História Rude Boy - Malec Fic - Capítulo 47


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Notas do Autor


Perdoem imensamente meu sumiço, mas sabe quando a mente trava e a coisa não flui? Pois então!
Eu fiz um capítulo pra não deixa-los na mão, desculpem pliss!

Espero que mesmo assim vocês gostem.

Capítulo 47 - Kimonos e Saquês


Fanfic / Fanfiction Rude Boy - Malec Fic - Capítulo 47 - Kimonos e Saquês

Anoitecia quando o casal voltou pro hotel, era incrível a capacidade que Alec tinha de comprar as coisas por pura compulsão, não que Magnus ficasse pra trás nesse quesito, já que ambos olhavam pras inúmeras sacolas jogadas na antessala da suíte onde estavam hospedados.

- Definitivamente não sei como vamos levar isso pra casa! – exclamou o rapaz, abrindo uma sacola ou outra, vendo as compras.

- Culpa sua Mags. Você que comprou todos os 150 Pokémons pro Max! 

- Não seja exagerado, eu comprei apenas os mais conhecidos que eu achei. O que foram cerca de uns quinze! 

- Meu amor... olha só isso ! – Alec dizia apontando uma pelúcia enorme no canto do quarto. – Esse Pikachu vale pelo menos por uns trinta presentes, olha o tamanho dessa coisa ?!

- Mas vai me dizer que o sorriso do seu irmãozinho não vai valer apena ? Nós daremos um jeito de levar isso pra Nova Iorque!

- Você vai estragar ele, sabia?

- Estou ciente... – falou Magnus rindo. – Mas me diga, o que tanto você comprou? E nem venha dizer que não foi nada demais por que eu vi ao menos uma meia dúzia de sacolas, todas elas de lojas de roupas!

- Ah... comprei umas coisinhas que com toda certeza não iria encontrar em Nova Iorque.

- Entendi. – o outro falou o encarando. – Só sei que andar o dia inteiro me deixou cansado. Mas mesmo assim vou mandar as fotos pra que a Cat e a Izzy parem de me atormentar com mensagens.

- Por que elas não mandam mensagens pra mim?

- Elas sabem que você não vai atendê-las. Já eu sou bobo e mando as fotos quando elas me atormentam. – Magnus respondeu rindo.

- Então tá certo. Perdi minha irmã pro meu esposo. Isso é um ultraje. – Alec disse gesticulando de maneira exagerada, arrancando uma gargalhada do rapaz. – Eu vou tomar um banho enquanto isso.

Quase meia hora havia se passada quando o moreno retornou ao quarto, com uma toalha enrolada na cintura. Ele se recostou no arco que dividia o local onde ficava a cama e a pequena sala com televisão, observava Magnus distraído com o celular na mão, ele mandava um áudio pra irmã, comentando sobre os lugares que havia ido e como estava feliz com tudo aquilo. Alec sentiu seu coração aquecido, afinal, eles estavam verdadeiramente felizes depois de tudo que ambos haviam vivido no passado.

Decidiu então voltar até o banheiro e preparar a banheira com bastante espuma e óleos essenciais com perfume de flores, naquela noite ele iria mimar o esposo, como ele havia planejado fazer na noite anterior, mas as coisas saíram um pouco do seu controle, lembrar o porque fez Alec rir.

- Amor, vem aqui um instante. – chamou o moreno, acendendo algumas velas que ele havia distribuído pelo local.

- Está tudo bem Alex ... – A frase não foi completada por Magnus, já que ficou sem palavras pro que via.

- Eu preparei seu banho.

- Uau... um senhor banho pelo visto.

- Não fique com essa cara de surpreso, sabe que eu adoro te mimar. – Alec falou indo até o rapaz, começando a despi-lo despreocupadamente.

- Eu posso tirar minhas proprias roupas Alexander... – ressaltou Magnus.

- Sei disso... mas qual seria a graça de você fazer isso sozinho? – disse o Lightwood provocando o outro, mas se afastando um pouco, ele tinha planos pra aquela noite, e transar com o esposo ali no banheiro não era parte dele, não que o moreno acharia ruim, mas os planos tinham sido feitos pra serem seguidos e garantir que o que pensava desse certo. – Te espero lá na sala, vou pedir nosso jantar.

- Não vai nem tirar uma casquinha de mim? – Magnus quis saber, arqueando uma sombrancelhas em sinal de surpresa quando viu o marido dizer não com a cabeça. – Tá bem, quem é você e o que fez com meu Alexander ?

- Eu não penso só em sexo sabia babe?

- Acreditaria nessa sua frase se ela não terminasse com babe. - retrucou Magnus, afinal, Alec só o chamava daquela.forma quando estavam na cama, ou se provocando antes disso. 

- Eu irei pedir o jantar. – Alec estava quase saindo do cômodo quando lembrou de um detalhe. – Ah... eu tive a liberdade de escolher sua roupa pro jantar. Está ali sobre o armário.

Magnus desconfiou que o marido estava aprontando algo, mas não iria ser chato e estragar tudo antes de saber o que era, então desfrutou do seu banho morno, deixando a água e o aroma de flores relaxarem seu corpo e sua mente, lembrando de que devia sair da banheira somente quando a temperatura da água caiu um pouco. Secou-se e então foi até o embrulho sobre o armário, notando que eram peças finas, provavelmente de seda, que eram de cor  vinho. 

Ao terminar de vestir -se olhou pro espelho rapidamente, a cor caia bem nele, a calça e o kimono com desenhos de flores de cerejeira em linha dourada eram confortáveis e mesmo se parecendo com algo que se usa em casa pra relaxar era de certo modo elegante.

O rapaz secou os cabelos e amarrou a parte de cima da vestimenta, já que estava sem nada por de baixo. O que ele notou ser inútil já que assim que pisou na sala viu Alec vestindo algo parecido com o que ele vestia, mas a cor lembrava ouro velho, com algumas folhas de bambu desenhadas por ele inteiro, a parte de dentro tinha um tom mais claro, assim como a calça que compunha todo aquele traje oriental.

- Aí está você. – Alec disse sorrindo e fazendo uma reverência que havia visto nos filmes japoneses. – Achei que teria ir busca-lo lá de dentro.

- Se eu soubesse que era isso que me aguardava teria saído antes. – Magnus respondeu mordendo os lábios pra visão do marido com a parte superior da roupa aberta, exibindo o corpo que ele ainda acreditava ser obra de um Deus da perdição.

- Vamos jantar? – Alec perguntou indicando a mesa que tinha arrumado pra ambos aquela noite. – Não podemos ir embora desse país sem termos um jantar tipicamente japonês. Não acha?

- Claro. – respondeu quando o marido esticou a mão pra ele, o conduzindo até a grande almofada vermelha em frente a mesa.

- Saquê? – perguntou Alec segurando uma garrafa verde na mão. – confesso que nunca bebi isso puro, mas me garantiram que esse era muito saboroso.

- Já que estamos aqui, por que não?!

Eles comeram e conversaram por quase uma hora, bebericando o saquê um momento ou outro, o que garantiu que ambos começassem a ficar altos e alegres.

- Você está realmente muito gostoso nesse kimono Alexander - Magnus disse arrastado por conta da embriaguez. – Ainda não acredito que eu casei com você! Enfim fui recompensado por ser perseverante. – continuou, pra logo depois cair na risada.

- Mag... se tem alguém que foi recompensado aqui fui eu... você por um acaso já parou pra se olhar no espelho? Puta merda, um pedaço de mau caminho com olhos fofos puxados.

- Eu até que tô começando a acreditar em você Alexander !

- Vem aqui! – O moreno disse se levantando, puxando Magnus pra perto de si, beijando ele com paixão. – Acredite em mim, ninguém tem uma bunda linda como a sua. – Alec dizia apertando as nadegas do outro.

- Você não consegue ver o que eu vejo quando te olho de costas meu amor. – Magnus disse levantando o olhar a parte de trás do corpo de Alec, sorrindo com malícia.

- Estou gostando do efeito que o saqueê tem em você meu lindo esposo.

- Aposto que vai gostar ainda mais agora. – Magnus falou sugestivamente, pegando o marido pela cintura, adentrando o kimono aberto com a mão livre. – Acho que está na hora da sobremesa Alexander... e eu quero que ela seja você! 


Notas Finais


😱
O que umas doses de saquê não fazem com uma pessoa. Ou vai ver Magnus está aprendendo a ser desplicente com o marido! 🤷🏾‍♀️
Kkkkkkk


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