1. Spirit Fanfics >
  2. Royal Blood >
  3. Esse sempre foi o meu verdadeiro eu.

História Royal Blood - Capítulo 18


Escrita por:


Notas do Autor


Okay, demorei pra postar um cap novo! Mas eu trouxe bastante coisa dessa vez, e espero que gostem e aproveitem! Falta muito pouco para batermos os 30 favoritos, LOOOL, então bora alcançar nossa meta de 30 favorits?? Não esqueçam de dar uma forcinha e comentar. OwO

Desculpem se houver algum erro de português! É muita coisa para corrigir e as vezes algum errinho passa batido, mas espero que isso não atrapalhe a leitura de vocês.

Creio que nesse cap tem até que ''bastante'' cenas +18, então vocês podem pulá-las, porém, pra quem tem paciência de ler tudo vai entender as referências, já que no meio dessas cenas podem rolar dialogos importantes. Peço que tenham tolerância, porque em breve vou começar a diminuir esse tipo de cena. Eu gosto de ler muito, então sei que partes com conteúdo sexual em excesso pode ser bem cansativo. Enfim, APROVEITEM :>

Capítulo 18 - Esse sempre foi o meu verdadeiro eu.


Fanfic / Fanfiction Royal Blood - Capítulo 18 - Esse sempre foi o meu verdadeiro eu.

❤Rafa❤

Carcí levou as duas crianças para a floresta e quando se afastaram um pouco disse a eles: —Vamos brincar assim, quem ver ou ouvir um rio ou lago primeiro ganha vinte pontos, quem ver ou ouvir um animal ou frutas primeiro ganha cinco pontos, quem fizer quarenta pontos ganha, que tal? Se ninguém conseguir todos ganham e o vencedor vai poder pedir um prêmio pra mim— Estava com um sorriso amigável no rosto.

————

Ryuro pulou para longe da explosão de fumaça tapando a respiração —Garota esperta... Bem, a mestra cuida disso, eu vou comer algo na taverna... Que pena, ia pagar um prato pra ela— Levou as mãos a parte de trás da cabeça e continuou voltando para a vila.

 

 ♞❤Polaroid❤♞

Kenar estava puxando uma das orelhinhas de Redsa para provocá-lo quando pararam e Carcí explicou a brincadeira, fazendo com que o pequeno meio animal ficasse bem animado, dando pulinhos e balançando a cabeça. — S-Sim, quero brincar disso! V-Vamos nos separar para procurar por essas coisas? — indagou conforme mantinha o olhar fixo na mais nova. Kenar ficou em silêncio, mas logo disse: — Ha, eu sou bom em jogos desse tipo... Vai ser moleza, da moleza! Fica só vendo! — sem esperar respostas, começou a correr para mais dentro da floresta.

Na clareira, Kasdya preparava a barraca com os sacos de dormir enquanto era ajudada por Arphie e, por conta do auxílio ambas terminaram rapidamente, indo para a parte da fogueira e a acendendo.

————

Neceo olhou para trás para ver se estava sendo seguida pelo homem e, sorriu ao perceber que não, comemorando silenciosamente pela fuga bem sucedida. Pulava de árvore em árvore, tentando captar os cheiros e os rastros de seu ''bando'' , mas conforme mais e mais procurava, mais pensava que eles não estavam mais nas redondezas; o que significava que tinham ido embora sem ela. A demônio sentia um aperto no peito com essa hipótese rondando sua mente, checando a todo o momento a marca em sua mão, torcendo para que fosse só uma ilusão por ter batido forte demais na parede.

 

❤Rafa❤

Carcí suspirou —Bom, não precisamos nos separar, mas se você quiser pode ir Redsa, pode se divertir, mas lembre-se do apito hein, qualquer problema me chame com ele— Carcí manteve-se um pouco mais focada para conseguir rastrear o odor de Kenar assim como ouvir para onde o garoto estava indo, era um bom exercício para seus sentidos vampíricos, ela manteria-se segurando a pequena mão de Redsa enquanto ele estivesse perto dela, mas não hesitaria em solta-lo caso ele quisesse, assim como entraria na sombra do pequenino caso se afastasse demais

————

A sombra de Rhina estava acompanhando a demônio, mas assim que Ryuro chegou na taverna e cumprimentou a mestra, ela trocou de lugar com a sombra, então agora a sombra estava na taverna enquanto a própria Rhina a seguia —Vai querer beber o que mest-... Ah... deixando a conta pra mim de novo... Tudo bem... Eu pago, ei meu bom homem, desce duas pra mim, ah, e uma carne de porco bem grande.

 

♞❤Polaroid❤♞

— B-Bom, eu não quero que nos separemos... E-Então podemos ficar juntos, né? — Redsa dizia com a voz meio baixa pela vergonha e olhava para baixo conforme fazia o pedido e, pareceu bem mais feliz quando Carcí falara que não precisavam se separar. Começou a andar pela floresta e, começou a farejar o ar, sentindo-se certamente parte daquele lugar como se sempre estivera naquela natureza, mas isso apenas fazia parte de sua raça. Se agachou um pouco, tocando a grama e sentindo o odor, logo dando uma corridinha em uma direção e se abaixando de novo, pedindo para que Carcí fizesse pouco barulho e apontando para a frente: haviam dois cervos adultos, mais precisamente duas fêmeas pastando um arbusto repleto de frutinhas silvestres. — V-Veja, encontrei! — sussurrou.

————

Estava cada vez mais longe tanto do dojo quanto da vila e da caverna, procurando se afastar o máximo que podia como também rastrear seu bando. Mas, parou ao alcançar um precipício, freando bem na borda e encarando o outro lado; havia um campo de flores depois do buraco fundo que separava onde estava. Ela encarou o cenário, estando ofegante por conta da corrida, mas, em seguida, desceu os olhares para a própria mão e a marca desapareceu por completo. Neceo arregalou os olhos, tocando com os dedos a própria palma. — Não... Não... Não!! — dizia desesperada e num impulso de desespero, berrou.

 

❤Rafa❤

—Uuuuh, frutinhas... E dois cervos... Quinze pontos, parabéns fofurinha— Acariciou as bochechas dele com as duas mãos e deu-lhe um selinho —Presentinho por ser um bom rastreador, agora fecha os olhinhos que a titia Carcí tem um presente okay? Abre a boquinha— Carcí mataria os dois cervos e pegaria as frutas numa velocidade assustadora, colocando uma frutinha na boca de Redsa para que ele experimentasse, já que os cervos estavam comendo não deviam ser venenosas.

————

Rhina saiu da sombra enquanto Neceo gritava —Ué... Por que parou? Com essas pernas você deve ser capas de atravessar isso num instante...— Manteve-se um pouco afastada da demônio —Se ainda quiser fugir pode ir, mas eu vou sentir falta de uma companhia para o chá... Inclusive, trouxe bolinhos de despedida, vai querer?

 

♞❤Polaroid❤♞

Redsa deu uma risadinha bem baixa com as carícias em suas bochechas e o selinho, o fazendo ficar ainda mais vermelho por conta dos carinhos alheios: — U-Um presente? O-Ok!! — fechou os olhos como ela havia pedido e abriu a boca, logo sentindo-a colocar algo e simplesmente começou a mastigar, abrindo os olhos e sorrindo ainda mais. — Uuh, eu amo essas frutas... São as minhas favoritas! — bateu palminhas enquanto abanava o rabinho e as orelhinhas de modo a demonstrar que havia gostado. — N-Nós vamos pegar mais frutas? — tentou olhar para o arbusto para ver como iriam pegá-las, afinal, o pequeno Redsa não tinha trazido nenhuma bolsa, pois deixava a sacola de livros no acampamento junto de Arphie e Kasdya.

————
Neceo estava extremamente ofegante, apertando com força o próprio pulso da mão que deveria conter a marcar e, no momento que a voz de Rhina ecoou, ela virou o rosto rapidamente na direção dela; sua expressão era de puro ódio, tristeza, aflição e, talvez, solidão. — Você... tá zuando com a minha cara?! — berrou aquelas palavras; os olhos quase lacrimejando, mas ela segurava o choro com todas as forças que ainda lhe restavam. Rangera os dentes, rosnando e, simplesmente saltou na direção da ninja, mirando um chute.

 

❤Rafa❤

Os arbustos já haviam sido colhidos e os cervos não se encontravam mais lá, Carcí mostrou uma bolsa que estava escondidas em suas vestes —tenho uma extra, se quiser pode ir comendo as frutinhas no caminho querido, o que acha?— sorriu para ele oferecendo a mão com mais umas três frutinhas

————

Rhina nem mesmo moveu-se, Neceo apenas atravessou seu corpo como se ela fosse uma sombra viva —zuando você? Não, não, eu tenho modos, eu realmente achei que queria ir embora, mas como vi ontem que tinha gostado dos bolinhos guardei um pouco para você hoje... Sabe, tudo que eu quero é que os dêmonios possam se dar bem com os outros... Com certeza a sua raça é um desafio e tanto... Sei que são desconfiados, mas não quero te tratar como um cachorrinho e ir ganhando sua confiança aos poucos com bajulações, simplesmente vou te mostrar minhas reais intenções de uma vez, eu quero mesmo que você volte comigo e tome chá, estava até pensando em te ensinar a segurar uma chicara como uma dama, mas isso não combinaria com você né?... Agora sim eu caçoei de ti.

 

♞❤Polaroid❤♞

— Eu... eu p-posso? — seus olhos brilharam quando Carcí ofereceu as três frutinhas, pegando-as com cuidado e enfiando-as na boca, logo liberando um doce "hmmm" com a voz abafada por conta das mastigadas. Havia fechado os olhos para saboreá-las e, voltou-se bem animado para a grama, logo esfregando as mãos e sentindo os rastros novamente. Apontou em uma direção para que a vampira visse, ou tentasse escutar: parecia ser o som de água, mas muito longe. — Água... Sinto cheiro de água... — falava bem exaltado e balançando as orelhas, puxando a mão de Carciphonne para que pudessem andar.

————

A demônio atravessou aquele corpo "estranho", acabando por pousar no chão com força, formando uma cratera enorme aonde seu chute pegara. As rachaduras começaram a se espalhar pelo precipício e, Neceo encarou Rhina com uma expressão selvagem e angustiante. Até tentou socá-la e chutá-la de novo, mas provavelmente em vão. Deu alguns passos, recuando enquanto escutava aquelas palavras; ofegante e bem nervosa, Neceo olhou para trás, observando o campo de flores. O cheiro do bando seguia para aquela direção, mas desaparecia em meio ao odor daquelas plantas... Eles haviam deixado ela pra trás, eles a abandonaram. — Demônios se dando bem com outros? Isso... Isso é uma piada... — apertou os punhos.

 

❤Rafa❤

—Uuuuuh, parece que alguem vai ganhar vinte pontoooos— cantarolouenquanto seguia a liderança de Redsa, mantinha-se tentando farejar Kenar e ouvi-lo, pensou em tentar usar o truque da irmã com morcegos saindo de si, mas arrepiou-se e tremeu de agonia lembrando-se da cena "melhor não.." pensou a morena enquanto mantinha um sorriso para Redsa.

————

—Piada? Mas eu sou a prova disso, O Ryuro é a prova disso... E se você me oferecer sua mão... Você pode ser prova disso tambem— estendeu a mão para a demônio materializando-a. — Você escolhe... Deixar os babacas que te abandonaram e possivelmente não se importam com você, dizerem que tem que desconfiar de todo mundo, negar a ajuda de quem quer seu bem e fazer você arruinar sua vida... Ou vir tomar chá comigo e tentar provar pros demônios arrogantes que podemos ser melhores do que isso. — Estava sem a roupa de combate, appenas com seu kimono e katana, a qual soltou no chão jogando ma direção de Neceo, sorria de forma doce e convidativa.

 

♞❤Polaroid❤♞

O garotinho sorriu ainda mais bobo, apressando os passos curtos por conta de seu tamanho e não demoraram, até alcançar o riacho que corria, porém, assim que moveu os olhares, avistou Kenar pendurado de cabeça pra baixo, preso em uma armadilha na árvore. Redsa arregalou os olhos, apontando para o irmão e puxando a mão de Carcí para que ela visse.


— Achei o riacho primeiro... — dizia Kenar com um sorriso nervoso no rosto, ainda estando de cabeça pra baixo.

————

Viu quando a katana foi solta no chão e jogada para perto de si, talvez reconhecendo aquilo como uma forma de provar que tais palavras eram verdadeiras. Encarou a mão estendida de canto, ainda tremulando com os punhos fechados e lutando internamente contra a fúria e a tristeza que crescia dentro de si, mas, mesmo que relutante, mesmo que seu ser negasse aquilo, a demônio estendeu a mão... Hesitando um pouco, travando no meio, mas logo retomando e tocando cuidadosamente a mão alheia com os dedos calejados por viver tanto tempo na floresta ou em outros tipos de ambientes selvagens.

 

❤Rafa❤

—Oh... parece que a disputa esta acirrada hein Redsa, mas aqui, pode comer mais— Carcí tirou uma frutinha e colocou direto na boca do garotinho, logo em seguida lançando uma shuriken na corda da armadilha e segurando Kenar na queda —Bom... que tal voltarmos para o acampamento depois de beber um pouco de agua? Podemos continuar procurando no caminho de volta...— Uma figura observava o grupo de dentro da água, enverhonhada apenas com os olhos para fora

————

Ao sentir o toque das mãos alheias, não se moveu nem um centimetro, evitando assusta-la; sua pele era macia e lisa, demonstrando todo o cuidado que a ninja tinha consigo mesma. — Eu prometo, pela minha honra e por todos que eu ja salvei, nunca permitirei que seja deixada de lado novamente,de agora em diante, você é minha protegida... Você aceita que eu seja sua protetora?— sorriu gentilmente para ela lentamente levantando a outra mão tentando alcançar o queixo de Neceo.

 

♞❤Polaroid❤♞

Redsa nem se importou muito com a questão de pontos, apenas aceitou a frutinha de bom grado com extrema felicidade e satisfação, apenas se assustou um pouco com o berro que Kenar produziu ao cair, mas a sorte é que o rapaz foi pego por Carcí na queda. Ele arfou, recuperando-se do pequeno susto e assim como Redsa, balançando a cabeça de forma positiva com as palavras da vampira. — Sim, eu vou encher nossos cantis... — falava Kenar, se colocando no chão após agradecer e, pegando o cantil de Redsa, logo se agachando perto da água. O pequeno meio animal, também chegou perto, bebendo da água com a mão mesmo, enquanto Kenar enchia os cantis.

————
Fungou com o nariz, engolindo aquele choro de antes, que nem sequer chegou a ter, visto que parecia ser forte e raramente alguém a vira chorar. — Eu... Aceito. — murmurava com a voz meio rouca e, mesmo que tenha recuado um pouquinho, permitiu que ela a tocasse na altura do queixo, ficando inerte, mas atenta a qualquer movimentação.

 

❤Rafa❤

Carcí alongava-se para subir a arvore e pegar a shuriken quando do rio, o barulho de algo pulando para fora da agua a fez virar-se e puxar sua espada, era uma sirena, a mesma sirena com quem Kasdya acabou por se envolver dias atrás —Woooow! Que meio-humano fofinho! Eu quero te levar pro fundo do lago comigo!— estava segurando Redsa pela cintura, erguendo-o e logo em seguida abraçando-o —H-Hey! É aquela humana que trepou com a minha namorada! O que você ta fazendo aqui sua biscate?!— Carcí ficou sem palavras com aquilo, tanto por concordar sobre a fofura de Redsa quanto por ter sido chamada de biscate —H-Hey! Teoricamente a sua namorada que me estuprou ta?! E segundamente... Solta meu fil-... Meu Redsa!— A sereia ficou confusa e olhou para o carneirinho —Você conhece essa moça garotinho? O que ela é de você? Você quer ficar com essa malvada ou comigo?— Sorria para o garotinho com um olhar amavel

————

— Eu vou te abraçar okay? Por favor, não fuja— puxou o queixo de Neceo e acabou por abraça-la em um aperto gentil e confortavel, seu cheiro de cereja era marcante e deu um beijo na testa da garota. — Boa menina... Viu? Não é porque você é um demônio, que precisa cultivar o ódio e desconfiança.

 

 ♞❤Polaroid❤♞

O pequeno garotinho produziu um grito completamente fino e longo ao ver aquela mulher saltar pra fora da água e, ficou completamente desesperado quando ela o pegou pela cintura e o abraçou, debatendo-se para tentar se soltar daquela desconhecida que achava ser algum tipo de inimigo ou sequestradora. Inflou as bochechas enquanto seus olhos começavam a se encher de lágrimas, logo mais começando a chorar. — Q-Quero a minha mãe... Eu quero ficar com ela... — havia abaixado as orelhas e estava com o rosto todo úmido pelo choro, erguendo as mãos na direção de Carcí. Já Kenar, tinha saltado para uma pedra ali perto por conta do susto, e estava segurando uma besta leve na mão, apontando para a Sirena. O rapaz franziu o cenho, olhando para Carciphonne. — Você trepou com uma sirena? — perguntava Kenar.

————

Neceo recuara um pouco assim como quando ela tentou tocá-la no queixo, mas, acabou por permitir o abraço. Não sabia retribuir aquele contato, por isso permaneceu inerte enquanto era abraçada, porém, era notável que talvez estivesse fragilizada e estava conseguindo pressentir aquele ato reconfortante. Suas narinas captavam o cheiro de cerejas, podia ser incômodo, no entanto, por enquanto não era. — Talvez eu tenha algum tipo de deficiência assim como Ryuro disse, se fosse qualquer um do meu bando, teria se matado invés de aceitar.

 

❤Rafa❤

—Oh... Tudo bem pequenino, desculpe te assutar, não foi a intenção— Colocou-o no chão deixando que fosse para onde quisesse enquanto Carcí que havia corado ao ser chamada de mãe e franziu o cenho com a pergunta de Kenar —S-Sim... Por que pergunta? Na verdade, você não é novo demais para saber o que isso significa?— andou na direção de Redsa para abraça-lo bem forte — Calma amorzinho... M-Mamãe ta aqui...— Estava feliz em falar aquilo, era uma das coisas que mais queria, sentiu até um leve incomodo no abdomên ao se lembrar dos ovos, acariciou a região mas logo voltou a apertar e distribuir beijinhos em Redsa — Você tambem, vem pra cá Kenar... Se outra pular pra te pegar pode não ser tão boazinha quanto essa princesa pervertida que deu pra kinha irmã.

— H-Hey! Nem vem, você que começou. — inchou as bochechas tentando mostrar insatisfação, cruzando os braços e virando de costas enquanto Carcí mostŕava a lingua pra ela mas logo voltou a atenção ao Redsa, levantando-se e carregando-o no colo.

————

— Isso só significa que você é mais inteligente e tem um coração melhor do que eles... não é bom se matar... em nenhuma situação, se sua deficiencia for ser uma pessoa boa, então fico feliz em dizer que tambem sou deficiente, o Ryuro tambem é, e todos no dojo são... Pelo menos os treinados e leais... Quer comer bolinhos agora ou quando voltarmos? — Soltou o abraço, mantendo-se segurando uma das mãos da mulher, puxando-a em direção ao dojo, a katana no chão já havia entrado nas sombras novamente.

 

♞❤Polaroid❤♞

— Apenas curiosidade e... Eu já vi coisas bem piores na rua, então meio que sei o que é. — deu de ombros enquanto ainda ficava atento aos movimentos da Sirena. Redsa que foi colocado no chão, andou meio desajeitado e chorando em direção a Carcí, soluçava ao ser abraçado por ela, parando de pouco a pouco a chorar e apenas ficou soluçando baixinho. Esfregara o rosto no peito da vampira, tentando se esconder de qualquer outra criatura que quisesse pegá-lo no colo, até remexeu um pouco as orelhas quando recebeu os beijos da morena. Assim que foi pego no colo, apenas apertou as roupas alheias e ficou com o rosto enfiado no ombro dela. Kenar que ainda estava na pedra, suspirou e desceu, se afastando da margem do riacho e ficando perto de Carciphonne. — Vocês duas se odeiam e já treparam? Vai entender...
 

————

— Quando voltarmos... Mas, tem uma condição. — falava conforme era puxada pela mão da ninja, olhando uma última vez para o horizonte, onde havia o campo de flores e o precipício, antes de virar o rosto e não olhar mais para aquele lado, claro, iria sempre lembrar daquela dor de abandono, mas talvez, só talvez, ter sido deixada não foi tão ruim. — A condição é me deixar dormir na cela... Você sabe o que acontece com a minha espécie durante a noite, e eu não tenho controle disso. Seu amigo se machucou por mim. E naquele noite, não aconteceu nada porque eu estava meio fraca.

 

❤Rafa❤

—Não foi com ela bobo, foi com a namorada dela, a Kasdya que trepou com essa ai— Enchia Redsa de caricias, queria mostra-lo que ela ja estava ali pra ele e ninguem o encostaria, até mordeu a orilhinha dele antes de cochichar —Ta tudo bem fofo, mamãe não deixará ninguem te encostar denovo, você é um garoto muito bonzinho, mamãe não vai te soltar ok?— dando alguns beijinhos na cabeça dele e aninhando-o em seu colo.

—Ei, ninja, você viu a Etehl? Ela disse pra eu esperar que ela ja voltava, mas faz um bom tempo... Eu tô preocupada... Você não trepou com ela denovo e capturou ela né?— Carcí mal olhpu pra ela, ja que estava encantada com Redsa tratando-a daquele jeito —Não vi, mas admito que foderia com ela denovo se a visse, por que não sai daagua e procura você mesma?

————

Se esse é o problema podemos selar meu quarto, alem disso aqueles incensos servem para acalmar espiritos demoniacos, assim como demônios em pessoa, acredito que só eles sejam o bastante, mas podemos selar tambem se quiser, desculpe, mas não quero você dormindo em uma cela... não quero que tenha noites desconfortaveis, aceita minha proposta?— Seu sorriso gentil era presente, um rosto muito diferente do mostrado quando perto de Kasdya

 

♞❤Polaroid❤♞

— Acho que já parei de tentar entender vocês duas, principalmente você e a Kasdya... Bizarras... — Kenar revirou os olhos, guardando a besta e os cantis que estavam cheios de água. Após se afastar um pouco mais da margem, cruzou os braços enquanto os assistia em silêncio. Redsa que estava no colo de Carcí, já se encontrava um pouco mais calmo, estremecendo com a mordida na orelha, sentindo o corpo se arrepiar, até demonstrou mais serenidade com as falas alheias, sentindo-se certamente seguro e confortável. Balançara a cabeça de forma positiva ao mesmo tempo que enxugava as lágrimas com a mão.
 

————

A demônio franziu o cenho. — Tem certeza que só isso é o bastante? Talvez seja difícil acreditar que apenas selagem em um quarto e incensos são capazes de segurar um demônio, não que eu duvide das criações dos caçadores. — deu de ombros, afinal, não sabia completamente de todos os equipamentos anti demônios que os lugares possuíam, mas até que obteve bastante informações ao invadir aquele dojo, informações que teria dado para seus companheiros se eles não tivesse a abandonado.

 

❤Rafa❤

—Bem... de qualquer forma, porque nãl vem com a gente? Se ela tiver acabado parando no acampamento você vai encontra-la...— disse balançando Redsa no colo e esfregando bochecha em sua cabeça

—Ela pediu pra eu esperar aqui... Ela ia me fazer uma surpresa, mas ja faz duas horas... Eu tô preocupada...— Tentou olhar em volta procurando pela Ethel, mas não avistou nada

— E se ela tiver te abandonado? Sei lá, se cansou da princesinha e fugiu te deixando aqui— Carcí falou com um tom brincalhão enquanto sorria de forma sacana —I-Impossível... Ela... Ela não faria isso... A Ethel nunca... Faria isso— começou a se encolher e entrar na agua enquanto falava e considerava a chance de ter sido abandonada.

————

—O selo seria em você, é simples mas forte, foram anos desenvolvendo a técnica, mas nunca testei na usa espécie, de qualquer forma, se der ruim, você me ajudara a melhorar o selo... Quer ir pulando para chegarmos rápido ou andando?— Parou e olhou para a demônio esperando sua resposta com um sorriso.

 

♞❤Polaroid❤♞

— Pera, você vai convidar uma Sirena pra ir pro acampamento? Sabe o que elas fazem com as pessoas? Dizem que elas te levam pra água e fazem você de brinquedo! E depois comem a sua carne como se fosse sushi... — Kenar falava aquilo enquanto gesticulava como se quisesse que a própria história soasse bem mais maligna do que aparentava, até fez uma expressão de receio quando tocou no assunto sobre virar sushi, o que em parte, era meio verdade, visto que principalmente as Sirenas tubaroas devoravam outras criaturas. Ele franziu o cenho, tentando entender o que estava acontecendo ali entre as duas, até se perguntou quem era Ethel.

Não demorou, até uma figura grande sair do meio da floresta: era a tubaroa, com algumas bolsas de couro e se encontrava na sua forma mais humana, medindo seus dois metros de altura. — Heyo, estou de volt- — travou ao ver as outras pessoas.
 

————

— Bom, tanto faz, desde que eu não acabe cortando alguém ao meio por acidente, por mim tudo bem. — tinha soltado a mão alheia e, estava olhando para a floresta enquanto andava. — Pulando é melhor. — nem esperou direito e, deu um salto, logo indo na frente enquanto pulava de árvore em árvore.

 

❤Rafa❤

—Olha só, parece que ela voltou— Carcí puxou Kenar para mais perto de si e segurou Redsa ainda mais apertado, apesar de estar com um rosto calmo e com um sorriso, não sabia o que esperar daquela mulher, então queria manter as crianças o mais próximas de si o possível —Já faz um tempinho senhorita Ethel...— Leena sorriu de canto a canto quando ouviu a voz da tubarona quase saindo da agua, deixando boa parte de seu corpo na terra enquanto se apoiava com as mãos —Querida! Por que demorou?! Eu fiquei com saudades.

————

Rhina riu baixinho e apenas seguiu a liderança de Neceo —Lembra-se do caminho de volta?— Perguntou sorridente, estava aliviada de ter conseguido convence-la a ir junto sem precisar de luta ou algo do tipo.

 

♞❤Polaroid❤♞

A tubaroa deu alguns passos, se aproximando da margem e de Carcí enquanto a analisava, notando as crianças e fungando com uma expressão meio incomodada, notando que Kenar era um humano completo. Encarou Leena, estando com as mãos na cintura. — Tive alguns problemas com certos... Humanos, acabaram me atrasando, mas no fim meti a porrada neles. — ela ergueu o braço, exibindo os músculos e sorrindo; estava com algumas marcas de pancadas no rosto e no abdômen, mas nada que fosse grave. — Eu trouxe as surpresas... — colocou as bolsas perto de Leena para que ela abrisse; se tratavam de comidas exóticas de todos os tipos, embaladas com muita delicadeza. Porém, no meio daquilo tudo, havia uma caixinha pequena com pares de brincos. — Soube que é meio que cultura esses... — apontou pra caixa, em seguida, olhou para Carcí. — Oh, a garota que eu trepei... Como você está? Parece que adotou uns filhotes... recomendo matar o humano. — inclinou-se para sussurrar a última frase.

————

— Claro que lembro... Eu tinha que dar informações sobre ele, então eu tinha que saber até a localização exata. — dizia enquanto se focava em dar saltos menos potentes, visto que poderia chegar no dojo em questão de segundos. Estava indo na direção correta, sem nem prestar muita atenção ao redor, já que tinha conhecimento da localidade.

 

❤Rafa❤

—Eai, como vai? Pois é estou com esses dois filhotes agora, e este humano é mais util do que parece. — Sorriu para ela com um pouco e nervosismo, afastando-se lentamente e mantendo os dois perto. — E como esta sendo pra vocês? Parece que fugiram daquele lugar, devem estar se divertindo demais. — Perguntou para Ethel já que Leena estava quase chorando com o brinco que estava colocando, tanto de dor por furar a orelha quanto por estar feliz pela tubaroa se importar tanto com ela. — Estão se dando bem uma com outra, huh?

 

♞❤Polaroid❤♞

Se virou para Carcí assim que colocou o brinco no umbigo mesmo, pouco ligando se era na orelha ou não, afinal, o que importava era as duas usarem o acessório. O tamanho da Tubaroa era certamente intimidante, mas ela não parecia fazer nada do tipo que fosse proposital, pelo menos não por enquanto, embora tanto Kenar como Redsa estavam assustados e com medo. — Está sendo ótimo e estamos nos dando super bem, sem falar que não temos que nos preocupar em seguir com as leis de um povo tedioso... Gosto de viver com as minhas regras. — Se aproximou um pouco, ainda encarando as crianças, mas logo desviando a visão. — O que vocês estão fazendo por essas bandas?

 

❤Rafa❤

—Digamos que o mesmo que você, eu e minha irmã fugimos do lugar onde nascemos e agora estamos explorando e vivendo por nossas próprias regras, parece que não somos tão diferentes assim— Olhou para as duas e em seguida para as crianças —Bem... acho que está na hora de voltarmos, tenham uma boa jornada queridinhas— Carcí virou-se e pegou Kenar no colo tambem, entrando na floresta com os dois —Foi... Um prazer vê-las novamente, até mais, espero que nos encontremos novamente.

 

♞❤Polaroid❤♞

— Parece que os nossos ideais são quase os mesmos... Quase... — parecia ser uma indireta a Kenar, ressaltando o fato dele ser humano, mas não tocou mais no assunto, afastando-se e indo para perto da margem, depositando um beijo na testa de Leena antes de olhar para trás onde Carcí se afastava. — Tenham uma boa jornada também, podemos nos encontrar novamente! — acenava, logo depois entrando na água e voltando para sua forma mais animalesca, logo encoxando a namorada.

Kenar desceu os olhares, encarando Carcíphonne do colo, fazendo uma expressão de malícia com um sorrisinho sacana no rosto. — Sirenas... É?

 

❤Rafa❤

— Que que tem as sirenas garoto? Quer que eu te jogue na agua pra ser devorado que nem sushi? — brincou com ele enquanto voltavam para o acampamento, virou-se para o pequeno Redsa e o deu diversos beijinhos. — Já passou okay? Elas já foram... Meu garotinho corajoso. — Continuou o caminho até o acampamento.

————

Após chegarem no dojo, a ninja e a demônio foram recebidas por um grupo de ninjas que esperava seu retorno, Ryuro havia ido antes e pedido para que ficassem a espera da mestra, logo todos eles abriram passagem para as duas entrarem e as reverenciaram.

 

♞❤Polaroid❤♞

Kenar ficou instantaneamente calado após ouvir a ''ameaça'' de ser jogado na água, temendo que aquilo fosse verdade, mas ao notar o tom de brincadeira de Carcí, emburrou a cara e cruzou os braços. Redsa que estava quietinho no colo alheio, moveu suas orelhinhas, deixando-as mais erguidas ao notar que aquelas criaturas haviam ido embora. — S-Sim... — dizia bem baixinho conforme era levado pela vampira, olhando na direção da floresta.

No acampamento, tudo já estava montado e em ordem, a mais velha havia puxado alguns troncos cortados para perto da fogueira e estava sentada ao lado de Arphie, que se encontrava de costas. Kasdya passava nos hematomas alheios uma espécie de pasta feita com algumas plantas e ervas encontradas na mata, tomando o devido cuidado para não machucar a Elige.

————

Neceo tinha travado um pouco quando ambas foram recebidas pelos ninjas, temendo que eles tivessem de alguma forma descoberto sobre a tentativa de fuga da mesma, mas, assim que eles as reverenciaram, a mesma ficou completamente desajustada e sem reação. Era meio desconcertante ser tratada daquela forma, no entanto, não contestou e apenas seguiu os passos de Rhina com um semblante de desconfiança por parte dos outros integrantes. Markda apareceu numa corrida. — Mestra! Bem-vinda de volta!! Você demorou, aconteceu alguma coisa? — estava completamente sorridente, mas parecia lançar um olhar meio preconceituoso para a Crowald.

 

❤Rafa❤

—Olha só... parece que terminaram rapido, como você se sente Arphie?—Sentou-se ao lado dela, tentando deixar os dois garotos confortaveis em seu colo —Acho q é um empate, vocês dois podem escolher algo lindinhos, o que vão querer?— perguntou aos garotos com um grande sorriso no rosto, entregando fruyinhas aos dois —Alias, Dya, encontrei com aquelas Sirenas, elas parecem estar bem

————

—Esta tudo bem Markda, apenas expliquei a esta jovem como as coisas vão funcionar, pelo visto ela tinha sido possuida e estava em um estagio muito avançado, o que fez sua aparencia mudar... Eu tratei e remover o demonio de dentro dela e agpra ela sera sua companheira de treino, espero que a aparencia proxima a e um demonio dela não lhe incomode, estarei trabalhando para reverter isso, certo Neceo?— Sorriu para a garota e deu uma piscadinha, ela apenas tinha trocado as palavras, com "demonio a possuiu" ela queria dizer "um passado dificil— e coisas subentendidas que apenas ela ou talvez Neceo entendessem.

 

♞❤Polaroid❤♞

— Acho que teríamos terminado muito mais rápido se eu tivesse o meu outro braço... Mas com a ajuda de Arphie foi bem mais simples. — dizia Kasdya, concentrada em aplicar a pomada num hematoma bem feio. A elige olhou para Carciphonne e os garotos com um sorriso doce no rosto, ao mesmo tempo que estava concentrada em ajeitar as garras de metal, também se atentava às palavras, logo respondendo: — Me sinto melhor, muito obrigada... Pela ajuda e, por terem me salvado, não sei agradecer com simples palavras. — tocou no peitoral de metal que estava preso em si, e olhou para baixo. Kenar e Redsa que estavam no colo da morena, aceitaram as frutinhas e comeram.


— Quero um super banquete! Estou cansado de comer verduras só porque o Redsa não come carne! — Kenar viveu anos com Redsa nas ruas, e sempre tinham que comer verduras podres ou coisas que conseguiam comprar, mas eram sempre legumes ou coisas do tipo.


— E-Eu quero... Uma pelúcia... Uma ovelha de pelúcia. — Redsa gaguejava ao pedir, já que não estava acostumado a pedir coisas.


Kasdya franziu o cenho, terminando o que estava fazendo e guardando o pote de pomada. — As Sirenas? Aqui perto? Que coincidência encontrá-las no caminho... Tentaram te estuprar de novo?
 

————

— Oh, é mesmo?? — Markda pareceu suavizar a expressão anterior, analisando Neceo com olhares de curiosidade, rapidamente voltando a sorrir. — Certo então, vou adorar treinar com ela e quem sabe ela possa ser meu alvo de estudos... Hmmm? — cruzou os braços.


— Sim... C-Certo. — dizia Neceo sem entender muito bem o que Rhina pretendia, estando um pouco insatisfeita em ter que se envolver com mais pessoas.

 

❤Rafa❤

— Não precisa ser com palavra... há outras formas de se agradecer...— Olhou pada Kasdya e seu olhar já dizia tudo, estava querendo dormir com aquela mulher. — Mais tarde podemos.conversar sobre o assunto, por hora descanse e se recupere, esses machucados precisam de tempo. — Voltou sua atemção para as crianças que pediam seus presentes, deu uma risadinha suave e tensa com aquilo. — O banquete é facil, vamos ter carne de cervo com molho de frutinhas hoje, para o pequeno Redsa frutinhas e legumes, mas quando chegarmos em uma cidade verei um restaurante para você Kenar... Já a pelucia, precisaremos de tempo, certo Redsa? Não vai ser facil achar uma pelucia de carneiro por ai, mas vamos tentar okay? — deu um selinho em cada um e deu-os um abraço apertado. —Ah! Sim! As Sirenas, foi em um rio na direção de onde viemos, não tentaram nada dessa vez, parece que as duas estão namorando... Fiquei feliz por elas, somos duas duplas de aventureiras. — Sorriu para a irmã e piscou com um dos olhos.

 ————


Rhina pegou Neceo pelo ombro e a puxou para sua casa —ensinarei alguns costumes a ela Markda, veja se seu irmão precisa e ajuda, ele enfrentou um gigante ao lado da Neceo, ficou sabendo?— aproximou-se da demônio para cochichar —Aqui não é um lugar apenas para fazer demônios aceitarem os humanos... também é um lugar para ensinar os humanos a aceitarem os demônios... infelismente essa segunda parte é mais dificil e esta menos desenvolvida... Mas com o tempo vamos progredindo... enquanto isso, finja que esse lance de demônio foi uma possessão, mas não se preocupe, isso é apenas quando te perguntarem sobre, fora isso pode agir normalmente— voltou a distancia normal e guiou-a até a casa, onde teria uma surpresa para ela.

 

♞❤Polaroid❤♞

— Sim! Verdade... Talvez... Cantando ou dançando... — Arphie olhava para uma pequena flor que crescia no tronco, distraída, nem notando o olhar que Carcí lançara para Kasdya e, possivelmente distraída. — Ah, sim, mais tarde podemos conversar direito e você me diz o que deseja. — dizia com aquele tom ainda doce e delicado. Kasdya já havia entendido a expressão da mais nova, e acenou com a cabeça de forma sutil e positiva, dizendo apenas daquela forma que a morena podia fazer o que bem entendesse com aquela mulher.


— Carne de cervo? M-Mas... São daqueles que encontramos na floresta? — Redsa perguntava enquanto remexia os dedos, um pouco nervoso com o pensamento. — T-Tudo bem... Qualquer coisa podemos fazer um carneiro de pelúcia de grama e galhos... Kenar fez um lá vez pra mim, mas acabou se desfazendo um tempo atrás... — as bochechas ficaram vermelhas ao receber o selinho e o abraço.


Dya havia tirado a capa negra, e dado mais um nó no rabo de cavalo, deixando mais mexas caírem no ombro. — Ah, no fim elas acabaram namorando? Bem que eu fiquei curiosa com o desfecho daquela briga, agora posso descansar em paz... — brincava com as palavras.

————

Markda estava quase se aproximando mais e mais de Neceo, mas assim que Rhina falou de Ryuro, ela parou. — Oh, sim, sim, ensine os costumes! Vou ver meu irmão... Ele não me disse sobre o gigante, deve ter sido difícil. — falou e se afastou.


A demônio foi puxada pela ninja, nem sequer indo contra, muito pelo contrário, estava quase desejando arrancar o rosto daquela garota, mas por sorte não teve tempo pra isso. Escutou os cochichos, suspirando. — É, eu notei que essa parte parece ainda estar em desenvolvimento, deu pra perceber pela cara dela. Não gosto muito disso, eu preferia ficar longe de humanos ou qualquer raça... Fico com vontade de vomitar só de pensar em ter que ficar muito tempo do lado deles. Não me culpe se eu acabar arrancando a pele de alguém... Ou enterrando os rostos deles na terra com um chute, isso se a cabeça não explodir antes. — deu de ombros enquanto andava, ambas se aproximando da casa. Neceo estava um pouco exausta, mas mantinha-se firme.

 

❤Rafa❤

—N-Não, claro que não Redsa, eu comprei antes de sairmos da cidade— Estava um pouco nervosa com o assunto, não queria que o pequeno soubesse sobre o que aconteceu com os cervos —Não se preocupe lindinho, eu vou comprar um pelúcia bem fofinho e macio para você meu amor, só espere até chegarmos na cidade— acariciava-o enquanto sorria para Kasdya —Elas estão juntas pelo visto, não fiquei muito tempo por lá.

————

—Gostaria que você evitasse matar alguém por aqui, não seria legal ter que lutar com você por causa disso— Levou-a para dentro do seu quarto e procurou por alguma coisa, logo sentando-se com uma tinta preta e um pincel, molhando as cerdas no liquido negro —Sente-se de costas para mim, por favor.

 

♞❤Polaroid❤♞

— A-Ah, b-bom, nesse caso então tudo bem... M-Mas vou comer apenas verduras, desculpe, mas não gosto de carne... — gaguejava ao falar, um modo de demonstrar seu lado timido e envergonhado. Ajeitou os cabelos antes de olhar para Carcí com uma expressão feliz: — N-Não precisa ter pressa, eu vou adorar qualquer coisa que você me der, mesmo não sendo uma pelúcia. — ergueu as orelhinhas. Kenar desceu do colo alheio, indo para perto de Arphie e a cutucando.

— Nunca vi uma Elige de perto... Você pode voar, né? — Kenar indagou, certamente querendo descobrir alguma coisa.

— É bom manter distância delas... Sabe, são imprevisíveis e podem atacar... Mas fico feliz por elas, afinal, me lembram nós duas. — dizia Kasdya com um tom meio sério, mas era notável que estava satisfeita pelo resultado do caso das Sirenas.

————

— Não posso prometer nada... Nem mesmo eu sei completamente sobre minha natureza, mas eu posso tentar não comer ninguém. — assim que chegou no quarto, olhou em volta como sempre, respirando fundo e tentando se acostumar com aquele cenário, diferente da floresta ou dos locais em que dormia. Ela se aproximou um pouco, parando perto de Rhina e ficando de pé, observando o que ela tinha na mão. — O que vai fazer?

 

❤Rafa❤

— Não se preocupe Redsa, você pode comer o que quiser, cada um tem um gosto diferente... Inclusive, Dya, você esta com fome? Não se esqueça que tem que comer, podemos resolver isso na cabana ou na floresta quando quiser. — apresentava um sorriso malicioso enquanto dizia aquelas palavras. — Vai adorar pequenino? E se eu... Te der um ataque de cócegas surpresa! — começou a fazer cocegas no garoto mas de fato estava curiosa sobre a Elige, afinal, nunca vira uma antes, apenas histórias que sua mãe contava.

————

—Isso é um tinto imbuída com magia, a maior parte dos selos que usamos por aqui usa símbolos desenhados com isso, não se preocupe não vai doer, no máximo vai ser geladinho e dar arrepios, prefere que eu te ensine a moldar a sua aparência ou faça um símbolo de retenção da sua aparência demoníaca também?— Estava com pincel e uma vasilha de argila com a tinta em mãos, mostrou-lhe a lateral do rosto e era possível ver um símbolo negro desenhado atrás da orelha da mulher, provavelmente selo de alguma coisa.

 

 ♞❤Polaroid❤♞

— N-Não! — foi a única coisa que Redsa disse antes de começar a ser atacado por cócegas, o fazendo se contorcer enquanto gargalhava e quase lacrimejava de tanto que estava rindo com aquilo. Abanava o rabinho e as orelhinhas, enquanto tentava se livrar das cosquinhas de Carcí. Já Kasdya, olhava para a cena até se divertindo, logo respondendo as palavras da irmã: — Estou com fome, mas acho que você vai ter que preparar a comida primeiro, não é? Ou pelo menos deixe os cervos assando enquanto resolvemos a minha fome.

— Eu não posso mais voar pequeno Kenar, mas quem sabe um dia eu volte... E aí eu poderei te mostrar. — dizia com um tom doce para o rapaz.

————

— Não sei, eu não me incomodo com a minha aparência demoníaca para ser exata... Mas se for necessário, talvez eu queira aprender e não depender de um selo, porém, caso eu demorar muito pra aprender então eu aceitaria o selo. — Neceo se virou de costas e sentou-se na frente de Rhina como pedido, puxando as partes da blusa e abaixando-as até a altura da cintura para que suas costas ficassem ''livres''. O cabelo estava amarrado em um coque e por isso não atrapalharia.

 

❤Rafa❤

Parou com as cocegas e deu-lhe um beijo da bochecha antes de tira-lo de seu colo, sentando-o no tronco —Certo... Vou colocar as coisas para assar, você come carne Arphie? Ou quer igual ao do Redsa?— Tirou as carnes de dentro da bolsa e montou como se fosse uma grelha em cima da fogueira colocando as carnes logo em cima, montou também uma mesa com pesas tiradas da bolsa, nada muito alto ou espalhafatoso, usou pequenos troncos cortados para fazer os bancos e tirou pratos e talheres da bolsa também, eram os mesmos da taverna, já que havia roubado-os —Vamos então Dya? Deve estar com a barriga roncando, pode cuidar das crianças Arphie?— Deixaria a carne grelhando enquanto alimentava Kasdya, separou uma tigela com frutinhas e outra com cenouras, alfaces, beterrabas e outros legumes para Redsa —Não coma antes de eu voltar viu Redsa? Vou fazer um molho com as frutas e preparar um prato bonito para você com os legumes

————

Começou a desenhar o símbolo em sua nuca, o que não demorou muito, mas após isso passou os dedos nas costas da garota até começar a massagear-la —Dormir no chão deixa os músculos tensos... Você não sente dores?... Uma garota linda como você merece uma cama e comida que te deixem confortável... Alias, os bolinhos estão nesse potinho do seu lado, pode comer se quiser— Não se prendeu somente as costas, massageou ombros, braços e pescoço também, a ninja tinha habilidades com esse tipo de coisa, tratou de usar magia também para aquecer as pontas dos dedos e as vezes esfria-los.

 

♞❤Polaroid❤♞

— Sim, eu gosto de carne e também legumes posso comer qualquer coisa. — deu alguns tapinhas na cabeça de Kenar antes de se levantar do tronco onde se encontrava; havia retirado as garras e os pés/garras de metal e os colocado aonde tinha sentado, mas, assim que andou para perto da fogueira, observou Carcí arrumar as mesas com agilidade, retirando itens da bolsa mágica. Arphie já havia visto muito daquelas bolsas e, sempre ficava meio encantada quando as via. No momento que ouviu a pergunta, esticou ainda mais o sorriso e balançou a cabeça de forma positiva, logo respondendo: — Claro que sim, ficarei de olhos nelas. — falava. Redsa ficou com os olhos grudados nas frutas, mas respeitou o pedido da morena e ficou esperando sentado.

Kasdya tinha se erguido também e, começou a caminhar em direção a floresta, mantendo os passos lentos para que sua irmã a acompanhasse para o interior da mata.

————

Quando Rhina começou a desenhar algo em sua nuca, ficou meio surpresa, pois tinha tirado a blusa imaginando que o selo seria feito em suas costas e, ao perceber que tinha retirado atoa, ficou certamente envergonhada. No entanto, ao sentir os dedos nas costas e a massagem ocorrer, gemeu suavemente de dor, visto que havia sido jogada contra a parede pelo gigante. A musculatura, apesar de seu semblante delicado, eram duros e reagiam ao toque como se aparecessem apenas quando Neceo desejasse. — Já estou acostumada a dormir no chão, durmo assim desde quando nasci... ou desde quando me lembro. — ela olhou para o lado e puxou o pote, abrindo-o e começando a comer. A demônio se encolheu um pouco com os toques, grunhindo baixinho de dor no começo, mas logo relaxando com as massagens. — O que é isso que você tá fazendo? É mágica? — nunca tinha recebido uma massagem antes.

 

❤Rafa❤

Carcí seguiu a irmã e quando chegaram na floresta em uma parte em que não fossem ser vistas, acabou por puxa-la e dar-lhe um beijo, raspando sua língua nas presas da mais velha e mordendo seus lábios antes de afastar as bocas —Eu tô querendo beijar essa boca já faz um tempo... É tão difícil ficar longe de você... Ei, tenho aconteceu uma coisa engraçada... O Redsa me chamou de mãe quando viemos procurar agua e comida, o que você acha disso?— estava abraçando-a por cima dos ombros com o rosto bem próximo ao de Kasdya, quase a beijando de novo e as vezes até ameaçando de fazer isso a respiração da vampira estava ofegante e olhava de forma apaixonada nos olhos da irmã.

————

—Isso se chama massagem querida, é algo que se faz para relaxar os músculos e evitar dores, pelo que posso perceber você estava precisando— mordeu-a no ombro apenas para provoca-la logo em seguida dando-a alguns beijinhos na região, soltou uma risada doce enquanto afastava o rosto da pele da demônio —O selo já foi feito... Com isso sua perda de controle deve desaparecer desde que não tenha uma fonte de sentimentos ruins muito forte, amanhã vou te levar para treinar certo? Espero que goste de livros, por que vai ter que ler um bocado para aprender algumas coisas.

 

♞❤Polaroid❤♞

A vampira foi surpreendida pela puxada de Carcí, logo fechando os olhos quando o beijo ocorreu, arfando e grunhindo ao sentir as provocações alheias, fazendo-a se arrepiar diante da língua que se raspou em suas presas e das mordidas em seus lábios. Abriu as pálpebras quando o contato cessou, levando a mão para a cintura dela e a apertando forte. — Confesso que senti falta da sua boca... Com tantas coisas acontecendo fica difícil te pegar sozinha. Espera... Ele te chamou de mamãe? Sério? Bom... Eu acho isso fantástico e,como você se sentiu? — a expressão de Kasdya assim como sua irmã era de paixão, encarando-a profundamente com um olhar completamente perdido na beleza da mais nova. Não era algo apenas corporal, ela realmente sentia um amor ardente pela morena, qual era até indescritível através de palavras.

————

— Massagem? É bem doloroso, mas no fundo realmente faz bem... Sei lá, é difícil explicar. — estava ofegando de dor pela massagem e comendo o bolinho, porém, assim que sentiu a mordida e os beijos, seu corpo inteiro se arrepiou e ela arqueou as costas, deixando o bolinho cair. Rapidamente pegou a comida do chão e enfiou na boca, sua cauda balançava de nervosismo enquanto movia as mãos para começar a vestir a blusa novamente. — Um selo tão pequeno como esse? Quero ver até onde a ''tecnologia'' anti-demônios que vocês tem vai, já experimentei a armadilha que prendeu no meu pé, o que mais falta? — enfiou outro bolinho, falando de boca cheia. — O quê? Livros? Eu não preciso dessas coisas... Sou bem apta!

 

❤Rafa❤

—Sim.... Mamãe... Eu sei lá... Era para os nossos filhos serem quem me chamariam assim, mas ao invés disse eu estou "gravida" de uma Sirena e basicamente adotamos duas crianças, eu me sinto meio estranha... Alias, sempre que quiser um tempo a sós comigo pide me chamar de canto que eu vou sem hesitar, não importa o que eu estiver fazendo— Carcí ficou na ponta dos pés e deu um beijinho na testa de Kasdya, logo voltando a ficar menor do que ela, olhando em seus olhos —Esta com fome certo? Sua Carcí já esta pronta, infelismente não tenho um prato tão grande— Jogou o cabelo para o lado e estendeu o pescoço, puxando a irmã para mais perto —Me devore amor...— acariciou o ombro dela e fechou os olhos, esperando pelo contato que viria a seguir.

————

Rhina deu uma singela risada com aquilo —Certo, certo, mas ainda espero que tente, você sabe ler? Posso te ensinar qualquer coisa... E escrever? Bom, de qualquer maneira você esta sob meus cuidado, então sinta-se a vontade para pedir o que quiser, desde que seja algo dentro do possivel posso tentar ajudar... A armadilha era para pessoas normais e animais, não acreditei quando vi que aquilo pegou uma Crowald... meus perdões, deve ter doido.

 

♞❤Polaroid❤♞

— Você se sente estranha? Estranha num sentido bom ou ruim? Achei que você estava gostando dessas coisas todas, sabe? Ser tipo um treinamento antes dos nossos verdadeiros filhos, não posso negar que é uma puta de uma verdadeira experiência e isso é bem preparativo, devo dizer. — Kasdya até achava tudo uma loucura, mas por que procurar lógica naquele mundo? Ainda mais quando se tratava das duas, pois depois que pararam nas ruas, suas vidas mudaram e ambas se tornaram imprevisíveis. Recebeu o beijo na testa, antes de assistí-la expor o pescoço, fazendo com que Dya produzisse um grunhido em relação aquela provocação. Assim que foi puxada para perto, inclinou a cabeça em direção ao ombro alheio, distribuindo beijinhos até chegar no pescoço, onde lambeu lentamente antes de abrir a boca e encravar as presas com ferocidade; os dentes enterraram-se na carne, pegando a mesma veia que sempre gostava de pegar. Gemeu baixinho, sentindo o gosto saboroso do sangue explodir em sua língua. Apertou mais o aperto na cintura, colando os corpos.

————

— Talvez eu tente... quem sabe. Sei ler e escrever, pouco, mas sei. Aprendi escondida do meu bando, eles não gostavam desses tipos de coisas, é como se o talento de ler e escrever viesse naturalmente pra eles conforme cresciam, mas eu não queria daquele jeito, eu queria aprender por mim mesma e saber muito mais. — tinha comido o último bolinho e vestido a blusa novamente, logo se virando para olhar Rhina. — Posso pedir qualquer coisa? Tipo, me deixar na cela? — deu um sorriso sacana antes de se levantar. — Eu estava meio ferida, meus sentidos também estavam falhando, foi por isso que a armadilha conseguiu me pegar. Sim, doeu bastante... Bem na perna, que é o meu ganha pão. Oh, você pedindo por perdões? Achei que era super durona...

 

❤Rafa❤

Carcí grunhiu de prazer com os beijinhos e principalmente a lambida, gemendo com a mordida que se seguiu, já mal sentia dor com esse ato visto que tinha se acostumado com aquilo, sentir o sangue lhe escapar pelo pescoço e a irmã dando-lhe os chupões deixava-a com o rosto corado e ofegante —D-Dya...— ao ter os corpos colados grunhiu manhosa e continuou com os gemidos já que a boca da irmã em seu pescoço era incrível, adorava aquele contato —É estranho de um jeito bom... Realmente estou aprendendo muito... Só queria ter mais a atenção do Kenar, ele parece já ser um homenzinho crescido, e se dá muito melhor com você... — Entregou-se à namorada não resistindo nem um pouco a nenhum contato dela, até encostou na cabeça da mulher que lhe chupava o sangue, poderia dormir naquela posição mesmo, visto a paz que ela passava para si —Nós ficamos juntas o tempo todo... Mas por algum motivo senti tanta saudade de você

————

— Eu disse qualquer coisa possível, a cela esta fora de negociação, sua tarada por prisão... Sou durona quando preciso ser, mas acima disso sou educada. — Levantou-se também, levando sua katana até a parede onde a pendurou e em seguida dirigiu-se para a porta. —Vou pegar o cobertor para dormir no chão novamente, se quiser se ajeitar na cama sinta-se a vontade, acredito que já saiba que as sombras não lhe deixarão sair daqui. — comentou essas coisas parada na porta do quarto olhando para trás com um sorriso que parecia nunca abandonar seu rosto.

 

♞❤Polaroid❤♞

Kasdya afundou ainda mais as presas na carne alheia, aplicando mais pressão para que o sangue saísse com certa frequência e a fizesse beber melhor. Era notável que estava bem mais sedenta do que o normal, visto que ainda se recuperava dos ferimentos ocasionados pelo vampiro misterioso sendo o irmão do seu criador e, por conta disso precisava do dobro do que o normal. Até pensava se teria o braço de volta, porém, agora sua mente se focava apenas nos gemidos e grunhidos de sua irmã mais nova, lambendo o excesso de sangue tanto para saborear quanto para provocar Carcí. — Ele é grandinho e muito esperto... Talvez, se ele for órfão , talvez tenha medo de ficar perto de você ou de mim, talvez tenha pavor de ser abandonado de novo ou de se apegar e irmos embora, algo assim. Ele só é assustado... se tivermos mais a confiança dele, aposto que vai dar mais atenção pra você. — falava aquelas coisas com o tom bem abafado, se concentrando na mordida e até apertando mais. — Temos pouco tempo a sós desse jeito, deve ser por isso que estamos com tanta saudade uma da outra.

————

— Porra, você é baita insistente e teimosa pra caralho! — rangeu os dentes enquanto cruzava os braços, observando Rhina e o que a mesma fazia. —Tarada? Tarada por prisão?? — mostrara ainda mais os dentes afiados e, a cauda balançava de forma frenética atrás de si, demonstrando que estava nervosa. E, quando fez menção de ir atrás da ninja, parou ao ouvir sobre as sombras, rosnando. — Dá pra parar de usar essas malditas sombras?! Não reclame quando eu merecer ir pra prisão de verdade! — Neceo encarou a mulher, notando aquele sorriso que ela tanto exibia. — Você é uma adivinho por acaso? — a demônio sempre ficava surpresa em como Rhina sabia o que ela iria fazer, quase como se lesse a mente dela, pois a mesma tocou no assunto das sombras assim que Neceo pretendia fazer algo.

 

❤Rafa❤

Carcí levou uma das mãos a frente da boca, segurando um grito pela força que a mais velha estava aplicando, acabou por morder um dedo para que não gritasse —S-Seu braço... Eu mal parei pra pensar sobre isso... O que aconteceu exatamente? E... Sera que cresce de novo? Quer dizer... Nossa regeneração... Se você ficar sem um braço vai ser... Complicado. — Apertou o ombro de Kasdya qual ela estava sem braço, os gemidos e grunhidos continuaram principalmente quando a namorada falou enquanto mordia.

————

— Só não sou mais teimosa que você fofa. — Piscou para ela. — Se eu parar de usar as sombras você vai fugir ou fazer alguma graça, não tenho escolha a não ser fazer isso, inclusive, não sou adivinha, você que é previsivel, já saquei sua teimosia, não posso abaixar a guarda, então se comporte, a partir de amanhã você vai ter mais liberdade, e não, nada de cela pra você, por favor, desista dessa ideia. — saiu e fechou a porta caminhando serenamente até o armario e cobertores.

 

♞❤Polaroid❤♞

A vampira notou quando a mais nova teve que segurar um grito e, resolveu aliviar a mordida apenas daquela vez, mas ainda mantinha-se bebendo bastante, gemendo de satisfação por estar tendo sua fome saciada; foi como ter estado dias sem se alimentar e finalmente estava comendo. — O vampiro cortou ele fora enquanto eu estava na minha forma bestial... E, estou torcendo para que cresça de novo, se não, terei que viver assim, ou, comprar uma prótese que é cara... muito cara. — sentiu o aperto no ombro e rosnou baixinho. Deu mais algumas lambidinhas na região enquanto bebia bastante, até que, soltou a mordida e deixou uma longa lambida na parte da ferida antes de afastar a boca e encostar a cabeça na cabeça de Carcí. — Você vai ter que se alimentar de alguém, tirou o sangue dos cervos antes de colocá-los na fogueira?

————

— Eu não sou previsível... — desviou a visão ainda com os braços cruzados e, parou para pensar, notando que realmente era previsível e não era atoa que outras pessoas sabiam o que ela pretendia fazer, afinal, sua personalidade já foi notada por Rhina; Neceo era uma verdadeira teimosa. Bufou, após ver a porta se fechar e andou até a cama, onde engatinhou pela colcha até chegar no meio, logo soltando o coque. Talvez realmente tivesse que desistir da ideia de ir para uma cela, pois tinha notado que aquela ninja era bem mais insistente do que pensava.

 

❤Rafa❤

A mais nova ofegou quando a irmã aliviou a mordida —Tem ideia de quanto custaria uma prótese? É melhor pagarmos um preço alto do que você viver sem... E... Você se lembra de como este homem era? Ele estava sozinho? Eu juro que vou acabar com essa pessoa e qualquer um envolvido... Se eu não tivesse sido uma idiota isso não aconteceria com você... Me desculpa— Quando teve o pescoço solto pela namorada grunhiu com a dor, mas adorou a lambida e até desejou por mais daquelas —Você me apertou bastante hoje... Que desculpa devemos dar pra uma marca dessa? Não é como meus furinhos singelos que são quase imperceptíveis, você é uma vampira mas morde como lobisomem... Não que eu não goste, mas esconder isso da trabalho sabe?— Estava meio agitada, queria conversar com Kasdya então despejou o máximo de informação possível em um curto espaço de tempo, mas parou ao ter a cabeça encostada na da mais velha —Não deu tempo... Tive de esfola-los rápido para que Redsa não percebesse... Tive que espirrar o mínimo de sangue possível também, mas não se preocupe, eu me alimento daquela Elige também... E talvez um pouco do Redsa quando tivermos tempo a sós— Sorriu para a irmã, dando-a um selinho logo em seguida e pegando em um de seus seios —Desculpe... Força do hábito— Deu um sorriso sacana para a irmã.

————

Não demorou até Rhina voltar e arrumar uma cama improvisada no chão ao lado de Neceo —Você fica linda de cabelo solto... Alias... Apenas por curiosidade, pode me mostrar todos os seus músculos? Eu queria muito ver como é um Crowald em "modo de combate"... Alias, acho que deveria te mostrar como eu sou de verdade... Já que não tenho motivos para esconder de você— Em um movimento com as mãos, chamas azuis circundaram a mestra e todas as velas se apagaram, aquele fogo iluminava o local com uma coloração azulada e seu calor considerável, no lugar em que a ninja estava, agora se encontrava uma criatura azulada com chifres grossos e duas asas, além de uma cauda longa com pelos na ponta, escamas cobriam todo o seu corpo por trás, indo da nuca até a cauda, antes dos pelos, garras negras cresceram nas pontas de suas mãos e pés, e o kimono que a mulher vestia foi incinerado, deixando-a nua, porem escamas cobriam suas partes intimas, como se fossem armaduras, pareciam ser removíveis, o cabelo branco preso em um rabo de cavalo transformou-se em um volumoso mar azul, seus olhos brilhavam um amarelo escuro e transmitiam um ar de nobreza, uma raça de demônios nobres, conhecidos como reis/rainhas das chamas, Rhina era uma fêmea da espécie, que são conhecidas como "Lunastras" enquanto os machos são chamados de "Teostras"

 

♞❤Polaroid❤♞

— São muito caras, sem falar que é necessário gastar energia para mantê-las funcionando, é um verdadeiro empenho manter um membro desses, mas se meu braço realmente não for crescer... Então é um custo que teremos que pagar. — afastou um pouco o rosto após apoiar cabeça com cabeça, e a olhou nos olhos. — Não muito bem... Tinha cabelo branco e acho que usava roupas vermelhas... Ele tentou me matar com uma besta. Sim, estava sozinho, mas era bem experiente já que também era um vampiro, por isso me derrotou tão fácil. E, pare de se culpar, já falei... — Kasdya deu um sorrisinho bem curto, estendendo a mão e puxando o cachecol de Carcí. — Você pode usar o seu cachecol... Ou, dizer que foi atacada por algum animal bem feroz... E selvagem. — a vampira escutou a parte dos cervos e assentiu, compreendendo que Redsa era muito novo para ver tais cenas. — Ah, é uma ótima ideia se alimentar daquela Elige, ao menos terá uma boa utilidade para nós enquanto estiver conosco. Mas, você vai querer esconder dela que somos vampiras? E, bom, você sabe, és livre para beber o sangue de quem quiser, até do Redsa. — retribuiu o selinho e acariciou o queixo da mais nova, mas, assim que olhou pra baixo e a viu pegar em seu seio, Dya lançou um olhar meio sério e meio sacana. — É, deu pra ver que virou força do hábito.

————

Neceo não tinha o cabelo muito comprido, mas sempre o amarrava quando ia fazer algo perigoso ou importante e, no momento que ouviu o elogio, ficou sem jeito. Olhou para trás assim que escutou o pedido, até estranhando, mas não contestando. Porém, antes que pudesse mostrar alguma coisa, a demônio presenciou a transformação alheia, ficando com a expressão completamente estática e meio pasma, pois mesmo que já tivesse visto algo assim, nunca vira um tão de perto ou que pudesse presenciar com tantos detalhes e sentimentos. A Crowald, que já viajou metade do mundo, e que viu quase de tudo mas eram coisas tão rápidas que mal tinha tempo para observar... Por isso, ficou absorvendo cada detalhe com muita atenção. — Uou... Achei que já tinha me mostrado de tudo, mas parece que tinha muito mais.

 

❤Rafa❤

—Oh! Meu cachecol... Tinha até me esquecido dele... Estava com você todo esse tempo? Que fofo da sua parte guardar algo meu com você— Os olhos de Carcí e arregalharam ao ver o tecido na mão da irmã, e tratou de pega-lo e coloca-lo sem demora, sorriu para a mais velha e a abraçou —Sei que já disse varias vezes... Mas eu te amo Dya, minha irmã que eu amo desde meus onze anos... Mal consigo acreditar que agora você é minha namorada... Ainda mais um mulherão foda como você é— deu-a um beijo na bochecha e andou uns poucos passos para trás, com as mãos atrás de seu corpo sorrindo —Esta satisfeita? Vamos voltar? Não quero que a carne queime— seu sorriso era gentil e seus olhos semi serrados com a tranquilidade, eram fruto das memórias que vinham a tona para Carcí de quando as duas eram pequenas e se duvertuam juntas

————

— Desculpe te mostrar só agora... Deve conhecer o meu tipo certo? Não se preocupe, o fogo só queima o que eu quero que queime, então não te causara nada alem de um calorzinho— Aproximou-se e se sentou na cama olhando para a Crowald. — Pode me mostrar o seu? É a primeira Crowald com quem eu conversei, sempre fui curiosa sobre seus musculos... Vocês conseguem manipula-los livremente?— os olhos da mulher transpassavam curiosidade, curvou-se para perto de Neceo evitando se aproximar demais, mesmo que seu desejo fosse prende-la na parede e enche-la de perguntas, a respiração era semi-ofegante, tentava manter a classe a cima de tudo, mas seu desejo por conhecimento sera realmente maior do que sua prorpia vontade

 

 ♞❤Polaroid❤♞

— Esteve comigo esse tempo todo... Até tinha me esquecido dele, mas sempre lembrava do mesmo quando eu acabava pensando em você, e sabia que uma parte sua estava comigo... — Dya observou a irmã mais nova colocar o cachecol, e apreciou a beleza dela após colocar o acessório. Retribuiu o abraço, dando um beijo no topo da cabeça de Carcí. — Eu também... Também te amo... Sabes disso, mais do que ninguém. E espero que nunca se esqueça, nunca. — afastou-se do abraço, recebendo o beijo na bochecha. Balançou a cabeça de modo positivo com a pergunta, logo falando: — Estou satisfeita, bebi bastante... Torço para que você não precise beber muito para recuperar o que eu tirei. — acariciou o ombro da irmã, antes de se virar para voltarem pro acampamento, esperando que ela acompanhasse seus passos para que ambas chegassem juntas no local. Em parte, estava feliz por ter passado um tempo a sós com Carciphonne.

————

— Conheço, mas bem pouco, já que vi apenas alguns na jornada com o meu bando. E só víamos de longe, já que eles odiavam se envolver com outras espécies ou raças. — Neceo não recuou quando Rhina sentou-se na cama, apenas ficou observando aquelas chamas. — Sim, posso fazê-los se estufarem ou encolherem, ou, até mesmo mudarem de lugar, mas é bem doloroso pros novatos. Não é nada comparado com a transformação que eu terei quando chegar na puberdade... Mas... — a demônio se encontrava sentada com as costas apoiadas na cabeceira, porém, se inclinou, esticando os braços e as pernas e, sua musculatura surgiu. Os músculos das pernas eram extremamente grossos e até latejavam pelo movimento, a textura da epiderme mudou um pouco, ficando mais escura e endurecida, quase como pedra. Os braços também, assim como outras partes do corpo, no entanto, as pernas eram o ponto principal. — Só dói um pouco por causa da ferida com a armadilha... — as coxas estavam o dobro do tamanho. Era estranho como o corpo todo delicado de Neceo, virou aquilo em questão de segundos.

 

❤Rafa❤

Carcí apenas sorriu e seguiu a irmã em silêncio, pensando em como era bom estar com ela, quando chegaram no acampamento foi direto para a grelha onde tirou as carnes dos cervos e colocou em uma grande bandeja na mesa, pegou a tijela com frutas e comessou amassa-las para fazer como se fosse um suco, mas adicionando temperos para fazer daquilo um molho doce, que tratou de espalhar por cima da carne, mas deixar um pouco para Redsa, cortou e misturou os legumes fazendo um prato nonito para ele com o desenho de um carneirinho dormindo, enquanto para os outros apenas colocou os legumes em volta da carne todos misturados, tratou de colocar mais carne do que legumes para Kenar que dizia não aguentar mais aquele tipo de comida, porem deixou um pouco, visto que eram legumes frescos e o gosto seria totalmente diferente dos podres que dizia ter comido com Redsa, organisou a mesa com velas e serviu um suco com um pouco das frutas que não usou no molho, utilisando uma magia semelhante que usara para quebrar as correntes de Arphie, só que dessa vez para esfriar a bebida, deixando-a gelada —Tudo pronto meus amores, podemos comer!

————

Rhina ficou impressionada e cutucou as coxas se Neceo quando viu aquilo. — Incrivel... É tão... Diferente... Tem problema eu tocar?— Começou a acaricia-la antes que recebesse uma resposta, passando as mãos por cima de coxas, barriga, braços e apertando levemente para testar a rigidez. —Uau... Impressionante... Quer saber algo sobre mim? Posso te mostrar ou contar se quiser...

 

♞❤Polaroid❤♞

A mais velha sentou na mesa junto dos outros, com uma expressão pra lá de pura satisfação e estando completamente surpresa pelos pratos e pela beleza da mesa, o que a deixou bem animada para experimentar a comida. Assim como Kasdya, os outros, Redsa, Kenar e Arphie ficaram embasbacados pela qualidade do jantar, nem mesmo o pequeno Redsa resistiu ao carneirinho que Carcí fez para ele, chegando quase a chorar de alegria e começando a comer muito rapidamente. Kenar simplesmente avançou no prato, demonstrando toda a sua sede por comida de ponta, fazendo-o quase nem prestar atenção ao redor, visto sua fome por aquele prato, até agradeceu, mas fizera de boca cheia, pouco ligando para modos. Já Arphie, a mesma tratou de comer aquele prato com extrema delicadeza e classe, visto que fora treinada para exercer um comportamento educado e, assim que provou da comida, sorriu, feliz em poder comer em paz, sem se preocupar em ter que satisfazer um homem egocêntrico todas as noites. — abrigada... Pela comida. — dizia Arphie, com um olhar meio melancólico e ao mesmo tempo doce.

— Está maravilhoso, Carcí... Eu amei. — Kasdya falou em voz alta, para que a irmã pudesse ouvir.
 

————

A rigidez das coxas era extremamente exagerada, sendo muito duras, muito mais do que um ser humano normal poderia ter. — Não tem problema, pode tocar. — cada parte que Rhina tocaria, a musculatura daria uma resposta ao toque, ficando mais rígida. Algumas veias estavam saltadas pelo endurecimento de tais partes. Assim que achou que era suficiente, voltou ao estado normal, onde seu corpo parecia ser sensível e delicado. — Bom, não sou boa com questões, talvez eu goste de descobrir na hora certa as coisas. A não ser, que você queira me mostrar tudo ou me dizer.

 

❤Rafa❤

Carcí corou com os agradecimentos e sorriu de forma boba, sentou-se e começou a comer apenas depois que todos disseram o que acharam, estremamente feliz ficou olhando para o prato já que estava envergonhada por receber todos os elogios —B-Bem... Minha mãe me ensinou cozinhar enquanto não tinha que cuidar dos assuntos de rainha... Quando eu não estava com Kasdya eu estava ou aprontando algo, ou aprendendo algo novo com a mamãe... Sinto saudade dela, era a melhor parte, junto com a Dya, daquele castelo enorme que as vezes parecia mais uma prisão...— comeu com um sorriso, mas tratou de espiar a reação de Redsa para com a comida, aquele garoto a deixava muito satisfeita de tê-lo conhecido e cuidado dele.

————

Rhina parou de toca-la quando voltou ao normal e avançou em sua direção quando terminara de falar, ficqndo de quatro em cima dela encarando-a nos olhos —Você é incrivelm... não sei se tenho algo a dizer, mas com certeza você não me vera muito nessa forma... Eu quase não uso minhas chamas ou asas, apenas minhas tecnicas que aprendi no dojo, para aperfeiçoa-las cada vez mais, estou constantemente vigiando, mesmo quando durmo estou enxergando atraves das sombar todo o perimetro do dojo, eu fui a primeira a te avistar quando invadiu e a ultima a te ver quando iniciou a fuga, eu estava fora quando você chegou, mesmo assim eu tinha te visto, então é muito dificil que alguem passe despercebido por aqui, neste exato momento por exemplo, Ryuro esta treinando sozinho sem ninguem por perto, ou é o que ele acha, já que a irmã dele esta o espionando... Esse é o mais proximo e uma adivinha, como tinha perguntado anteriormente, então sim, eu saberia se você tivesse tentado fugir, inclusive, eu soube né— Segurou-a pelo queixo, dando-lhe um beijo na testa e descendo para os cobertores, deitando-se e apagando s chamas e velas restantes, voltando a sua forma normal —Boa noite, e lembresse, mesmo dormindo, eu enchergo tudo.

 

♞❤Polaroid❤♞

— Ela te ensinou super bem... Está... Tão igual, eu consigo sentir a nostalgia fluindo pela minha boca e tomando todas as minhas pupilas gustativas. Eu não podia esperar menos da mulher que eu amo... — simplesmente disse, sem nenhum tipo de vergonha ou receio, pois pouco se importava com a opinião de outras pessoas e o que pensariam das duas unidas; claro, Redsa e Kenar já meio que sabiam, mas Arphie não. A Elige sorriu com aquilo, demonstrando que estava feliz pelas irmãs unidas, algo que não tinha nenhum problema, afinal, elas haviam salvo sua vida e só tinha que agradecer. Redsa estava balançando as pernas e o rabinho, até remexendo as orelhinhas pequenas conforme se alimentava da comida com um sorriso bobo enorme estampado no rosto, já até estava com as bochechas bem sujas pela comida... Porém, comeu tão rápido, que simplesmente apoiou a cabeça na mesa depois de terminar, bocejando de sono, pois tinham feito bastante coisas naquele dia.

————

A demônio quase engasgou quando Rhina avançou, fazendo-a deitar no colchão e vê-la acima de si, mantendo os olhos na direção da mulher. A expressão de Neceo era de pura surpresa, quase arregalando os olhos enquanto escutava as palavras, acabando por engolir em seco quando escutou as partes das sombras, principalmente por saber agora que Rhina a tinha visto no início da invasão e logo quando ela tentou escapar, até mesmo o momento que tentou fugir de Ryuro e das garras do dojo. Estava meio aturdida pelo fato daquela mulher saber tanto apenas através das sombras e, agora sabia a resposta de sua pergunta: em como a ninja tinha chego tão rápido naquela vez do precipício. — Então... Foi por isso que você estava lá, quando eu quase pulei o precipício. — falava, mas parou assim que sentiu-a segurar pelo queixo, ficando paralisada. Apenas depois do beijo e dela descer para os cobertores, foi que Neceo conseguiu respirar direito... Tocou com as pontas dos dedos o local beijado e, se encolheu no colchão, ficando bem surpresa por aquilo tudo. — Bom saber... — puxou um pouco do edredom e abraçou o cobertor, adormecendo.

 

❤Rafa❤

Carcí segurou o brinco e sorriu ao ouvir as palavras de Dya —Arphie... Eu gostaria de conversar contingo a sós mais tarde, tudo bem? E parece que esta na hora do cochilo de alguém, Kenar vai querer deitar junto com o Redsa já? Se não pode me ajudar a arrumar a mesa e levar os pratos e talheres até o rio para lavar, o que acha?— apoiou os cotovelos na mesa e encarou o garoto mais velho com um sorriso, mas logo levantou-se para pegar Redsa no colo, dando tapinhas em suas costas e beijinhos do pescoço a bochecha do rapaz,balançando de forma a nina-lo, virando-se para Dya e sorrindo, mostrando como gostava de agir como mãe daqueles garotos e do jeito que Redsa a via como uma mãe para ele, aquelas palavras gravaram m seu coração, e constantemente lembrava-se da cena dele dizendo que queria ficar com a mãe dele e que Carcí era sua mãe.

 

♞❤Polaroid❤♞

Arphie estava soltando a longa trança que tinha nos cabelos negros e, olhou para Carciphonne assim que ela falou com a mesma. — Oh, tudo bem, é só você me chamar quando quiser conversar e eu irei. — a mulher estava terminando o prato ao dizer aquelas palavras. Kenar encarou Carcí com a boca cheia, já terminando de comer o prato e dando um belo arroto antes de responder: — Sei lá, eu posso ajudar a arrumar a mesa e lavar os pratos, depois irei deitar com Redsa. — raspou o prato antes de se levantar e catar mais alguns pedaços do pratão. — Vou esperar você colocar o Redsa para dormir... — saiu da mesa e foi até as bolsas, catando algum doce que pudesse comer enquanto esperava.

Redsa estava meio adormecido quando Carciphonne o pegou, por isso, apenas se mexeu um pouquinho no colo dela mas logo voltou a dormir mas dessa vez pesadamente. Dya havia empurrado o prato de lado, observando a mais nova cuidar da criança, percebendo o quão feliz a morena estava em ter o garotinho consigo e, até imaginou como seria quando tivessem os filhos verdadeiros, seria provavelmente outro ponto principal da felicidade delas, principalmente de Carcí.

 

❤Rafa❤

Carcí levou Redsa para dentro da cabana e o deitou da forma mais confortável possível, logo em seguida dando um beijo em sua testa, em seguida levantou-se e foi em direção a mesa, pegando todos os pratos e talheres —Vamos Kenar— foi uma viagem rápida e não demorou muito até tudo estar limpo —Obrigada pela ajuda, você é um ótimo rapaz Kenar... Fico feliz de que se juntou a nós— Guardou todos os talheres e pratos e até fez um cafuné nele enquanto voltavam para o acampamento, oferecendo as costas para que ele subisse e ela o levasse, assim que chegaram já estava escurecendo e Carcí o levou para a cama, onde o cobriu junto de Redsa, ao sair procurou por Arphie e Kasdya.

 

♞❤Polaroid❤♞

Kenar acompanhou Carcíphonne assim que foi chamado, até tratando de pegar alguns copos para ajudar a carregar a louça e, no momento que chegaram no local, auxiliou com a lavação o máximo que podia; havia quebrado um prato sem querer. — De nada... — simplesmente disse ao ouvir o elogio e o agradecimento, e o mesmo que é de poucos risos, sorriu com aquilo. Ficou suavemente corado com a carícia, não estando muito acostumado com tal contato e até demonstrando que tinha gostado. Não recusou o convite de ir nas costas da morena, e até adormeceu bem rápido após deitar junto de Redsa. Quando Carcí procurou por Arphie e Kasdya, encontraria a Elige perto da fogueira sentada no tronco enquanto Dya estava afiando as lâminas de suas armas e ferramentas do outro lado. — Você voltou rápido... — falava a mais velha com os olhares na espada curta.

 

❤Rafa❤

—Já sabíamos onde era o lugar, foi só lavar as coisas e voltar, inclusive, o Kenar nos poupou o trabalho de lavar um prato hahahaha— Riu da situação como se não fosse nada, até havia rido na hora em que isso aconteceu também, aproximou-se de Dya e a deu um beijo na testa —Uau... afiando armas com uma mão só, que habilidosa...— Aproximou-se para sussurrar em seu ouvido —Vou comer agora... Quer participar?— deu-a um beijinho na bochecha e ficou ali esperando uma resposta.

 

♞❤Polaroid❤♞

— Poupou de lavar um prato? — Kasdya ergueu o rosto para olhar Carcí e viu o jeito que ela ria, já imaginando que a situação deve ter sido no mínima bem cômica, o que acabou fazendo a vampira sorrir de um modo meio ligeiro. — Só está demorando mais do que o normal pra afiar todas, mas foi até que rápido para pegar o jeito de afiá-las com uma única mão. Acho que não vai estar com tanto corte como costumo ter... Mas é o que dá por agora. — recebeu o beijo na testa e escutou os sussurros. — Por agora não vou participar, talvez só assistir de longe e se eu mudar de ideia eu entro no meio... — depois de sentir o beijo na bochecha, Kasdya apoiou a espada na coxa e puxou Carcí pela cintura, iniciando um beijo com as bocas de uma forma intensa, fazendo a outra sentir o gosto de sangue que ainda se encontrava em sua língua. Não demorou para cessar o contato, afastando-a. — Pode ir... Se divirta.

 

❤Rafa❤

Carcí sentiu pena de ter que cessar o beijo, desejando por mais, porem afastou-se sorrindo e piscou para ela —Te amo— foi o que disse antes de se virar e aproximar-se da Elige —Então Arphie... Gostaria de conversar?— Sentou-se ao lado dela, segurando-a pela cintura e ficando bem grudada —Você deve ter passado por muita coisa dificil... Você esta bem? Como se sente estando livre daquele homem? Claro... Sei que ainda tem essa... Coisa... Mas vai ficar tudo bem, e nós garantiremos isso— Acariciou-a da cintura até abaixo do seio

 

♞❤Polaroid❤♞

Arphie estava concentrada em dar um jeito naquele peitoral de metal, parecia sussurrar algumas palavras inaudíveis e de um idioma desconhecido, mas assim que Carcí chegou, ela olhou para ela que se sentava ao lado. Sentiu-a pegar em sua cintura e ficar próxima, fazendo a Elige arfar bem baixinho com um ar de surpresa; a bochecha ficou suavemente corada. — Foram coisas difíceis, mas o que importa é que estou livre agora... E sim, estou muito bem. Ah, estou me sentindo liberta, nunca pude ser tão livre assim, nem comer alguma coisa quente e nutritiva. — Os cabelos negros da mulher lhe caíam o ombro enquanto ela mantinha o contato visual, sentindo aquelas carícias. — Não se preocupe... Estou quase descobrindo em como me livrar dessa coisa.

 

❤Rafa❤

—Espero que descubra logo... Você é uma mulher tão linda e simpática... Não deveria ter que passar por esse tipo de coisa— Apertou o abraço, colando o corpo das duas, olhando olho o olho com um sorriso galanteador —Sabe... Sei um jeito que poderia me agradecer...— Levou a mão ao rosto da mulher, acariciando-a, não que ela estivesse fazendo isso intencionalmente, mas Carcí havia usado uma habilidade vampírica nova, uma substancia encantadora que de certa forma fazia as pessoas se sentissem atraídas por ela, como uma espécie de feromônio vampírico para atrair presas e torna-las mais fáceis de serem conquistadas, esse feromônio também atiçava os desejos carnais dos outros —Seus olhos são tão lindos... E sua pele tão suave... Desde que te vi dançando naquela praça... Me doeu recusar seu convite... Eu queria tanto te tocar...— A mão de carcí que estava em sua cintura desceu até a coxa, acariciando-a ali, enquanto a que estava no rosto puxou-a para mais perto logo descendo aos seios da mulher onde apertou-os.

 

♞❤Polaroid❤♞

— Ninguém deveria passar por essas coisas... Eu acredito e torço que um dia as raças irão se aceitar sem existir esses tipos de tratamento. — Arphie notou quando os corpos ficaram colados, respirando mais pesadamente por conta do contato; o calor era transpassado. — E qual seria o jeito que você quer? — indagou, demonstrando que estava bem aberta a qualquer pedido que Carcí tivesse, pois afinal, a vampira tinha dado a tão liberdade para a Elige e ela daria tudo para ser livre. Assim que sentiu o toque no rosto, fechou os olhos por alguns segundos, logo os abrindo e encarando-a fixamente com uma expressão meio convidativa, visto que sentiu aqueles feromônios lhe invadirem as narinas e como sua raça eram bem sensitiva, a mulher estava bem inclinada. Nem havia notado que fechara as pernas, como se seu corpo começasse a ficar meio atiçado pela presença de Carcíphonne. — Obrigada... Eu, não sei o que dizer diante de tantos elogios, apenas agradecer. Não teve problema recusar, eu tinha entendido que você não sabia dançar e... pela sua expressão eu vi que não havia tido um bom dia, então eu compreendi. — a Elige ofegou com os carinhos e ao ser puxada para mais perto, inclinou-se, ficando mais próxima sem nem notar. Mordeu os lábios com o aperto nos seios, escondendo um leve gemido.

 

❤Rafa❤

Carcí ameaçou beija-la, mas não o fez, recuou um pouco antes de avançar contra o pescoço da mulher, beijando-o, logo em seguida moveu a mão para a pélvis da Elige, esfregando aquela parte —Sente no meu colo... Nessa posição fica difícil... Já que fazia aquelas apresentações, acho que não se incomoda com plateia certo?— Apontou para Kasdya com a cabeça, logo mordendo os lábios dela, mas não beijando, para Dya que estava do lado de fora daquilo, podia ver uma névoa cor de rosa em volta das duas, como uma neblina porem translucida o suficiente para não esconder nada —Queria fazer isso sem o colete... Mas não aguento mais ter você na minha frente segurando esse desejo.

 

♞❤Polaroid❤♞

Arphie arregalou minimamente os olhos de surpresa quando Carcí avançou em seu pescoço, arfando e respirando alto com o beijo naquela área, movendo a mão involuntariamente e agarrando a roupa de Carcí, sentindo-a esfregar a região da pélvis e grunhindo com aquilo. — P-Plateia...? — olhou de relance para Kasdya, que algumas vezes encarava as duas e voltava a afiar a lâmina da espada curta com certa dificuldade. As bochechas de mulher se tornaram ainda mais vermelhas, mas, sem que nem notasse direito, seu corpo se moveu e ela sentou-se no colo de Carciphonne com cuidado. Gemeu manhosamente com a mordida nos lábios; a mulher tinha um gosto doce e bem viciante, como se existisse alguma substância em seu corpo, mesmo com apenas uma mordida era possível sentir tais coisas. Voltou a encarar Carcíphonne fixamente, com a expressão se tornando algo semelhante a desejo. — Mas... Na frente dela? — perguntou com receio na voz. — Eu, posso tentar tirar o colete agora se você me der tempo.

 

❤Rafa❤

—Vai demorar para tirar? E não se preocupe... Ela não vai ligar— Moveu a mão para a bunda da mulher, acariciando-a e apertando-a enquanto beijava seu peito, subindo com os beijos até o pescoço, onde a lambeu e mordeu suavemente, não derramando o sangue —Se quiser, podemos chamar ela para participar... Se bem que adoraria ter você só pra mim...— enfiou as mãos nas saias dela, surpreendendo-se por ela não usar roupas intimas —Ora ora... Que surpresa agradável...— acariciou seu ânus com um dedo enquanto mantinha-se apertando e acariciando sua bunda.

 

♞❤Polaroid❤♞

— Não vou demorar, eu estava quase descobrindo as runas que usaram.. Eu nunca consegui fugir antes porque sempre ficavam me vigiando, então eu não podia estudar o colete. — liberava pequenos gemidinhos com as carícias e os apertos, logo sentindo seu corpo arrepiar-se pelos beijos e pela mordida na região do pescoço, o que a fez gemer um pouco mais alto do que o normal. Moveu a mão em direção ao colete, e um brilho esbranquiçado começou a ser emitido através dos dedos, enquanto a outra se apoiava no ombro alheio, procurando algum tipo de apoio. — N-Não... Por favor, eu.. tenho vergonha. — se referia a convidar Kasdya. Deu um sobressalto quando as mãos alheias lhe invadiram por baixo das roupas; Carcíphonne sentiria a maciez assustadora que a pele daquela mulher tinha, quase sendo tão suave quanto a voz dela. — Surpresa...? — mordeu novamente os lábios. O colete destravou e caiu no chão, bem aos pés de Carcí.

 

❤Rafa❤

Carcí sorriu de forma maliciosa e deu mais alguns beijinhos em seu pescoço, logo lambendo-a e em seguida mordendo com suas finas presas, dando chupões curtos com intervalos longos, para saborear o gosto do sangue daquela garota, tentando diferencia-lo dos das outras espécies —Seu gosto... é tão bom...— Falava enquanto sugava o sangue da mulher, fazendo sua voz ficar abafada, as garras cresceram levemente e arranhou a bunda dela —Rebola pra mim... E tire sua roupa...— As palavras soavam em um tom de eco e pesadas, como se carregadas com magia, estava de certa forma usando outra habilidade vampírica relacionada àquela nevoa, um tipo de comando vampírico, que fazia com que as pessoas quisessem cumprir com a ordem recebida, removeu as presas do pescoço dela, deixando os quatro furos escorrerem um pouco e logo em seguida lambendo-o e chupando o pescoço da mulher, porem dessa vez sem as presas, apenas sua língua e lábios.

 

♞❤Polaroid❤♞

— Ugh... — deixou outro gemido escapar com aqueles beijos e lambidas, ofegando conforme seu corpo parecia esquentar ainda mais com tais provocações e estímulos. Eliges tinham o gosto do sangue meio forte e ao mesmo tempo adocicado, dando uma sensação de dependência e de satisfação completa. Para Arphie, era como ainda estar sendo beijada naquela região, por isso não notou o que Carcí estava fazendo. — Meu... gosto? — a mulher tinha a leve sensação de estar ficando meio fraca, mas sequer ligou para isso, pois no momento que o arranhar ocorreu, inclinou um pouco a cabeça para trás e grunhiu baixinho. No entanto, assim que a ordem ecoou, Arphie começou a rebolar lentamente e foi como se estivesse dançando, visto que rebolava e remexia a cintura, logo movendo as mãos para o sutiã que usava e o retirando após destravar uma pecinha, indo para a saia e puxando um lado do tecido, desfazendo-se daquela peça em questão de segundos. Estava completamente nua, com a pele pálida e delicada exposta. Gemia novamente, com as lambidas e chupadas.

 

❤Rafa❤

Carcí deu um ultimo chupão antes de se afastar do pescoço da mulher, garantindo que não sairia mais sangue de lá sem que fosse estimulado, desceu para chupar seus seios, começando com os mamilos, mas logo chupando-os por inteiro, não se continha em apenas um, revezava entre os dois, estimulando os mamilos com a língua, uma das mãos subiu para as costas, onde arranhou-a, enquanto com a outra estapeava e apertava sua bunda, Carcí sentia-se devorando uma presa, como se ela fosse uma borboleta debatendo-se nas garras de um morcego, seus olhos emitiam um brilho avermelhado que talvez, fizesse Kasdya pensar que a mais nova pudesse acabar matando-a, mas de fato, sua sede era tanta que se segurava para não rasga-la e banhar-se no liquido vermelho, a mais nova nunca se envolveu de forma ativa com ninguém, por ter medo de acabar machucando as outras pessoas, mesmo quando humana era descuidada e acabava machucando outras pessoas sem querer, agora que era uma vampira, poderia acabar ficando agressiva demais por conta do sangue desta mulher e acabar por matar alguém durante uma relação onde ela dominasse a outra pessoa, a mais nova rosnava e ofegava enquanto suas quatro presas ficavam mais grossas e afiadas, sua língua ficou cumprida e pontiaguda, evitava morde-la para não acabar machucando-a, as garras negras ficaram mais cumpridas e Kasdya podia ver isso se prestasse atenção, assim como facilmente perceber asas de morcego estendidas como se as espreguiçasse, já Arphie não veria isso devido aquela nevoa, que fazia Carcí parecer a mulher mais bela o possível para as pessoas afetadas, escondendo até mesmo as asas, já Dya podia sentir um cheiro de cereja vindo de la.

 

♞❤Polaroid❤♞

A mulher apoiou as mãos nos ombros de Carcí, apertando-a bem forte naquela parte ao sentir o chupão no pescoço, porém, assim que a boca da outra alcançou os seus seios, a mesma não conteve os gritos do mais puro prazer, sentindo a língua deslizar por seus mamilos, enlouquecendo-a. — A-Ahn... E-Espera, um pouco. — falava entre os gemidos e arfadas, sentindo sua parte íntima ficar quente pelo desejo e pelo prazer. No momento que sentira os arranhões em suas costas, arqueou-as enquanto inclinava a cabeça para trás e gemia pela ardência e pela dor que aquilo causou, porém, acima de tudo, a sensação de adrenalina e êxtase consumiu qualquer coisa que pudesse ser desagradável. Mexeu os dedos pelas bordas da roupa de Carcíphonne, desejando começar a despí-la também, visto que estava sendo guiada por aqueles sentimentos e tomando coragem de pouco em pouco. Soltava alguns gritinhos pelos tapas e apertos, prosseguindo com as reboladas ao mesmo tempo em que mantinha um ritmo de uma dança sexy para a morena. Kasdya tinha erguido o olhar mais uma vez, observando a cena de longe e rapidamente notando a aparência da irmã, forçando-a a parar de afiar a lâmina e colocá-la de lado, tratando de se levantar e de se aproximar devagar, no entanto, parou e se sentou em um tronco perto, mas longe daquela suposta nevoa que a vampira criava. Dya estava observando a situação, e iria intervir caso a mais nova perdesse o controle.

 

❤Rafa❤

Carcí começou a bufar de tesão e num descontrole abriu muito a boca indo morder o pescoço de Arphie, já que a Elige tinha colocado a cabeça para trás mostrando toda aquela pele, Kasdya pôde ver aqueles dentes tão grandes e afiados quanto suas adagas, a mais nova abriu mais a boca do que o normal, todos os outros dentes estavam triangulares e pontudos, a língua da mais nova passou por todo o pescoço da mulher, já que estava muito longa, nem mesmo viu a irmã ali, ela havia começado a tremer e as veias de seus olhos ficaram negras, a mão que estava em suas costas passou para apontar as garras na direção da barriga dela, pronta para abri-la.

 

♞❤Polaroid❤♞

Assim que viu aquilo, Kasdya prontamente se levantou mais uma vez, apertando os passos e adentrando na nevoa sem nem hesitar, logo cortando a distância que tinha das duas e no momento em que ficou perto, moveu o braço e enfiou na boca da irmã; não podia fazer muito com apenas uma mão, mas, forçou o membro para trás, tentando afastar a boca de Carcí de Arphie. — Hey... Carcíphonne, afaste as mãos dela. — se referia as garras que a mais nova estava direcionando para a barriga da mulher. A Elige abriu os olhos que tinha fechado, estranhando a situação.

 

❤Rafa❤

As garras retraíram-se e os dentes também-se, sugou um pouco do sangue da irmã antes de voltar a si, parou de bufar e normalizou a própria respiração, voltando a consciência, retraiu os dentes até quase serem normais —Tudo bem Dya... Eu só me exaltei um pouco... Eu já... Já voltei okay?— Sussurrou para a mais velha, levando a mão para os seios da Elige e massageando-os —Quer participar irmãzinha? Ou ficou com com ciúmes?— Piscou para ela, já que estava tentando enganar Arphie.

 

 ♞❤Polaroid❤♞

Grunhiu com a dor meio latejante em seu braço, mas aliviou a expressão quando os dentes de Carcí voltaram ao normal e permitiu que ela bebesse um pouco de seu sangue. Afastou o membro da boca alheia devagar, observando-a fixamente. — Depois teremos uma conversinha... — sussurrou para que apenas a mais nova pudesse ouvir, visto que a audição de ambas era extremamente afiada. A elige olhou-as tentando compreender, mas pensou ser só uma intervenção da mulher de cabelos brancos porque queria participar e, fechou os olhos um pouco, sentindo a massagem nos seios e gemendo de modo manhoso. Dya, olhou para as duas e inclinou-se perto do ouvido de Carcí, logo murmurando: — É bom se controlar. — afastou o rosto. — Fiquei com ciúmes, então vou só olhar mais de perto. — se sentou no tronco ao lado da morena, estando um pouco afastada e não colada nelas.

 

❤Rafa❤

Carcí sorriu para a mais velha e acenou de forma positiva, puxou a mulher para bem próximo de si, abraçando-a e a dando um beijo apaixonado, deixando um filete de saliva ao afastar as bocas, chegou em seu ouvido e sussurrou —Você dança tão bem... Principalmente, rebola como uma deusa— deu-a um tapinha na bunda logo acariciando a região —Quer tirar minha roupa? Eu deixo— Dava selinhos a cada pausa entre as falas —Adoraria me masturbar vendo você dançar nua... Mas prefiro te devorar agora— enfiou um dedo em seu ânus —Espero que isso te anime a rebolar mais, quem sabe eu enfie outros

 

 ♞❤Polaroid❤♞

Arphie retribuiu o beijo, aprofundando-o ainda mais ao colocar a língua e fazê-las se enroscarem antes do contato ser cessado e observar o caminho de saliva ser criado pelo afastamento das bocas. Ela tratava de rebolar e dançar lentamente, tanto para atiçá-la quanto para manter o ritmo adequado, e até sorriu ao ouvir o elogio. — Obrigada... — gemeu com o tapa e, balançou a cabeça de forma positiva, guiando as mãos e começando a despir os tecidos que Carcí vestia naquela noite, tendo que se levantar um pouco para tirar as partes de baixo, porém, ainda mantendo a dança e recebendo os selinhos. Voltou a se sentar, logo sentindo o dedo adentrar em seu ânus, e a morena soltou um grito. As reboladas ficaram um pouco mais rápidas e Arph deslizou os dedos pelos ombros desnudos da outra, apreciando-a com olhares de desejo.

 

❤Rafa❤

Carcí estava comum sorriso malicioso apreciando aquilo, tratou de retirar o dedo e pegou-a no colo, logo deitando-a em frente a irmã e ficando de quatro em cima dela, dando-a um beijo voraz, mas descendo com chupões por todo seu corpo, deixando algumas marcas, até que chegou em sua vagina e começou a chupar-lhe o clitóris enquanto olhava na direção da irmã, aproveitou para acariciar as coxas dela, e massagear-las também, mal falou alguma coisa, apenas queria o gosto daquela mulher em sua boca.

 

♞❤Polaroid❤♞

Após o beijo e de ser deitada, a mulher encarou-a fixamente, perguntando-se o que Carcí faria, mas logo teve sua resposta com os chupões pelo corpo e acabou arqueando as costas ao sentir a boca alheia em sua parte íntima, liberando um gemido longo e manhoso. Moveu as mãos e agarrou os cabelos da morena, apertando os fios de forma involuntária, tamanho era seu prazer. — Ahnn... I-Isso. — murmurou, inclinando a cabeça e deitando no tronco. Os carinhos na coxa e no clitóris só a deixavam mais molhada. Naquele ponto, Kasdya já havia retirado o membro pra fora e se masturbava enquanto olhava a mais nova com uma expressão de completa malícia e desejo.

 

❤Rafa❤

Carcí lambia a buceta da mulher com gosto e vontade, rebolando com a bunda empinada para atiçar a namorada em sua "brincadeira", após alguns segundos quando sua boca já estava se cansando da voracidade que estava usando, Carcí tratou de encostar a própria vagina com a da Elige, esfregando uma na outra, visando esfregar o máximo possível os dois clitóris, tinha abraçado uma das pernas de Arphie e gemia enquanto olhava com tesão para a de cabelos brancos —Arphie... Dya...— chama o nome das duas.

 

 ♞❤Polaroid❤♞

A Elige se remexia e gemia conforme os estímulos ocorriam, já estava bem molhada quando Carcíphonne se afastou e encostou sua vagina com a de Arphie, logo iniciando as esfregadas. A mulher revirou os olhos, arqueando mais as costas e arranhando o tronco com as unhas enquanto tinha a outra abraçada em sua perna. Deixou mais gemidos escaparem e, ergueu-se um pouco, movendo a mão e apertando a cintura da vampira enquanto gemia manhosa. — Me devore... Por favor... — o rosto da garota dizia tudo, queria muito mais. Eliges tinham uma beleza absurda e, ao fazer aquela expressão, foi como ter toda a sua beldade exposta. Dya observava com atenção, lançando olhares maliciosos para a irmã, algumas vezes olhando para o próprio pau, para que ela visse o quão animada a mais velha estava.

 

❤Rafa❤

Carcí não aguentou aquela cena, ainda mais a mulher pedindo para ser devorada, acabou tendo um orgasmo que as outras duas mal puderam perceber, pois enquanto seu corpo tremia, e espirrava seu liquido na Elige, movia-se para beija-la, não se afastando por nada da boca alheia, queria a língua dela dentro de sua boca, queria toda aquela beldade a tocando, manteve a cintura movendo-se para esfrega-la e esticou a mão, tentando alcançar o pau de sua namorada para masturba-la ela mesma, de fato, Carcí amava fazer aquilo a três, encostou os próprios seios nos de Arphie e a outra mão lhe massageava a bunda, Carcí apenas pensava naquelas duas mulheres a sua frente e que tinha ambas para si naquele momento.

 

 ♞❤Polaroid❤♞

Arph sentiu as partes baixas ficarem bem molhadas, até imaginando se Carcí já tivera seu orgasmo, mas resolveu apenas ficar se focando nas sensações da outra se esfregando em si. No momento que o beijo ocorreu, tratou de retribuir com vontade e muito desejo, enfiando sua língua e explorando os cantos e o sabores. Ambos os seios estavam amassados pelos seios da morena enquanto mantinha o contato das bocas e a sentia esfregar-se. Kasdya afastou a mão do próprio membro, permitindo que Carcíphonne a masturbar-se, porém, depois de apenas alguns segundos, a mulher de cabelos brancos se levantou e andou, até ficar atrás da mais nova e segurá-la pela cintura, guiando a glande para o ânus alheio e o enfiando devagar; queria provocá-la e ao mesmo tempo castigá-la.

 

❤Rafa❤

Carcí gemia com todas aquelas sensações, a lingua da Elige lhe invadindo, fazendo com que q mais nova caçasse-a com a própria lingua para enrosca-las e começar uma dança durante o beijo, sua buceta esfregando na da outra e agora as mãos da namorada em sua cintura envadindo seu ânus com o membro rigido dela, graças a movimentação que carci estava tendo que fazer para esfregar-se em Arphie, acabava por mover-se no pênis de Kasdya, fazendo o vai e vem com bastante intensidade, a unica coisa que Kasdya teria de fazer era decidir o quão fundo queria chegar aproximando-se ou afastando-se da morena, ou até mesmo mover a propria cintura caso quisesse enlouquecer Carcí, já que estava chegando proxima ao seu segundo orgasmo, a vitalidade a garota estava tão alta com aquelas duas mulheres que seria possivel até mais do que esses dois, mas dificilmente teria energia de sombra no dia seguinte, nem ousou dizer algo, temendo que as bocas se afastassem, aquela Elige conseguira até cativar Carcíphonne, mas apenas seu desejo carnal por ela, ja que aquela mulher era muito linda e aos olhos de Carcí, extremamente gostosa.

 

♞❤Polaroid❤♞

Ela tratava de se esforçar com o beijo, sabendo muito bem guiar e as vezes deixar com que Carcí prosseguisse com a dança silenciosa das línguas, até mesmo produzindo gemidos abafados conforme o contato se prosseguia, no entanto, seu prazer e as sensações estavam tão altas que não demorou muito para que Arphie alcançasse seu ápice e tivesse um orgasmo longo, tendo seu corpo paralisado pela adrenalina enquanto liberava seu suco. Kasdya segurava na cintura da namorada com a mão e, mesmo que ela já estivesse em movimento, empurrou a cintura contra a bunda da morena todas as vezes que ela vinha, indo muito mais fundo do que o normal e gemendo alto com aquilo. Nem esperou, simplesmente deu as estocadas bem fortes e com uma velocidade pra lá de rápida, pois sabia que a irmã aguentaria aquilo. Deu tapas e arranhou a bunda com força, até usando suas garras para rasgar a pele pálida de Carcíphonne. — Isso mesmo... Continue assim.

 

❤Rafa❤

Carcí afastou centimetros da boca de Arphie, ainda com a lingua tentando alcansar a dela, mas dando espaço para a Elige respirar enquanto tinha seu orgasmo, gemendo bem alto e com tesão, as vezes juntando as bocas novamente por um curto tempo e afastando denovo, a saliva que as duas compartilhavam molhavam a boca dela, escorrendo bastante e pingando na mulher que a dera tanto prazer naquela noite, não diminuiu o rebolado, muito pelo contrario, esfregou com mais vontade para ela gozar o mais gostoso possivel, alem e que agora o pênis que tanto amava estava dentro de si, os tapas e arranhões arrancavam gritos que Carcí abafava beijando Arphie, o sangue da morena escorreu pela bunda devido aos cortes, sangue este que estava quente pelos tapas, isso apenas fez com que a ardencia do machucado a desse mais tesão, era uma puta duma sadomasoquista, não se imoportando se arphie teria mais forças para continuar, agarrou seus seios com as maos e apertou com certa força, massageando tambem, dando foco a besliscar seus mamilos, não deixaria nenhum grito escapar dela tambem, ja que nao queria as crianças acordando e vendo aquilo.

 

 ♞❤Polaroid❤♞

Arph revirou os olhos, arfando e gemendo muito alto conforme tinha seu orgasmo e ainda sentia as reboladas da morena, a fazendo quase literalmente enlouquecer de tanto tesão, tinha ficado muito sensível e aqueles movimentos durante seu ápice simplesmente a derreteram. Por sorte, seus gemidos estavam sendo abafados pelo beijo meloso, as salivas sendo trocadas por cada vez que as bocas se juntavam. Mas assim que teve os seios apertados e massageados, a Elige reagiu, contorcendo-se por baixo do corpo da vampira e berrando de prazer com aqueles beliscões, até mesmo movendo as pernas involuntariamente. Kasdya moveu as garras da cintura alheia, subindo até às costas da irmã e a arranhando ali com muita força, deslizando até os seios da mais nova e a apertando com força enquanto estocava com tudo. A mais velha já estava bem ofegante e suando devido ao prazer e, de repente, arfou e liberou um gemido bem longo antes de enfiar todo o seu membro dentro do ânus alheio, logo gozando: liberou uma quantidade bem exagerada de sêmen e o líquido vazou para fora. — Ugh.... — gemeu de novo, ofegando enquanto sentia o interior do cu da irmã ser preenchido.

 

❤Rafa❤

Carcí teve seu ultimo orgasmo ao ser preenchida pelo semêm da irmã, fazendo-a revirar os olhos e ficar paralisada, beijando a elige e apertando o maximo possivel os mamilos de Arphie, o interior de seu ânus apertou-se bastante, mas sentiu aquele liquido passar por todo seu intestino, sentindo até que talvez tivesse chego ao seu estomago, ou talvez fosse só impressão, acabou por apagar ali mesmo, desmaiando em cima da Elige, de olhos abertos e beijando-a, o beliscão finalmente aliviou, mas o interior da garota continuava apertado, o liquido branco da irmã lhe escorria pela perna, pingando em Arphie e consequentemente no chão, a morena havia molhado bastante a parte inferior da dançarina, sua respiração era ofegante mas se alguem a encostasse ou fizesse algum movimento que a impactasse muito (como Kasdya sair de dentro de si estando tão alertada) Ela acordaria, tentando ficad de pé mas caindo deitada no chão, o suor lhe escorria por todo o corpo, até por causa da fogueira próxima.

 

♞❤Polaroid❤♞

A mulher grunhiu e berrou mais com os apertos nos mamilos e, assim que Carcí apagou em cima de si, nem se moveu, pois nem ela conseguia se mexer também, visto que o orgasmo a tirou todas as energias: a respiração dela estava bem ofegante. Kasdya ficou alguns segundos daquele jeito antes de retirar o membro lentamente e observar seu gozo escorrer pra fora de sua irmã, porém, no momento que a mais nova tentou ficar de pé e caiu, a vampira prontamente ergueu as calças para guardar o membro e foi até ela, levantando-a com o braço e a apoiando em seu ombro, pois não conseguiria carregá-la no colo com apenas uma mão. Levou-a para a cabana, deitando-a e saindo após pegar uma coberta fina, cobrindo o corpo de Arph, logo depois, retornando para a cabana e deitando-se ao lado da namorada e beijando a testa da mesma. — Você devia ter se alimentado mais dela... Amanhã trate de beber mais sangue. — sussurrou no pé do ouvido da morena, mordiscando-a suavemente, aguardando que ela caísse no sono para então dormir também.

 

❤Rafa❤

Carcí mal pode responder algo, apenas esforçou-se para não dormir enquanto a irmã falava, mas caindo no sono logo quando ela acabou de dizer aquelas coisas, um sono pesado que só acabou bem tarde, todos provavelmente ja tinham acordado, e Carcí estava com uma dor de cabeça muito forte, pior do que isso, estava com todo o seu corpo dormente e dolorido, não conseguia mecher as pernas que de vez em quando tremiam levemente, pensava apenas se os ovos estavam bem, ja que se sacudiu tanto na noite anterior, nem se apoiar com os braço conseguia direito, estava sem forças, tanto oor fome quanto por tudo que acontecera, tentou olhar em volta para encontrar alguem.

————

Rhina acordara muito cedo, assim que os animais começaram a acordar era o horario dela de se levantar, guardou os cobertores que usou e observou Neceo dormindo, até dando um beijo em sua testa, acendeu as velas com seu próprio fogo azulado e assim como os incensos, passando a meditar após tomar chá com alguns biscoitos.

 

♞❤Polaroid❤♞

Kasdya estava fora da cabana e todos pareciam estar perto da fogueira organizando algumas coisas, porém, em certo momento, a vampira voltou para o interior da cabana para ver como sua irmã estava, agachando-se perto dela assim que notou que havia despertado. Estranhou o jeito como a mais nova não tinha levantado cedo e, colocou a mão na testa alheia. — O que foi? Tá tudo bem? Precisa de sangue? — fez menção de retirar as garras para rasgar a própria palma da mão, mas esperou alguma resposta e, mesmo que ela negasse o faria se precisasse.

————
Neceo começaria a grunhir enquanto dormia, remexendo-se minimamente, mas logo começando a se contorcer na cama. Um pouco das garras surgiram e rasgando os lençóis enquanto os segurava, começando a suar de modo assustadoramente ambundante.

 

❤Rafa❤

Carcí movru a cabeça em afirmativo mas falou com uma voz rouca e fraca —Não faça isso Dya... Você ja esta com uma mão só e ainda vai corta-la? Chame a Arphie ao invés disso... E... Não é só fome, vocês duas sugaram toda minha energia ontem, três orgasmos e dois deles consecutivos, é claro que vou estar fraca, sua bobinha, apenas preciso descançar... Se puder me levar nas costas durante o caminho pode ser que progrediremos na nossa viagem...— sorriu para ela tentando mover a mão para segurar so pulso da irmã quando falou dela só ter um braço, soltando logo depois, em seguida tentou olhar na direção onde a Elige estava.

————

Rhina levou uma das mãos a frente do rosto, falando algumas palavras em uma lingua antiga e ativando o selo em Neceo, a tinta em sua nuca expandiu-se, fazendo um desenho como se fossem raizes por toda as costas a garota e alcançando até os cotovelos, sugando toda a energia demôniaca que ela tivesse, Rhina suspirou e murmurou — Você tem que aprender a controlar-se enquanto dorme... E rápido.

 

♞❤Polaroid❤♞

— Você sabe que não me importa cortar a única mão que tenho agora... Mas pra sua sorte, tem a Elige, se não, eu não pensaria duas vezes em te alimentar. — sentiu-a segurar em seu pulso, fazendo-a parar de mover as garras em direção a palma e, lembrar-se da mulher que tinham como "bolsa-de-sangue". Moveu os dedos e acariciou a bochecha da mais nova. — Se eu soubesse que tinha sugado tanto a sua energia eu teria pego mais leve na transa... Devia ter avisado, sua pervertidinha. — remexeu numa mexa do cabelo de Carcí antes de se levantar e sair da cabana, mas não demorou para voltar junto de Arphie que continha um olhar curioso e preocupado. Kasdya e a Elige se sentaram do lado de Carciphonne e, Dya moveu o braço por baixo das costas da mais nova e a ajudou a se sentar, mantendo a mão atrás para que ela não caísse. — Aconteceu alguma coisa? Ela se machucou? — Arphie perguntava com tom de preocupação.

————

A demônio produziu alguns ruídos que pareciam ser ocasionados por alguma dor quando o selo se expandiu, mas não demorou até que parasse de se remexer; as garras regrediram e a mesma só estava um pouco ofegante, não mais se debatendo como antes. Se encolheu na cama enquanto dormia, até que sua respiração se normalizasse e ela ficasse em um sono semi-pesado. Neceo despertou logo em seguida, abrindo os olhos lentamente e arfando baixinho.

 

❤Rafa❤

— Não seja boba Dya... Eu nunca pediria para ter diminuido, adoro quando você me pega de jeito, não ouse pegar leve comigo— esperou até a irmã voltar e quando Arphie fez aquela pergunta, Carcí sorriu para ela e murmurou. — Hey, Arphie, pode chegar mais perto? — tentou alcançar a cintura da mulher com as mãos.

————

Rhina havia deitado-se atras de Neceo em sua forma verdadeira e abraçado-a por tras, tentando acalma-la enquanto o sele não fazia efeito, usando suas chamas para acalma-la com o calor reconfortante que transmitiam, quando ela abriu os olhos Rhina sorriu cochichando em seu ouvido —Bom dia minha musculosa— Nessa forma a ninja era ainda maior do que antes, crescendo por volta de dez a vinte centimetros.

 

♞❤Polaroid❤♞

— Você está doente? Foi por causa de ontem e das coisas que fizemos...? — indagava meio sem jeito mas ainda preocupada pelo estado em que Carcí estava, porém, assim que a morena pediu por aquilo, Arphie não contestou e nem hesitou, apenas se aproximou ainda mais; não que fosse difícil, já que estava bem perto. Sentiu a mão alheia em sua cintura, fazendo com que as duas bochechas ficassem como verdadeiros tomates pela vergonha. — S-Sim? — perguntava ainda meio sem jeito. Kasdya olhou para Carcí, sussurrando bem perto do ouvido alheio: — Se alimente direito dessa vez. — Dya dizia para que apenas a mais nova pudesse ouvir.

————

— O-O quê? — seu tom era de surpresa, visto que despertara com a ninja atrás de si. — Por que estou me sentindo como se tivesse sido atropelada por umas quarenta carroças... ? E por que você...? — Neceo não conseguia se mexer direito, e não sabia exatamente o motivo. Porém, apesar de seu suave desespero por conta da confusão, ela não podia negar que havia sentido um certo conforto conforme seu sono se tornava menos turbulento e despertava; era um calor acolhedor, estranhamente agradável.

 

❤Rafa❤

Carcí puxou a Elige e abraçou-a mordendo seu pescoço sem demora —Eu estou bem, obrigada por ontem... Podemos ficar assim por um tempo?— murmurou com a voz abafada numa altura em que Arphie pudesse ouvir, mordeu com um pouco de força após lamber a região e aplicar a substancia anestesica, o abraço era forte e Carcí tinha que se segurar para não perder o c9ntrole tomando aquele sangue tão viciante de uma raça tão bela e deliciosa

————

Rhina sorriu para a garota, virando-a para que ficassem frente a frente, mas ainda abraçava-a —Você ficou agitada... Provavelmente o selo fez o trabalho dele e você acabou ficando cançada demais por ser a primeira vez que era afetada por ele, então eu devidi me deitar com você para ver se acalmava-te melhor, não gostou? Posso sair daqui se quiser— deu um beijinho em sua testa, voltando a sorrir para ela

 

♞❤Polaroid❤♞

A Elige ficou surpresa com o abraço, mas permitiu que o contato ocorresse, notando e achando que Carcí estivesse apenas querendo provocá-la com o beijo no pescoço. Fechou os olhos por um momento, arfando com aquilo. — Sim, podemos ficar assim se você quiser... Você gosta de beijar. — sorriu de modo doce, até achando um pouco engraçado a forma como a morena gostava de ficar daquele jeito. Arphie movera as mãos, apoiando-as na cintura alheia e apertando aquele local.

————

Neceo encarou Rhina fixamente assim que fora virada, percebendo que ela estava em sua forma original, até tentou mexer-se, mas só conseguia mover os dedos; estava de pouco em pouco unindo as forças novamente e suspirou aliviada. — Então o selo funcionou? Não me admira muito... Quanto tempo até eu me recuperar? Já estou sentindo meus dedos. — travou com o beijo na testa, ficando ligeiramente envergonhada. — Não precisa sair.. Aliás, por que você tá nessa forma?

 

❤Rafa❤

Carcí manteve-se naquela posição sugando o sangue daquela mulher até que recuperasse boa parte da energia, possivelmente deixando-a bem fraca e cansada ainda mais por ter apertado bastante a mordida para sair ainda mais sangue, dando seus goles curtos e rápidos em intervalos quase inexistentes —Sim... Eu adoro beijar... Sou muito carente, não é Dya?— Acariciava os fios de cabelo da Elige com um mão enquanto com a outra apertava o abraço em suas costas —Você é tão linda... E doce... E saborosa... Eu poderia me viciar nesse sabor facilmente—murmurava quando já havia sugado muito sangue, pouco antes de parar a mordida e apenas lamber o sangue que lhe escorria.

————

— Funcionou, acredito que em trinta minutos já possa se levantar e andar normalmente. — brincou com os fios da mulher e até usou fogo nas pontas dos dedos para acariciar seu rosto para dar uma sensação mais confortável. — Achei que ficaria mais confortável deitada com outro demônio... posso voltar a forma humana se preferir. — Sua cauda estava em cima da perna da garota, esfregando-a com os pelos na ponta da cauda.

 

♞❤Polaroid❤♞

Arphie respirou fundo, como se começasse a sentir os efeitos de alguma coisa que não sabia bem o que era: sentiasse fraca e meio anêmica, como se faltasse um pouco de oxigênio nos pulmões. A vampira mais velha balançou a cabeça de forma positiva: — Sim... Muito carente. — dizia para entrar no meio da atuação alheia. A Elige nem se movia mais, apenas respirava com certa dificuldade e tinha afrouxado o aperto e no momento que ela soltou a mordida, Arph deixou a cabeça cair no ombro da morena.— Não me sinto bem... — murmurava. Dya inclinou-se para perto da irmã novame te, sussurrando em seu ouvido: — Se sente melhor, amor?

————

— Trinta minutos? Eu consigo em menos tempo... Espere e verá. — seu tom era meio desafiador, mas era notável uma pegada suave e ligeira de algo parecido como brincadeira. Neceo sentiu o calor reconfortante em seu rosto, e deixou-se aproveitar daquela sensação. — Por mim tudo bem você estar na sua forma de demônio, só queria saber o motivo. — a demônio podia sentir a cauda da outra, mesmo que o selo a deixasse cansada não tirava suas sensações. Começou a se esforçar para se mover, e não demorou muito, em menos de vinte minutos começou a se levantar devagar.

 

❤Rafa❤

Carcí acenou positivamente com a cabeça para a irmã e deu um selinho na Elige —Não se sente bem? Deveria descansar então, vamos dormir um pouco que tal?— Deitou-se com ela, aninhando-a em seu peito —Não estou com fome, mas minhas pernas ainda estão formigando... Assim que eu conseguir me levantar a gente vai okay? Eu posso levar Arphie nas costas se necessário.. Ah, quase me esqueci, pode se livrar daquele colete que ela conseguiu tirar ontem? Pede pro Kenar te levar ao rio e joga lá, assim se rastrearem não nos acharão tão cedo.

————

Rhina surpreendeu-se com o empenho da garota em se levantar —Ora ora... Cuidado para não dar vertigem... Quer que eu te segure se for cair? Ou te deixo no chão?— Levantou-se dando espaço para ela poder fazer como quisesse, mas atenta a condição dela —Lembrando que hoje seu treino será pesado, não se force agora para não ter problemas durante ele

 

 ♞❤Polaroid❤♞

Assim que elas deitaram, Arph não caiu prontamente no sono, apenas se manteve acordada por alguns segundos, escutando as vozes das duas, mas não conseguiu entender muita coisa, pois os sons estavam abafados demais por conta de sua fraqueza e o mal estar, e não demorou, até fechar os olhos e tentar descansar, não estando completamente adormecida mas ainda assim em repouso. Kasdya que estava perto, acariciou os fios de cabelo da irmã enquanto ouvia aquelas coisas, concordando com um aceno de cabeça. — Você não precisa carregá-la, eu irei fazer isso se for necessário levá-la, até lá, descanse. Vou me livrar do colete e já volto. — depositou um beijo nos lábios da morena antes de sair da cabana. Voltou depois de alguns minutos, entrando em silêncio para ver como Carcí e a mulher estavam.
 

————

Dito e feito, assim que Rhina falou sobre a vertigem, Neceo sentiu a visão ficar embaçada e perdeu um pouco o equilíbrio, apoiando-se na cabeceira da cama. — Você gosta de curtir com a minha cara né? — se referia ao fato da mulher ter perguntado se deixava ela no chão. Sorriu suavemente. — Não se preocupa... Eu dou conta. Que tipo de treino vai ser?

 

❤Rafa❤

Assim que Dya voltou, encontrou Carcí sentada meditando, com um incenso aceso ao seu lado, havia conseguido sentar-se, mesmo Dya entrando sem fazer barulho, Carcí abriu um sorriso de olhos fechados —Seu cheiro é mais forte que o do incenso pra mim, adoro ele— Lentamente abriu os olhos e apagou o incenso, logo engatinhando até a mais velha e a dando um selinho enquanto puxava-a pelo colarinho —Quer continuar andando? Eu acho que se for devagar eu consigo andar— Ficou encarando-a com um olhar apaixonado.

————

— Primeiro você vai tentar desarmar o Ryuro, sem que ele te veja e sem usar seus poderes demoníacos, em seguida uma luta contra Markda, onde ela tentara te render sem ser vista e você terá que encontra-la antes que isso aconteça, se você avista-la terá que esconder-se dela e rende-la , também sem poderes demoníacos, e por fim, será solta na floresta, onde eu irei caça-la e você tem que evitar ser encontrada até o nascer do sol, se você passar nos três, pode escolher algo, até mesmo dormir na cela. — sorriu para ela com um olhar desafiador, esperando sua resposta.

 

 ♞❤Polaroid❤♞

Kasdya olhou para o chão e viu a Elige dormindo onde ambas tinham deitado e encarou Carcí meditando, logo sendo notada pela mais nova e expressando certa surpresa mas orgulho dela. — Meu cheiro? Devo me preocupar em tomar outro banho? — deu um risinho meio sacana e se aproximou dela enquanto a mesma apagava o incenso, porém, parando assim que a mesma veio engatinhando em sua direção, recebendo um selinho e sendo puxada pela colarinho. — Podemos ir devagar, mas tem certeza que quer arriscar continuar agora? Acho que você ficou meio destruída por ontem... — quase riu, mas segurou. Moveu a mão, acariciando a bochecha de Carcí com cuidado antes de tocar as bocas mas não iniciar um beijo, o tinha feito para provocá-la.

————

— Espera... Sem meus poderes demoníacos? — Neceo se desapoiou da cabeceira, mantendo certo equilíbrio agora e olhando para os cotovelos pra ver se as marcas do selo haviam ido embora. Ela parecia bem surpresa sobre a questão de não usar nada demoníaco, afinal, era um demônio, mas assim que ouviu a parte da cela, sorriu assim como Rhina; desafiadora. — Ha! Será que finalmente vou poder calar o seu jeito teimoso e ir pra cela? Vamos começar o treino agora então!

 

❤Rafa❤

Carcí beijou-a de volta com bastante paixão, mas logo separando as bocas, ainda que mantendo os rostos encostados —Sou uma vampira amor, pelo visto a recuperação mais rápida ajuda neste tipo de coisa também...— Virou-se puxando Dya e deitando-a, logo beijando seu pescoço e descendo até a clavícula —Sinceramente, sinto que posso ir de novo— Agarrou os testículos da irmã com certa força para assusta-la e provoca-la, estava com um sorriso ladino e voltou a chupar seu pescoço —Mas aposto... Que deve querer continuar andando... Se não quiser... Posso te dar um pouco de "carinho"— Massageava as bolas da irmã com certa habilidade (Ela vinha treinando com as frutinhas) —Pode ser com a minha boca... Ou mão... Acho que não seria hora para usar a buceta... Já que os garotos podem vir para cá... e seria mais difícil esconder...— Falava pausada mente visto que ainda dava chupões na mais velha, a mão desocupada segurava seu pulso para que não pudesse toca-la.

————

— Se você usasse seus poderes seria fácil, e queremos mostrar que demônios conseguem conviver com humanos, se você arrancasse a cabeça deles com um chute não seria a melhor forma de fazer isso. — Voltou a sua forma humana e abriu a porta do quarto. —Vamos indo já que esta tão disposta. — A marca do símbolo já havia voltado a ser uma pequena mancha em sua nuca.

 

♞❤Polaroid❤♞

A vampira teria afastado a boca para provocar Carcíphonne, mas decidiu aceitar o beijo e até tratou de morder os lábios alheios antes de separarem o contato, ficando com as faces coladas. — Eu sei que é uma vampirinha, não me surpreendo de estar tão cheia de energia nesse beijo... — arfou ao ser puxada e deitada, perguntando-se o que a mais nova estava fazendo naquele momento, mas assim que sentiu os beijos no pescoço e na clavícula, liberou alguns grunhidos de satisfação. O corpo estava começando a ficar arrepiado, até que, a sentiu agarrar seus testículos com força: — Mas o qu- — deu um suave sobressalto com o susto, arregalando minimamente os olhos e temendo que a mesma acabasse esmagando suas bolas. — Ei... Carci, você ainda quer ter filhos... né? — tremulava um pouco, ficando meio estática com os beijos no pescoço. No instante que a massagem em seus testículos se iniciaram, Dya ficou mais aliviada, ofegando baixinho e até fechando os olhos por um segundo, mas logo os abrindo para olhá-la. — Você quer... Fazer isso? — uma suave, bem suave, elevação se formava no meio das pernas da mais velha. Tentou segurar os gemidos, mas não pôde, deixando alguns escaparem por conta dos chupões. A mulher de cabelos brancos tentou mover a mão para fazer alguma coisa, seu desejo era tocar Carcí... queria tanto sentir sua pele.

————

— Se eu arrancasse a cabeça deles seria divertido... Afinal, essa é a melhor habilidade da minha espécie, tenho orgulho dela, mesmo não tendo sido a melhor do meu bando... — a voz dela pareceu mudar para um sussurro quando tocou no assunto do bando, demonstrando que ainda estava meio afetada por aquilo. Suspirou, dando alguns passos em direção a porta, esperando que a ninja a guiasse. Tinha pego as armas que sempre usava e, havia amarrado o cabelo, logo depois vestindo o cachecol vermelho.

 

❤Rafa❤

Carcí sorriu e puxou mão de Kasdya, fazendo-a tocar em seu rosto —Só escolha como quer que eu te dê prazer... Não precisa nem dizer, apenas me faça ir até essa rola com o que você quer que eu use— Beijou a palma da mão da irmã, mordiscando-a e começando a esfregar seu pênis com a mão —Eu não te excito? Achei que estaria maior... Talvez eu tenha que me esforçar mais...— Tirou a parte de cima da camisa, mostrando os seios e fazendo-a segurar um deles —Se eu não te excito... Então você estava se masturbando para a Elige ontem? Ele estava tão duro e grande

————

Rhina perdeu o sorriso de seu rosto ao vê-la colocar o cachecol, já que por um instante vira Carcíphonne —Carcí...— Chamou Neceo porem com o nome da mulher da mulher que amava, mas logo olhou para frente e guiou-a até a área de treino.

 

♞❤Polaroid❤♞

Dya tocara no rosto de Carcí, sentindo a maciez da pele alheia e apreciando o quão bela sua irmã era, até que escutou a pergunta e respondeu prontamente: — Que tal com a sua boca? Eu sempre gozo rápido com ela... — assim que sentiu o beijo na palma, tratou de acariciar o lábio da morena com o dedão, arfando quando a mais nova esfregou seu pênis, não demorando muito para o volume começar a crescer. — Claro que você me excita... você só me deu um sustinho... não que eu não tenha gostado mas- — não conseguiu prosseguir, observando-a mostrar os seios e logo os tocando, arfando e ofegando com mais ansiedade. Apertou com força, antes do volume em suas calças ficar completamente enorme. — Não estava me masturbando para ela... Estava me masturbando para você, aliás, ela não vai acabar acordando no meio disso aqui? — olhou de canto para Arphie que dormia no saco de dormir.

————

A demônio franziu ao ouvir o nome. — Hmm? Carcí? — indagou com um ar meio curioso enquanto andavam até a área em que Rhina queria que Neceo treinasse, esperando algum tipo de resposta, mas caso não recebesse iria se manter quieta, visto que não era muito de insistir em assuntos pessoais e aquilo realmente parecia intimo.

 

❤Rafa❤

Carcí amou ouvir a confissão da irmã, deuxando a toca-la onde e o quanto quisesse —Nah, suguei bastante, até um pouco mais depois que você saiu... Ela não esta morta né? Espero que não... Mas se ela acordar tambem... que mal faz? Você é minha namorada e eu vou chupar seu pau, não vejo nada de errado nisso— A mais nova esperou que a irmã cansasse de tocar em seu corpo ou a puxasse para baixo para começar a beijar sua barriga, descendo até chegar em suas calças, onde beijou as bolas da irmã e cheirou com prazer seu pênis excitado —Aaaah... então é daqui que vem os feromônios da minha irmã... Esse cheiro me deixa tão...— deu um gemido esfregando o rosto no orgão reprodutor da mais velha e lambendo-o por cima da vestimenta com um sorriso —Meu deus! Como eu queria que você sentasse na minha cara esfregando isso no meu rosto! O cheiro me deixa louca...— agarrou as pernas de Kasdya e precionou a glande da mais velha contra o nariz, dando fungadas profundas e pesadas.

————

— É o nome de uma meio demônio... Ela era especial pra mim... Uma garota fofa, inocente e gentil... Ela usava um cachecol vermelho igual ao seu... Desculpe, vamos continuar. — Levou-a até uma ruína de um castelo antigo, no meio a floresta. — Ele já esta la dentro, você tem que ir lá, encontra-lo e fazer de tudo para não ser vista e desarma-lo, comece quando quiser.

 

♞❤Polaroid❤♞

— Não, ela não está morta, consigo ouvir a respiração dela daqui, mas está bem fraca... Tente tomar cuidado ao beber, se quer beber um monte é só se atentar aos batimentos, quando o coração estiver quase colapsando aí você para... Vê se não vai matar a pessoa que salvou, né? — estava deslizando os dedos pelo mamilo da mais nova, tocando-a ali e apertando enquanto dizia aquelas palavras. Sentiu os beijos em sua barriga, apoiando a mão no ombro alheio enquanto Carcí beijava suas bolas e a cheirava, sorrindo de modo malicioso com aquilo. — Você é mesmo uma pervertida... Puta que pariu... — gemeu um pouquinho quando ela esfregou o rosto, acabando por arcar com a lambida. — Quem sabe na próxima eu sente na sua cara... Hmm? — agarrou os cabelos da irmã, puxando o rosto dela para longe do membro, logo tratando de abaixar um pouco as calças e deixar o membro pra fora; estava completamente duro e latejava, com sua grossura e tamanho bem avantajados e era como se o pênis implorasse por estímulos. Dya agarrou o pescoço da mais nova, empurrando-a contra o pau. — Tá na hora de mamar... Você que fez isso, então arque com as consequências.

————

— Ah bom... — Neceo resolveu não perguntar mais nada, ficando em silêncio o caminho inteiro e assim que avistou as ruínas, assoviou. — Certo então, vou agora mesmo. — a demônio correu na direção do castelo e seus passos eram como plumas pisando na grama ou nas estruturas. Saltando pelas pedras e se apoiando nas fissuras da construção, sempre tomando o devido cuidado e indo o mais sorrateira possível. Crowalds eram exímios em furtividade e nem precisavam usar seus traços raciais ou habilidades demoníacas para isso, visto que eram assassinos da noite.

 

❤Rafa❤

Carcí estava ofegante ao ser puxada para trás pelo cabelo, adorava quando a irmã a dominava, então ficou assitindo tirar o membro para fora, acabando por babar e lamber os lábios, ao ser puxada pelo pescoço na direção do pênis da mais velha, enfiou-o direto na boca, chupando com gosto enquanto encarava Kasdya com um olhar safado, chupou toda a estenção do membro e uma só vez, tirando-o da boca logo em seguida —Eu amo sangue... Mas sua porra é minha bebida favorita— beijou a glande e passou chupar apenas ela, lambendo-a por dentro da boca, em seguida enfiou tudo novamente, sentindo a pulsação e imaginando a quantidade e sangue naquilo, até dando vontade e morder, mas não o fazendo, usava a lingua para dar os estimulos que ele queria tanto.

————

Ryuro esta sentado na sala do trono, com a espada em sua frente apoiando s duas mãos em seu cabo "sera que não é muita ousadia sentar no trono de um rei... Naah" estava de certa forma distraido com pensamentos bobos, mas seus sentidos eram aguçados, reparando m qualquer barulhinho que ouvisse, esse fato ficou obvio quando ele atirou uma shuriken em uma barata que subia por um pilar sem nem olhar naquela direção, seu rosto era serio apesar dos pensamentos bobos.

 

♞❤Polaroid❤♞

Dya sentiu a boca da mais nova envolver seu membro, arrancando-lhe um gemido longo de prazer e satisfação, fechando os olhos por alguns segundos. Era uma sensação completamente deliciosa, tê-la chupando seu pau e estimulando-o com a língua, fazendo com que as pulsações ficassem ainda mais fortes, latejando com bastante vigor. A vampira abriu as pálpebras, apreciando a expressão safada de Carcí, empurrando a cabeça dela mais fundo para que o pênis entrasse por complexo em sua boca, logo a soltando e deixando que lambesse sua glande. Kasdya gemia rouca e baixo, ofegando e expressando luxúria, ainda segurando nos cabelos de Carciphonne e a guiando para o vai e vem. — Isso... Porra... Ahnn... — o membro parecia ter ficado maior com o contato da boca da morena.

————

Demorou um pouco até Neceo encontrar o local onde Ryuro estava, mas se manteve bem longe para analisar a situação. A demônio olhou para alguns pilares que estavam perto dela, notando a presença de alguns corvos e, subiu até lá, logo pegando um com o dedo, visto que não saíram voando ao vê-la. — Preciso da ajuda de vocês... — sussurrou para um deles em um idioma estranho, mas não era nada demoníaco e nem anormal, era apenas sua língua. Acariciou o bico do animal antes de fazê-lo voar para o ar. Se virou, descendo silenciosamente e começando a se aproximar da sala com passos extremamente silenciosos e rápidos, havia retirado a katana curta e apoiado o cabo na boca enquanto tinha algo na mão esquerda. Tentou se infiltrar pelas partes escuras do salão, para chegar perto da parede lá dentro e tentar escalá-la para grudar-se no teto, caso Ryuro suspeitasse de algo, o corvo que estava apenas em uma janela perto, voaria na direção do rosto do homem e tentaria arranhar sua face.

 

❤Rafa❤

Carcí seguiu o vai e vem conforme Kasdya a guiava, usando uma das mão para massagear seus testiculos, a mais nova surpreendera-se com o quanto aquele pau crescera e senti-lo latejando em sua boca a encheu de confiança, imitando gemidos e grunhindo para excitar Dya, a morena chupava-a com gosto enquanto esfregava a lingua no pênis que lhe ocupava toda a boca, mantinha os olhos na irmã paraprovoca-la exibindo uma expressão de como se pedisse por mais, com a mão livre começou a esfregar a vagina da mais velha, checando se ja estava pronta para uma penetração.

————

Ryuro havia fechado os olhos e inicuado uma meditação, do lado de fora, Rhina encostara numa arvore de braços cruzados e estava pensando sobre Carcíphonne, até que em sua cabeça se fez a imagem da Neceo e sentiu uma pontada no peito, parando de pensar naquilo.

 

♞❤Polaroid❤♞

Parou de empurrar a cabeça da mais nova, gemendo e ofegando com a massagem em seus testículos e pelas chupadas em seu membro, havia até mesmo sentindo a baba da irmã deslizar junto da boca dela no pau e a língua que estimulava a deixava ainda mais excitada. Apreciou os gemidos alheios como se fossem a música mais melódica e perfeita do mundo, certamente acabando por ficar bem "animada", pois adorava quando a irmã a provocava assim. Moveu a mão e apertou o pescoço da mais nova, e deixando-a fazer o vai e vem por ela mesma enquanto mantinha os olhares em seu rosto: Kasdya expressava luxúria e prazer, não contendo seus sentimentos por aquilo. Por conta de todo o tesão e excitação, a mesma já estava bem molhada na parte íntima, tanto que até escorria um pouco para fora.

————

Alguns outros corvos pousaram em outras janelas, fingindo estarem bicando as fissuras das pedras do salão como se procurassem por algum inseto. Neceo estava escalando o teto da sala do trono, logo se posicionando acima de Ryuro e, jogou o que estava segurando na mão esquerda: pareciam ser bombas de fumaça e a mesma jogara bem perto do trono. Assim que a demônio jogou, no mesmo instante, os corvos apertaram também as bombas que haviam escondido nas fissuras em pontos estratégicos, espalhando a fumaça pelo salão inteiro, assim, o homem não saberia exatamente de qual lado ou direção as bombas vieram e estaria coberto pela fumaça enorme.

 

❤Rafa❤

Assim que percebeu que a irmã já estava mais do que pronta, tratou de enfiar dois dedos dentro dela, mas claro mantendo a sucção com a boca e sem dimunuir os movimentos com a lingua, a mão em seu pescoço a deixou bem animada, acabando por empinar a bunda e rebolar, como outra forma de provocar a irmã, com os dedos que lhe penetraram, buscou o ponto G da mais velha e tratou e esfrega-la ali com bastante ânimo em um vai e vem frenético, acabou tambem por enfiar toda a extenção do pênis até sua garganta, engasgando um pouco, até por que a irmã a segurava ali e conseguiria sentir o próprio pênis fazendo uma protuberancia no pescoço da mais nova já que estava tão grande, acabou por revirar os olhos, aquele pau latejando em sua garganta a tirava do sério, a baba escorria até seus testiculos, os quais soltou e agarrou em um dos seios da de cabelos brancos.

————

Ryuro abriu os olhos sem surpresa e levantou-se, colocando a espada no ombro —Quem esta ai?... Minha ordem é proteger este local, afastesse ou será morto— Ryuro tinha recebido como missão para tornar-se um mestre proteger estas ruinas até que Rhina voltasse, entrou em posição de combate e a nevoa vermelha o circundou novamente, estava pronto para matar qualquer um que se aproximasse.

 

♞❤Polaroid❤♞

— Argh! — liberou um gemido longo e profundo ao sentir a mais nova enfiar os dedos em sua parte íntima, acabando por mexer um pouco as pernas no processo. Tanto a sensação de tê-la a penetrando e de tê-la chupando seu pau a deixaram extremamente louca, revirando os olhos quando o vai e vem se iniciou e ela estimulou o ponto G.— Porra... Carcí... D-Desse jeito eu vou gozar rápido... — gaguejava entre os gemidos, observando-a empinar a bunda e ficar ainda mais excitada. No momento que a mais nova enfiou todo o seu pênis, deixou mais um gemido escapar, rouco e repleto de prazeres. Apertara o pescoço de Carcí, podendo sentir um pouco mais a protuberância que o membro deixava por estar ali dentro. A respiração da vampira estava ofegante e seu corpo extremamente quente, quase afrouxara o aperto no pescoço alheio ao sentí-la apertar o seio, fazendo-a liberar mais gemidos e grunhidos de excitação. — Você é uma... Pervertida esperta... Sabe me provocar... — murmurava num tom para que apenas Carcí pudesse ouvir. Soltou o pescoço alheio e deslizou os dedos até o peito da irmã, apertando com muita força e puxando o mamilo.

————

"Treino com atuação? Caralho" pensou Neceo ao ouvir as palavras de Ryuro. A fumaça nada mais era do que veneno, um sonífero completamente estranho, pois ele afetava o sistema nervoso primeiro, fazendo com que a vítima ficasse paralisada sem nem ter chance de tentar não respirar a toxina, assim, o sujeito acaba sendo afetado pelo sonífero potente que contém na névoa, além disso, é um agente completamente forte, feito para até bestas grandes, mas não sendo fatal nem para criaturas menores. A demônio estava com máscara e por isso não seria afetada e, pousou atrás de Ryuro com uma leveza excepcional, buscando ser o mais furtiva possível. Logo tentando chutar as partes traseiras de seus joelhos para desequelibrá-lo, caso conseguisse tentaria arrancar a espada de sua mão. Como a fumaça estava acorbertando tudo, Neceo ficava muito bem camuflada.

 

❤Rafa❤

Carcí continuou chupando o membro da mulher enquanto enfiava um terceiro dedo dentro dela, ao ter o mamilo puxado soltou um gemido mais alto e engasgou com o pênis em sua garganta, acabou por projetar as garras e arranhar de leve o seio que segurava.

————

Ryuro demorou mais do que o normal para começar a ser afetado pelo sonífero, mas acabou por começar a ficar mais lento e sonolento acabando por não conseguir reagir a tempo e cair no chão sem forças para se levantar, sendo desarmado se resistencia.

 

♞❤Polaroid❤♞

— Você é uma gatinha bem afiada... — grunhiu com as garras lhe arranhando suavemente na região do seio e, gemeu ao ter outro dedo dentro de si, arfando mais alto. Não podia simplesmente aguentar tantos estímulos, tanto sua parte íntima como o próprio pênis latejavam de prazer pelos dedos e boca da mais nova. Não demorou, até que Kasdya liberasse um grunhido mesclado a um gemido diferentes dos outros e acabasse por gozar tanto pelo pau quanto pela vagina; liberando sêmen na garganta da irmã. Soltou o seio alheio, agarrando a cabeça de Carcí para que ela bebesse tudo.

————

Neceo pegou a arma e andou calmamente até a janela mais próxima onde um bando de corvos aguardava, com a outra acariciou abaixo do bico de um deles: — Bom trabalho... Agora levem. — dizia estendendo a espada. Os pássaros pegaram-na e começaram a carregá-la, voando até onde Rhina estava e jogando o armamento nos pés da ninja, logo se dispersando e pousando nos galhos da árvore. A demônio voltou para perto de Ryuro para checar seu estado.

 

❤Rafa❤

Quando a irmã teve seu orgasmo Carcí retirou lentamente os dedos de dentro da irmã e soltou seu seio, abraçando suas pernas e fechando os olhos para engolir todo o semem que a mais velha liberava, apó isso, vagarosamente retirou o membro de sua boca e beijou-o —espero que tenha gostado amorzinha...— Esfregou o braço na boca, secando a saliva e encarando a reação da irmã após aquilo —Seu rostinho enquanto eu te mamo é tão fofo, acho que vou fazer isso mais vezes.

————

Rhina observou a espada ser deixada em sua frente mas ficou em duvida e onde estaria a garota, enquanto isso Ryuro que ainda estava acordado, apesar de sua visão estar embaçada e vendo em dobro, tentou levantar-se mas mal aguentou o próprio peso e caiu no chão, dormindo antes de ver Neceo.

 

♞❤Polaroid❤♞

A expressão de Kasdya quando tinha aqueles momentos íntimos com a irmã era bem diferente das reações que tinha normalmente, naquela hora, era como se a vampira ficasse completamente exposta e somente Carcí sabia daquela expressão tão íntima de Dya, afinal, apenas a mais nova via o lado exposto e "frágil" da vampira, visto que quase nunca demonstrava isso para outras pessoas; raramente. Estava com a respiração ofegante quando Carciphonne tirou a boca de seu pênis, acariciou as mexas do cabelo alheio devagar com extremo carinho envolvido. — Claro que gostei... Eu adorei... — falava com a voz ofegante. As bochechas da mais velha ficaram vermelhas ao escutar aquilo: muito raramente ficava corada para outros, mas com Carcí era muito mais fácil, visto que a mulher conseguia e sabia tirá-la do sério. — F-Fofo? Não... Droga... — tinha certamente ficado envergonhada.

————
Assim que Neceo chegou perto de Ryuro, se esforçou para apoiá-lo no ombro e foi em direção a porta do salão, andando pelas ruínas e retornando para a floresta, indo para onde tinha visto Rhina pela última vez.

 

❤Rafa❤

Carcí ficou de quatro em cima da irmã, deitando-se em seu peito logo em seguida com um sorriso contente —A Dya é fofinha!— apertou-a em um abraço —Ta com vergoinha amore? Que bochechinha vermelha mais adorável— Distribuiu alguns beijos em seu rosto, ficando naquela posição por bons minutos, mas após um tempo levantou-se —Queria muito te provocar por ser tão cute cute, mas acho melhor irmão não? Vou desmontar o acampamento, tome o tempo que precisar— Carcí saiu da cabana e começou a desmontar e guardar as coisas do acampamento, pedindo ajuda para as crianças.

————

Rhina arregalou os olhos e aproximou-se da garota —Uau... Certo, infelizmente não tenho como saber se ele te viu, então quando ele acordar saberei a resposta, mas podemos ir para o próximo direto, o que acha?— Ofereceu o colo para que Neceo a entregasse o corpo de Ryuro —Leve a espada, sim?

 

♞❤Polaroid❤♞

Dya não demorou até ajeitar as calças e as roupas, levantando-se logo em seguida e retirando-se da cabana pela qual Carcí e as crianças desmontavam. Andou até onde estavam a mesa e as cadeiras de troncos, começando a guardar as coisas numa das bolsas mágicas e, depois de terminar, foi em direção a fogueira para apagá-la. Kenar estava tentando ajudar Redsa com a cabana, mas o pequeno cabritinho era bem desleixado e fraco, quase nem conseguindo segurar algo pesado demais, então o mais velho tentava auxiliar como podia, além de estar atento aos pedidos de Carcí. Arphie havia se levantando e foi para perto de suas coisas que tinha deixado perto de um tronco, pegando-os e vestindo as garras e ''sapatos'' de metal.

————

Neceo deu Ryuro para Rhina, logo se virando para pegar a espada que ela havia pedido para carregar, após catar o armamento e se despedir dos corvos, voltou-se para a ninja com um sorriso ladino nos lábios. — Sim, podemos ir para o próximo.

 

❤Rafa❤

Carcí terminou de guardar as coisas nas bolsas, entregando algumas para Dya e deixando um beijinho em sua bochecha —Fofa...— Logo indo para perto de Arphie —Essas garras nos seus pés não te incomodam? Tenho uns sapatos extras que posso te emprestar... O que acha?— Observou-a para ter certeza de que não estava fraca demais, logo virando-se e pedindo para os garotos se aproximarem dela com um sinal com as mãos.

————

Não demorou até chegarem a um pântano, próximo da floresta, as arvores produziam bastante sombra —Tem monstros ai... tome cuidado, ela esta te procurando já— Rhina sorriu de forma desafiadora, afinal, ela havia contado para Markda que Neceo os traiu e mutilou o irmão dela, falando que ela fugiu para o pântano e deixaria Mark ter sua vingança, deixando a garota com uma capa de proteção contra os monstros, que a faria não ser percebida por eles, assim como falou para Ryuro proteger as ruinas e que ninguém deveria se aproximar, isso tudo foi feito de manhã, utilizando uma de suas sombras com uma ilusão que fazia parecer ser ela em pessoa, inclusive para Markda Rhina estava ferida pela luta contra Neceo e a instruiu em não ser vista, pois só teria chance se a pegasse de surpresa.

 

♞❤Polaroid❤♞

As bochechas de Kasdya ficaram num tom meio róseo bem fraquinho quando Carcí a deu um beijinho e a chamou daquilo, lembrando-se da cena de minutos atrás, mas logo se recompondo e concentrando-se em arrumar as bolsas de couro com a capa negra por cima. Arphie estava terminando de colocar as garras nos pés quando escutou aquilo, sorrindo de modo doce; ela parecia fraca e fazia tudo bem devagar. — Não me incomodam, eles são feitos para não sobrecarregar os pés e também são feitos para machucar... — apontava para o metal afiado, que parecia conter algo mais. — Obrigada pela preocupação. Os garotos se aproximaram ao serem chamados: Kenar estava com um doce na mão e Redsa parecia ter colhido algumas frutinhas aleatórias que encontrou ali perto, logo as comendo.

————

A demônio se virou em direção ao pântano e nem fez perguntas ou assentiu, apenas tomou impulso e foi pulando pelas árvores como podia, porém, no meio do caminho encontrou um monstro abaixo de si, qual prontamente o matou. Pegou o corpo morto da criatura e dilacerou algumas partes para parecer que foi morto por outra besta, e em seguida, retirou as tripas para abrir espaço dentro, assim que terminou a ''obra prima'', jogou o corpo por cima do ombro e se infiltrou por entre as árvores, procurando por rastros de Markda; o que não foi muito difícil de achar, visto que a garota vivera em todos os tipos de cenários selvagens e era como estar em ''casa'', conhecia cada cheiro, cada odor, cada tipo de mancha ou pegada. Começou a seguir os rastros.

Markda estava completamente desolada e quase surtada, depois de ouvir aquela notícia de Rhina sobre a suposta traição e de descobrir que o irmão tinha sido mutilado, seu coração quase explodiu de ódio. Sua raiva era tanta que mal conseguia se controlar para manter a furtividade, algumas vezes dando um passo em falso. A expressão da garota era de cólera e tristeza conforme caminhava pelo pântano.

Foram pelo menos alguns minutos até que Neceo conseguisse chegar perto de rastros frescos e, prontamente avistou Mark que parecia estar vindo em sua direção, tratou de se esconder atrás de uma árvore, vestindo o corpo morto do monstro que matou como se fosse uma roupa e deitando no chão. Assim que Markda passou perto, a ninja olhou para o ''corpo'' e expressou nojo, cutucando com a ponta de uma das duas katanas que carregava em mãos e rapidamente prosseguindo com a caminhada. No momento que ela ficou de costas para Neceo, a demônio se levantou, livrando do corpo morto e avançando contra a garota e apoiando a lâmina ao lado do rosto na direção do pescoço da mesma. — ha! Te rendi primeiro, então eu ganhei! — dizia Neceo, porém, num único movimento Mark desarmou a demônio que se encontrava de guarda baixa e se virou, jogando uma das katanas na direção da Crowald, qual desviou por um trás ao dar um salto e parar acima da árvore.

— Sua BRUXA! Eu vou te matar pelo o que fez com o meu irmão! — Markda gritava e a katana que segurava com a mão falsa começou a brilhar e uma borboleta se desenhou na lâmina.

— Oi? Você e seu irmão estão com um complexo de atuação ou algo assim? — perguntava meio confusa, mas atenta ao tipo de poder que a outra estava invocando.

 

❤Rafa❤

—Redsa... Onde achou essas frutinhas? Tome cuidado, podem ser venenosas...— Tentou averiguar que tipo de frutas o garoto havia pego —Bom, estão prontos para ir? Arphie, eu vou te levar nas costas okay? Você obviamente não esta muito bem, não deve se esforçar, muito menos andar muito como vamos fazer agora, desculpe Redsa, mamãe não vai poder te levar no colo hoje, mas você pode segurar no meu cachecol.

————

Rhina estava preparando um emaranhado de ervas que logo colocou fogo na ponta e aproximou do nariz de Ryuro, fazendo-o acordar

—Oque?! Quem?! Mestra?! Desculpe, eu falhei m meu dever, alguem invadiu as ruínas eu devo caçar essa pessoa e... Onde estamos?— O rapaz acordou com bastante energia pegando sua espada e preparando-se para ir atras de quem o colocou para dormir.

—Então parece que você não a viu mesmo... Relaxe Ryuro, foi a Neceo, eu te enganei para testa-la, assim como o fiz com Markda que deve estar caçando-a com tudo neste exato momento... só espero que nenhuma das duas acave morrendo— Sentou-se e começou a preparar um kit de chá.

— Então a Markda?... Não acha isso preocupante?— Sentou-se ao lado da mestra —Não querendo questionar seus metodos... Mas acha que ela esta pronta para... Enfrentar outro demôniom?

Rhina sorriu com um olhar de certa forma maligno. — É melhor estar... Se ela quiser, pode acabar se matando para conseguir a vitória, espero ter a ensinado bem que nada vale um sacrificio, uma vida não se paga com outra, e vingança é o pior inimigo e um ninja.

 

♞❤Polaroid❤♞

— Huh? Eu achei em uns arbustos aqui perto, elas tem um gosto meio... Azedo... — não precisava ser um especialista para saber que aquelas frutinhas negras eram realmente venenosas, mas Redsa nem fazia ideia e estava com elas na boca, engolindo algumas. Arphie manteve a visão em Carcí, parecia se esforçar para manter o contato, já que via o cenário meio embaçado, porém, ainda tinha o sorriso singelo e doce nos lábios meio pálidos: — Sim... Me desculpe pelo meu mal estar, talvez eu esteja pegando algum resfriado, ou ficando doente, é uma época complicada.

— Estou pronto pra ir! — Kenar parecia bem animado e tinha uma expressão travessa no rosto enquanto Kasdya acenava com a cabeça e se aproximava.

— Eu posso carregá-la Carcí, não vá se sobrecarregar. — dizia a mais velha enquanto ficava perto das duas, olhando diretamente para a irmã que oferecia ''carona'' para a Elige.

————

— Vou fazer se arrepender do que fez... — dizia conforme seus olhos eram tomados por um brilho rosado e a borboleta em sua katana também produzia um fulgor. A borboleta se desgrudou da lâmina, voando até ao meio do pântano em frente a Neceo e, de repente, Markda colocou os dedos em frente ao rosto e murmurou algumas palavras e a pequena borboleta começou a crescer até pelo menos três metros de altura com uma aparência completamente grotesca. — Devorador de sangue... Mate-a! — a borboleta demônio rugiu e avançou na direção de Neceo.

— Isso é parte da porra do treinamento? Desde quando pode usar petzinho?! — berrava para Mark, achando aquilo uma verdadeira brincadeira idiota. Arregalou os olhos quando a besta veio em sua direção e puxou a katana curta com a direita e com a esquerda, lançou bombas fumaças no rosto do monstro, o fazendo recuar e gritar enquanto Neceo tentava se afastar, mas foi encurralada quando Mark correu em sua direção para atacá-la. Ambas as lâminas se chocaram com Neceo defendendo-se e a ninja atacando.

''Sério que não posso usar habilidades demoníacas? Que merda'' pensava consigo mesma após defender outros lances de golpes de Markda, até que a borboleta tentou atacá-la, fazendo-a saltar, usando um tronco como apoio e pulando nas costas da besta, encravando a lâmina no pescoço do monstro, o fazendo berrar em agonia enquanto se debatia para tentar derrubá-la. Uma língua longa saiu da boca da borboleta e esta possuía um ferrão afiado, qual lançou contra Neceo, encravando-se no ombro um pouco abaixo, perto da clávicula e num único ''gole'', sugou uma boa quantidade de sangue dela, fazendo-a grunhir e enfiar ainda mais a lâmina no pescoço, derrubando-o morto e logo cortando a língua que estava grudada em si. Nem teve tempo, visto que Mark pulou em sua direção, mais uma vez, o ecoar de lâminas soou pela floresta conforme ambas trocavam golpes e Neceo era pressionada a dar passos para trás enquanto recebia toda a fúria da ninja. O corpo da borboleta gigante desapareceu e voltou a estar desenhada na lâmina da katana de Mark, fazendo a katana retornar a brilhar com todo o seu vigor.

Num giro repentino e arriscado, Neceo puxou as bombas venenosas e jogou-as contra a mulher, mas isso lhe custou a lâmina alheia cortando-lhe uma parte de sua cauda. A demônio cambaleou para trás com um grunhir de dor, e Mark recuou também na direção contrária, mas caindo no chão após ser afetada pela fumaça. Depois de recuperar um pouco o fôlego, se aproximou da ninja inconsciente e a apoiou em suas costas, voltando para o ponto onde tinha se separado de Rhina.

 

❤Rafa❤

Carcí encarou Redsa e tirou as frutinhas das mãozinhas dele —Queridinho... Isso pode te matar... Eu vou fazer um antidoto agora mesmo apenas por precaução, mas por favor, quando quiser frutinhas me peça tá bom? Dya, pode levar o Redsa? Se ele for andando pode ficar paralisado e acabar ficando pra trás sem que nós percebemos— Tirou algumas ervas de uma bolsa e uma vasilhinha de argila começando a moer-las.

————

Rhina ouviu o som das espadas, acabando por ficar preocupada com aquilo, mas logo vendo a demônio chegando com Markda em seu ombro — Então? Como foi?— Ruyro levantou-se aproximando-se da garota. — Pode deixar ela comigo... fico imaginando o que a Rhina disse para ela...— Tirou a irmã do ombro da outra sem nem esperar pela resposta.

— Pelo visto mais uma que vamos ter que esperar para descobrir como foi... Mas acho melhor você correr agora garota... Você tem até meu chá acabar para eu ir atrás de você. — Continuou tomando seu chá.

 

♞❤Polaroid❤♞

— Mas... Mas... Eu gosto de frutinhas! — Redsa fez um biquinho ao ter as frutas tiradas de si, quase fazendo uma expressão de cachorrinho abandonado com as orelhinhas pra baixo. Kasdya suspirou ao ser ignorada pela irmã, mas resolveu deixar com que a morena fizesse como queria, então, agachou-se e pegou Redsa no colo de uma forma meio desajeitada mas estava fazendo como podia. Também, aproveitou para pegar Kenar e o apoiar nos ombros.

— Eu sempre falo pra ele não comer qualquer coisa que se pareça com uma fruta! — dizia Kenar com uma expressão enraivecida e olhando para Redsa.

Arphie estava bem preocupada, nem tinha notado que o pequeno carneiro estava comendo frutas venenosas. — Você sabe fazer antídotos? — perguntava ao observá-la.

— Claro que ela sabe... Minha namorada é muito inteligente. — a vampira falava aquilo com orgulho na voz.
 

————

— Como foi?! Desde quando ela tem uma borboleta gigante que gosta de sang- — foi interrompida pela fala de Rhina, encarando-a com uma expressão de surpresa antes de simplesmente começar a correr pra longe, enfiando-se no meio da floresta.

Markda estava com uma marca negra no rosto; isso sempre acontecia quando ela invocava a borboleta demônio.

 

❤Rafa❤

Carcí fez algo semelhante a uma geleia e se aproximou de Redsa —Abre a boquinha amorzinho...— Daria para ele com uma colher de madeira, aquilo tinha um gostinho amargo, mas misturou algumas frutinhas das quais tinha pego para melhorar o sabor —Eu aprendi no dojo... Tínhamos que saber como sobreviver em todo tipo de ambiente, teve um treino que eu tive que viver dentro das paredes de uma casa por uma semana, sobrevivi de insetos, ratos e agua que ficava retida na madeira... isso por que dei sorte de chover— Após tudo aquilo pegou Arphie nas costas e sorriu para a irmã e os garotos —Continue assim Kenar, se possível me avise quando ele fizer esse tipo de coisa, e Redsa, não coma coisas sem eu deixar okay? Pode te fazer mal seu bobinho, se eu souber que fez isso de novo vou te deixar de castigo entendeu?

————

Rhina terminou o chá e levantou-se entregando as ervas que usara para acordar Ryuro nas mãos dele —Use para acorda-la... E explique a situação— Entrou no meio da mata sem dizer mais nada.

—Entendido mestra...— Ryuro fez como instruído —Sua idiota... Por que usou a borboleta...— Estava com a irmã nos braços, segurando o choro, sentindo que deveria tê-la impedido de lutar, mas recompondo-se ao manter em sua cabeça que Rhina sabia o que estava fazendo.

 

♞❤Polaroid❤♞

A expressão do pequeno carneirinho ficou meio retorcida quando experimentou a geleia, mas logo gostando do sabor, pois começava azedo porém ficava doce no final, comeu pouco mas o suficiente para combater a fruta venenosa. Após apoiar a cabeça no ombro da vampira mais velha, parecia estar meio sonolento, no entanto, se manteve acordado brincando com um pedaço da capa de Kasdya. A Elige ficou impressionada com a história de Carcíphonne. — Oh... Sinto muito por tocar no assunto, eu não queria... Deve ter sido difícil, bom, foi difícil pra você. — falava com a voz baixa pela vergonha, não era do tipo que gostava de tocar nas feridas alheias. Assim que foi apoiada nas costas, encarou Kasdya e os rapazes.

— Vou avisar sim. — Kenar afirmava com gosto.

— N-Não quero ficar de castigo. — Redsa fez menção de chorar, abaixando ainda mais as orelhas.
 

————

Neceo tinha feito um curativo rápido na cauda cortada e, corria mais e mais pela floresta, sempre tratando de ser o mais cuidadosa possível, tentando não deixar nenhum rastro pra trás. Quando pensou que estava bom, subiu em uma árvore e se manteve em silêncio: tinha deixado pegadas falsas em outras direções para despistar e, havia se coberto de lama e outras coisas para tirar seu cheiro. Estava bem cansada, havia perdido sangue e seu corpo doía, mas ainda tinha energia.


No momento que Markda sentiu o cheiro das ervas, acordou num sobressalto, liberando um grito de susto e olhando em volta assustada, puxando a katana, mas gemendo de dor: a mancha negra estava regredindo, mas assim que ela fez aquele movimento brusco as veias escuras voltaram a se expandir. Ela olhou para Ryuro e, seus olhos se encheram de lágrimas.

 

❤Rafa❤

Carcí aproximou-se da namorada segurando os dois garotos e deu um beijinho na testa de Redsa —Se comporte e não vai ficar, mamãe fica preocupada com você sabia? E ser fosse eu que comesse coisa venenosa?— Deu um beijo na namorada, sorrindo para ela —Te amo— e piscou para o Kenar —Conto com você, não deixe essa coisinha fofa se matar— E seguiu caminho, sussurrando para a Elige, claro que sabia que a irmã ouviria, mas queria falar só para ela —Não se preocupa Arphie, sério, foram experiências que eu tive que passar pra ficar mais inteligente e forte, pode ter sido dificil, mas tenho orgulho de sobreviver a essas coisas, se tiver qualquer dúvida não se preocupe em perguntar tá?

————

Rhina espalhou sombras para seguirem cada rastro que encontrava, garantindo que não cairia em pistas falsas, nem se preocupou em rastrear-la por cheiro, já que sabia que os Crowald sabem como disfarçar este tipo de coisa.

— Calminha Markda, já esta tudo bem, eu estou bem, agora acalmasse, antes que a marca se espalhe mais. — Abraçou-a com força, ainda com seu rosto sério, não tinha coragem de mostrar o quão arrependido estava de não tê-la ajudado.

 

 ♞❤Polaroid❤♞

Redsa balançou a cabeça de forma positiva, recebendo o beijo na testa, mas ainda com uma expressão receosa no rosto. — E-Eu não sabia que era venenosa... E e-eu não ia gostar se você comesse algo venenoso... — soluçou um pouco, porém não chorou. Kasdya retribuiu o beijo, até ficando tentada em provocá-la, mas resolveu guardar pro momento certo. — Também te amo... — sussurrou para Carcí. Após Kenar mover a mão e dar um "joinha" para a morena, a vampira mais velha começou a andar junto da irmã. Dya não parecia muito satisfeita ou confortável com a mais nova tendo que falar aquelas coisas para Elige, mas se Carciphonne quisesse dizer, então não impediria.


Arphie ainda mantinha aquele sorriso no rosto: — Bom, se surgir alguma dúvida então eu não hesitarei em perguntar, mas caso eu passe dos limites terá que me dizer.
 

————

A demônio sabia que Rhina poderia usar a habilidade que sempre usa, o que a fez ficar muito mais atenta do que o normal. Como uma Crowald, nunca era bom ficar parado em apenas um lugar por muito tempo, então, logo se retirou dali, correndo silenciosamente pela floresta e sempre se escondendo pelas árvores, procurando por cobertura e locais escuros para se camuflar. Não demorou até achar um morro enorme repleto de rochedos, qual não hesitou em escalar e começar andar entre as rochas, ainda furtiva e atenta.


Mark arfou de desespero e alívio ao ser abraçada pelo irmão, apertando as roupas dele e chorando enquanto enterrava o rosto no peito alheio. — Eu pensei que... Eu pensei que você tivesse... Que aquele puta tinha te... — soluçava, mal conseguindo terminar. — Não saberia o que fazer se você realmente tivesse...

 

❤Rafa❤

Rhina mantevesse andando calmamente, seguindo os poucos rastros quase imperceptiveis, se estivesse chovendo seria impossivel rastrea-la. — Hmm... Melhor do que eu esperava, mas não vou deixa-la dormir na cela.

————

— Eu estou bem... Seja lá o que a mestra lhe disse, era apenas para pegarmos pesado com a Neceo... Ela esta a testando. — Acariciou a cabeça da irmã, aninhando-a em seu colo e dando um beijinho em sua testa.

 

♞❤Polaroid❤♞

Enquanto Neceo estava subindo o rochedo, parou por um instante ao avistar algo entre as pedras e sentir um cheiro meio familiar, estendendo a mão e pegando uma pena: — Um ninho de Hymeras? Não... essa está sozinha, uma fêmea. O odor delas vai ajudar a despistar... e os rastros vão ser mais fáceis de esconder, é arriscado, mas vai servir. — continuou a subir até escutar um som, logo se escondendo entre as rochas em um vão que a demônio cabia. Acima de si, uma Hymera se ergueu apoiando-se em uma rocha no topo, olhando em volta; sua plumagem colorida era certamente bela assim como seu corpo e, estava meio deitada com as patas frontais no rochedo.

————

— O-Oquê? Ela está testando Neceo? — estava cada vez mais calma e a marca em seu rosto voltou a regredir lentamente. As carícias e o beijo só deixavam Mark mais aliviada pelo susto e raiva que havia passado. — Eu quase matei ela...

 

❤Rafa❤

Rhina chegou até um monte ao seguir os rastros que achou com dificuldade, avistando o que parecia ser um ninho de Hymeras, avistou uma fêmea, aproximou-se lentamente, não evitando de ser vista, tentando mostrar que não a machucaria, levantando as mãos e mostrando um rosto gentil e sorridente —Esta tudo bem... Eu não vim te machucar, apenas estou procurando uma amiga— Falava imitando sons de pássaros da região.

————

— Sim... Pelo visto era um teste para você também, para ver se deixaria ser levada pelo desejo de vingança, perdendo a compostura ou se manteria a calma e agiria como uma ninja. — Limpou as lagrimas dos olhos de Markda, sorrindo para a irmã de forma doce. — Como foi? Se saiu bem?

 

♞❤Polaroid❤♞

Assim que a Hymera viu Rhina se aproximar, ergueu as penas e rosnou como se demonstrasse uma postura agressiva e ameaçadora, quase como um aviso para que a outra fosse embora. Chacoalhou as penas do topo da cabeça ao ouvir as palavras da mulher, inclinando-se um pouco com uma expressão atenta e curiosa. — Não tem ninguém aqui... — afirmava, pois não sentia o cheiro de mais ninguém além da ninja em sua frente.

————

— Um teste pra mim? Mas... — fungava em meio aos soluços e suspirou ao sentir o irmão limpar suas lágrimas. — Eu me deixei ser levada pela vingança, eu falhei.

 

❤Rafa❤

Rhina parou a alguns metros de distancia, sentando-se em uma das rochas —Ela provavelmente disfarçou o cheiro... Desculpe se eu estou lhe atrapalhando... Época de acasalamento?— procurou em volta por marcas ou galhos quebrados, até pedras esmagadas que pudessem sinalizar a passagem da garota por ali, claro que agora que estava no território de outra criatura seria facil confundir rastros, mas manteve-se procurando, até espalhando umas sombras.

————

Ryuro olhou para de onde a irmã veio —Não sei o que significa falhar nesse teste, digo, as penalidades por isso... Mas eu tbm falhei no meu, então estamos na mesma— Levantou-se com a irmã em seus braços —Pode levar minha espada? Acredito que não tenha mais necessidade de ficarmos por aqui

 

♞❤Polaroid❤♞

A criatura observou Rhina sentar-se e ficou de joelhos enquanto olhava em volta, afinal, se a mulher procurava por alguém, poderia ter deixado passar alguma coisa. — Sem problema, desde que não entre nos meus rochedos. Sim, época de acasalamento e eu espero que o seu cheiro não afaste nenhum macho... — empinou o nariz e cruzou os braços. Era uma Hymera nova e provavelmente tinha saído do ninho para procurar um parceiro, por isso ainda não tinha atacado a ninja, visto que era meio inexperiente. A área era bem bagunçada, repleta de galhos quebrados em todas as direções, já que a Hymera tinha preparado o local. — Você nasceu sem penas? Deve ser difícil ficar pelada...

Neceo, que estava escondida por perto, ouviu os guinchos e sons de pássaros, estranhando aquele comportamento, afinal, com quem a Hymera conversava? Com um macho? Não, pois se fosse eles deveriam começar a apresentação fisicamente e não por conversa. A demônio sentiu o suor escorrer e, prontamente começou a andar furtivamente para fora dali, acreditando que sua posição foi comprometida.

————

— Provavelmente vamos ser punidos, principalmente eu, depois do que eu fiz, a lição mais importante de um ninja... vingança... Vou aceitar minha punição. — Markda tinha pego a espada do irmão assim que ele pediu, apoiando-o no colo enquanto era carregada. — Você não acha aquela Neceo estranha?

 

❤Rafa❤

— Bem, sinto lhe informar mas seus rochedos são o lugar mais provável de ela estar, já que os rastros acabam aqui, não seria melhor procura-la e tira-la deles caso seja o caso? — olhou na direção dos rochedos, tentando focar seus sentidos para descobrir se ela estaria por lá, não seria fácil continuar seguindo se ela já tivesse saído daquele local, já que a confusão de galhos e marcas tornava impossível reconhecer marcas que não fossem provavelmente daquela Hymera. — Não é tão ruim, acho até que me sentiria desconfortável com penas.

————

— Estranha? A mestra só traz gente estranha, olha pra gente, ainda mais se for levar em conta o esquadrão demoníaco, todos eles são estranhos, e acho que a mestra queira colocar ela nele, inclusive, será que vai demorar para voltarem de missão? Já faz sete semanas. — Caminhou lentamente e pacientemente em direção ao dojo, observando os arredores para descobrir o caminho de volta, já que fora levado até ai inconsciênte.

 

♞❤Polaroid❤♞

— Tirá-la? Eu mataria se estivesse no meu rochedo! — bateu a pata frontal na rocha, fazendo com que algumas rachaduras surgissem, porém, um som chamou sua atenção, e a Hymera olhou para baixo em um canto, avistando Neceo. — O quê?? — rugiu e se moveu para correr na direção da demônio.

— Porra! — murmurou e começou a correr.

————

— Sei lá, é meio estranha pra uma humana que foi possuída por um demônio... Ah, não sei porque estou procurando lógica nas pessoas que ela ''adota'' — fez uma ênfase na palavra e mexeu os dedos ao dizer. — Sete semanas? Nem me dei conta que esse tempo todo passou... Será que estão bem?

 

❤Rafa❤

Rhina sorriu ao ver a cena e apenas observou, seguindo lentamente —Acho melhor correr Neceo! Você entrou na área de acasalamento dela!— Apesar de tudo a ninja não deixaria a Hymera machuca-la, uma das sombras iria entrar na frente para que não atacasse a demônia.

————

— Provavelmente estão bem, eles são bem capazes. — Enquanto isso, no dojo, sete pessoas haviam acabado de chegar, um deles segurando a cabeça de um dragão — Que?! A mestra não esta?! Onde ela foi? — Uma voz rouca e masculina fez as perguntas, era o homem que segurava a cabeça do monstro, e logo foi respondido por uma voz doce e feminina. — Acalme-se Ghuan, o jeito vai ser espera-la voltar.

 

♞❤Polaroid❤♞

Neceo rangeu os dentes ao ouvir a voz de Rhina, precisava correr para longe dali o mais rápido que podia e, disparou com certa agilidade, correndo pelo meio dos rochedos e se protegendo caso fosse atacada. Avistou a floresta e começou a adentrá-la, a Hymera rosnou ao ficar para trás, visto que Neceo era bem mais rápida, mas logo voltou para o rochedo após afastar a demônio de lá.

 

❤Rafa❤

— Obrigada pela ajuda. — A ninja seguiu na direção em que Neceo fugira, o céu ja estava escurecendo e a mestra seguia os rastros com calma, havia deixado-a tomar alguma distancia, para que fosse mais divertido.

Enquanto isso, Ryuro já havia chego e mandado Markda tomar um banho para se limpar do fedor do pantanono qual ficara por horas, o fato de que o grupo de demonios voltou ja era de conhecimento dos irmãos porem Ryuro sabia de algo que Markda não, um dos demônios ainda estava fora, proximo ao local onde Neceo havia fugido de Rhina, o aspirante a mestre perguntava-se o que estaria acontecendo naquele local.

 

♞❤Polaroid❤♞

Neceo continuou correndo, algumas vezes pulando pelas árvores e criando novos rastros em direções diferentes, já tinha notado que o céu escurecia e faltava pouco para vencer aqueles desafios. Suava constantemente, visto que agora talvez tivesse Rhina em sua cola. No entanto, no meio da corrida, ela avistou de relance uma pelúcia na árvore, franzindo o cenho e o agarrando num movimento rápido. — Uma pelúcia no meio do mato? Com... sangue? — indagou ao observar com atenção, notando que era um ursinho cor de rosa, guardou-o na cinta e prosseguiu.

 

❤Rafa❤

Rhina seguia os rastros que encontrava enviando suas sombras e lentamente seguindo com cuidado, até que um mal pressentimento a afetou, algo como uma sede de sangue e sentido assassino na direção em que Neceo supostamente ia, enquanto isso, o ursinho de pelúcia havia arranhado a perna de Neceo logo antes dela pisar em um galho usando aquela perna, com o propósito de fazê-la cair, as garras estavam banhadas em um veneno que deixava a vitima fraca de seus músculos amolecidos, facilitando o corte em sequencia, então desferio outro golpe antes que ela pulasse novamente, Rhina havia apertado o passo, e ficado séria, indo o mais rapido que podia na direção daquilo.

 

♞❤Polaroid❤♞

— Mas que porr- — sua voz ecoou em meio a um grunhido de dor ao sentir um corte na perna, logo sentindo a toxina se espalhar e seus músculos amolerecerem começando pelas coxas, ocorrendo tão rápido que nem foi capaz de reagir direito. Acabou tropeçando no galho e caiu no chão, rolando algumas vezes antes de parar. Arfou e ofegou, sem entender muito bem o que havia acontecido, mas estranhando que seus músculos estavam daquele jeito, tentou apoiar os braços no chão para se levantar enquanto olhava para o ursinho: sabia que tinha sido ele, pois o vira arranhá-la de novo. — O que é isso...?

 

❤Rafa❤

O urso estava deitado no chão fingindo que não tinha sido ele, mas logo percebeu a reação da mulher —Aiai... que droga, ei moça! Quem disse que você pode sair pegando os outros assim!— o ursinho se aproximou batendo o pé com o maximo e força que um ursinho de pelucia podia fazer, a voz era de uma criança tão nova quanto Redsa, um garotinho —Só por que é velha acha que tem o direito de me tirar da minha admiração das estrelas e sair pulando por ai?!

 

♞❤Polaroid❤♞

Neceo tinha franzido o cenho, certamente muito confusa com o que estava acontecendo e preocupada com o veneno, visto que não sabia o que aquilo poderia fazer: mesmo que os efeitos estivessem claros. — Você fala? Que merda é essa? Eu tô chapada? — tentava se levantar, testando até onde aquela toxina poderia ir. — O que você fez comigo seu pilantrinha?! Desde quando tem ursos de pelúcia falantes nesse floresta?

 

❤Rafa❤

Estava lambendo as garras com uma lingua que não se parecia nada uma lingua, era um tentaculo negro que saia de algum lugar na parte de baixo daquele focinho onde o sangue parecia escorrer. — Relaxa tia, o veneno mão é tão forte, eu não mato mulheres bonitas até saber o nome delas, só queria que você me largasse, e eu não sou um urso ta bom? Sou um demonio e me chamo Monokuma entendeu? Mo-No-Ku-Ma. — a suposta lingua voltou para dentro enquanto ela encarava-a, Neceo podia sentir vontade de matar vinda daquele brinquedo, ele agia como se fosse inocente e amigavel, mas seu desejo por sangue era tanto que se tornava impossivel não sentir que o ar era pesado quanto mais perto ele ficava, como se os instintos de qualquer ser vivo dissessem para correr, fingir de morto ou lutar para sobreviver, algo tão natural que esse pelucia não conseguia se fazer de bonzinho nem que se esforçasse muito.

 

♞❤Polaroid❤♞

"Que nojo" pensou consigo mesma ao ver aquele tentáculo estranho sair daquele bicho, até pensou se tratar de alguma monstruosidade mutante, mas assim que escutou a parte de que ele era um demônio, então compreendeu o motivo de tal "aparência" bizarra, constantando que talvez estivesse em uma enrascada. — Certo... Monokuma, já que eu te larguei e você está livre, então pode ir embora, né? Vaza daqui, e vai apreciar o céu que você estava apreciando antes. — Neceo estava enrolando aquela criatura, visto que logo logo poderia vencer o veneno, já que não era tão forte, porém, ainda estava afetada por ele e sua expressão era de desconforto. Ela tinha notado aquele desejo de sangue, e sentiasse extremamente sufocada por aquilo, começando a ficar pálida.

 

❤Rafa❤

Monokuma ficou parado encarando-a até que olhou para os dois lados e voltou a olhar pra ela —Então... Qual seu nome? Você parece uma demônia, de onde veio?— se aproximava lentamente, encarando-a nos olhos com aqueles dois buracos negros no lugar de seus olhos que pareciam conter toda a escuridão dentro de si, parecia que cada vez mais ele era um brinquedo de filme de terror, cada vez que neceo poscaba algo nele se tornava mais amedrontador, ao invés do pano preto, ps olhos tornaram-se verdadeiros buracos na face da criatura, estava ainda mais suno de sangue e o rosa perdera o brilho, estando bem sujo, presas apareceram na frente de onde aquela lingua saiu e ele dava lentos passos na direção de Neceo.

 

♞❤Polaroid❤♞

Neceo não cairia no truque sujo daquele brinquedo, visto que o mesmo dissera que matava aqueles que sabia o nome e, apenas o ignorou, sem responder essa suposta questão: sua cauda se moveu atrás de si e, o curativo saiu assim que o rabo cresceu novamente. — Sou um demônio e de onde eu vim não é da sua conta... Acho que você deveria parar de bancar o curioso e vazar.— a demônio começou a se encolher involuntariamente, retesando os lábios e expondo os dentes que começaram a ficar afiados, logo rosnando na direção do urso em sinal de ameaça. O medo estava circundando todo o semblante da mulher, fazendo-a ficar ainda mais pálida e respirar rápido, suando mais do que quando estava correndo. A cauda começou a engrossar e o ferrão aumentar enquanto garras surgiam em suas mãos e o chifre começava a aumentar, até mesmo as coxas começaram a engrossar, pois havia vencido a toxina, mas ainda não se mexera. Ela estava tendo aquela reação por conta do receio e, suas pupilas se tornaram finas, olhando em volta, pretendendo fugir dali o mais rápido que podia.

 

❤Rafa❤

—Hmmmm... Que pena... Eu queria brincrar...— O ursinho começou a ficar deformado, como se algo maior do que ele mesmo estivesse tentando sair de dentro dele, logo sendo rasgado e uma criatura bestial sair de dentro dele, chifres enormes e um rosto de caveira, olhos em sua pelagem no pescoço e garras tão afiadas que cortariam pedras, espadas estavam encravadas em suas costas, aquele ser era maior do que a forma de morcego monstro de Kasdya, era como um urso diabólico e este rugiu na direção de Neceo, mas Rhina apareceu em sua frente —Monokuma, chega!— E aquela criatura voltou a ser apenas um bichinho de pelucia —Mamãe!— ele grudou-se na perna da ninja —Eu ja disse que não sou sua mãe, e que você não devia sair atacando pessoas que não fizeram nada!

 

♞❤Polaroid❤♞

A demônio arregalou os olhos ao ver o monstro tomar forma em sua frente, setindo o ar dos pulmões ir embora e quase chegou ao ponto de perder os sentidos, mas graças a sua semi-i consciência devido a "forma", Neceo foi capaz de manter-se agachada, com as pernas apoiadas e as mãos no chão, pronta para disparar ou se defender se fosse preciso e, mesmo que tremesse horrores, mesmo que sentisse que todo o seu corpo estava mole e sem muito controle de todo aquele turbilhão de sentimentos e medo, ela se esforçou para manter-se firme. Ela se sentiu, como na primeira vez que viu o Alfa Crowald se transformar e atacá-la, dando-lhe uma lição por ter feito algo errado. Quando Rhina apareceu em sua frente, Neceo ainda tremia e olhou de relance aquela cena, mas não conseguindo manter a visão por muito tempo... Visto que grunhia e movia a cauda de um jeito estranho, seu coração batia rápido e, virou-se, disparando para o meio da floresta numa velocidade absurda naquela "forma", não era a sua forma bestial, já que só conseguiria isso em sua puberdade: algo que não estava longe.

 

❤Rafa❤

—Parece que assustou ela demais hein... o que pensa que esta fazendo?— chaqualhou a perna tentando faze-lo despre der-se —Eu tava dando uma lição nela por ter me agarrado sem permissão mamãe! Não briga comigo, ela que foi malvada!— Rhina apenas suspirou e agarrou-o, encando o pelucia com um har sério —Agora você vai achar ela, e é bom que ela não vá longe demais, pela segurança dela, é bom que não se afaste muito...— Rhina jogou o pelucia no ar e o mesmo se transformou na criatura novamente que passou a farejar não o cheiro da garota, mas sim seu medo, adrenalina e sangue que arrancara com os arranhões, correndo na direção dela abrindo caminho pelas arvores, a besta era surpreendentemente veloz, ainda mais quando assumiu sua instância quadrupede e correra com tudo, sem olhar o que estava a sua frente, só pararia quando a garota estivesse presa em seus chifres —Porra Monokuma! Não é pra matar! Caralho, seu urso burro!

 

♞❤Polaroid❤♞

Conforme Neceo corria, o que antes não havia se tornado tão grotesco em sua forma, começou a se transformar: as coxas ficaram o dobro do tamanho em que já estavam, e sua cauda ainda maior com o ferrão na ponta, as garras nas mãos ficaram negras e seus dentes mais afiados, era a mesma quando tinha perdido o controle na frente de Ryuro. Corria com todas as forças, utilizando toda a potência de suas pernas e não era pouco, visto que dava saltos extremamente altos e tomava impulso, nem sequer olhou para trás, pois sua visão estava focada apenas em frente e esse mantinha mais no ar do que no chão. Os olhos com as pupilas finas estavam mergulhados nas orbes vermelhas, produzindo um fulgor natural e selvagem. Alguns corvos que estavam por perto, talvez os mesmos que antes estavam nas ruínas, sairam das árvores e começaram a ir em direção a Monokuma, começando a atacá-lo mesmo que não fossem grande coisa, eram tantos que quase formavam uma névoa negra.

 

❤Rafa❤

O urso manteve-se correndo mesmo com os corvos em cima de si, até que deu um rugido que ecoou mais alto do som que veio a seguir, um relampago avermelhado que o atingiu e encheu-o de energia elétrica, aumentando um pouco mais seu tamanho, a queda do relampago causou uma pequena explosão eletrica

— Porra, só espero que os outros não estejam por aqui... Seria um problema encontra-los agora, antes de apresentar a Neceo. — Rhina seguiu o rastro de destruição que o urso demoniaco fez, o mais rapido que conseguia, não foi dificil alcança-lo, até por que Rhina podia não ter musculos tão fortes, como Neceo ou Monokuma mas se movia agil e velozmente.

 

 ♞❤Polaroid❤♞

Conforme o céu foi escurecendo e a escuridão tomando conta da floresta, assim sendo considerado o início da noite... A pele de Neceo se tornou negra, o que antes era um tom cinza, ficou mais escuro. A esclerótica foi tomada pelo vermelho das duas orbes, e a expressão de medo desapareceu completamente de seu rosto, fazendo com que parasse de correr e se virasse na direção do urso: a cria da noite, não teme a escuridão. Pulou, pegando impulso e indo pra cima do monstro demoníaco, mirando um golpe com as pernas e garras, até mesmo usaria os dentes se fosse preciso, nem o ferrão foi poupado de ser usado caso necessário. Levar um chute daquelas pernas naquele estado, poderia simplesmente matar bestas ou partir seus ossos em milhares de pedaços... Um Crowald durante a noite poderia ser imparável.

 

❤Rafa❤

Monokuma apenas parou de correr ao ver Neceo, pois percebeu que não havia mais cheiro de medo, e que a garota poderia ser a primeira luta dificil em anos —Tem certeza? Você sabe o que eu sou? Parar de correr é muita coragem— dizia com uma voz tão grossa quanto um trovão, que ecoava como o mesmo, todos os olhos em seu colar de pelos encaravam garota —Um crowald... Se fosse uma adulta eu poderia ter mais problemas... Já enfrentei um alfa uma fez, felizmente as garras cresceram e novo e se tornaram mais duras...— mostrou uma cicatriz em um de seus braços, uma das varias que apresentava pelo corpo inteiro, andava de forma bipede, com seus dez metros de altura, cada passo produzia um estrondo e deixava um buraco, a eletricidade ainda estava em seu corpo, mas parou antes de iniciar uma briga —Vamos, a Rhina parece querer você viva, vamos voltar— estendeu a mão para a garota —Quando você for uma alfa... A gente vai ter a melhor briga que eu ja tive em anos.

 

♞❤Polaroid❤♞

Após golpeá-lo, a Crowald deu um salto para trás, mantendo-se a certa distância do monstro. Sua expressão era indiferente, como se não houvesse nenhum sentimento tomando conta de seu semblante naquele momento, pois a noite acobertava qualquer traço de personalidade, no entanto, seu interior estava como um turbilhão de sentimentos, e o maior deles era rancor, raiva, ódio, cólera, todo o tipo de sensação ruim relacionado a seu estado enraivecida. Ela grunhiu com as palavras alheias, como se não prestasse atenção nelas, afinal, não tinha controle daquela forma, principalmente a noite. Neceo sacudiu a cabeça, produzindo guinchados incompreensíveis e, mordeu a mão estendida para si com suas presas enormes: tinha muita coragem mesmo, pois pouco ligava para a diferença de tamanho.

 

❤Rafa❤

Ao ter a mão mordida o urso fechou-a, segurando a garota pela cabeça —coisas maiores ja me morderam... mas isso de fato incomoda um pouco— Rhina havia acabado de chegar, olhando para o urso segurando Neceo pela cabeça e levantando-a do chão —Apenas não esmague por acidente... Ela ainda é muito jovem e não tem um talento tão grande quanto os outros Crowald, ela não vai te entender, temos que acalma-la e levar de volta para o dojo— a mestra fez um sinal com os dedos ativando a marca na nuca da garota, talvez naquela hora não fizesse o trabalho completo, mas com certeza a acalmaria nem que um pouco, apenas queria o suficiente para falar com ela, de qualquer forma, agora que Monokuma estava lá sua preocupação não era mais em lutar contra Neceo naquele estado e sim evitar que o urso demoniaco a matasse.

 

♞❤Polaroid❤♞

Neceo arfou ao ter a cabeça agarrada e começou a se debater, até mesmo ferroando-o com a cauda para tentar se soltar da mão do monstro. Alguns grunhidos e rugidos escapavam de seus lábios, movendo as pernas para chutá-lo, porém assim que sentiu a marca na nuca crescer, berrou de dor e aflição, se remexendo ainda mais, demorou muito mais do que o normal para fazer efeito dessa vez, visto que era de noite, no entanto, de pouco em pouco ela parou de se mexer e as partes modificadas começaram a regredir lentamente. A demônio estava bastante ofegante, tentando olhar em volta e entender o que havia acontecido.

 

❤Rafa❤

Monokuma acabou por soltar a garota próxima ao chão quando começou a se contorcer, voltando a sua forma de pelúcia e escalando a mestra — Fiquei com saudade mamãe. — abraçou-a mas a ninja pegou-a e colocou no chão — Esta melhor Neceo? Nós vamos terminar o treino mais cedo, não achei que essa criatura aqui acabasse nos atrapalhando. — aproximou-se da garota e ofereceu a mão para que ela levantasse — Vamos considerar empate que tal?

 

♞❤Polaroid❤♞

Ela tentava se recuperar da respiração ofegante, encarando as mãos apoiadas no chão enquanto tentava se lembrar o que havia acontecido, recordando-se do ursinho de pelúcia. Ergueu o rosto lentamente, aceitando a mão oferecida para se levantar. — O quê? Você conhece esse desgraçado? E... — lançou um olhar para o próprio corpo: estava suja, com cortes e cheirava a pântano. — Empate? Eu acho que venci essa.

 

❤Rafa❤

—Tecnicamente eu não podia te achar, e eu te achei na área da Hymera, então se for pra ter um vencedor acredito que sou eu, enquanto você continuou fugindo, vai aceitar o empate?— sorriu de forma gentil, obviamente apenas para provoca-la, ainda estendendo a mão.

—Ei! desgraçado é você! Tu que me arrancou da minha arvore!— aproximou-se da garota escalando-a, dessa vez estava sem nenhuma aura de assassino, apenas parecia um pelúcia falante até que inocente.

 

 ♞❤Polaroid❤♞

Havia segurado na mão para se erguer, porém, rosnou baixinho com a provocação alheia estendendo a mão a aceitando o suposto ''empate''. — Então, você me viu no ninho da Hymera, que saco. — inflou as bochechas sutilmente pelo fato de ter sido descoberta, mesmo depois de todo o seu esforço para não ser encontrada; realmente era difícil não poder usar as habilidades demoníacas. Olhou para baixo ao sentir a pelúcia escalando-a, agarrando-o pela nuca e o puxando para sair de sua perna. — Vai se ferrar, eu pensei que alguém tinha perdido o brinquedinho! Não tenho uma bola de cristal pra adivinhar que você é um demônio ou que queria ficar na árvore.

 

❤Rafa❤

O ursinho e pelucia cruzou os braços e franziu os olhos de pano, enquanto Rhina ria baixinho daquela situação —Certo, voltemos então— liderou o caminho pulando entre as arvores que não tinham sido derrubadas, não demoraria chegarem no dojo.

 

♞❤Polaroid❤♞

— Hunf... — mostrou a ponta da língua para o ursinho antes de se virar e começar a acompanhar Rhina, saltando pelas árvores e algumas vezes correndo pelo chão, mantendo certo ritmo para não ultrapassar a frente. Ao chegarem no dojo, Neceo suspirou baixinho, observando a estrutura e a ''paisagem'', aceitando aquilo como sua casa, pelo menos por enquanto; talvez não fosse tão ruim ficar por lá e confiar em pessoas/criaturas que pudessem fornecê-la uma experiência diferente do que teve no seu bando. Deu alguns passos, deparando-se com Markda que vestia um roupão , já que havia acabado de sair do banho, ela se aproximou devagar, lançando um olhar para Neceo mas falando com a ninja mestra: — Mestra... Eu falhei no teste. Aceitarei seu punimento como preferir... — fizera uma reverência.

 

❤Rafa❤

—Muito bem... Você irá formar um grupo com Neceo, e as duas vão começar a treinar juntas assim como sair em missões juntas— Rhina sorria de forma gentil falando com um tom de quem obviamente estava gostando daquilo —Monokuma, junte-se com os outros, hoje faremos uma reunião para apresentar Neceo a eles— continuou andando até a grande casa central —Você vem Neceo?— Esperou pela garota.

————

Após algum tempo andando o tempo já se encontrava a noite e as irmãs haviam andado bastante, o suficiente para que Arphie se recuperasse —Dya, eu to cansada podemos parar?— resmungou a jovem enquanto mantinha o ritmo, mas parou de reclamar e ficou atenta ao ouvir um barulho de algo que parecia ser risadas, baixinhas e constante, talvez hienas, ou algo pior —Silêncio... Não façam barulho.

 

♞❤Polaroid❤♞

— M-Mas... — Markda fez menção de contestar, mas travou e ficou em silêncio, encarando Neceo com certa intensidade, qual nem a próprio demônia soube dizer que tipo de expressão ou sentimento ela queria passar, a ninja virou as costas e saiu, afastando-se das duas. Neceo ficou observando-a ir embora e voltou-se para Rhina que falava aquelas coisas: — Outros? Eu não sei se quero conhecer outros, ou me juntar a mais... — apertou os passos para ficar mais perto da ninja quando ela perguntou se a mesma iria.

————

Arphie havia pedido para Carcí descê-la minutos atrás e agora caminhava junto do grupo, visto que sentia-se melhor e capaz de acompanhá-los. Já Kasdya, a mesma se manteve carregando Redsa no colo, mas colocara Kenar no chão algumas horas atrás para que ele andasse por si só, afinal, precisava se acostumar com as caminhadas. — Sim podemos parar... — a vampira mais velha escutou as risadas e ficou em alerta assim como a irmã, logo sussurrando: — Animais? — perguntou enquanto apoiava deixava Redsa no colo da Elige e segurou no cabo da espada curta.

 

❤Rafa❤

— Bem, todos eles são demonios, como nós, e é importante que o que aconteceu com Monokuma não aconteça com os outros. —manteve-se andando sem olhar para traz. — E sobre se juntar a Markda, você precisa aprender a trabalhar me equipe, nem sempre lutar sozinha vai resolver as coisas, você é boa em porrada, mas vai receber missões que nem tudo pode ser resolvido na violencia.

————

Carcí acenou para que todos se abaixassem. — Pior... Acho que podem ser Gnolls... eu vou checar, garanta a segurança dos outros aqui amor. — Carcí rastejou na altura das moitas, movendo-se com sutileza e agilidade, mostrando toda flexibilidade que Kasdya ja conhecia na cama, pirem aplicado em um momento crucial, moveu-se por alguns metros dentro da mata e deparou-se com uma luz misteriosa, era uma fogueira, um grupo de 17 gnolls estava acampando ali logo após atacarem uma carroça, a carne que comiam e assavam eram dos guardas que a escoltavam e as armaduras estavam jogadas como sucata ao lado da fogueira, eles estavam conversando entre si numa lingua que a ninja desconhecia, parecia-se com risos de hiena.

 

♞❤Polaroid❤♞

— Não me importo se são demônios ou não, eu odeio me envolver com muitas pessoas, só espero que seja passageiro, apenas apresentações e nada mais. — andava atrás de Rhina, ajeitando o nó no coque do cabelo, qual estava meio emaranhado por tudo o que aconteceu. — Trabalhar em equipe? Eu? Claro que tudo se resolve na porrada... Sempre foi assim e sempre pareceu funcionar. É só socar a cara dos meliantes até falarem, mesmo sendo bonzinhos.

————

Kasdya acenou com a cabeça enquanto observava a namorada de afastar, assim que a viu sumir em meio a mata, a vampira de virou para o restante do grupo, pedindo para Arphie se esconder com as crianças e prontamente foi atendida. Porém, um morcego se desprendeu do corpo de Dya e a pequena criatura vôo até Redsa, ficando junto com eles enquanto a mulher de cabelos brancos esperava pela namorada.

 

❤Rafa❤

Ao chegarem, Rhina arrumou o quarto para receber os outros demônios, acendendo incensos e velas, demorou alguns minutos mas logo todos estavam lá, cada um dos dez demônios do dojo, um rapaz de cabelos vermelhos, o mesmo que tinha carregado a cabeça do dragão até aquele local, foi o ultimo a chegar —Finalmente Rhina, eu tava querendo te ver, que porra foi aquela? Você disse que era apenas um lagarto gigante, não a porra de um dragão!— a mestra deu risadas baixas devido ao estado meio bêbado do demônio que havia tomado algumas bebidas antes delas chegarem —Ta rindo do que? Você gosta de nos ver sofrendo?— após isso uma mulher de cabelos negros e rosas levantou a mão —E-Eu acho que a mestra teve seus moti-

— Cala a boca Juvy! A gente podia ter morrido! — O homem que estava meio alterado a interrompeu, fazendo-a se encolher e tapar o rosto, aquela garota era bem tímida e por ter sido repreendida fechou-se ainda mais, por já ter sido difícil para ela começar a falar, ainda mais agora que brigaram com ela, ela parecia não ter dormido a um bom tempo devido aos seus movimentos lentos e olheiras , além de um olhar morto.

— Você devia ter mais consideração Gillard, chegar bêbado em uma reunião com a mestra...— Disse um garoto um tanto quanto jovem, Neceo poderia perceber que ele também não era muito bom em controlar os próprios poderes por não parecer ter passado pela puberdade, usava um cachecol mais longo que o próprio corpo, parecia que o cachecol era feito com a pele e os dentes de alguma criatura enorme, seu chapéu pontiagudo característico de magos sinalizava seu estilo de luta. — Ahm? Bêbado? Eu não tô bêbado, eu tô ótimo.

Outro homem, este mais alto que todos naquela sala estava de pé, apenas observando, quem estava perto podia ouvi-lo murmurando — Bando de criança do caralho, espero que todos morram na próxima missão, toma no cu ficar salvando vocês toda vez, espero que se tornem comida de porco.

Outra mulher, dessa vez coberta por algo que parecia ser feito da mesma coisa que os tentáculos de Monokuma, era a segunda mais alta ali mas nem se comparava ao homem no canto da sala, exibia seu corpo sentada na posição mais sexy que conseguia —Essa é a nova demônio o Ryuro me contou? Ela é fofa... hihihi, não quer conversar a sós mais tarde queridinha? adoraria te conhecer melhor— Piscou para ela encarando-a com um olhar sedutor e malicioso.

Sentado logo a frente de Neceo, a primeira pessoa a chegar, ou melhor, as primeiras pessoas, um homem vestido todo de branco, em seu rosto um sorriso que não sumia nem por um misero segundo, encarava a demônia desde que chegara naquele lugar, sem desviar o olhar uma única vez, sua pele era extremamente branca e em seu colo uma mulher com o mesmo tom de pele, era um pouco menor, ela olhava-o e falava com ele, sendo completamente ignorada, mas tratando seu silencio como uma resposta, como se tivessem uma ligação mental ou algo do tipo e estivessem conversando —Será que a mestra vai nos dar outra missão? Eu também espero... Queria descansar com você... Awn, para seu fofo! Assim eu vou ficar envergonhada— Rhina havia explicado para Neceo que aqueles dois eram uma única pessoa, o demônio era o homem em roupas brancas e se chamava Notumber, e a mulher sua falecida esposa, porem ele havia a ressuscitado e transformado em um zumbi de uma maneira que ninguém sabia como e ele nunca disse, ele trocava a consciência dele de corpo, controlando sua esposa, já que zumbis não tem consciência própria, assim sendo simulava a personalidade da mulher e nunca fugia do papel, voltando ao seu próprio corpo apenas para lutar, já que o zumbi obedecia ordens simples como andar, fazia o próprio corpo andar seguindo-o no corpo da esposa, a personalidade dele mudava completamente quando voltava ao próprio corpo, agindo como se a mulher estivesse viva e consciente, mas nunca permanecia daquele jeito por muito tempo, o seu nome era Evilla e aconselhou a dêmonia a agir como se Evilla e Notumber fossem pessoas diferentes e nunca citar sobre o falecimento de Evilla, já que ele tentaria matar qualquer um que fizesse isso, mesmo que os próprios companheiros e ele era provavelmente o mais forte naquela sala, depois de Frelj, que era um alpha que perdeu o próprio bando e se juntou ao dojo, ele pode até agir como se não se importasse com eles, mas os considera seu novo bando, protegendo-os mesmo que custe sua vida.

Ryuro e Monokuma estavam sentados ao lado da mestra em silêncio, como ela havia pedido para eles antes dos outros chegarem, a mestra levantou as mãos, fazendo todos se aquietarem e sentarem-se, olhando para ela —Bom, acho que alguns já sabem como Aurien, mas esta aqui é Neceo, a nova demônio do dojo, ela é uma Crowald, abandonada pelo próprio bando, ainda não passou pela puberdade então é um pouco instável de noite, não ousem machuca-la já que esta sobre minha proteção, ouviu Monokuma?— o pelúcia fingiu-se de bobo olhando para os lados —Eu? Mas não fiz nada... Ainda...

————

"Dezessete... Normalmente são vinte... Talvez perderam membros atacando um grupo de aventureiros? Talvez fosse bom elimina-los aqui... Espera... Mas e se os outros três estiverem fazendo patrulha e encontrarem Kasdya e as crianças? Não... Kasdya é forte... Mesmo sem um braço ela consegue lidar com isso" Pensava consigo mesma "Acho que vou acabar com eles logo e voltar para os outros antes que algo ruim aconteça" Carcí infiltrou-se na sombra que um deles produzira pela fogueira e rastejou por ela até se aproximar do Gnoll, esfiando sua espada em seu peito e saindo da sombra —Vamos brincar rapazes...— Jogou uma bomba de fumaça fazendo-os perderem-na de vista.

————

Kasdya pôde ouvir os passos de duas criaturas se aproximando dela, dois Gnolls que estavam amadurados e farejavam o ar, estavam seguindo seu cheiro e se comunicavam pelos risos, enquanto isso um outro Gnoll rastejava silenciosamente até Arphie, preparando-se para um bote, mas aparentemente era menos experiente e queria levar os três para seu grupo para provar que era bom em caçar.

 

♞❤Polaroid❤♞

Neceo ainda se encontrava meio ''imunda'' pelo treino daquele dia, tanto de lama quanto de sangue e, mal via a hora de procurar por uma cachoeira ou um lago para tomar banho, porém, precisava conhecer os supostos demônios que Rhina havia comentado mais cedo. E lá estava ela, sentada observando cada 'convidado que estava dentro da sala, absorvendo suas características tanto físicas quanto as personalidades que demonstravam ao falar ou se comportar, até mesmo os gestos foram acolhidos pelos olhos atentos da Crowald, que ficara em silêncio conforme os escutava e mirava sua visão neles. Todos os Crows possuem um sentido especial que os deixa muito mais atentos a particularidades de suas vitimas, como um modo de analisar as presas/alvos antes de cometerem algum ato, no entanto, apesar de ser uma habilidade racial, não é algo tão ''Op'' e, como Neceo é ''inexperiente'' a mesma não sabe usufruir disso completamente, pois alguém muito mais habilidoso poderia escapar facilmente de seus olhares assassinos nessa fase. A demônio encarou fixamente a mulher que falou com a mesma e, engoliu em seco, sentindo-se envergonhada, mas outro sentimento preencheu-a e a garota sentiu uma ardência, fazendo-a grunhir bem baixinho, logo disfarçando e fingindo que se tratava dos cortes que recebera.

Apoiou as mãos nas coxas apertando suavemente as garras na pele exposta, balançando a cauda devagar, sentindo aquelas pontadas próxima de sua pélvis mas ignorando-as, até lançou um olhar para Rhina e Neceo arfou, rapidamente voltando sua atenção para os outros demônios e ignorando as falas de Aurien por conta do seu lado retraído. Assim que a ninja fez a apresentação sobre a Crowald, a mesma ficou certamente desconcertada, pois não sabia como reagir e apenas ficou quieta, olhando-os com uma expressão neutra; no fundo, odiava se meter com outras raças, tinha muito nojo disso... Afinal, foi criada assim pelos seus pais e bando. A puberdade de um Crowald é uma das fases mais complexas, visto que o demônio passa por um processo, ficando mais descontrolado e instável até que atinja a maioridade que é em poucos dias após o inicio do processo, depois disso, ele ganha sua forma animalesca, mas ainda deverá conquistar o controle da aparência bestial; sendo fácil de perderem a sanidade. No meio disso, as mulheres entram no cio e, podem haver mudanças no corpo assim como o desejo ardente de acalentar a luxúria de seu organismo; as fêmeas produzem um cheiro tão forte e tão potente, que alcançam uma distância assustadora, como um modo de atrair machos, porém, também podem atrair outros demônios de outras espécies o que de certa forma é perigoso. Por isso um Crowald já arruma um parceiro durante o primeiro cio, e assim acabam por conseguir manter o bando sempre em ''equilíbrio''. Neceo mal sabia direito sobre essas coisas, era sempre distraída demais para prestar atenção nos ensinamentos ou acontecimentos dentro do grupo, apesar de só serem ensinados quando o processo começava, mesmo assim, alguns ficavam atentos aos mais velhos e aprendiam, mas a garota nem fez questão disso.

————

Kasdya se agachou um pouco e, apertou o cabo da espada ao puxá-la de modo silencioso, também sentindo o cheiro forte daquelas criaturas e tentando saber quanto tempo tinha até eles aparecerem. Assim que eles passassem, a vampira pularia do meio da mata e tentaria desferir um golpe em seus pescoços com um único giro da lâmina de sua espada; seria mais difícil lutar com uma mão, mas se esforçaria.

O pequeno morcego que se encontrava agarrado ao ombro de Arphie a cutucou com o focinho e a mulher olhou na direção de onde o Gnoll vinha silenciosamente e, prontamente colocou as crianças para trás. Preparou-se com as garras de metal, caso a criatura tentasse atacar ela o golpearia na cabeça com aquelas armas mortais, porém, ao mesmo tempo preparou sua voz: a voz de uma Elige podia ser fatal, na realidade, era fatal.

 

❤Rafa❤

Gillard podia até estar bêbado, mas não significava que estava com seus sentidos debilitados, os Infernathus, raça da qual ele faz parte, estão em seu máximo, principalmente seu olfato, fazendo-o perceber o sutil odor que a Crowald exalava, ficando levemente corado e atento a garota —B-Bem... Acho que se for ela tudo bem— Todos olharam com um rosto de estranhamento ao ouvir as palavras de Gillard que se encontrava sutilmente excitado e envergonhado, mas não fez nada quanto a isso por enquanto, menos Notumber que focava em Neceo e Eville que olhava para o marido —Q-Que bom que tem uma nova garota, e ainda mais da minha idade... É um prazer— Juvy falou de forma baixa mas alto o suficiente para todos ouvirem, enquanto isso Frelj deu alguns passos a frente —Perai, então você esta dizendo que essa garota foi abandonada pelo próprio bando? Que porra é essa? Um bando deve se manter unido, mesmo os mais fracos e aqueles que não tem habilidade para quase nada, esses devem ser protegidos ainda mais! Que tipo de líder permite o abandono de uma criança? Esse tipo de coisa me enche de raiva!— Agora era perceptível sua posição de alpha, já que a pressão do ar era muito maior quando terminou de dizer aquelas coisas e demonstrava o quão irritado estava, até que Hermet puxou seu manto, chamando atenção do Hyuujin (Espécie de Frelj) —Ei, acalme-se, se você acha injusto, mostre como nosso bando é unido e ensine-a o que não tiverem ensinado a ela...— A pressão no ar diminui enquanto a feição de raiva desaparecia —T-Tem razão... Eu li um pouco sobre os Crowald, acho que posso estudar mais e ensina-la o que eu aprender... Garota, se precisar desabafar algo, ou tiver duvida sobre qualquer coisa da sua raça que não lhe tenham explicado, venha falar comigo que eu ajudarei da forma que precisar, nem que eu tenha que interrogar um Crowald mais velho ou raptar um alpha. — A expressão dele era de ternura para com Neceo, quase como um pai. — Bom... Se não esta na puberdade ainda, me avise quando estiver... Vou te ensinar algumas coisas que Frelj não tem coragem para, hihihi, vamos nos divertir bastante. — Olhava de forma sedutora para ela, até provocando mandando beijinhos ou exibindo seu corpo para ela. — Bem... Prazer, eu sou Hermet, sei que sua raça gosta de se isolar... Mas tente evitar isso, tem momentos que você precisa de um grupo... Eu odiava me envolver com os outros, mas esses caras me salvaram tantas vezes que não da pra negar, eu estaria morto se me mantivesse sozinho e afastado, só um conselho de um rapaz que não sabe nada da vida, faça como você preferir— Saudou-a com o chapéu e cruzou os braços —Heh... já nos conhecemos, sou um urso de milhões de anos, quero lutar com você quando se tornar uma alpha, não aceito que você seja menos do que isso, t cagando se você não é habilidosa, se esse é o caso treine até ser tão boa que vai calar a boca de quem te desprezou e me meta a porrada, por que eu só quero uma luta boa com gente nova— Monokuma fez um joinha com uma de suas garras e Ryuro manteve-se em silencio, não era bom com palavras, mas em seus pensamentos desejou boas vindas e ofereceu seu ombro e espada para a garota, não que ela pudesse ler mentes, Notumber abriu a boca e lentamente disse —Bem... Vin... Da... Minha... Esposa... É... Linda... Não é?...— E Evilla acenou para ela —Prazer garotinha, me chamo Evilla, se quiser se maquiar ou ajuda com roupas eu posso te ajudar, sempre quis ter uma filha, mas Juvy não gosta quando mecho no cabelo dela...

————

Carcí matou alguns Gnolls mas fora acertada por garras que eles balançavam aleatoriamente, porem não demorou até todos estarem mortos, enquanto isso os dois que seguiam o cheiro de Kasdya lentamente avançavam, segurando tochas, não conseguiram percebe-la e foram acertados pela lâmina da garota, o Gnoll que rastejava até Arphie tentou pular nos garotos quando ela os soltou, tentando desviar dela e agarra-los.

 

♞❤Polaroid❤♞

Neceo olhou para Gillard assim que ele falou aquelas coisas e, prestou atenção na expressão do mesmo, notando a suave coloração de suas bochechas mudarem para algo puxado pro rosa e, tentou entender aquilo como algo do seu estado embriagado. — É um prazer... Eu acho... — ela respondia as palavras de Juvy com certa lentidão na palavra, visto que não estava acostumada com coisas daquele tipo, principalmente com não ser repreendida, pois todas as vezes que alguém falava com a mesma era apenas membros do seu bando, qual brigavam e a puniam, de resto, todas as outras vezes que se comunicava com outras raças era para matar ou amedrontar. Assim que Frelj se aproximou sutilmente e começou a dizer tais palavras, a Crowald ficou muito surpresa; talvez aquele realmente fosse um verdadeiro líder, alguém que reconhecia a forma como um grupo deveria ser e sabia como tratar integrantes do bando e, mesmo que tivesse crescido em meio a uma criação preconceituosa e seletiva, sentiu que aquele podia ser o jeito correto de liderança. No entanto, encolheu-se quando ele começou a exalar aquela aura pesada, a fazendo ficar um pouco mais reclusa do que antes com a expressão desconfiada, qual sempre mantinha no rosto. — Tudo bem, obrigada por sua gentileza. — agradecia Frelj pela ''oferta'' de ajuda sobre a própria espécie de Neceo, era até engraçado em como outros sabia mais da ''espécie'' dela do que ela mesma, mas pouco ligava para sua falta de informação. — Acho que prefiro cuidar da minha puberdade sozinha. — fez um sorriso meio envergonhado e bem curto, rapidamente desviando os olhares e não querendo encarar Aurien fixamente.

Quando chegou na vez de Hermet falar, a demônio inclinou a cabeça para o lado, prestando um pouco de atenção no que dizia e na saudação, balançando o rosto de forma positiva assim que terminou, porém, encarou o ursinho com uma expressão carrancuda, quase desejando arrancar aquelas orelinhas de pelúcia do mesmo. — P-Prazer... — o tom soou meio travado ao falar com Notumber ou seja lá com quem, mas fez como Rhina pedira e tratou ambos como pessoas diferentes uma da outra.

————

Arphie prontamente entrou na frente e, mesmo que corresse o risco de ser ferida, abriu sua boca e de sua garganta um grito escapou, mas não era um berro desesperador de medo, era um som controlado e muito alto; Eliges eram conhecidos por sua voz melódica que influenciava pessoas, mas também podiam usá-la como arma. O guinchado seria tão alto, que poderia deixar qualquer um atordoado e surdo, depende da criatura afetada e, por sorte, Eliges conseguiam controlar quem seria afetado e por isso as crianças não sofreriam. Usou daquilo para abrir uma brecha, caso desse certo iria enfiar as garras de metal no crânio do Gnoll com um movimento giratório e com precisão.

 

❤Rafa❤

—Muito bem... Estão todos dispensados, sintam-se a vontade para se retirar, tenham uma boa noite de sono e descansem, vocês merecem depois de uma missão tão difícil— Rhina levantou-se assim como os outros demônios e todos se despediram das duas e foram para seus quartos, até Ryuro que aguardou todos se retirarem, após isso Rhina virou-se para Neceo —Bem, vamos tomar um banho? Você esta suja e ferida, além disso, você olhou para mim aquela hora, aconteceu algo? Parecia sentir bastante dor— Pegou-a pelo ombro, a puxando para fora do quarto tentando guia-la até as fontes termais do dojo, onde eles tomavam banho por lá, porem a mestra tinha um local especial somente para ela, uma fonte exclusiva, mesmo que pequena era a céu aberto e muito bonita, perfeita para ter-se privacidade, era para lá onde estava levando a Crowald.

————

Carcí terminou de eliminar todos os Gnolls, mesmo que com bastante machucados, guardou sua arma após sacudi-la para livrar-se do sangue, estava ofegante e passou a costa da mão na bochecha, limpando uma mancha de sangue dos Gnolls que havia espirrado em seu rosto —Hora de voltar até eles...— Voltou correndo até onde tinha separado-se de Dya, acabou por ouvir um grito e apressou-se para chegar onde ouviu-o.

O Gnoll ficou aturdido com aquele som alto, ainda mais por sua audição sensivel, sendo fácil para Arphie elimina-lo, nem mesmo resistiu, visto que não tinha controle motor o suficiente para tal.

 

♞❤Polaroid❤♞

Neceo se levantou assim que os outros demônios fizeram isso e, acenou com a cabeça ao escutar as despedidas, ficando meio acuada e sempre desconfiada, porém, em parte estava começando a acreditar num possível desfecho diferente do que o seu bando encravara na sua mente. Olhou de relance para Rhina quando a mesma falou, sentindo um pouco mais daquelas pontadas, mas dessa vez não demonstrou através de expressões. — Banho? Otimo, estou precisando muito... Vocês tem uma caichoeira? Ou um lago bem grande? Sei lá, ou um mar? Ah... Bom, não sei dizer, senti algumas dores, talvez seja cansaço ou os cortes que aquele urso fez em mim. — deixou-se ser guiada pela mulher, sem contestar ou indagar, afinal, se tinham um local para banho então adoraria. Ao chegar lá, um brilho se formou naqueles olhos, assoviando com gosto ao ver a suposta fonte. — Já vi uma dessas em uma das viagens... Mas eles não quiseram tomar banho nas fontes, diziam que era contra as regras, sei lá, nunca prestei atenção para entender os motivos. — levou a mão até o coque, soltando os cabelos negros. Neceo manteve os olhares na fonte, como se sua mente estivesse viajando em pensamentos. — Acho que nunca agradeci por ter me dado uma segunda chance na floresta, você podia ter me matado, mas não o fez, perguntou primeiro antes de qualquer atitude. Então, obrigada.

————

Kasdya olhou na direção do grito e, assim que Carcí apareceu e correu para o berro, a vampira também o fez, disparando ao local onde havia pedido para Arphie se esconder. Ao chegarem lá, encontraram o Gnoll estirado no chão com a expressão contorcida em dor e os ouvidos sangrando, já a Elige, ela havia pego Redsa que chorava no colo e, Kenar chutava o corpo da criatura. — E não mexa mais comigo! — Kenar gritava.

 

❤Rafa❤

Rhina acenou com o agradecimento, junto de um sorriso gentil —Viu, nem tudo se resolve na violência, se eu tivesse quebrado essa sua carinha de marginal, não estariamos aqui agora...— aproximou-se da garota, ajudando-a a tirar a roupa —Se incomoda em tomarmos banho juntas?— Observou Neceo, o olfato de sua espécie era aguçado e ja havia entendido o que estava acontecendo com Neceo, porem a fragrancia era leve, sendo mais facil e se controlar, mesmo que tenha mandado todos os outros demonios para ficar sozinha com ela, temia que os outros sentissem aquilo e avançassem nela.

————

Carcí viu aquela cena com os olhos arregalados —Kenar! Redsa!— Correu e pegou quenar no colo, afastando-o do corpo do Gnoll —Cuidado ele pode estar fingindo de morto— aproximou-se de Arphie pedindo para que entregasse o Redsa em seus braços —Calma bebê a mamãe ta aqui, ja ta tudo bem ok? Acabou, a titia Arphie acabou com os caras maus.

 

♞❤Polaroid❤♞

A demônio olhou de canto para Rhina, observando o sorriso alheio. — Carinha de marginal? Ora sua... — franziu o cenho e rangeu os dentes. — Bom, você meio que me cortou e tiveram que usar armadilha... Então foi meio que na base da violência... — sua expressão era pensativa quando Rhina começou a ajudá-la a tirar as roupas, permitindo que a ninja o fizesse enquanto jogava as armas num canto. — Huh? Ah, não me incomodo, estou acostumada a tomar banho com outras pessoas. — balançou a cauda devagar atrás de si, retirando a última peça de roupa que lhe faltava: seu corpo era bem feminino, e parecia ser muito sensível e delicado, se alguém não soubesse nada sobre sua raça jamais imaginariam que existe uma musculatura potente por trás daquele semblante frágil.

————

A vampira correu para mais perto também, analisando rapidamente a situação e, também notando os ferimentos na irmã, grunhindo de raiva por aqueles Gnolls. Kenar arfou de surpresa ao ser pego no colo, mas cuspiou em direção ao corpo da criatura. — Relaxa! A Elige meteu a porrada nele! Não vai mais levantar. — falava Kenar. Arphie estendeu Redsa quando Carcí quis pegá-lo e, o garotinho se agarrou aos braços da mais nova enquanto soluçava e chorava, esfregou o rostinho na morena, começando a se acalmar aos poucos: sua respiração estava ofegante e as lágrimas junto de ranho escorriam no seu rosto.

Dya chegou mais perto da ninja após checar o Gnoll. — Você se machucou, vamos cuidar disso agora.

 

❤Rafa❤

Rhina tirou rapidamente seu vestido de seda, foi apenas tirar o pano em cima de seus ombros que ele suavemente caiu no chão, seu corpo era igualmente delicado, exibindo curvas estraordinarias, claro que aquele corpo era moldado a própria vontade de Rhina, já que sua aparência normal era um demonio azul, mas ja que era artificial, tratou de fazelo o mais belo possivel, mas não apenas seu corpo era delicado, como tambem seus gestos e movimentos, parecia ser uma princesa ensinada a agir com sutileza e classe, puxou a garota até dentro da fonte termal e sentou-se, puxando outra para sentar-se junto. — Desculpe a agressividade quando nos conhecemos. — pegou um pouco de agua com as mãos e despejou com cuidado nos ombros da garota, logo fazendo uma massagem neles bEspero que tenha gostado deles... Alias, você em breve tera sua puberdade certo? Você sabe o que acontece nela? É bem parecida com a das outras especies, tirando o fato de ganhar uma forma bestial ter de controla-la, é muito semelhante, até mesmo... A parte do cio...

————

Carcí apertou o abraço nos dois garotos —Obrigada Arphie... Muito obrigada... Se não fosse você... Eu não sei o que aconteceria— Virou-se para a irmã com lagrimas nos olhos —Não Kasya, não precisa, eu me regenero rápido e você sabe disso, melhor do que ninguem, foram apenas arranhões de garras, não dei chance para usarem armas, precisamos achar um local seguro para as crianças poderem dormir— Deu beininhos na cabeça de Redsa e desceu até sua bochecha, enchendo-o de beijinhos ali, logo em seguida deu um selinho em Kenar e esfregou a bochecha na dele —Que bom que vocês estão bem, você é muito corajoso Kenar, obrigada por proteger seu irmão— falou olhando para o mais velho e tambem o encheu de beijinhos na bochecha, logo em seguida ajeitando-os no colo, deitando a cabeça de Redsa em seu ombro e tentando fazer o mesmo com Kenar.

 

 ♞❤Polaroid❤♞

Neceo estava deixando a katana curta junto das armas quando se virou suavemente a tempo de ver Rhina tirar as roupas e, sentiu aquelas mesmas pontadas voltarem, arfando baixinho conforme observava os detalhes do corpo alheio: um pensamento passou por sua cabeça, foi a primeira vez que sentiu desejo de ser devorada por alguém e, aquilo a fez arregalar sultimente os olhos. Se virou rapidamente, mas logo foi puxada pela ninja para dentro da fonte, temendo aquele local que nunca experimentou, mas não demorou para suspirar de alívio e satisfação com a água lhe cobrindo o semblante machucado e sujo. Sentou-se junto dela quando a outra a puxou. — Uau... Isso é incrível. — respirava profundamente com a sensação da água morna em volta, fechando os olhos por alguns segundos. — Tudo bem, eu sou um demônio, tinham que pegar pesado mesmo. — sentiu a água nos ombros e, grunhiu de dor com a massagem, mas a sensação se transformou em algo bom: seus músculos estavam meio rígidos. Mordeu os lábios, não podia negar que adorava aquilo. — Eu acho que gostei... Não são tão ruins quanto eu imaginei e... P-Puberdade? Bom... — corou com o assunto, principalmente quando Rhina falou sobre o Cio. — Não prestei muita atenção nas explicações do meu bando... Mas já vi algumas coisas, tipo, alguns Crowalds ficarem loucos de "tesão" durante o cio e quererem trepar com qualquer coisa que tivesse um pau. — enrolou a cauda na própria coxa de tanta vergonha. Era notável que, desde a hora em que saiu do quarto, o cheiro de Neceo vinha aumentando gradativamente, se tornando mais forte e adocicado. — V-Você sabe alguma coisa sobre isso?

————

— De nada Carcí, eu não pensaria duas vezes em protegê-los. — Arphie sorria docemente. Kasdya tinha uma expressão séria no rosto e, quando a mais nova negou os cuidados, manteve-se firme com a ideia: — Faremos um curativo, quer você queira ou não, mas vamos procurar um local seguro primeiro. — guardou a espada na bainha e se virou, dando passos lentos para que a acompanhassem. Redsa estava soluçando e tinha parado de chorar ao receber os beijos, abrindo um poucos os olhos. Kenar deu um sorrisão com as carícias, inflando o peito de orgulho. — De nada, sempre vou proteger! — assim que Redsa deitou a cabeça no ombro de Carcí, ele apertou o tecido da roupa da mesma e sussurrou: — m-mamãe.

 

❤Rafa❤

Rhina mal podia se segurar com aquele cheiro, mas mantinha seu jeito delicado, comose fosse uma aranha tecendo sua teia envolta de uma presa delicadamente para que ela não fugisse —Bom... No meu cio... Nenhum macho se interessou por mim, de começo eu achei que era um lixo, feia, horrorosa, que não servia para procriar e que tinja algum defeito comigo... Bom, de certa forma tinha, porque percebi que na verdade, apenas as fêmeas estavam interessadas em mim, e eu não tinha uma vontade de um pau e... quando minha mãe foi afetada pelo meu cio eu percebi que, na verdade eu era sim muito atraente, o cio na minha espécie é mais forte quanto mais atraente você é, seja por força ou inteligencia ou qualquer outra coisa que te torne atraente, mas para afetar os próprios pais precisa ser alguem diferente... Alguem que realmente tenha algo especia... Acabei sendo forçada a transar com minha mãe e irmãs, alem e varias outras demonias que encontrei por ai, meu odor era forte demais, e acabei sendo abusada por muitas mulheres... Mas isso me deixou feliz... Por que simbolizava o quão boa eu era... E sabe... Nunca presenciei um cio... Mas o cheiro que eu estou sentindo vindo de você... Acho que eu sou atraida pelo cio de outras fêmeas... Espero que não goste apenas de machos... Porque se algum outro demônio hegar perto e você... — movia suas mãos aos seios da Crowald, onde começou a massagea-la, uma das mãos não ficou muito tempo em seus seios e acariciou barriga dela naté chegar a pelvis, onde apertou-a, tentando sentir seu útero para saber se realmente estava no cio, mas não por muito tempo, logo levando a mão ao clitóris de Neceo e esfregando-a, se ela tentasse se afastar, transcormaria-se em sua forma demoniaca e a seguraria firme, estava um tanto quanto alterada pelo doce cheiro da Crowald.

————

Carcí sorriu muito ao ser chamada de mamãe, logo perdendo a cara emburrada que fizera para Kasdya pela sua teimosia em colocar curativos naqueles cortes —Vamos Arphie, Kadya, acho que eu vi uma caverna proxima ao acampamento dos Gnolls, pode ser um bom lugar... acho que vai chover...— As nuvens começaram se fechar, eram negras carregadas, fazendo alguns trovões ecoarem e raios cairem.

 

 ♞❤Polaroid❤♞

A demônio prestava atenção naquelas palavras e, parecia nitidamente desconcertada pela história, até imaginando se Rhina estava contando um pedaço de algum trauma em sua vida, mas com o decorrer do conto a mesma percebeu que a ninja não havia ligado para aquelas coisas e que até gostara, deixando-a meio surpresa e satisfeita, afinal, a outra não parecia desapontada ao contar. No entanto, quando Rhina mencionou o cheiro, Neceo travou um pouco, sentindo mais daquelas pontadas e ardência. — Espera... Eu não estou no cio. — a demônio era meio nova ou distraída demais para perceber o próprio cheiro, mas nem teve tempo para tentar notar. Ao sentir as mãos alheias em seus seios, engasgou e arqueou as costas, liberando um gemido baixo com aquele contato que nem ela mesma sabia que poderia produzir. Seu corpo se arrepiou e estremeceu, reagindo a cada toque facilmente, podendo sentir a carícia em sua barriga e, no momento que a mestra apertou sua pélvis, a outra poderia sentir o útero da demônio lajetar: o útero de algumas espécies de demônios no cio desciam um pouco, facilitando a copulação e, o de Neceo já estava começando a descer. A garota tentou se afastar involuntariamente ao ter a mão da ninja em seu clitóris, mas a viu se transformar e a segurar, logo a tendo esfregando aquela parte íntima. Um gemido mais longo escapou de seus lábios enquanto sua cauda de enrolava na coxa de Rhina de modo involuntário, a respiração de Neceo ficou mais acelerada e seu corpo estava ficando muito quente... Não podia nem explicar a sensação maravilhosa que sentia ao ter a buceta tocada e, arfava e ofegava com aquilo. As bochechas dela se encontravam extremamente vermelhas: — R-Rhina? — sentiu um arrepio subir-lhe a espinha, cobrindo a boca para abafar outro gemido.

————

Kasdya parou de andar assim que Carcí mencionou a caverna, deixando-a que tomasse a liderança e seguiu-a, sempre atenta a qualquer perigo e ao estado da mais nova, ainda mantendo aquela expressão meio séria e carrancuda, principalmente pelo motivo de teimosia da morena. Alguns pingos de chuva começaram a cair quando o grupo chegou perto da suposta caverna que se encontrava próxima do acampamento. A mulher de cabelos brancos retirou o capuz que estava por cima de sua cabeça, expondo aqueles fios albinos que eram característicos de sua aparência. Lançou um olhar para a irmã, analisando-a antes de dar alguns passos a frente para dentro da caverna, cheirando o ar e tentando captar algum sinal de inimigos ou vida selvagem.

 

❤Rafa❤

Rhina aproximou os corpos, apentando os proprios seios nas costas da garota, as escamas que escondiam suas partes intimas haviam desaparecido —Se não estiver pronta tudo bem... Mas seu útero ja esta se movendo e latejando... Algumas espécies como a minha tem um olfato mais sensivel, então é mais facil de percebermos o cio de outras criaturas, então deixeme te perguntar, prefere que eu te coma nessa forma ou na forma humana?— Ao sentir a cauda da garota se enrolando em sua perna, sorriu de felicidade e enrolou a própria cauda na dela, esperou que ela respondesse para pegar em seu maxilar e virar seu rosto, dando-a um beijo cheio de tesão enquanto intensificava as esfregadas no clitóris alheio e após soltar o maxilar e voltar para o seio, brincava com seu mamilo enquanto mantinha-se massageando o seio, encochava-a e esfregava a própria pélvis na bunda da garota, estimulando um pouquinho o própruo clitóris com isso.

————

Carcí entrou na caverna, tambem fareijando mas não sentiu nada, então apenas soltou os dois garotos com cuidado no chão e começou a montar o acampamento ali, montando barraca pedindo para que Arphie fizesse uma fogueira, colocou sacos de dormir dentroa barraca —Certo... quando quiser fazer o crurativo sinta-se a vontade pra me chamar Dya... Não vou discutir com você— Sorriu pra ela e pegou os dois garotos novamente, levando-os para dormir.

 

♞❤Polaroid❤♞

Ela sentiu os seios alheios sendo pressionados contra as suas costas, sendo capaz de presenciar a textura dos peitos da mulher. Grunhiu mais algumas vezes, arfando com as pontadas em seu útero, agora o sentindo descer. A boca de Neceo estava meio entre-aberta, deixando a respiração escapar por ela. — E-Então, eu estou no cio? — não tinha mais dúvidas quanto a isso, pois seu corpo estava se comportando completamente fora do seu normal. Neceo nem sabia que seria capaz de responder e, ficou surpresa quando as palavras escaparam de seus lábios: — Nessa... Forma... — a bochecha que já se encontrava quase um pimentão de tão vermelha, o tom se tornou mais intenso ainda. As pernas de Neceo tremiam e até ameaçavam se fechar entre a mão de Rhina, era notável que a demônio estava a mercê daquela dominancia, sem sequer perceber isso. Sentiu a cauda alheia se enrolar nela e, teve o maxilar pego, sem relutar aceitou o beijo: não sabia beijar muito bem, mas tentou acompanhar o ritmo das línguas e das bocas, ofegando de modo abafado. Assim que as bocas se separaram e a ninja voltou para o seu peito, gemera com a massagem e se remexeu, não conseguindo ficar parada diante daqueles estimulos. Gemidinhos eram produzidos, tão manhosos e quase derretidos que nem pareciam ser a Neceo rebelde de antes. Moveu a mão de forma involuntária, segurando no braço da mestra e a apertando, na hora em que seu útero finalmente desceu, a demônio grunhiu bem alto e se debateu um pouco: seu cheiro já estava bem forte, o suficiente para que ela mesma pudesse sentir. — Urgh.... — até lacrimejava, mas não de tristeza.

————

Kasdya ajudou a irmã a montar a barraca, enquanto Arphie fazia como pedido e dava um jeito de preparar e acender a fogueira, não demorou até as chamas iluminarem a caverna escura e úmida. Assim que a vampira terminou de ajeitar os sacos de dormir junto da mais nova, foi até o fundo da caverna e empurrou algumas rochas para perto do acampamento, colocando-os próximo da fogueira, onde sentou-se e deu uns tapinhas para Carcí sentar-se perto dela. — Então faremos agora. — puxou a caixa da bolsa mágica. Redsa adormecera junto de Kenar sem nem se esforçar para dormir, visto o susto e o cansaço.

 

❤Rafa❤

Começou a distribuir chupões nos ombros e pescoço da Crowald e enfiou dois dedos em sua vagina, de forma lenta e carinhosa para que não sentisse dor, até usou as chamas na ponta de suas mãos —Seus gemidos... São tão deliciosos... Queria ver essa sua expressão mais vezes, você é tão fofa se entregando desse jeito. — a mão que estava em seus seios desceu até a bunda da garota, acariciando-a ali e distribuindo alguns tapas leves, já que não sabia o quão sensivel ela estava, não demorou também para achar seu ponto G e esfrega-lo gentilmente — Quer levantar-se pra eu usar minha boca?— Sussurrava no ouvido dela, logo em seguida mordendo sua orelha.

————

Carcí Suspirou, mas logo sorriu para Kasdya, sentando-se em seu colo para que ela cuidasse dos ferimentos, antes que ela começasse, agarrou-a pela coleira e puxou seu rosto para próximo do próprio. — Você é teimosa demais... Eu amo esse seu jeito. — E deu-a um beijo de forma apaixonada que durou alguns minutos, mas logo a soltou e deixou que fizesse como quisesse — Eu te amo Dya.

 

♞❤Polaroid❤♞

Os chupões eram como bolas de fogo tocando sua pele, sentindo um prazer indescritível ao ter a boca da ninja sugando a epiderme e deixando marcas mesmo que sua cor fosse cinza. Neceo arregalou os olhos quando finalmente sentiu os dedos de Rhina adentrarem em seu interior. — D-Deuses... — inspirou fundo e gemeu, revirando os olhos de puro tesão, mesmo que sentisse dor, nada era comparado com aquela sensação. O bico de seus seios já se encontrava extremamente duros, mas assim que sentiu os tapas, arqueou mais as costas e se remexeu, mesmo que fossem leves ela reagia muito, visto a sensibilidade extrema de seu corpo. — Eu... Eu vou explodir... — murmurou com ela esfregando seu ponto G, até mesmo sentindo as pernas dormentes. — Ahnn. — a mordida em sua orelha a arrepiou novamente e, com certo esforço tentou se levantar, soltando a cauda que havia enrolado na perna da ninja. Apesar do olhar de pura ternura de Neceo, existia algo além: — Me... Foda... Eu preciso disso... — seu coração estava acelerado e sentia um calor infernal tomar-lhe o semblante.

————
Dya olhou para o objeto que segurava quando Carcí sentou-se em seu colo, mas foi surpreendida pela puxada, a fazendo olhar para a morena. — Eu posso ser muito mais teimosa, você sabe. — retribuiu o beijo sem hesitar, intensificando e tomando a liderança, movendo as línguas profundamente conforme os lábios se moviam, e assim que o contato se encerrou Kasdya não deixou barato e a mordeu no lábio inferior, até fazendo-a sangrar e lambendo o sangue com gosto, deixando uma linha de saliva e sangue pra trás ao afastarem-se. A vampira abriu a caixa e retirou alguns curativos, passando um pano úmido nos cortes antes de começar a colocar as pequenas gazes por cima dos ferimentos. — Eu também... Te amo.

 

❤Rafa❤

Retirou os dedos de dentro de Neceo assim que ela levantou-se, mas manteve as caldas enroladas, como uma forma de mostrar àquela garota que era sua parceira de acasalamento naquele momento, uma coisa que sua espécie fazia sem perceber, engatinhou até perto dela e com as duas mãos agarrou sua bunda e começou a lamber e chupar o clutóris da Crowald, as vezes penetrando-a com a lingua e mantendo-se massageando e distribuindo tapas es sua bunda, chegando até a arranha-la e deixando os tapas mais fortes.

————
A mais nova sorriu quando encerraram o beijo, pois havia gostado da mordida e da forma como ela tomou seu sangue —Então... Como você esta? Viu ele me chamando e mamãe denovo? Ai eu quero tanto que ele te chame de papai... Seria incrivel!

 

♞❤Polaroid❤♞

Neceo ofegou quando os dedos saíram de dentro de si e, produziu outros grunhidos assim que teve a bunda agarrada, logo sentindo a língua de Rhina em seu clitóris e quase enlouquecendo. Moveu as mãos e agarrou os chifres alheios, segurando firme conforme liberava gemidos e arfadas; mesmo que o seu corpo estivesse molhado pela água, sentiu-se começar a suar de tanto tesão e adrenalina. A epiderme da Crowald começou a se tornar mais escura e, apertou ainda mais os chifres da ninja, expressando o completo prazer em seu rosto. Gemia a cada tapa e cada arranhar, demonstrando sem nem perceber o quão sensível era diante daqueles estímulos, pois era a primeira vez em que passava por aquilo e a mesma podia estar quase perdendo a cabeça. Sua mente estava nublada, mergulhada no êxtase com aquela mulher; foi por isso que olhou para ela na reunião quando sentiu aquelas pontadas, atraída inconscientemente por aquela demônia. Um gemido longo e alto se sobressaiu além dos outros e Neceo foi tomada pelo orgasmo, soltando o liquido e estremecendo com o arrepio que atingiu seu semblante enquanto estava naquele estado.

————

— Hm? Estou bem, por que a pergunta? Pareço mal? — guardava o que sobrara das gazes e dos curativos na caixinha e erguia o olhar. — Eu vi... Foi muito fofo, agora sei porque você é tão apegada, haha. E eu acho que ele não vai me chamar de papai, ele me vê como uma mulher. — sorriu com a inocência da mais nova, no entanto, sua expressão mudou repentina e Kasdya grunhiu alto de dor, deixando a caixa cair no chão e agarrando a parte cortada do seu braço que lhe faltava, encolhendo-se.

 

❤Rafa❤

Rhina tomou todo o liquido que a Crowald liberou, mantendo-se invadindo seu interior com a lingua pela duração do orgasmo, dando alguns beijinhos em sua coxa e pelvis proximos a sua parte intima, mas levantou-se a levantou-a em seu colo, dando-a um beijo cheio de vontade e paixão após adimirar seu rosto pós-orgasmo com um sorriso malicioso, ainda não havia desenroscado s caldas, sinalisando que não tinha terminado, levou-a até uma grande rocha no meio do lago termal, a agua quente a mantinha aquecida, tornando-a numa cama de pedra aquecida, onde deitou Neceo de barriga para baixo e usou algum tipo de magia para criar um pênis artificial com seu fogo, deitou-se em cima dela, esfregando aquele membro em sua bunda e chegou muito perto da orelha da garota, murmurando —Vamos começar de verdade agora que esta pronta... Vai doer um pouquinho, mas eu sou carinhosa— mordeu sua orelha e manteve-se chupando-a enquanto beliscava os mamilos endurecidos da Crowald e penetrava o pênis em sua buceta bem devagar e carinhosamente, o formato e seu membro era bem diferente, com alguns espinhos arredondados e uma estrutura ondulada para aumentar o prazer da parceira.

————

Carcí levantou-se e ajoelhou na frente da namorada —O-O que foi Dya? O que aconteceu? Fica calma amor, e-eu vou tentar cuidar e você, tenta se deitar...— começou a mexer em sua bolsa de medicamentos pegando uma siringa com anestesia e aplicadando na região onde a namorada parecia estar sentindo dor.

 

♞❤Polaroid❤♞

Aquele beijo foi retribuído com extrema vontade por parte de Neceo, demonstrando resquícios de uma paixão se acendendo dentro de si, não apenas pelo prazer envolvido, mas uma chama que crescia vagarosamente; mais uma vez as línguas se enroscavam arduamente uma na outra, podendo sentir o sabor adocicado de Rhina por aquele contato. Ao ser deitada de barriga pra baixo, sentiu os próprios seios serem pressionados contra a rocha morna, arfando de alívio pela sensação gostosa do calor, porém, sua visão voltou-se para trás onde a ninja estava, observando o pênis ser formado e ofegando de ansiedade e ao mesmo tempo de medo pelo o que viria a seguir. A cauda balançou, estando enrolada na da Mestra, mantendo-as coladas, até que sentiu o membro deslizar por sua bunda e, olhou para frente enquanto suas garras arranhavam a textura da pedra. — Espera, vai doer? — indagou, estremecendo com a mordida na orelha, logo sentindo os beliscões nos mamilos, arqueando as costas um pouco, porém, assim que o pau começou a penetrá-la, Neceo arqueou mais as costas e ergueu as pernas, soltando um grito de dor e prazer. Seu útero latejou e desceu um pouco conforme seu interior era aberto pelo membro, as paredes começaram a apertar e, uma espécie de ''língua'' se projetou pra fora da buceta da Crowald, qual parecia ser uma membrana que fazia parte da vagina e que rapidamente se enroscou naquele pênis como se o lambesse; Todos as fêmeas Crow tinham aquilo em sua parte íntima, como uma forma de garantir que o pênis ficasse dentro delas após o macho gozar, além de que, ajudava na relação sexual e sensação de ambas as partes. — AAHhhnn... Rhina... Rhina... — Neceo sentia extrema vergonha ao implorar pelo nome da ninja, mas seu corpo nem mais a obedecia direito. Sua pele estava em um tom de cinza escuro e seus olhos começaram a brilhar em vermelho enquanto cravava as garras negras na rocha.

————

Kasdya nem conseguia olhar direito para a mais nova, visto que estava encolhida para frente e com os olhos fechados, mas, balançou a cabeça de forma positiva e tentou se deitar. — M-Merda.. Meu braço. — grunhia e se remexia dolorosamente, no entanto, gemeu com a agulha penetrando sua pele e logo foi tomada pelo efeito da anestesia, se acalmando, mas ainda respirando rápido. — Carcí... — falava baixo enquanto agarrava a região. A pele do local começou a se remexer como se houvesse algo dentro e, de repente, alguma coisa rasgou aquela parte, saindo um ''novo'' membro do braço que havia sido cortado; foi como uma troca de pele com um braço saindo de lá. Mas ainda estava em carne viva, e a pele crescia devagar. Kasdya olhou para a ''mão'' e o braço novo embasbacada.

 

❤Rafa❤

A demônio azul sorriu de forma maliciosa ao ter seu nome chamado, dando chupões em seu pescoço e começando um vai e vem lento e gentil, mas ainda assim tentando alcançar seu útero que havia descido, assim não sendo um grande desafio, com suas mãos brincava com os mamilos de Neceo e ao sentir aquela especie de lingua enroscando-se em seu pênis, soltou um gemido abafado pelo chupão —isso de fato é diferente de tudo que eu ja experimentei antes...— mordera o pescoço da garota e chamar azuis cercaram-nas, tornando o ambiente mais quente e fazendo até mesmo Rhina soar (visto que sua especie era resistente a fogo e calor, ela soar demonstra o quão quente esta) qualquer criatura poderia ser cozida viva naquelas aguas, por isso levou-a para a pedra e para a sorte da Crowald, ao ter relações sexuais com uma Lunastra o parceiro ou a parceira adiquire a mesma resistencia a temperatura porem um pouco mais fraca —Neceo... Geme mais pra mim Neceo, me mostra seu lado sensivel e fofo— provocava-a com uma voz abafada.

————

— Q-Que porra é essa Dya?!— Carcí jogou-se para traz, caindo sentada no chão devido ao susto, até soltou um grito agudo de medo qyando aquilo aconteceu —S-Seu braço...— Estava desacreditada e quase chorando de felicidade com aquilo, havia ficado com um pouco de falta de ar, pelo susto, então sua respiração era ofegante.

 

♞❤Polaroid❤♞

Neceo que estava olhando pra frente, moveu um pouco a cabeça para olhar pra trás e observar o sorriso malicioso de Rhina e, tal visão a deixou mais excitada, arfando com os chupões em seu pescoço; não pôde conter os gemidos que começaram a ecoar, acompanhando o ritmo das estocadas gentis, podendo acostumar-se aos poucos com as dores, que logo se tornaram sensações prazerosas. Por conta do útero que havia descido, seria muito fácil para a ninja alcançar, o que não demorou e fez com que a demônio gritasse junto de um gemido, estremecendo. Apoiou a mão no braço da mulher e a outra na rocha, enquanto a sentia estimular seus seios. — Você realmente tinha cara de alguém que experimentou tudo... Mas... é surpreendente que não tenha... — nem mesmo Neceo sabia que tinha aquilo na Buceta, pois tal membrana só surgia durante uma relação sexual e ela nunca havia transado antes. — Ahnnn... — gemera com a mordida e, notou quando as chamas circudaram-nas, sentindo seu corpo ficar quente e começar a suar bastante, pingando na água e na rocha em que estava deitada. A demônio estava derretendo completamente de êxtase, sua expressão era de pura luxúria e sentia vergonha de mostrar aquilo, mas pouco ligava agora. Com a mão livre apertou mais a rocha, arranhando a estrutura dura e olhando para frente de novo, gemendo alto tanto pelo prazer quanto pelo pedido de Rhina. — N-Não olhe... — falava entre aqueles grunhidos e gemidos, era notável o quão sensível e frágil estava, tão a mercê das garras da Lunastra. Sua cauda se enroscara ainda mais na mulher, pressionando-a enquanto a ''membrana'' em sua vagina movia-se em torno do pênis que a adentrava e saia devagar. O odor de Neceo já estava a um nível tão alto, que ficava em torno de Rhina, adentrando em suas narinas vagarosamente.

————

— E-Eu não sei... — arfava conforme observava a pele crescer, até que sua mão e braço estivessem normais, levantando-se devagar para sentar na rocha; a respiração dela estava rápida e mal podia acreditar. Kasdya sentiu a garganta extremamente seca e, tossiu, produzindo alguns sons com a garganta como se quisesse se livrar de algo preso nela. Arphie voltara para ver o motivo de gritaria e, ficou completamente pasma com a cena do braço, ficando paralisada enquanto segurava alguns galhos para a fogueira. A vampira mais velha ergueu o olhar para a mais nova. — Tá tudo bem... — seus olhos começavam a se tornar vermelhos enquanto ela observava as veias do pescoço da irmã.

 

❤Rafa❤

O calor do local estava cada vez maior, porem, de alguma forma a agua não evaporava, isso acontecia poelo fogo de Rhina ter propriedades magicas curativas que impediam a mudança de estado da matéria, os gemidos de Neceo eram como musica para ela, lambia o suor da Crowald e começou a intensificar o vai e vem, gemendo junto dela, sua especie precisava de um ambiente quente para os ovos fertilizados eclodirem, por isso este tipo e coisa acontecia, mas por Rhina ser lésbica não usava isto, mesmo assim não é algo que ela mesma controlasse, sua escolha de lugar para ter relações com Neceo foi proposital, ja que precisaria e um lugar mais afastado e sem madeira para não queimar nada nem ninguém, balançava a própria cauda abanando as chamas com os pelos na ponta dela, mas não soltou a de Neceo, esse era um movimento involuntario que intensificava a chama.

————

A mais nova levantou-se e foi abraçar a mulher que amava —I-Isso é incrivel Dya!— Segurou em seu braço, admirando aquilo —Sua garganta esta bem?— perguntou mas travou ao ver os olhos vermelhos da irmã, ficando meio receosa, como uma lebre em frente a um lobo —A-Amor? Tudo bem? Quer conversar a sós?

 

♞❤Polaroid❤♞

Por conta da temperatura subindo a demônio acabava por suar mais, sentindo aquele suor escorrer pelo seu corpo, pingando com mais frequência na rocha e, apesar do calor que estava subindo, Neceo não parecia se sentir incomodada, mas claro, ainda sentia a ardência. Não pôde deixar de notar e presenciar Rhina lambendo seu suor, a deixando bem mais excitada. Ela apoiou a cabeça na estrutura de pedra e soltou o braço da ninja que segurava, movendo a mão para o corpo de Rhina e a arranhando como podia enquanto liberava os gemidos repletos de luxúria em acabou por liberar grunhidos mais altos por conta do vai e vem que intensificou-se; o interior de seu útero e vagina apertaram-se em torno do pau da mestra.— N-Não vá rápido... irei enlouquecer... — a pele de Neceo se encontrava bem escura e seus olhos brilhavam em vermelho. A cauda não soltou a da outra mesmo que ela tenha abanado, estava realmente bem colada nela. — Rhina... aahnnn... Rhina... Puta que pariu... — o som dos corpos que se colidiam ecoavam pela fonte, mesclando-se aos sons rítmicos e dos gemidos de ambas as garotas. Era engraçado, mas Neceo nunca tinha pensado em se envolver com outra mulher, mas naquele momento, era tudo o que mais queria.

————

A vampira mais velha lançou um olhar para Arphie ao ser abraçada pela mais nova, acabando por respirar profundamente e tossir, sua voz estava rouca quando disse sussurrando: — Sim, vamos conversar a sós. — ficou imaginando em como explicaria para uma Elige que acabou de recuperar um braço cortado do nada. Olhou uma última vez para a mão e o braço que Carcí segurava. — É incrível, nem posso acreditar. — levantou-se devagar, ainda abraçando a morena pela cintura com a outra mão. — A Elige viu... — murmurou no ouvido alheio.

 

❤Rafa❤

— Neceo... Hmmmm... Você é tão gostosa... Não achava que tinha um corpo tão fofo— Mordiscava a pele da Crowald aproveitando todas aquelas sensações, naquele momento a ninja nem mesmo se lembrava da existência de Carcíphonne, visto que o cheiro de Neceo fez a jovem tomar toda a mente dela, somente conseguia pensar em ter essa garota consigo. — Neceo... Quer ser minha parceira?... Eu vou cuidar de você, não vou deixar nada ruim te acontecer e te darei tudo que desejar. — Na espécie de Rhina, os demônios juntavam-se com parceiros durante a puberdade com quem viveriam para sempre, os machos tinham costume de trazer tesouros e riquezas para as fêmeas montarem seus ninhos luxuosos, mas nenhuma fêmea da espécie dela nem machos se interessaram em formar um casal, quando formam uma parceria ou tem algum interesse em uma possível parceira, normalmente se tornam agressivos quando outros machos tentam alguma coisa com elas, além de tornarem-se extremamente carinhosos com as parceiras, Rhina tentava agir de forma feminina e delicada para esconder que nascera com uma natureza de macho de sua espécie, o que antes era uma massagem nos seios se tornou um abraço extremamente forte enquanto a Lunastra intensificava o vai e vem, ignorando o pedido de Neceo — Quer que eu diminua? Mas esta tão bom, por favor, deixa eu continuar Neceo...

————

Carcí apoiou a mais velha caso precisasse de ajuda —Arphie... Pode nos dar licença? Tenho que conversar com a Dya, por favor, prepare um pouco de comida para ela, não sei o que aconteceu aqui, mas não sei se é um bom sinal o braço dela voltar assim, deve tê-la desgastado muito, se puder preparar alguns sucos tem frutas nas bolsas— Puxou a namorada para o lado de fora, mesmo que estivesse chovendo, acabaram molhando-se mas a morena encostou-a na parede e olhou em seus olhos —Seu braço voltou... Ta tudo bem amor? Você parece mal.

 

 

————

————

 

No palácio de Kamora, um homem pálido de cabelos brancos saia de seu jardim e adentrava uma sala com fogueira e uma mulher de cabelos negros, era uma das generais do exercito da cidade, cuja vira Kasdya e Carcíphonne crescerem, até mesmo treinando Kasdya com a espada, o homem a puxou pela mão, seu cabelo mudou para negro e olhando em seus olhos disse — Agora... Esta na hora de me dar um herdeiro tão bom quanto aquela Kasdya, já que seus homens foram incompetentes o suficiente para perderem-na e matarem aquela mulher tão fértil e especial, você queria ser a rainha não? Agora vai me dar quantas crianças eu quiser, e até eu ter o herdeiro perfeito, eu não vou parar. — deu-a um beijo mas logo jogou-a no sofá, começando a tirar a própria roupa.

 

————

————

 

 

♞❤Polaroid❤♞

As bochechas de Neceo que se encontravam vermelhas tanto pela vergonha quanto pelo calor que circundava ambos os corpos, o tom avermelhado tornou-se mais intenso ao ouvir o elogio de Rhina, porém, no momento que escutou a pergunta da ninja, ela ficou completamente surpresa com aquilo: um Crowald geralmente se unia com o seu parceiro logo no inicio do cio e da puberdade, justamente para que outros machos não acabassem incomodando a fêmea e para garantir que a fêmea não se envolvesse com outras espécies por conta do seu descontrole ao estar no cio, mantendo o bando em ''equilíbrio'' e expulsando qualquer uma que se opor a tal cultura. A demônio sabia que ter uma parceiro era algo realmente importante, um marco na vida de qualquer espécie e, não soube conter a ansiedade que beirava seu coração com aquelas palavras, pois sempre pensava que nunca seria aceita por algum macho graças a sua personalidade. Soltou um gemidinho manhoso e fechou os olhos com as mordiscadas. — Q-Quero... Quero ser sua parceira... mas você sabe como eu sou... então não pense que isso irá afetar minha rebeldia... — a voz ecoou em meio aos grunhidos e arfadas. Sentiu o abraço apertado e ofegou quase sem ar, porém, assim que as estocadas ficaram ainda mais rápidos, Neceo revirou os olhos, sentindo aqueles espinhos e o formato exótico do membro lhe abrir mais por dentro, fazendo-a babar e suar mais. — Argh... Assim... Assim eu vou... — explodiu em mais um orgasmo, fazendo o liquido escorrer em grande quantidade pra fora, porém, mesmo que tivesse acabado de gozar, ela já estava pronta para o terceiro. — Mais... Mais... Eu imploro.

————

— A-Ah, tudo bem eu irei tentar preparar a comida e deixar pronta antes de vocês voltarem, por favor, tomem cuidado lá fora! — Arphie se aproximou meio cambaleante da fogueira e jogou os galhos ali, expressando preocupação mas pegando os ingredientes de que iria precisar. Kasdya havia aceitado o apoio da mais nova e no instante em que chegaram do lado de fora e foi encostada na parede, a vampira estava meio molenga e não parecia enxergar muito bem, mas focava-se na morena. — Eu estou, morrendo de sede... Acho que recuperar o braço foi... cansativo. — moveu a mão e apoiou o dedo na blusa da irmã, puxando sua roupa até que os seios ficassem expostos e, avançou nela, abraçando Carcíphonne com força e mordendo a base do peito com suas presas enormes.

 

❤Rafa❤

Rhina retirou seu penis de dentro da garota, mas não o suficiente para fazer a membrana solta-la e virou-a para ficar de frente para si, pegando-a no colo e enfiando dentro novamente, mas logo alçando vôo e começando uma transa enquanto voava, normalmente este era o estagio final da cópula da especie da demônio azul, onde o machu ejacula dentro da fêmea, fertilizando-a, mantinha o movimento de vai e vem e posicionou-se de uma maneira em que parecia que ela estava deitada com Neceo deitada em cima de si, mas mantendo-se com as asas batendo para ficar no ar, varias brasas azuis estavam em volta delas, como uma esfrea as protegendo —Eu tenho uma parceira... Neceo, e-eu posso te fertilizar? Eu quero ter filhotes com você!— beijou-a após a resposta, não deixando os labios se separarem, ficaria daquele jeito até ter engravidado-a, segurando sua cabeça com uma mão para impedi-la de separar o beijo e com a outra invadindo seu ânus com dois dedos, sem dó nenhuma e a penetrando num vai e vem profundo e frenético, as caudas mantinham-se emaranhadas.

————

Carcíphonne suspirou quando a irmã avançou contra si e tirou a própria camisa — Beba o quanto quiser e de onde quiser Dya, meu corpo é seu e você sabe...— Acariciava cabeça da namorada, beijando-a e deixando que mordesse onde quisesse agora que estava sem comida, tiraria até as calças caso quisesse morde-la naquela região, estava sorrindo e alegre do braço da irmã ter voltado. — Beba até se recuperar, mesmo que me seque eu posso beber daquela Elige... Ela é uma ótima bolsa de sangue, mas você recuperou seu braço, se a função dela é ser minha bolsa de sangue, mata-la por perder todo o sangue para te dar tudo que eu tenho por ter recuperado-o, então eu a matarei sem duvidas.

 

 ♞❤Polaroid❤♞

A demônio arfou ao ter o pênis retirado e, gemeu assim que vou virada e o membro voltou para dentro de si. No entanto, arregalou um pouco os olhos assim que a mulher vôo, levando-a junto e prosseguindo com as estocadas, fazendo Neceo continuar com os gemidos manhosos. Seu corpo ainda de encontrava bem quente tanto pela transa quanto pelo fogo que as envolvia, entretanto, no instante que escutou aquelas palavras, ficou bem surpresa. — Espera... É muito cedo pra isso, teríamos que esperar. — retribuiu o beijo, sem nem poder separar aquele contato ardente. Os gemidos estavam bem altos, visto que agora tinha aqueles dedos lhe invadindo pelo ânus, causando-lhe dor e prazer.

————

Havia cravado as presas na base do seio da irmã, bem perto do mamilo e, não hesitou em começar a beber longos goles de sangue: estava tão cedenta que mal calculava o quanto bebia. Sentiu a carícia na cabeça, porém se encontrava concentrada demais em matar aquela sede agoniante que lhe tomava a garganta. — Deu-a liberdade para matá-la sem pensar, apenas por mim? É mesmo a pessoa que eu amo. — um sorriso meio perverso se formou nos lábios de Dya, apertando a mordida e bebendo ainda mais do sangue.

 

❤Rafa❤

Uma felicidade começou a crescer em seu coração, a ninja nunca achou que alguem aceitaria ser sua parceira, ainda mais depois do acontecido com Carcí, queria que Neceo sentisse o maximo e prazer possivel, antes via a garota como uma criança teimosa que devia ser ensinada, mas agora mudou totalmente, aquela mulher era uma adulta madura e muito atraente, após sentir o cheiro de Neceo, que para ela era doce e viciante, mantinha o vai e vem ritmico e apesar de ir o mais fundo possivel e com uma força consideravel, não era tão rapido, ja sua lingua que invadira a boca de Neceo era mais longa que o normal, ocupando bastante espaço na boca da garota, não temorou tambem a enfiar mais dedos dentro dela, mesmo que fosse sua primeira vez, tratou e usar as chamas nos dedos para relaxa-la

————

A mais mova sorriu e volta, mantendo as suaves caricias e admirando a irmã lhe tomando o sangue —Eu faria qualquer coisa por você, mesmo que seja cruel, se eu tiver que escolher entre sua saude ou a vida de outra pessoa, a escolha é obvia— sentia as gotas da chuva lhe cairem sobre a pele, aquela sensação gelida da agua era substituida pela ardencia da mulher lhe chupando o seio, soltava alguns grunhidos e gemidinhos dela sensação que aquilo gerava.

 

♞❤Polaroid❤♞

Neceo estava extremamente sensível, tanto pelos orgasmos quanto por conta de ser seu primeiro cio e, não podia negar que estava sendo perfeito: nunca havia sentido aquela sensações antes e, adorava cada uma delas, mesmo que algumas dores a aflingissem não ligava para nada além do êxtase. Revirava os olhos algumas vezes, tendo a mente nublada quando Rhina ia o mais fundo possível, até chegava a quase enlouquecer com aquele membro lhe tomando mais e mais, indo e vindo. Fechou os olhos por alguns segundos, sentindo a língua alheia tomar a liderança em sua boca, e acabou por liberar grunhidos pelos dedos a mais que adentraram seu ânus, mas pôde relaxar com as chamas, apenas tendo prazer com tudo aquilo. — D-Desse jeito... — falava, mas não conseguiu terminar a frase, acabando por gritar e gemer longamente, alcançando seu terceiro ápice naquela noite.

————

O som de sua garganta engolindo o líquido poderia ser ouvida se alguém prestasse mais atenção e estivesse bem perto, porém, a chuva fazia um barulho considerável e isso encobria o que estava fazendo. Os cabelos brancos começavam a ficar úmidos pela chuva, assim como seu corpo. Estava segurando na cintura da irmã, como em um abraço, como se temesse que ela se afastasse mesmo sabendo que não o faria. — Mas, faria isso se tivesse que sacrificar Redsa? — soltou a mordida, lambendo os furos, mas descendo a boca e mordendo o mamilo para beber do sangue, afundando as presas e esperando uma resposta. O sorriso de Dya, ainda era estranhamente perverso. Distribuía algumas lambidas para beber o sangue e, deixava alguns filetes escaparem.

 

❤Rafa❤

—Eu também... Neceo...— Rhina abraçou-a bem apertado enfiando todo o membro para dentro dela e gozando em seu útero, soltou um longo gemido e parou de bater as asas, acabando por cair na agua, não se machucou mas tratou de tentar proteger Neceo, acabando por boiar na fonte termal com a garota deitada em seu peito —Neceo...— Passou a mão em seu cabelo, admirando o rosto daquela Crowald que a pouco tempo atrás julgava apenas uma criança teimosa, com um olhar de quem olha para a pessoa que ama —Não se preocupe ok? Minha espécie só fica fértil durante o meu cio no período de reprodução, que acontece durante o inverno... As chamas servem para que os meus ovos não morressem de frio— Deu-a um beijo e apenas relaxou boiando nas aguas termais sem nem tentar sair de dentro da garota.

————

Carcí suspirou e olhou para a irmã um pouco séria —Eu adoro aquele garoto, e ele me chamar de mãe mexe comigo... Mas querendo ou não ele não é nosso filho, então se fosse extremamente necessário eu escolheria mata-lo para que você sobrevivesse, mas eu me sacrificaria antes de deixar um dos dois morrerem, apenas a criança que você gerar vai ser tão importante quanto você Dya... Meu útero esta com ovos de outra... E eu basicamente adotei uma criança, me sinto um pouco mal por isso, mas quando tivermos o nosso bebê vai ser o dia mais feliz da minha vida— Sorriu para a irmã junto de um gemido pelas chupadas, seu mamilo estava endurecido pela excitação —Eu adoro te ver toda molhadinha... Você fica sexy.

 

♞❤Polaroid❤♞

A demônio arregalou os olhos quando Rhina disse aquilo, logo sentindo o líquido quente do gozo preencher-lhe o interior, ofegando de prazer e minimamente de desespero por aquilo, mas nem teve tempo de indagar, visto que caíram na água. Neceo abriu os olhos, estando em cima da mulher enquanto boiavam. Encarou-a em silêncio com a respiração ofegante, erguendo um pouco o rosto e gemendo baixinho com a carícia no cabelo. Ficou aliviada ao escutar aquelas palavras e, suspirou, tentando se recuperar do orgasmo, mas nem sentia as pernas direito: logo se recuperaria. — Ah... Isso é bom então, achei que tinha mesmo... — foi pega pelo beijo e deitou por cima da ninja, respirando fundo e observando as águas, imaginando em tudo o que acontecera até ali. O cheiro de Neceo ainda era bem forte, aumentando gradativamente.

————


— Se sente um pouco mal? Não deveria se sentir mal... São crianças e estamos cuidando delas, quando tivermos os nossos você vai ser uma mãe inteiramente de verdade. — a mais velha as vezes fazia de propósito os movimentos com a língua, mas também bebendo bastante do sangue, logo cessando e indo para o outro peito, mordendo-a com as presas também e sorvendo mais do líquido. Quase engasgou ao escutá-la dizer aquilo, erguendo o olhar e encarou-a fixamente, ainda mantendo a mordida. — Me ver... Molhadinha? Em qual sentido? — estava meio úmida pela chuva.

 

❤Rafa❤

—Seu cheiro... Temos que fazer algo sobre isso... Já até sinto que posso te dar amor de novo— Estocou o pênis umas duas vezes para provoca-la e mostrar ao que estava se referindo —Tenho que me desculpar... Te julguei mal, você é uma mulher e tanto...— Acariciou-a nas costas com uma mão, levemente massageando-a e com a outra acariciava sua bunda —Vou mandar todos eles pra uma missão, não quero nenhum macho perto da minha parceira durante o cio— Aninhou-a em seu peito e manteve-se acariciando-a —Ei Neceo... Eu te amo— Mostrou um sorriso diferente dos outros, dessa vez era repleto de amor e carinho, mostrando a mudança em sua visão sobre a garota de seu amadurecimento.

————

—Obrigada amor, e você vai ser um ótimo pai/mãe— Soltou um gemido mais alto pela provocação com a língua e grunhiu ao ter o outro seio mordido —Parece uma bebezinha tomando leite... De certa forma isso me deixa bem feliz e animadinha— sorriu de forma maliciosa pra ela —Bom, você sabe oq quero dizer, dos dois jeitos você fica sexy, com essas roupas grudadas em seu corpo e quando fica excitada la em baixo.

 

 ♞❤Polaroid❤♞

— Não sei como dar um jeito nisso... Os adultos tinham uma forma de controlar, mas não sei como fazer. Aposto que vocês não tem equipamento pra cio, não é? Arghnnn... — lançou um olhar manhoso com aquela expressão repleta de luxúria ao sentir o membro ser estocado, gemendo alto e revirando os olhos. Estava ofegante quando falou: — Espera... Você me julgou? Haha, não estou muito surpresa... — grunhiu, gostando da massagem nas costas e das carícias na bunda. — Fico imaginando se meu cheiro tivesse ficado mais forte durante a reunião.... Então, vai mandá-los pra uma mansão? Isso significa que meu cio não só me afeta, como também outros? Acho que foi por isso que você ficou assim..— sorriu suavemente com a ideia.— Eu... T-Também te amo. — Neceo tinha percebido a diferença do olhar da ninja, algo que ela não tinha visto antes. A cauda ainda estava enroscada nela, como se o seu corpo ainda estivesse num estado de êxtase.

————

— Acha mesmo? Não sei se está dizendo isso pra me agradar... Você sabe como sou com crianças, se dependesse de mim... Talvez eu realmente me encaixasse mais como um pai mesmo. — ouvia claramente aqueles gemidos, gostando de cada um deles, sempre fazendo aquilo apenas para escutar. Afastou a boca do seio, distribuindo beijos até o pescoço, onde deu um chupão antes de morder ali também, e beber mais do sangue. — Eu não sou bebezinha, sou uma predadora. — apertou a mordida para demonstrar. A bochecha de Kasdya se tornou ligeiramente avermelhada com as palavras. — Oh, achei que só estava falando quando fico excitada, mas não imaginava que eu ficava tão bonita molhada pela chuva. — moveu a mão livre e agarrou-a pela nuca, para que não se afastasse após mordê-la.

 

❤Rafa❤

Deixou-se ser levada pelo cheiro da garota —Eu via você apenas como uma criança teimosa que precisava ser ensinada, mas eu só consigo te ver como uma mulher incrivel, bonita, forte e que não precisa de ajuda agora...— estava olhando para o céu, admirando s estrelas —Uma Crowald... Sendo parceira de outra espécie, é até engraçado de se pensar obrigada por aparecer Neceo, graças a você pude evitar uma coisa que estava me deixando triste, graças a você ter falhado na sua tentativa de roubar informações — beijou a garota novamente e voltou a olhar para o ceu estrelado —Então... Quer foder de novo?

————

—Aaarh...— gemeu com os beijos pelo corpo e principalmente com o chupão, que a deixou a merca da vampira extendendo seu pescoço para ela e grunhindo com a dor da mordida —heh, me devore então, por que eu amo ser sua presa— entregou-se nas mãos dela e grunhiu com o apertar da mordida, de certa forma adorava a dor que a irmã lhe causava, ser devorada e ferida por ela era delicioso para Carcí, mesmo que estivesse sangrando, a boca da irmã a mordendo era deliciosa, nem mesmo tentou escapar, mas ter a namorada segurando-lhe pela nuca e sentir que não tinha como escaoar, fez seu coração acelerar, sabia que ela podia mata-la se quisesse, mesmo que tivesse certeza que nãk faria isso, a ideia de a irmã ter sua vida nas mãos lhe enchia de adrenalina e adorava aquilo, pensava as vezes que poderia morrer apenas para atiçar seu corpo a se sentir daquele jeito nas mãos de Kasdya, afinal, isso ja aconteceu uma vez, e o inconsciemte dela via a mais velha como um verdadeiro perigo, e quando e encontrava nessas situações com ela, uma memoria inconsciente de medo vinha-lhe esfriando a espinha, mesmo que de certa forma não fossem sensações boas, a ninja amava aquilo — Kasdya... Me machuca mais...— levantou uma das pernas abraçabdo-a com ela — Me devore, me possua.

Ofegava e seus batimentos tornaram-se fortes e rapidos, gemidos vinham escapando por sua boca conforme era sugada, a pele pálida da morena foi tomando cor, para provocar Kasdya a mordê-la mais e mais, a Nevoa rosa voltou a ser liberada, e o sabor do sangue da irmã tornou-se ainda mais viciante, assumindo um sabor que encantasse o maximo ao paladar da namorada, era quase como uma droga, asas começaram sair das costas dela, e seus olhos mudaram do tom vampirico, ficando totalmente negros com alguns brilhos.

 

♞❤Polaroid❤♞

A chuva começara a engrossar, caindo com mais frequência e molhando ainda mais ambos os corpos, porém, Kasdya estava focada no pescoço da irmã... O som da chuva e, dos arredores, se tornaram abafadas. Ela havia sentido aquele gosto do sangue se tornar viciante e, arfou, sua mente ficou nublada e apertou muito a mordida, engolindo com pressa. — Carcí... — disse enquanto engolia o sangue e deixava filetes escaparem. Soltou a mordida e, trocou o lado do pescoço, mordendo a outra parte profundamente. Os olhos que antes estavam vermelhos, ficaram mais intensos e garras negras surgiram nas pontas dos dedos da vampira e, a mão que se encontrava na nuca alheia, arranhou-a com força ao mesmo tempo em que a outra arranhava a cintura. Soltou a mordida novamente, mordendo bem a frente da garganta de Carcíphonne. — Eu... Não consigo parar... Isso... — não conseguia olhar para a mais nova. Ela sentia uma satisfação indescritível com aquele sangue, queria mais e mais e mais.

 

❤Rafa❤

Carcí gemia com aquelas mordidas, sentindo o sangue lhe escorrer por onde a mais velha deixava de chupar, mas sendo limpo pela chuva que lhes caia —Dya... Dya eu tô sentindo alguma coisa... Estranha...— A garota gemia liberando alguns gritos pelas mordidas, afinal ela nunca a mordera tanto antes —Não para, minha vampira predadora, seus dentes... É tão gostoso!— estava totalmente imersa naquilo, apesar de seu corpo tentar involuntariamente escapar, acabando por se debater um pouco, as asas mal se moviam, apenas ficaram ali paradas e caídas, afinal ela ainda não havia descoberto como usa-las, a pele da mais nova já era macia e lisa pelos cuidados que tinha com o próprio corpo, mas essa transformação a deixou totalmente apetitosa para alguém como Kasdya, cuja fome por sangue estava sendo sanada por um sangue feérico, e não um sangue feérico qualquer, por carcí puxar muito ao lado da mãe, o lado demoníaco era inibido pelo sangue de uma herdeira direta de uma rainha fada, por isso não era pequena como as outras, já que a linhagem real das fadas são de tamanho humano, aquele sangue havia purificado o sangue demoníaco naquele momento, por isso seus traços de feéricos apenas apareceram agora, talvez nem precisasse mais do anel para inibir o demônio dentro de si.

 

♞❤Polaroid❤♞

— Preciso... De mais... Muito mais... — sussurrava de modo completamente abafado, tanto por estar com a boca na garganta da irmã quanto pela chuva. Kasdya sentia a mente ficar mais nublada, estando envolta daquele sabor satisfatório e viciante, fazendo sua língua e sua garganta implorarem por mais daquele líquido. Mal pôde ouvir direito o que a morena dizia, acabando por apertar muito a cintura alheia, encravando as garras na pele de Carcí e na região da nuca, onde nem notou a força que estava empregando no local. A respiração da vampira se tornou ofegante enquanto coração parecia descompassar como se houvesse uma arritmia, sendo até possível ser notado pela audição das duas caso prestasse atenção. Os olhos avermelhados em um fulgor vivo, pareciam queimar em ardência, até uma coloração meio esverdeada começar a surgir minimamente nas orbes daquela predadora. Arfou e grunhiu, produzindo um chiado nervoso, antes de afastar a boca novamente e, mordê-la no ombro, engolindo sangue e, parando, indo para o outro ombro, onde também mordeu e bebeu mais sangue. Cessou mais uma vez, descendo a boca até a clavícula e encravando as presas ali, sorvendo mais do líquido vermelho. A coleira que Dya usava estremeceu, mas ela nem notou isso. Não permaneceu muito tempo naquela região, descendo para os seios como antes, e mordendo o peito direito em outra parte, onde poderia deixar mais marcas de dentes. Algo parecia surgir no meio dos cabelos brancos no topo da cabeça de Kasdya, pareciam ser pares de algo pequeno e esverdeado.

 

❤Rafa❤

—Dya!— grunhia e começara a segurar gritos de dor pelas garras, nem pensou em fugir, apenas abraçou-a forte, indo contra seus instintos, o sangue começou a pintar as roupas das duas em vermelho, a chuva á não conseguia se livrar de todo o sangue, as gotas batendo em seus ferimentos causavam um pouco de dor a garota, a ardência fazia-a se contorcer um pouco e arquear as costas, acabou vendo algo diferente entre os cabelos brancos da irmã, mas não ligou para aquilo agora, estava gostando demais daquilo, ouvia o coração da mais velha, não se preocupando muito, visto que não precisavam daquele órgão, então problemas de coração não seriam algo grave —Amor... Amor...— chamava por Kasdya, não apenas dessa forma, mas por todos os nomes possíveis —Kasdya... Irmã!— gemendo e grunhindo entre as palavras.

 

♞❤Polaroid❤♞

A boca da vampira de encontrava completamente manchada pelo sangue, mas não estava em um estado que ligasse para limpeza, visto a forma como estava guiando aquelas mordidas. Suas presas começaram a ficar maiores, e as garras negras pareciam expor linhas bem finas de um verde familiar conforme as orbes de Dya se tornavam mais e mais verdes. Fechou os olhos, aprofundando a mordida e sorvendo aquele líquido inebriante que tomava seu semblante por completo. Os chamados de Carcí eram como músicas para seus ouvidos e, as orelhas de Dya começaram a ficar pontudas. — Urgh... Carciphonne... — gemeu, soltando a mordida e agarrando a irmã, jogando-a contra a parede e a prendendo ali, encarando-a com uma expressão selvagem, quase fora de si. Avançou, mordendo os mamilos e bebendo do sangue dos dois seios ao mesmo tempo, visto que os pegara com a boca juntos. Os chifres estavam gradativamente maiores, saindo do meio dos cabelos e se sobrepondo devagar.

 

❤Rafa❤

A garota arquejou ao ser prensada contra a parede e estendeu os braços chamando pela mulher que amava, ao tela mordendo seus seios, já não conseguia ignorar aqueles chifres crescentes —Amor... O-Oque ta acontecendo com você?— segurou-a nos chifres e manteve-se gemendo pelos estímulos em seus mamilos daquele corpo que encontrava-se totalmente excitado —A-Ainda esta com fome? Eu acho q-que estou ficando fraca...— Mal conseguia manter-se de pé, se Kasdya não a segurasse iria escorregar na parede até cair sentada no chão.

 

♞❤Polaroid❤♞

Kasdya ignorou as palavras de Carcí, rosnando e grunhindo ao sentir que ela segurava em seus "chifres", qual nem tinha notado que havia surgido um par e, apertou a mordida e lambeu aqueles mamilos ensanguentados. O sorriso da vampira era malicioso e perverso e no momento que a irmã demonstrou fraqueza, a mulher de cabelos brancos a segurou para que não caísse e, soltou a mordida, porém, logo indo para a garganta da mesma onde a mordeu novamente, fazendo mais furos e bebendo do sangue. — Estou com fome... Preciso de mais... Muito mais.... — lambia e chupava, provocando-a e sorvendo daquele líquido viciante. Seus olhos estavam abertos e, focados no rosto da morena, apreciando as expressões dela.

 

❤Rafa❤

—T-Tudo bem... Pode tomar o quanto quiser amor— Estava se rendendo àquilo, mesmo que morresse no processo, alimentaria sua irmã o quanto ela quisesse, respirava com uma certa dificuldade, mal sentia as próprias penas e começou a ficar zonza após algum tempo daquele jeito, não conseguia segurar com muita força os chifres da namorada, mas tentava lutar contra os instintos de fugir, algumas imagens dela mesma jogada no chão rastejando enquanto era perseguida por kasdya passaram em sua cabeça, mas ignorou aquilo, focando-se na mulher que lhe chupava os seios —Dya...— Sua voz começara a ficar fraca, mas os gemidos e grunhidos mantinham-se.

 

♞❤Polaroid❤♞

Em um lapso curto de realidade, o choque foi como um chute em seu estômago e pulmão, tirando o ar que tinha neles quando percebeu o que estava fazendo: claro, beber o sangue de sua irmã não era o problema, mas sim seu estado em bebê-la quase a beira da morte. Kasdya afastou-se bruscamente, movendo o rosto para longe da pele da morena, e encarando-a, observando cada mordida: o sorriso sádico ainda existia em seu rosto e, apesar das orbes estarem verdes, no fundo um sentimento de receio existia. Sacudiu a cabeça, e em um ato meio preocupado, a segurou nos braços, voltando para a caverna com passos rápidos. Ao chegar no local, encontrou Arphie no fundo da caverna colhendo alguma coisa, nem prestando atenção no acampamento. A mais velha deitou a irmã na rocha, buscando mais uma vez a caixa.

 

❤Rafa❤

Os olhos dela ainda estavam totalmente negros e suas asas tinham alguns espasmos, fazendo um barulhinho agudo ao baterem —Dya... Você ta bem? Seus olhos estão verdes...— agora que a chuva não lhe limpava mais, o sangue lhe escorria pelo corpo, estava cheia de marcas de mordida, a nevoa havia sumido e parou de ser liberada, Carcí ainda não sabia, mas aquela era uma habilidade natural de uma fada, tentou alcançar a irmã para acariciar-lhe a cabeça com alguns cafunés —Esta com fome ainda?

 

♞❤Polaroid❤♞

Só então, na claridade da fogueira e, apesar de sua mente estava nublada e a visão distorcida, Dya notou as "asas" da irmã. — Eu... Eu estou bem... Você... Está com... Asas? — tremia ao segurar a caixa, era difícil fazer aquilo com as garras enormes. Tirou um pano meio úmido com remédio, e começou a passar nos furos de mordidas, parando o sangramento. — Não estou com fome... Seu sangue ficou tão inebriante, não conseguia parar. Agora mesmo, estou me segurando... Me segurando tanto, para não avançar em você.

 

❤Rafa❤

—Você sabe que pode me comer o quanto quiser, mesmo que eu desmaie, é só questão de tempo até eu me recuperar amor— Olhou para as próprias asas —Olha só... Eu não tinha visto isso, que estranho...— tentou levantar-se com certa dificuldade —Gostou tanto assim do meu sangue? Heh, das outras vezes você estava mais controlada— sorriu para a irmã —Asas... E são estranhas... Parecem frágeis... Será que isso é de ser vampiro? Não me parece ser de morcego.

 

 ♞❤Polaroid❤♞

— Não sei se eu faria isso até você desmaiar... — ergueu o olhar para ver as asas enquanto guardava o pano na caixa. Kasdya observou-a se levantar, atenta caso a irmã fosse cair ou precisasse de ajuda. — Seu sangue ficou com um gosto diferente, viciante e muito, muito mais saboroso. — a vampira mais velha voltou a olhar aquelas asas, notando o aspecto diferente, mas não se enganou, duvidando que pudesse ser de natureza vampirica. — Não é de vampiro... Parece de... Fada ou asas semelhantes a um Elige borboleta? Mas como isso estaria nas suas costas?


Arphie voltara bem na hora que ouviu a palavra Elige, estranhando a conversa, mas logo notando a aparência das duas e arfando de surpresa: ela segurava alguns cogumelos e havia uma sopa cozinhando na fogueira. — O que... — notou as asas de Carcí e os chifres de Kasdya.

 

❤Rafa❤

A mais nova ficou pensativa, tentando entender o que estava acontecendo, mas percebeu a Elige se aproximando —A-Arphie... O-Oi, tudo bem? Pode nos dar uma ajuda aqui? Tem algo estranho acontecendo comigo e com a Kasdya, pode nos ajudar a entender? Talvez uma terceira pessoa pensando junto possa ajudar— sorriu para ela mas logo voltou a olhar para a irmã —Bom, então não acho que estejamos passando pela mesma coisa, ja que em você tem chifres, garras e seus olhos brilham em um verde esmeralda amor...— tentou tocar em um dos chifres de Dya —Heh... Fico curiosa de como seria se você avançasse em mim, deve ser interessante, mas que surpresa você se segurar, afinal, você é uma predadora certo?— O sorriso a mais nova era desafiador para Kasdya, de certa forma queria ver até onde ela iria.

 

 ♞❤Polaroid❤♞

Kasdya olhou na direção da voz distinta, percebendo que se trata de Arph, ficando levemente preocupada com a ração da mulher.
 

Arphie parecia tremer diante daquilo, deixando alguns cogumelos caírem no chão e, acabando por se agachar para pegar os que escaparam de suas mãos. — A-Ah... Bom, eu posso tentar ajudar, mas... — se aproximava da fogueira, ficando bem afastada das duas. Jogou os cogumelos na sopa. — É inegável que a aparência de Dya seja a de um demônio e, a sua, de uma fada.


A vampira manteve o seu olhar na Elige por alguns segundos e, voltou-se para a irmã mais nova, movendo a mão e acariciando a bochecha da morena enquanto prestava atenção naquelas asas. — Isso é estranho... Não era pra você ser um... Também? — grunhiu de dor quando ela os tocou; algumas partes do chifre estavam ensanguentadas por ter saído da cabeça. — Deve ser interessante? Eu acho que eu poderia te matar... — franziu o cenho.

 

❤Rafa❤

—Eu, uma fada? Hahaha, não tem como, eu e a Kasd somos irmãs, eu entendo ela estar assim, afinal, provavelmente nosso pai era um, mas o que sobre mim? Nossa mãe era humana... Não é?— tentava expressar despreocupação mas estava muito nervosa, encarou a irmã de cima a baixo —Temos que ir ao monastério, e rápido... Só espero que isso não seja um mau sinal... Você não tirou a coleira né?— Tocou em sua asa sentindo a textura estranha daquele membro, era algo totalmente novo, e não sabia como fazer para bate-las, elas tinham alguns espasmos próprios, sem o controle da mais nova —Ahm... De qualquer forma, acha que pode me ensinar a usar isso Arphie?

 

 ♞❤Polaroid❤♞

— E se o nosso pai fosse uma fada? Sei lá, demônios conseguem se camuflar muito bem, seja em aparências normais ou fofas e doceis como nossa mãe era... Sei que ela sempre foi uma boa mulher, mas, e se tivermos que duvidar até mesmo dela? Tudo pode ter sido armação, só que também não duvido que nosso pai seja um demônio... É... Tão confuso. — Kasdya afastou a mão da bochecha de Carcí, suspirando com as possibilidades lhe tomando a mente, quase a sufocando. — Monastério? Isso... Podemos fazer depois de passar na cidade. E não, não tirei a coleira ela está bem aqui... — moveu a mão em direção ao pescoço, mas não havia nenhuma coleira ali, Dya se assustou e olhou para os lados como se procurasse pelo item.


Arphie deu um sobressalto ao ouvir o nome, se aproximando devagar de Carciphonne, tocando-a na base das asas. — Ela ainda está interligando-se aos seus nervos... Mas, se você se concentrar nesse novo membro e acostumar o seu cérebro a comandar movimentos pra cá... Então irá conseguir movê-las como desejar.

 

❤Rafa❤

—Nossa mãe nunca seria um demônio, eu prefiro acreditar que ela mentiu pra nós e escondeu sobre ser uma fada do que ela ser um demônio, ainda mais por aquele homem ser como ele era, uma serpente desgraçada que te manipulou para ser do jeito que ele queria— A mais nova levantou-se com raiva sobre aquele assunto, ficou um pouco ofegante devido falta de sangue e ter ficado nervosa —Obrigada pela dica Arphie... Posso... Te dar um beijo de agradecimento?— piscou para a irmã aproximou-se da Elige, pegando-a pela cintura e se aceitasse, daria um beijo na mulher com bastante paixão, tomando a liderança e enroscando s linguas, ficaria nesse beijo por alguns minutos antes de mordeu seu labio encerrando o beijo e dando beijinhos nela descendo até o pescoço mordendo-a abaixo da orelha para faze-la sangrar e dar-lhe um chupão, onde lamberia o ferimento sugaria o sangue.

 

♞❤Polaroid❤♞

Kasdya estava um pouco distraída procurando pela coleira que havia desaparecido, logo escutando aquelas palavras. Talvez tivesse entendido errado a forma como a irmã disse, mas resolveu comentar: — Nossa mãe podia não ter sido nem uma fada, vai ver pode ser alguma magia imposta em nosso sangue pelo nosso pai e... Está dizendo que... Que eu sou do jeito que ele queria? — encarou a irmã com uma expressão preocupada, até notando a raiva que ela emanava. Suspirou, olhando para a fogueira após vê-la piscar para si.


A Elige recuou um pouco quando Carcí virou-se e se aproximou, mas como a ninja era uma fada e não um demônio, deixou que ela ficasse perto. — A-Acho que não precisa de um beijo... Eu... — foi pega pela cintura e, quando as bocas se aproximaram, não resistiu e retribuiu o contato. Arfou, fechando os olhos e se entregando a dança silenciosa das línguas no interior da boca, logo ofegando baixinho com os beijinhos e sentindo o chupão abaixo da orelha. — Oh... Isso é muito mais do que um agradecimento. — Arphie dizia com um tom doce e tímido.

 

❤Rafa❤

Carcí alimentou-se por um tempo, mas apenas o suficiente para repor um pouco do que perdera, dando uma longa lambida no pescoço da Elige —Esta mais calma? Obviamente ficou assustada... Essa mudança em nós duas... Ainda mais minha irmã sendo um demônio— deu-a um selinho e soltou a sua cintura, indo até a irmã —Vamos voltar lá fora, será que esta lá? Sei lá, talvez tenha solto e caído enquanto você me pegava de jeito—Estendeu a mão para ajuda-la a levantar e cochichou em seu ouvido —Eu não quis dizer aquilo... Vamos conversar lá fora...— virou-se sorrindo para a Arphie —Já já voltamos queridinha, desculpa por essa surpresa toda— mandou um beijinho para ela e apertou sua bunda ao passar por ela.

 

♞❤Polaroid❤♞

Arphie soltara outro gemidinho com a lambida e, abriu os olhos ao escutar as palavras da morena. — Eu só... fiquei pasma, podiam ter me dito antes e não esconder isso de mim, eu poderia tentar ajudar. — deu de ombros e olhou-a se afastar, arfando com o aperto em sua bunda.

A vampira mais velha encarava Carcíphonne fixamente quando a irmã falou consigo, resmungando por dentro e olhando para a saída da caverna, começando a caminhar em direção a ela, não conseguindo nem colocar as mãos nos bolsos por conta das garras; ainda não eram tão grandes, mas podia rasgar o tecido dar roupa. Chegando do lado de fora, voltou-se para a ninja, porém, começou a procurar pela coleira. — E então, o que queria conversar?

 

❤Rafa❤

—Eu não quis dizer que você é do jeito que ele queria, apenas que ele tentou te deixar do jeito que ele queria, mas sei lá... Vai que era assim mesmo que ele planejava, sempre tentou te afastar de mim, então pelo menos isso ele não conseguiu, honestamente o que eu mais quero é voltar lá e enfiar uma faca na garganta daquele desgraçado por tudo que ele te fez passar— Começou a procurar a coleira também, evitando contato direto com Kasdya —Eu só fiquei, sei lá, alterada com tudo isso, quando acharmos a mamãe ela vai nos explicar tudo, é só questão de tempo...— falava com convicção e focava-se em achar aquele objeto.

 

♞❤Polaroid❤♞

Kasdya travou um pouco, estava agachada perto de uma moita onde procurava pela coleira que talvez tenha caído no emaranhado de grama e arbustos. — Eu... — rangeu os dentes em silêncio, sem produzir nenhum som. — Eu não duvido que ele tenha conseguido me deixar do jeito que queria, até acho que, ele conseguiu, na realidade não acho, eu creio. — deu um sorriso forçado, estando de costas para a irmã. — Enfiar uma faca na garganta dele? Isso seria engraçado se ele estivesse vivo, eu pagaria pra ver. — Não acha que deveríamos nos desprender deles? Você diz que teríamos que achá-la para obter respostas e, mesmo que fosse bom... Ainda acho que é como se estivéssemos presos a eles ainda, sempre dependendo do passado, tendo que voltar para escavar coisas que desconhecemos até então. Isso é, cansativo... — era notável o tom se modificando pra algo beirando a tristeza.

 

❤Rafa❤

—Eu faria isso, se ela não tivesse sido a única além de você que me apoiava, todos naquele lugar eram orientados pelo nosso pai a me tratar mal, e a maioria parecia até gostar de fazer isso, eu só tinha meus momentos de paz com você ou com a mamãe, eu não vou desistir dela se há alguma chance de tê-la de volta— algumas lagrimas escorreram pelos olhos de Carcí, que tentava segurar o choro, mas sua voz lhe entregava —Eu via você recebendo atenção de todos e sendo bajulada por aqueles nobres de merda e cavaleiros que desejavam se casar com você para serem reis, na sua frente eles podiam até me tratar como igual, mas eu apanhava até pros empregados quando você ia estudar, mas a mamãe aparecia e os faziam se desculpar e irem embora, só que como rainha ela não tinha tempo pra mim toda hora, assim como você também não... Ter que ficar se escondendo no castelo onde nasceu pra não ser mal tratada não era legal Dya... Todas as minhas memórias sem você ou a mamãe são de tristeza.

 

♞❤Polaroid❤♞

— Se não vai desistir dela, então tudo bem... Mas mantenha na sua mente que existe a possibilidade dela estar morta e, mesmo que o que eu diga seja cruel, é melhor estar preparada para isso do que entrar em choque caso se depare com o que não imaginou. Não se afobe, não crie expectativas demais, porque, isso vai te destruir se não for exatamente o que esperava. — Kasdya podia estar sendo muito insensível ou até mesmo ignorante naquele momento, mas queria deixar Carcí preparada para o pior. Claro que havia sentido um pesar enorme ao dizer aquelas coisas, ainda mais por saber que a mãe delas estava morta, carregando o fardo da última cena que viu antes de fugir do castelo consigo; provavelmente ela seria assombrada por isso pelo resto da eternidade. — Sinto muito pelo o que você passou no castelo... Se eu soubesse, se pelo menos eu soubesse. — rangeu os dentes enquanto procurava pelo acessório. Atrás de Kasdya, uma cauda longa se formava; coisa que ninguém por incrível que pareça não haviam notado. O membro segurava a coleira com a ponta e, caso fosse notado e alguém tentasse pegar o objeto, tiraria na hora.

 

❤Rafa❤

Carcí enxugou as lagrimas, mesmo que não adiantasse muito por conta da chuva, levantando-se e olhando para a irmã —Ei... Dya... O que é isso atrás de você? Você estava com ela ai o tempo todo ou acabou de achar?— apontou para a cauda da irmã se aproximando dela —De qualquer forma, coloque isso logo e vamos voltar, antes que alguma de nós fique gripada... Será que vampiros pegam resfriado?— perguntou para si mesma a ultima parte, observando a reação da mais velha.

 

♞❤Polaroid❤♞

— Oi? — Kasdya olhou para trás e viu a cauda, ficando completamente pasma com aquilo e não entendendo direito o que estava acontecendo. — Eu não achei e nem estava com ele, de onde saiu isso? — tentou agarrar a coleira e a cauda saiu de perto, desviando da mão agil da vampira. — Que porra é essa?! — avançou contra a cauda, tentando pegar o objeto com ambas as mãos, mas o membro desviara de novo. Acabara tropeçando e caindo no chão, rolando enquanto tentava agarrar a coleira, porém, no meio desse alvoroço a mulher de cabelos brancos parou repentinamente e grunhiu muito alto, pondo as mãos na cabeça; o chifre aumentara e, de repente, ficou em silêncio de costas para a irmã. A cauda trouxe a coleira para sua mão e, Kasdya esmagou o acessório entre as garras. —Hahaha.... Hahahahaha!! — a risada escapou de seus lábios.

 

❤Rafa❤

—Dya?!... Dya! Que porra é essa?!— correu na direção da irmã pegando-a pelo ombro e virando-a para si —O que você acha que ta fazendo? Que porra foi essa de quebrar a merda da coleira?!— as asas abriram-se totalmente, naquele momento havia terminado de conectar-se aos seus nervos, e inconscientemente fizera aquilo para dar ênfase ao quão revoltada estava.

 

♞❤Polaroid❤♞

O riso parou de soar assim que foi tocada pelo ombro e, ao ser virada para a irmã; Carcí notaria um aspecto diferente do que a vampira normalmente demonstra, como se não fosse completamente ela. Linhas meio negras e esverdeadas se formavam abaixo de seus olhos, como se fossem quase setas e iam até metade da bochecha enquanto suas orbes continuavam naquele tom esmeralda vivo. Os dentes de Dya, estavam todos afiados e um sorriso perverso se formava em seus lábios. — A coleira me machuca... Eu não gosto dela. — deu de ombros e riu novamente enquanto lambia a boca com uma língua negra e longa.

 

❤Rafa❤

Carcí permaneceu num silencio encarando aquilo —Pode parar com a porra dessa brincadeira de merda e não venha me falar bosta, eu escolhi ela pra você e te achava linda com ela, então ou você perdeu a cabeça ou é a merda de um demônio te controlando— Segurou-a pelo colarinho com um rosto de ódio encarando-a mesmo sendo menor e não conseguindo levanta-la —E ai, vai tirar essa merda de sorriso da cara ou vai ficar pagando de boba.

 

♞❤Polaroid❤♞

— Merda de um demônio? Ora, ora, que falta de educação, seu pai não te ensinou a como ser uma dama? — o sorriso se alargou e Kasdya aproximou o rosto de sua irmã quando teve o colarinho da roupa agarrado; era óbvio que a vampira não era ela mesma. — Quanto tempo eu esperei... Para ser eu mesma? Anos? Esse sempre foi o meu verdadeiro eu. — o semblante de Dya parecia mais intimidante do que normalmente, tanto pela altura quanto por aquela aparência.

 

❤Rafa❤

— Meu pai? Me ensinar alguma coisa? Okay, agora chega. — Carcíphonne tentou desferir um soco no rosto de Kasdya e arremessa-la no chão. — Você virou um demônio ou ficou com Alzheimer porra?! — tentaria enforca-la mesmo que a tentativa de arremessa-la não funcionasse, pronta para se transformar em sombra em qualquer tentativa de revidar, caso tentasse atingi-la, Carcí tentaria usar a forma de sombra para imobiliza-la, tinha noção das capacidades daquele corpo, ou melhor, de sua irmã, então não a subestimaria em nenhuma circunstancia, mas simplesmente não conteve a fúria ao ouvir a mulher que amava dizendo aquilo, que ela tinha completa noção que afetaria a mais nova, ainda mais pelas coisas que acabou de dizer a ela.

 

 ♞❤Polaroid❤♞

A vampira foi surpreendida pelo soco, mas pôde se manter de pé e cambalear pra trás, acabando por não cair graças a sua resistência e agilidade. Desviou da tentativa de enforcamento, indo para o lado e tentando atingí-la com as garras, observando-a virar sombra e fugir de sua investida. — Eu realmente achei que você não teria tanta coragem ao ponto de bater na sua irmã. Acabou me pegando de surpresa mesmo. — secou o filete de sangue que havia escorrido da boca com as costas da mão e, deu um salto, fugindo da imobilização que a morena tentara. Pousou um pouco longe da mais nova, estralando o próprio pescoço enquanto a língua negra passeava em frente aos seus lábios. Disparou na direção dela numa velocidade que um humano normal não conseguiria acompanhar com os olhos e, retesou o braço, pegando impulso e logo tentando golpeá-la com um soco no estômago. Caso não conseguisse, tentaria girar o corpo e acertá-la com a cauda.

 

❤Rafa❤

Carcí não saiu por completo das sombras ao ver que ela tinha escapado, não precisando desviar do soco, mas quando viu a cauda vindo em sua direção viu ali uma chance, voltando a forma normal e tentando agarra-la. — Minha irmã não é uma babaca, eu bati em um demônio imundo, não na Kasdya. — Agora com as asas, tentaria alçar voo e puxar Kasdya para o ar, estava também liberando aquela névoa rosa, mas seu efeito era totalmente diferente, tinha liberado-o por instinto, uma nevoa com efeito sonífero, não seria capaz de pô-la para dormir, mas pelo menos diminuiria seus reflexos e velocidade, iria alcançar o mais alto que pudesse e dar-lhe uma ombreada, caindo na direção do chão a toda velocidade porem parando antes de acertar o solo, deixando que apenas Dya recebesse o dano.

 

♞❤Polaroid❤♞

Kasdya a sentiu pegar em sua cauda e antes que pudesse usar algum impulso para devolver algum golpe, fora erguida no ar, grunhindo de dor por estar sendo puxada pelo membro, remexendo-se. — Um demônio imundo? Você não liga para o coraçãozinho da sua irmãnzinha? Isso é... Grosseiro... — o sorriso sádico estampado em seu rosto era perturbador enquanto ela olhava para cima pra encarar Carcí. Puxou as adagas da cinta com as garras e, tentou lançá-las na direção da mais nova, porém, estranhou quando seus reflexos e força diminuíram minimamente, fazendo-a errar. Após levar a ombreada e cair no solo, formando uma cratera onde seu corpo atingira, a vampira se ergueu tossindo por conta da poeira. — Hahaha! Acho que isso vai doer amanhã... — se referia ao corpo meio machucado pela queda.

 

❤Rafa❤

— Cala a porra da boca. — sinalizou com os os dedos um símbolo logo a frente de sua testa, conjurando em si mesma uma magia. —Se é pra lutar contra a minha irmã, não vou pegar leve... Sugiro que faça o mesmo. — Retirou sua espada da sombra de uma arvore e avançou com o dobro de sua velocidade normal, tentaria atravessa-la tornando-se sombra e cortar-lhe os tendões dos pés, para que não pudesse lutar mais —Técnica número dois... estilo do vento cortante... Kaze no namida! — uma rajada de ar seria liberada após o corte em alta velocidade, esta técnica já era veloz por si só, usada com uma magia de aumento de velocidade seria quase que instantânea, toda a chuva cessaria naquele instante, demorando alguns segundos até voltar a cair, já que a rajada lançou as gotas próximas para longe, até algumas arvores e arbustos poderiam acabar sendo fatiados, e caso qualquer coisa desse errado, poderia acabar arrancando os pés da namorada, mas confiou em seu treinamento para tentar focar nos tendões.

 

 ♞❤Polaroid❤♞

Os chifres no topo da cabeça de Kasdya brilhavam em um tom verde, algumas vezes voltando para a coloração negra, assim como as marcas abaixo de seus olhos e, no momento que ouviu o ''cala a boca'', sorriu ainda mais, com aquele fulgor reacendendo com intensidade. Ficou em posição, preparando as garras e a cauda, tudo ao redor começou a morrer lentamente conforme a gosma negra se espalhava por onde passava, até que, quando Carcí disparou em sua direção, ela fez o mesmo. Sua velocidade ainda era bem assustadora, visto que aquele aspecto demoníaco lhe ajudava, mas parecia ter alguma coisa impedindo todo um poder ainda preso dentro de si e, ao tentar golpear Carcí, foi surpreendida pela investida da garota, grunhindo ao ter os tendões cortados e por conta do impulso caíra e rolara metros a frente, só parando ao chocar-se contra um arbusto volumoso. Moveu-se, apoiando sob os braços e rindo bem alto. — Caralho! Me sinto tão viva... HAHAHAHA! — estava caída no chão, mas preparou as garras caso a morena tentasse se aproximar. — Matar... Matar... preciso do cheiro da morte... ou... sangue? Sim! — ria, ainda com a língua negra umedecendo seus lábios.

 

❤Rafa❤

— Você é nojenta...— Fez uma pose diferente com sua espada, preparando-se para uma investida. — Eu vi o Ryuro usando isso uma vez... Ele disse que apenas quem tem um demônio dentro de si pode usar... isso significa que eu também posso...— Uma fumaça se formou em volta de Carcí e cobriu a floresta atrás de si, um grande portão branco abriu-se atrás dela, porem, diferente do que aconteceu com Ryuro, o demônio não foi trancado, mas ele abraçou Carcíphonne, isso simbolizava que não havia um sentimento de dominação por nenhuma das partes, o sangue feérico de Carcíphonne pode ter acabado por tornar o demônio dentro de si mais amistoso, por isso seu lado demoníaco estava tão fraco, pois o demônio não queria lhe controlar, e neste momento, a mais nova havia o libertado, o ser que lhe abraçava tornou-se uma espécie de espectro, empunhando uma espada da mesma maneira que Carcí, como se a imitasse. — Técnica número cinco, estilo do demônio interior... Akuma no hakku! — Avançou junto daquele ser seguindo-a e tentaria desferir um golpe logo abaixo do peito da namorada.

 

CONTINUA....


Notas Finais


Não esqueçam! Quanto mais favoritos e comentários, postarei com mais frequência~

A força de vocês é meu ânimo para publicar e prosseguir escrevendo, bjs na bunda.

Obs: Algumas vezes eu posso acabar editando o cap apenas para corrigir alguns erros rsrsr.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...