História Ruby24 - Imagine Suho - Capítulo 9


Escrita por:

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Lay, Personagens Originais, Sehun, Suho
Tags Ação, Exo, Imagine, Romance, Suho
Visualizações 138
Palavras 1.660
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá! Como eu disse, sem demora desta vez!

De novo é um capítulo sem revisão e está sujeito a algumas atualizações.
Espero que gostem! Boa leitura!

Capítulo 9 - Primeiros Passos


Alguns dias atrás, Gangnam-Gu:

Assim como todas as outras manhãs quentíssimas de verão, nem mesmo o ar condicionado desafogueava o extenso corredor do banco Nam-Gi, por onde seu CEO Oh Nam-Gi, caminhava a passos rápidos e seu típico olhar torvo. Apesar da baixa estatura e a extensa barriga que fazia com que sua camisa social mal ficasse presa dentro da calça, bastava um olhar para que ele botasse ordem em todos os seus subordinados.

Sem enunciar uma sequer palavra, alguns passos foram ouvidos no corredor atrás do homem. Ele odiava o estardalhaço que seu secretário fazia sempre que ele chegava mais cedo. Tentou afastar-se ao ver o empregado se aproximar com o rosto úmido de suor e o fitou com desdém antes que o mesmo pudesse informar as novas do dia.

— Bom dia Senhor Oh! — falou retirando as mãos do joelho e curvando-se brevemente para o patrão — O Senhor chegou cedo hoje.

— Trouxe meu café e meu jornal? — pediu ignorando-o completamente.

— Sim senhor! Já estão na sua sala sobre a sua mesa! — respondeu de prontidão.

— Ótimo.

Sem se interessar em qualquer outro pormenor que o assistente poderia lhe dizer, o homem caminhou até sua sala acomodando-se em sua enorme cadeira presidencial de couro. Apanhou o jornal do dia dobrado cuidadosamente em cima de sua mesa e antes que pudesse folheá-lo ouviu a porta de sua sala se abrindo novamente. Estava pronto para fazer seu típico olhar carrancudo para quem quer que venha incomodá-lo agora, no entanto, ao voltar sua atenção para a porta, viu ninguém menos que seu filho, Oh Sehun.

Ele era completamente o oposto do pai. Era alto, bonito e forte. Quem não o conhecesse diria que era um modelo para algum comercial do banco. O traço mais próximo que ele possuía de seu genitor inegavelmente seria o olhar torvo que ele detinha às vezes, mas que ao contrario de medo, o tornava ainda mais charmoso.

— Filho. — enunciou abrindo um sorriso, revelando seus dentes amarelados pelo fumo — Que surpresa boa. Eu estava mesmo querendo falar com você.

— Não se sinta especial. — o rapaz falou rispidamente — Não vim aqui ver o senhor.

— Não faz mal, ainda sim você está aqui e eu posso vê-lo ao menos mais uma vez ao dia. — exclamou Nam-Gi com seu típico tom sínico de pai devotado — mas, se não veio por mim, o que faz aqui?

— Vim apenas te dar um aviso. Seja discreto esta noite. Este será um jantar importante que você planejou. — explicou dando ênfase ao falar “você”.

— É só por isso que está aqui? — ele riu — Poderia muito bem ter mandado uma mensagem. Não precisava se dar ao trabalho de ter vindo de tão longe.

 — Não se faça de sonso. Por sua culpa mamãe surtou e por pouco não criou um escândalo da ultima vez que você deu esses jantares e ficou se engraçando com outras mulheres bem na frente dela.

— Não se preocupe, temo que desta vez a festa será mais restrita, não haverá tantas pretendente por quem eu possa me interessar. — respondeu sarcástico.

Ao ouvir a resposta do pai Sehun franziu a testa e cerrou os punhos antes de ameaçá-lo mais uma vez.

— Está avisado. — exclamou saindo rapidamente da sala pisando pesado e transbordando tensão.

Oh Nam-gi por outro lado, mal guardou as palavras do filho. Achava suas tentativas de ser tornar um homenzinho responsável patéticas e acreditava que aquilo não passaria de uma fase na vida do mesmo.

Soltou uma risada debochada e voltou à sua programação rotineira. Tomou um gole de seu café — que agora havia esfriado — e finalmente pôde abrir o jornal para adiantar sua leitura.

Tranquilo, ele folheou brevemente o papel e assim que passou para a página seguinte, quase cuspiu toda a bebida que retinha em sua boca.

Ele o reconheceria em qualquer lugar. Lá estava ele, o maldito colar que quase acabara com sua vida anos atrás, estampado nas folhas de jornal.

                ━━━━━━━༺۵༻━━━━━━━

 

— É algum tipo de rastreador? — perguntei olhando atentamente para Junmyeon.

— Não. Esse chip deve conter algum arquivo ou coisa parecida. — ele respondeu ainda analisando com os olhos.

— Vocês conseguem descobrir o que tem aí? — questionei me aproximando para olhar o objeto também, no entanto, acabei chegando perto demais do seu rosto.

— É o que vamos descobrir. — ele se afastou brevemente — Mas, amanhã. Agora eu preciso descansar.

— Ah, claro! — senti meu rosto ruborizando por alguns segundos — Ainda vou ficar aqui, se não se importa.

Ele me fitou com o canto dos olhos antes de se deitar novamente de costas para mim.

— Que seja.

Era incrível como o corpo dele reagia bem mesmo tendo sido baleado. Diferente de mim, que sentia que morreria a qualquer momento, ele dormia tranquilamente e nem parecia o homem carrancudo que vivia me destratando.

Talvez minha recusa em sair daquele quarto era porque eu só me sentia verdadeiramente segura ao lado dele. Não que os outros garotos não conseguissem me passar essa mesma impressão, mas acho que o fato de estar com Junmyeon desde o início dessa bagunça contribuía para que eu me sentisse mais amparada por ele. — apesar da maneira como era tratada. No fim, após salvar minha vida tantas vezes, eu me sentia em dívida. Queria ao menos poder oferecer a ele minha amizade e me sentia triste quando ele me rejeitava com tanta convicção. Mesmo com todos recebendo tamanha fortuna para cumprir o seu trabalho, eu sentia que ainda lhes devia algo. Que eu, sozinha deveria fazer algo pra recompensá-los. Por mais que eu tentasse, não conseguia ver essa situação de forma meramente profissional como eles, era minha vida que estavam salvando e não a integridade de uma mercadoria, então, mesmo que não vissem dessa forma, eu via e aquilo era o mais importante para mim no momento.

Cansada, sem perceber acabei debruçando-me sobre a beirada da cama onde ele dormia, e ali, eu também adormeci.

                ━━━━━━━༺۵༻━━━━━━━

Acordei com um raio de luz solar focando direto em um dos meus olhos e em seguida ouvi alguém grunhir do meu lado. Ao levantar a cabeça, vi Junmyeon ainda deitado com o cabelo um tanto bagunçado — provavelmente não mais que o meu — fitando-me na esperança de que eu me levantasse.

Fiquei um tanto envergonhada. A intenção era ficar ali por bastante tempo, no entanto eu não pretendia dormir no quarto dele.

— E-Eu já estou de saída. — enunciei passando a mão sobre os cabelos na tentativa de amenizar o estrago — Precisa de alguma coisa?

— Não — ele falou fazendo um biquinho involuntariamente enquanto fitava um canto aleatório do quarto.

Antes que eu pudesse sair, um rosto inédito adentrou pela porta acompanhado de Chen. Ele tinha feições suaves, era alto e sorriu para Junmyeon assim que o viu.

— Você está um lixo. — falou simpático para ele, que retribuiu em outro sorriso.

— Vamos ver como você fica depois de tomar um tiro. — ele estendeu o braço para fazer um típico toque entre dois homens.

— Há quanto tempo _____. — ele virou-se para mim oferecendo um aperto de mão.

— Nos conhecemos? — indaguei enquanto estendia a mão, receosa.

— Sim. — ele sorriu gentil — Fui eu quem fiz o seu curativo no dia em que você também foi baleada. Sou Yixing.

— Então foi ele? — pensei — Talvez seja por isso que esteja aqui. Deve ser um tipo de médico.

— Vamos dar uma olhada nesse braço... — ele voltou sua atenção para Junmyeon que prontamente se deitou para que ele examinasse seu ferimento.

Sem querer me intrometer mais — ou ver qualquer tipo de ferida exposta — me retirei, finalmente, do quarto esbarrando pela milésima vez, com Kyungsoo. Ele parecia cansado. Foi só aí que me lembrei que ele ficara a noite toda acordado vigiando o quarto onde eu deveria ter dormido.

O cumprimentei rapidamente e entrei esperando que Yixing desse mais notícias sobre sua situação, mas no final, eu tinha certeza de tudo ficaria bem, Junmyeon mal aparentava ter levado um tiro, parecia que estava gripado ou coisa do tipo, mas nada remetia a real gravidade da situação.

                ━━━━━━━༺۵༻━━━━━━━

Após alguns minutos, Junmyeon, junto de Chen e Yixing saíram do quarto. Pude ver as bandagens no ombro dele por debaixo da camisa.

Assim que me viu espiando por detrás da porta do quarto, ele fez um sinal para que eu fosse até eles. Vi o pingente do colar em suas mãos e resolvi obedecê-lo me juntando a todos na cozinha.

— Este é o pingente do colar que ____ veio carregando consigo durante esses dias. — ele explicou exibindo o objeto para que todos o vissem — Há um chip inserido nele e provavelmente é a causa para estarem atrás dela.

Jongdae tomou o pingente em mãos e começou a analisá-lo.

— Acha que pode descobri o que é isso Jongdae? — Junmyeon indagou enquanto Chen olhava atentamente para o chip.

— Não faço nem ideia, teremos que chamar o Baekhyun, ele é melhor do que eu em abrir e decodificar arquivos. Ainda mais este. Parece tão antigo e é um tanto amador. Seria necessário um local com um nível mais elevado de tecnologia para descobrir o que tem aqui.  — ele respondeu — Por que não nos disse que tinha isso antes? — indagou olhando para mim.

— Eu já disse! Eu não sabia que tinha um chip aí.

— Por que diabos alguém esconderia isso em um colar? — o mais baixo prosseguiu.

— E eu sei lá. — falei abanando os ombros.

— De qualquer forma já é mais um passo à frente. — Yixing comentou positivo — Se descobrirmos o que esse chip guarda, talvez possamos evitar que continuem atrás de ____.

— Há algo que descobrimos também durante a missão. — Junmyeon voltou-se para mim.

— O que? — indaguei com os olhos arregalados me aproximando mais dele.

— Quem quer que esteja procurando pelo seu chip, contratou uma equipe de segurança especializada para te perseguir e consequentemente matar você. Inclusive, foi um deles que me baleou.

— Vamos começar investigando tanto o chip quanto a organização. — Kyungsoo que já estava calado a alguns minutos, finalmente se pronunciou — Podemos descobrir quem contatou seus serviços e isso também é um progresso. — acrescentou.

Finalmente as coisas estavam para mudar.


Notas Finais


E então? Como está?

As coisas finalmente estão dando certo pra coitada da ____ haha! E também, já estou soltando peças importantes da história no meio dos capítulos. Já dá pra ir ligando mais ou menos as coisas.

Espero que tenham gostado. Vejo vocês no próximo!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...