História Running Away - Capítulo 13


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Categorias Once Upon a Time
Personagens Emma Swan, Regina Mills (Rainha Malvada)
Tags Swanqueen
Visualizações 259
Palavras 1.618
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 13 - Fugindo


Fanfic / Fanfiction Running Away - Capítulo 13 - Fugindo

Regina gritou com a sequência de chutes deferidos em Emma. Observou o local avermelhado e inchado em seu tronco esticado. Percorreu os olhos pelos seus braços esticados, seguindo o olhar até as algemas que a prendiam pelo pulso, no cano de ferro deitado horizontalmente da cama. Seu corpo balançava com o impacto dos chutes, os seus pés descalços. Podia observar seu diafragma movimentando-se rapidamente, pela respiração rápida. Somente a calça e uma camisa cobriam-lhe o corpo. O resto Regina podia ver perfeitamente bem.

- quando este generoso rapaz me ligou. - apontou para August que segurava Regina. - me dizendo que tinha lhe encontrado. Eu não acreditei. Depois você liga para sua mãe, deveria saber que os telefones estariam grampeados. Como você é burra Regina. Sempre foi.

- se vai me matar, faça logo. - observou o homem se aproximar de Emma novamente.

- matar?. - chutou novamente o mesmo local inchado, em suas costelas. - eu tenho outros planos para você. - mais um chute, e Emma estremeceu, agonizando de dor.

Os olhos de Robin caíram sobre Regina, notando seu desespero ao se aproximar de Emma.

- então. .. - ele abriu um sorriso de escárnio. - Tudo isso é sua culpa.

- não conseguirá me fazer sentir remorso pelo que fiz, se é o que pretende.

- Não quero fazer sentir remorso, quero que sofra. - se aproximou da ex-esposa. E tateou o seu corpo, coberto somente por uma blusa e uma calcinha. - você será boazinha, e fará tudo o que eu quero.

- ela não irá fazer nada. - Emma gemeu no chão quase sem voz.

Robin arqueou uma das sobrancelhas.

- eu vou te matar.

- E eu quero que você se cale. - dessa vez, chutou com a parte frontal do pé no centro de seu tronco, pouco abaixo do peitoral, exatamente onde ficava o diafragma. Emma arfou, passando a tentar buscar o ar desesperadamente pelo impacto. Isso daria a Robin alguns minutos de silêncio. - Agora, está melhor.

- eu faço qualquer coisa. - gritou Regina desesperada, olhando a loira no chão. - o que você quiser Robin, mas deixe Emma viver.

O homem esboçou um leve sorriso.

- devo admitir que está muito bonita. - disse com um leve tom de malícia ao sorriso no canto dos lábios. - ela é uma bela morena, não é mesmo August. - o homem assentiu, ainda segurando Regina. Então Robin tirou do bolso uma pequena lâmina e deslizou pelo pano da fina blusa que ela usava. - August, a leve para o quarto ao lado. - Robin ordenou.

- e Emma?

Regina engoliu em seco, fitando a lâmina em sua mão.

O homem exibiu com sorriso maligno.

- não é ela que eu quero.

No quarto ao lado, Robin pressionava a lâmina contra a pele exposta da morena, arrastando-a para fazer um corte superficial na lateral do seio. Regina tentou ficar calada no início. Mordia o lábio com força enquanto o homem deslizava a lâmina afiada pela sua pele. Podia sentir a tensão em seu braço enquanto ele estava “rabiscando” sobre a lateral do seu corpo. Ele não afundava a lâmina verdadeiramente, Robin queria tortura-la.

- Pare, pare, pare!. - ela gritou, tentado desamarrar o nó que prendia sua mãos. - diga o que quer.

- eu quero você. - piscou para ela.

- nunca...

- ou isso, ou a loira morre.

- tudo bem. - mumurou sentindo seus olhos queimarem.

Robin tirou o nó, libertando suas mãos para depois liberar sua ereção. Fechando os olhos, Regina viajou para longe, muitos anos antes. Ela já havia transado com Robin, e sabia quais eram seus pontos fracos. Ela respirou fundo, sentindo as primeiras estocadas. Invertendo as posições, montou sobre o ex-marido, mantendo o ritmo intenso e acelerado sobre ele, que logo gozaria. Contudo ela sabia seu ponto fraco, afinal haviam sido muitos anos ao seu lado. De olhos fechados e totalmente entregue a sensação de ter Regina sobre si, o homem sequer percebeu quando a lâmina foi retirada de sua. A única coisa que sentirá foi quando a navalha fria foi enterrada em seu peito, o fazendo cuspir sangue. E de novo, e de novo.

Saindo de cima do homem, a morena esboçou um sorriso malicioso. Então se vestiu, e vasculhou o quarto a procura de uma arma.

Sorriu ao encontrar uma pistola debaixo da cama, talvez fosse o plano B de Robin. Ela não sabia ao certo qual o sentimento que lhe dominou, no momento em que passou pela porta e viu August de pé, bem ali, ao lado da porta de outro quarto. Onde haviam deixado Emma. Ela o encarou com os olhos arregalados, enquanto segurava a arma em uma das mãos.

- seu filho da puta... - a frase ficou no ar, quando o espaço foi preenchido pelo som estrondoso de dois disparos, que acertaram a perna e abdômen do homem, que mesmo com dificuldade correu para os fundos do motel.

Lançando-se porta afora, seguindo o rastro de pegadas fundas que cobriam o chão de terra. Regina seguia o homem, que corria com dificuldade, pôde perceber o tecido de sua roupa molhado e pegajoso, deixando rastros discretos de pequenas gotículas vermelhas.

- pare bem aí, ou eu atiro!. - gritou, destravando a alavanca da arma. August parecia indeciso, mas a obedeceu. - as chaves da algema.

August permaneceu de costas, levou a mão até o bolso, retirando a chave, a jogando no chão. Regina podia observar o movimento rápido de subir e descer de seus ombros. Mexeu no gatilho novamente, de forma que ele pudesse ouvir, enquanto encarava suas costas.

- Emma não precisa saber. - August arfou, e Regina apontou o cano do revólver na sua direção. Os sons dos disparos foram curtos, fazendo o corpo sem vida do homem dispencar no chão.

A morena correu para o quarto do motel, encontrado Emma algemada a cama.

- o que você fez?. - perguntou observando as mãos ensanguentadas de Regina, que não disse nada, apena libertou as mãos de Emma.

- você está bem?. - perguntou inspecionando o corpo da loira.

- magrela para. - levantou. - você está coberta de sangue. - Regina nada disse, apenas seguiu para o banheiro.

Voltando minutos depois, limpa e de roupa trocada. Encarou Emma, que permanecia sentada na cama.

- o que aconteceu lá?.

- nada. - sussurrou, sem coragem de olhar Emma nos olhos. - fiz o que tinha de ser feito.

- transou com ele?

Ela não respondeu, observou a roupa de Emma suja de sangue, e um enorme corte sobre seu rosto, caminhou até o banheiro pegou uma toalha. Apoiou uma garrafa de água sobre o criado-mudo, e segurei em uma das pontas do pano, retirando as manchas de sangue de seu rosto. O rosto da loira estava de um vermelho vivo, e ela respirava fortemente, mexendo também os ombros. Encarando Regina com os olhos avermelhados.

- transou com ele?. - Emma voltou a perguntar.

- que diferença faz, ele está morto.

- transou com ele?. - Emma usou o fôlego que ainda tinha para gritar. A morena assentiu. - vadia.

- você poderia está morta agora. - se afastou.

- vá a merda. - Regina pôde ver sua expressão de ódio. - você ainda é uma vadia, filha da puta.

A morena jogou a toalha no chão, lançando a água contra Emma, antes que ela pudesse falar mais alguma coisa. Emma se afogava involuntariamente, tossindo com dificuldade. Quando abriu os olhos se assustou por Regina estar tão próximo. Mas não deixou transparecer, Regina se declinou sobre ela, de modo que pudesse aproximar de seus lábios, o suficiente para sentir sua respiração quente rente aos seus.

- Emma... - murmurou calmamente, aproximando mais os seus lábios. - Não fala nada.

Regina deslizou sua língua por entre os lábios finos de forma invasiva, porém ela não permitiu, se afastando.

- Emma. .. - viu a loira pegar suas coisas no chão e jogar dentro da mochila. - o que está... está fazendo?

Emma deu com os ombros.

- Emma...

Observou a loira jogar a mochila nas costas, guardar a arma no cós da calça.

- Emma, por favor. .. - pediu aos prantos numa súplica, porém a loira não escutou e cruzou a porta sem olhar para trás.

Ela havia lhe abandonado.

Contudo não teve tempo de chorar, ao longe escutou as sirenes da polícia, apressada recolheu suas coisas do chão e a arma que pegará de Robin, jogando na sua mochila e saiu do quarto. Fugindo pelos fundos.

Regina já não sabia onde estava, havia passado o resto da noite andando, fugindo. E nenhum sinal de Emma, os raios de sol queimavam sua pele. Sentiu seu corpo perder as forças, e a visão turva. A lateral do seu corpo ardia devido aos cortes feitos por Robin. Ela não coseguia mais, sentiu a cabeça rodar. Desmaiando na beira da estrada.

Regina levantou o tronco de uma vez, sentindo a cabeça rodar com o movimento brusco. Passou a mão nos olhos por um momento, enquanto leves flashes me vinham à mente. Os puxões de cabelo, arranhões, gemidos de dor, e Emma... sem noção alguma de onde estava. Podia ouvir as vozes ao fundo, percebeu que estava em movimento, então - uma brusca freada a fez bater contra a parede, gemendo.

Ela estava em  trailer.

Podia ouvir os sussurros, após algumas tossidas baixas. "Ela acordou" alguém falou ao longe.

De repente dois grandes olhos azuis curiosos invadiram seu espaço pessoal.

- Zelena, ela acordou. - a moça de cabelos castanhos e rosto angelical gritou.

- tudo bem Belle. - uma ruiva alta de olhos azuis apareceu com um sorriso amigável nos lábios. - perdoe a indelicadeza da minha amada esposa, ela as vezes não sabe como agir.



Notas Finais


Me deixem saber o que estão pensando
Até mais
❤💛


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