História Runeterra: O Internato do Vazio. (INTERATIVA). - Capítulo 10


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Categorias League Of Legends (LOL)
Personagens Aatrox, Ahri, Akali, Amumu, Ashe, Aurelion Sol, Braum, Caitlyn, Cassiopeia, Draven, Ekko, Elise, Evelynn, Ezreal, Fiora, Garen, Gragas, Graves, Heimerdinger, Irelia, Janna, Jarvan IV, Jax, Jhin, O Virtuoso, Jinx, Karma, Katarina, Kayle, Kayn, Kha'Zix, Kindred, LeBlanc, Lee Sin, Leona, Lissandra, Lucian, Lulu, Lux, Miss Fortune, Morgana, Nidalee, Nocturne, Olaf, Orianna, Personagens Originais, Rakan, Riven, Sejuani, Shen, Sivir, Sona, Swain, Syndra, Taliyah, Talon, Taric, Tristana, Tryndamere, Twisted Fate, Vayne, Vi, Vladimir, Xayah, Xerath, Xin Zhao, Yasuo, Ziggs, Zilean, Zyra
Tags Fanfics Interativas, Ficção, League Of Legends, Lol, Magia, Mistério
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Palavras 2.579
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, LGBT, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shounen, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Pansexualidade, Sexo, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Mals o atraso ai e.e

Boa leitura pra vocês. No capítulo de hoje, abordaremos um pouco mais sobre a história dos Darkin e alguns acontecimentos que envolvem LeBlanc.

Capítulo 10 - Chapter VI: The Fall of the Darkin.


Fanfic / Fanfiction Runeterra: O Internato do Vazio. (INTERATIVA). - Capítulo 10 - Chapter VI: The Fall of the Darkin.



200 anos depois da queda de Shurima.


Antes de tudo acontecer em Shurima, houve os primeiros ascendentes, os chamados Solnatos. O primeiro da linhagem se chamava Aatrox, um grande guerreiro sem dúvidas, ele foi o primeiro a se curvar diante o Disco Solar. Se ascendeu numa forma linda, com asas, brilhantes como ouro, era encantador e atrativo de se observar. Após ele fazer o ritual, muitos ficaram maravilhados, e então foi a vez dos irmãos, todos se ascenderam, todos amavam eles, os admiravam e tudo mais, o povo da terra de Shurima considerava Aatrox um rei, até que certo dia, o ciúmes, e ganância de poder dos irmãos falaram mais alto.

 Shurima, 14 de Setembro de 1807 (Aatrox P.O.V).

Até o momento, estava tudo calmo. O clima era agradável, um sol que não incomodava e uma brisa que vinha das grandes montanhas de pedra invadiam a sala de meu palácio. Alguns de meus subordinados estavam, hoje, como uma companhia, ao invés de me servirem apenas. Nós conversávamos sobre variados assuntos, inclusive alguns mais insignificantes que raramente trato. Uma deliciosa uva... Sim, eu gosto de uvas. Era uma perfeita cor roxa, seu sabor invadia meu paladar de uma forma a qual me enfeitiçava por completo. 

Meus devaneios foram interrompidos por uma agitação na parte de fora de minha sala, meu trono. Pude ouvir passos pesados, bufadas de ódio e um barulho peculiar de metal, provavelmente, espadas. Eu abri um sorriso, eram eles, meus irmãos. Provavelmente, retornando de alguma batalha ou patrulha, talvez, treinamento. Meu sorriso se desmanchou no mesmo momento ao ver que não era isso, eles realmente demonstravam ódio. Todos eles, Varus, Rhaast, Zaahyn e El'Kaayn. 

- Aatrox... Creio que suas ordens inúteis não serão seguidas mais a partir de hoje. - Disse Rhaast. - Renda-se e será poupado, caso contrário, será uma batalha de quatro contra um e... creio que não serias capaz de aguentar tal combate, certo? 

- Olha... Devo dizer que suas piadas melhoram cada vez mais, meu irmão. - O respondi com um tom irônico. Fiz um sinal para duas de minhas concubinas e elas pararam com suas massagens, permitindo-me levantar. - Mas, chega disso. Nós temos assuntos para tratar hoje e... - Uma lâmina... A Foice de Rhaast, sobre meu pescoço? Eu estava confuso, o olhar de ódio que ele aplicava apenas em seus inimigos era derramado sobre minha face, isso doeu bastante em meu coração.

- Isso não é uma piada, seu tolo... Suas ordens estúpidas estão causando desordem no campo de batalha, sem contar que sua falta de importância com estratégias mais agressivas estão nos tomando muito tempo. - Minha espada é jogada para mim, por Varus. Eu a empunhei já entendendo que não haveriam mais diálogos, eu teria que lutar. - Hoje, você morre, Aatrox! 

Depois disso... Bem, guerra. Naquele palácio, apenas cinco espadas se beijaram sob a luz do sol. Mas todos sabiam, inclusive os dois batalhões de reforços, tanto deles, quanto o meu, sabiam que muito sangue ainda seria derramado.

Dois anos depois, Bel'Zhun. 


Já se passavam dois anos, e a guerra ainda não cessava. O antes perfeito céu azul com suas linhas de areia que era um dos símbolos de Shurima, agora estava vermelho de tanto sangue derramado. Nos céus estavam os 5 irmãos lutando entre si, só víamos reflexos de armas se chocando. Era um ciclo vicioso por guerra; eles paravam de lutar, se recuperavam e lutavam de novo. Os humanos na terra, iam morrendo com o impacto dessa briga infinita.

Um dia eles deram uma trégua nesse maldito ciclo. Mesmo que por um dia, o velho cavalheirismo entre eles pertencia, e eles puderam voltar aos seus respectivos santuários. Aatrox voltava exausto, porém imponente, ao seu santuário. Havia muito sangue em sua armadura e em sua espada, mas seu semblante não demonstrava nada mais nada menos do que uma determinação invejável por muitos. Ao adentrar em seus domínios, ele avista Miysha, e já preparou sua mente para um falatório.

- Tantos já morreram nessa guerra sem fim... Já parou pra pensar? Vocês conseguiram matar mais de sua própria espécie do que seus próprios horrores abissais. É um tanto... macabro, não concorda?

Miysha era uma garota jovem, tinha apenas 20 anos, mas suas palavras já portavam uma experiência de alguém com pelo menos 100 anos de idade. Seus olhos castanhos claros, suas curvas sinuosas e chamativas e seu cabelo levemente cacheado e totalmente negro a davam uma beleza encantadora, como de uma deusa shurimane. 

- No momento em que Azir caiu, uma guerra entre os Solnatos era inevitável. Sem ele, nossa ambição era grande demais para qualquer um de nós assumir a liderança. Tantas visões de como o futuro deveria ser, mas todos nós estamos separados demais para planejar um futuro. - Disse Aatrox deixando sua espada encostada em um canto qualquer. 

- Então a diferença entre vocês e os mortais é ínfima, correto? - Respondeu ela. 

Aatrox sentiu seu sangue quente pela raiva correr por todas as veias do seu corpo. Outrora, sua espada já estaria manchada pelo sangue dela, mas ele se acalmou. Afinal, ela estava certa. Aatrox não se lembrava quando Myisha começou a trabalhar para ele, eram tantos humanos; as vidas dos mortais para Aatrox eram efêmeras, uns nasciam, outros morriam, mas Myisha chamava muito atenção do Grande ser. Sua insolência desafiadora era parte disso, mas havia algo mais. Ela tinha uma compreensão da mente dos mortais que ele e sua espécie perderam desde o momento em que trocaram sua humanidade por um poder maior.

Eras se passaram, desde a última vez em que Aatrox pisou nas areias de Shurima como um ser humano, ele mal conseguia lembrar das sensações de um mortal.A magia antiga e a forja do Disco do Sol o transformaram, recriando a matéria crua da sua carne mortal naquela de um deus. Um deus falho e fragmentado, mas ainda divino.

Ele então levantou a magnífica Chalicar, a arma de quatro lâminas, ele sentiu o prefeito equilíbrio de suas extremidades letais, mais que isso, sentiu o peso da expectativa que ela trazia. Ele suspirou e a colocou na cinta que tinha nos ombros antes de seguir mancando em direção a Myisha.

Mesmo encurvado pelos estragos do tempo, e por antigas feridas antigas, Aatrox ainda era mais alto que ela. A guerra dos Sonaltos - apesar de outros chamarem de A Guerra do Deuses, ou apenas a Guerra dos Darkin. 

Sua minúscula mão tocou a palma da gigantesca mão de Aatrox. Eles se encaravam cara a cara, olho a olho. 

- Você ainda é um deus, Aatrox. - A maga toca o rosto de Aatrox, desenhando as linhas perfeitamente com sua mão. - Faça-os lembrar de quem você é, não abaixe sua guarda para nada...

- Mas... E se eles não me escutarem? - Disse o guerreiro. Um sorriso sarcástico e malicioso se abriu no semblante da jovem.

- Simples... Mate-os! - Disse ela, por fim. Miysha se retira da presença de Aatrox, ele se manteve pensativo por algumas horas até que teve uma ideia; uma reunião. 

***

Dois dias depois, como marcado para tal reunião, todos os convidados já estavam presentes nos aposentos de Aatrox. Eles estavam em uma sala de jantar especial, um enorme e apetitoso banquete se apresentava diante deles, que aguardavam Aatrox para o início da mesma. Não demorou muito para que ele aparecesse, mas os olhares a ele não eram nada receptivos. Olhares que um dia já o abordaram com paixão e ternura, agora não demonstravam nada mais nada menos que nojo e desprezo. O olhar de Syphax ofereceu compreensão. O de Zigantus irradiava desgosto. O de Xuuyan queimava com claro desprezo. O rei-guerreiro de cabeça de tartaruga cuspiu no chão enquanto Aatrox mancava na direção do centro do salão. Shabaka e Shabake, os oráculos gêmeos de penas de corvo, sequer olharam para ele. Valeeva observou Aatrox com o mesmo desdém arrogante. Cebotaru, o Lobo, andava de um lado para o outro, impaciente para terminar com essa 'reunião' inútil, Dentre todos eles, Cebotaru era o mais provável a quebrar a guerra sangrenta. Naganeka de Zuretta observava de dentro do seu capuz, envolta em longas vestes escamadas que envolviam a extensão de seu corpo enrodilhado.

Somente Enakai ofereceu respeito. Ele se aproximou, sua pele marcada por novas e vívidas listras laranjas e pretas. Enquanto Aatrox estava retorcido e encurvado, Enakai vestia sua idade avançada com orgulho, com olhos ainda claros, e uma força ainda não quebrada por longos períodos de guerras. Tempos atrás, os dois subiram os degraus dourados do disco solar juntos, um segurando a mão do outro, enquanto a luz intensa os impregnava com poder celestial. Enakai segurou a pata de Aatrox na sua. Nada mais precisava ser dito. O equivalente a muitas vidas de experiência, alegria, perdas e corações partidos estavam contidos na troca de nomes. Eles foram seres criados como deuses. Palavras sem consequência estavam abaixo deles.

Os olhos de Enakai se estreitaram ao ver a arma nas costas de Aatrox. Ele abriu a boca para falar, mas Aatrox deu uma sacudida imperceptível com a cabeça.

“Eu espero que você saiba o que está fazendo" -  murmurou Enakai, voltando ao seu lugar.

Aatrox respirou fundo; ele ensaiou por horas esse momento ,compreendendo que uma única palavra poderia terminar com tudo antes que sequer começasse. Seus irmãos eram deuses-guerreiros, e todos tinham a arrogância altiva e o temperamento explosivo comuns a seres de tal ego.

     - Irmãos e irmãs! -  Ele disse, as acústicas criadas por magia carregando suas palavras por todo o anfiteatro. - Um encontro dos Solnatos como esse não ocorre desde a escolha dos mil à frente das muralhas de Parnesa.

Ele viu pessoas assentindo silenciosamente, aquela memória vívida acordando brasas fracas nas suas almas sobre quem eles foram um dia.

- Eu olho em volta, e vejo poder. - ele continuou, cada palavra cheia de paixão e convicção. - Eu vejo deuses onde outrora andaram mortais—seres de aspecto nobre, poderosos e dignos de devoção. Alguns dizem que nossa antiga irmandade está dividida. Eles usam a língua antiga para nos chamar de darkin, mas ver vocês aqui mostra a mentira dessa palavra! - Aatrox pausou, deixando que os elogios o envolvessem. Seriam vazios para a maioria, mas corais de súditos torturados cantavam louvores dia e noite para eles... sob ameaça de morte.

Mas seria o suficiente para agradar alguns, permitindo que o resto fosse convencido.

- Venho nessa reunião hoje, lhes pedir paz, sem guerras, apenas e somente paz. Eu estou exausto dessa briga idiota, estou cansado de tudo isso. 

    - Ora, ora... Você prega palavras de paz, mas possui uma Chalicar em suas costas. Diga-me, Aatrox; isso não é um tanto quanto contraditório? - Perguntou Zigantus com um tom irônico, tendo alguns risos atrás de si. - Calma é algo que realmente não desejo ter nesse momento, tendo um traste inútil como você em minha frente. 

- Acalme-se irmão, por favor. 

- EU JÁ DISSE QUE NÃO VOU ME ACALMAR! SUAS PALAVRAS SÃO FALSAS AATROX! ASSIM COMO O PROPÓSITO AO QUAL CARREGAS ESSA ARMA, QUE INCLUSIVE, DEVERIA SER TIRADA DE VOCÊ IMEDIATAMENTE! 

Nesse ponto, toda a cortesia de Aatrox se foi. Suas palavras foram em vão em sua concepção. 

- TENTE TIRÁ-LA DE MIM! - Armou sua guarda. 

No momento em que Aatrox falou isso, entregou a chalicar a Myisha. Ela foi rapidamente se encontrar com LeBlanc pois já tinha previsto tudo que iria acontecer, não iria ter jeito, elas terão que selar Aatrox numa arma, e matar todos os outros restantes junto. Ao se aproximar de LeBlanc a mulher tirou seu capuz, seu olho tinha um risco em baixo, como um rosto de guerra. 

- Não houve jeito... Nós teremos que sacrificar a vida de Miku? - Disse ela com uma voz de desânimo.

-  Sim, LeBlanc. Nós vamos ter que fazer isso, você sabe que só você e ela são capazes de fazer isso, só você tem o poder, e só ela tem o sangue puro de uma bruxa sagrada antiga. 

- Certo. Eu vou criar uma prisão no meio do ritual e prendê-la, se eu contasse para ela, que iria sacrificar a vida dela, ela com certeza se negaria, e eu acho certo ela se recusar. Mas é para um bem maior... Eu só... é uma pena. - Respondeu. Miysha se aproxima e coloca suas mãos nos ombros de LeBlanc, seus olhos se encontraram. 

- Vai dar tudo certo, você me entendeu? 

- Sim... 

***

Enquanto Aatrox levava seus irmãos para o lugar aonde iriam fazer o ritual, LeBlanc ia convencendo Miku a ajuda-la na magia.

-  Miku, por favor, a gente precisa da sua ajuda, você sabe que se a gente não derrota-los agora, eles irão dominar o mundo com sangue, eu não tenho energia suficiente, eu preciso de você! - Disse LeBlanc com pressa, Miku demonstrava uma face melancólica e despreocupada.

- Tá. Mas, eu não prometo dar tudo de mim. Pouco me importo com este mundo. 

Poucos sabiam, mas Miku tinha uma magia tão forte, que ela conseguiu criar um portal para outro mundo, aonde ela sempre ia com sua amiga, LeBlanc, que ficava admirada com seu tamanho poder.

(...)

Já no santuário, as grandes magas, ou melhor dizendo, Miku, LeBlanc e myisha já estavam posicionadas e com o campo de magia feito para prender os Darkins, assim que os quatro primeiros entraram, Myisha enfiou as 4 pontas da Chalicar neles, que logo grunhiram de dor. Elas começaram o ritual para selar os outros, mas havia um porém, Aatrox não sabia que também seria morto. Quando ele entrou no círculo, e sentiu suas Asas ficarem presas e gritou.

- POR QUE EU ESTOU PRESO? VOCÊ DISSE QUE A MAGIA SE CONCENTRARIA EM MEUS IRMÃOS, POR QUE EU ESTOU PRESO? - Esbravejava Aatrox sentindo suas asas ficarem cada vez mais presas. 

-  Me desculpa, Aatrox, mas você também é uma ameaça. Mas não se preocupe, não iremos te matar, eu serei bondosa com você, apenas irei te selar numa espada! 

 - MIYSHA, EU VOU TE ACHAR E DILACERAR TODO O SEU COR... - Ele não conclui sua frase. Seu corpo foi completamente sugado para dentro da espada, dando um fim ao lendário Aatrox.

(...)

- Estamos quase lá, fiquem firmes! - Disse LeBlanc se aproximando de Miku por suas costas. Ela dá um impulso em Miku a jogando em meio a tudo. 

- LeBlanc? P-por que fez isso? ME TIRA DAQUI! - Dizia ela desesperada, tentava se libertar mas era impossível. 

- É necessário, Miku. Você precisa morrer para que o sacrifício seja completo. - Respondeu Miysha. 

Aatrox consegue quebrar a magia pela última vez, fazendo com que sua voz saísse novamente da espada.

- EU NÃO SOU UM MONSTRO! VOCÊ SIM É, SUA BRUXA ESTÚPIDA! EU VOU TE ACHAR, EU VOU! - E tudo se cessa por fim.


E assim foi feito. Ao final de tudo, elas estavam exaustas. LeBlanc chorava incansavelmente pela morte de sua amiga, e nesse choro, desceu uma lágrima de fogo em seus olhos que queimou sua pele, e rasgou um pouco sua pele, a deixando com uma cicatriz roxa que ficaria permanentemente sobre sua face. Miysha ficou por horas ao lado de LeBlanc, tentando a consolar mediante ao acontecimento que a fazia derramar tais lágrimas. Elas levaram a espada para o porão da grande escola. 

Mas havia algo que elas não sabiam, na verdade, ninguém sabia. A alma de Miku não havia sido selada... Miku se tornou um fantasma.



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