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História Runaways (Wayhaught) - Capítulo 16


Escrita por:


Notas do Autor


Agora que eu lembrei que não avisei, mas aquela outra personagem na imagem onde está Lincoln, Gaia e Indra é a minha Costia.

A aparência dela nunca foi mostrado na série, o que foi uma pena, mas essa é a Costia que eu imagino.

Capítulo 16 - 16


Fanfic / Fanfiction Runaways (Wayhaught) - Capítulo 16 - 16

"A voz humana jamais pode alcançar a distância coberta pela pequena voz silenciosa da consciência." - Mahatma Ghandi.



     ✵ Nicole Haught 


Estamos nós três, Eliza, Octávia e eu, paradas ao lado do caminhão, sem saber o que fazer. Nós já tínhamos voltado outra vez para a floresta em busca de qualquer mínimo sinal de qual local elas poderiam ter sido levadas, mas sem êxito algum.


— Eu não sei mais o que a gente possa fazer. — murmuro sem forças, passando as minhas mãos pelos meus cabelos e rosto, frustrada.

— Precisamos voltar para o acampamento. — Eliza diz e eu suspiro, imaginando como todos ficariam quando souberem que perdemos três das nossas.

— Indra vai nos matar por perdemos a filha dela, ainda mais depois de ter encontrado Lexa depois de tantos anos. — Octávia comenta — Porém as nossas melhoras chances estão em voltar para o acampamento e chamar mais pessoas para nos ajudar na busca.

— É isto. — Eliza concorda — Vamos voltar. 


Com Octávia no volante e Eliza e eu dividindo o banco do passageiro, seguimos de volta para o acampamento. Durante todo o caminho eu fui pensando e repensando em como eu daria a notícia para Waverly. Wynonna era única família que ela tinha, e isso era muito antes do apocalipse. Se antes perder alguém já era ruim, agora é devastador. Agora, as pessoas que nos cercam, que conhecemos são as que mantém um pouco da esperança de que talvez o mundo tenha um jeito de melhorar. 


— Como nós vamos conseguir chegar até eles se você mesma disse que jamais conseguiram escapar? — Eliza quebra o silêncio.

— Eu não sei. — Octávia murmura.

— Talvez, eu não sei... Talvez possamos usar um bom número de pessoas para verificar toda a área, talvez encontremos algum sinal, alguma pista. — tento ser positiva, mas nem eu mesma estava acreditando muito no que tinha dito.

— É. — Octávia responde sem ânimo.


Mais um pouco na estrada e finalmente avistamos os portões do acampamento. Os muros eram altos, assim como os portões, em postos específicos haviam guardas por todo ao redor, vendo tudo de cima. Os guardas que estavam sobre o muro, nos vêem e gritam para que os outros abram os portões, permitindo a nossa passagem. Clarke, Waverly e Laura estavam nos esperando com Madi e Aden logo ao lado. Eles estavam ansiosos e isso faz com que eu me sinta pior ainda.


Octávia para o caminhão, os seus olhos vindo de encontro a Eliza e eu, nenhuma de nós três sai imediatamente, o que parece ter servido de alerta para os outros. Clarke é a primeira vir até nós, fazendo com que Eliza e eu saiamos logo, Octávia é a última, seguindo direto para Indra. 


— Aconteceu algo na estrada. — a guerreira começa a falar — Os Rippers armaram uma distração, primeiro levaram a Earp, fazendo com que a Major fosse atrás, logo após a Coronel e eu fomos ajudar, deixando Lexa e Costia no caminhão. Eu disse para elas se trancarem e só abrirem para mim, porém quando Eliza, Nicole e eu voltamos de mãos vazias, o caminhão estava do mesmo jeito. 


A cada frase que Octávia falava, Clarke e Waverly ficavam ainda mais horrorizadas. Sem saber o que fazer, ando até Waverly, parando em sua frente. Ela me olha nos olhos, talvez esperando que eu neguei a informação que Octávia havia dado, mas ao receber um aceno negativo meu, Waverly se joga contra os meus braços, me agarrando com força enquanto o seu choro começa. Do outro lado, Clarke fazia a mesma coisa com Laura, já Indra se mantinha em pé, sem falar uma palavra, parecia estar congelada ou em choque, até que ela parece despertar.


— ANYA!!! — Indra começa a gritar indo em direção a casa principal — ANYA! ROAN!


Gaia andava apresada ao lado da mãe, assim como outros guardas. Ninguém parecia estar entendendo nada, mas também não tomaram a frente. Os gritos de Indra acabou chamando atenção de algumas pessoas que passavam pelas ruas da comunidade, assustando um pouco a todos. 


— O que aconteceu? — uma mulher aparece, saindo de dentro da casa principal. 

— Onde está Roan? — Indra questiona entrando na casa, tendo todos nós bem atrás.


Roan descia as escadas apressado, aparentemente ele tinha ouvido toda a comoção e já estava indo checar o que havia acontecido.


— Ótimo, estão aqui. — Indra diz, tentando respirar fundo, as mãos apertando firmemente o cabo da própria espada — Os rippers, aqueles malditos monstros pegaram a Leksa

— E a Costia. — Octávia murmura.

— E a minha irmã. — Waverly também se mete.

— Eu quero vocês dois e os melhores rastreadores lá fora, não me importa se vão demorar um mês, um ano, tragam a minha filha, a nossa gente de volta. — a mulher ordena.

— Eles pegaram a Lexa? — a outra mulher fala incrédula — Como eles pegaram a Lexa? É impossível sequer manter uma luta corporal com ela sem sair sem alguns ossos quebrados e esses filhos da puta levaram ela? 

— Nós achamos que eles usaram Wynonna como distração e logo depois a pegaram por trás. — tomo a frente.

— Ainda parece impossível para mim. — Roan murmura perdido e então olha para Indra — Estamos saindo agora.

— Ótimo. — a mulher diz e volta para fora da casa.


Roan e a mulher trocam algumas palavras aos sussurros e então olham para nós.


— Quantos do seu grupo sabem realmente lutar? — a mulher questiona séria.

— Clarke, a Major, a Coronel e Madi. — Octávia responde por mim.

— Eu também vou. — Waverly fala rapidamente — É a minha irmã lá, acho que você sabe como eu me sinto. — ela diz para Roan que não responde, apenas olha para a mulher que assente. 

— Ótimo, quem mais está indo? — Octávia pergunta.

— Reúna o seu grupo, Raven e Echo já voltaram. — a mulher responde — Infelizmente os outros estão com Lincoln e eles só vão voltar amanhã. Então eu espero que dêem conta.


Todos nós corremos para o armazém, pegando mais munições e outros tipos de armas. Apesar deles terem armas de fogo, ficou óbvio que o estilo eram as armas brancas, então por isso eu pego o machado que estava comigo desde a fuga do shopping.


— Você não precisa ir, nós vamos trazer a Wynonna de volta. — falo para Waverly, me aproximando dela.

— Eu posso ver como vocês fizeram isso agora a pouco. — rebate e se afasta, se juntando a Clarke.


Eu fico em pé, digerindo o que ela havia acabado de falar. A culpa batendo bem a minha porta, me lembrando a forma ridícula como eu, nós havíamos sido trapaceado pelos rippers. 


— Ei! — sinto a mão de Eliza me segurando pela cintura — Não é sua culpa. Eu quem não alcançou eles. A culpa é minha.

— Nós somos um time, se a culpa é sua, ela é minha. — falo firme.

— Nós três falhamos, ok? — a voz de Octávia soa baixo.


Nem tinha notado que ela estava próximo a nós, muito menos ouvindo a conversa. Mas de alguma forma foi bom ouvir que ela estava conosco.


— Podemos até termos falhado, mas vamos ficar assim ou vamos fazer algo? — a voz dela sobe um tom — Vamos encontrar aqueles desgraçados e trazer elas de volta, simples assim.

— Simples assim. — Eliza murmura olhando para mim.

— Simples assim. 


✵✵✵


    ✵ Carmilla Karnstein 


— Me solta! Me solta! 


Levanto da minha cama apressada, encostando a minha cabeça na porta de vidro, tentando enxergar quem era o novo cobaia. A voz era infantil, mas era diferente das que eu já tinha ouvido no laboratório, esse era definitivamente um novo prisioneiro. 


— Jack, para... Jack! — o doutor Jaha pede.


Com o passar dos dias, eu fui aprendendo a distinguir as vozes dos meus adoráveis carcereiros. Marcus e Jaha viviam tanto no laboratório quanto a qualquer um de nós, a diferença era que eles não eram os que eram feitos de refém ou cobaia, nem eu. Aparentemente eles continuam mantendo o trato com Bobo e me mantinham longe de agulhas e todas as outras merdas que os meus companheiros de cela tinham que passar, mas isso ainda não facilitava muito, não deixava de ser horrível ter que ouvir os gritos dos outros todos os dias.


— Jack! Eu só quero saber onde está a Madi. — Marcus fala em um tom de voz calmo.

— Eu não sei. — o garoto responde.


Eles continuam insistindo na mesma pergunta por alguns minutos, mas o garoto continua a não responder, então em algum momento eles desistiram, ou deixaram para depois. Desde que eu tinha chegado, todos estavam atrás de Madi, mas eu ainda não tinha conseguido entender o motivo de tanta comoção quando se tratava dela, porém algo me dizia que logo logo eu saberia mais sobre isso.


— Acho que está na hora de usar ela, não conseguimos mais nenhum. — Jaha fala para Marcus e eu sinto um arrepio percorrer todo o meu corpo.

— Não acho que seja uma boa escolha, Abigail deixou bem claro e a gente já quebrou muitas das ordens dela, não acha? — Marcus responde e eu suspiro aliviada.

— Que outra opções nós temos, Kane? Não sabemos quando aqueles idiotas vão trazer mais e nós não podemos esperar por tanto tempo, você sabe disso. E o que a Abigail vai dizer da nossa demora em mostrar mais resultados? — Jaha questiona — Você sabe que eu estou certo.

— Ok. — Marcus cede e eu fecho os olhos, me afastando da porta de vidro.


É isto, eu sou a próxima cobaia.


— Vamos acabar logo com isso. — Marcus fala irritado.


Os passos vindo de encontro a minha cela faz com que eu me desespere um pouco. Mas não existia uma opção onde eu cairia sem lutar, então respiro fundo e espero a porta ser aberta. Diferente dos outros casos, dessa vez só um deles vem abrir a porta, acho que eles não esperavam por algum tipo de recusa.


Assim que a porta de vidro é acionada, me afasto o suficiente para que o homem tenha que entrar para me pegar. Eu não sei se é o Marcus ou o Jaha, mas isso tão pouco importava agora. Assim que ele se aproxima de mim, me jogo contra ele, caindo com tudo no chão, não deixando tempo para que ele tente revidar, uso as minhas mãos e acerto a sua cabeça várias vezes, um, dois, três, quatro, cinco socos seguidos, o desmaiando. Logo o outro iria aparecer quando notasse a demora, então trato de sair da cela, olhando as outras, mas era impossível abrir, todas elas só eram abertas com algumas pulseiras, volto para a minha cela e vou até o homem caído no chão, tiro a pulseira do seu pulso e corro de volta para a primeira cela, a destrancando. Dentro dela estava uma adolescente, no mínimo uns quinze anos. 


— Onde está a Lyra— ela pergunta olhando para os lados.

— Eu não... — tento falar, mas ela toma a pulseira das minhas mãos e corre, olhando cela por cela. 

— Se a gente não tirar a Lyra daqui, nada vai ter valido a pena. — ela diz e mesmo sem saber o porque, a sigo. 

— Eles vão vir logo. — digo e ela assente.

— Por isso precisamos de uma distração e essa distração está bem aqui. — aponta para o último cubículo.


Me aproximo para ver, me assustando um pouco ao ver o homem enorme tão de perto.


— Montanha! — a garota bate no vidro e o homem levanta da cama, vindo até nós — Hora de passear.


✵✵✵


                      ✵ Leksa Kom Triku 


Acordo sentindo a minha cabeça pesando, mas assim que as lembranças do que tinha acontecido vem a minha mente, me levanto assustada, sendo repentinamente puxada para trás. Os meus pulsos estavam presos em um par de algemas enferrujadas, assim como a corrente que estava presa no gancho da parede. Todo o lugar era velho, mal iluminado e com um odor horrível. 


— Não adianta. — Costia murmura e eu paro, procurando por ela.

— Você está bem? Wynonna está com você? — pergunto preocupada, tentando enxergar ela.


Era um velho quarto ou sala, então não tinha grades nos separando, apenas as algemas nos mantinham longe uma da outra. 


— Ela está desmaiada. — Costia diz — Ela não parou de gritar quando acordou, então eles calaram ela. 

— Bastardos. — resmungo — Você não me respondeu, você está bem? 

— Sim, por incrível que pareça, eles não fizeram nada conosco, ainda. — rir sem humor — Lexa, você tem que parar... Eles vão ouvir e vão bater em você.

— Não caio tão fácil. — falo ofendida.

— Eu não quero que você se machuque... e a gente precisa pensar em uma saída, não só agir... tem que ter uma estratégia. — diz e eu aceno concordando, voltando a me sentar no chão. 

— Eu ainda não acredito que você está aqui. — sussurro depois de um tempo — Parece loucura que no meio desse caos todo eu consegui encontrar você, meus irmãos e os meus amigos, a minha mãe... É insano. 

— Eu quis tanto te trazer comigo quando eu fui embora, mas eu não podia nem chegar perto de lá, seu pai deu uma ordem para me matar. 

— Eu sei... — murmuro sentindo o meu coração apertar — Eu estou feliz por você não ter tentado ir lá.

— Pena que você acabou com outra pessoa. — sussurra — Eu nunca deixei de te amar.

— Eu sei... — sorrio e imagino o seu sorriso mesmo que eu não possa ver.

— Eu também sei que você me ama, mas também a ama. — diz e eu fico quieta — Você não tem que se culpar por isso.

— Pelo o que você acha que eu me culpo? — pergunto e ela rir.

— Você se culpa por ainda me amar, assim como se culpa por ter seguido em frente com Clork.

— Clarke. 

— Isso. — concorda — Já se passaram alguns anos, ok? Não tem porque se culpar por isso.

— É um pouco irritante a forma como você me conhece tão bem. — resmungo e outra vez eu posso imaginar o seu sorriso.

— Droga, eles estão vindo. — avisa.


Passos apressados soam do outro lado da porta e eu prontamente levanto, esperando que entrem. A porta é aberta vagarosamente, como se a pessoa estivesse tentando não fazer barulho e então um rosto muito conhecido surge.


— Doc? — murmuro sem acreditar nos que os meus olhos estavam vendo — Você está vivo? Como isso é possível? 

— Shii. — pede entrando no quarto — Só vim trazer comida pra vocês e checar a Wynonna. 

— Você está com esses caras? Onde está Rosita? — pergunto vendo ele colocar a comida onde nós três possamos pegar.

— Eu tenho que ir... Não arrumem confusão, vou arrumar um jeito de tirar vocês daqui. — é a única coisa que ele diz antes de fechar a porta. 

— Seu amigo está com eles? — Costia pergunta depois de um tempo em silêncio. 

— Eu não faço a menor ideia, mas é o que parece. — digo sem saber bem o que pensar — Costia, eu não acho que a gente deva esperar por qual seja o plano dele.

— Eu também sinto isso. — a voz de Wynonna soa baixo, nos assustando — Se esses caras forem tão ruins quanto você e a emburradinha fizeram parecer, eu não acho que Doc está vivo porque eles foram gentis, se ele está vivo é porque está com eles.

— O que nós vamos fazer? — Costia pergunta.

— Primeiro passo, não coma a comida ou beba a água. — digo e ela solta uma risada anasalada.

— Parece que os ensinamentos do seu pai vão servir para algo, no fim das contas.

— Nem me fale. — faço uma careta.


✵✵✵


Nicole Haught 


Outra vez estávamos na estrada e agora o número de pessoas no grupo de resgate aumentou e agora eramos: Clarke, Waverly, Octávia, Echo, Roan, Raven, Anya, Eliza, Madi e eu. 


— Ok, onde eles levaram a Wynonna? — Anya pergunta para Eliza, já que foi ela quem correu primeiro.


Nós estávamos no meio da floresta, os carros estavam escondidos em meio as folhas e garranchos. E Anya queria ver exatamente todos os nossos passos, detalhes por detalhes. Pelo o que Roan havia contato, Anya tinha uma ligação muito forte com Lexa, a mulher havia sido a professora dela, a ensinou tudo o que ela sabe, segundo ele, Anya era uma espécie de segunda mãe para Lexa, a apoiou em meio a tudo o que havia acontecido com ela na tribo. A forma como Indra tinha gritado por ela tinha deixado bem claro o quanto ela confiava na mulher para trazer a filha dela de volta. 


— Então eu ainda estava seguindo eles até aqui, quando de repente eles sumiram. — Eliza aponta para o local.


Era um pouco mais afastado da estrada, e difícil de encontrar, a não ser que você esteja procurando por ele. O local era estranhamente limpo, como se fosse um caminho que era usado muitas vezes e isso parece ter chamado a atenção de Anya. Era como um beco sem saída, mas feito de rochas.


— Empurrem as pedras, mas com cuidado. — ela instrui depois de um tempo em silêncio, apenas observando o local.


Todos nós obedecemos e cuidadosamente colocamos nossas mãos nos lugares e começamos a empurrar o que aparentemente eram só pedras enormes no meio do nada, mas então Waverly empurra em algum lugar e uma rocha se mexe.


— Ótimo, empurrem. — Anya manda.


Eliza e eu vamos até a Earp, tomando o seu lugar. Juntas, Shapiro e eu empurramos a rocha para trás, abrindo caminho para uma espécie de túnel. Clarke pega uma lanterna e passa a nossa frente, iluminando o local, mas Anya toma a lanterna dela e assume a frente.


— Não conheço esse lugar, mas se ele fosse meu colocaria algumas armadilhas por aqui, então não sejam estúpidos. — a mulher fala seriamente.


Juntas, em fila indiana, entramos no túnel e só depois de fechar a entrada outra vez para não deixar suspeitas, começamos a seguir mais a fundo, tomando cuidado por onde andamos ou colocamos as mãos.


Notas Finais


A Waverly..... Huh
A Carmilla super ferrada, a Wynonna, Costia e Lexa super mega ferradas. Lexa ainda ama Costia!!!

E vocês não lêem Family! Ou lêem? Dêem uma chance para essa história incrível, não são casais famosos, mas são casais que eu amo e as imaginei com muito carinho, vão conhecer <3

Lavem as mãos e sem beijo na boca!

Bye!


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