História Run with me - Capítulo 11


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Categorias Killing Stalking
Personagens Oh Sangwoo, Personagens Originais, Yoon Bum
Visualizações 148
Palavras 1.132
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Festa, Ficção Adolescente, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 11 - Capitulo 11 - Baby came home


Entrei na cozinha da noite passada e um bom café me aguardava, Sangwoo havia deixado um bilhete sobre a mesa de mármore pequena, meu desinteresse fez com que eu não o pegasse, ainda estava impressionado com o sonho que tive com ele a noite anterior.
O sol estava no céu, mas o dia estava frio, dando para o ar certa melancolia.

Encolhi-me e juntei meus braços ao corpo quando um ar frio passou pelas janelas da cozinha silenciosa.
Lembrei-me do porque de está na casa da Irmã de Sangwoo e isso fez a minha barriga embrulhar e minha cabeça inundar com a lembrança agora clara do que havia acontecido.

Tirei a caneca branca da cafeteira e bebi um gole de café.

Amargo.

Tossi passando a palma das mãos nos lábios tentando inutilmente tirar o gosto de café amargo da boca, me encostei-me a pia fria lembrando dos meus afazeres, lembrando da faculdade.
Eu queria que tudo fosse pro ar, e que eu ficasse aqui, com ele.

Ainda estava com a caneca nas mãos, fechei meus olhos observando o peso das minhas palavras, o que estaria acontecendo?
Caminhei pela casa voltando para o quarto de Sangwoo, abrindo devagar com medo que ele de alguma forma esteja lá dentro.

Respirei fundo quando olhei o quarto vazio e a cama , caminhei com passos lentos e certeiros como se cada movimento que eu fizesse iria entregar de alguma forma que eu entrei ali, mesmo que já tenha entrado no quarto antes.

A cama estava arrumada e impecável e em cima dela, minhas roupas do dia anterior, limpas e bem dobradas, quase me convidando a vesti-las, as encarei por 2 minutos contados, decidindo se ia ou não me vestir, pegar meu carro e ir pra casa afundar minha cara no travesseiro e dormir até que eu tivesse 40 anos.

Ri do meu pensamento absurdo e recolhi a roupa, me dirigindo ao banheiro do corredor.

                      

                                                  --

 

Minhas roupas pareceram que tinham encolhido de alguma forma, me senti desconfortável quando as vesti.

Lembrei que esqueci os meus sapatos meu carro, me xinguei mentalmente devido a isso.

Procurei as chaves da casa de Sangwoo achando ela em cima da mesa de centro, lembrei do bilhete que Sangwoo avia escrito pra mim, mas algo em mim, enquanto estava abrindo a porta e sentindo o ar frio e melancólico da praia me pediu para que eu não voltasse e lesse.

E assim fiz, olhando para trás apenas para deixar a chave dentro da caixinha de correio.

 

                --

 

Perdi-me no caminho procurando onde eu havia deixado meu carro, de alguma forma as chaves dele estavam ainda no bolso da minha bermuda, o ar me fazia sentir frio fazendo minha pele se arrepiar.

Meus pés descalços doíam de tanto que eu já tinha andado pra lá e pra cá pelos cantos da praia, quase perdendo as forças sentei em um dos bancos que ficava de frente para praia para descansar.

O clima frio me fez perceber que quase ninguém estava presente ali, apenas alguns casais namorado na areia da praia e alguns se exercitando.

Cruzei meus braços com a intensão de me esquentar e abaixei a cabeça rindo da minha situação.

Senti algo quente sobre os meus ombros e me assustei, olhando alguém sentar do meu lado logo em seguida.

- Esse tipo de roupa não se veste em dias frios, e cadê os seus sapatos?

Eu conheceria a voz dele a milhas de distância.

- Era a única que era minha, meus sapatos estão no meu carro, tenho que ir pra casa... _ Passei meus braços pelo casaco preto e quente que estava encostado nos meus ombros. – Obrigado Sangwoo.

Ele riu baixinho, o que me fez olhar pra ele, ele estava trabalhando, suas roupas formais de garçom e o cabelo puxado para trás deixaram minha afirmação obvia.

- Você ficou andando aqui por quantas horas? Já vai deu 5h._ Ele olhou para o relógio de pulso parecendo preocupado. – Estava voltando pra casa quando vi você aqui.

- Não sei, umas 3 ou 4 horas. _ Eu ri derrotado. – Não consigo encontrar meu carro de jeito nenhum.

- Seu carro? _ Ele pareceu pensativo. – Se você deixou na praia do Norte, você tá muito longe dela, estamos na praia do Sul. _ Ele pareceu tranquilo demais ao me contar isso.

Eu ri de mim mesmo, a voz de Sangwoo de alguma forma não me deixou bravo por ele não ter me contado isso antes.

- Praia do Sul, Hum..._ Inclinei minha cabeça no banco olhando o céu adquirir um tom escuro os poucos. – Parece que preciso de uma carona até lá.

- Você já quer ir embora? _ Ele mexia no cabelo parecendo nervoso.

- Tenho a Faculdade, não posso perder, e nem você pode. _ Eu ri baixinho. – Nunca mais vi você por lá.

- Tive que dar uma ajuda pra minha irmã aqui, como falei. _ A voz dele saiu grave e de alguma forma muito sexy.  

Pigarrei com o meu pensamento atrevido atraindo a sua atenção.

- E-Eu sei..._ Gaguejei sem querer.

Ele pareceu ignorar, inclinando sua cabeça para também olhar o céu junto comigo.

- Você melhorou não é? _ A pergunta saiu mais como uma afirmação.

- Sim..._ mesmo assim respondi receoso, desencostando minha cabeça e olhando para ele, que me acompanhou e fez o mesmo.

- Não vá para casa hoje. _ Isso pareceu um pedido um tanto informal, ele pigarreou. – Q-Quer dizer, minha irmã levou o carro e não tenho como te dar uma carona até a outra praia.

- Como me salvou? _ Eu olhei diretamente para praia me lembrando da sensação da agua dominando meu corpo.

- Não sei, eu estava na praia e vi você no mar, eu reconheci você na hora. _ Ele voltou a inclinar a cabeça para cima encostando a nuca no branco. – Quando vi que você não saia da agua eu me desesperei e sai correndo, quando dei por mim eu já estava levando você pra casa da minha irmã, você parecia muito assustado e gritava dizendo que queria morrer, então foi ai que eu soube o que você queria fazer.

- Entendi... _ Parei um pouco para absorver toda a informação. _ Como sabia que era eu? _ Eu virei para olhar para ele.

- Eu te reconheceria em qualquer lugar. _ Ele riu parecendo ter se lembrado de algo.

Eu ri nervoso, desconfiado demais para prestar atenção nas palavras que ele falava agora.

- Toda vez que escuto The Neighbourhood me lembro de você! _ Ele riu virando para mim e me encarando. – Prey e uma musica ótima para se dançar. _ Ele parou e tombou a cabeça para o lado com um meio sorriso sendo formado nos lábios carnudos dele.

– E você dança ela muito bem. 



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