História Run Away (com Kim Jaejoong) - Capítulo 1


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Categorias Kim Jaejoong
Tags Drama, Investigação, Jaejoong, Mistério, Musica, Policial, Romance, Sexy
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Palavras 609
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Pessoal, esse é o primeiro capítulo da fic! Espero que gostem e que procurem a fic sempre, todos os dias eu postarei um novo capítulo.

Capítulo 1 - Em um beco sem saída.


 

Jaejoong acabava de sair do estúdio de madrugada e havia finalmente terminado de gravar o novo álbum japonês, estava no banco de trás  carro e se distraia com as luzes da cidade. Seul era belíssima a noite, porém  notou um beco um pouco escuro e quando o carro passava avistou algo no chão, não sabia ao certo o que era mas ao chegar mais perto e parar no sinal, pode ver uma silhueta caída na calçada.

— Espere. — Disse ao motorista que não teve tempo de protestar e falar que o sinal já estava aberto, Jaejoong saiu do carro e foi em direção a mulher, sua silhueta era fina e possuía alguns traços familiares, 

— Ajuda! — Gritou para o motorista quando viu que a cabeça dela sangrava e que tinha alguns hematomas pelo corpo. 

— O que foi? — Disse o motorista ao se aproximar. — Nossa! Vamos leva-la ao hospital.— disse em seguida.

Jaejoong assentiu e pegou a mulher no colo, levando-a até o carro.

———

Por algum tempo vi algumas coisas, como luzes e um médico que mexia na minha cabeça, não sentia dor, mas ouvia as batidas que meu coração fazia através de uma máquina. Conseguia abrir os olhos algumas vezes e via alguém ao meu lado que não sabia quem era, queria perguntar mas o sono parecia me vencer e eu adormecia novamente. Tentei lembrar o que havia feito, o que havia acontecido, mas minha mente estava confusa e me traia embaralhando todas as minhas memórias.

Finalmente fui despertando e olhando os aparelhos em minha volta, ouvia o bater do meu coração aumentar quando vi um desconhecido dormindo ao meu lado. O sofá do hospital parecia desconfortável pra ele, e fui tentando me mexer. Senti minha cabeça latejar e apertei os olhos levando uma das mãos ali, senti o curativo que se estendia até a metade do meu crânio. Senti meus cabelos de um lado e do outro algo bem fino e curto, formando uma leve camada de cabelo ali. 

— Droga...

Falei baixo e ele se levantou muito rápido como se tivesse acordado de um pesadelo. Ele me lançou com um olhar preocupado e veio em minha direção, seu olhar era marcante, era alto e magro. Sua feição era bonita, seus cabelos estavam com algumas mechas cinza claras mas estava com uma aparência cansada, assumi que fosse por minha causa.

— Como se sente? 

Ele perguntou levando uma das mãos até a minha mão que estava enfaixada, a tirei rapidamente dali e senti muita dor nela também. 

— Estou... aqui... não estou? 

A situação era aquela. Não podia negar que me sentia muito mal e que estava com alguém que não conhecia no quarto, o medo invadiu meu pensamento.

— Quem é você?

Perguntei a ele que arrumou um pouco do lençol que estava caindo da cama.

— Pode me chamar de Jae... Eu te encontrei caída num beco aqui em Seul e a trouxe aqui.

Ele parou o nome por ali, não queria que eu o relacionasse com a personalidade que ele era e quem representava. 

— E você? 

Ele perguntou e eu senti mais uma vez minha cabeça latejar, estava um pouco tonta e tentar me lembrar fez com que eu tivesse um pouco de náusea...

— Eu... não me lembro... — Respondi.

Ele respirou fundo e colocou uma das mãos nos cabelos, deslizando ela por ali. 

 — Está bem... descanse... Provavelmente alguém da polícia virá para te fazer algumas perguntas... Não encontramos documentos, nem celular com você. 

Senti meus olhos lacrimejarem e a minha vontade era simplesmente sumir. Estava sem identidade, não sabia quem estava comigo e estava envolvida em alguma coisa, com a polícia? 

— Jae... 

Falei baixo, sentindo meus olhos pesarem e a escuridão veio novamente.


Notas Finais


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