História Rude Boy - Malec Fic - Capítulo 43


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Categorias Os Instrumentos Mortais, Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Catarina Loss, Clary Fairchild (Clary Fray), Isabelle Lightwood, Jace Herondale (Jace Wayland), Magnus Bane, Maia Roberts, Personagens Originais, Ragnor Fell, Simon Lewis
Tags Alec, Magnus, Malec
Visualizações 133
Palavras 1.791
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Festa, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Incesto, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi meus queridos leitores, eu ja vou logo de inicio pedindo pra que me perdoem, eu venho escrevendo essa capítulo a tempos, mas ele não está como eu quero. Eu queria algo surpreendente mas simplesmente não está fluindo.
Pensei em deletar e começar novamente, mas então eu demoraria ainda mais.

Eu pretendo me redimir com vocês caso eu venha a decepciona-los Ness capítulo tão importante e esperado.

Sem mais delongas...

Enjoy.

Capítulo 43 - Enfim Casados


Fanfic / Fanfiction Rude Boy - Malec Fic - Capítulo 43 - Enfim Casados

As cadeiras onde ficavam os convidados eram de madeira escura, combinando com os pequenos pilares que formavam o corredor por onde seria a entrada dos noivos, indo de uma pilastra a outra haviam colares de pérolas sobre um cetim branco e no ponto onde se uniam a pilastra flores de girassóis repousavam.

Magnus segurava a mão da mãe, parecendo uma criança aflita, enquanto a senhora apenas sorria e o tranquilizava com a ajuda do marido. A frente deles estavam os padrinhos que o rapaz havia escolhido pra ocasião, Catarina enlaçava o braço de Simon e naquele instante a musica instrumental começou, fwzendo o coração de Magnus pular dentro do peito.

O casal de padrinhos seguiu pelo tapete  carmesim que os levaria ao altar, se posicionando do lado direito, dali eles conseguiram ver perfeitamente quando Magnus pisou no centro do arco de entrada, nesse momento a musica mudou, uma melodia leve e linda era tocada, fazebdo todos os convidadoa se levantarem e olharem em sua direção, então os pais do asiático se posicionaram ao seu lado e juntos eles caminharam com o filho até o altar, onde eles entregariam seu maior bem a um alguém, a Alec. 

Ao ver o irmão vindo, Catarina teve que apertar a manga do terno do acompanhante, tentando controlar a vontade que tinha de chorar. Assim que o percurso terminou, Sandi e Randy seguiram pro lado dos padrinhos, enquanto Magnus ficava mais a frente, aonde ele esperaria pelo homem que tanto amava. 

Agora era a vez dos padrinhos de Alec, Jace surgiu conduzindo Isabelle, ambos claramente estavam muito emocionados, afinal aquela família havia passado por uma imensa perca, mas ali estavam eles, tendo um momento imensamente feliz, ao qual não acreditavam poder ter tão cedo. Eles tomaram seus lugares do outro lado do altar, a mudança sutil da melodia anunciava que agora mais um dos noivos entraria e assim que o moreno apareceu Magnus sentiu que não só seu coração mas também o mundo havia parado. O amor da sua vida estava lindo como um por do sol no outono, os seus olhos percorrendo cada detalhe, desde os fios de cabelos que voltaram ao tom azul , ao sapato cor de petróleo.

O Lightwood vestia um terno em tom azul escuro, que combinava com seus cabelos e olhos, assim como Magnus ele havia decido colocar detalhes apenas em seu paletó, que era inteiramente bordado com filigramas prateados, que contrastavam com o colete do mesmo azul, notava-se que ele estava com os olhos maquiados com uma leve sombra dourada e o delineador ressaltava ainda mais os seus olhos. Ele caminhava com um sorriso largo, sendo acompanhado de Maryse e Robert, que estavam em um estado semelhante ao do filho.

Assim que Alec viu Magnus ele reparou que o mesmo tinha uma rosa nas mãos, uma rosa retirada do buquê que ele havia deixado no quarto onde saberia que Magnus ficaria, o fazendo pensar que era por esse tipo de coisa que ele tanto amava o rapaz, por que ele sabia o alegrar apenas com um gesto que a outros olhos era pequeno, mas que pra ele era tudo.

Assim que chegaram ao altar o casal Lightwood entregou Alec a Magnus, que estendeu sua mão ao moreno, que sem hesitar a segurou. Eles sorriam cúmplices, por que notaram que ambos tinham as mãos trêmulas, por que ambos temiam algo que nem eles sabiam dizer o que era. Os dois seguiram de mãos dadas até a pequena mesa, onde estava o juiz de paz, que sorria pra eles com carinho, começando de fato a cerimônia, fazendo com que apenas a sua voz fosse ouvida.

- Boa Tarde a todos. Estamos aqui hoje para celebrar as melhores coisas da vida, a confiança, a esperança, o companheirismo e o amor entre esse casal... Vocês foram convidados para compartilhar este momento com Alexander e Magnus, porque são as pessoas mais importantes para eles. O respeito, a compreensão e o carinho que sustentam o relacionamento deles têm suas raízes no amor que todos vocês deram a este jovem casal. Por isso, é uma honra para os noivos contar com a sua presença aqui hoje... Eles escolheram um ao outro para dividir suas vidas, e hoje estão celebrando o amor que já começou e que vai continuar crescendo ao longo dos anos. Pois o casamento é a união, é uma caminhada rumo a um futuro, que envolve abrir mão do que somos, separados, em prol de tudo o que podemos vir a ser, juntos. – nesse momento eles se entreolharam, por que era exatamente aquilo que eles iriam se tornar, aquilo que eles já eram na verdade, não dois indivíduos e sim apenas um.

Após mais alguma palavras, o juiz deu início ao momento dos votos, onde ambos diriam o sim e também onde declarariam seus sentimentos abertamente.

- Alexander Gideon Lightwood, é de livre e espontânea vontade que você aceita Magnus Bane como seu esposo? – perguntou o juiz.

- Sim...- respondeu Alec alegremente.

- Magnus Bane, é de livre e espontânea vontade que você aceita Alexander Gideon Lightwood como seu esposo?

- Sim. – Magnus falou também sorrindo, a voz levemente emocionada.

- Sendo dessa forma, peço pra que fiquem de frente um para o outro e deem as mãos, para fazerem e receberem os votos de amor, que é o maior presente que podem dar um ao outro. - falou o celebrante. – Magnus por favor, diga seus votos.

- Alexander.... - o rapaz iniciou, olhando nos olhos daquele homem a sua frente. - Todos os dias eu abro meus olhos e me pergunto, o que o futuro me reserva? Confesso que antes eu só via uma opção, que era me manter de pé e sobreviver. Mas quando eu te conheci, o mundo passou a ser diferente, foi como se eu fosse finalmente visível e aquele Magnus sonhador e alegre voltasse a minha superfície após um mergulho profundo que não parecia ter volta. – O rapaz fez uma pausa, tomando ar pra continuar a abrir seu coração ali na frente de tantas pessoas. - Eu o amo muito por ser quem você é e o amo ainda mais por me lembrar de quem realmente sou. Posso dizer que hoje eu tenho a maior sorte do mundo, por poder me tornar seu esposo e por viver até o resto de nossas vidas ao seu lado. – ele sorriu, o que fez uma lágrima escapar de seus olhos, mas não era tristeza, eram lágrimas de uma felicidade imensa que não cabia dentro dele.

- Alexander, diga seus votos a Magnus por favor. – Pediu o juiz.

- Vou tentar ... – disse Alec com a voz embarcada após ouvir os votos do outro. – Meu amor, meu Magnus... eu não fazia a menor ideia do que eu estava perdendo até te conhecer. Sempre acreditei que aquela tristeza que eu levava comigo só podia ser domada de uma forma, mas aí eu me apaixonei por você, por esse seus lindos olhos verdes e esse seu sorriso que ilumina meus dias mais cinzentos e então descobri que apesar do ainda sentir a perda do meu irmão, eu tinha você. Com quem eu poderia dividir tudo, alguém que iria me acalentar quando eu chorar e que jamais me negaria um colo e aconchego. Você se tornou minha força, minha luz em meio ao breu e hoje vejo que eu não podia ter sido mais abençoado por te encontrar. Eu amo você, pra todo sempre. – as palavras do moreno foram tão sinceras e bonitas que metade dos presentes tinham os olhos marejados, no altar Maryse e Izzy choravam copiosamente, por que mais do que ninguém elas sabiam que aquilo era mais do que uma união era um recomeço mais do que merecido pra toda aquela família que sofreu um luto de dois anos.

- Por favor, que entrem as alianças. – o celebrante pediu.

E no fim do tapete vermelho apareceu o pequeno Max, vestindo uma miniatura de terno quase idêntica ao de Alec, ele tinha um radiante sorriso, enquanto caminhava em direção ao altar, parando próximo ao casal.

- As alianças são símbolos físicos do compromisso de um casal e de sua ligação emocional e espiritual. Elas são consideradas um círculo perfeito, sem começo nem fim, como o verdadeiro amo deve ser. – o juiz dizia enquanto olhava pros noivos. – Alexander e Magnus, que estes anéis sejam um lembrete visível de seus sentimentos um pelo outro neste momento. Ao olhar para eles, lembrem-se que vocês têm alguém especial com quem compartilhar suas vidas. Lembrem-se de que vocês se encontraram um ao outro e um no outro, e de que nunca mais andarão sozinhos. – o celebrante chamou Max pra mais próximo , indicando que Alec pegasse a aliança e repetisse as palavras que ele o dizia fora do microfone. Mas o moreno fez a sua própria versão do que havia ouvido.

- Magnus, eu te dou essa aliança, como prova de que meu amor por você será sempre sincero e puro, que não irei lhe ferir e nunca lhe desamparar, que sempre poderá confiar em mim e que nada nesse mundo irá nos separar. – Alec depositou um beijo na aliança, pra depois a deslizar no dedo do outro, que já não continha mas a emoção.

- Agora Magnus, por favor... – Pediu o juiz e como Alec, o rapaz também fez aquilo com as palavras que vinham de seu coração.

- Alexander, eu te dou essa aliança como prova do meu amor, que permanecerá sempre fiel e franco . Prometo estar lá pra te erguer quando você cair, prometo cuidar de você quando ficar doente e prometo dar tudo de mim pra te fazer sempre feliz. Eu irei te amar pra todo sempre e depois disso também. – Magnus deslizou a aliança no dedo no moreno, a beijando delicadamente e sorriu.

O juiz pediu pra que eles se aproximassem e que os padrinho também se dirigisse até a pequena mesa, eles assinaram a declaração de casamento, o que finalmente oficializava o casamento. 

- Que essa união seja duradoura e repleta de felicidade. Nos todos testemunhamos a grandeza desse amor, agora com muita alegria que a partir de agora eu vos declaro um. Pode beijar o noivo.

Magnus segurou as mãos de Alec e o beijou, não se demorando muito por conta de estarem ali, sobre a atenção de tantas pessoas, que por sua vez batiam palmas e gritavam “ Viva aos noivos".

- Feliz? – Alec perguntou no ouvido de Magnus.

- Eufórico. – ele respondeu rindo.

- Podemos pular a festa e ir direto pra parte da lua de mel? – o moreno perguntou travesso.

- Queria poder, mas... nós já pagamos pela festa .... não vamos fugir dela senhor Lightwood-Bane. – o rapaz disse fazendo Alec sorrir, ele gostava de como os seus sobrenomes ficavam juntos.


Notas Finais


Sejam honesto pelo anjo...
Gostaram?
Eu achei que fiquei devendo a vocês


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