História Runaway - Capítulo 18


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Categorias Bon Jovi
Personagens Alec John Such, David Bryan, Jon Bon Jovi, Personagens Originais, Richie Sambora, Tico Torres
Tags Bon Jovi, Classic Rock, Runaway
Visualizações 33
Palavras 2.010
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Se você pudesse ver dentro do meu coração
Então você entenderia...

Capítulo 18 - I'd Die For You


Fanfic / Fanfiction Runaway - Capítulo 18 - I'd Die For You

Amber

- Amber... Você tem certeza ? O Jon não faria ...

- Bem, eu sou sua amiga. E não tem o porquê de eu inventar uma calúnia desse tipo... Se não for o Jon beijando aquela garota, então ele tem um irmão gêmeo e não sabe.

Eu sentia a tensão, mesmo sendo uma conversa por telefone. Sentia o quão ela devia estar louca de raiva. Sua respiração era pesada e contínua através do celular.

- Ele me paga... - ela rangeu entre os dentes.

- Doth, não vá fazer nada de cabeça quente...

A linha caiu. Certeza que ela atirou o telefone em alguma coisa. Eu a conheço.

- Trouxe bebida...

Voltei a atenção pra Mike, o fazendeiro rico o qual eu acompanhava naquela festa chique. Sorri e peguei a taça, bebendo um gole.

Um turbilhão de coisas passavam pela minha mente. Eu sorria ao observar Jon e a desconhecida se beijando apaixonadamente. Tudo estava prestes a mudar...

Jon tinha que ser meu. Custasse o preço que fosse. Não ia ser nem Dorothea, nem uma cowgirlzinha de merda que ia mudar isso... Eu tiraria quem precisasse do meu caminho.

Rosie

03:00 a.m.

Eu não sabia ao certo que horas eram quando saímos todos bêbados e saturados daquela festa. Eu nunca havia me divertido tanto na minha vida , quanto esta noite ... De repente eu senti que tinha uma família e amigos.

A diversão predominava até o último segundo, na volta pra casa, cantarolando uma playlist de flash back's da madrugada no som do carro de Jon. Richie era um cara que quando bêbado, se tornava mais divertido do que já era... Minha barriga doía de tanto rir dos cover's que ele inventava.

Os meninos desceram na casa de dona Molly e Kyle. Bruce tinha ficado na festa. E eu... Bem... Eu tinha que enfrentar a merda de realidade e voltar pra droga da minha casa.

- Bom, então, eu já vou indo gente...

- Espera... Eu acompanho você...

- Príncipe Jon entra em ação... - David zoou mal conseguindo falar.

- Vai dormir, cara... Você tá curtido. - Jon riu.

- É uma boa... Tô louco pra cair na cama... Não tô acostumado a dançar country. - Richie respondeu entrando na casa, logo sendo seguido pelos meninos.

- Vou deixar a porta aberta pra você, Jon... - Dona Molly disse pouco antes de acenar pra mim - Boa noite , Rosie...

- Boa noite , tia Molly...

***

- Podia ter ficado, minha casa é logo ali...

- Eu só queria uma desculpa pra passar mais alguns minutos com você... - Ele ri breve, me fazendo sorrir e corar.

Andamos alguns segundos em silêncio, ouvindo apenas os sons da noite... Eu já estava com um pouco de frio naquele vestido e andar com sapatos de salto na grama e álcool no sangue, se tornou um grande desafio.

- Será que ... Eu ganho um beijo de boa noite ?

Ele disse ao parar embaixo da grande figueira em frente a minha casa. É claro que ele ganharia... Aquela altura, eu já não conseguia reprimir toda a insanidade que vinha a minha cabeça... Eu bebi demais, isso me faria ceder as minhas próprias vontades... E aqueles olhos azuis fixos nos meus, aquela voz arrepiante, aquela boca perfeitamente desenhada...

- Rosalie ! Pra dentro.

Aquela voz aterrorizante cortou o beijo no meio, como uma navalha bem afiada. Ele estava de braços cruzados no assoalho da porta de entrada. Era meu pai.

- Boa noite... - Jon sussurrou dando os primeiros passos pra trás, sorrindo, fazendo um aceno tímido pro meu pai que o fuzilava com os olhos.

Passei a porteira, e ignorei-o entrando em casa. Ele bateu a porta atrás de mim.

- Então é isso... ?!

- Isso o quê ? - Falei sem ânimo , antes de subir as escadas.

- Você fica se atracando feito uma vadia com um dos marginaizinhos da família do Kyle até altas horas por aí ? - ele ri em deboche.

- Você nunca soube de nada da minha vida, não é agora que lhe devo satisfações. - Ataquei irritada com o comentário.

- É agora e sempre que me deve ! Você me deve tudo ! Inclusive essa sua maldita vidinha de merda !

- Vidinha de merda ?! Hah... Não sou eu quem me tornou um velho gordo, bêbado e vagabundo.

- Sua vadiazinha... Sua mãe não a educou direito, mas eu vou educar.

- NÃO FALA DA MINHA MÃE !

Avancei feito leão em cima dele, dando um soco de mão fechada no rosto dele, sem pensar. Eu estava farta ! Não aguentava ouvir ele falando dela... Comecei a perder as forças e ele me dominou.

Eu escutei o tilintar da fivela de sua cinta, e sem conseguir recuar, senti os primeiros estalos sobre minhas pernas.

- Para !!! Tá me machucando... Ahh...

Comecei a gritar e chorar de desespero. Ele não parava, sequer diminuía... Eu implorei aos céus que me fizesse desmaiar pra parar de sentir tanta dor...

E como por milagre, alguém acertou seu rosto com tanta força que ele caiu. Eu abri os olhos, a visão era meio turva ainda...

- Jon ... !

- Sobe e pega algumas roupas.

- O quê ?

- Eu te encontro lá em cima.

Eu só subi e fiz o que ele pediu enquanto meu pai permanecia desmaiado no chão. De alguma forma eu criei forças pra subir as escadas e enfiar algumas roupas e um maço de cigarros na mochila. Logo escutei passos correndo sobre a escada.

- Vem ...

- Pra onde nós vamos ?

- Rosie, só temos que sair daqui.

Ele disse puxando minha mão escada a baixo. Passamos pela cozinha e pela sala onde ele ainda estava lá no chão.

- Ele tá morto ? - Perguntei sentindo um frio na espinha.

- Não... Vai acordar logo.

Saímos. Andamos pelo matagal naquela noite escura, até chegar no carro de Jon a poucos metros da casa de dona Molly. Ele o destravou, e jogou minha mochila no banco de trás. Automaticamente eu sentei no carona e ele ligou o carro.

Fechei os olhos. Meu corpo latejava, minha cabeça parecia querer explodir. Ele começou a dirigir e me olhava de canto.

- Você tá bem ? Ele te machucou muito ?

- Eu tô bem ...

Forcei um sorriso discreto.

- Consegue aguentar um pouquinho ?

- Onde vamos ? - Perguntei de olhos fechados.

- Pra casa do Richie. Tenho as chaves da casa dele.

Meu corpo doía tanto que eu sequer tive forças pra questionar ou discutir sobre aquilo. Apenas fechei os olhos e dormi.


Jon

- Rosie...

A chamei pela terceira vez, tocando seu rosto pálido, deitada sobre a cama de Richie. Ela abriu os olhos com algum esforço, e piscou algumas vezes, franzindo o rosto, me reconhecendo.

- Jon... Hmm...

- Tá tudo bem... - Beijei sua testa. - Você tá com febre... Quer tomar um banho ?

- Ahh não... - Ela franziu o rosto.

- Rosie, vai melhorar a febre... - Insisti.

- Ahh... Você me ajuda ?

- C-claro...

Ajudei ela sentar na cama, e esperei alguns segundos pra que ela respirasse e sentisse firmeza.

- Vem cá... - Apoiei seus braços ao redor de meu pescoço, enquanto segurava seu corpo a conduzindo pra suíte.

Ela ainda estava confusa. Ajudei-a a se despir, horrorizado ao ver os hematomas estampando sua pele clara tão delicada.

- Rosie, você tá toda machucada ... !

Quando ela ficou de calcinha e sutiã foi assustador ver toda aquela vermelhidão, manchas roxas e vergões perfeitos.

- Então é isso ? Aquele covarde faz isso com você ? - Falei furioso. Ela apenas abaixou a cabeça fechando os olhos deixando cair algumas lágrimas.

Respirei fundo tentando não perder a paciência. Minha vontade era voltar lá e matar o pai dela.

- Vem aqui... - a conduzi pra baixo do chuveiro, ligando a água morna. Arranquei a minha blusa, e a calça pra não molhar.

- Isso dói...

Ela disse chorosa, em baixo d'água, é meu coração cortou. Entrei junto com ela e a abracei com cuidado. Ela pousou a cabeça em meu ombro e ficamos ali sem se mexer durante algum tempo.

- Por quê não me disse ?

- Eu tive medo...

- Medo ?

- De você me achar indefesa... De você ficar com pena de mim como está agora...

- Rosie... - Fiz ela me encarar - Eu jamais deixaria alguém te machucar ! Eu tomaria a frente por você se fosse preciso.

Seus olhos castanhos me encararam sem reação, e eu hipnotizado, senti meu rosto se aproximar do dela aos poucos... Os olhos dela baixaram e minha boca lentamente tocou a sua... Ela não recuou e correspondeu ao beijo tocando meu rosto... A abracei novamente com cautela... Ela me beijava e acariciava meu pescoço... Me arrepiei, e me senti mal por desejá-la naquela situação tão vulnerável.

Ela desabotou o sutiã encharcado, senti novo arrepio percorrer meu corpo quando ela o pendurou no box. Minha pele queimava, e me vi beijando seu pescoço, me sentindo ainda mais tentado quando ela jogou a cabeça pra trás me incentivando a prosseguir... Desci até seus seios... Os beijei com desejo aproveitando cada segundo...

- Hmm... Jon... - Ela gemeu e suspirou. Senti meu membro pulsar e arder em desejo, e logo sua coxa roçou na minha.

Trancei meus dedos pela lateral de sua calcinha, deixando minha boca encontrar a sua novamente. Desci uma das mãos até sua bunda, acariciando-a. Ela abafou mais um gemido entre o beijo e foi o que precisou pra me fazer perder o controle... Abaixei sua calcinha até que ela caísse ao chão. Ela abaixou minha cueca e eu suspirei aliviado pela pressão.

- Rosie...

Ela virou de costas puxando meu corpo colado ao dela, levando minhas mãos até seus seios. Fechei meus olhos respirando fundo e desci as mãos lentamente, percorrendo seu corpo... Segurei sua cintura e com a outra mão me encaixei dentro dela, segurando um gemido na garganta.

- Ahn...

Ela gemeu e eu prossegui. Eu entrava e saia num ritmo lento, e ela gemia arrastado me deixando cada vez mais excitado... Beijei seu pescoço durante o ritmo, e senti nossas respirações ofegantes se misturarem.

- Aahh Jon...

Subi com as mãos até seus seios novamente, os segurando... Meu corpo formigava, e eu experimentava sensações as quais jamais havia sentido com qualquer outra mulher... Nem mesmo Dorothea.

- Hummm...

Senti meu membro lubrificado após ela gemer mais alto, e explodi dentro dela sem me conter...

- Hmm Rosie...

Diminui os movimentos, saindo de dentro dela, beijando seu pescoço, enquanto recuperávamos nossas respirações.

Ela desligou o chuveiro e puxou a toalha do box, se enrolando.

- Desculpa por ser tão insensível... - Puxei uma toalha pra mim.

- Por isso eu não quis te contar...

- Por quê ? - olhei pra ela confuso.

- Você tá com pena de mim...

- Eu não tenho pena de você, Rosie... Você é a garota mais incrível que eu já conheci ...

- E isso foi incrível...

Ela sorriu pra mim.

- Ahh... Seu sorriso me mata, Russel...

Sorri de volta tocando seu queixo. Ela corou.

***


- Humm... Bonnie Tyler... Não sabia que o Richie ouvia pop...

- Não sabia que você conhecia Bonnie Tyler.

Escorei na parede vendo ela vasculhar os discos de Richie, sentada no chão.

- Eu não conheço só coisa de caipira. Eu gosto de Bonnie Tyler.

Ela levantou botando o disco pra tocar. Fui até a cama e sentei escorado na cabeceira a observando divertido.

"It's a heartache

Nothing but a heartache

Hits you when it's too late

Hits you when you're down"

- Eu amo essa música... Eu a dancei na aula de dança da escola...

- Adoraria te ver dançar...

Nisso ela começou a dançar no embalo da música enquanto eu a observava, extasiado. Ela era tão linda... Tão sexy dançando...

- Ahh Rosie... Eu quero te levar embora ...

Ela riu e veio até mim, sentando em meu colo.

- Você já me levou.

Sorri fraco e juntei minha testa na dela, fitando seus olhos.

- Um dia você será minha...


Notas Finais


Olá, novos habitantes da Terra. Em 2018 depois de Cristo, houve uma pequena população que lia essa história a qual posto hoje um capítulo novo, e vocês, talvez não se lembrem mas tenham uma sensação de dejavu ao ver essa fanfic sendo atualizada porque certamente vocês são a reencarnação desses habitantes leitores de Runaway. Eu sou o espírito imortal e misterioso chamado Lirou Runauei que aparece a cada milênio pra atualizar essa história. Beijos, e me saudem.

👼


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