História Runaways (Wayhaught) - Capítulo 4


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Categorias Carmilla, The 100, Wynonna Earp
Personagens Bobo Del Rey, Carmilla, Clarke Griffin, Doc Holliday, Laura, Lexa, Marshal Xavier Dolls, Nicole Haught, Waverly Earp, Wynonna Earp
Tags Clexa, Doc, Dolls, Eliza, Hollstein, Rosita, Wayhaught, Wynonna
Visualizações 43
Palavras 3.029
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Pra quem não conhece as duas mulheres de cima são as atrizes Elise Bauman e Natasha Negovanlis, as duas participaram da web série e do filme Carmilla.

Elise interpretou Laura Hollis e Natasha a própria Carmilla Karnstein.

Quem me segue no twitter sabe que eu ando meio viciada nelas kkkk

Capítulo 4 - 04


Fanfic / Fanfiction Runaways (Wayhaught) - Capítulo 4 - 04

"Segurança é praticamente uma superstição, não existe naturalmente, ninguém, seja criança ou homem que a experimentou completamente." - Helen Keller.



Quando Wynonna entrou no quarto que Nicole estava, mil coisas se passaram em minha mente. Principalmente a possibilidade delas estarem discutindo, mas quando a minha irmã saiu do quarto com os olhos e nariz avermelhados soube que tinha corrido tudo bem. Wynonna poderia ser a pessoa mais durona que eu conheço, mas ela ainda tinha um coração mole quando se tratava de mim.


— Precisamos checar todos os quartos fechados, não quero ser atacada por um vagante enquanto estou dormindo. — ouço Shapiro falando com Dolls e me aproximo deles.

— Eu posso ajudar? — pergunto.


Nós estávamos na área do pátio, sentados nos sofás velhos de couro que ocupam um pequeno espaço em frente a uma mesa de jantar que ainda tinha alguns pratos, talheres e copos em cima. O lugar todo parecia ter sido abandonado as presas e isso era o que mais acontecia no nosso novo mundo. 


— Por mim tudo bem. — Shapiro responde e saca a sua arma — Mas eu acho que todos nós deveríamos ir em duplas ou algo do tipo. 

— Para onde vamos? — Wynonna questiona descendo as escadas.


Minha irmã havia tomado banho e trocado de roupa, ela parecia muito melhor agora. Wynonna tinha pirado e gritado comigo quando eu voltei para o depósito, acho que eu nunca vi ela tão assustada em toda a minha vida, não depois da morte de Willa. Então acho que um banho foi perfeito para que ela esfriasse a cabeça.


— Checar se os cômodos estão limpos e que não tem mais nenhum zumbi. — explico e ela assente, caminhando até o sofá e se jogando nele.

— Divirtam-se. — fala e fecha os olhos.

— Você não vai ajudar? — Shapiro questiona incrédula e Wynonna nega — Sua...

— Ok, chega. — Dolls enfim se mete e puxa a loira para longe. 


Os dois seguem em direção aos cômodos que ficam no térreo, já eu subo para o primeiro andar em busca de alguém que quisesse me ajudar com as buscas. Antes mesmo de perceber o que eu estava fazendo, paro em frente ao quarto de Nicole. Ela tinha se fechado completamente depois que Dolls e os outros chegaram com informações sobre o grupo de amigas dela, sem falar de toda a cena sobre a sua mochila que já tinha deixado ela silenciosa novamente. Nicole claramente tinha perdido alguém, uma namorada, noiva ou esposa, isso tinha ficado bem explícito e pela forma como ela lidava com o assunto, o evitando ou fingindo que não tinha acontecido, acho que ainda é bastante recente.


— Haught? — bato na porta e espero por sua resposta. 

— O quê? — responde sem abrir a porta.

— Estamos fazendo buscas nos cômodos para ter a certeza que não tem mais nenhum caminhante... eu queria saber se você viria comigo. — mordo o lábio, me batendo mentalmente por ter ido até ela. 


Demora alguns segundos pra que ela enfim abra a porta e saía do quarto, em mãos a única coisa que ela carregava era a faca que tinha usado um pouco antes de entrar no mercado. 


— Ok. — passa por mim e começa a caminhar em direção as escadas que levava até o segundo andar. 


O jeito que ela andava era um pouco hipnotizante, a forma firme que pisava no chão, demonstrando toda a sua confiança, a expressão séria em seu rosto e as mãos fechadas em punhos, era tudo tudo muito atraente. Ela tinha toda aquela áurea de líder e mulher poderosa que com certeza chamaria minha atenção e eu até tentaria algo com ela antes desse caos todos.


— Então... você é Coronel mesmo ou apelido? — tento quebrar o gelo. 

— Sou. — responde sem me dar muita atenção. 

— Uau... — o fato que ela chegou a uma posição dessas era incrível.


Nicole checa a primeira porta e então entra no quarto, olhando todos os cantos do quarto e depois indo até o banheiro enquanto eu sigo em direção ao closet.


— Exército? — questiono e dessa vez demora um pouco pra que ela responda.

— Aeronáutica. — o tom cansado da sua voz faz com que eu me cale de vez. 


Abro a porta do closet, tomando um susto e dando alguns passos para trás, assustada com o caminhante que veio em minha direção, deixando escapar um grito assustado. Nicole sai do banheiro no mesmo instante e corre em direção ao morro vivo, mas parando assim que olhou bem para ele. 


— Droga. — murmuro ao vê-lo direito.


Era uma criança, um garoto mais ou menos de dez anos. Eu nunca tinha topado com uma antes, jamais apontei a minha arma para uma ou visto uma criança caminhante e pelo visto, Nicole também não. Mas ainda assim a Coronel segura a criança pelos ombros, a mantendo afastada de mim e então com a outra mão, ergue a sua faca e murmura alguma coisa para o morto vivo, e então em um golpe limpo, acerta ele, bem na cabeça, o fazendo cair em seus braços. 


— Vou levá-lo lá para fora, não saía daqui sem mim. — é a única coisa que diz antes de pegar a criança no colo e caminhar para fora do quarto. 


Mas ao invés de esperar que ela volte, sigo com ela para fora do quarto. Nicole caminha até o primeiro andar e então desce direto para o térreo, colocando o corpo cuidadosamente no chão. Na área estava, Rosita, Wynonna e Doc, observando o ato da mulher.


— Nós vamos queimar. — não diz para ninguém em específico, mas todos nós concordamos.


(...)


                 ✵ Leksa Kom Triku ✵ 


— Nós vamos morrer! É isso que vai acontecer se não sairmos logo aqui. — Clarke resmunga pela décima vez no dia.

— Bobo está desconfiado, mas Robin é o que tem nos mantido vivas. — Laura tenta tranquilizar, o que não sai muito bem como o esperado.

— É, porque vamos manter todas as nossas esperanças no cara que fode com Jeremy. — Carmilla resmunga para a namorada e eu aponto para ela, lhe dando razão. 

— Então nossa única saída é Nicole. — Laura murmura fechando os olhos, voltando a se deitar na cama. 


Quando decidimos ajudar Nicole a ferrar com o estoque número 1 do UCAD, nossa ideia era fugir com eles para longe da comunidade, mas na hora H foi preciso ficar para trás e garantir que ninguém os visse fugindo e se alguma do nosso grupo fosse com eles, as outras que teriam que lidar as consequências, então cá estamos.


— As vezes eu quase me arrependo de ter ajudado. — Clarke sussurra e eu olho incrédula para ela.

— Pois eu faria tudo de novo e de novo e de novo e de novo. — Carmilla e eu falamos ao mesmo tempo. 

— Nisso eu tenho que concordar com as kamikaze. — Laura diz e eu sorrio com o apelido  — Por quanto mais tempo nós iríamos continuar fingindo que as coisas que eles fazem não nos afetam ou que de certa forma não nos beneficia? É quase como se tivéssemos fazendo nós mesmas. 

— Huh, Robin está vindo. — Carmilla avisa e eu corro para desligar o rádio comunicador e esconder debaixo do colchão da cama.


Nós estamos em um dos quartos, esperando qualquer notícia de Nicole ou de algum do grupo dela, mas nada tinha acontecido. 

Não demora muito e o rapaz bate na porta, entrando logo em seguida. Robin pode não ser 100% a favor das coisas que o namorado e os outros faziam, mas ele também não era totalmente contra e nem tentava evitar, apenas tentava não se envolver, o que o fazia tão cúmplice quanto nós eramos. Esse tipo de coisa me fazia pensar até onde era preciso ir para cruzar a linha que dividia o certo e o errado.


— Bobo quer ver vocês. — avisa, mas não está olhando realmente para nós, seus olhos vasculham o quarto em busca de algo que possa nos incriminar. 

— Já estamos indo. — falo por todas e ele assente, saindo do quarto — Eu odeio esse cara!

— Você não é a única, amor. — Clarke resmunga e então levanta da cadeira, pegando as suas armas.


Nós outras também pegamos as nossas e seguimos para fora do quarto. O abrigo temporário era uma espécie de hotel velho, estávamos aqui desde que Nicole e seu grupo destruíram o nosso antigo, desde então Jeremy e um grupo seguiram para um condomínio um pouco afastado do centro da cidade, segundo Bobo, eles estão fazendo a limpa lá enquanto os outros estão em busca de mais coisas para levar quando formos nos mudar. Era a merda de um trabalho importante, nós somos provavelmente um dos maiores grupos que restou, pelo menos até alguns começarem a desertar depois do ataque, Nicole os assustou como o diabo, o que fez com que Jeremy e Bobo ficassem muito irritados e brigassem entre si e por isso Jeremy saiu em campo outra vez, coisa que geralmente os líderes não precisam fazer. Bobo o culpava por tudo o que tinha acontecido, mas isso não fazia com que ele não quisesse matar Nicole também.


O sistema de liderança da nossa comunidade poderia ser um pouco confuso, mas preciso. Bobo era o líder, Jeremy o seu braço esquerdo, isso... braço esquerdo. Todo mundo sabe que o braço direito do Bobo não ficava nos acampamentos, ele ou ela sempre estava por aí, resolvendo e fazendo coisas que ninguém sabia ou imaginava o que é, mas estranhamente ninguém perguntava sobre o assunto.


Não por muito tempo.


— O que será que ele quer com a gente? — Clarke questiona em um sussurro.


Nós andávamos pelo corredor em direção ao grande salão do térreo, lá era o local que Bobo escolheu para as reuniões em grupo ou as execuções dos traidores, categoria essa que nós estamos mais do que aptos a participar ultimamente. Mas nem sempre foi assim, quando chegamos ao UCAD fomos muito mais do que bem recebidos, roupas, camas e comidas é tudo o que um viajante sem esperança precisa, mas com o passar do tempo pudemos ver o quanto algumas coisas não deveriam ser como são, por exemplo: Jeremy se passar por um pobre homem que precisa de ajuda para roubar dos outros.


E a pior parte que ele não era o único a fazer o golpe e esse foi um dos motivos que nos fez ajudar Nicole, mesmo significando estar tirando os nossos mantimentos. 


— Eu não sei, mas é bom que você tenha uma ideia genial pra nos tirar dessa. — ouço Laura falar um pouco mais alto.

— Fale baixo, Creampuff. — Carmilla repreende, mas se aproxima dela e a abraça de lado — Nada vai acontecer com você, eu prometo.


Clarke e eu conhecemos Laura e Carmilla depois de chegar a UCAD, as duas já faziam parte do grupo do Bobo e foram as encarregadas de nos explicar e treinar de acordo com as regras da comunidade. De primeira foi possível ver o amor que elas tem uma pela a outra e o enorme senso de proteção de Carmilla com Laura, mesmo que ela nem sempre precise que a defendam. Era uma dinâmica um tanto engraçada de assistir, Laura tinha o senso de moral muito apurado, já Carmilla era completamente diferente, o que fazia com que a outra tivesse que colocar ela na linha a maior parte do tempo. Hollis era a mais afetada pelo estilo de vida da UCAD, mas já estava dentro o suficiente para não conseguir sair.


— Vocês são tão melosas. — aproveito a oportunidade de provocar as duas e aliviar um pouco a tensão. 

— Que merda. — sinto as unhas de Clarke perfurando o meu braço e olho confusa para ela — Jeremy está de volta.


E ele estava mesmo, bem ao lado de Bobo, como se fosse um Rei ou qualquer fantasia que ele tinha pintado de si mesmo. O homem tinha um grande ego, acho que os anos enganando as pessoas pelas rodovias tinha feito isso com ele, lhe dado confiança que jamais deveria ter ganhado.


— Ora, ora, ora... se não é o melhor time de caçadoras que eu conheço. — levanta da cadeira e vem até nós, cumprimentando cada uma — Clarke, você está cada vez mais... diferente. — olha para ela, sorrindo em deboche.


Clarke tenta se aproximar dele e lhe acertar, mas eu a seguro pelos braços. Se no nosso grupo tinha a rebelde Carmilla, a certinha Laura, também temos a impulsiva Clarke. A loira não conseguia aguentar nada calada ou muito menos ser envergonhada, ou o simples fato de tentarem a envergonhar.


— Vejo que ainda precisa da Lexa para te domar... — Jeremy sorrir e passa os dedos pelo cabelo da minha namorada que afasta a mão dele em um tapa, mas Jeremy não liga, apenas olha para mim — Você está fazendo um péssimo trabalho. 


Ele amava provocar a todas nós, acho que porque sabia que jamais teria a atenção que as caçadoras tem e a proteção que ganhamos por causa de Carmilla. O nosso grupo era encarregado das maiores viagens em buscas de recursos além da comida, o que os tornava difíceis e as vezes demorados de encontrar, mas quando achados eram muito úteis, sem falar do maior salário para usar na intercâmbio.


— Você não tem ideia do quanto está errado. — sorrio para ele, dando o meu melhor olhar irônico. 

— É sempre lindo ver vocês se reencontrando, mas acho que temos um assunto mais importante para resolver. — Bobo nos interrompe e aponta em direção aos sofás e cadeiras vagas.


Ainda sem saber o que esperar dessa reunião, nos sentamos um pouco separadas umas das outras, mas ficando de frente para Bobo, tendo alguns guardas próximos, nos observando. Jeremy se senta ao lado de Bobo, ganhando um olhar frio do homem, mas não se move.


— Eu fiquei sabendo que vocês quatro não estão felizes com o nosso jeito de viver. — Del Rey começa a falar, seus olhos indo de uma em uma, esperando as nossas reações — E fiquei sabendo que vocês andaram se engraçando para o lado da Coronel. 


Tentei ao máximo, mas meus olhos automaticamente foram em direção das meninas, eu precisava saber ou sentir se alguma tinha um plano. Carmilla olhava para ele com a mesma cara de "tanto faz", Clarke parecia irritada e Laura, ela olhava para as mãos da namorada que parecia apontar algo para ela. Jeremy sorria para nós, esperando o desfecho da cena.


— É um pouco insultante que você pense que eu iria te trair. — Carmilla resolve quebrar o silêncio.


Se quando nós chegamos Laura e ela já estavam aqui, quando Laura chegou, Carmilla já estava muito antes, nós não sabemos muito sobre essa história ou do porque de Bobo proteger tanto Carmilla, mas os boatos que rondam a comunidade é que a irmã dela e Bobo foram algo e desde a partida dela que ele tenta cuidar da Karnstein mais nova. 


— Eu não quero acreditar nisso, pequena... mas se for a verdade, eu sinto muito... mas dessa vez você vai ter que pagar. — o homem fala e eu quase posso sentir um pouco de remorso em sua voz, quase.

— Ok, então vamos conversar à sós. — Carmilla levanta e Laura segura a sua mão, desesperada. 


Carmilla olha firmemente para ela, era quase como se pudessem conversar atrás dos olhos. Laura enfim solta a mão dela e Carmilla se aproxima de Bobo, ficando frente a frente com ele.


— Você pode fazer o que quiser comigo e eu aceito sem lutar por uma condição. — fala seriamente e Bobo acena concordando — As três vão e... — um sonoro "não" vindo de Laura faz com que Clarke vá até ela e a segure — E eu fico com vocês. 


Bobo olha para nós três e então para Carmilla outra vez e solta um longo suspiro.


— Eu sinto muito. — diz e eu sinto uma pancada em minha cabeça, apagando.


(...)


— Lexa... — sinto uma mão gelada tateando o meu rosto e tento abrir os olhos — Leksa! 


Ainda sentindo uma forte dor de cabeça, abro os olhos e tento me sentar, sentindo tudo girando a minha volta. Tento descobrir onde nós estávamos e então um sacolejo me faz cair outra vez.


— Estamos em um caminhão, provavelmente indo para algum lugar onde vão nos matar. — ouço a voz sussurrada de Laura e tento me sentar outra vez — Eu, você e Clarke.  


Ao ouvir o nome da minha namorada, tento levantar e ir até ela, mas a dor em minha cabeça me faz sentar outra vez, ouvindo um longo suspiro de Laura.


— Ela está bem, apenas voltou a dormir. — responde despreocupada e eu respiro aliviada, mas então algo me vem a mente.

— Espera, onde está a Carm? — pergunto assustada.

— Eu não sei. — responde sem me olhar, apenas abraça as suas pernas.


Eu quase podia sentir a dor que ela estava sentindo ao falar essa frase, quase podia sentir o quanto estava doendo não saber se Carmilla estava viva ou não e eu com certeza não estaria muito diferente se Clarke não estivesse conosco. Mas não faria sentido nos separar da outra se fossem matar a todas nós, então no mínimo...


— Eu acho que ela está viva. — acabo dando voz aos meus pensamentos e ela me olha confusa — Você e eu sabemos que Bobo jamais machucaria a Carmilla e que com certeza não permitiria que fizessem isso então...

— Ela está bem. — suspira aliviada. 


Mas o alívio some assim que o caminhão para e o barulho das portas sendo abertas é ouvido. Laura puxa Clarke para os seus braços e tenta acordar ela, já eu levanto ainda um pouco tonta e me aproximo até Clarke e Laura, me colocando a frente das duas enquanto espero a porta ser aberta.


Notas Finais


Então... Como estamos?


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