História Royals' wolf - Capítulo 8


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Abo, Almagemea, Amor, Floresta, Fluffy, Lemon, Lobisomem, Lobisomens, Magia, Mates, Neko, Nekos, Paixão, Romance, Sobrenatural, Soulmates, Yaoi
Visualizações 34
Palavras 630
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Fluffy, Lemon, LGBT, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Desculpem a demora, mas as provas realmente acabaram comigo...

Espero que gostem. Boa leitura.

Capítulo 8 - Passeio na floresta I


Fanfic / Fanfiction Royals' wolf - Capítulo 8 - Passeio na floresta I

Começo a questionar minhas escolhas.

Estava com medo de me matarem na alcatéia? Sim, extremamente para dizer a verdade. Mas ir, voluntariamente, para uma floresta provavelmente tomada pelos elfos? Isso é insano.

Tudo bem que isso foi a dois dias e que, provavelmente, já pegaram o que queriam e foram embora, mas...

É aterrorizante a perspectiva de encontrar os seres das histórias que ouvimos quando crianças. De ver diante dos meus olhos cada cena e hábito grotesco da raça.

Por que tanto medo desses elfos, garoto?

Essa é uma longa história. Segundo sabemos, houve uma guerra a algumas décadas atrás. Lobos contra elfos negros.

O motivo? Incerto.

Alguns dizem que foi a cobiça inigualável dos elfos negros, que almejavam cada centímetro da floresta ao norte. Outros, que eles foram responsáveis pela morte do rei da época, do alfa dos alfas daquele tempo.

Mas, o comum entre todas as versões inesgotáveis do motivo deste embate sangrento, é que ele foi, inegavelmente, iniciado pelos elfos.

Além dessa existem várias histórias da violência assombrosa que eles utilizaram, as armas que criaram para nos destruir. E é por causa deles que ciência é proibida. Segundo os antigos, ela trás, inevitavelmente, a destruição e o caos.

Após o fim dessa guerra de anos os lobos saíram vitoriosos e os elfos fugiram para as terras inférteis e inóspitas das montanhas da "borda do mundo".

Borda? Mas isso não fica só a alguns quilômetros da aldeia?

Sim, fica. É chamado de "borda do mundo" simplesmente porque o único mapa lupino que sobreviveu à guerra só alcançava a floresta da Lupa, nosso território, e as montanhas. Portanto os líderes decidiram que não havia mais nada.

Eu no entanto, sei que isso não é verdade. Já li sobre outras terras tão diferentes dessa... Talvez essa seja uma boa saída. Eles não irão em minha busca em um lugar que "não existe"...

Tá tá, ótima ideia, mas não acha melhor prestar atenção ao seu redor? Estamos sozinhos aqui.

Ok.

Começo a prestar mais atenção ao meu redor. Já estávamos consideravelmente longe da nossa sub, a sub oeste. A sul deve ficar mais algumas horas de caminhada a frente se eu me manter nessa direção.

O estalar de um galho se quebrando me deixa alerta. A fonte foi consideravelmente longe, mas dependendo do que a causou poderia me alcançar em segundos.

Um arrepio sobe por minha espinha ao me lembrar das histórias das montarias dos elfos. Animais fortes e esguios que poderiam facilmente ultrapassar um leopardo e manter, na velocidade do felino, um ritmo constante por horas.

Me abaixo na folhagem. Não poderia mais esconder meu odor que, com sorte, pode se camuflar com o das dezenas de espécies nativas, mas posso ocultar-me para garantir alguma vantagem.

E nunca agradeci tanto por meus instintos de autopreservação, pois, após a alguns minutos de tensão, pude avistar no chão a minha frente patas grandes com garras afiadas andando em um passo lento demais para condizer com as lendas.

Eles estavam em alerta.

De minha posição eu levanto somente os olhos para poder ver os cavalheiros das das feras que pareciam ser feitas de um couro preto e brilhoso.

O primeiro era relativamente baixo em comparação aos outros e mantinha sua mão de forma que pudesse sacar sua espada a qualquer momento, alguns fios escuros escapavam do capacete, os cabelos curtos demais para vencer a contingência.

Entretanto foi o segundo que prendeu minha atenção. Ele estava sem capacete, mostrando os cabelos alvos que pousavam em seus ombros, mas o que chamou verdadeiramente minha atenção foram as características únicas que demarcam a espécie que massacrou meus antepassados e que nos assombra até hoje, as orelhas compridas, a pelagem rala por todo corpo e os traços felinos.

Recuo ainda mais em meu esconderijo. Estarei morto se me acharem.



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