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História "Ruivinha" - Imagine Yuta Nakamoto - Capítulo 7


Escrita por:


Notas do Autor


(Hannie) - Voltei!!! Hehehhe! O capítulo de hoje me fez chorar um pouquinho, mas deve ser por que sou dramática só pode. Ele é mais romântico e com o nosso casal principal (S/N) e Nakamoto.

(TEN) - Ficou lindo Man!!

(Chenle) - Cara, eu vivi minha vida, pra ver o japa sendo mó romântico desse jeito!

(John) - *limpando as lágrimas com um paninho* Orgulhoso!-

(Tae) - Me dá esse paninho! *Tira o paninho de Johnny e começa a limpar suas lágrimas* ai... Meu filho, fui eu que ensinei.

(WinWin) - Queria eu em? Ser romântico desse jeito...

(Soobin) - E EU APARECI!!!

(Hannie) - Kkkkkkkkkk

(OBS - *foto* Yuta e (S/N) correndo pelo campo, mó romântico!)

Capítulo 7 - Temp. I - Cap. VII - Uma Tarde Inesquecível


Fanfic / Fanfiction "Ruivinha" - Imagine Yuta Nakamoto - Capítulo 7 - Temp. I - Cap. VII - Uma Tarde Inesquecível

Sábado - Aprox. 10:30 A.M

Plenos sábado, e Yuta já estava com uma pulga atrás da orelha sobre Kim Doyoung. Fazia quatro dias desde "daquilo" que nem poderia ser chamado de conversa. Ele nem estava preocupado há dois dias e óbvio que o Nakamoto continuava a encher o saco da ruiva, porém, quando criou coragem na quinta-feira para ir a biblioteca, viu o que não esperava ver nunca em sua vida. Doyoung e (S/N) aos risos enquanto estavam juntinhos com livros em mãos. O ódio subiu, mas a preocupação ainda conseguia ser maior. "Quando (S/N) conheceu Doyoung?" era o que se passava na cabeça do moreno. Na melhor das hipóteses, e claramente a que Yuta seguia firmemente, era que aquilo foi só um momento a parte, onde (S/N) baixou a guarda para conhecer garotos novos e acabou fazendo amizade com o Kim. A outra hipótese é que eles já se conheciam e isso que fazia a pulga na orelha de Nakamoto ficar pulando a cada 1 milésimo.

A cabeça do pobre japonês ficava batucando se eles namoravam, no entanto, a quatro dias que conhecia a Wong e enchia seu saco, (sim, ele sabia que era irritante, por isso fazia questão de continuar) ela nunca falou sobre namorar, então descartou essa teoria. Ele ficava pensando tanto, que nem saiu da escrivaninha que tinha no canto do quarto. E seu colega, percebendo todo esse drama, resolveu cortar o silêncio do quarto.

(SB) - Então... Eu tenho percebido que você anda meio... Nervoso, Nakamoto... - Jogou o celular na cômoda do quarto e foi até a escrivaninha do mais velho - O que que tá acontecendo contigo em japa? - Puxou uma cadeira e se sentou no lado do moreno.

(Yuta) - Soobin... Você sabe do Doyoung, né? - Perguntou enquanto o de cabelos roxos arregalava os olhos.

(SB) - Yuta, como assim? Tu não se meteu em outra confusão com esse aí não, né?! - Yuta assentiu - Meu Deus! O que tu fez?!

(Yuta) - Na verdade, eu não fiz nada, a questão é que tem uma menina- - Soobin sorriu malicioso.

(SB) - Parece que pela primeira vez veremos um Yuta apaixonado - O interrompeu - Quem é a garota?

(Yuta) - Kim (S/N) Wong! E apelidada única e exclusivamente por mim de Ruivinha! Minha Ruivinha! - Sorriu vitorioso fazendo Soobin rir - Só que o Doyoung viu ela e gostou- O sorriso estampado no rosto de Choi, sumiu de repente, olhando com uma cara séria - E você sabe, aqui na faculdade, quem Kim Doyoung gosta e quer, Kim Doyoung consegue.

(SB) - E tu vai se abalar só por isso?! - Pareceu um pouco impressionado - Há três dias você estava dando cambalhotas por aí! No outro dia, depois que voltou da biblioteca parecia que alguém tina morrido - Soo não estava mentindo, Nakamoto estava se divertindo com (S/N), e uma hora ou outra, ele conseguia ver um mínimo sorriso no rosto dela pelas suas trapalhadas, ele estava conseguindo evoluir de odiado para... Um conhecido... Bom já era alguma coisa!

(Yuta) - Vi eles juntos na biblioteca rindo e se divertindo juntos - Falou e Soobin arregalou os olhos.

Não parecia algo para se preocupar muito, mas para quem conhecia a natureza do Kim, já sabia que aquilo era guerra. Uma explicação útil, é que Kim Doyoung é um dos garotos mais populares, mulherengos e conquistadores dessa escola. Ou seja, ele e Yuta eram "pau a pau" se é que me entendem em um sentido não malicioso. Os dois eram muito desejados, só que a diferença era que Yuta era humilde, modesto, somente usava seus apelidados, "super poderes", quando necessário. Enquanto Kim, se bajulava e exalava arrogância e luxúria. Nem parecia se você checasse as aparências dos dois, parecia ser o contrário. A "carinha angelical" dele, palavras de Yuta, enganava qualquer um menos o japonês, que reprimia um rancor imenso de Kim. E agora que viu ele, na suposição flertando, com a sua cabelinhos de fogo... Ah meu amigo... Yuta estava com sede de sangue e esse sangue era especificamente de Kim Doyoung. Mas ao mesmo tempo que ele surtava de ciúmes, ele ficava triste, parecia que iria chorar até o fim da vida, já tinha feito toda a trajetória de vida! Casar, ter dois filhos e um cachorro. Aí chega esse mulherengo de quinta, e estraga todas as possibilidades. Vamos combinar? Ele estava exagerando? Estava! Mas fazer o que?

(SB) - Sabe o que isso significa? - Perguntou um pouco receoso enquanto Yuta fazia a egípcia - Quer dizer que ele tava marcando território! E isso é... Preocupante!

(Yuta) - Quer dizer que eu já perdi? - Olhava para Soobin com uma carinha de cachorro tristonho.

Um ponto a se ressaltar é que Doyoung sempre competia com Yuta, mas Yuta nunca competia com Doyoung. Ele não ligava, já se interessou por garotas, mas nunca foi a frente, além do fato que as brigas que tinha com o mais novo eram superficiais, se assim possamos dizer, ou seja, Nakamoto nunca brigou por meninas, e isso já exclui Doyoung, pois ele sempre briga por meninas. Então ele não tinha experiência nenhuma e com aquela auto-estima, bem... Já sabe né?

(SB) - Claro que não! - Falou dando um tapa de leve em Nakamoto - Vai baixar a guarda, japa?! - O moreno Centrou um olhar mortal a Soobin, que riu - Eu não deixava não - O Choi realmente gostava de por lenha na fogueira, certo? Certíssimo! - Chama ela para sair, sei lá! - Yuta assentiu  com a cabeça e levantou de um pulo todo sorridente, como se nada houvesse acontecido.

(Yuta) - Com licença que eu vou achar minha cabelinhos de fogo! - Falou sorrindo e indo direto para a saída.

Soobin riu. Ele conheceu o famoso Nakamoto ano passado, quando participou de uma pequena competição de futebol em uma quadra que ficava a poucos quarteirões da Universidade. Eles ficaram no mesmo time e acabaram fazendo amizade. Mas enquanto Nakamoto era de Medicina, Soobin era Serviços Especiais, então isso dificultava bastante o contato dos dois, porém como esse ano eles haviam caído no mesmo quarto, eles podiam se falar nos intervalos de uma aula e outra, quando os dois chegavam no dormitório. As vizinhas, do quarto feminino, eram Kim Yuna e Park Chaeryoung. Elas eram legais mas eles não se falavam muito a ponto de serem amigos, eram... Colegas.

Nakamoto Yuta, com a fé em Cristo, foi procurar a divisão dos dormitórios para achar o de (S/N). E obviamente foi uma luta, por que era do outro lado do Campus. Quando achou viu que ficava do lado oposto que ele estava, ou seja, do outro lado do Campus, e outra vez, foi Yuta, com muita fé e puro sedentarismo, para o outro lado do mundo, (Palavras dele, não se façam minhas) em busca da ruiva. Chegou, encostou um braço na porta e o outro colocou no peito e suspirou alto respirando. Se recompôs e bateu na porta do quarto.

(S/N) - Oi- Ah é você, Nakamoto. - Falou desanimada.

(Yuta) - Oi minha cosplay de Lavagirl!! - Era quase impossível não rir dos apelidos "carinhosos" do japonês, e eram esses mesmo que arrancaram risos soprados de (S/N) como agora - Queria chamar minha querida foguinho para um passeio! - A garota arregalou os olhos e começou a rir - Ei!!! É sério!!! - Ela parou de rir e olhou para a cara séria de Nakamoto por um segundo e começou a rir de novo até perceber que ele não estava brincando.

(S/N) - Por acaso, isso é algum tipo de encontro? - Arqueou a sombrancelha.

(Yuta) - Eu pago! - Apontou para si mesmo e os olhos da menina brilharam.

(S/N) - Aceito! - O moreno riu da reação da menor que foi em direção ao quarto - Me espera que eu vou me arrumar!

(Yuta) - Por que?! Se você já está linda! - Sorriu exibindo os dentes deixando a Wong envergonhada.

(S/N) - T-Tudo bem - Ela ruboresceu-se e foi direto ao quarto e quando ele teve certeza de que a menina havia ido, começou a cantar vitória.

(Yuta) - Ponto pra Nakamoto! Zero para o "Carinha Angelical"! - Começou a fazer a típica dancinha da vitória.

Quando a menina chegou, estava com um short preto e um moletom grande, algo bem casual.

(S/N) - Vamos? - Perguntou simpática oferecendo sua mão a ele.

(Yuta) - Tá fazendo isso só por que eu vou pagar né? - Pegou na mão da menina que assentiu com a cabeça o fazendo rir.

(S/N) - Você que lute! - Yuta soltou uma gargalhada alta levando a menina.

Meu caro(a) leitor(a) deve estar se perguntando, "O que Yuta estava vestindo, por acaso era a roupa que ele já estava no dormitório?", não! No meio do caminho ele lembrou que ainda estava de pijama e deu meia volta para vestir uma roupa decente, estilo Yuta. Ou seja, demorando 25 minutos para escolher uma calça.

Dúvidas tiradas, vamos voltar para nosso casal.

Yuta a levou para um parque que tinha na Califórnia, que na opinião dele era um dos mais lindos, tinha uma certa ligação especial com aquele parque. Quando era pequeno, vinha frequentemente para lá com seus pais, com seus avós. Todo domingo havia um piquenique especial para toda a família. Ele sentia falta daquilo, desde que o avô faleceu e a avó voltou para Osaka, tudo tem sido mais complicado para ele. Seus pais trabalhavam bastante, mas sempre que podiam, lhe davam atenção, mas para Nakamoto sempre sentia algo lhe faltava. E para cobrir esse sentimento, ele vinha a esse parque e usava as boas lembranças como forma de esquecer o sentimento de falta e o fazer só pensar em como os lótus e rosas faziam um contraste tão lindo no campo verdinho, cheio de gramíneas. Pensar em como no topo do pequeno morrinho dava para ver o pôr do Sol com o céu todo colorido de amarelo com tonalidades meio rosadas, meio alaranjadas. Em pensar quando chegava a noite e como quando se ia a uma determinada parte desse campo e mexesse um pouco, vários vagalumes iriam voar iluminando o que antes seria escuro e com ar de sonolento. A vida de Nakamoto virava uma verdadeira palheta de cores quando ia a esse parque, e era isso, isso o que o fazia esquecer de todos os problemas da vida, e fazer com quem um mundo cheio de defeitos, se tornasse um pouco mais colorido.

(S/N) - Uau... Aqui é lindo!! - Seus olhos brilhavam ao ver as flores balançando junto com seus cabelos, enquanto Yuta só olhava e admirava aquela bela cena, então teve uma brilhante ideia, retirou o celular do bolso, centrou a câmera na garota e tirou uma foto, só que o som fez a menina se virar - Que isso?!

(Yuta) - Ah... Eu tirei uma fotinha - Balançou o celular na frente da garota.

(S/N) - Nakamoto Yuta!!! - Começou a correr atrás dele.

Iriam estar mentindo se dissessem que não  passaram a tarde toda lá, e estariam matando alguém se falassem que não se divertiram. O dia seguiu com (S/N) correndo atrás de Yuta, dois sorvetes com duas bolas cada, muitas fotos de recordações, risos e brincadeiras da parte dos dois. No finalzinho da tarde, encima do morrinho estavam lá, sentados no campo observando o pôr do Sol e a maravilhosa palheta natural que o céu se tornava.

(S/N) - Sabe o que isso me lembra? - Yuta a olhou com dúvida e a mesma soltou um curto riso soprado - Como a gente consegue esquecer os problemas vendo os presentes coloridos que a vida nos dá... - Os olhos do japonês brilharam, ele voltou a olhar para o horizonte sorrindo.

Ele podia mostrar a magia daquele lugar para ela.

A noite finalmente chegou e Yuta insistiu para que (S/N) fosse com ele até o campo, dizia ele ser uma surpresa e a mesma, depois de muitas insistência, assentiu.

Yuta mexeu na terra como se fizesse carinho na terra e logo, algumas bolinhas luminosas começaram a surgir e a iluminar o céu negro. Os olhos de (S/N) brilharam, fazendo novamente o japonês sorrir e começar a andar despertando mais e mais vagalumes.

(Yuta) - Vem! - Esticou a mão num gesto como se pedisse para ela a segurá-la. A Wong pegou em sua mão e ele sorriu mais largamente.

E juntos eles correram pelo campo despertando os pequenos pontinhos luminosos para o céu se tornar mais brilhante.

No fim de tanta diversão, Nakamoto levou a garota de volta a seu dormitório.

(S/N) - Obrigada por hoje, Yuta! - Estava na porta do dormitório quando sorriu para o garoto que se impressionou.

(Yuta) - É impressão minha, ou esse foi o primeiro sorrisinho que você deu para mim? - Sorriu ladino fazendo a garota rir.

(S/N)  - Ah! Não enche Nakamoto!! - Ela riu o fazendo rir também - Não, mas é sério, obrigada! Você alegrou o meu dia! Me chame para passeios como esses mais vezes! - Falou animada.

(Yuta) - Pode deixar minha ruiva! - Falou piscando apenas o olho direito.

Depois de se despedirem, ela parou Nakamoto e deu um beijo em sua bochecha como forma de agradecimento, e esse beijinho fez as bochechas do garoto tomarem uma tonalidade vermelha.

Para (S/N) e Yuta aquela tarde seria inesquecível!

E já podemos ter certeza... Nakamoto não era mais apenas um conhecido, era um amigo.


Notas Finais


(YT) - Cara... Shorei... Ficou muito... Sentimental!

(Hannie) - Bom... Eu fui notada por uma autora que eu gosto muito e fiquei muito dramática (mais do que já sou) então vocês que lutem para me aguentar! Ksksksk

(HC) - Partiu ter curso de romantismo com Yuta e Taeyong!

(Mark) - Aí... Palmas!!!

(Lucas) - MUITAS Palmas!

(Jeno , Jaemin e Renjun) - (S/N) que lute!

(Beomgyu) - Nois que lute, pra falar a verdade, só o Soobin que aparece!!! *Fica emburrado*

(Hannie) - Tenha calma, filho! Até o próximo cap!!! 🍒💕💕


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