História Ruínas dos tempos modernos:Os evoluídos. - Capítulo 1


Escrita por: e moasF


Notas do Autor


História original sobre sobrevivência. Sendo escrita por um grupo de amigos!
Espero que gostem, e não esqueça de comentar para dar aquela animada aos autores.
Bjos

Capítulo 1 - O início do Fim!


Fanfic / Fanfiction Ruínas dos tempos modernos:Os evoluídos. - Capítulo 1 - O início do Fim!

What's going on here?

 

Para quem acha a vida um tanto quanto desconexa, não imaginaria o que se passa em minha vida no estado atual. Já ouviram falar sobre mutação genética? Não? "Em biologia, mutações são mudanças na sequência dos nucleotídeos do material genético de um organismo. Mutações podem ser causadas por erros de cópia do material durante a divisão celular, por exposição à radiação ultravioleta ou ionizante, mutagênicos químicos, ou vírus.'' Infelizmente para nós, reles mortais, o controle sobre isso não está em nossas mãos. Então, embarque comigo nessa confusão da minha mente, não prometo que será um lugar agradável e doce, acho que todos eles nos observam...

*Ano de 2036*

A última coisa na qual me lembrava era de estar subindo em direção ao terraço de um prédio decadente, pessoas me encaravam de soslaio, fico pensando no quão cansativo e tedioso elas poderiam ser, superficiais, egoístas, o mundo por acaso girava em torno delas? Mas não sei se sou muito diferente, talvez eu seja uma hipócrita na maioria das vezes, mas como deixar de ser assim nesse tipo de mundo?

Subo as escadas e percebo que o sol já estava se pondo, recordo-me das várias vezes que saía com meus amigos antigamente só para ver esse enorme astro dizendo adeus e no quão incrível isso era, o vento batia em meu corpo me causando arrepios, iria começar a fazer frio? Não, não poderia ser isso, afinal, o frio não é bem-vindo nessa cidade.

Redireciono meus olhos para o céu, nuvens se formavam rapidamente, creio que uma tempestade cairia essa noite, pego meu cigarro e tento acende-lo com o isqueiro, o vento não deixou que isso acontecesse, acabo desistindo e vejo um clarão, uma pancada na cabeça e tudo escuro a partir dali...

   ***

Acordar depois de uma pancada na cabeça é o esperado, mas meus olhos se recusaram a abrir mesmo estando consciente de tudo a minha volta, o clima ameno, os sons de pássaros, uma música antiga, estaria eu em transe? Ou o machucado fora tão grande que eu ainda esteja sonhando?

-Lá vem ele... algo próximo a mim sussurrou rouco em meu ouvido, meu corpo congelou, conseguia sentir sua respiração em meu pescoço, mas duvidava de que isso tenha vindo de uma pessoa, um baque se fez na porta e senti aquela presença se esvair, eu suspirei, não percebi que estava segurando a respiração durante todo esse tempo.

-Max, querida? Já não está na hora de levantar? Apresse! - Uma voz muito familiar dizia, abri os olhos e vi a sombra desta pessoa já saindo do meu campo de visão.

-Estou me sentindo muito leve- Balbuciei. Será que morri e isto seja parte do paraíso? Duvidei muito, era isso o que eu sempre desejava todos os dias, mas naquele caso essa era a melhor resposta que acalmava minha mente.

Observei a cômoda com um abajur e alguns ursos de pelúcia. Levantei e caminhei lentamente em direção a porta do quarto, vi um homem alto e barbudo escorado na porta da cozinha, era o meu pai, tinha certeza disso, ele me olhou e deu um curto sorriso.

-Parece que alguém acordou de mal humor- Dizia ele com uma voz beirando a malícia. Olhou em meus olhos e vi esse ar penetrante que ele exalava, vou entrar em discordância, certamente e absolutamente esse não era o meu pai, mesmo possuindo suas características físicas, e pela primeira vez em muitos anos senti umas das piores sensações que existem, o medo.

***

 

Já estava escurecendo, quando Max exalava seu medo e pavor extremamente explícitos na sua respiração ofegante e o tremor que tinha em suas mãos. Poderia estar feliz, ao ver seu pai em sua frente, se ele não estivesse morto há algum tempo.

-Q-Q-Quem é você? Por que tem a aparência do meu pai?

- Hahahahaha.. Isso? Foi só pra ver se você iria me abraçar. Quanto tempo que não te vejo Max. Está cada vez mais linda.

Foi quando num movimento horrendo, o homem se materializou em sua verdadeira forma. Não muito esbelto, o homem parecia possuir a mesma altura que Max, cabelo arrepiado e olhos castanhos, moreno de pele clara, e com um sorriso muito familiar e confortador. Era James, um amigo que Max teve no seu tempo de colegial.

Max reagiu de forma inusitada, praticamente se jogando nos braços de James. Seu medo e pavor eram tamanhos, que só de ver um rosto familiar a sua frente, lhe fez esquecer todas as perguntas em sua mente.

Quando deu por si, se afastou rapidamente de James.

-C-C-Como você fez isso? Você tinha a aparência do meu pai.

James suspirou.

- Consigo fazer isso depois de tudo o que aconteceu. Eu e meu irmão acreditamos que você também é como a gente. Mas ele não pode saber que você está acordada, ele acredita que você tem grandes chances de ser uma ameaça para nós. Ele saiu para conseguir alguns recursos, e me deixou tomando conta de você para se certificar que não faria nenhuma besteira.

***

Não muito longe dali, ao sul, Alex estava terminando de saquear uma casa, quando uns grupos de pessoas deformadas sentiram seu cheiro, e invadiram a casa, o forçando a lutar. Assim como seu irmão James, Alex sofreu mutações depois da tragédia, se tornando extremamente forte e veloz. Em uma questão de minutos ele matou todas aquelas criaturas horrorosas. Foi quando ele ouviu passos estrondosos. Era um deformado gigante, evoluído. Possuía braços enormes, e uma língua imensa. Alex apostou em seus poderes, e partiu para cima daquela coisa, a fim de proteger seu fiel escudeiro, seu cachorrinho dingo. Avançou rapidamente, e atingiu a criatura com um soco em seu estômago. Não pareceu surtir muito efeito. O monstro enrolou a língua enorme em Alex, e o jogou contra uma mesa de vidro, que o cortou todo. Alex então apostou todas suas forças, e se atirou com o monstro pela janela, e logo em seguida iniciou uma fuga, quando percebeu que a coisa o perseguia.

Depois de algum tempo, Alex conseguiu despistar a criatura. Foi quando se deparou com um homem alto, sendo perseguido por uma horda de deformados. Alex também notou latidos. Junto daquele homem, estava seu cachorrinho dingo. Ele imediatamente começou a correr atrás do homem, que pareceu se assustar ainda mais com sua aproximação, e entrou em um prédio. Perdendo o homem de vista, Alex começou a ouvir passos estrondosos novamente. De frente para ele, estava aquele monstro enorme de antes, descendo as escadas. Parece que a luta não tinha acabado.

***

            Em um condomínio de apartamento para pessoas de baixa renda, a situação não era das melhores, prédios abandonados com a pintura cor beges bem envelhecidos, com janelas enferrujadas, roupas empoeiradas ainda com traços da tragédia, carros abandonados no estacionamento, e um completo silêncio no qual só se ouvia o ranger dos portões e o barulho das árvores ao bater do vento. Neste mesmo local, no 7º andar do apartamento 703, tentando sobreviver estava um pai e sua filha.

Jean um homem com aproximadamente 1,80m de altura com a pele parda, cabelos pretos e olhos castanhos, um corpo levemente em forma, aparentando seus 40 anos.  Nestes últimos tempos, sua única companheira tem sido uma boa e velha foice, aquela mesmo que usara em seu trabalho quando o mundo ainda era bom, fazendo seu serviço de jardinagem nas mansões e condomínio de luxo no lado norte da cidade.

Com sua coragem meio duvidosa, e suas roupas já maltrapilhas, Jean andava em meio ao condomínio, tendo contigo apenas a sua foice, entrando em apartamentos vazios com corredores longos, cheios de corpos e esqueletos humanos. Sua única esperança naquele momento era achar algo para ele e sua pequena filha de apenas 8 anos comerem no jantar.

Conversando sozinho em voz alta, Jean estava quase beirando a loucura, se queixando e lamentando pelo mundo em que passara a viver.

-Será que ainda há motivos para crer em algo ou alguém? Olha a situação em que nos encontramos; corpos espalhados para todo lado, e eu tendo que invadir casas e apartamentos abandonados em busca de comida, tendo que sair a luz do sol, pelo medo dos perigos que a noite emana com essas criaturas horríveis que ninguém sabe do que se trata. Qual o objetivo pelo qual a humanidade tem que passar por isso? Se alguém me escuta eu só preciso de respostas.

Em um breve momento de silêncio Jean escuta algo e fica paralisado.

-auauaauuuuu

Eram latidos e choro de um cão filhote.

Jean sente assim um pouco de esperança por saber que ainda existe algum tipo de vida boa espalhado nessa escuridão, e desesperado tenta localizar aquele animal indefeso que acreditava não mais existir, tendo em seu coração um grande desejo de ajudar.

Em frente ao apartamento que se encontra o animal, ele abre lentamente a porta que range em um barulho baixo e discreto e se depara com um pequeno cachorro branco de olhos azuis de porte grande chorando e latindo em frente à janela.

O apartamento estava com a sala completamente destruída, com corpos dos seres deformados espalhado por todo o local, como se estivesse acabado de ocorrer uma grande luta.

-Com toda certeza teve uma luta neste local, tem sangue fresco espalhado pelos cacos, então foi algo recente. Quem estava aqui com certeza não deve estar muito longe.

Como estava para anoitecer Jean vai rapidamente olhar a dispensa em busca de alimentos, e percebe que está cheia de comida e cereais, coloca tudo que consegue dentro de sua mochila pega o cachorrinho e vai correndo para seu apartamento.

No caminho de volta, o barulho das criaturas faz com que Jean comece a correr, fazendo com que sua mochila arrebente o zíper deixando um pouco dos alimentos cair no chão. O cachorrinho começa a latir para os corredores escuros entre os prédios do condomínio.

O desespero aumenta quando Jean percebe que tem alguém correndo atrás dele, de forma veloz e sobre-humana, fazendo com que ele solte gritos de desespero, sua filha dessa forma escuta o barulho e abre a porta esperando seu pai.  Jean grita ainda mais alto pelo nome de sua filha Ana, enquanto sobe desesperadamente pelas escadas do 7º andar, e quando ele consegue atravessar a porta, sem pensar duas vezes rapidamente a tranca, se deparando apenas com fortes batidas do lado de fora, se esvaindo em seguida por passos pesados descendo a escada.

***

            Naquele instante, visualizando o deformado a sua frente, Alex já se encontrava em um estado físico bastante delimitado, lutar com aquelas criaturas tinha esgotado todas as suas forças, mesmo se tratando de um evoluído com tantas habilidades como ele. A solução que optava naquele momento seria levar o deformado para fora do condomínio, a fim de lutar em um local aberto com a possibilidade de fugir. E assim Alex fez; em um golpe de sorte conseguiu atingir a criatura a empurrando das escadas, dando espaço para ele correr em direção à saída.

Do lado de fora do condomínio, antes mesmo que Alex pudesse pensar em uma estratégia de ataque, a criatura de forma veloz dispara em sua direção, o deformado ergue suas mãos mostrando suas garras grandes e afiadas. No impulso, Alex tenta desviar, mas as garras ainda consegue atingir seu braço, causando um baque que o faz bater em um carro estacionado no local.

Toda determinação instantaneamente se esvai naquele homem, o choque o paralisa, Alex está com medo do que pode acontecer a seguir. Será que ele seria capaz de derrotar um ser tão terrível? O olhar do deformado era pura maldade, como se sua força viesse da vontade de matar, como se fosse criado apenas para provocar dor nas pessoas. Será que podemos dizer que aquilo era um ser humano racional antes de tudo isso? Aquilo era realmente uma pessoa?

Os dois se encaram e Alex se levanta preparado para atacar, matar ou morrer, sobreviver ou deixar ser levado desse mundo que se tornara tão cruel...

O deformado segue em direção ao homem a sua frente, pronto para dar o último ataque, Alex podia jurar que a criatura estava com um olhar de satisfação ao notar o sangue descendo de seu braço machucado, mas aquilo deveria ser apenas alucinação, afinal, essas criaturas não são pensantes, esses seres que antes eram pessoas, agora não passam de aberrações, considerados fracos por não terem aguentado as mutações, afetando o cérebro e deixando de lado o racional. Alex estava pronto para aguentar a situação, não ia se deixar levar pelo medo, não ia se dar por vencido, ele não era um tipo de evoluído que desistiria, mesmo que isso custasse sua vida.

Em um ato desesperado, Alex avança na criatura, mas para no meio do caminho ao ouvir um barulho de moto em sua direção.

Tudo acontece tão depressa que fica difícil de acompanhar, uma mulher, Alex tem certeza que tinha uma mulher na moto pilotando em direção à criatura.

Em um piscar de olhos a jovem pulou da moto, deixando bater de encontro ao deformado, causando um forte impacto. No mesmo momento, ela já com um rifle em mãos, dispara no veículo que explode.

A jovem se levanta e Alex consegue ver com clareza a pessoa a sua frente. A moça deveria ter 1,70 de altura, pele clara magra, de cabelos loiros, longos e cacheados, mesmo naquela noite escura dava para perceber o verde em seus olhos. Ela era linda, isso Alex já tinha notado, apesar de ter prestado mais atenção, na agilidade com que ela enfrentou aquela criatura, não era nada anormal, não parecia ser gerada de uma mutação, era apenas habilidades adquiridas com muito treinamento.

-Hei, você. Parece que estava tendo um problema aqui. A propósito, me chamo Sophia.

-Sim, um grande e terrível problema. Sou Alex, e obrigado pela ajuda.

Nesse momento era Sophia que analisava o homem a sua frente, mesmo em uma péssima situação, ele ainda se encontrava com um sorriso no rosto. Ahh e que sorriso, era o mais lindo que Sophia tinha visto nesses últimos tempos, a cor de sua pele em um tom moreno claro estava em sintonia com seus olhos castanho mel, o seu cabelo liso tinha um toque loiro escuro, seu corpo não era tão forte, mas estava perfeitamente em forma, era alto, 1,80 de altura, e seu olhar mostrava certeza e convicção, o que deixou Sophia tranquila por uns segundos, até voltar do seu devaneio.

-Temos que sair daqui. Não se engane, essa criatura não será destruída assim tão fácil.

-Como assim? Você a explodiu.

-Alex você está equivocado a pensar que esses seres são irracionais, com certeza ele deu um jeito de se afastar para que a explosão não o atingisse totalmente. Jumper de bobo não tem nada.

-Jumper? Você deu um nome para ele?

-Não foi eu...

***

Jean e sua filha estavam deitados no apartamento, no momento que escutaram a explosão. O pai da criança assustado sem saber o que tinha acontecido, resolve descer e conferir.

-Ana minha querida, não saia daqui. Papai só vai verificar o que está acontecendo, pra deixar o local seguro para nós.

A criança tentou questionar pra ir com seu pai, mas sem êxito ela fica apenas olhando pela porta, enquanto seu pai descia as escadas.

Assim que Jean chega ao local da explosão, ele consegue ver a criatura se levantando. O deformado não está em bom estado, suas garras estão cortadas, e sua barriga com um grande ferimento.

Jean paralisado com a imagem horrenda a sua frente, segura sua foice com força, tentando de alguma forma se proteger. A criatura sem se importar com Jean se vira em direção às duas pessoas conversando perto dali e avança com toda força para ataca-los.

Jean em um ato de bravura, tentando proteger aquelas pessoas que nem conhecia, com esperança de que em algum momento alguém poderia também proteger ele ou sua pequena filha, ele pega sua foice e corre até a criatura.

Para se defender do ataque de Jean, o deformado deixa a foice atingir sua mão, com a outra ele de forma brutal segura Jean ao alto pela cabeça, e se vira em direção aos outros que já estão prontos para atacar.

-Parece que o destino sempre se encarrega de nos juntar não é, minha amada Sophia?

-Sim, o destino quer com toda certeza que eu acabe com você, JUMPER!!!

A expressão de Alex que até no momento está de convicção e segurança, agora era medo e temor, nunca em todos esses anos de destruição, tinha presenciado um deformado nessas circunstâncias, ser racional, falar, pensar, isso estava fora de sua perspectiva, essas criaturas são apenas monstros irracionais. Bem, parece que as coisas tinham mudado, e suas crenças deveriam ser novamente modificadas.

- Não será dessa vez minha querida, você me deixou em uma situação ruim para lutar.  Eu com toda certeza quero despertar seus poderes, mas teremos que deixar para o próximo encontro. Vou deixar para ti só o gostinho do que sou capaz.

-Por favor! Eu tenho uma filha, não a deixem desamparada. – Jean grita em meio ao desespero.

Nesse momento uma mancha de borrifo de sangue atinge Sophia e Alex, enquanto Jumper esmaga a cabeça de Jean. A cena tão traumática deixa os dois jovens paralisados, tremendo, como se toda a força e coragem nunca tivessem existido. Sophia só volta a si quando escuta gritos de uma menininha indo em direção a criatura a sua frente.

-Papai, Não papai...

Sophia segura à menina pelo quadril, para não deixar que a mesma siga até Jumper.

-Você quer seu papai, TOMA!

Com toda força, ele joga o corpo de Jean em direção a garota, que em um momento de fúria e desespero, com um grito de dor, emana dela um poder surpreendente, que se torna uma barreira protetora, impedindo o corpo de se colidir com o dela.

-Interessante, muito interessante. Eu irei embora agora minha querida Sophia, mas irei voltar para buscar você e claro, essa garotinha.

Durante um instante passageiro, Ana chorava encarando o corpo de seu pai, Alex ainda não conseguia ter nada elaborado para dizer naquele momento, e Sophia, esmurrava o chão, se culpando pela morte de mais um inocente.

-Se eu fosse uma evoluída, se eu fosse mais forte, se eu não tivesse deixado aquele monstro vivo no passado, eu com certeza não teria perdido tantas pessoas, não ia presenciar uma pobre criança chorando pela morte de um pai por minha culpa. Se Jumper tem tanta certeza que sou especial, porque nunca consegui nada?! – Sophia em nenhum momento parava de bater no chão, o que já podia notar sangue em suas mãos.

Alex observando aquela situação se aproximou de Sophia e a levantou.

- Por favor, coloque suas mãos sobre a minha.

Sophia sem entender a situação e sem forças para questionar apenas fez o que ele pedia.

No momento em que suas mãos se encontram, Sophia e Alex sentem uma forte vibração em seus corpos, uma energia fluindo, uma energia forte e especial.

- Você é evoluída sim, posso sentir, e você também pode, de alguma forma posso me conectar a você. Só precisamos de tempo para saber o que você é capaz de fazer.


Notas Finais


O que acharam do primeiro capítulos???


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