História Rupture - Capítulo 4


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Marinette Dupain-Cheng (Ladybug)
Visualizações 65
Palavras 2.294
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa noite galerinha!!!
Consegui editar mais um dos capítulos para vocês!

Apenas avisando para os mais sensíveis que nesse trecho da história, especificamente, possui violência e hentai, então, se você não gosta muito deste tipo de leitura, aconselho a pular este capítulo.

Sem mais;
Boa leitura!

Capítulo 4 - Chapter Four


No one could ever get me more
Nothing could ever fix me more
Did I scare you away?
Don't say I'll be okay
No one ever wants to feel like this
“Reach for Me – Skillet”

- Porque você está aqui sozinha?

- Háh! Agora quer saber como me sinto? - zombou, os olhos dourados fixos nos olhos verdes do garoto.

- Todos estão preocupados com você...

- MENTIRA! NINGUÉM SE IMPORTA! - Ela gritava na defensiva, cruzando os braços diante do corpo – Nem mesmo a Alya...

- Não é verdade princesa... Eu me importo. Eu estou aqui pra você - a voz do herói saia quase em um sussurro enquanto ele mantinha a cabeça baixa.

- Você quer mesmo continuar com esta brincadeira? - um sorriso perverso cruzou os lábios da morena – então vamos lá, testar sua consciência - o atacou com as garras, rasgando o ombro direito do uniforme, por onde uma trilha de sangue começou a escorrer. Ele permaneceu imóvel, atônito. Aquela não parecia a Marinette que ele conhecia. Realmente seria tarde demais para tentar salvá-la?

Ficou apenas observando enquanto a garota lambia as garras, saboreando parte do sangue que derramara. Ele não se moveu quando ela armou outro ataque que cortou seu supercilio esquerdo, ou quando as garras arranharam seu rosto em uma fúria desmedida derramando ainda mais sangue sobre o uniforme de gato. Naquele momento o garoto teve certeza que estava diante de uma leoa e a única coisa que ainda o lembrava de sua princesa era o perfume que a pele dela emanava e permanecia inalterável, mesmo com todo aquele sangue e toda aquela ira o cheiro dela ainda era o mesmo.

Quando ela se afastou a passos lentos, novamente limpando as garras, impulsionou o corpo e saltou sobre ele com as garras em direção ao seu coração, ele apenas abriu os braços e aguardou. Decidiu que, se isso era necessário naquele momento, ele seria o alvo da ira da jovem, deixaria que ela descarregasse todo o ódio e todo o rancor que havia em seu coração, pois era a ela que seu coração pertencia, não se importando se ela fosse a princesa doce e gentil ou a deusa furiosa e destrutiva.

Ao sentir as unhas perfurando seu peito e atravessando tecido, pele, carne e osso, deixou escapar um suspiro dolorido e lentamente a abraçou. Quando suas pernas fraquejarem, ele se sentou com as costas contra uma das paredes ainda abraçado a ela.

- Sinto muito... Ter feito isso... Com você - o fiapo de voz que saía de seus lábios era entrecortado por gemidos de dor. Como se despertasse de um transe a jovem se afastou em um sobressalto encarando as próprias mãos cobertas com o sangue do loiro, os olhos oscilando entre azul e dourado, travando uma luta interna para se libertar e voltar a ser quem era. Ele levou uma das mãos aos cabelos dela e a trouxe para mais perto de si, colando suas testas e semicerrando os olhos – Eu fui um idiota, Mari... Sempre atrás da Ladybug... Quando você estava tão perto de mim. Quando... Quando a Marinette... Sempre esteve ali pra mim - Fez-se um breve silêncio naquela mansão, o forte cheiro de sangue dominava o ambiente – Adoro ter você... A-assim tão perto...

Ela ainda sentia o sabor agridoce do sangue dele em seus lábios. Nunca se sentira tão viva do que enquanto o mutilava e bebia de seu sangue. Não entendia estes sentimentos, geralmente era contra qualquer tipo de violência, mas estar ali, sentindo suas unhas rasgarem a pele alva enquanto o sangue vertia dos cortes que ela provocara, aquilo a deixava estranhamente excitada, era como saciar uma sede que não sabia que existia. Ver a dor estampada em seu rosto e, mais ainda, na alma que transparecia pelo olhar do loiro a saciava imensamente, era como um vício e ela desejava cada vez mais daquilo.

E ao inalar o odor ferruginoso característico do sangue, seu primeiro impulso foi o de passar a língua pela ferida e sorver ainda mais daquele líquido, porém um outro cheiro tomou conta de si a imobilizando temporariamente. Era um perfume muito familiar, porém não conseguia se lembrar de onde o conhecia, ela não sabia dizer o motivo, mas não pôde mais conter o desejo e percorreu lentamente um dos cortes do rosto dele com sua língua, terminando com um beijo suave sobre o ferimento. Dando-se conta de seu ato tentou se afastar, mas foi impedida por um puxão em seus cabelos que a aproximou ainda mais do corpo quente dele.

Sua mente estava confusa e tudo o que sentia naquele momento eram o cheiro de sangue e o desejo de continuar provando mais dele. Sentou-se sobre o colo do rapaz, segurando em seus cabelos com ambas as mãos e deixou seu faro apurado guiá-la até a próxima ferida, que logo foi limpa da mesma forma que a anterior e seguiu desta forma por um bom tempo, até que o rosto dele já não possuísse mais a menor mancha do sangue que ali estivera. Notou que cada vez que tocava a pele do herói ele deixava escapar um suspiro ou um gemido baixo enquanto mantinha os olhos fechados.

Conforme o sangue diminuía, pode perceber que o odor familiar que sentira junto ao sangue aumentava e concluiu, em determinado momento que aquele era o perfume dele. Mas porque aquele cheiro lhe era tão familiar? Ela não o conhecia antes dali... Ou será que conhecia?

Não conseguia se lembrar.

Deixou aquele odor inundá-la e quando o perfume dele a envolveu ela sentiu.

Foi como se algo antigo e profundo tivesse se encaixado dentro dela, era como acordar de um sonho. E naquele momento ela soube. Soube que ele pertencia à ela, assim como ela pertencia à ele. Desceu os lábios pelo pescoço dele e cravou as presas ali, sentindo o líquido morno inundar seu paladar e acalmar cada vez mais sua fúria. Beijou o local e percorreu o peitoral dele com ambas as mãos, descendo o zíper do uniforme assim que o localizou. Ela espalhava beijos e lambidas pelo peito e ombros do rapaz, demorando um pouco mais quando encontrava um dos cortes ou feridas que havia feito anteriormente.

Chat Noir permanecia com os olhos fechados, não entendia muito bem o que estava acontecendo entre os dois, pois em um momento ela parecia odiá-lo e querer tirar sua vida, mas no momento seguinte o enchia de beijos enquanto se sentava em seu colo. Decidiu que deveria pará-la quando ela desceu a parte superior de seu uniforme e começou com as carícias pelo seu tórax, pois se continuasse naquele ritmo ele não conseguiria mais se controlar, mas ao abrir os olhos notou que a expressão feroz da garota havia se suavizado muito e as feridas que ela lhe causara quase desapareceram, deixando apenas leves cicatrizes, com exceção daquela em seu peito.

O gato segurou os cabelos da jovem com certa firmeza, recebendo um gemido como recompensa.

- Mari... eu te amo minha princesa – disse olhando no fundo de seus olhos – mas se continuar desse jeito, eu não vou mais conseguir me controlar...

- Então não se controle – ela desafiou com a voz rouca e manhosa sustentando seu olhar e, repentinamente roubou seus lábios em um beijo urgente e necessitado. Quando percebeu que os olhos que o encaravam eram azuis e não dourados ele se permitiu retribuir, puxando os cabelos dela com a mão esquerda e percorrendo seu corpo com a direita, passando levemente as garras pela pele branca da garota.

Levantou com a jovem no colo, descendo os beijos pelo pescoço alvo, deixando leves mordidas por toda a extensão, subiu as escadas que haviam ali, chegando a um terceiro andar da construção, virou à esquerda e entrou em um aposento enorme, com uma cama, sofá, TV e banheiro particular. Ela se perguntou como ele conhecia o local, mas decidiu ignorar e aproveitar o momento.

Sentiu suas costas tocarem brutalmente uma das paredes geladas e gemeu com o impacto. Mordeu novamente o pescoço do loiro, arrancando um gemido por parte dele, sentindo-o pressioná-la ainda mais contra a parede; arranhou suas costas em resposta e notou que estavam deixando a parede e rumando para a cama. Soltou um suspiro quando ele a deixou cair com certo impacto sobre o colchão, virando-a de bruços e se posicionando sobre ela. Ele deitou-se sobre seu corpo e rasgou o tecido que a cobria com as próprias garras. As presas dele tocaram seu pescoço em uma leve mordida, ele aproximou seus lábios do lóbulo de sua orelha e sussurrou em um tom autoritário:

- Agora vou te ensinar a nunca provocar um gato selvagem – sua resposta foi um gemido abafado, ele passou a língua pela extensão de sua orelha e ela suspirou.

- Achei que você fosse um gato de rua, não um gato selvagem... - zombou e ele sorriu de canto. Ela pode sentir a ereção dele pulsar contra suas costas quando ela lhe respondeu. Aquilo a excitou ainda mais que o cheiro do sangue dele. Mordeu os lábios.

- Vai fazer gracinha é? - Saiu de cima do corpo da garota e passou suavemente as garras pelas costas dela, deixando dois pares de trilhas vermelhas sobre a pele delicada, começou a distribuir inúmeros beijos pelas costas dela, observando admirado enquanto ela se arrepiava, suspirava e gemia. Não suportando mais o desejo, o gato a agarrou pelos quadris e virou violentamente de frente para si, se deleitando com a expressão surpresa e o rubor que dominavam a face dela naquele instante – Te machuquei?! - Perguntou preocupado.

- Não... Só não conhecia esse seu lado feroz... - Quase sussurrou, mas um sorriso de canto ainda brincava em seus lábios. Ele a beijou intensamente, sentando sobre ela novamente, desceu os beijos para o pescoço e busto da garota, alternando com mordidas leves e outras mais ferozes. Abocanhou o seio esquerdo dela, onde extravasou o desejo em uma mordida feroz e intensa em seu mamilo, o que arrancou um gemido de dor da moça, junto com algumas lágrimas, logo alternando para lambidas e sucções, o que substituiu a dor por prazer em questão de segundos. O herói abriu delicadamente as pernas dela, se posicionando entre elas e continuava a lamber e sugar o seio esquerdo, enquanto massageava o direito com a palma da mão, as pontas dos dedos e, ocasionalmente, as garras; depois de algum tempo trocou de seio, passando a massagear o esquerdo enquanto trabalhava no direito com lábios, dentes e língua, parando apenas quando a garota atingiu o ápice com um gemido longo e manhoso.

Quando notou que ele estava fechando o uniforme, Marinette sentou-se rapidamente, não era justo que apenas ela se satisfizesse ali, afinal, ela pôde sentir muito bem o volume do membro do gato sob a roupa de couro, assim como o cheiro adocicado do desejo enquanto ele lhe dava prazer. O abraçou forte e sem dizer qualquer palavra, desceu novamente o ziper, olhando nos olhos dele, e mordendo o lábio inferior com as bochechas rosadas, baixou os ombros do macacão. Passou as unhas pelo peitoral dele levemente e percebeu que ele fechou os olhos, suspirando impaciente enquanto sua pele se arrepiava. Ela se levantou, o puxando consigo, então desceu lentamente o restante do uniforme, roçando o rosto intencionalmente em sua ereção quando foi se levantar, outro suspiro impaciente deixou os lábios dele e ela sorriu maliciosa se sentando. Estavam ambos sozinhos e seminus naquele quarto; ela apenas de calcinha, ele com uma box vermelha, porque diabos ele estava se segurando? Roçou as unhas pelas laterais do corpo dele, observando a pele se arrepiar e a ereção pulsar em resposta; mordeu o lábio inferior e em seguida o ventre do garoto, que soltou um suspiro pesado.

- Quer saber? Dane-se a sanidade! - Seu olhar era feroz quando a levantou roubando um beijo voraz e removendo as peças restantes do vestuário. A jogou na cama outra vez, subindo sobre seu corpo. Posicionou seu membro na entrada dela, notando o quão quente e úmida ela estava, a tensão estava presente em ambos. Ele sabia que era a primeira vez dela e não queria feri-la, por isso se aproximou de seu rosto e a beijou apaixonadamente, e quando percebeu que seu corpo relaxou um pouco mais, se permitiu deslizar lentamente para dentro dela, sentindo ainda mais o calor e umidade de seu corpo. Ela o abraçou ansiosa, e ele pode sentir as unhas se cravando em sua pele quando começou a pressionar sua virgindade; uma felicidade imensa o dominou quando a resistência finalmente se rompeu e seu membro se aprofundou ainda mais. Seu coração se partiu quando sentiu uma lagrima dela tocar a pele de seu braço - Te machuquei, princesa?

Havia preocupação em sua voz, por isso ela sorriu e negou com a cabeça começando a rebolar. Ele deslizou os braços por baixo do corpo dela e começou a se mover lentamente para que ela se acostumasse com a sensação, pois queria que fosse tão incrível para ela quanto estava sendo para ele. Logo os gemidos de dor foram substituídos por gemidos de prazer, o que lhe permitiu aumentar o ritmo e em poucos minutos, apenas os gemidos de prazer e o som dos corpos se chocando eram ouvidos naquele quarto. Chat se permitiu sorrir quando ela atingiu o ápice novamente, saiu de dentro dela e a ajoelhou na beirada da cama, a penetrando novamente em seguida e reiniciando os movimentos de vai e vem enquanto a mão direita massageava o clítoris dela em movimentos circulares. Após alguns minutos daquele jeito, pela terceira vez a garota atingiu seu ponto mais alto, desta vez acompanhada de seu parceiro.

Deixaram os corpos exaustos caírem sobre a cama, onde permaneceram abraçados e em silêncio por alguns minutos.


Notas Finais


E aí galerinha?
Gostaram?

Ficou muito pesado?

Deixem aqui nos comentários o que estão achando até agora pra que eu saiba se preciso mudar ou ajustar alguma coisa.

Bem, por hoje é isso.
Beijinhos e até amanhã!


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