História Rule Number Nine - Capítulo 1


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Categorias Stranger Things
Personagens Eleven (Onze), Mike Wheeler, Personagens Originais, Will Byers
Tags Fillie, Finn Wolfhard, Millie Bobby Brown, Nillie, Noah Schnapp, Thekissingbooth
Visualizações 53
Palavras 2.940
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hey, Hey, Hey, guys. Olá, bem vindos ao mundo de A Barraca do Beijo.
Quem já assistiu esse filmaço? Eu já, e estou tendo uma das melhores experiências que é ler o livro.
Quem já assistiu o filme sabe de como são as coisas, a barraca do beijo, Elle Evans e Noah Flynn, o bad boy, romance proibido, e blábláblá.
Digamos que aqui vai ter apenas o último, pois haverá algumas mudanças. Eu usarei tanto cenas do filme, quanto do livro.
Algumas pessoas gostam de clichês, e eu particularmente amo também (risos), e talvez aqui também tenha um clichê, mesmo que bem pequeno.
Em nenhum momento a Millie e o Noah farão a barraca do beijo, mas digo que ela estará aí, e assim que as coisas vão começar.
Finn não é um galinha, ele tem namorada e anda nas rédeas, porém isso pode (ou não) ser apenas um pretexto pra história.
Acho que já falei demais.
Então, bem vindos ao meu mundo de A Barraca do Beijo, então preparem tudo que a história vai começar.
Beijos da Safira Margarida❤

Capítulo 1 - Advice from friends


Sabe aquela pessoa que está sempre grudada em você? Que você não consegue ficar longe um segundo sequer? Bom, minha relação com Noah era desse jeito. Não conseguíamos ficar longe um do outro por muito tempo. Éramos irmãos, mas não de sangue.

Bom, isso pode estar um pouco confuso, mas vou explicar tudo a você. Vou contar nossa história da maneira mais simples, pois se eu for falar sobre tudo... nunca vou terminar.

Noah e eu nascemos no mesmo dia: 19 de fevereiro de 2002. Nossos pais eram amigos desde sempre, e por incrível que pareça a minha mãe e a dele engravidaram juntas. Louco, não? Ainda nos perguntamos como isso pode ser possível. Minha mãe me teve no quarto ao lado de Karine, mãe de Noah. Era engraçado o fato delas terem combinado o mesmo hospital, e quando a bolsa de ambas estouraram, imploraram ao médico a ficarem em quartos ao lado. Depois disso tecnicamente não nos desgrudamos mais.

Dia 19 de fevereiro de 2003, Noah e eu fizemos aniversário juntos. Sim, juntamos nossas festas. Bom, nossas mães juntaram. Isso foi apenas um passo para ficarmos unidos por bastante tempo; dia 24 de junho de 2006, meu primeiro dente caiu. Me lembro que Noah passou o tempo todo ao meu lado enquanto eu estava com uma bolsa de gelo na boca; dia 03 de setembro de 2008, me meti na minha primeira briga por conta de Noah. Um garoto, Nicholas Hargrove, estava o azucrinando então eu dei um soco no seu olho; dia 07 de dezembro do mesmo ano nós descobrimos nosso amor pela dança. Um aparelho no parque de diversões do cais em uma lojinha foi nosso segundo lar depois disso; dia 15 de março de 2012, nosso primeiro Halloween que saímos pra pegar doces sozinhos. (Eu fui de caubói e Noah de zumbi.) Foi tão divertido, só que em um momento o Noah começou a chorar por conta que uns garotos maiores roubaram seus doces. O irmão dele, Finn, bateu em todos eles. A décima briga que ele havia se metido naquela ano.

Dia 24 de junho de 2014, Noah e eu fizemos nossa primeira festa do pijama em que pudemos chamar mais de cinco pessoas. E foi a noite que ele beijou pela primeira vez. Natalie Buckirman. Já estava começando a gostar de Finn, mesmo que ele tivesse um ano a mais que eu. Dia 12 de maio de 2016, Finn se meteu em mais um briga o que levou a expulsão da escola, então ele entrou na nossa escola. É, eu fiquei muito feliz.

Dia 14 de agosto do mesmo ano fui ao meu primeiro filme com um garoto. Tomas Harrington. Noah me ajudou a escolher a roupa e me ajudou com a maquiagem. Mas não rolou nada demais, pois descobri que Tomas era gay. Sim, sim, descobri isso quando tentei beijá-lo. Ele riu e começou a me falar da nova coleção outono/inverno do shopping. (Assunto um tanto chatinho, na minha opinião. ) Me lembro que Noah riu até chorar, e pra compensar minha noite ele me trouxe filmes antigos para assistirmos. Esse dia vai ficar guardado.

Então chegamos a data padrão onde posso começar a contar nossa história: dia 09 de setembro de 2017. Bom, daqui é onde nossa história realmente começa, essas outras datas que citei foram datas que marcaram minha vida e a de Noah. Datas que são especiais pra gente. Talvez haja algumas que sobressaem dessas, mas tenho um carinho por essas citadas.

Okay, acho que enrolei demais. Contei muito, e você deve estar se perguntando cadê a parte boa. Vamos logo pra ela. Tudo começou no dia 09 de setembro de 2017...

Sábado de manhã, dia 09 de setembro de 2017.

Estava deitada na cama de Noah, esperando-o logo para irmos ao parque. A máquina de dança estava a nossa espera, e ele sabia que eu odiava atrasos.

Estava respondendo umas mensagens de Sadie, minha amiga, sobre um evento que ela estava participando. Ela queria extrair algumas das minhas ideias, então a ajudei. Era mais fácil uma vaca voar, a Sadie conseguir andar com os próprios pés.

Noah estava demorando muito para escolher uma roupa. Às vezes eu ficava listando as vezes que ele reclamou enquanto eu me arrumava, e estava igual a mim.

– Noooaaah! – resmunguei, esparramando-me na cama. – Tá costurando a roupa?

Noah colocou a cabeça para fora do banheiro. Seu cabelo estava meio molhado o deixando engraçado.

– Queria. Pelo menos era uma desculpa.

Ele estava assim porque a Cinthia Mayfield, a garota que ele gostava, estaria lá. Era engraçado o fato de Noah ainda ficar empolgado por garotas, pois ninguém em pleno século 21 ficaria. Tentei avisá-lo para parar com isso, mas ele não me deu ouvidos. Pelo menos tentei...

– Ei, Noh, vai dar tudo certo. Você vai conseguir dar uns amassos nela até a Ahoy fechar.

– Falou a garota que nunca beijou ninguém – resmungou.

Peguei a almofada e joguei na sua direção, mas ele desviou.

– Porque eu quero! Não é por falta de opção! – rebati.

Cameron gostava de jogar na minha cara o fato de eu nunca ter beijado alguém. Bom, era uma questão de não querer. Fiquei meio receosa com namorados desde quando tentei beijar Tomas, talvez ele tenha sido apenas uma ajuda para eu parar de correr atrás de garotos. Odiava ter que depender de homem, Noah sabia. Os únicos homens que gostava de falar era ele e meu pai, e olha que meu pai era o que menos falava. Ah, e tinha Finn, o irmão de Noah (e o garoto que tinha uma quedinha), mas quase nem nos falávamos, a não ser quando ele tentava comandar nossos horários de saída.

– Você tem que parar de andar de cueca na minha frente – falei, olhando-o andar de uma gaveta até outra procurando por bermudas diferentes.

Me virei para olhar para a janela. Noah e eu morávamos em um condomínio de classe alta em Beverly Hills, nossos pais tinham uma boa condição, então tínhamos que morar em um lugar bom. Minha casa era enorme, mas eu gostava mais da casa dos Wolfhard. O quarto do meu amigo tinha uma sacada aberta que dava de pular para uma piscina. Era muito maneiro!

– Não tem nada aqui que você não tenha visto – respondeu ele, balançando o traseiro de um lado pro outro.

Era engraçado nossa relação. Éramos tão próximos, que até coisas que outras pessoas achavam vergonhosas, eram normais pra gente.

– Muito bonito, Noah. Andar de cueca na frente da sua amiga – alguém disse, dando um susto em nós, mas apenas o sr. Cueca soltou um grito. Um gritinho agudo e irritante, na verdade.

E foi aí que o vi. Honestamente, Finn me causou arrepios. Além da voz rouca e sensual, ele parecia um anjo negro. Cachos frouxos, olhos negros, rosto com sardas levemente salpicadas na área do nariz e bochechas, um maxilar lindo e lábios vermelhos e bem delineados. Ele era lindo, mas eu nunca teria nenhuma chance, porque (a) Finn era muito pra mim, e (b) por conta de Heather Lee, a garota que ele ficava constantemente.

Eu e Noah chamávamos o relacionamento deles de Relacionamento Luzes Estroboscópicas, pois acendia e apagava milhões de vezes. Eles viviam voltando. Passavam quanto tempo separados? Uma semana? Depois ela estava lá de novo, no quarto ao lado do de meu amigo, fazendo sei lá o quê. Queria falar a mim mesma para não sentir ciúmes, mas era inevitável. E também era inevitável não se apaixonar por Finn, mas nem se ele me quisesse, poderia namorá-lo.

Por quê? Vou explicar. Quando eu e Noah tínhamos oito anos, criamos algumas regras da nossa amizade. Eram várias, mas as que mais gostávamos eram: Regra um: só o seu melhor amigo pode saber seus desejos de aniversário. Regra Dois: nunca contar nossos segredos para outras pessoas. Regra Sete: você sempre tem que perdoar seu melhor amigo se ele te der um sorvete. E chegamos a única regra que estou quase quebrando. Regra número nove: parentes do seu melhor amigo são totalmente proibidos. Era um regra tãão injusta!

– Finn , vá cuidar do seu encontro com a Miss Perfeita – Noah falou.

Finn revirou os olhos e me olhou. Eu estava largada na cama como uma louca, mas não gostava de mudar aparências, então não me ajeitei. Estava com as pernas cruzadas e sabia que meu vestido estava subindo e mostrando metade das minhas coxas, mas não me importei. Eu sentia seu olhar queimando minhas pernas, então o encarei também.

Era engraçado a conexão que senti no momento que fixei meus olhos nos seus. O sorriso torto dele. E o melhor: ele parecia gostar da minha provocação. Era como uma competição de encarar, e estávamos empatados. Noah estava aéreo ao nosso joguinho ali, pois estava mais preocupado em encontrar uma bermuda que combinasse com uma camisa polo vermelha. Até o momento que Finn desviou o olhar para o irmão, e quando me olhou de novo, levantei uma sobrancelha como quem dizia “ganhei”. Ele apenas sorriu.

– Como vai, Millie?

– Vou bem, Finn. – Dei um sorriso falso e me virei para a janela. Não queria olhá-lo nos olhos, pois não queria admitir que estava com ciúmes.

Silêncio se fez presente, e logo ouvi passos se distanciando e a porta da frente sendo aberta e fechada. Suspirei e me virei para o meu amigo. Ele finalmente tinha achado a bermuda, então estávamos prontos.

– Pronto pra balançar o esqueleto? – ele perguntou, balançando os quadris. Soltei uma risada.

– Vamos nessa, Noah!

~

Era engraçado o fato do parque Ottaro sempre estar cheio. Finais de semana de manhã eram parados em lugares temáticos como aquele, mas naquele lugar era sempre assim. Pessoas de um lado pro outro, crianças com algodão doce na mão, outras pessoas com cachorros. Mas um lugar que sempre estava bom para ficarmos era o Ahoy. O Ahoy era uma lanchonete meio anos 80 que adorávamos frequentar, também pela comida e pela máquina velha de dança que quase ninguém usava. As donas do local, Ametist e Ly (umas garotas que eu adorava), deixavam poucas pessoas usarem o brinquedo. Ele sempre estava lá, nos esperando, por isso nunca achamos chato.

Depois de mais de cinco partidas de dança, tais músicas como Like a Virgin, Poker Face, Moves Like Jagger, entre outras, paramos para tomar um sorvete. Era tecnicamente nossa pausa preferida. Depois de minutos de conversa, Noah recebeu uma mensagem de Cinthia, dizendo que já estava, então ele se levantou avoado, repetindo várias vezes para eu lhe desejar sorte. Era meio ruim o fato de seu melhor amigo está namorando e não poder te dar atenção, mas eu estava feliz por ele.

– Dia difícil? – Ly perguntou, sorrindo enquanto passava um pano na minha mesa.

Ly era uma garota de cabelos enrolados e sorriso fofo. Ela era muito inteligente e me dava os melhores conselhos. Amava sua companhia e sua pessoa.

Ela puxou uma cadeira e se sentou na minha frente.

– Nem imagina o quanto – respondi, apoiando o rosto nas mãos.

– Me conta? – pediu com os olhos brilhando.

Ametist se aproximou, radiante como sempre. Seus cabelos negros como a noite, as bochechas rosadas, um sorriso genuinamente lindo. Ela e Ly eram melhores amigas, sempre estavam sorrindo. Elas eram o motivo do Ahoy ser sempre cheio.

– Oi, Millie – disse Ametist, vindo beijar-me o rosto logo em seguida.

– Oi, Ametist. – Sorri, e a vi puxar uma cadeira e sentar-se ao lado da amiga. – Quem é que está cuidando do caixa? – perguntei preocupada, pois as vi tão relaxadas.

– A Maya e o Joe – respondeu a Ly. Imediatamente lançamos um olhar malicioso a Ametist. Ela tinha uma quedinha por ele, e por isso a gente a azucrinava.

– Nem comecem – disse ela, empurrando Ly com o cotovelo de brincadeira. – O que foi? – perguntou-me.

Suspirei, observando os guardanapos sujos sobre a mesa.

– Estou chateada.

– Bom, isso já sabemos – disse Ametist.

Mostrei a língua à ela, o que a fez sorrir. Sua risada era fofa. Ly apenas me observava, como se pudesse ler meus sinais. Odiava esse olhar dela, pois parecia que ela iria revelar todos os meus segredos com ele.

– O Noah está conhecendo uma garota – elas assentiram –, porém estou triste.

Ambas franziram o cenho em confusão.

– Você não deveria estar feliz por seu amigo? – perguntou a Ly, apontando para a porta.

Imediatamente quis explicar o que tinha dito, pois não queria que elas pensassem que eu tinha aversão a felicidade do meu melhor amigo.

– Não! Não pensem isso! Estou feliz, muito feliz por ele. O por que de eu estar assim é por conta de um garoto.

Estranhei quando Ametist soltou um ar pesado pela boca, pois parecia que ela estava aliviada.

– Esse garoto – prossegui – não sabe dos meus sentimentos por ele.

– Por que você não fala pra ele? – Ametist perguntou.

Abaixei meu olhar para as minhas mãos. Era vergonhoso pra mim contar algo tão idiota. Amor não correspondido era algo tão idiota para os jovens ultimamente

– Porque ele é irmão do Noah – falei, rápido.

– E o que te impede? – Ly sorriu, animada.

Em outra situação, eu sorriria da sua animação, pois era fofo. Mas naquela, a última coisa que estava era empolgada. Estava triste, pensando em Finn e a Miss Perfeita e onde eles estavam. Tecnicamente estariam passeando na moto de Finn por toda Los Angeles, e provavelmente depois iriam dar uns amassos na casa dela. Só de pensar nisso meu estômago revirava.

– O Noah me impede. – Elas pareceram confusas, então expliquei: – Quando éramos crianças, criamos algumas regras, e uma delas era que parentes do seu melhor amigo eram totalmente proibidos, o que quer dizer que Finn está totalmente fora de questão. E ainda tem a namorada perfeitinha dele.

Ly e Ametist trocaram olhares, e pareciam conversarem apenas com o olhar. Era muito legal a conexão que elas tinham. Eram tão diferentes, mas tão iguais ao mesmo tempo.

– Você vai seguir umas regrinhas que criaram quanto tinham, sei lá, sete ou oito anos? – perguntou a Ametist, fazendo uma careta.

– Sim, pois é quase como nossos “10 Mandamentos”.

Ly me lançou um olhar incompreensível. Sabia que ela tinha a resposta pro meu problema na ponta da língua.

– Millie – disse Ly –, o Noah não quer sua felicidade?

A olhei confusa. Talvez fosse necessário uma pergunta dessas para eu desencanar de vez. Sabia que não tinha nenhuma chance com Finn, mas queria apenas um apoio pra esse momento dramático. Assenti.

– Não parece. – Quando ia a interrompendo, ela levantou um dedo o que fez eu me calar. – Se o Noah realmente quisesse sua felicidade, aceitaria você com qualquer parente dele. A mesma coisa você deveria fazer. – Ametist assentiu. – É egoísmo da parte dele não deixar você se apaixonar.

– Sim – Ametist confirmou. – Quer dizer que ele pode namorar e você não?

Pensei no que responder. Era meio que verdade essa questão delas, mas Noah nunca tinha quebrado nenhuma regra, então por que eu faria isso? Sempre seguimos no caminho certo, então por que eu seria a primeira a sair da trilha? Não seria legal da minha parte fazer isso com meu melhor amigo, pois ele tinha confiança em mim, e se eu a perdesse não teria mais nada.

Mas as garotas estavam um pouco certas. Não queria admitir a mim mesma toda a certeza dela. Nesse tempo ao lado de Noah, sempre pensei em nós dois. Mas ultimamente ele estava conhecendo alguém e estava se distanciando, e eu ainda estava pensando em nós. Noah estava sendo livre, e eu ainda estava me prendendo a regras importantíssimas para a gente, mas que estavam ofuscadas naqueles dias. Quer dizer que ele seria feliz com alguém, e eu ia ficar pensando na nossa amizade pro resto da minha vida?

– Eu não posso quebrar algo tão importante pra gente – defendi mais a nossa amizade e esqueci de mim. – É o nosso elo, a única coisa que mantém nossa amizade na linha.

– Millie, quer dizer que o Noah pode crescer e seguir em frente, e você vai ser a única que talvez siga em frente, mas que ainda sofre por conta do Finn? – O jeito como Ametist falou deu a entender que eu era aquelas garotas que sofriam por homem. Deus me livre!

– Eu não vou sofrer por conta dele! Ah, sai pra lá!

Esperava risadas, mas as duas me encaravam com uma seriedade que achei que nunca veria nelas.

– Então desista de ser feliz, Millie – disse a Ly. – Vá em frente! Continue pensando por duas pessoas!

Suspirei, exausta. Agora elas tinham razão. Era quase que cômico que duas pessoas tão alegres e radiantes, podiam serem tão racionais em poucos segundos.

– Vou pensar no que disseram. – Dei um sorriso cansado. – Obrigada.

E o rosto de ambas mudaram. As expressões sérias sumiram, e os velhos e bons sorrisos radiantes voltaram. Ly se levantou e terminou de passar o pano na minha mesa. Ametist encarava a amiga, com um sorriso engraçado no rosto.

– Não tem por onde, Millie – disse a garota do sorriso engraçado.

– Vamos voltar ao trabalho, Lady – disse a Ly. – Você tem que ver seu homem.

Ametist puxou a amiga pelo braço pra baixo e colocou sua mão sobre a boca dela. Eu apenas encarava aquela cena sorrindo. A amizade delas era tão legal quanto a minha e de Noah.

– Tchau, Mills – disse a Ametist, ainda com mão sobre a boca da amiga. – Tenho que dar um jeito nessa garota aqui.

E elas se afastaram, soltando risadinhas e sermões uma com a outra. Observei elas passarem pelo balcão e Ametist ruborizar quando Joe lhe deu um beijo no rosto de cumprimento. Ly apenas escondia o sorriso atrás da mão, orgulhosa daquela cena. Sorri sozinha.

Só esperei o tempo passar, e durante essa espera, pensei.


Notas Finais


Sei, parado pra cacete! Mas assim que as coisas vão se desenrolando, né?
E viram que citei meus dois amores de toda my life, @LadyAmetist e @Ly_7105 ? E minha amiga superlinda e fashion, Cinthia?
Amo essas girls (hoje estou uma bosta de uma bilíngue).
Beijinhos e até A Garota dos Meus Sonhos❤


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