História Run to You (Jikook) - Capítulo 36


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Jikook, Jimin!bottom, Jungkookpunk, Romance, Sofrência, Taegi!menção, Vhope!menção
Visualizações 651
Palavras 2.183
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Festa, Ficção Adolescente, Fluffy, Hentai, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Slash, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi meus amô?
E aiii
N revisei o cap então peço desculpas por qualquer erro ok???
Beijinhos e boa leitura <3

Capítulo 36 - Capitulo 36 - The Cure (Pt.1)


Fanfic / Fanfiction Run to You (Jikook) - Capítulo 36 - Capitulo 36 - The Cure (Pt.1)

If I can’t find the cure, I’ll

Se eu não puder encontrar a cura, vou

I’ll fix you with my love

Vou te consertar com meu amor

No matter what you know, I’ll

Não importa o que você saiba, eu vou

I’ll fix you with my love

Vou consertar você com meu amor

(...)

Promise I’ll always be there

Prometo que sempre estarei lá

Promise I’ll be the cure

Prometo que serei a cura

 

 

 

Foi difícil sair do quarto e deixar Hoseok para trás, ele tinha acabado de chegar e não queria que eu fosse, disse que eu não devia ir atrás de Jungkook, que deveria simplesmente seguir em frente e deixar aquilo de lado, mas como o bom teimoso que sou, fui mesmo assim, deixando meu amigo com Tae.

Coloquei o endereço que Yoongi tinha me enviado no GPS do celular e dirigi devagar. Fazia muito tempo que não pegava carro algum para dirigir e não queria causar um acidente.

Se eu estava nervoso? Claro que sim, fazia uma semana que não via e nem falava com aquele embuste, não tinha ideia do que encontraria agora, mas precisava manter a calma e ser firme.

Não posso baixar a guarda para ele, não posso me deixar levar, vou lá simplesmente para ajudar o Yoongi e tentar acalmá-lo. É isso. Preciso de foco.

Sai do campus e me dirigi para o bairro mais rico de Seoul, Gangnam.

Se o pai de Jungkook morava lá, provavelmente ele tinha muito dinheiro... Ok. Isso não importa no momento.

Estacionei em frente à uma casa grande e branca, descendo do carro de Tae e trancando-o em seguida.

Era única casa em meio a milhões de prédios enormes e maravilhosos... Caramba.

Eu nunca tinha estado em Gangnam então estava maravilhado com toda aquela... Riqueza a minha volta.

Fiquei um pouco em dúvida se realmente estava no lugar certo, mas o GPS me confirmava que sim, era ali. Então respirei fundo, renovando minha coragem.

Ok, o que faço agora? Ligo para Yoongi? Grito por Jungkook? Toco a campainha? Acho que vou na opção da campainha.

Caminhei pela entrada ampla que consistia em um jardim muito bem cuidado e um caminho de pedras que levava até ao portão de entrada da casa.

Toquei a campainha e esperei, olhando várias vezes em volta.

Uma parte de mim dizia que eu não deveria estar ali e que não deveria me meter naquilo... Mas outra parte dizia que eu deveria enfrentar essa situação, mesmo que não fosse ganhar nada por isso.

Então de repente Yoongi apareceu na porta da casa e veio quase correndo abrir o portão para mim, seus cabelos tinham sido pintados mais uma vez e exibiam um verde-água muito bonito agora.

— Oi, Jimin, muito obrigado por ter vindo.

Ele se atrapalhou com as chaves.

— Tudo bem...

Eu estava ansioso, claro que sim, minhas mãos até mesmo suavam e vez ou outra eu as enxugava na calça social que tinha posto.

Yoongi destrancou o portão e eu entrei, logo indo para a entrada da casa enquanto seguia o Min.

— Ele está lá no fundo, no jardim.

— Ok...

A casa era tão bonita por dentro como era por fora, passamos pela sala e pude ver um relógio caído e quebrado no chão, ao lado dele toda uma cristaleira estava destruída... Meu Deus, Jungkook estava completamente fora de si, isso ficava claro com a destruição no interior da casa...

Passamos por uma cozinha muito bonita e Yoongi abriu a porta dos fundos, me dando passagem.

No meio do jardim, com uma garrafa de bebida na mão, uma calça jeans preta colada e uma blusa de manga comprida também preta e muito larga, estava Jungkook.

Ele estava de costas e encarava a piscina a sua frente parecendo inerte em algum pensamento que não tenho como imaginar o que seja.

E agora?

Meu coração parecia querer sair do peito e eu não sabia o que fazer. Fiquei perdido por um tempo, somente encarando as costas de Jungkook e pensando em como chegar até ele...

Me virei para trás e vi que Yoongi tinha fechado a porta novamente, deixando eu e Jungkook sozinhos naquele jardim muito bonito e bem cuidado.

Respirei fundo e dei um passo adiante.

— Jungkook?

Chamei um tanto alto, para que ele pudesse me ouvir.

Ele se virou no mesmo instante, os cabelos escuros voando por sua testa.

A expressão em seu rosto foi de total confusão e ele estava com as sobrancelhas franzidas.

— Jimin? Que porra é essa? Porque ‘tá aqui?

Ele gritou e começou a caminhar em minha direção, a blusa larga balançando em seu corpo, a luz fraca do poste no jardim fazendo com que ele ficasse maravilhosamente lindo.

Senti um arrepio subir por minha espinha, mas não sabia ao certo o motivo.

— Some agora daqui.

— Fica calmo, Jungkook, você está fora de si.

Estendi minhas mãos para ele, tentando passar alguma segurança.

Ele agora estava muito mais próximo de mim e meu coração martelava no peito em completa ansiedade.

— Vai embora! Vai já embora! Não pode ficar aqui!

Jungkook estava claramente bêbado e gesticulava com a mão enquanto fala, era óbvio em seus olhos vermelhos e inchados que tinha chorado...

Meu Deus... Ele parecia tão desgastado... Tão frágil de alguma maneira. Eu só queria abraça-lo e dizer que estava tudo bem. Mas não podia.

— Porque não posso ficar?

Me mantive firme.

— Porque ele... Se ele chegar e te ver aqui... Jimin, só vai embora, porra!

— Pare de gritar comigo! Chega. Se acalma, caramba!

Gritei de volta, claro que sim, o sangue já fervia em minhas veias e eu só queria entender tudo o que estava acontecendo.

Queria saber quem era Min Hyuk e o que ele tinha feito, queria saber o que Jungkook tanto temia em relação ao pai e onde Yoongi estava inserido nisso tudo.

— Some daqui, Jimin.

A voz dele foi mais baixa e ele me deu as costas novamente, virando a garrafa e dando mais um gole enquanto andava cambaleante, aquela bebida parecia ser uísque, mas não tenho muita certeza.

— Não vou embora. Eu vim para você se acalmar, enquanto não fizer isso vou continuar aqui.

Falei e o segui.

Jungkook sentou em um banco de madeira que existia perto da piscina e deu mais um gole na bebida.

Me sentei ao lado dele e ele me encarou, os olhos escuros parecendo totalmente perdidos. Jungkook estava claramente sem rumo.

— Você tem que ir embora. Nem deveria ter vindo.

E então olhou para o outro lado, encarando a lua no céu.

— Não vou embora.

— Jimin, você me prometeu. Prometeu que não ia me abandonar, que ia ficar do meu lado. Você precisa ir embora, merda!

Ele alterou a voz mais uma vez e passou a mão pelos cabelos escuros, ainda sem me olhar.

— Exatamente por isso que não vou.

Falei baixo e olhei para frente, segurando minhas mãos em meu colo e tentando ser o mais firme possível.

Você precisa ser forte, Jimin, por você e por ele.

— Não, exatamente por isso você tem que ir! Você não entende...

Jungkook se recostou no banco, agora olhando para cima e parecendo até mesmo sem forças, será que estava passando mal por causa da bebida? Bom, não importa... Dane-se isso, se ele ficar ruim, eu ajudo.

— Se eu não entendo, então me explique.

Falei baixo e olhei para ele, que voltou a me encarar.

— Porque ele... Ele vai fazer de novo...

Me olhou parecendo triste de repente, e então mais um gole na bebida.

Arranquei a garrafa da mão dele.

— Ele quem? Seu pai? Fazer o que? Me explica logo o que está acontecendo.

Minha voz era firme, não vacilei nenhuma vez e agradecia ao universo por isso.

— Me devolve.

— Não.

— Me devolve, porra!

E ele novamente estava gritando.

— Para de gritar, caralho! Chega dessa birra, eu estou cansado disso!

Pela primeira vez na minha vida eu estava falando palavrões desse tipo, e tudo porque Jeon Jungkook conseguia me tirar gravemente do sério.

Me levantei enquanto gritava e joguei a garrafa longe, fazendo com que ela caísse dentro da piscina e todo o líquido se dissipasse.

Jungkook bufou forte e se levantou também.

— Porque jogou fora?

Ele veio para cima de mim, mas dessa vez não recuei. Eu precisava ser forte. Eu sou forte.

Me aproximei mais dele e ficamos cara a cara, perto até demais.

— Para você parar de agir feito um babaca e me explicar que merda está acontecendo!

Gritei para ele enquanto apertava minhas mãos em punho, meu rosto pegava fogo de tanta raiva que eu sentia.

— Jimin... Vá embora, por favor.

E mais uma vez ele me deu as costas.

— Não.

— Ele vai fazer de novo, Jimin... Vai logo.

Jungkook não estava falando nada que fizesse sentido para mim. Se era porque estava bêbado, eu não sabia, só sabia que queria logo uma explicação.

— Fazer o que?

— Ele vai tirar você de mim, vai te mandar para longe...

E se virou para me olhar mais uma vez.

Como esse desgraçado é lindo... Aff.

— Você mesmo já está fazendo isso.

E então quando Jungkook ouviu isso, seus olhos brilharam, ele parecia prestes a chorar e mais uma vez, eu só queria abraça-lo.

De repente a porta dos fundos que estava atrás de mim se abriu e Jungkook encarou a pessoa que saiu dali com muita raiva, o semblante triste desaparecendo em questão de segundos e sendo substituído por ódio puro.

Se um olhar matasse, aquela pessoa já estaria morta faz tempo.

— Foi você, não é? Você que chamou ele aqui. Seu filho da puta.

Jungkook começou a andar ferozmente em direção a porta e quando me virei vi que era Yoongi quem estava ali.

Ai Deus...

— Jungkook, deixa ele quieto, ele só queria te ajudar.

Sai em defesa de Yoongi simplesmente porque me parecia o certo no momento.

— Me ajudar?

Jungkook riu sarcástico, parando e me encarando, a franja escura caindo lindamente sobre sua testa.

— Min Yoongi nunca quis me ajudar, Jimin. Para de defender esse cara.

Jungkook riu mais uma vez e se virou inteiramente para mim.

— Sabe o que ele fez quando ele descobriu que eu estava namorando com o primo dele? Esse desgraçado foi correndo contar ‘pro meu pai e depois assistiu enquanto Jeon Kwan me espancava aqui, nessa merda de jardim, até que eu desmaiasse de tanta dor e precisasse ir para o hospital.

Ele gritava loucamente, apontando para o jardim em que estávamos, seu rosto estava muito vermelho e algumas veias em seu pescoço estavam saltadas.

Senti meu coração vacilar e um nó se formar em minha garganta só por imaginar a cena... Levei minhas mãos à boca, tampando-a e tentando segurar as lágrimas.

Deus, o pai dele era um monstro.

— Jungkook, eu não fiz de propósito, já te disse que não sabia que ele iria reagir daquele jeito, não sabia que ele era homofóbico de merda. Éramos muito novos.

A voz de Yoongi pode ser ouvida e eu não conseguia reagir.

— Muito novos, Yoongi? Muito novos? Os 17 anos que eu tinha não impediram meu pai de me espancar quase até a morte, seu merda.

Jungkook gritava e estava indo para cima de Yoongi.

Eu ainda estava em choque e não conseguia sair do lugar, nenhum musculo meu se mexia. Não, choque é uma palavra fraca para definir como eu estava.

— Jungkook, eu já pedi mil desculpas, não foi de propósito. Você sabe muito bem o que ele fez quando descobriu do Tae.

Ambos gritavam, Yoongi estava chorando e Jungkook estava enfurecido.

— É esse seu problema, você não sabe ficar com a merda da boca fechada. Por isso chamou Jimin aqui hoje. Por isso falou do Tae ‘pra sua mãe e por isso contou do Min Hyuk ‘pro meu pai. Você é um bosta, Min Yoongi. Um bosta.

Então depois dessa fala de Jungkook os dois ficaram em silêncio.

Eu podia ouvir a respiração pesada de Jungkook e ver Yoongi escondendo o rosto nas mãos pequenas e muito brancas.

O que eu fazia? Meu Deus, eu preciso agir. Preciso reagir.

Como um reflexo caminhei até Jungkook rapidamente e o abracei forte, sentindo seus braços se erguerem e passarem por minha cintura, me segurando firme contra o corpo dele.

— E-eu sinto muito... Sinto muito. Por tudo. Eu sinto muito, Jungkook...

Minha voz saiu embargada e o nó em minha garganta só fazia meus olhos queimarem.

Jimin, você precisa ser forte.

Ele enterrou o rosto em meu pescoço e eu pude ouvir a porta dos fundos se abrir e voltar a se fechar, provavelmente Yoongi tinha entrado. Eu também queria poder abraça-lo e dizer que estava tudo bem, mas sentia que Jungkook precisava disso primeiro, até porque, o mais afetado por tudo isso era ele.

O garoto tatuado, cheio de piercings e problemático tinha muito a contar ainda e eu precisava ser firme por nós dois.

Jungkook se afastou um tanto do meu abraço e levou a mão até meu rosto, deixando um beijo leve em minha bochecha, ele tinha um cheiro um tanto forte de álcool, mas isso não me incomodou.

— Jimin... Eu te amo, mas você precisa ir embora, por favor...


Notas Finais


Grupo no Whats :
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Playlist Spotfy:
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Playlist Youtube:
https://www.youtube.com/watch?v=D2C96iZHObk&list=PLDTrMxJTSgauZN0u18342A3VDMHwRDdtg


EPAAAAA COMO ASSIM JUNGKOOK? HAHAHAHAHAHHAHAA
Morta kkkkkkkkkkkkk
Aaaaaaaaaahhh vamos matar o pai do Jungkook? Vamos? Oq acham?
Bom, ok USHUHASHUAS
O próximo só vem amanhã bbs, bjsss no core <3 Obgda por td!


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