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História Ruby - Capítulo 1


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Capítulo 1 - 01


Os homens são podres. Era sempre essa mesma frase que a mãe de Hansol lhe dizia como argumento quando ele ameaçava insinuar alguma piedade. Era sua primeira vez nisso tudo e mesmo que sua irmã seja mais nova, ela claramente tinha mais experiência e estava trazendo os resultados que sua mãe desejava. Se envolver com pessoas da alta sociedade e usar suas contas bancárias para pagar suas próprias contas soava bastante cruel para Hansol, mesmo que, ele foi criado para ser uma máquina de enganação.

 Ele era para ser uma arma perfeita e flexível para qualquer, digamos, gostos. Hansol é o equilíbrio de tudo que alguém da alta sociedade gosta, é o produto que eles querem consumir.

 Ele só deseja ser como sua irmã, que conseguia sem piedade trazer todos aqueles resultados, tudo para não decepcionar sua família. Ele tentava repetir várias e várias vezes os argumentos de sua mãe que diz que, eles não merecem tudo o que têm, pois o que essas pessoas têm são frutos de trabalhos alheios de pessoas abaixo deles e que não faz mal pegar um pouco para si — ou tudo na maioria das vezes. 

 Por fim pode-se concluir que é uma maneira de manter a consciência limpa depois de acabar com a vida de alguém.  

 Toda a doutrinação de sua mãe é repetida constantemente em sua mente enquanto ele ainda sente os dedos do cara que ele está tentando enganar sem tentar se enganar, por cada milímetro do seu corpo que ainda parece estar em chamas. Seu coração está inutilmente acelerado com dois sentimentos muito intensos para estar sentindo ao mesmo tempo — o anseio e o medo. 

— Vou me encontrar com ele, mãe! — avisou sua irmã, saindo de casa. 

 Sua mãe acenou com um sorriso nos lábios, mas Hansol nem sequer percebeu que sua irmã havia saído, pois sua mente está ocupada o suficiente com todo o seu fluxo de pensamentos em modo intenso. A senhora Chwe olhou para o seu filho que — como sempre — parecia estar perdido em seu mundo com os seus braços apoiados no balcão. 

— Hansol! — a senhora Chwe chamou o seu filho que levou um susto. — Você conseguiu transar com ele? 

— Como? — perguntou Hansol, se assustando e engasgando na própria saliva.

— Conseguiu ou não, garoto? — ela perguntou impaciente. 

 Hansol está fodido de tal forma que não tem palavras no mundo o suficiente que possa descrever o seu desespero. O seu primeiro, o seu maldito primeiro não poderia ser mais difícil do que qualquer outro — mesmo que ele não tenha outra pessoa para comparar em suas não experiências —, contudo ele não precisava ter experiência para saber como as coisas funcionavam. De teoria ele está cheio! Ele escutava das ambas mulheres de sua vida que esses tipos de homens são extremamente cruéis e que realmente tem que segurar o sangue para não revidar tais abusos e que não acarrete em uma tragédia. Por anos de sua vida ele mentalizou que ele seria uma espécie de anjo caído que punirá os homens que fazem tanta maldade tocando em cheio na ferida, o dinheiro. 

 Entretanto tudo caiu por terra quando ele conheceu o mais novo CEO da empresa de joias chinesas. Tudo que ele escutou sobre os caras da alta sociedade não era o que ele estava vivendo e toda sua frieza que ele ensaiou por anos se derreteu como um sorvete exposto ao sol sobrando somente sua doçura. 

 Mas ele não poderia deixar-se levar por tais encantos, sua família precisava de dinheiro! Ele não tinha tempo para doçura. 

— Não, mãe! — respondeu Hansol, abaixando a  cabeça por lamentação. 

Sua mãe achou que sua ação foi de lamentação, mas na verdade foi de vergonha, pois ele está mentindo de forma ridícula. 

— Você tentou fazer o que eu lhe disse na última vez?

— Sim, mas não deu certo! 

 Outra mentira. Hansol sente medo de sua mãe lhe pegar na mentira, entretanto foi ela que lhe ensinou a mentir tão bem e ele está usando o que aprendeu contra a quem lhe ensinou.

— Não pode, Hansol! Nenhum cara resiste a… Bem, talvez ele seja hetero. Mas minha fonte disse que ele gosta de ambos os lados. Bissexual, este é o nome. Enfim se a So não tivesse tão envolvida com aquele vice ela poderia conferir. Ele realmente vale ouro — disse sua mãe pensativa.

— O que você acha Jr, sobre isso? — perguntou a senhora Chwe olhando para o garoto de jaqueta de couro que está jogado em seu sofá com os pés na mesa. 

— Não faço a mínima ideia e também não ligo! — respondeu Jr transparecendo sua falta de interesse em cada palavra dita.

— Você é um inútil mesmo, hein! Não sei porquê aceite você aqui! 

— Quer que eu te lembre quantos zeros estão em sua conta bancária para você me hospedar aqui? — perguntou Jr, irônico fazendo os olhos da mais velha se revirar. Sua atenção é desviada pelo seu celular que começa a tocar em sua mão.

— Bem, eu vou ter que ir, anjinho. Pensa em alguma coisa. Já faz sete meses que você está nessa! Você precisa transar com ele para continuarmos os nossos planos! — ela disse atendendo a ligação, pegando a chave do carro e saindo apressadamente. 

 Hansol respira fundo e aperta os seus próprios olhos como se isso fosse tudo que ele deveria fazer para sumir de sua realidade. Ele abre os olhos encarando com curiosidade o garoto, que é dois anos mais velho que ele, mas que parecia ter vivido muito mais. 

 Jr é a pessoa mais misteriosa que já passou pela sua vida. Ele é insanamente diabólico. Ele faz as coisas para o próprio prazer e que se foda todo o resto. Ele acaba com a vida das pessoas tocando em sua ferida, algo bem pior do que a mãe e a irmã de Hansol praticam. É muito além de golpes. Mas ninguém sabe o motivo — pois ele não liga para o dinheiro — e o pior é que todas suas vítimas sabem exatamente com quem estão lhe dando. Elas não são enganadas por uma falsa imagem, pois todos sabem os perigos de manter Jr perto de algo. Mas para Hansol a técnica de Jr é atingir em cheio a curiosidade alheia. Não saber nem o nome verdadeiro da pessoa é intrigante demais. Até a senhora Chwe admitia para si que tem medo do garoto.

 Jr continua rindo olhando para Hansol como se o mais novo tivesse lhe contado uma ótima piada. 

— O que houve? — perguntou Hansol, cheio de dúvidas. 

— A vida é uma grande ironia, não é mesmo? Sua mãe é uma mestre em golpes, mas acredita na mentira esfarrapada do seu filhote — disse Jr, cheio de deboche. 

 Hansol sentiu de uma forma quase instantânea o medo se espalhar por todo o seu corpo. 

— Você vai contar para ela? — perguntou Hansol, preocupado. Não adiantava fazer joguinhos com Jr para se defender, pois ele iria acabar tirando mais informações de si. 

— Claro que não. Qual seria a graça? E também, eu não tenho nada com isso! — respondeu Jr, dando de ombros. 

 Mesmo que a resposta seja satisfatória, no fim não deixou Hansol seguro. Como acreditar em alguém que é capaz de fazer qualquer coisa por motivos qualquer? 

— Mas eu não posso ignorar uma dúvida que floresceu mim. Por que você está mentindo para sua mãe? 

 Jr perguntou recebendo o silêncio de Hansol em resposta. O mais novo não sabia lhe responder, ele está confuso com suas próprias emoções e está deixando-as tomar conta de suas ações Entretanto, mesmo que nenhuma palavra foi dita, Jr começou a rir,  pois ele entendeu. 

Terreno perigoso, filhote… Muito perigoso! 

 Mesmo que Hansol sabia perfeitamente disso e o seu coração não deixou de bater fortemente como se estivesse assistindo um filme de terror. O modo que Jr cita cada palavra é totalmente macabra. 

 Antes que o mais novo tente formular argumentos para se defender de um fato, Jr continua.

— Ele é um serviço, Hansol. Foda-se o que ele te faça sentir, ele é apenas um serviço! 

 — E quem lhe disse que eu estou sentindo algo? — perguntou Hansol, tentando se defender. 

Eu conheço esse olhar, Hansol! 

 Ele escuta a voz de Jr em um tom tão baixo que soou delicado e confortante. Algo que nunca Hansol iria imaginar escutar do temido Jr. Entretanto ao mesmo tempo a sua fala é totalmente assustadora pela carga de significado para o seu momento.

 Hansol não sabia o porquê. Na verdade, ele não perguntava o porquê de algo há muito tempo. Mas suas ações impulsivas, lhe colocava em situações sem sentido e que por fim ele deixava as consequências tomarem suas próprias decisões. Não tinha passado nem trinta minutos que a sua mãe tinha saído de casa, mas ele parou em uma sala de estar que não é da sua casa olhando da cobertura uns dos prédios da cidade. 

 Mesmo que os funcionários daquele lar tenha lhe deixando entrar, não era para ele estar ali. O dono daquele apartamento disse que era todas as quintas, às 19hs. Mas eram 15hs de uma terça-feira. “O quão tolo ele poderia ser?” Era isso que Hansol se perguntava. 

— O que faz aqui? — perguntou uma voz que soou  atrás de si que ele conhecia muito bem.

 Hansol vira para ver quem profere tais palavras. É o seu CEO, que com certeza se não estivesse vestindo um terno de luxo completamente alinhado, poderia se confundir drasticamente com um jovem normal. Hansol às vezes se convence de que se ele fosse mais velho o serviço seria mais fácil, mas ele não está certo de sua própria afirmação. A beleza era um complemento. 

— É… 

 Hansol não sabia o que responder. Ele não poderia dizer que sentiu que deveria vir para cá. Ele abaixa sua cabeça tentando esconder sua vulnerabilidade, mas o que ele não sabia é que sua ação lhe deixava ainda mais vulnerável. Não era para ele estar aqui, não é o seu dia e, claramente o mais velho está ocupado e estressado com sua presença. Pelo menos era isso que Hansol achava. Ele não queria deixar o mais velho bravo e isso não tinha a ver com perder dinheiro, e sim de que ele não queria simplesmente lhe deixar bravo. 

— Desculpa — sussurrou Hansol, com sua cabeça baixa e caminhando em direção a saída. 

 Assim que ele cruzou o seu caminho com o do mais velho, ele sentiu o seu braço sendo agarrado parando os seus passos. Com o seu coração acelerado e sua respiração ficando em mesma sintonia, ele levantou sua cabeça para encarar o mais velho, mas ele não teve tempo de raciocinar pelos lábios alheios tocarem delicadamente nos seus. 

 Com toda sede Hansol vira de frente para o mais velho se encaixando em seu corpo perfeitamente. De uma forma um tanto desesperada Hansol agarra nos fios do cabelo tentando intensificar o beijo que estava lhe deixando gradativamente sem fôlego. Hansol sente todo o seu corpo vibrar, enquanto ele sente derreter nos lábios que lhe anseia tanto. A língua do mais velho deslizava deliciosamente em contato com a sua de uma forma que não aplacava e sim incendiava toda a sua libido. Hansol queria mais! O seu fôlego lhe abandonou e o beijo foi rompido com o mais novo sentindo os seus lábios sendo sugados e preso entre os dentes alheios. 

— Então era isso… — sussurrou o mais velho analisando todo o rostinho de Hansol que está praticamente com o todo o seu corpo envolvido pelo mais velho. 

— Senhor Xu, eu sei que não era para eu vir hoje… Me desculpa! — pediu Hansol, quebrando o olhar. 

 Ele sentiu o seu coração se apertar mais com a respiração do mais velho em sua nuca. 

— Eu já lhe disse para você não me chamar de senhor! Será que eu vou ter que te lembrar de como me chamar? 

 Hansol mordeu os seus lábios assim que suas lembranças lhe levaram para algumas situações. Ele sabia o que o outro estava querendo dizer. Ele levaria uns tapas precisos em suas nádegas. Não chegavam a serem doloridos para machucar, na verdade, Hansol gostava deles, mas não seria capaz de admitir. 

— Não, Minghao... — sussurrou Hansol, em resposta. 

— Parece que você está um pouco mais relaxado, agora o meu neném pode me dizer o que está fazendo aqui? — perguntou Minghao, pausadamente e acariciando o rosto do mais novo. 

 Hansol julgava por anos apelidos carinhosos, achava ridículo, até que o cara na sua frente começou a lhes proferir e sua sensibilidade ligou automaticamente. 

— Eu… Estava querendo te ver. 

 Hansol tentou falar normalmente, mas sua fala estava tão presa em sua garganta que foi dita como sussurro.

— Estava? E não poderia ter esperado até quinta-feira? — perguntou Minghao, mordendo os seus próprios lábios como uma forma de suprir sua falta de controle. 

 Hansol acenou em negação. Ele estava aproveitando o seu fio de sinceridade para ser honesto. Se ele conseguisse ser realista consigo iria admitir que não consegue esquecer Minghao por nenhum momento. É como se estivesse gravado em seu cérebro. Ele queria ficar cada vez mais perto do cara que ele não sabe quais são as intenções consigo. Um brinquedo passageiro? Talvez! Mas apesar de todas suas inseguranças o seu primitivo gritava mais alto. 

— Estou trabalhando agora, mas gostaria de ficar para o jantar? 

 A pergunta do mais velho soou quase retoricamente, pois ele sabia a resposta final. Mas a necessidade de ouvir o que Hansol queria é tentador para si.

— Sim! — exclamou Hansol, acenando em confirmação.

— Fica a vontade e… Vem cá, hum! — sussurrou Minghao puxando o garoto contra si e selando os lábios. 

 Hansol sentia um olhar que vinha da ponta da mesa enquanto ele colocava o resto de alimento na boca. Ele toma coragem para olhar para ponta da mesa e depara com Minghao que lhe encarando fixamente enquanto tomava um gole de vinho. 

— Você não comeu? — perguntou Hansol, olhando para o prato alheio sem um grão de comida. 

— Estou sem fome — respondeu Minghao se levantado de sua cadeira e sentando em uma próxima do mais novo, ficando em sua frente. 

— Então por que você mandou servir a comida? — Hansol sentiu sua voz falhar no final de sua pergunta ao sentir o rosto do mais velho no vão do seu pescoço e a mão em seu colo. 

— Porque você estava com fome — respondeu Minghao, sussurrando e deixou sua marca gravada na pele do mais novo. 

 Hansol inclinou o seu pescoço para sentir os lábios do outro lhe marcando em uma área que lhe dá tanto trabalho em tapar com maquiagem, mas a forma em que esses lábios lhe torturavam tão bem fazia com que ele não se importasse com tais marcas. A mão de Minghao deslizava por cima da calça de Hansol de uma forma muito sutil para o gosto do mais novo. Ele começou a se esfregar contra o contato que estava recebendo para que de uma forma intensificá-lo. Gradativamente ele sentia sua corrente sanguínea subir ficando rígido.

— Minghao… — O mais novo lhe chamou tão baixo que poderia se confundir com um gemido. 

 Ele está com sede dos lábios do mais velho, ele precisa sentir esse gosto que se tornou algo viciante.

 Minghao desliza os seus lábios maltratando aquela pele que ele gosta tanto de sentir em sua boca. Os chupões sobem do queixo indo em direção aos lábios entreabertos do mais novo lhe calando em um suspiro. Hansol suspira pelo susto de sentir uma mão lhe invadir dentro de sua calça e lhe massageado intensamente. 

 Hansol com suas mãos que se tornaram possessivas em um puro vício adentrou na camisa do mais velho sentindo a pele quente sobre as pontas dos seus dedos. Ele sentiu a mão do mais velho sair de sua calça e rompeu o beijo algo que fez ele resmungar. 

— Vem! Vamos para o quarto.  

 Minghao lhe puxou para a sua cintura, entrelaçou as pernas do mais novo em si e lhe sustentou em seu colo. Hansol entrelaça os seus braços no pescoço do mais velho e lhe beija sem permissão sendo correspondido com o mesmo fervor, enquanto caminha em direção ao quarto. 

 Hansol sente suas costas contra a parede do quarto, com as mãos de Minghao agarrando suas nádegas fortemente enquanto ele sente o mais velho esfregando sua cintura contra a si provocando uma aflição tentadora. Hansol corta o beijo sentindo os seus pulmões doerem pela falta de ar, mas não é algo que ele se importe. Os lábios de Minghao deslizam para o pescoço do mais novo que parecia estar em chamas e  deixa um chupão extremamente forte arrancando um gemido surpreso. 

 Minghao lhe agarra mais forte, colocando-o sobre sua cama. Ele puxa a camisa de Hansol para cima e deixa os seus lábios explorar aquele corpo que ele deseja tanto. Ele desliza sua língua em uns dos botões fazendo Hansol delirar em seus gemidos que já chegaram em um nível de se tornarem incontroláveis. 

 Hansol agarra nos fios do cabelo do empresário de uma forma desesperada em querer que aquela boca lhe toque em outro lugar. Ele estava praticamente sem fôlego por tamanho descontrole. 

— Hoje eu vou com calma, neném… Com muita calma! — avisou Minghao, enquanto chupava calmamente os gominhos do abdômen do mais novo.

 Hansol suspirou desorientado e agoniado. Era tudo o que ele não queria ouvir. Parecia que o Minghao sabia o que mais novo queria e fazia o contrário. Ele sente sua calça sendo puxada junto com sua cueca, e ele estava ali todo exposto, novamente. Apesar do pequeno fio de vergonha, ele se sentia desejado. Não tinha como ter outro sentimento com um olhar tão faminto sobre si. 

 Minghao morde os seus próprios lábios e abre as pernas do mais novo ficando entre elas. Ele agarra o pau enfiando de vez em sua boca. 

— Minghao! — gemeu Hansol, surpreso sentido aqueles lábios lhe envolvendo tão bem. Minghao sorriu retirando de seus lábios, ele adorava ver a reação do mais novo quando é pego de surpresa.

 O mais velho lambe a glande colocando lentamente dentro de sua boca. Ele chupa extremamente devagar. Mesmo que Hansol já foi avisado de como o empresário queria, o mais novo não se contentava e tentava de todas as formas mexer sua cintura para ter mais contato, porém o mais velho lhe impedia. Hansol sentia as gotículas de suor se acumulando em sua testa. Ele está incomodado ao ponto que chega ser frustrante. 

— Minghao! — resmungou Hansol, todo agoniado. 

 Parecia, que, quanto mais Hansol demonstrava querer mais, tudo ficava ainda mais lento. O que Minghao quer com isso? Se perguntava Hansol, enquanto gemia cada vez mais manhoso. 

 Os lábios do mais velho deslizam para baixo enquanto suas mãos afastam as nádegas do mais novo que sente a língua quente lhe penetrar. Hansol agarrar os fios do cabelo do maior em um punho tentando descontar seu tesão. Minghao deixa um beijo na entrada e se levanta. Hansol se sente todo perdido em seus hormônios a flor da pele, mas ele sabe o que o mais velho foi fazer. 

 Minghao volta sem a gravata, com a camisa desabotoada, o frasco de lubrificante e a camisinha. Ele joga a camisinha na cama e derrama o liquido transparente em seus dedos. Hansol abre mais as pernas sentindo a ponta dos dedos gelado em sua entrada que piscava em suplico. Minghao penetra lentamente e movimenta em vai e vem. Ele sente as paredes da entrada de Hansol se contrair enquanto o próprio movimenta com a cintura e Minghao conseguiu imaginar do mais novo fazer isso com o seu pau o quão bom seria. 

 Hansol agride os seus próprios lábios gemendo sem nenhum pudor enquanto suas mãos envolviam o seu próprio pau que massageava de uma forma frenética. A forma que o mais novo queria que fosse engolido pelo o empresário. 

— Por que essa carinha de bravo? — perguntou Minghao, já sabendo a resposta. 

— Eu quero sua boca aqui e bem rápido! — respondeu Hansol, balançando o seu próprio pau. 

 Ele odiava os joguinhos do mais velho, pois era sempre ele que virava o brinquedo. Mesmo que ele foi criado para isto, ele sentia que não conseguia suportar por tamanha tortura. O que ele não sabia é que Minghao também não gostava de joguinhos, mas era a única forma do menor dizer o que quer. Ele nunca viu uma pessoa tão retraída como Hansol e por fim ele aprendeu a gostar de ver essa carinha com raiva de si e cheia de tesão. 

— Mas sou eu que tenho o querer aqui — provocou Minghao. Não era verdade, mas ele estava louco para saber o que menor iria responder. 

— Eu não quero saber! Quero sua boca aqui! — respondeu Hansol, em suspiro por sentir os dedos perto de sua próstata. Minghao arqueou as sobrancelhas surpreso, mas deixou escapar um sorriso de lado.

— Certo… Mas você deveria tomar cuidado com que pede! 

 Antes mesmo de Hansol racionar a frase do mais velho, ele lhe invadiu tomando por toda sua boca. Ele sobe seus lábios que já estava ficando inchados e chupa sua glande fazendo uma enorme pressão. Minghao sente os fios do seu cabelo sendo maltratados enquanto movimentava sua cabeça rapidamente em movimento de vai e vem. Ele para os seus lábios olhando para olhos de Hansol que entendeu muito bem o que o mais velho queria dizer. Hansol sentiu todo o seu corpo arrepiar enquanto ele movia sua cintura, fodendo a boca do empresário sem piedade no mesmo momento que ele sentia aqueles dedos lhe fodendo tão bem. Hansol não estava aguentando, ele estava ficando cada vez mais perto. 

— Minghao, eu… — gemia Hansol, com sua voz muito mais alta do que ele gostaria, mas ele não tinha o controle. 

— Não, não! Nada de gozar agora! — disse Minghao, retirando os seus lábios do pau que já está todo lambuzado com o pré gozo. 

— Minghao… — sussurrou Hansol, todo manhoso. Ele não sabia o que iria dizer, mas ele só queria que continuasse. 

— Eu sei, neném! Mas você sabe que vai ficar bem melhor — disse Minghao, retirando os seus dedos da entradinha que continuava pulsando louca para ser penetrada. 

 Hansol morde os seus lábios tentando engolir os seus gemidos pelo contato gelado do lubrificante que Minghao jogou em seu pau. O mais velho massageia lentamente para espalhar por toda extensão, e Hansol não conseguiu mais segurar os seus gemidos por estar tão bom e escorregadio. 

 As mãos de Minghao vão até sua calça desabotoando o seu cinto. Hansol se levanta ficando de joelhos na cama e suas mãos vão até a calça do mais velho e terminou de desabotoar. Ele puxa a calça e a boxer junto deixando escorregar no chão. Minghao senta na cama e sente a mão do mais novo envolvendo o seu pau. 

— Quer que eu te ajude a colocar? — perguntou Minghao, acariciando  o rosto do mais novo ao mesmo tempo que vê o próprio abrindo a camisinha. Hansol negou sua pergunta. 

 Hansol coloca a camisinha, pega o vidro de lubrificante e derrama sobre o pau do mais velho e massageia sentindo ficar cada vez mais duro. 

— Vem! Senta no meu colo — sussurrou Minghao, puxando o garoto contra si. 

 Ele entrelaçou uns dos seus braços puxando contra si enquanto sua outra mão segura em uma das nádegas do mais novo guiando para que ele sentasse com calma. 

— Devagar, pequeno. Depois você que fica machucado — sussurrou Minghao, com sua voz já alterada e deixando um beijo na bochecha do mais novo. Ele sabia o quanto o garoto é apressado. 

 Minghao puxa mais ar que os seus pulmões realmente precisavam na tentativa de controlar o seu primitivo de meter com tudo.  

  Hansol envolve os seus braços no pescoço do mais velho e começa a rebolar para se acostumar com o volume. Ele sente as mãos de Minghao agarrando sua cintura com obsessão lhe puxando mais para baixo a procura de mais contato. Hansol sobe e senta com força sentindo alcançar sua próstata. 

— Ah, Minghao! — gemeu Hansol, encostando sua cabeça no ombro do mais velho e sentando com mais força.
 
 A forma em que Hansol sentava fundo e gemia perto do ouvido do mais velho era demais para o empresário. Ele agarra os fios do seu cabelo e puxa para trás e começa marcar o pescoço do menor. Seus lábios deslizou até a ponta do ouvido de Hansol e puxou entre os dentes vendo toda a pele do mais novo arrepiar. 

— Fica de quatro! 

 Hansol não sabia se era a voz de Minghao que ficava mais grave, ou pelos hormônios do momento, mas quando Minghao fala essas três palavras para si ele sentia que poderia gozar na hora. Ele sai do colo do mais velho ficando na posição que foi dita.

 Minghao desliza sua mão na bunda do mais novo toda empinada para si, que, ele não se conteve de deixar um tapa e Hansol não se conteve em gemer em resposta. Ele esfrega o seu pau naquele buraquinho e penetra de vez fazendo o mais novo se assustar deixando um grito escapar de sua garganta. 

— Você é tão gostoso… Eu não me canso de dizer isso! — gemeu Minghao, que procurava se afundar cada vez mais. 

 Hansol estava se segurando ao máximo, pois ele sentia que poderia se desmanchar a qualquer momento só com sua próstata sendo surrada desse jeito. Ele sente o corpo de Minghao encostar em suas costas e distribuindo chupões em sua nuca. Ele sente lábios de Minghao entre os chupões e gemidos roucos extremamente próximo de sua orelha. 

— Quer de frente? — soou mais como uma pergunta retórica, pois Minghao sabia que o mais novo gostava desse jeito. Hansol acenou freneticamente gemendo pelo mais velho ter saído dentro de si novamente. Mas ele sabia que era por uma boa causa.

 Hansol deita na cama e abre suas pernas. Minghao se encaixa entre suas pernas penetrando novamente. Hansol já tinha admitido que gostava dessa posição, pois ele podia ver o mais velho lhe fodendo com força. Minghao fica extremamente sexy quando está excitado e o mais novo não quer perder essa imagem. 

 A forma em que Minghao afundava procurando cada vez mais prazer era surreal. O barulho do lubrificante podia ser escutado por todo o quarto que deixava o ambiente mais excitante e erótico. Minghao agarra o pau de Hansol que está extremamente escorregadio pelo seu pré gozo junto com o lubrificante. Ele massageia na mesma velocidade que mete fundo e escuta os gemidos do mais novo aumentar. Enquanto o seu próprio abdômen começa a queimar.

— Não, os dois ao mesmo… tempo! Ahhhh…  

 Hansol não aguentou se desmanchando todo na mão do mais velho. Ele leva sua mão até seus lábios lambendo todo o gozo lhe encarando profundamente. Hansol geme em resposta, fechando os olhos, fazendo o empresário sorrir. Ele agarra na cintura do mais novo penetrando mais forte sentindo o seu orgasmo lhe atingir com força. Ele tira o seu membro lentamente dentro do mais novo e deita na cama. 

— Minha mãe deve está preocupada — resmungou Hansol, coçando os seus olhos sentindo sua mente voltando para sua realidade. 

 Na verdade sua mãe não pode saber que ele está com o empresário, se não ela vai ligar os pontos e Hansol não está pronto para seguir com o maldito plano. 

— Você vai ficar aqui! — disse Minghao puxando o garoto contra si com tanta facilidade que Hansol as vezes acha que é feito de papel. 

— Minghao, mas eu… — sua fala foi interrompida com os lábios do mais velho lhe invadido de uma forma inibida. 

 Enquanto o seu coração acelerava com todas as ações do mais velho, Hansol só pensava o quão golpe baixo usar sua libido contra si. 

Em passos leves Hansol entra na sua casa que já está totalmente no escuro. Já é uma da manhã e estão todos dormindo, pelo menos era o que ele achava até as luzes serem acesas. 

— Hansol, onde você estava? — perguntou sua mãe, irritada. 

— Com uns amigos — respondeu Hansol, não se surpreendendo mais de como suas mentiras saem fácil de sua boca. 

Amigos? Precisamos conversar! 



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