiu com outra. – Lucy

Eu vou quebrar a cara dele! - Sting

Faça com prazer. - Lucy

Como é? Pensei que me impediria. - Sting

Ignore o que eu falei, preciso ir. - Lucy

Você não vai fazer nenhuma besteira, né? - Sting

Claro que não. - Lucy

Lucy desligou o celular deixando-o no criado-mudo carregando, tomou um longo banho e usando seus melhores cremes corporais deixando a pele como um pêssego. Os cabelos foram lavados também, cheirosos com o costumeiro cheiro de morango, saiu do banho e com uma toalha enrolada ao redor do corpo secou os cabelos loiros.

Escolheu a sua roupa com muita cautela, se ela queria extravasar ela deveria escolher algo que nunca escolheria num dia normal, então optou por uma saia de couro preta e uma blusinha de seda vinho que valorizava o volume de seus seios grandes. Não usaria sutiã, não combinava com aquele tipo de blusinha e uma calcinha vinho como a blusa.

Os cabelos não estão lisos como o de costume, a forma como os secara os deixou volumosos, os saltos negros altos lhe davam uma visão bem Kim Kardashian, os quadris e a bunda ficaram chamativos e isso era bom. No dia seguinte ia se arrepender? Provavelmente, no entanto a Lucy de agora não estava nem aí para a roupa ou para o que ia acontecer, ela ia se divertir como nunca havia feito em sua vidinha perfeita.

Passou bastante desodorante e borrifou seu perfume mais cheiroso e sexy, acreditem, perfumes tem esse efeito nas pessoas. Colocou alguns anéis, tirando a aliança de namoro e a jogando dentro do lixo e uma gargantilha de renda.

Lucy se olhou no espelho da penteadeira e sorriu satisfeita, passaria somente um batom e uma sombra nos olhos. Ao fazer isso, escolheu o batom marsala e uma maquiagem que valorizasse seus olhos chocolates, ao terminar pegou sua menor bolsa, a carteira, chaves do carro e o batom, e os enfiou dentro da bolsinha.

– Agora eu vou botar pra foder – Lucy disse tão determinada que se assustou com a própria voz.

Dentro do carro ligou na rádio e tocava música eletrônica, não que ela fosse ouvinte fiel do gênero, mas aquela música que tocava a deixava animada. O carro parou no farol e ela se sentiu a adrenalina dentro de si, quando o farol abriu ela acelerou como se estivesse numa pista de corrida, ela poderia acabar se matando, mas aquela sensação no estômago era gostosa.

Gritou animada e dirigiu assim até que chegasse à balada.

Podia ver a fila do lado de fora, mas entraria sem problemas, pois Sting era sócio daquele lugar e teria acesso fácil. Ao chegar na frente do segurança entregou o documento, ao ler o Heartfilia no papel o homem que mais parecia um armário a deixou passar. O local cheirava a uma mistura de perfumes, um pouco de cc e bebida alcoólica, nada muito atraente, no entanto novo, era algo que ela queria tentar.

Adentrou rumando o bar, antes beberia algo para relaxar, não queria fazer nada motivada por raiva, queria fazer para se sentir viva pelo menos uma vez nessa vida de merda. O barman a olhou na linha dos seios e sorriu, os cabelos ruivos e óculos de grau lhe davam um charme, um ar misterioso.

– O que vai querer, loira?

– Eu sou nova nisso – Lucy sorriu se debruçando no balcão – o que me recomenda para que eu me solte?

– Qual o seu nome? – o ruivo perguntou.

– Lucy – seria correto dizer o nome inteiro? – Heartfilia – disse por fim.

– Você é a irmã do Sting?

– Sim.

– Ele sabe que você está aqui?

Lucy revirou os olhos.

– Não sei se sabe, mas Sting e eu somos gêmeos, ou seja, temos a mesma idade, não sou criança.

– Certo, eu vou preparar um drink que é especialidade minha.

Lucy voltou a se animar, não seria proveitoso se Sting aparecesse ali e a levasse para casa, céus ela tinha quase trinta anos, era uma mulher e independente. Não era boba, olhou bem o que o ruivo fazia, não havia nada de drogas ali, então quando e entregou a bebida azul ela bebericou, os olhos se apertaram quando o líquido deu uma leve queimada na garganta.

– Vai te ajudar a se soltar – ele disse – sou Loke, amigo do Sting.

– Prazer – Lucy apertou a mão dele e terminou de beber seu drink.

No fim estava muito mais gostoso e fácil de beber, deixou o copo no balcão e foi andando até a pista de dança, a música pop, algumas pessoas dançavam alguns passos ensaiados ou talvez fossem da própria coreografia, ela não saberia afirmar, sozinha começou a dançar, não ligava se olhavam ou não a bebida começava a fazer o efeito desejado.

A Lucy não dançaria, não era do feitio dela dançar e evitava aquilo, mas ali tentava se mexer e seu corpo parecia até mais leve. Até que sentiu alguém tocar seu ombro e olhou para trás para ver quem era.

Pai amado.

– Chefe! – era Brandish, sua secretária.

– Oi!!! – Lucy sorriu tentando não parecer louca.

– Nunca pensei que ia te ver aqui – a mulher de cabelos verdes sorriu, algo que não era comum nela, no trabalho Brandish era séria e competente.

– Nem eu – confessou Lucy.

– Vim com alguns amigos, não são do trabalho, mas da faculdade e amigos de amigos, quer ficar com a gente?

Não, eu quero me dançar até meus pés estarem arrebentados.

– Tudo bem – a loira tentou soar séria, mas do que adiantaria se já tinham a visto dançando igual uma gazela desengonçada – vamos lá.

Brandish andava graciosamente e rebolava a bunda, nunca a vira fazer aquilo no escritório, mas no escritório ela não olhava a bunda da secretária, desviou o olhar para as pessoas dançando, escolheu o pior lugar para dançar. Suspirou derrotada e Brandish anunciou.

– Pessoal – era um sofá estofado com muitas pessoas sentadas, pessoas em pé, tinha muita gente concentrada em um canto só – essa é a minha chefe, Lucy, ela é um amor de pessoa e veio para cá sozinha – a loira olhou um pouco sem saber para onde então focou num ponto escuro – vamos fazer ela se entrosar e se divertir, ok?

Todo mundo gritou e algumas garotas se levantaram meio cambaleantes, ainda assim se levantaram e a abraçaram com força. Uma ruiva e duas de cabelo azul, os tons eram semelhantes, mas não iguais.

– O Gray-sama está me deixando de lado, fique comigo – uma das de cabelo azul disse choramingando.

– Tudo bem – Lucy disse sem jeito.

HAHAHAHAHA – a outra azulada ria.

– Vocês são idiotas! – a ruiva gritava.

Certo, eu posso tentar dar uma desculpa e sair de fininho e esquecer essa ideia maluca.

– Lucy, vamos para a pista de dança! – Brandish segurou a mão da loira e a puxou para o meio da pista.

Jesus me perdoa.

Tocava uma música eletrônica de estouras os ouvidos, a Lucy de sempre começava a se manifestar, então a loira tratou de tomar mais um drink e foi aí que ela viu o mundo de cores diferentes e com uma nova perspectiva, não estava bêbada, mas com certeza mais liberta de suas próprias correntes. Brandish, sua secretária lhe ensinava alguns passos e como rebolar a bunda, não era algo fácil, mas com o tempo fazia sem muito esforço. Não bebeu mais, teria que voltar de táxi se bebesse demais.

– Lucy – Brandish chamou – eu vou ao banheiro, ok?

– Certo – Lucy resolveu ir até onde as outras meninas estavam e as encontrou meio que aos beijos com outras caras, a cara de insatisfação tenha sido grande demais.

– É um saco, não é? – um cara que estava sentado um pouco próximo dos três casais – sempre terminam assim as noites, eles brigam a noite inteira e terminam aos beijos – o homem de cabelos curiosamente rosados e de jaqueta jeans escura se levantou estendendo a mão para Lucy – sou Natsu.

– Lucy – a loira forçou um sorriso – é boa para eles.

– Isso é – Natsu deu um sorriso tentador e mirou a pista de dança – quer dançar?

– Meus pés estão doendo um pouco – ela confessou e ele olhou para os saltos.

– Se eu fosse mulher viveria de tênis ou descalça – Natsu comentou e ela riu.

– Eu tentei fazer isso, mas meu trabalho exige uma vestimenta padrão, então acabou que eu me acostumei.

– Não me acostumaria – Natsu viu outro sofá vazio e sentou longe dos amigos que se beijavam como adolescentes fogosos – quer sentar? – Lucy ficou parada olhando para o nada.

Ela pensava se Natsu era de fato alguém de confiança, não o notara com os amigos de Brandish, apesar de parecer atencioso, ele era bonito demais para ser confiável. Natsu era aquele cara não padrão, que era bonito o bastante para ser padrão, se vestia bem, era bonito, tinha os cabelos sedosos e alargadores pretos. O oposto do homem de negócios por quem a loira tinha namorado, mas olhando agora era seu tipo de homem ideal.

– Lucy? – ele chamou.

– Claro – a mulher se sentou mesmo que a outra Lucy gritasse para não fazê-lo.

Não poderia viver com esse medo, fazendo sempre as mesmas coisas, agradando a todos, a vida era dela e era seu dever viver plenamente e como bem entendesse.

– Não parece muito bem – Natsu disse a tirando de seus devaneios.

– Eu, num dia normal estaria na minha casa – olhou no relógio de pulso do homem ao seu lado e eram quase onze da noite – nesse horário eu estaria na minha casa, dormindo para poder fazer uma caminhada matinal, mas estou numa balada tentando suprir minha dor e revolta com música e bebidas.

Natsu a olhava com atenção, analisando as feições em seu rosto.

– Namorado?

– Não mais.

– Você não precisa ser alguém por impulso – Natsu pôs o cotovelo no braço do sofá e apoiou o queixo no punho fechado, o perfil ficara perfeito naquele ângulo.

– Se eu não forçar, eu não vou me descobrir – Lucy riu da própria fala – estamos numa balada, você deveria estar se divertindo, beijando alguém, dançando e não perdendo o tempo comigo.

Antes que Lucy se levantasse Natsu pôs a mão quente dele em cima da dela.

– Não me parece perda de tempo – ele riu – estou me sentindo útil.

– Mesmo assim – a consciência de Lucy aos poucos se tornava mais clara.

– De fato, eu queria beijar alguém desde que a vi dançar – Lucy o olhou sabendo que era dela que ele falava – mas ela está com problemas e eu quero ajudar.

– Não sei como.

– O que você gosta de fazer quando está sozinha? – Natsu passou o braço dele por cima dos ombros dela e os dois ficaram quase que colados sentados no sofá.

– Uso meu tempo revisando meu trabalho e projetando novos... – ela pensou um pouco.

– Do que trabalha?

– Eu faço todo o marketing da empresa, Brandish é a minha secretária e eu tenho uma equipe.

Natsu soltou o ar com cheiro de menta, era gelado e algo no estômago de Lucy a fez querer beijá-lo.

– E o que queria fazer?

– Como assim?

O rosado ajeitou uma mecha loira do cabelo de Lucy,

– Sem o seu trabalho, suas obrigações, o que gostaria de fazer?

– Te beijar.

Naquele momento os olhos de Natsu brilharam, a garganta de Lucy ficou seca e sua sede só passaria com um beijo embriagador que ela tinha certeza que Natsu possuía. Ele exalava aquela energia sexy que a atraia cada vez mais.

E sem um aviso as mãos dele vagaram do ombro esquerdo até a nuca dela, a loira cedeu ao toque e Natsu a puxou para si, a boca dele agarrou o pescoço exposto e entregue, mas não se demorou muito e foi subindo até que chegasse aos lábios vermelhos. Natsu sabia que sua boca ficaria manchada, mas aquilo valeria a pena, desejara beijar Lucy desde que ela começara a dançar com Brandish, a conhecendo melhor e tendo em vista seus motivos para estar ali, queria de fato beijá-la mais do que antes.

Lucy estava entregue, o queria e negara a si mesma, em sua cabeça devia certa fidelidade ao ex-namorado, no entanto ela não devia nada à Hibiki, ele não foi fiel e naquele instante tudo entre eles havia tido um fim. Os lábios deles roçaram de leve, Natsu mordeu o lábio inferior de Lucy e ela deu um selinho faminto, logos os lábios se chocaram, dessa vez sem se separar, ambos sincronizados e mantendo um ritmo perfeito, como se fosse feitos um para o outro.

– Lucy – Natsu disse se separando do beijo dela – é melhor a gente parar – ele riu.

Os lábios dela estavam inchados pela pressão que tinha feito durante o beijo.

– Por quê?

– Eu sei que isso vai soar meio idiota, pode até julgar como uma jogada, mas faz um bom tempo que eu... – na mesma hora ela entendeu o que ele queria dizer.

– Quanto tempo?

As sobrancelhas dele arquearam.

– Bom, uns seis ou sete meses.

Lucy precisou pensar, não queria agir como uma louca imprudente, a razão tomara conta dela, Natsu a olhava esperando que negasse e os dois seguissem caminhos diferentes. No fundo, Lucy não se sentia mais em divida com ninguém a não ser consigo mesma, ela devia a ela momentos felizes e era certeza que se fosse com Natsu, seria maravilhoso, mas não queria passar a impressão de que ele era apenas um passatempo para esquecer Hibiki... Que ele era apenas uma transa, apesar de ser uma transa.

–Eu só não quero passar a impressão de você é... – ela não conseguia falar com clareza.

– Que eu vou te fazer esquecer seu ex-namorado – Natsu sorriu gentil – eu sei Lucy.

– Então, o que a gente faz?

Ele tornou a beijar ela, não com a volúpia de antes, mas lento e apaixonante.

– Para qual lugar você quer ir?

Lucy de fato odiava motéis, podia ser o mais luxuoso, não gostava. Na casa de Natsu não lhe parecia confiável, ainda que ele tivesse se mostrado um bom homem...

– Que tal na minha casa?

– Tudo bem – ele deu de ombros.

– Mas eu moro com meus pais, a casa é grande, mas ainda assim temos que ser cautelosos.

– Sou praticamente um ninja.

Lucy riu e Natsu foi se levantando, dando a mão para que ela segurasse.

– Você dirige? – Lucy perguntou pegando a bolsa e tirando a chave do carro.

– Me ensine o caminho.

Lucy foi andando e vagou os olhos procurando Brandish que sumira desde que foi ao banheiro e a encontrou com uma loira, aos beijos e a deixou ali sem atrapalhá-la. Natsu colocou a mão quente na base de suas costas antes de tomar a frente dela, segurou sua mão e a guiou até que saíssem daquele meio. Passaram pela entrada e o segurança murmurou algo ao saírem,

– Veio de carro? – Lucy perguntou destravando as portas de seu carro esportivo e entregando as chaves para Natsu.

– Carona com Gajeel – Lucy fez de que não entendeu – o rockeiro de cabelo e piercing.

Ele sentou no banco do motorista e Lucy sentou no banco do carona, não havia um clima estranho entre eles, mesmo sabendo que ia acontecer, Lucy se sentia a vontade e ansiosa, não queria pensar no amanhã, era muito distante, queria pensar no agora e em como as coisas iam se ajeitar com o tempo. Natsu ligou o carro e os dois conversaram sobre música, a música era Broken Strings do James Morrison, Natsu cantarolou o refrão e Lucy ficou contente por ele conhecer uma de suas músicas favoritas.

– Eu amo essa música também – ele disse e os dois cantaram animados.

A chegada à casa de Lucy foi um tanto assustador, o carro dos pais estava na garagem e o de Sting também, eles nunca ficavam em casa numa sexta feira. Nunca.

– O que eu vou fazer... – Lucy murmurou para si.

– Seus pais?

– Sim – Lucy concordou – Acha que consegue subir aquela arvore? – Lucy apontou para uma árvore alta.

– Talvez – o tom de Natsu foi duvidoso.

– Depois é só pular para a sacada.

Natsu sacudiu a cabeça como se tivesse entendido.

Lucy foi saindo do carro que fora estacionado dentro da garagem dos Heartfilia, olhou para os lados e Natsu foi até o lado de fora tentar subir pela árvore, enquanto isso ela entrou em casa, quando passou pela entrada a mãe foi recebê-la com um abraço apertado.

– Filha, eu soube do que houve, não sabe como sinto muito – Layla beijada a bochecha de Lucy.

– Estou bem, mamãe – a loira garantiu.

– Filha – Jude apareceu e foi lhe dar um abraço – não sabe o quanto eu me segurei para não pegar aquele imbecil... – Jude ajeitava a gravata marrom.

– Papai – Lucy riu – estou bem, só quero ir me deitar um pouco.

Um breve silêncio se fez e um som de algo caindo no chão foi ouvido.

– Que barulho foi esse? – Layla perguntou.

Jude andou até a janela na imensa sala e olhou o jardim e por sorte a árvore ficava na lateral da casa.

– Deve ter sido algum esquilo! – Lucy riu nervosa.

– Um esquilo ou um elefante – Sting apareceu na sala e beijou a bochecha da irmã mais nova – como você está?

– Maravilhosa, mas quero ir descansar um pouco.

Layla olhava as roupas de Lucy e os cabelos.

– Lucy, que roupas são essas?

– Ah – merda merda merda merda – estava numa festa com as minhas amigas, uma despedida de solteira.

– Essas festas não são para você, filha – Jude repreendeu Lucy.

– Certo, vou tomar um banho e me trocar.

Lucy saiu quase que correndo e subiu as escadas como um foguete, ao abrir a porta deu de cara com o gato dormindo todo largado em cima de sua cama.

– Plue – Lucy chamou o gato que nem fez questão de abrir os olhos, só mexeu as orelhas – Natsu? – sussurrou.

– Aqui – Natsu estava do lado de fora da sacada sacudindo a cabeça negativamente, mas o sorriso nos lábios a fez achar graça da cena.

Assim que Lucy abriu a sacada Plue acordou e ao ver Natsu, um estranho correu para fora do quarto. A loira trancou a porta do quarto e acendeu a luz, Natsu não usava a jaqueta e a camisa cinza marcava bem os músculos de seus ombros e braços, ele andou até perto dela e a beijou com tranquilidade, saboreando cada cantinho de seu corpo, as mãos dele deslizaram pelas costas e pousaram na bunda de Lucy.

– Grande – ele comentou mais para si, mas aquilo inflou o ego de Lucy que o beijou com mais empenho.

Ainda de pé ela tirou a camiseta dele, ao ver o abdômen do rosado sentiu a sua boca se abriu, não parecia que Natsu era aquele tipo de cara definido e sensual, mas ele era, o abdômen era todo trabalhado, gominhos perfeitos, o peitoral largo e os ombros mais ainda, braços fortes e por fim uma cicatriz bem evidente, mas que somente lhe acrescentava sensualidade. Ele se dera conta do olhar de Lucy e riu.

– Fecha a boca – o rosado disse e Lucy a fechou imediatamente – sua vez, ou melhor, minha vez.

O som de batidas na porta soou e Natsu bufou um pouco incomodado, Lucy o olhou suplicante e ele saiu entrando no banheiro. A loira abriu a porta.

– Lucy, Hibiki no telefone – a mãe de Lucy estava com o telefone residencial em mãos.

Lucy pegou o telefone e o desligou.

– Pronto, não quero falar com ele, espero que isso fique claro – Lucy entrou no quarto e a mãe desceu, a porta foi trancada – Natsu? – ela chamou.

Ele saiu do banheiro com os olhos ficados nos seios dela, apalparam ambos usando as duas mãos, Lucy soltou um gemido fraco e ele arrancou a blusa dela. A sua nudez não era incomodo, o olhar dele lhe era excitante, o rosado a jogou na cama e ela deu um gritinho animado quando ele sentou-se em cima do corpo da mulher e se debruçou para beijá-la.

– Se eu encarar mais, eu fico enfeitiçado – ela deu um sorriso safado e ele gemeu – gostosa.

– Só saberá se provar – a loira provocou.

Natsu se levantou e tirou os sapatos e meias, a calça jeans e ficou somente com uma cueca vermelha, andou até a outra lateral da cama e Lucy o observou, seguindo cada movimento com o olhar. Ele se deitou e ela montou em cima dele, beijou os lábios viciantes daquele homem e sentiu um tapa em sua bunda. Na mesma hora ele se sentou na cama e com as duas mãos os agarraram escolhendo um para ser chupado, rodeou o mamilo com a língua e o chupou com tanto prazer que quase se desmanchou.

Lucy deu um gemido rouco e rebolou no colo dele, mudou para o outro mamilo imitando o movimento, com certa dificuldade pela posição Lucy ficou sem a saia, Natsu não se contendo começou a dedilhar sua parte mais sensível, assim que constatou que estava um pouco úmida parou de mamar o seio da loira. Tirou o dedo da intimidade dela e chupou o próprio dedo. O olhar dele era mágico e poderia se satisfazer com aquele olhar para sempre, Natsu umedeceu os dedos com a própria saliva e começou a masturbar Lucy.

Com os quadris ela auxiliava no movimento e tentava se controlar para não gemer muito alto, ela sentia um fogo enorme dentro de si, mas nada era como os dedos quentes de Natsu, eram impossível parar de se mover, queria que ele acelerasse os movimentos mas ele parou.

Nat-su – o som de sua voz saiu falho e sôfrego.  

– Vou me deitar – ele assim o fez e a loira só o observou – agora, com as pernas abertas, quero queria que você sentasse no meu rosto.

Lucy que tinha a pele morena ficou pálida como um papel, nunca tinha feito preliminares tão ousadas e tão... Céus, era gostoso só de imaginar, imagina sentir. Assim ela o fez, de pé no colchão, colocou as mãos na cabeceira da cama e foi se abaixando devagar, Natsu olhava a cena com tanto tesão que era explícito o que ele pensava. Agora de joelhos ela estava a centímetros de encostar-se à boca dele, quando houve o contato ela fechou os olhos e mordeu os lábios.

As mãos de Natsu espalmaram a bunda dela com força a fazendo empinar a bunda, ainda de calcinha ele passava a língua por cima do tecido, Lucy olhava diretamente nos olhos de Natsu e o que sentia era o mais puro prazer e adrenalina, a mão direita se livrou do nó que havia ali e apertou o seio dela, o mamilo rijo foi acariciado. Com cuidado a calcinha de Lucy foi afastada para o lado e a língua de Natsu passou lentamente de baixo para cima, repetindo os movimentos.

– Natsu – ela conseguiu dizer – m-mais.

O homem parou de chupá-la.

– Mais o que? – ele provocou.

– rápido – a última saiu como uma súplica.

– Assim? – e como se aquele tecido fosse papel Natsu rasgou a calcinha de Lucy e contornou a língua no clitóris dela, com força ela agarrou a cabeceira e ergueu o quadril.

As mãos de Natsu seguraram a bunda da loira e a língua dele a tocava com maestria, quando Lucy começou a se acostumar com o movimento ele enfiou um dedo, notando que um dedo não era suficiente, colocou dois e ritmou os movimentos com as chupadas.

A Heartfilia não podia gemer alto, até que ouviu a mãe lhe chamar do outro lado da porta.

– Lucy? – Layla a chamou.

– S-sim? – a voz saiu trêmula.

– Tudo bem filha?

– Ótima – Natsu continuava a chupando e a masturbando com os dedos – o que foi?

– Seu pai e eu vamos comprar algo diferente para comer, vai querer alguma coisa?

– Sorvete, de moraaangoo – a última parte saiu como um breve aviso de que ela ia gozar.

– Certo... – Layla disse – tem certeza que está bem?

– Melhor que isso impossível!

Natsu sugou o clitóris com certa pressão e ela rebolou.

– Sting foi para a casa de Rogue, vai ficar bem sozinha?

Ele parou de chupá-la e começou a meter com os dedos.

– Já estou bem...

Layla saiu sem dar um breve aviso.

– Natsu eu vou gozar desse jeito – ele não parava de meter – eu-vou-gozar...

Antes que ela chegasse ao seu clímax o rosado parou o movimento causando indignação na mulher. Enfiou o dedo mais uma vez dentro dela e o retirou em seguida.

– Olha como você está molhada – o dedo de Natsu parecia que tinha sido enfiado num copo com água – está pronta para mim.

– Eu quero te animar também – Lucy saiu de sua posição e foi arrancando a cueca de Natsu, sem a mesma revelava um membro duro e grande, bom, para ela era enorme.

– Lucy, só de ouvi-la gemer, senti vontade de gozar, se me chupar eu vou demorar um pouco mais para gozar – ela fez bico – vamos fazer com calma outra vez, se você quiser.

– Sim, eu quero – ela sorriu e o beijou, se jogando por cima dele caíram nos beijos e nas risadas.

Natsu inverteu as posições e ficou por cima de Lucy, ele se debruçou e chupou o seio dela e brincou com o outro usando os dedos. Deslizou a mão sob a barriga da loira e chegou até o ponto mais delicado e sensível do corpo dela e a masturbou com a ponta dos dedos. Ela gemeu analisando cada movimento dele segurou os seios e mordeu os próprios lábios.

– Essa é a visão mais sexy que eu já tive em toda a minha vida – ele agora masturbava a si mesmo olhando Lucy.

– Se quiser, faço de novo.

E ela fez.

– Tem camisinha? – ele perguntou.

– Na gaveta – ela disse.

Lucy fechou os olhos o esperando prosseguir, aos poucos ela sentiu algo macio fazendo pressão em sua abertura, se ergueu um pouco e viu o pênis de Natsu adentrar aos poucos nela, o gemido de Lucy foi alto o suficiente para ser comparado com uma sirene. Natsu fechou os olhos quando começou a estocar, ela o apertava mais do que o normal e sabia que ela tinha ciência do que fazia.

Conforme metia os seios de Lucy fazia o mesmo movimento, para cima e para baixa, era gostoso olhá-la, ouvi-la, os seus gestos. Ergueu as pernas dela e afundou ainda mais, os olhos da loira reviraram pelo prazer sentido. As mãos dela acariciaram o peito definido dele e desceram até a barriga.

– Se toca – ele mandou – eu quero te ver gozar.

Ela molhou os dedos com a própria saliva e os levou até o clitóris inchado, ela fez movimentos circulares e sentiu que logo gozaria como Natsu queria. Os dois se olharam e naquele momento só existiam eles, o som dos corpos se chocando, o som do gemido dela e dos sons que Natsu soltava, o cheiro deles mesclado no ar, o ar quente que entrava pela janela.  

Sentiu tudo em si tremer,

– Você fica mais gostosa quando geme – Natsu rosnou para ela.

Natsu espalmou as mãos no colchão sem parar de meter, beijou a boca dela e continuou metendo, ela ia gozar e só de vê-la tão entregue sentiu que também ia gozar. Lucy soltou um gritinho e em seguida vários gemidos e ele gemeu retesado e rouco, próximo do ouvido dela. Os movimentos não cessaram, as pernas dela tremiam e Natsu assistia tudo aquilo como se fosse o seu filme preferido em todo o universo.

Assim que ele se retirou dela, Lucy foi até ele, jogou a camisinha fora e chupou o pênis dele, o limpando, era delicioso ver Natsu tão sensível daquele jeito, as mãos no cabelo dela ditando seu ritmo perfeito. Quando Lucy terminou se deitou ao lado dele, os dois se beijaram como um casal de namorados.

– Você está bem? – Natsu perguntou.

– Maravilhosa, por quê?

Lucy o olhou.

– É que eu estou meio que viciado.

– Viciado em que? – ela riu.

– Em você – o rosado sustentou o olhar de Lucy.

– Sinto que estou viciada – ela pensou um pouco – round two?

– Pode apostar.


Notas Finais


Eai, gostaram? comentem se sentirem vontade ~chuuuu


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