História Run Away (com Kim Jaejoong) - Capítulo 2


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Categorias Kim Jaejoong
Tags Drama, Investigação, Jaejoong, Mistério, Musica, Policial, Romance, Sexo, Sexy
Visualizações 8
Palavras 684
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Continuem acompanhando a história, não vão se arrepender, tenho certeza!

Capítulo 2 - Sem memórias.


— Ela não está em condições de prestar nenhum depoimento, ela nem sabe quem é!

Ouvi a voz de Jae ficando mais alta, senti um alívio por ele estar ali quando acordei. Vi um médico e uma enfermeira que trocava meu soro. O policial interrogava Jae e o motorista confirmava que haviam me encontrado em um beco de madrugada. 

Eles tinham um álibi, por isso o policial não questionava a boa ação deles. 

— Jae... 

Falei baixo enquanto ele vinha em minha direção.

— Estou aqui... 

Ele falou enquanto o médico examinava minha cabeça e meus outros curativos.

— Ela vai receber alta amanhã se tudo correr bem esta noite... A sra. consegue ficar acordada?

Balancei a cabeça positivamente e notei que havia uma aliança na minha mão esquerda.

— Eu sou... casada?

Um sentimento de medo me invadiu novamente e me fez lacrimejar de novo. A polícia se aproximou. 

— A sra. se lembra quem fez isso, quem te machucou desse jeito?

O policial ficava aguardando uma resposta enquanto eu tentava trazer alguma memória de volta, e não vinha nada.

— Eu... não me lembro...

— Viu? 

Disse Jae enquanto a enfermeira desfazia o curtativo da minha mão, colocando uma daquelas luvas para que eu não mexesse,minha mão direita que ainda estava roxa, mas a dor já era mais suportável.

— Se não fosse o sr. Kim, não teria sobrevivido, estava com um coágulo no cérebro e se não tivéssemos tirado a tempo, você não estaria aqui...

Olhei Jae e tentei sorrir, mas qualquer movimento com meu rosto parecia algo impossível, além de sentir a sonda que chegava até meu estômago e não me sentir nada atraente. 

— Obrigada, J... Sr. Kim.

Disse baixo, olhando nos olhos dele... Percebia nele um olhar triste e um pouco vazio. 

— Eu... teria feito de novo, se precisasse...

Ele falou sorrindo de leve apesar de talvez não se sentir feliz. 

Depois que o policial foi embora e o médico ter acabado a avaliação, eu ficaria mais uma noite em observação e no dia seguinte poderia ir, mas... ir pra onde?

Jae ficava ali mexendo no celular e eu tentava não conversar muito, pois ainda não me sentia confortável, afinal... não o conhecia.

— Se... precisar ir, eu vou entender.

Ele me olhou e respirou fundo.

— Eu cancelei meus compromissos, vou poder ficar aqui, você... tem pra onde ir?

Balancei a cabeça negativamente e senti meus olhos lacrimejarem de novo, não tinha parado pra pensar nisso ainda...

— Me desculpe... te causar tanto problema, você tem sua vida e...

Ele se levantou, andou até a maca me envolveu em seus braços, percebi então que eu estava chorando, desesperadamente. 

— Ei... não se preocupe, vamos descobrir quem você é e vai voltar logo pra casa... mas por enquanto você vai pra minha, está bem? Agora se acalme... — Sentia o respirar dele e seu perfume de perto, ele era uma pessoa tão boa, e nem sabia quem eu era, e eu... também não. 

Afastei-o devagar com uma das mãos e fui olhando nos olhos dele, que estavam um pouco vermelhos.

— Não... sei como vou poder te pagar.

Falei baixo agora me acalmando e respirando fundo. 

— Não precisa, já está pago.

Ele sentou agora na cadeira ao meu lado, pude ver seu rosto mais de perto, e que rosto. Poderia falar que era o rosto mais bonito que já havia visto na Coreia do Sul inteira. Não que eu lembrasse deles, mas isso me fez me perder em pensamentos por alguns segundos.

— O que foi? 

Ele perguntou apoiando um dos braços na maca e o rosto por cima dele. 

— É que... deixe pra lá.

— Não, diga...

— É que... seu rosto, quero dizer, me parece familiar.

Pensei em algo aleatório, mas talvez fosse meu subconsciente agindo por mim. 

— Nunca nos vimos antes.

— Eu sei... quer dizer. Ah, não sei mais de nada. 

Ele deu um sorriso sincero pela primeira vez desde que nos vimos.

— Devo estar horrível.

Falei baixo, passando uma das mãos por meus cabelos agora curtos. 

— Não fale assim, logo vai se recuperar, seu cabelo vai crescer, não se preocupe. 

Passamos a noite conversando e ele me manteve acordada durante toda a noite.


Notas Finais


Amanhã tem mais.


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