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História Ruína da mascara humana - Capítulo 5


Escrita por: e DarkPantherTV


Capítulo 5 - Um enigma ou um passado?


 Se ela te pegar com isso, sabe oque ela vai fazer né? - ele está com essa cara de sarcástico.

Oi coruja- eu sorrio para ele, me levanto e olho em minha volta. Estou na torre que é muito alta, ok...cade o relógio de cor magenta, que estava escrito no diário?

Hum~ porque sinto que isso vai ser interessante. - ele invoca uma cadeira, que surge do chão é como se ele deformasse a realidade, a madeira vira uma cadeira escura...porque esse tecido é familiar?- qual seu nome, jovem?

Eu o ignoro e continuo olhando em minha volta, eu achei...pelo menos acho que encontrei... Quando eu penso em andar na direção do relógio, ele se teleporta para minha frente com aquele sorriso sarcástico em seu rosto.

Está procurando alguma coisa? Sabia que é feio não olhar para as pessoas enquanto elas falam com você? - ele fica me encarando esperando que eu o responda.

Oque você quer? - tento me fingir de sonsa, espero que de certo.

Hum? Oque eu quero? Oque você quer com minha casa!- ele se vira e começa a andar reto e fazer gestos com as mãos. -Tá olhando para um lado e para o outro parece que vai me roubar...pelo menos peça antes não?- eu saco oque ele quer.

Manda logo...anda! - ele se vira supresso, com sua mão esquerda no seu peito fingindo estar magoado com meu tom de voz.

Está bem, “cavalinha”...vou te chamar de pocoto. - ele voltou com esse sorriso infernal. Deve ter percebido que não gostei desse apelido- então pocoto… você veio aqui querendo seguir o caminho dela? Vai mesmo ser esse tipo de ator? - ele ergue meu queixo para que eu olhe nos olhos dele.


Eu...eu começo a soar frio meu corpo está tremendo sem parar...o olho dele… é como o olho de uma coruja e o sorriso...oque está acontecendo?

(cantarola) Eu não cometo um erro duas vezes (ri) mas então você já sabe oque vai acontecer né? - ele se aproxima a passos largos, ele chega bem perto do meu ouvido esquerdo e sussurra- que o jogo começe~


Eu fui telepordada...estou uma rua escura, começo a andar e vejo um bar na minha frente. Pelo visto é o único lugar que posso ir então vou até a porta de madeira escura...Quando abro a porta, a minha frente a um bar pequeno mas bem mobilhado, o chão é de madeira, o teto está uma pintura renascentista chamada de “A Anunciação”, á 6 mesas com 5 lugares cada, quase todas as mesas ocupadas só 1 estava livre e ela estava perto de um palco, no qual tem uma luz vibrante mas não tem ninguém apresentando, as pessoas que estavam ali estavam cobrindo seus rostos e todas usavam um sobretudo vermelho, uma cartola e um cachecol, o jeito suspeito das pessoas era estranho. Mas fui tirada de meus pensamentos quando um garçom moreno chegou perto de mim, eu que estava parada na porta decido peguntar onde eu poderia sentar mesmo sendo obvio.

É...pode ser aquela. - eu aponto para a única mesa vazia do local, e ele me guia até lá.

Eu sento, e espero… mas começo a pensar que poderia ser um enigma, quando eu olho para a cadeira ao meu lado, a nela está uma chave. Eu pega a chave e guardo em seu bolso. Pode ser uma dica.

Eu volto a olhar em minha e percebo que a pintura renascentista poderia ser parte do enigma. O garçom vem em minha direção e começa a falar.

Queres ler sobre a morte cria? Leia esse - aponta para aonde a chave estava, quando me viro de canto de olho vejo que entregou uma carta com um poema- ou podes tirar sua conclusão da vida. - Eu pego o papel e abro

“Já o verme este operário das ruínas, que o sangue podre das carnificinas come, e à vida em geral declara guerra” Augusto dos anjos...- eu penso um pouco antes de responder. -ele queria se referir a morte, mas acabou se referindo ao interior humano. - Eu olho para o garçom e ele esboça um sorriso e sai...esse soriso...deixa.

Eu não sei oque acabou de acontecer, mas se vou jogar esse jogo eu irei jogar direito! Começo a me revirar e revirar a mesa a procurando pistas. Quando olho para o palco eu penso “a vida é um teatro e nós somos os atores” mas...será que é isso mesmo? Eu continuo olhando em minha volta, esse lugar aprece uma obra de arte, o poema, essa pintura, o modo que essas pessoas estão.

Minha atenção volta para pintura, esse enigma é sobre a arte da vida essa pintura é quando o anjo Gabriel anuncia para Maria que ela vai ser mãe de jesus, resumindo vai dar a vida. Eu olho para o palco. Ali é onde dão vida a personagens e a pensamentos...olho para as pessoas... elas estão em posição escondendo o seus rostos não querendo olhar para a peça, isso significa que era para ter uma pessoa discursando, dando vida a uma ideia, mas não gostaram.

A pessoa que estava apresentando foi ignorada pelas outras, oque entendia as pessoas...não oque faz ter atrito entre a sociedade é uma forma de pensamento contraria, achei a resposta um filosofo ou um poeta está apresentando...ok mas porque o garçom está aqui? Tudo aqui foi colocado em seu devido lugar...esse garçom não está aqui para ser peso morto…

Então...o garçom é uma pessoa que observa o salão...os pedidos e as conversas...a vida de todos, que sabe tudo até mesmo atrás das cortinas, boa! agora..mas essa chave...é para que? Não tem aonde a encaixar… - tiro a chave de meu bolso e fico a encarando. - abrir...abrir...abrir...oque eu poderia abrir...ela é uma dica mais para que?

Eu olho para o garçom e ele está me encarando e depois ele encara o palco...abrir o palco? Não, não é isso...abrir os pensamentos...abrir a mente!!!

Garçom! - eu me levanto rápidamente.- eu quero abrir as ideias que a sociedade fechou em mim, eu quero abrir minha mente para entender o mundo e suas mudanças, quero saber oque a vida e a morte tem em comum, não quero mais seguir o roteiro que me deram!!

Eu teleporto de novo dessa fez estou na sala de Coruja, o sujeito está esticado em seu sofá de pele humana tomando um vinho em sua taça. Quando ele percebe minha presença senta e me encara com seu sorriso.

Quanto de QI você tem? - ele meche um pouco a taça em sua mão. - foi bem rápida (ri) - ele toma um pouco do vinho. - vamos deixar mais divertido não? tem uma pessoa que você conhece aqui nas ruínas, traga até mim e eu vou te contar tudo. - ele mostra do diario, será que vale apena arriscar? bem vou tentar.

 

Eu...

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hum~Esse pão de queijo é muito BOM!!! - eu to comendo um dos pães da padaria do Charada são muito gostosos.

 

Eu estou na cozinha do local, tudo aqui é bem limpinho e tem um monte de pão saindo do forno, até agora eu gostei mais do “pão de queijo” é bem gostoso.

 

Você achou isso bom? Se vai amar isso aqui então, come. - Teco me entrega, um negocio...eu pego e dou uma mordida.- Essa ai é a tal da paçoca que eu falei (ri).

 

(falando com a boca cheia) É MUITO BOM~! - eu sinto o Teco me abraçar ele realmente está feliz de eu ter gostado dessa comida, ele é muito gentil.

 

Da corda para ele não, depois ele vai te ficar enfiando um monte de comida do pais dele para você comer… - o cinzento está com luvas de forno de unicórnios, um gorro para não deixar o cabelo cair na comida….mas isso não faz sentido porque o cabelo dele é bem curto e ele tá usando um avental brando escrito “cozinheiro alegre!” a cara dele não parece muito alegre…

 

Deixa ele, a garota nunca comeu essas coisas então deixa ela experimentar! - a Amelia é bem rígida e muito briguenta…mas mesmo assim eu gosto dela- vai me ajudar aqui não careca???? e vocês dois! Se não vão ajudar saiam da cozinha!!

 

(chi)To indo...- o cinzento não gosta muito de trabalhar aqui pelo visto.

 

Ei! Teco! - o charada grita lá do balcão. - atende os clientes junto com a Amur.

 

Ficamos atendendo uns clientes por bastante tempo...tipo muito tempo mesmo, eu já estava entendiada mas o Teco tava todo feliz de atender as pessoas...pode ser maldade oque eu fiz mas se ele tá gostando deixei o trabalho para ele.

 

Ei Teco...- eu descanso minha cabeça no balcão. - porque você é tão animado assim?

 

Hum? - ele vira para mim, coloca sua mão em seu queixo e fica pensando.- bem uma fez eu ouvi, um sorriso pode tirar você de uma vala desde então eu sou feliz (ri)

 

então… você se força a sorrir? - eu sinto a mão dele em minhas costas.

 

Você entendeu errado...é que - quando ele ia me explicar um cliente chama ele. - já volto ok! - ele faz um sinal de positivo para mim e vai atender o cliente.

 

Hum~- eu bato a minha testa na mesa.

 

Ou cade o Teco? - eu levo um susto e pulo da cedeira, o cinzento tava trás de mim, eu nem ouvi ele chegar. Ele está atendendo que está na frente das panelas e essas coisas.

 

Ali...- eu aponto.

 

Ei, Teco se sabe onde está a …. a …. qual é mesmo o nome? ….. - ele faz um formato de bacia com seus braços...mas o Teco não entendeu...eu sei que ele não entendeu pois ele sai correndo e se taca em um abraço, fazendo os dois cairem no chão.

 

Abraçuuuu~~~- Teco fala fazendo biquinho.

 

Não sem abraço. - o cinzento o empurra, maldade...

 

Ei!! CADE A BACIA!!! - Amelia não parecia ter gostado da bagunça...eu fiquei rindo sem parar

 

 

Depois de um tempo o charada voltou com uma cara não muito boa, parecia preocupado...ele encerrou o expediente e chamou todos para a cozinha.

 

Oque foi? - cinzento continua com sua cara de “vou fuder quem entrar em meu caminho.”

 

A torre...o coruja ativou a torre. - ele realmente parecia preocupado.

 

Quem é coruja? - eu pergunto na inocência e todos me olham com cara de preocupados.

 

Uma pessoa que você deve passar longe. -é a primeira vez que eu vejo o Teco preocupado, deve ser sério.



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