História Rusty Metal - Capítulo 2


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Categorias Detroit: Become Human
Personagens Connor, Kara, Markus, Personagens Originais
Tags 900gavin, Androidhank, Chelimaze, Concon, Connan, Connor, Dbh, Detroit: Become Human, Hank, Hanor, Humanconnor, Reverseau
Visualizações 78
Palavras 1.304
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Ficção Científica, Fluffy, LGBT, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sadomasoquismo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


BEM-VINDO AO CAPITULO "First Mission"! S2

Capítulo 2 - Two - First Mission


Anteriormente...

Connor entrou pela porta da frente do departamento, pelo mesmo caminho que saiu, falou com a android da entrada e seguiu em frente até chegar na sua própria mesa, onde encontrou um android com aparência de um homem de cinquenta anos, com cabelos grisalhos e olhos azuis, ele era bem alto, quase mais alto que ele mesmo. Suas roupas falavam que ele era do modelo 'hk800'. Não era estranho para Connor, ele já viu algo parecido em algum lugar.

– Tenente Kamski, eu sou Hank, o android enviado pela Cyberlife. – Se apresentou, mesmo sem nenhuma necessidade, já que seu modelo e nome estavam estampados na roupa do android.

  – Meu nome é Connor, tenente do Departamento de Polícia de Detroit.

●•●•●

  – Você disse que foi enviado pela Cyberlife, certo? – Connor falou colocando seus cutuvelos em cima da mesa, enquanto juntava as mãos e as esfregavam juntas.

– Correto, tenente. – Respondeu o dndroid indiferente.

– Quem exatamente te enviou? – Connor perguntou curioso, já  bolando várias  especulações em sua mente  brilhante.

– Não tenho nomes disponíveis para responder essa pergunta  específica, lamento. – Hank respondeu se aproximando um pouco de Connor, o deixando um pouco mais alerta.

– Então acho que a pessoa em que pensei não tem nada com isso... Mas se tivesse eu não me surpreenderia. – Connor riu fraco e baixo com seus pensamentos.

Sem receber nenhuma  pergunta ou comentário do android enviado pela Cyberlife, Connor ficou confuso e dirigiu seu olhar para onde o android estava  anteriormente, vendo que ele o encarava de um jeito no mínimo  assustador, era como se estivesse  olhando para algo atrás  dele, como se a visão super avançada e superior do android pudesse ver através dele.

– Okay, pare de me analisar! – Connor virou o rosto para interromper a análise do android de aparência mais velha.

– Isso te deixa incomodado, tenente Kamski? Me desculpe, porém  está  nas minhas instruções que devo tentar  ter uma relação boa com você para o benéfico da missão, e te analisar  te pouparia  de perguntas. – O android o metralhou de palavras, tanto que demorou alguns  poucos segundos  até o tenente pensar em uma resposta que Hank não cortaria.

– Começou errado. – E assim, Connor saiu outra vez do departamento, deixando Hank para trás. Ele estava perfeitamente ciente de que Hank o seguiria para qualquer lugar, e que o android não ia o deixar se livrar tão  fácil.

Connor  \/

Neutro

●•●•●

Connor e Hank agora estavam na casa de um homem que foi assassinado brutalmente com facadas  no tronco, o corpo estava exposto na sala da casa da vítima, e tinha ficado ali em torno de três semanas, se decompondo.

– Ugh, o cheiro daqui é péssimo. – Reclamou Connor enquanto olhava em volta e co versava com um dos oficiais que estava na casa a mais tempo.

Hank, ignorando o papo de Connor e o outro oficial,  se dirigiu para a cena do crime. Era um homem que aparentava  estar vivendo em seus doces trinta anos, careca e pele negra, além de ter sido esfaqueado, ele tinha uma mancha roxa na parte de trás do pescoço.

Analisando melhor, Hank descobriu que eram exatamente vinte e oito facas, e que ele levou alguma pancada na parte de trás do pescoço.

Mudando de comodo, ele foi para a cozinha, e viu uma das armas que possivelmente foram usadas na hora do assassinato, um taco. Se agachou em frente ao taco e o analisou, achando vestígios de sangue na ponta do taco, tanto azul como o vermelho de humanos.

O taco foi usado para causar aquele dano no pescoço da vítima, de fato.

Depois de um tempo, Hank se deparou com a faca, a possível  principal arma usada para matar o homem que estava na sala. Ela tinha sangue em grande parte da ponta de sua lâmina, e o sangue era o mesmo que saia dos ferimentos da vítima, de acordo com análises feitas pelo próprio Hank.

E também, após  analisar o sangue  azul, descobriu que o sangue era pertencente ao android da vítima, e que as únicas digitais  na cena do crime eram a do próprio homem que vivia na casa, por tanto, Hank assumiu que o android realmente tinha alguma participação no assassinato.

Com a junção de mais algumas pistas, Hank conseguiu reconstituir o ocorrido, e criou uma teoria do que poderia ter acontecido. Primeiro, o humano teria se aproximado do android sob o efeito de Red Ice e o atacado, depois de vários ataques desferidos no android, o assassino – no caso o android –  teria pegado a faca para se defender, e acabou matando seu dono.

Porém, as vinte e oito facadas  não  seriam por engano, o assassino queria mesmo matar  seu dono. Ele sem dúvida alguma era divergente, já que ferir humanos é contra as leis robóticas da Cyberlife.

Hank se levantou e procurou pela sala, em busca do Tenente Connor, vendo que ele estava junto de outro oficial, em uma porta recém aberta, encarando um jardim feito de lama e poucos focos de grama. O hk800 foi capaz de ouvir a conversa em movimento dos dois enquanto se aproximava.

– Huh, o assassino poderia ter saído por aqui, certo Connor? – O outro oficial que estava ao lado de Connor disse enquanto o encarava, o nome dele era Daniel, seus cabelos loiros estavam um pouco escuros por conta da chuva, mas nada que cobrisse seu rosto.

Hank se preparou para responder que a hipótese do Oficial estava incorreta, porém o Tenente foi mais rápido.

– Não, um solo como esse deixaria rastros, Daniel... –  Connor olhou para o loiro ao seu lado como se sentisse decepcionado por ele não saber disso.

– Mas a chuva pode ter desmanchado, além de que faz quase um mês que isso aconteceu. –  Daniel continuou defendendo seu ponto de vista, e continuava errado na visão de Hank.

– Sinto em interromper, porém o Tenente Kamski está correto, esse solo deixa rastros, e uma simples chuva não os apagaria, nem mesmo um mês depois. – A fala subta do android no meio da conversa assustou Connor, que deu um pequeno pulo para frente, e ficou com sua mão na trava de sua arma como um ato de reflexo.

– Ah, faz sentido. – Daniel deu de ombros e foi até outro comodo.

– Não me assuste assim, sério. Uma hora vou acabar atirando em você. – Connor sussurrou para o android enquanto ia para um corredor que ficava na casa.

– Sinto muito, Tenente.

Connor percebeu que o banheiro não tinha sido investigado ainda, então foi ele mesmo averiguar o local, enquanto isso Hank seguia uma trilha de sangue azul que tinha encontrado perto do beco sem saída do corredor.

Hank olhou para cima, e viu uma porta que poderia levar até um sótão, ou terraço. Olhou para o chão e viu uma marca de uma escada, e presumiu que a mesma não saia muito daquele local, e recentemente foi movida. Hank voltou para a cozinha e pegou uma cadeira. Ele passou pelo banheiro e viu Connor inspecionando algum tipo de estatua, Connor o viu com a cadeira e arqueou uma sobrancelha, mostrando curiosidade e sua confusão.

Hank pegou a cadeira e a posicionou por baixo da porta que levava até onde queria ir, subiu nela e abriu o compartimento, entrando logo depois. O sótão era escuro e empoeirado, com várias caixas e partes de madeira que estavam caindo e quebradas, dificultando a passagem do android de aparência mais velha. Uma sombra de uma silhueta chamou a atenção de Hank, mas após tirar a cortina que tampava a silhueta, ele viu que era apenas um manequim.

Após andar pelo sótão por mais alguns poucos minutos, o android de cabelos artificias marrons e com uma barba da mesma cor parou em sua frente, o android tinha suas roupas e rosto cobertos de sangue, e tinha seus braços danificados.

– Por favor... Não conte para eles que estou aqui... – Implorava o android para o modelo hk800, sem obter sucesso.

 – Tenente Kamski, esta aqui! – Chamou Hank, logo apreendendo o divergente assassino.


Notas Finais


[NÃO REVISADO]

Como prometido, um capítulo cada semana, hehehe~

eu estava sem muitas idéias, e eu queria não seguir direitinho a linha do tempo de dbh original, mas acho que essa primeira missão sempre vale a pena rs

ah, e muito obrigada aos quase 30 favoritos só com o primeiro capítulo! E agradeço também aos comentários super fofos e incentivadores que vocês enviaram! Amei ler eles e responder ♡ eu posso demorar um dia pra responder e tal, mas prometo que sempre tento responder antes disso ♡♡♡

Muito obrigada pela atenção e por ler, significa muito. Te vejo no próximo capítulo de Rusty Metal? ;)


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