História Ruby - Capítulo 8


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Capítulo 8 - 08


— Por que eu faria isso? — perguntou Hansol, desconfiado. 

 Ele não julgava ação pedida. Na verdade, era bastante tentadora. Mas o que isso poderia acarretar? Seriam reais as intenções do seu pai? Quem seria Hansol para julgar quem foi o menos errado de toda essa situação? Afinal, por fim, os dois estão errados. Poderia confiar no homem em que lhe ofendeu em menos de vinte e quatro horas? O título de pai não estava valendo nada nesse momento. 

— Ela lhe deixou aqui, meu filho. Fugiu como uma covarde enquanto o circo pegava fogo. O circo que ela mesmo queimou. 

 O sr. Chwe tinha razão, porém Hansol aprendeu com o tempo que a maioria das verdades vem com meia mentiras. Então quando alguém vier com uma proposta demonstrando algo que vai favorecer o lado do oferecido, há algo que aquele ato possa acarretar de interesse, de forma oculta para quem oferece. Porém Hansol sabe de forma nítida o interesse de seu pai. Ele quer vingança! E está propondo ao seu filho a mesma coisa. 

 — Filho, eu sei que não tivemos uma apresentação calorosa depois de tanto tempo longe. Eu me precipitei! Você se preocupa com sua irmã, tem sentimentos aí! — O sr. Chwe disse apontando para o coração de Hansol e continuou. — Se tornou um bom garoto! O caráter que eu sempre sonhei, apesar de todo esse caos. Olha o que sua mãe fez com as nossas vidas!

 O sr. Chwe está colocando de certa forma o sentimento em jogo. Mas Hansol não é tão afetivo como parece. Ele é só com quem merece! E tem muita gente em seu círculo que está merecendo sua forma mais ácida. 

— O senhor tem poder o suficiente para fazer o que quiser, não precisa de mim! Tenha uma boa tarde! — disse Hansol, se afastando. 

— Pense no caso! — gritou o sr. Chwe, vendo o seu filho dobrando o corredor. 
 Na verdade não importava quanto o poder o Sr. Chwe tinha. Hansol sabia que ele seria crucial para o plano funcionar. Para que o certo aconteça. Seja lá o que o certo significa. É difícil para Hansol saber o que é certo socialmente pelo meio em que foi criado. No máximo, ele tem uma noção em poucas porcentagens. Ele olha So na sala de espera. Hansol senta ao seu lado, olhando para o rosto pensativo da mais nova vendo os seus pés.

— Nós somos uma família! Mamãe sempre nos dizia isso. Então por que ela destruiu algo que ela falava tanto? Por que ela fez isso com papai? — perguntou So, com a voz de choro. 

— Por dinheiro, So. É tudo por causa do dinheiro! — respondeu Hansol, vendo as lágrimas deslizando no rosto da mais nova. 

— Ei, não chora! Está tudo bem! Eu estou aqui! — sussurrou Hansol, envolvendo So em seus braços. 
 Hansol olha para frente e ver Minghao se aproximando. 

— Nossa carona chegou — disse Hansol, baixinho e So leva suas mãos em direção ao seu rosto para se recompor.
 
— Boa tarde, está tudo bem? — perguntou Minghao, olhando para So. 

— Está tudo bem, Minghao — respondeu Hansol, pela sua irmã. 

— Certo. Vamos! — disse Minghao, pegando a chaves em seu bolso. 

 O caminho até o apartamento foi silencioso, mas isso não queria dizer que, não havia uma tensão ali. O silêncio desconfortável de Hansol fingindo que não está percebendo o olhar curioso de So do banco de trás, ao mesmo tempo em que ele tenta manter sua cabeça reta para, de alguma forma, impedir de olhar para Minghao dirigindo. O que ele poderia fazer se gostava de ver o empresário quando não estava sendo observado? Mas isso não importava nesse momento, e sim de se preparar para o possível interrogatório. 

 Hansol entra no quarto de hóspede e ajuda a So se deitar na cama. Assim que ele termina de colocar o lençol sobre ela, Hansol escuta o seu nome sendo chamado. 

— Um minuto — disse Hansol, para So e anda até a porta. 

 Minghao vê o mais novo saindo do quarto. Ele puxa gentilmente Hansol pelo pulso encostando na parede do corredor. 

— Eu te chamei para avisar já estou voltando para o trabalho. Você sabe onde fica as coisas, então apenas fique a vontade e qualquer coisa me liga. Está bem? 

 Hansol acenou em confirmação e o empresário leva uma de suas mãos até o queixo, fazendo com que o olhar do mais novo fixar no seu. 

— Está acontecendo alguma coisa? 
 Minghao estava praticamente fazendo uma pergunta retórica. Dá para ver que Hansol não está bem. As palavras de seu pai estão fritando sua cabeça. 

— Não, está tudo bem! — Hansol respondeu forçando um rosto amigável, o que fez Minghao suspirar.

— Eu sinto lhe informar, mas eu sei quando está mentindo. Eu só prefiro fingir que acredito para não começar uma discussão. 

 Hansol não sabia o que responder. Ele nem conseguia mexer o seu rosto por o empresário está segurando-o.

— Hansol, você sabe como esse meio funciona. Você lembra lá no começo, o nosso trato. Eu poderia ter sido um filho da puta, mas eu nunca lhe forcei a nada. Você sempre pode falar e fazer o que quiser. Isto porque eu gosto de sinceridade. Então não minta para mim! É a única coisa que te peço.

 De certa forma Minghao estava ficando cansado  dessas atitudes. É demasiado esforço fingir que não está vendo ou simplesmente forçar suas suposições ao fim de tentar adivinhar o que está acontecendo, sendo que Hansol poderia simplesmente falar o que está ocorrendo. O pior é que Minghao nunca teve um comportamento em que oprimisse o mais novo, na verdade era o contrário. O empresário lembra da forma retraída que Hansol vinha para si até pouco tempo atrás. 

 Hansol novamente não sabia o que responder. Está no automático e gravado a forma em que ele se comporta para esconder os seus sentimentos, o seu estado. De certa forma ele está surpreso em saber que Minghao sempre soube de suas mentiras. E essa revelação não seria nada se não fosse pela feição do empresário. Hansol nunca viu essa expressão. Seria decepcionado? Ele não sabia qual seria a palavra que pudesse transcrever, mas o que ele sentia não era nada bom. 

 Minghao suspira se recompondo com sua típica expressão indecifrável, porém mesmo não estando nada ali Hansol conseguia sentir a mágoa. O empresário se afasta em silêncio, mas Hansol lhe segura pela gola da camisa. 

— Hansol, eu tenho que ir trabalhar — disse Minghao, seriamente. 

— Minghao… — chamou Hansol, forçando o empresário a olhar para si. 

 Suas lágrimas estavam prestes a transbordar e provavelmente o Hansol do passado se visse isso iria no mínimo dizer que está agindo como um tolo, pois Minghao não lhe disse nada para lhe ofender ou magoar. Contudo Hansol sente como se toda a mágoa que Minghao está sentido fosse transferido para si em uma forma multiplicada. O mais novo se colocou no lugar do empresário e isso lhe machucou.

— Me desculpa! — pediu Hansol, segurando na gola com mais força, para ter certeza que não iria sair de perto de si. 

— Mais tarde conversamos. Eu preciso ir — disse Minghao, sentindo sua gola afogar. — Fique bem, Chwe Hansol. 

 O empresário nunca lhe chamava pelo sobrenome. A formalidade indica afastamento e isso feriu ainda mais Hansol. 

 Minghao se via em alguma série de drama. O mais novo fazia isso com si. Mas apesar de todos os seus sentimentos insanos, sua racionalidade está bem intacta. Minghao na verdade é bem esperto. Ele tinha total consciência que falar assim com Hansol iria magoar profundamente e até seria perigoso. O mais novo hipoteticamente iria começar a alimentar suas paranoias, fugir de seu apartamento, se enfiar em algum bar, ficar bêbado, arranjar uma briga e parar no hospital por causa da briga ou porque o álcool se revoltou em seu estômago. Mas para Minghao, o mais novo precisa refletir sobre isso e esse seria um momento perfeito, já que, nada que foi dito acima iria acontecer, porque Hansol não iria deixar sua irmã sozinha. No máximo ele iria se trancar no quarto e ficar pensando sobre suas atitudes a tarde toda. E foi o que aconteceu. 

— Hansol, você não é obrigado a fazer nada disso! Não precisa escolher um lado. Apenas deixe eles se foderem! — disse Minghao, sentando em sua cama. 

 Assim que o empresário saiu do banho, Hansol resolveu contar sobre a conversa com o seu pai.  E mesmo depois de contar, Minghao parecia estar da mesma forma em que ele lhe viu mais cedo.

— Está tudo bem? — perguntou Hansol, receoso. 

— Sim. Por que não estaria? — respondeu Minghao, friamente. 

 Hansol sabia que não estava nada bem. Ele só achou que a mentira do empresário iria de certa forma lhe confortar, algo que não aconteceu. 

— Porque você está assim! Minghao, por favor! — pediu Hansol, com sua voz alterada. 

— Por favor o quê? — perguntou Minghao, no mesmo tom. 

— Me desculpa! Nunca foi minha intenção lhe fazer sentir assim! — sussurrou Hansol, sentindo um nó na garganta. 

— Você queria que eu me sentisse como sobre as mentiras? 

— Poupar — respondeu Hansol, com o seu olhar longe, em um volume tão baixo que nem ele mesmo conseguiria ouvir, mas como sempre Minghao ouviu. 

Poupar? Hansol, uma hora isso iria sair de você. É o que sempre acontece. Você sempre deixa o copo transborda e alaga tudo! Por que você simplesmente não conta as coisas em vez de se afogar nelas? 

— Eu nunca tive quem contar — respondeu Hansol, abaixando a cabeça. Sua família é um ninho de cobra. Não se pode confiar em ninguém. 

 Minghao se sente em um jogo. Em um jogo que perdeu. Como Hansol lhe fazia perder a razão mesmo que ele tenha certeza que está em suas mãos? O empresário não sabia responder, mas a única coisa que ele sabia que não conseguia ficar bravo com aquele rostinho olhando para si.

 Hansol ver o empresário se aproximando de si sem entender, pois apesar dos meses de contato Minghao é uma pessoa bastante indecifrável. 

Mas agora você tem — disse Minghao, acariciando o rosto do mais novo. 

 Hansol acenou em confirmação envolvendo os seus braços no pescoço do mais velho lhe puxando para o seu aperto. 

— Você me desculpa? Eu prometo que não vou mais fazer esse tipo de coisa! — sussurrou Hansol, apertando mais para si. 

— Tudo bem — respondeu Minghao, sentindo o aperto se afogar e Hansol olha para o mais velho. 

— Sério? — perguntou Hansol, para ter certeza. 

— Sim, neném! 

 Se Minghao soubesse o estado que Hansol fica por dentro quando lhe chama assim com certeza ele faria com muito mais frequência só para provocar. Era isso que Hansol pensava, pois ele não sabia que Minghao já sabia o efeito que lhe causava e esse conhecimento ia muito além dos apelidos. 

— Que carinha é essa, hum? — perguntou Minghao, puxando o mais novo para o seu colo e mordendo levemente os seus lábios. 

 É incrível a forma em que o humor do mais novo muda drasticamente. Mas era algo que ele não conseguia se controlar. Principalmente com Minghao tão próximo de si. 

— Que carinha? — perguntou Hansol. O que fez o empresário rir de forma maliciosa. 

 Hansol sente o seu pescoço todo se arrepiar com o empresário deslizando a ponta do seu nariz. Minghao encosta os seus lábios na orelha do mais novo e sussurrou — carinha que quer transar!
 
— Não sei do que está falando — respondeu Hansol, olhando para o lado. Minghao riu e mordeu ainda mais os seus próprios lábios.

— Não? Mas essa bunda rebolando no meu pau sabe muito bem o que está fazendo.

 Foi involuntário. Nem o mais novo tinha percebido que já estava demonstrando sua necessidade. Hansol sentiu quase em declínio de seus atos por apenas Minghao lhe dizer palavras tão sujas. 

— Você sabe que pode me pedir, porque eu nunca nego — sussurrou Minghao, distribuído beijinhos pelo pescoço do mais novo.

 O que não deixa de ser verdade. Minghao não conseguia negar nada ao mais novo, e ele não ligava, porque o empresário gosta de mimar o mais novo. 

Minghao… 

 Em plena excitação a voz de Hansol sai baixa, mas não tinha um teor de luxúria. Ele está com a cabeça baixa olhando para o seu colo. Algo veio em sua garganta prestes a pular de sua língua. O seu coração está tão acelerado que nem mesmo sua própria respiração pesada estava conseguindo controlar. 

 Tinha desejo sexual, isso é evidentemente com o volume do mais novo sendo massacrado pela sua cueca, contudo o nervosismo repentino por estar tão perto de Minghao não é somente por isto.

 De longe não é a primeira vez que ele estava perto do empresário, e isso não seria justificativo para tamanho nervosismo. Mas as palavras que estão saindo de sua boca explicaria tudo. 

— Minghao, eu gosto muito de você! 
 Hansol falou baixinho sentindo que o seu coração iria explodir. Não é novidade para Hansol esse sentimento, mas a necessidade de transparecer em palavras e revelar para o empresário é uma carga de emoção muito pesada para si. 

 Minghao olha surpreso, ele sabe dos sentimentos de Hansol mais do que o próprio, porém escutar isso vindo dele não é algo que poderia se esperar. Hansol pode falar tudo que odeia e socar a cara de um quando está com raiva, mas falar sobre sentimentos não é o seu departamento. Não é pelo fato do mais novo não ser sensível — porque é totalmente oposto —, e sim porque Hansol é muito tímido nesse assunto — mesmo que eventualmente isto não pareça — sendo assim, Minghao está todo bobo olhando para o mais novo. 

— Eu também, neném! 

 Não era para só para confirmar. Na verdade, Minghao sentia que a palavra gostar não trazia peso suficiente do que ele sentia pelo mais novo. 

— Vamos da um jeito nisso aqui? — perguntou Minghao, olhando para o volume do mais novo. 

 Hansol levantou o olhar para encarar os olhos de Minghao que transmitia tranquilidade, mas ao mesmo tempo transbordava anseio. O mais novo acenou em confirmação sentindo a mão do empresário lhe invadindo. 

 Minghao passa o seu polegar pela fenda úmida sem ao menos desviar o seu olhar dos olhos do mais novo. Seus dedos deslizaram até a base, ele fecha a mão em punho massageando para cima e para baixo. Mesmo o movimento não estando  rápido, Hansol não conseguia suportar Minghao lhe massageando ao mesmo tempo que lhe encara com tanta intensidade, isso fez com que os seus olhos fossem fechados e seus lábios sendo agredidos pelos próprios dentes. 

 Sua respiração está tão pesada e eufórica que poderia ser ouvida claramente. Ele não entendia, mas nada mais é do que o mix de desejo sexual e os seus sentimentos afetuosos pelo mais velho. Apesar de Hansol não entender, Minghao entendia perfeitamente e ele estava vendo que logo o mais novo iria se desmanchar com tão pouco. 

 Minghao inverte a posição lentamente enquanto seus lábios encostam aos alheios puxando para um beijo. Hansol abre os lábios sentindo a língua macia do mais velho deslizando sobre a sua lhe fazendo desejar cada vez mais. Mas Hansol não se sentia culpado por tanto indício de falta de controle dos seus próprios desejos, principalmente por Minghao ser unicamente o culpado. 

 O empresário desliza os seus dedos agarrando na ponta da camisa de Hansol levantando até o topo e recebendo a ajuda do mais novo para se livrar da peça. 

 Minghao desliza os seus lábios pelo pescoço deixando várias marcas em tom de rubro beirando ao roxeado pelo caminho até chegar em uns dos botões passando a língua sentindo Hansol tremer embaixo de si. 

 O mais novo prende os fios do empresário entre os seus dedos descontando o seu anseio. Hansol admitia ser bem sensível, mas neste momento ele sente que está em um graus bem pior do que de costume. 
 Minghao vai descendo até a cintura do mais novo e puxa a boxer para baixo expondo o garoto para si. Ele olha para o membro do mais novo e agarra deslizando o seus dedos sobre a pele extremamente molhada. Hansol está realmente muito sensível, ele pode gozar a qualquer momento. O empresário não iria transparecer seu pensamento repentino, mas admitia para si que está gostando de ver o mais novo todo sedento. Ele se levanta recebendo um resmungo do mais novo.
 
— Minghao, entra em mim logo! 

 Minghao olhou para aquele rostinho com um bico nos lábios como uma criança mimada. Sempre apressado. Ele não disse nada, apenas pegou o preservativo e o frasco de lubrificante. Antes de voltar para cama, ele retirou sua própria bermuda e boxer. 

 Hansol assiste o empresário tirando sua roupa mordendo os lábios. Essa visão lhe fez querer ainda mais. 
 Minghao abre as pernas do mais novo e agacha. Seus lábios encostam na entrada do mais novo e o empresário penetra sua língua saboreando com toda sua sede. 

 Hansol respira e morde os lábios com tanta força que sente o gosto metálico ao mesmo tempo em que Minghao com os seus dedos encharcados de lubrificante lhe invade lentamente.
 
— Por que você sempre me tortura tanto? 

 Hansol coloca ambas de suas mãos em seu rosto tentando abafar os seus choramingos. Ele queria logo! Por que Minghao tinha que ser tão mau? Era isso que Hansol se perguntava. 
 Minghao não lhe responde, apenas observa a forma em que seus dedos deslizam naquele espaço tão apertado.
 
— Se eu fizesse do seu jeito você não iria gostar — disse Minghao, com o tom de voz pensativo. 

 Hansol olha para o mais velho sem conseguir controlar os seus próprios gemidos para poder perguntar do que Minghao está falando.

— Você é muito apressado. Iria doer.
 Hansol iria dizer algo, mas foi impedido com seu próprio gemido em um tom elevado por sentir as pontas dos dedos roçando em sua próstata. 
 Minghao como sempre parecia extremamente calmo, Hansol queria ser como ele e não se demonstrar tão facilmente. Mas Hansol não sabia o tamanho do esforço que o mais velho faz para não ir simplesmente do jeito que queria. Minghao queria estar no lugar dos seus dedos se afundando cada vez mais. E Hansol ficar lhe pedindo para ser penetrado é pedir demais para sua sanidade. Porém Minghao sabia o quanto isso iria machucar o mais novo e ele não quer ver o seu neném machucado, sendo assim, ele fica lutando contra os seus próprios impulsos, ignorando os gemidos do mais novo que lhe puxava gradativamente para insanidade. Ele retira os seus dedos recebendo um choramingo do mais novo. Suas mãos envolve o seu próprio pau bombeando rapidamente. 

 Minghao sempre fica surpreso com o estado que fica só de observar o mais novo. Ele  coloca o preservativo e encharca o seu pau de lubrificante. Hansol sente o mais velho roçando a cabeça do seu pau em sua entradinha que pisca em clamor. Mas antes que ele implorasse o mais velho penetra suspirando pesado. 

 Minghao faz o seu primeiro movimento indo fundo, sentindo sua glande inchada roçar na próstata do mais novo. 

— Minghao! 

 Hansol gemeu assustado sentindo-se atingido ali mais uma vez, seguindo um impulso logo após o outro. 

 Minghao não poderia continuar nesse ritmo, porque Hansol está sentindo que está próximo mesmo sendo poucos movimentos. Contudo não é de se esperar menos, já que, ele não estava aguentando com a mão de Minghao lhe massageando. 

— Minghao, por favor… Eu… 

 Hansol estava tentando dizer, mas Minghao já tinha entendido. Não precisa ser adivinho, o corpo do mais novo está transparecendo os seus alarmantes.  E tudo que Minghao fez foi aumentar a velocidade e massagear o pau do mais novo na mesma velocidade. 

 Hansol sentou o seu abdômen contrair gozando com força. Com sua respiração pesada e sua mente em branco, ele continua gemendo ainda mais manhoso por Minghao continuar metendo dentro de si. 

 Minghao está procurando o seu prazer. Ele fecha os olhos escutando o barulho dos gemidos de Hansol e o barulho do lubrificante em meio ao atrito. A sensação de estar indo cada vez mais fundo, tendo o seu pau sendo envolvido por uma entrada tão molhada e quentinha é viciante. Ele quer mais! Minghao aumenta mais a velocidade se tornando algo surreal. Ele morde os seus lábios para controlar os seus próprios gemidos.  Com mais duas estocada ele sente o seu orgasmo saindo com brutalidade.  

  Minghao sai lentamente de dentro de Hansol e se deitar ao lado com sua respiração eufórica. O mais novo vira de lado encostando sua cabeça no peito do empresário. Por puro cansaço ambos caem no sono rapidamente. 

 No dia seguinte Minghao se remexe na cama em seu estado de estar e não estar dormindo procurando Hansol.  O empresário abre os olhos vendo o mais novo vestido e com o cabelo úmido. 

— Hansol, o que está fazendo? — perguntou Minghao, com a voz sonolenta. 

 Hansol anda até o mais velho e se senta na cama. Minghao envolve suas mãos nos braços do mais novo lhe puxando para si. 

— Eu estava esperando você acordar.  

— Por que? 

— Eu quero que você me leve na delegacia. Eu quero ver mamãe. 



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