História Ruínas do Tempo - Capítulo 32


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Categorias Harry Potter
Personagens Alvo Dumbledore, Andromeda Tonks, Bellatrix Lestrange, Draco Malfoy, Gina Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Lord Voldemort, Lucius Malfoy, Luna Lovegood, Narcissa Black Malfoy, Nymphadora Tonks, Personagens Originais, Regulus Black, Remo Lupin, Rodolfo Lestrange, Ronald Weasley, Severo Snape, Sirius Black, Tom Riddle Jr.
Tags Hermione Granger, Severus Snape, Sevione, Snamione, Snanger
Visualizações 37
Palavras 2.921
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Literatura Feminina, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá pessoas!
Desculpem a demora na postagem do capítulo. Tive um bloqueio nas ideias e fiquei por dias sem saber como conduzir esta parte da estória. Sinceramente, eu espero que gostem e me perdoem!
Quero agradecer a todos os comentários feitos e, principalmente, à Isa Tigresa pela colaboração na escrita do capítulo. Monstrinha, muito obrigada pela ajuda!
Beijo,
Miss Snape

Capítulo 32 - Os tambores da selva


Fanfic / Fanfiction Ruínas do Tempo - Capítulo 32 - Os tambores da selva

Depois da estranha conversa que teve com Luna, Severus passou o restante do dia pensativo. Como ela poderia saber o que havia dito em outra realidade? Isso era possível ou estava delirando? Aquilo não fazia definitivamente qualquer sentido… sobretudo quando, há algum tempo, já refletia quanto ao fato de que não era nem a sombra daquele homem que viu no passado ou da criança que fora. Estava muito longe de ser alguém desesperado por afeto ou buscando à morte por conta de um amor perdido… sobretudo, quando o seu egoísmo, impulsividade e inconsequência, o levaram fracassar quando teve a oportunidade de vivenciar algo muito profundo e poderoso. Em que instante esqueceu que, todo o necessário, era basicamente o que sentia? Ou, principalmente, que toda a intensidade de seus atos mais profundos eram guiados por uma busca insana da magnitude de um amor. Porque não ouviu antes o que o seu coração gritava como certo? Seu desejo insano de vingança, contra todos aqueles a quem acusou de terem lhe roubado a felicidade o cegou para coisas óbvias. Negou a si mesmo uma vida feliz ao lado de alguém que o queria exatamente como era sem sonhar com uma projeção do que poderia vir a se tornar. Ao mesmo tempo, a noção da gravidade de seus atos e interferências diretas na vida das pessoas, já pesavam na sua consciência. Ao virar-se e ter de enxergar a si mesmo, o que lutara tanto para jamais fazer, passou a aspirar tudo aquilo que não observava antes.

Ter salvo Andrômeda da morte, foi um gesto lindo e que deu a Nymphadora a possibilidade de crescer ao lado da mãe. Evitar que Narcissa sofresse nas mãos de Lucius, deu a ela uma relativa ventura junto a Sirius e os filhos que tivera. Retirar o alvo da cabeça de Harry fez com que o menino não tivesse qualquer relação com Voldemort. Fazer com que Hermione crescesse como uma Black a impossibilitou de ter uma clareza maior de várias questões importantes. A venda, finalmente, era retirada dos seus olhos e tudo ficara claro… como se estivesse diante de um espelho, ao qual não poderia adentrar e que o prendia, ouvia ao longe os ecos do que se anunciava como o recomeço. Este era o ponto em que, afirmavam os sábios, que o excesso levava o ignorante à torre mais alta e majestosa da sabedoria. Entretanto, a que preço isso foi possível? Cada um dos seus propósitos teve consequências diretas na vida de outras pessoas. Quantos estavam vivos e felizes, na outra realidade, morreram ou sofreram com as alterações temporais? Será que os Granger tiveram uma filha que os enchesse de orgulho ou foram assassinados como tantos trouxas nas festas dos Comensais da Morte?

O pior era ter a compreensão precisa de como a alteração do fluxo dos acontecimentos afetou a profecia, modificando-a significativamente… o mestiço tratado como igual, não era mais a criança nascida em julho. O Eleito fora criado, chamado e mantido como o Comensal da Morte perfeito. Marcado como igual ao ser encarado quase como um filho. Era visto como o general que levaria o Lorde das Trevas ao sucesso e auxiliaria na ascensão do Agoureiro. Porém, as conversas com o seu novo mestre o fizeram discernir todo aquele cenário com clareza e perceber que perseguiu o vaticínio e o tempo lhe cobrou o seu preço. Aquele idoso foi quem soube guiá-lo aos limites mais enraizados e fundos das escolhas que fizera. Pois, apenas alguém mergulhado nas mais obscuras artes das trevas, conseguiria ter a dimensão do que ele fizera com os outros e consigo mesmo. Sobretudo, obrigá-lo a ter de olhar a sua volta e notar que ficara surdo às vozes que o chamavam. Se transformara em um animal arisco vagando em meio a uma violenta tempestade.

 

Longe de tudo e tão próximo de quem tanto esperava rever, parecia que era chegado o momento de refletir, verdadeiramente, a respeito de tudo o que realizara e chegar a uma conclusão definitiva. Principalmente, quando entre os 7 e 8 anos, mergulhou a si mesmo em um mar terrível de desespero e medo ao combater contra os poderes do tempo. Sua mente lhe cobrava, diariamente, o horror de ter abandonado os próprios filhos sem sequer nomeá-los ou os olhasse, como se ambos fossem insignificantes. Como gritar ao mundo que amava Hermione quando, indiretamente, assassinou as únicas pessoas que o fariam lembrar dela? Gaia e Marte foram o puro fruto e a prova mais forte de que tudo tinha sido real… e eles foram destruídos, tendo a sua existência extinta, pela necessidade de modificar as circunstâncias. Tê-los novamente, se isso fosse possível, não remediaria a sua total ausência de sentimentos e empatia anterior. Uma vida toda não seria suficiente para apagar os seus erros e ter um pouco de paz interior. Doía recordar, mesmo que estas memórias não lhe pertencessem, com efeito por nunca tê-las vivenciado, que Hermione o amava mais que tudo. Aquela menina moveu o mundo e fez o impossível para que fossem felizes e construíssem uma família, um lar… e teve como resposta apenas um interesse exclusivista, onde apenas os próprios instintos e afeições eram recompensados. Por mais estranho que parecesse, aquele bruxo de cabelos negros, teve de praticamente recomeçar do zero para aprender o verdadeiro significado de fazer tudo por alguém. Amar uma pessoa profundamente e, de preferência, que os seus atos condissessem com as palavras proferidas. O que, nessa conjuntura, era plausível quando passaria a dar valor a tudo o que teve. Reconhecendo e enaltecendo o tangível e não o abstrato.

Antes que pudesse fazer qualquer outra ponderação, quanto ao que faria mais à frente e quais atitudes iria tomar, teve os seus pensamentos interrompidos. Samin o encarava atentamente, aguardando uma resposta do homem que retribuía o gesto com uma olhar interrogativo. Identificando que não havia sido ouvido, repetiu que a diretora Dourado requisitava a presença de Severus em seu gabinete. No recado, ressaltava que era impreterível a presença do professor com a máxima urgência. Vendo que o alux concluíra a sua missão, agradeceu e seguiu para tratar do tema imediatamente. Ainda mais, quando se encontrava bastante curioso em ser esclarecido quanto ao conteúdo do mesmo. Deste modo, seguiu pelos corredores ponderando algumas questões mais profundas até chegar à porta da sala, ser convidado a entrar e sentar.

- Severus, na nossa última conversa pela atribulação dos acontecimentos, deixei passar um assunto importante - a mais velha fez uma pausa o fitando para analisar as suas reações antes de dar continuidade. Como viu que não seria inquirida, prosseguiu:

- Já é do seu conhecimento que a nossa escola possui um ritual de seleção e apresentação daqueles que aqui vem para permanecer por um tempo considerável. Assim, os espíritos ancestrais das matas abrem espaço para que o neófito possa usufruir do conhecimento e a proteção que a floresta nos proporciona - ele apenas assentiu, demonstrado compreender o que lhe era explicado, porém aquilo o deixava apreensivo. Imaginava que passaria pela cerimônia totêmica, principalmente, por conta de ter selado o acordo que permaneceria ali por quase 1 mês entre aulas e pesquisas. O que o incomodava era a demora quanto àquele acontecimento e a necessidade de uma reunião para resolver isso.

- Diretora, eu não entendo os motivos que nos levam a ter esta conversa, quando é apenas um ritual normal… - esmerou-se cuidadosamente em apontar o que não interpretava com exatidão.

- Esse é o problema… não é habitual um adulto passar pelo rito. Você terá que se apresentar de uma outra maneira aos espíritos - o interrompeu com uma expressão que lhe assegurava os rumos que aquele encontro tomaria.

- Elucide-me, então, com relação aos pormenores - o bruxo cruzou os dedos, sustentando uma fisionomia que oscilava entre o tédio e uma vaga ansiedade.

- Há séculos isso não ocorria… contudo, basicamente, sua bagagem de vida pesou muito na decisão dos espíritos. Em particular, sua alma carrega feridas muito profundas… - suspirou profundamente e continuou sem dar a chance dele retorquir:

- Irá se apresentar como um guerreiro, com o seu corpo pintado com urucum, jenipapo e babaçu. Eles vão marcar a sua pele e contar a história das suas cicatrizes. Assim, os protetores das matas o verão por completo e irão lhe reconhecer, abrindo uma exceção para a sua passagem.

- Acho um pouco indecente ficar sem camisa na frente de tantas crianças. Porém, se é uma exigência eu o faço - Severus garantiu com um olhar de seriedade, enquanto Dourado abria um sorriso benevolente.

- Você não assimilou tudo… guerreiros não ficam apenas sem camisa. Eles também usam uma tanga - afirmou mantendo o semblante calmo e condizente a sua explicação.

- Eu sinto muito por não ter ouvido direito… a senhora disse que eu terei de usar uma tanga? - os seus olhos de ônix chisparam com uma mistura de horror e vergonha.

- Sim, algum problema? Caso não saiba, é apenas um estojo peniano feito com a entrecasca de árvores e folhas de plantas. Isso protegerá as suas genitálias, pois consistem na área mais sensível. Ele é preso a um cinto feito de palha e miçangas. Como não está acostumado a se trajar dessa forma, foi aberta uma pequena exceção para que entre usando o saiote, igualmente de palha, que vai até os joelhos. Porém, quando estiver na frente das almas e dos totens, terá de retirá-lo - asseverou sentindo vontade de rir da exteriorização do estado de choque que se encontrava o bruxo. Ele estava tão escandalizado que não conseguia formular uma frase coerente e que mostrasse o seu desconforto com aquilo. Ainda buscava assimilar aquelas palavras, principalmente, quando sua única vontade era de gritar que aquela mulher era louca e sob hipótese alguma ficaria nu diante de uma escola inteira novamente. A experiência de ter as cuecas arrancadas pelos Marotos fora suficientes para lembrar até o último dia da sua vida. Além de ter convicção do quão inadequado e obsceno ficar desnudo diante de adolescentes e crianças.

- Sinceramente… com o devido respeito que lhe devo, a senhora é maluca! Jamais vou trajar uma coisa dessas. É imoral, sórdido e pornográfico, eu que sou um homem adulto, me expor completamente despido na frente de alunos. Isso é absurdo e de uma perversão censurável! Eu me recuso! Me dê uma túnica ou qualquer coisa para fazer isso, mas não me obrigue a desfilar sem roupa para todos - criticou acintosamente, enfatizando toda a sua revolta apenas por pensar na cena amplamente.

- Severus, caso não tenha interpretado, isso não é uma questão de escolha. O fato está em quem é e no que carrega. Você tem um histórico de assassinatos e violência por conta da guerra. Isso sem comentar a culpa por outras coisas que não lhe dizem respeito. É muito simples… não pode usar uma túnica ou ficar apenas descalço, porque sua alma não é pura como a de uma criança. Aliás, ela já está corrompida desde cedo. Por este motivo, os espíritos exigem o ver por inteiro e como o guerreiro que é - a diretora anunciou alicerçando tudo o que já comentara até aquele momento. Com isso, deixava claro que uma negativa não seria aceita de qualquer forma.

- Eu não vou ficar nu! - Severus perdeu a calma e a compostura que mantivera até aquele átimo, se levantando da cadeira para se retirar.

- De onde tirou essa informação? - Dourado conservou a calma e o mesmo tom de voz, sem se alterar com a exaltação do bruxo. Entendia que tal fato estava muito distante da sua cultura e que o chocava a diferença nos conceitos de nudez e pudor entre culturas distintas. Observando que ele bufava, emburrado e com os braços cruzados junto ao peito, considerou melhor explanar o argumento divergente:

- Os alunos têm aulas com um xamã. Estão mais do que acostumados com esse tipo de vestes e lidam com naturalidade.

- A senhora quer me dizer que crianças estão sendo expostas a este tipo de depravação? Isso extravasa os limites da pouca vergonha! - agora estava abismado com a notícia que acabara de ouvir.

- Severus, essa é a cultura indígena! Pare de ser preconceituoso e lidar com algo normal como se fosse algo torpe - afirmou revelando que a sua paciência dava sinais de esgotamento diante de toda aquela teimosia.

- Eu me nego a isso! - afirmou irredutível na sua decisão.

- Ótimo! Então, não necessita ficar sem as suas vestes. Do mesmo jeito, não precisa permanecer mais nessa instituição e lecionar para os nossos alunos ou ficar aqui para as pesquisas. Se não passar pelo ritual, pode ir embora até o anoitecer - a mais velha o repreendeu fazendo um gesto para que saísse. Todavia, antes de atravessar a porta, se virou para trás e revelou:

- Se for hoje a cerimônia totêmica, eu passarei pela mesma… não sou intolerante, apenas me incomoda o fato de ser alvo de vários olhares curiosos - a diretora apenas assentiu se despedindo dele.

 

O restante do dia passou voando como se tivesse pressa de chegar ao fim, anunciando o que está a por vir. Várias índias entraram no Castelobruxo para fazer os desenhos necessários à apresentação de Severus aos espíritos na cerimônia totêmica. Aquele era um raro momento em que todos os envolvidos se consideravam importantes por presenciarem algo difícil de ocorrer. O bruxo explicava a elas, brevemente, coisas relevantes com relação à sua vida, enquanto gravuras eram feitas se espalhando pelo seu peito e braços. Formando um histórico, junto às cicatrizes de guerra, de quem era e o que pretendia. Ao concluírem as pinturas, puseram um colar de penas de diversos pássaros da região, com presas de onça, no seu pescoço. Assim como, fora amarrado em seus tornozelos, pulsos e panturrilhas, penas de Anambé negro. Yaku Wari, que acompanhara tudo em silêncio até aquele instante, passara a lhe explicar como para os combatentes era importante revelar a sua alma aos espíritos. Homens nascidos para a luta, muitas vezes, tatuavam os seus grandes feitos pelo corpo ou símbolos que representassem quais espíritos os protegiam.

Ao terminar de dizer isso, apontou para a Marca Negra e revelou que aquilo logo sumiria. Sobretudo, se o seu coração assim desejasse r o destino não fosse mais tão temido. Sem aguardar por uma resposta, ao que acabara de falar, começou a dar por encerrada a preparação. O xamã o encarava, olhando dentro dos seus olhos, para anunciar:

- Mais do que qualquer pessoa que aqui esteja presente, você sabe que a Lua é quem guia o acaso. Não a perca novamente de vista - com isso, desapareceu ao sair do cômodo e vagar pelos corredores.

O homem de cabelos negros foi guiado pelas mulheres ao exterior do castelo, rumando em direção à entrada da floresta fora dos portões da escola. Foi ali que se deu conta de que todos os alunos, professores e demais funcionários, o aguardavam para assistir o seu rito de passagem. Aquilo, realmente, era o que podia se chamar de constrangedor... teria de passar por todas aquelas pessoas trajado daquele modo. Mesmo que a diretora tivesse lhe garantido a normalidade de todo aquele processo, notava o olhar de cobiça vindo de algumas adolescentes que o analisavam de cima abaixo, sem disfarçar. Isso fazia com que tivesse vontade de se esconder. Não estava nada confortável em transitar seminu, mesmo que o saiote cobrisse até os seus joelhos... era estranho.

Foi ao terminar de passar por toda aquela gente que reparou no quanto o tempo mudara. Raios cortavam o céu anunciando a chuva que se aproximava. Com o pensamento resoluto do que teria de executar, percebeu que uma Coruja o esperava, antecedendo o fogo mágico, onde deveria adentrar. Lhe fora informado que deveria fazer um gesto de reverência ao totem símbolo do Castelobruxo e rumou para o caminho que se mostrava aberto diante dos seus olhos. Numa fração de segundo o seu corpo foi sugado para o interior do círculo e passou a ser analisado por todos os totens que dividiam as escalas de saberes e tipos de inteligência dos alunos. Refletiu no quanto aquele sistema era curioso é diferente do que conhecia até então. Foi, neste ponto, que os seus visualizou o seu entorno, sob as primeiras gotas de chuva e a observação atenta dos espíritos guardiões.

Antes que qualquer coisa fosse dita, se é que seria possível isto suceder, retirou o saiote e firmou um dos joelhos no chão. Haviam afirmado à respeito do seu dever em se apresentar como um soldado. Assim o faria sem medo ou vergonha daqueles seres. Nesta posição, os minutos se passaram lentamente, na total qui rude, até que a Onça e a Formiga se aproximaram, o cercando por um tempo, até se afastarem. Se entender como ou porquê, uma pedra idêntica ao felino, aparecera em suas mãos o encarando. Aquilo apenas atestava o que já se supunha, Severus era, definitivamente, um Guerreiro, dada a sua latente e natural agressividade, incrível resistência e a admirável força para enfrentar tantos desafios. Os espíritos guiariam profundamente o seu Corpo. Pois, as suas marcas, mais do que traços que ornamentavam a sua compleição física, a expunham a sua persistência em lutar pelo o que queria. Fora que suas cesuras, eram provas de coragem, perseverança e, principalmente, a sua ambição e astúcia para atingir os seus objetivos mais secretos. Embora jamais fosse admitir em voz alta, se orgulhava de quem era, de tudo o que conseguira e ainda obteria com o tempo. 

 

 


Notas Finais


Entonces... gostaram? Quero a opinião de todas vocês que estão lendo! Comentários, apontamentos, sugestões, dúvidas, críticas, elogios... enfim, se manifestem!!!
Beijo,
Miss Snape


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