História Running Away - Capítulo 12


Escrita por:

Postado
Categorias Once Upon a Time
Personagens Emma Swan, Regina Mills (Rainha Malvada)
Tags Swanqueen
Visualizações 225
Palavras 1.462
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 12 - Thelma e Louise


Fanfic / Fanfiction Running Away - Capítulo 12 - Thelma e Louise

Não existe cedo ou tarde, não existe tempo certo ou errado. As coisas acontecem quando têm que acontecer, cada uma no seu tempo e nada por acaso. Bem. Era isso que Regina repetia para si mesma.

Ela pensava que a sua cota de erros tinha acabado, afinal, o que mais poderia acontecer? Qual situação que ela iria se submeter e então se arrepender? Na sua cabeça, já tinha passado por tudo, já não tinha mais nada para acontecer, só que a vida lhe pegou de surpresa, e de repente lá estava ela, se apaixonando, errando de novo, fugindo da razão. Ela não queria, e não podia. Algo dentro dela dizia que, amar Emma Swan não acabaria bem. Contudo ela não conseguia ignorar, seu coração não escondia, mesmo que ela tentasse, isso era inegável, ela tinha esse sentimento e não podia explicá-lo.

Olhou para Emma que dirigia tranquilamente, mesmo que a mais de cem por hora. Ela já havia se acostumado. Connecticut já havia ficado para trás há dias. Junto com as lembranças do pesadelo vivido lá. Estudou o mapa de navegação, Maryland estava cada vez mais próxima.

- tem um posto à cinco quilômetros daqui. - informou. - depois disso, mais três quilômetros e estaremos em Maryland.

Suspirou aliviada.

Emma estacionou em frente ao posto, disfarçada com boné e óculos escuros a morena observou o lugar.

- precisa de algo?. - a loira perguntou a apontando para a conveniência.

- batata frita e refrigerante.

Respirando fundo a morena caminhou até o telefone público que havia disponível no posto. Rezando para que alguém tivesse deixado um cartão. E sim, para sua sorte havia um. Enquanto olhava ao redor, a morena travava um conflito interno, ligar ou não. Criando coragem, discou o número. Que foi atendido no terceiro toque, contudo ela nada disse, a coragem havia se esvaido.

- Regina?!

A voz dura e imponente ecoou em seu ouvido, a fazendo perder a estrutura.

- eu sei que é você.

Ouviu e sentiu as lágrimas caírem como cachoeira em seu rosto, enquanto soltava soluços desesperados.

- oh Regina! Por que você foi tão fraca? Você é exatamente como seu pai, uma inútil sentimental. Garota estúpida. Para mim, você está morta. Não ouse me ligar mais, eu não tenho e nunca tive nenhuma filha.

Finalizou a ligação.

Por mais que esperasse aquilo, Regina não estava preparada. Era sua mãe. E independentemente de qualquer coisa, ela ainda à amava. Um pouco menos, mas ainda amava.

Enxugando as lágrimas por baixo do óculos escuro, voltou para o carro. Onde Emma aguardava. Entraram no carro e seguiram viajem.

- se dirigirmos a noite inteira, chegaremos em Annapolis no final da tarde de amanhã. - sugeriu. - nos poderíamos dormi num motel. E no outro dia procurar a casa de praia da Ruby. O que acha?

- eu acho que você está se transformando numa ótima fugitiva. - brincou, mantendo os olhos na estrada. - é uma ótima ideia magrela.

×××

Regina se jogou sobre a cama de motel sentindo seu corpo relaxar. Nunca havia dirigido tanto em sua vida. Depois de quase um dia inteiro, elas finalmente haviam chegado em Maryland. E no dia seguinte seguiriam para Annapolis, e procurariam a casa de praia herdada por Ruby. Logo Emma chegou, e assim como a morena, se jogou na cama. Entregando aquilo que seria o jantar delas.

- isso foi o mais saudável que encontrei. - salada de frango e legumes, foi o que Regina encontrou no recipiente plástico. - e para mim. - tirou da outra sacola um enorme hambúrguer de fast food.

- com que nome você nos registrou?. - perguntou devorando sua salada.

- Thelma e Louise. - mordeu o lábio, com cara de sapeca.

- Emma... eles não são tão burros.

- bem, a recepcionista pareceu acreditar. - deu de ombros e começou a comer. - eu sou a Thelma.

- porquê?

- porque sim, oras.

- não mesmo, eu sou a Thelma. Eu super me pareço com a Thelma. - argumentou. - você é Louise, e pronto.

A loira quis protestar, contudo Regina lançou um olhar intimidador, fazendo-a recuar.

- eu adoro esse seu lado mandão. - Emma disse com uma voz sensual.

A morena mordeu o lábio fechando as pernas ao sentir seu sexo pulsar. Elas estavam a alguns dias sem transar.

- E... - Emma largou a comida, e Regina fez o mesmo, e como uma felina foi até a loira, sentando em seu colo. - sério? Você gosta quando estou no controle?. - sussurou, e mordiscou os lábios finos, enquanto uma das mãos paravam entre os cabelos loiros.

- sim, Você conhece alguma morena sensual, com pernas longas, seios tão grandes que me façam salivar só de pensar neles, e traseiro avantajado? - sua voz assumiu um timbre grave que deixou Regina tonta de tesão e precisando do seu toque.

- Hum... eu posso pensar em alguém. - sussurou, usando o tom sensual e rouco que ela sabia que deixava Emma maluca.

A loira gemeu.

- eu quero você Emma Swan. - encostou Emma a cabeceira, capturando seus lábios, num beijo urgente.

Em segundos as roupas estavam no chão, a a morena deslizava a língua por cada pedacinho do corpo de Emma, a deixando louca de tesão.

- porra magrela, isso está me deixando louca mesmo. Eu preciso de você aqui magrela, mais embaixo. - ela gemeu mais uma vez, quando Regina deslizou a língua para sua buceta, chupando ferozmente.

Arrepios de prazer ondularam ao longo da sua coluna, enquanto Regina continuava implacável em sua vagina. Subindo, a morena enfiou os dedos na boca de Emma, que prontamente os chupou, então lábios quentes e úmidos de Regina tocaram brevemente os seus. A loira gemeu sentindo Regina se afundar dentro dela e mordiscar seu lábio inferior. Retribuindo o gesto, ela mordiscou o lábio superior, puxando-o para o calor úmido da sua boca. Elas haviam criado esse hábito de brincar antes de chegarem à parte boa.

Regina lhe apertou ainda mais, diminuindo o ritmo frenético dentro de Emma, que entorpecida pelo prazer abriu a boca para protestar e então Regina mergulhou nela. Sua língua não era hesitante. Não, aquele era o beijo de uma amante que sabia quando dar e quando tomar. Uma parceira de dança familiar. Ela moveu a mão até sua cintura, circulou ao redor da sua bunda, colando a buceta contra a sua, roçando o corpo contra ela. Seus movimentos e a maneira como Regina lhe tocavam estavam alimentando o caminho do seu cérebro até o centro do prazer. Não pode evitar. Gemeu.

Regina levou as mãos e segurou o cabelo liso, puxando-a. E então tomou sua boca, Degustando, provocando, apreciando a exuberância e se sentindo entorpecida com o toque furtivo da sua língua contra a de Emma.

- sua cachorra gostosa. - Emma disse contra sua boca.

A morena gemeu, e ondas de calor encheram seu corpo, lhe incendiando. Seus olhos se fecharam enquanto ela se esfregava sobre Emma, ficcionando suas bucetas.

- oh céus magrela. - gemeu se entregando ao orgasmo.

Dentro de sua nuvem de luxúria, Regina continuou. O suor escorria pelo seu corpo, umedecendo o cabelo quando ofegou, gozando. E caiu sobre Emma, que a apertou contra seu corpo, escondendo o rosto em seu pescoço. E fechou os olhos, sentindo o cheiro maravilhoso de somente Regina tinha.

- eu adoro seu cheiro magrela. - seus lábios roçavam de leve na orelha e no pescoço, deixando Regina arrepiada. - adoro o seu corpo. - mão que estava na sua cintura havia passado para a curvatura do seu quadril, apertando-a cada vez mais e lhe deixando maluca. Então Emma lhe encarou com seu olhar intenso e perturbador. - adoro seu beijo. - Ligeiramente ofegante, Regina passou a língua pelos lábios ressecados. A loira inclinou a cabeça e encostou sua boca na dela. - eu estou completamente viciada no seu beijo, no seu corpo, no seu cheiro. Estou completamente viciada em você. - Regina ficou impressionada com a firmeza das palavras ditas contra seus lábios. Suspirou, e a língua de Emma entrou na sua boca, sentindo seu gosto em longas e deliciosas lambidas. Era um beijo confiante e habilidoso, com a quantidade ideal de agressividade para lhe deixar morrendo de tesão.

Mas, de um momento para o outro, a loira se afastou, ficando em pé imediatamente. Enquanto Regina permaneceu lá, ofegante e molhada, pronta e desejosa. Foi quando percebeu porque Emma havia reagido de maneira tão abrupta.

Havia alguém atrás dela.

Horrorizada com a súbita intromissão da sua privacidade, Regina levantou apressadamente enquanto Emma já havia vestido suas roupas. Ela precisou de alguns segundos intermináveis de pânico para perceber que Emma e ela não estavam sozinhas no quarto.

Apavorada, ela sequer conseguia se mover.

- até que enfim te encontrei, minha digníssima esposa.




Notas Finais


Então?! Gostaria de saber, sobre sua teorias pro próximo capítulo.
Até mais.
❤💛


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...