História Erithom - Capítulo 7


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Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Adolescente, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oiiiiiiiiii, to aqui de novo, e dessa vez eu trouxe um lemon pra vocês, kyaaaaaaaaaa eu espero que gostem de verdade, beijinhos ^3^ e boa leitura.

Capítulo 7 - Estou mais confuso à cada dia


Thomas narrando

Eu acordei meio ansioso, ontem eu fugi do Eric, depois de me despedir do Joe. Ele foi no meu quarto e bateu na porta mas eu não abri. Nem desci pra jantar, se eu continuar assim, vou sempre dormir com fome.

Hoje, eu finalmente fui tomar café da manhã, outra coisa que eu estava sem fazer também.

- Bom dia filho, eu não vejo mais você na hora do café e nem no jantar, aconteceu alguma coisa?

- Não, nada, eu só estou um pouco ocupado esses dias com a escola, estou ficando cansado cedo.

- Bom dia piolhento – Eric falou assim que se sentou na mesa.

- Bo-om dia – Falei baixo e virei o rosto que já estava corado.

Reparei que só estava na mesa nós três.

- Onde estão os outros?

- Helena saiu cedo, ela vai num evento importante, então está no salão, a Tamara foi com ela, parece que ela vai no evento também, e o Matt já foi pra escola.

- Entendi.

- Bem eu já vou indo, tenho uma reunião agora, até mais tarde.

- Tchau pai – Eric e eu falamos ao mesmo tempo.

Jonh então saiu, mas agora ficou só nós dois na mesa, eu estava muito nervoso, é óbvio que nós não íamos fazer naquela hora, afinal íamos pra escola, mas meu coração batia muito forte e eu já estava muito corado.

- Eu já estou indo também – Eu sabia que uma hora ou outra ia ter que fazer isso mas não estava preparado ainda, eu nem sou mais virgem, mas estava agindo como um agora.

- Nem pensar piolhento – Ele veio na minha direção e segurou o meu pulso.

- Nós temos que ir pra escola agora.

- Não quero saber das suas desculpas, ontem era pra fazermos, você não vai fugir dessa vez.

- Entendi, entendi, mas não podemos esperar até voltarmos da escola, ai então...

Ele me calou com um beijo, colocou a língua dele na minha boca, e com a mão outra mão, ele apalpou a minha bunda.

- Ahh ahh Eric... Mnhhm.

- Vamos pro quarto, eu quero você agora, ou prefere fazer aqui?

Ele apertava muito a minha bunda e me deixava mais excitado ainda.

- Va-amos pro quarto – Falei sussurrando.

Então ele me puxou até o quarto dele, e trancou a porta depois que entramos.

Ele voltou a me beijar, aprofundando mais o beijo, colocou as duas mãos na minha bunda e apertava com força.

- Quero ouvir você gemendo alto Thomas.

- Os empre-egados....aainda estão em ca-asa...Eric.

- Eu sei... mas eu quero ouvir assim mesmo.

Ele mordeu a minha orelha e logo depois o meu pescoço.

- Ahhh isso dói... Eric.

Ele tirou a minha camisa, e começou a lamber os meus mamilos.

- Mhnm ah...mnhm ah ahh

Eu estava enlouquecendo só com isso. Meu coração parecia que ia parar.

Ele começou a tirar a minha calça, não só a calça, tirou tudo mesmo, eu estava completamente pelado.

- Não é justo que só eu fique sem roupas – Colocava as mãos na frente do meu membro, como se fosse uma garota envergonhada.

- Isso é verdade, tira pra mim Thomas – Ele falava no meu ouvido de um jeito provocante.

Eu tirei a camisa dele, minhas mãos tremiam muito, e meu coração batia forte, não entendia por que ficava assim com ele, parecia até que tinha me apaixonado por ele.

Espera será que.... Não, eu ainda gosto do Ryan....eu acho, na verdade eu não sei.

- Se você demorar muito, vamos nos atrasar pra escola.

- Atrasar? A-achei que não íamos mais pra escola.

- Hum... Entendi, que pervertido você é Thomas, quer faltar a escola pra ficar a manhã inteira transando comigo, você é muito tarado mesmo.

- Hã? Não é nada disso...

Ele me calou novamente com um beijo e me jogou na cama.

- Tudo bem, eu vou fazer com você, até que enlouqueça de tanto sentir prazer.

Ele então tirou o restante da roupa dele.

- Espera ai eu não diss....

Me calou novamente com um beijo, ele ficou com o corpo bem colado ao meu, sentia o pênis dele tocando o meu.

- Ah aah Thomas seu pênis está pulsando tanto, você quer que eu chupe? – Ele falava com uma voz tão sexy no meu ouvido.

- Quero – Falei ofegante.

Ele pareceu surpreso com a minha resposta.

- Seu desejo é uma ordem princesa.

- Não fala isso, não sou uma princesa.

Então ele abocanhou o meu pênis.

- Ahh ahh nmhm.

Ele sugava com força e eu só ficava gemendo alto.

- Ahhh E-eric...ahhh

Segurava nos lençóis com força, estava quase gozando.

- Ahh espera, eu vou....gozar na....sua ahhh....bo-ooca...assim ahh.

Então ele parou e disse:

- Ainda não pode gozar, ainda temos que nos divertir mais, acabamos de começar.

- Hã?

Ele abriu a gaveta, pegou uma corda fina e amarrou no meu pênis.

- Ahh ei espera, a-aaassim e-eeu....

Ele pegou outra coisa na gaveta um tipo de loção e jogou nos dedos dele. Ele me beijou, colocando a língua na minha, e aprofundava cada vez mais e logo depois disse:

- Se doer muito me fala.

Colocou um dedo na minha entrada devagar, mas mesmo assim doía bastante lá.

- Ahh doi ahh.

Ele me dava uns beijos no rosto e dizia “calma vai ficar melhor”.

Ele colocou outro dedo e depois que me acostumei, colocou o último.

- Ahhh Eric, Eric ahh.

- Ahh Thomas, eu quero fuder você agora, posso?

- Por favor, vai...logo...não aguento mais – Eu disse com uma voz muito melosa e sexy provavelmente, com certeza vou ficar com muita vergonha depois, quando lembrar disso.

Ele me olhou surpreso, retirou os dedos de dentro de mim e logo depois ele pegou na gaveta uma camisinha e colocou nele e jogou mais loção na minha bunda.

- Qualquer coisa e só me dizer, que eu paro na hora.

- OK, mas antes tira essa corda de mim.

- Ainda não, eu te falei antes, quero que enlouqueça Thomas.

Então ele começou a entrar em mim bem devagar.

- Ahhhh ahhhh

Realmente doía muito, eu não queria que ele parasse mas doía tanto.

- Está doendo muito? – Ele parou por um instante.

Eu estava chorando.

- Ahh e-eu estou bem, continua.

Ia doer de qualquer forma, eu tinha que aguentar.

Ele me deu um selinho e continuou.

Metia mais fundo em mim, eu conseguia sentir ele bem lá dentro, era tão bom, mesmo doendo era bom.

Quando fui estuprado, eu só sentia dor, era totalmente diferente de agora.

Estava começando a doer menos, ele percebeu e começou a se movimentar mais rápido.

- Mnhg ngh ah.

Ele entrava e saia bem rápido e metia muito fundo, ele então acertou um lugar que era muito bom, nunca senti uma sensação tão gostosa como aquela.

- Ahhhhh ahhhhhhh

- É bom ai né.

Ele continuava a movimentar mas ele me virou de costas e me deixou de quatro.

Segurava a minha cintura com uma das mãos e com a outra puxava o meu cabelo.

- Ahhh ahh.

Eu gemia cada vez mais alto.

- Eric... me deixa....gozar...por...favor

Ele chegou perto do meu ouvido e disse:

- Ainda não.

- Ahhh por favor.

- Thomas eu quero te falar...uma coisa...

Eu estava muito excitado, eu acabei lembrando naquele momento do Ryan, não percebi o que eu mesmo disse.

- Thomas...eu te...a

- Ry-yan...ahhh ahhh.

Ele parou no mesmo instante.

- Ahh Eric? Me desculpa eu...

Ele voltou a movimentar, só que mais forte e mais rápido.

- Ahhh ahhh ahhh

Ele desamarrou a corda no meu pênis. E eu acabei gozando.

Ele ainda movimentou mais um pouco e gozou também.

Eu ainda estava de costas, não conseguia ver o rosto dele, mas senti uma gota pingar na minha costa.

- Eric?

- Acabamos, ainda dá tempo de ir pra escola, se levanta e se veste rápido, vai na frente se quiser, eu ainda vou no banheiro.

Ele falava com uma voz meio chorosa, ele se levantou e foi direto pro banheiro. Ah droga, eu sou um idiota, por que eu chamei o Ryan num momento como esse?

(...)

Eric narrando

Eu percebi que não adiantava mais mentir pra mim mesmo, por isso que quando ouvi aquela voz sexy e aquele rosto corado, eu decidi que tinha que contar logo, é fazer ele ser meu de verdade, mas na hora da minha confissão, foi muito horrível de ouvir o que ele disse.

Foi um golpe no meu coração aquilo, ele chamar o piranha no nosso momento íntimo, eu não conseguia parar de chorar com aquilo, fiquei um certo tempo no banheiro.

Quando sai do banheiro, ele já tinha ido, olhei pro relógio ainda dava tempo de ir pra escola, atrasado mais dava.

Coloquei as minhas roupas logo e antes de sair do quarto pensei mais um pouco sobre ficar ou não.

- Vou fazer você se apaixonar por mim Thomas, não vou desistir.

Então sai do quarto e fui pra escola decidido, afinal de contas o piranha tinha traído a confiança dele, eu tinha mais chance de ficar com o Thomas do que ele. Eu o amo muito, na verdade acho que sempre amei, mas sempre negava pra mim mesmo.

(...)

Thomas narrando

O que foi isso ? Eu não sei mais o que pensar, Eric ou Ryan. Eu estava muito confuso, não sabia o que fazer.

- Talvez eu go-oste...do Eric.

O Ryan é homofóbico, e o Eric...talvez ele goste de mim, naquela hora, ele estava falando alguma coisa, mas não ouvi o que ele disse. Mas é se ele não gostar de mim? E se ele quisesse realmente, só fazer sexo pra se satisfazer?

- Mas ele estava chorando?....Talvez não, talvez ele....ele só estivesse suando e caiu uma gota em mim. Eu não posso ficar me iludindo com ele também.

Estava bem atrasado, mas cheguei na escola e entrei de fininho na sala, sentei na minha cadeira de sempre e fiquei quieto na minha, como se nem tivesse me atrasado.

(...)

No intervalo, fui no lugar de sempre, que nesse caso era numa árvore bem grande que tinha na escola, mas que era isolada, é um bom lugar pra ficar sozinho na verdade, eu diria que é até mais silencioso que a biblioteca.

O Miguel e o Lucas estavam lá, esperando eu e o Gary.

- Lucas, está melhor? – Disse assim que me aproximei deles.

- Estou sim – Ele deu um sorriso.

- Que bom.........Bem eu estava pensando que talvez séria bom se vocês entrassem na banda com a gente, seria ótimo para se distrair do que aconteceu antes – Falei e dei uma longa pausa pra dizer isso.

- Isso é uma boa idéia – Miguel falou concordando comigo.

- Também acho que séria bom Lucas – Gary falou em seguida.

- Bem....tá bom então – Lucas aceitou, que bom, isso talvez deixe ele mais animado.

- Ah sim, eu sei que não gosta muito dele, mas o Eric vai ser o nosso baterista, ele ultimamente está um pouco mais legal, e parece que está do nosso lado pelo menos – Falei me sentando do lado dele.

- O Eric? Mas ele...

- Ele não fez nada, na verdade foi culpa do Ryan – Disse interrompendo o Lucas.

- Entendi.

Por coincidência, o Eric estava vindo até a gente.

- Quem diria, falando no Diabo – Miguel, falou isso e eu acabei rindo.

- O-oi.... Eu vim cumprir o combinado – Ele parecia nervoso.

- Que bom, que veio, estavamos falando de você agorinha – Eu olhei pra ele e meu coração começou a bater forte.

- Bem quando vamos começar? – Ele perguntou.

- Falei com o professor, ele disse que podemos usar a sala de música pra ensaiar – Gary falou, ele já tinha até resolvido isso.

- Podemos começar hoje então.

(...)

Alguns dias depois

Então começamos os ensaios, escolhemos uma música, escolhemos os figurinos, e definimos quem ia fazer o que. O Eric óbvio que ia ser o baterista, o Gary ia ficar no teclado, o Miguel ia cantar junto comigo, o Lucas ia tocar a guitarra. Tudo planejado.

Faltava muito pouco pro dia do show de talentos, estavamos bem ocupados com os ensaios, mas o Eric não me tratou como empregada nesses dias, na verdade teve alguns dias que não estávamos tão ocupados assim, então eu achei até estranho ele não mandar eu fazer nada.

Na verdade, ele estava muito legal com todos nós, principalmente comigo. Ficar perto dele as vezes era muito difícil, eu ficava nervoso e corado.

Eu tinha me esquecido do Ryan? Não na verdade não, mas estava a cada dia ficando mais interessado no Eric.

E falando no Ryan, apesar de tudo ele ainda era da nossa sala, então eu via ele todo dia, ele não andava mais com o Vincent e os outros. Ele ficava sozinho sem falar com ninguém. Eu ficava triste pelo fato de ter pedido a amizade dele. Mas o que ele fez e difícil de perdoar.

(...)

Ryan narrando

Eu não acredito no que aconteceu, eu falei aquilo e eles fizeram isso com os dois, o Thomas até me bateu também, eles acham que eu planejei isso, eu tenho que falar pra eles que eu não sabia, mas não vão me acreditar em mim.

O Thomas é gay e gosta de mim, eu nunca percebi isso, eu não consigo ficar perto dele sem me sentir estranho por causa disso, mas mesmo assim não quero que eles pensem que eu sou um monstro e que mandei o Vincent e os outros fazerem isso.

Mesmo pensando nisso, eu não conseguia encara-los, já havia passado bastante tempo desde aquele dia e eu estava com medo de falar com eles, eu queria voltar ao que era antes, queria andar com eles, jogar vídeo game, conversar, ser amigos de novo.

Eu percebi que o Eric estava andando com eles e estavam se dando bem. O Eric, aquele que era super arrogante com todos, agora estava sendo o amigo que eu deveria ter sido. Eu tinha inveja disso.

Eu decidi que não podia ficar assim pra sempre, decidi ir falar com eles, eu ia pedir perdão e uma segunda chance.

(...)

Fui até a sala de música, eles estavam lá quase todos os dias ensaiando, o show de talentos ia ser daqui a uma semana.

Entrei na sala e eles estavam conversando alguma coisa sobre a música.

Foi ai que o Thomas me viu.

- Tho-thomas.... Eu quero falar com vocês.

- O que está fazendo aqui? Não quero falar com você – Ele disse com uma cara irritada.

- Vai embora Ryan, não se atreva a aparecer de novo – Gary também estava do mesmo jeito, com uma cara até mais assustadora.

- Por favor....

- VAI EMBORA DAQUI – Gary disse gritando.

- Calma Gary...está bem vamos deixar ele falar.

Todos estavam me olhando com raiva.

- Me perdoem por favor... Eu juro que não tenho nada a ver com as coisas horríveis que o Vincent e aqueles amigos deles fizeram – Falava nervoso.

- Eu confesso que contei pra eles sobre você Thomas, mas eu não sabia que eles tinham feito aquilo, eu sei que disse coisas horríveis também e me arrependo por tudo, por favor me dêem uma segunda chance, por favor.

- Por que nós deveríamos acreditar em você? O Lucas foi pro hospital, o Thomas e ele foram estuprados, A ESCOLA TODA SABE QUE ELE É GAY, E A CULPA É SUA POR TUDO ISSO – Gary falava com tanto ódio que nem parecia ele.

- Por favor.... Por favor...eu realmente estou arrependido – Falava quase chorando.

Thomas olhou pra mim e disse:

- Eu te...perdôo, mas não sei sobre eles – Thomas falou apontando para os outros.

- Eu nunca vou te perdoar – Gary falou pra mim.

- Eu não sei se o que está dizendo é verdade mas eu te dou outra chance – Lucas falou em seguida.

- Se o Lucas vai te dar uma chance então eu também vou, mas se você fizer qualquer coisa novamente, quem vai pro hospital dessa vez, vai ser você – Miguel disse com uma cara quase assassina pra mim.

- Na minha opinião, eu sei que você não tem nada a ver com o estrupo, o Vincent e bem cruel, então eu acho que você deveria ter outra chance mesmo...você devia tentar dar uma chance pra ele Gary? Apesar de tudo ele não é mal de verdade, você sabe disso, ele só fez escolhas idiotas por impulso, claro que confiar em você vai ser difícil ainda – Eu fiquei surpreso, o Eric estava me defendo, me ajudando.

- Posso até dar outra chance, mas ainda não confio em você, só vou te perdoar quando acreditar de verdade no seu arrependimento – Gary ainda estava me encarrando com um olhar de ódio mas ouvir aquilo, me deixo melhor.

Agora eu só preciso resgatar a confiança deles novamente. Quero que voltemos a ser amigo de novo.

Continua...


Notas Finais


É isso, mais um capítulo terminado, vejo vocês no próximo, byeeeeee ^^


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