História Rumors that Fuck - Capítulo 73


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Categorias Skam (Vergonha)
Personagens Chris Berg, Christoffer "Chris", Eskild Tryggvason, Eva Kviig Mohn, Even Bech Næsheim, Ingrid Theis Gaupseth, Isak Valtersen, Jonas Noah Vasquez, Linn Larsen Hansen, Noora Amalie Sætre, Personagens Originais, Sana Bakkoush, William Magnusson
Tags Adolescente, Amigos, Amizade, Amor, Briga, Chistoffer Schistad, Chris, Colegial, Escola, Eva, Eva Kviig Mohn, Evak, Ficção, Gay, Magnusson, Mohn, Musica, Nissen, Noora, Noora Amelia Saetre, Romance, Sana, Schistad, Serie, Shame, Skam, Vergonha, Vilde, William, Yaoi
Visualizações 120
Palavras 2.552
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Famí­lia, Ficção Adolescente, Hentai, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 73 - Senta aqui


Fanfic / Fanfiction Rumors that Fuck - Capítulo 73 - Senta aqui

Pov/Chris

21 de outubro, segunda-feira, 06:49

- Bom dia, filho, não notei que você tinha chegado ontem - minha mãe me cumprimentou com um abraço. - Como o Will está?

- Cheguei tarde e não quis incomodar vocês. E ele está bem, deve vir aqui esses dias - sentei na mesa do café.

- Sim, ele vai, vou organizar o jantar para mãe da Eva e também quero que ele e a namorada venham, afinal, ele faz parte da família - engoli a panqueca com dificuldade.

Merda.

Teria que ser agora, muito mais cedo do que o esperado. Isso nunca ficaria mais fácil, é sempre assim com com as mentiras. São dolorosas e acabam com um lado ferido, as vezes os dois, mas, na maioria das vezes, o lado menos favorecido é o que mais termina machucado.

- Mãe, tenho que contar algo a você... - me dirigiu um olhar curioso.

- Pode falar, querido.

- O jantar não pode acontecer, porque eu e a Eva terminamos.

Ela não conseguiu responder de imediato. Sua expressão era de alguém confusa, perdida. A única coisa que ela fez foi sentar e me encarar, esperando o resto do discurso. Lembro que dá última vez que conversamos sobre esse relacionamento eu estava na minha confusão pessoal, já estava claro que algo tinha acontecido, ela só não sabia o que era, e agora veio essa bomba.

- O que aconteceu? Vocês pareciam tão bem, não consigo acreditar...

- Não quero falar sobre isso, e as aparências enganam muito - falei remexendo o prato, totalmente desconfortável.

- Quando foi isso? Será que isso eu posso saber? - Ela estava muito magoada por eu estar escondendo algo.

- No dia em que fui para a casa do William - foi quando tudo começou, então foi um dia ideal.

- Não sei o que dizer...

- Mãe, essas coisas acontecem, - levantei e fui até ela - e nós não terminamos com uma briga feia, pode ser doloroso, mas vocês podem sair. Não precisa cortá-la da sua vida por minha causa, apenas eu e não tenho objetivo de fazer isso, ainda tenho carinho pela Eva.

- Não sei filho, não sei... - ela levantou e me abraçou - está doendo, mas vou estar aqui com você e sei que você está comigo, mas é lamentável. Sinto muito.

Também sinto, mãe...

23 de outubro, quarta-feira, 09:34

Dois dias haviam passado e eu estava pisando em ovos. Além da minha mãe, meu pai também soube, obviamente, e não tem sido fácil bancar o filho magoado em superação quando estou feliz e transando com a minha ex-namorada. Isso sem contar com a Nissen, onde tenho que bancar o desinteressado, o namorado enjoado, tudo para incitar mais a curiosidade e especulação das pessoas.

Eva e eu estamos vivendo numa peça de teatro interativa, ou num jogo de manipulação, onde as pessoas são os nossos peões e fazemos eles verem o que queremos, sem nunca ser uma tarefa fácil.

Agora era intervalo, os caras estavam falando sobre a próxima festa. O planejamento estava ficando bom, mas não seria melhor que a última, aquela festa é insuperável. Dessa vez o Henrik seria o anfitrião, depois de muita insistência. Não confiávamos muito nele para a organização, então o Tristan se voluntariou para ajudar.

Chris: Sábado, às nove da noite.

Chris: Te mando a localização depois.

Lana: Mal posso esperar!!!

Lana: Obrigada.

Troquei algumas mensagens com a Lana esses dias e ela escreve com o mesmo entusiasmo que transmite pessoalmente. Achei isso fantástico, genuíno, poucas pessoas são assim. Leva tempo para se conquistar a confiança de alguém, criar laços, mas ela transborda sinceridade. Pode-se afirmar com todas as letras que ela é a excessão a coisa.

Na festa vou pensar muito em quem apresentar a ela, não quero que um dos babacas algo de ruim. Porém, não sei se ela cairia na lábia deles, parece ser bastante esperta, então verei o que Lana é capaz de enfrentar.

- Olhem, vou levar uma garota nova na festa. Aliás, convidei uma garota nova, porque vou com a Eva - os caras se entre olharam com desconfiança. - O ponto que quero chegar é que quero que a tratem bem e não sejam babacas, um ponto difícil, mas vocês conseguem - levei um soquinho no ombro. - Ela é uma garota legal, quem fizer merda vai se ver comigo - alertei.

- Quem é a garota? - Tristan perguntou.

- Se chama Lana, o William também conhece.

- Apenas de vista, lembre-se do motivo de ter falado com ela - William ressaltou.

- Sim, isso, - dei uma risada - ela nos atendeu numa lanchonete e o resto não importa a vocês, só não façam merda.

Eles confirmaram com a cabeça e reviraram os olhos, continuando a debater sobre a festa. Estavam desinteressados por não terem visto foto da garota, então não fizeram perguntas, mas sábado seria outra história.

De longe vi a Iben, minha ex e uma das maiores explanadoras de boatos da Nissen. Ela nunca havia me perdoado pelo meu erro de merda, e não a culpava por isso, fui um traíra de merda e a usei, fora toda confusão por causa da Eva que nem sabia como tinha se metido naquilo. Porém, eu sabia, a culpa tinha sido exclusivamente minha. E agora, para ela, e a Nissen também, Eva era minha atual.

Iben me encarava com desdém, ainda ressentida. Ela não vivia estagnada pelo meu erro, não estava sofrendo por mim, já havia superado há muito tempo, mas não me suportava e fazia questão de deixar isso claro quando tinha a infelicidade de cruzar o meu caminho. Porém, apesar de tudo, e o que não é de surpreender, adorava minha mãe, e entre elas não existiam problemas. Essa era a nossa única ligação.

Ela não sabia, mas iria me ajudar a espalhar a fofoca. Isso a daria um pouco de prazer, mas o prazer maior seria meu, num lugar onde ninguém mais tinha acesso, com a garota mais quente de toda a Nissen.

Ruivinha: Mais tarde na casa do Will?

Chris: A tarde e a noite toda, ruivinha.

Ruivinha: Hoje tem jantar com a minha mãe.

Chris: Posso ir? Estaciono na casa do William depois e entro pela janela...

Ruivinha: Sim, pode ter certeza que sim.

Pov/Eva

21:52

- Boa noite, filha - bocejou alto.

- Boa noite, mãe, durma bem - beijei a bochecha dela e desci para o quarto.

Hoje o jantar foi ótimo, o Chris arrancou boas risadas da minha mãe e tivemos uma noite agradável, ele sabia muito bem como agradá-la e, consequentemente, a mim também.

Ele iria chegar em uns trinta ou quarenta minutos, que é o tempo que minha mãe leva para tombar de vez na cama, o que me dava tempo suficiente para preparar a surpresa de hoje a noite.

Antes de ir para casa do William, passei em uma loja de roupas íntimas. Comprei uma camisola de renda e seda transparente, curtíssima, que iria usar junto com a langerie que ele me deu algumas semanas atrás. A tarde não deixei ele passar das apalpadas, prometendo surpreendê-lo na noite. Só espero conseguir atender as expectativas.

Me tranquei no banheiro e comecei a fazer todos os preparativos, hoje a noite seria impecável.

22:42

Ouvi umas batidas na janela e uma silhueta conhecida se esgueirando para dentro. Consegui sentir seu cheiro mesmo de longe, a brisa que passou pela janela o levou até mim como um presente.

- O que é isso? - Perguntou num sussurro sorridente, apontando para a cadeira que botei em frente a cama.

- Faz parte da surpresa, - falei num tom provocante - sente-se e aguarde.

Eu estava totalmente coberta com um lençol, mais o hobe, tudo para ele não ter a mínima ideia do que tinha por baixo. Poderia não ter nada ou tudo, ele ainda não iria saber.

Comecei a tatear por baixo das cobertas, pegando um pequeno controle para dar início a pequena playlist de sexo que fiz especialmente para aquele momento, apenas para nós dois. Já havia ajustado o volume antes, só restava apertar o play e dar início ao espetáculo.

Assim que apertei o play, Two Feet preencheu o quarto, numa batida sexy envolvente, e eu saí debaixo dos lençóis, ficando totalmente por cima deles de joelhos. Aos poucos comecei a passar as mãos pelo meu corpo, o encarando fixamente, subindo as mãos pelas minhas coxas, indo em direção aos seios, apertando-os por cima de todo o tecido, acariciando cada parte. Rebolei e girei o pescoço, espalhando o cabelo pela base das costas, mordendo o lábio com força, imaginando todo tamanho do Christoffer dentro de mim depois.

Estava chegando perto do ápice da música e já podia me sentir totalmente molhada sob o olhar do Chris. Quando o primeiro verso do refrão começou, desamarrei o hobe e, lentamente, revelei o que tinha por baixo, sendo recompensada com um olhar sedento de puro desejo. Joguei o tecido longe para continuar a brincadeira, repetindo todos os gestos iniciais, sentindo cada parte do meu corpo esquentar com meus toques auto infligidos. Levantei um pouco da camisola, para que ele pudesse ver o que tinha por baixo, e recebi um sorriso sacana, cheio de malícia, então, com todo cuidado, me virei de costas e empinei a bunda, curvando o corpo para frente, remexendo ao ritmo da música, deixando tudo que podia a mostra.

- Porra... - O ouvi xingar baixinho. Devia estar louco por não poder me tocar.

Ainda de costas, tirei a camisola, esperando a próxima música para poder continuar. Apenas de langerie, ao som de play with fire, levantei da cama e comecei a rodear a cadeira, parando nas costas e tocando nele pela primeira vez desde que comecei. Fui passando as mãos por seus ombros, subindo a ponta dos dedos pelo pescoço e retornando para o ponto de partida. Curvando-me, levei o nariz a lateral do seu rosto, sentindo seu cheiro, seguindo até sua orelha, onde dei uma pequena mordiscada no lóbulo, o fazendo arrepiar e soltar um suspiro de satisfação.

- Por favor, acabe logo com isso, Ruivinha - implorou ofegante, enquanto eu beijava, lambia e mordia quase toda extensão do seu pescoço.

- Acabei de começar, Schistad - me afastei e fui para frente dele, sentando no seu colo.

- Vai com... Porra! Eva, devagar, assim eu vou gozar antes de te foder - ele protestou, extasiado pelo prazer, enquanto eu rebolava mais e mais, o sentindo rígido na minha intimidade ensopada. Peguei suas mãos e posicionei na minha cintura, com o objetivo dele aumentar a fricção entre nossos pontos de prazer.

- Ah... - gemi, jogando a cabeça para trás, apoiando no ombro dele, interrompendo meus outros movimentos, mais um pouco e eu gozaria em seu colo, então o resto da diversão não iria continuar como o planejado.

Levantei do colo dele um pouco relutante e o encarei, ambos ofegantes, insatisfeitos, mas já estava perto do fim. Levei a mão as costas e arranquei fora o sutiã, deslizando meus dedos pelos mamilos que começavam a ficar rijos.

- Agora o resto é com você - dei uma piscadela, dando-o liberdade total para fazer o que quiser comigo.

O Chris passou alguns minutos me analisando, pensando, provavelmente, no que fazer.

- Tive uma ideia... - ele se ajoelhou na minha frente e pincelou a ponta dos dedos pelas minhas pernas. Chegando na barra da calcinha ele cheirou minha umidade, deixando um beijo na renda, antes de arrancar tudo sem cerimônia. - Põe a camisola, quero te ver usando ela novamente.

- Okay - fui pegar a peça minúscula, enquanto isso, ele tirou toda a roupa que estava usando e deitou na cama.

Tive que me segurar muito para não pular nele. Ele estava tão duro que chegava a doer em mim a vontade de acabar com aquilo.

- Ruivinha, sobe aqui - me chamou com a voz rouca. Fui engatinhando até seu tamanho, mas quando estava prestes a deslizá-lo para dentro de mim, o Chris puxou meus braços, me impedindo. Podia sentir a cabeça na minha entrada, estava em chamas. - Ainda não, eu disse que tive uma ideia, sobe mais um pouco - me arrastei e sentei na barriga dele.

- Que ideia? - Podia sentir o calor do corpo dele na minha intimidade.

- Quero que você sente na minha cara...

Quase me engasguei de tesão com esse pedido. Com toda certeza do mundo essa tinha sido a coisa mais erótica que alguém já tinha me dito. O pedido mais indecente, e eu não tinha vontade nenhum de recusar. Tive que me controlar muito, quase gozei com essas palavras, só por imaginar o que sua língua faria comigo.

Com sua ajuda, fui me posicionando, sentindo seus lábios quentes encostarem na minha parte úmida e sensível.



- Chris... - gemi quando ele me chupou pela primeira vez, sentindo a língua dele por toda extensão molhada, indo e voltando em direção ao meu clitóris. Podia sentir ela entrando em mim, tentando ir fundo, rodando e procurando por mais.

- Rebola - pediu, recuperando o fôlego.

Atendi ao seu pedido, rebolando devagar, acompanhando cada movimento da sua língua sedenta. A senti nos grandes lábios, nos pequenos e, principalmente, no meu clitóris, onde ele mais se demorou. Intercalando entre lamber, chupar, sugar com força a parte mais interna. Quando ele pensou em introduzir algum dedo eu já estava entrando no meu primeiro orgasmo, um dos melhores orgasmos da minha vida. Quase gritei quando o prazer me preencheu com tudo, fazendo todo meu corpo tremer. Ele teve que me segurar firme para eu não cair para trás, continuando a trabalhar com sua língua, prolongando tudo mais e mais. Só parou quando meus espasmos acabaram e meu corpo parecia gelatina.

- Chris... Chris... - eram as únicas palavras que conseguia falar. Apenas seu nome. Estava sem fôlego.

- Ainda não acabamos, ruivinha - ele me tirou de cima dele com cuidado e me ajudou a deitar. Também me ajudou a tirar a camisola. - Agora você não vai mais precisar dela.

- Ela era a surpresa - falei ofegante.

- Não, ela foi o embrulho. Você é a surpresa, sempre é, nunca deixa de me surpreender e eu estou viciado em te foder. Vou te satisfazer de todas as maneiras possíveis - se posicionou entre minhas pernas.

Quando ele entrou, eu já estava anestesiada de prazer novamente. Segurando uma das minhas pernas, ele foi devagar, firme, mas devagar, sentindo cada parte sendo preenchida aos poucos. Inclinei a cabeça para beijá-lo e fui correspondida com um beijo lento e quente, tudo estava câmera lenta. Todos os nossos movimentos ficando cada vez mais intensos, acumulando tudo para poder explodir. Nossos gemidos mal contidos ecoando ao redor junto com a música.

Se minha mãe acordasse, nem me importaria, não iria interromper esse momento por nada. 

- Eva... - ele enterrou a cabeça no meu ombro e senti o jato quente dentro de mim, suas pernas tremiam, mas ele continuou com os movimentos. Levei as mãos ao meu clitóris e o estimulei, gozando pela segunda vez com ele ainda dentro de mim.

24 de outubro, quinta-feira, 01:46

Ele estava dentro de mim mais uma vez, me empurrando na parede do banheiro, metendo com força. Essa seria a última antes de finalmente irmos dormir e terminar o banho...

...ou não.



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