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História Sabbath Bloody Sabbath - Capítulo 2


Escrita por:


Notas do Autor


Bom dia, boa tarde, boa noite queridos Droogies :3

Como prometido, aqui está mais um capítulo para vocês
Espero que gostem, está bem longo então paciência queridos 😘
Lembrando que, essa semana, minhas aulas voltam 😣 então ficarei um tempo sem atualizar, mas isso não quer dizer que vou parar de editar a fic e posta-la, apenas levarei mais tempo para fazer-lo
O capítulo está todo editado mas se virem algum erro, por favor, relevem (ou não 😆) não esqueçam de comentar

Sem mais demora, boa leitura !

Capítulo 2 - All I Hear Is "Burn"


Fanfic / Fanfiction Sabbath Bloody Sabbath - Capítulo 2 - All I Hear Is "Burn"


...12 de agosto de 2004...


 

O sol tinha deixado o céu para dar espaço a grande névoa cinza. O frio estava mais forte do que de costume na grande e bela Alemanha, mais especificamente em Bamberg, uma cidade encantadora, há 50 minutos de trem de Nuremberg. É também região da francônia na Baviera que tem a maior tradição e cultura cervejeira, totalizando mais de 300 cervejarias.

 

Nessa mesma cidade, vivia o capitão do 15° distrito da polícia, David Warren Ellefson, um adorável jovem de cabelos longos, ondulados e louros, sempre usava jaqueta de couro, combinando com jeans claros e seus sneakers favoritos. Adorava o fato de se parecer com algum cara de alguma banda qualquer, lhe dava mais liberdade para se infiltrar em missões perigosas, ou apenas transmitia mais tranquilidade quando fazia alguma missão de campo.

 

Estava começando mais um caso, com seu parceiro, Matthew Heafy, investigador chefe do distrito. Matt era um cara de 28 anos, mais alto que David, também mais forte. Não tinha os cabelos longos, pois, segundo ele mesmo, deixava seu rosto com formato estranho. Também não usava farda, na verdade, sempre usava uma blusa de manga preta apertada, que lhe deixava “sexy”, segundo seus amigos, e jeans pretos.


 

Eram amigos desde que Junior – como todos o chamavam – foi morar em Bamberg, quando ele tinha apenas 12 anos de idade. Conheceu Matt dias depois e logo ficaram amigos, ao ponto de não se separaram desde então.


– Como a Ashley está? – Junior perguntou, olhando para Matt, iniciando uma conversa que, talvez, desejaria não ter começado.

– Ela está bem, mas se ela souber sobre meu tratamento, e, eu digo... Quando souber será uma catástrofe – Matt nem se quer tirou os olhos do trânsito para fitar o amigo.

– Se você contar, eu não poderei continuar te ajudando – Junior sabia bem que a esposa de Matt desconfiava há muito tempo sobre seu alcoolismo.

– Eu sei, só queria que não tivéssemos mais que esconder isso dela – Matt também não queria ter que esconder isso de sua esposa, sabia que deveria ser honesto, mas temia que ela o deixasse. Matt sempre teve medo de acabar ficando sozinho e, agora que estava perto dos trinta anos, o medo era maior.

 

Junior nada disse, sabia que nada iria adiantar prolongar ainda mais este assunto, então resolveu se calar. Olhava pela janela, vendo as árvores passando rapidamente, refletindo sobre sua vida, tentando não lembrar de seu dolorido passado. Quando percebeu, haviam chegado à cena do crime.

 

Os dois desceram do Suburban e caminharam até um parque no centro de Bamberg, que por ser o maior da cidade, estava lotado. Havia pessoas passeando com seus cachorros, crianças com seus pais, casais namorando e pessoas correndo. Um lugar adorável. Somente uma pequena área isolada com fita amarela que marcava a cena do crime, se destacava de toda a beleza do parque. Os dois se aproximaram da cena e passaram por baixo da fita de isolamento.


Eles cumprimentavam alguns policiais e se dirigiram até o corpo, onde alguns investigadores recolhiam provas, e logo avistaram a legista.

 

– Bom dia, Yara – Junior e Matt dizem juntos, como se tivessem ensaiado.

– Bom dia, detetives – Yara responde rindo. Sempre achava engraçado como ambos pareciam irmãos.


Yara Cristina, era uma moça de 30 anos, bela com cabelos negros e pele clara, a legista da divisão, a mais jovem que já tinha trabalhado lá, tinha um QI de 180 e um gênio muito forte, e sempre usava algum vestido de cor neutra e um casaco por cima, para se proteger do frio extremo da Alemanha.


– A nossa vítima se chamava Hadrian Santana, tinha 17 anos. Ele estava com a namorada – Yara ainda fitava o corpo ao dar alguns detalhes sobre a vítima – Ele tinha alguns problemas de saúde, como a maioria das pessoas, mas nada grave.

– E a causa da morte? – Junior se agachou, olhando para o corpo.

– Eu ainda não tenho certeza, mas posso adiantar que foi algo relacionado a esse dardo envenenado que achei próximo a carótida dele – Yara, agora, fitava Junior, enquanto seus companheiros levavam o corpo para o carro do IML.


Outro policial chega correndo, vindo de uma direção desconhecida, e conta a eles algumas coisas que havia perguntado para as testemunhas da morte do garoto. Os três ouviam atentamente o relato do policial.


– Bom dia, detetives. Eu estive falando com algumas testemunhas e elas me disseram que ele parecia bem, até que alguma coisa o fez levantar e depois ele caiu morto. Algumas pessoas também o viram com sua namorada, Lyndsen. Ela contou que eles estavam conversando quando de repente ele disse que estava se sentindo mal e caiu.

– Obrigada policial – Matt agradeceu o policial e decidiu que era hora de ligar para a delegacia. Afastou-se para ter privacidade ao falar.


Junior e Yara caminharam até um local isolado para conversarem tranquilamente, como Matt havia feito minutos atrás.


– Junior... Você está bem? – Yara segurava suavemente no braço do amigo.

– Estou! Por que você quer saber? – Junior questionou sem ter ideia do porque a preocupação repentina da amiga.

– Você sabe que é estranho para algumas pessoas que você seja tão próximo do Matt. Alguns policiais até mesmo vieram me perguntar se a sua separação tem a ver com o Matt...

– Mas todo mundo sabe que somos amigos de infância... – Junior estava ficando confuso.

– Eu sei disso... – Yara olhou para Matt, que vinha em sua direção – Eu só quero que tome cuidado – Após dizer, Yara afastou–se, vendo Matt chegar.

– Algum problema, Junior? – Matt olhava desconfiado para Yara, que ia embora com o corpo da vítima.

– Não é nada. Vamos embora.


Assim, eles voltaram para a delegacia. Ao chegarem lá, foram guiados por um colega até a sala do comandante e relataram a ele tudo o que descobriram.

 

– Entendo – O comandante fechou a porta da sala e pediu calmamente para os dois sentarem. Ambos o obedeceram e, após sentarem nas poltronas de couro dispostas a frente da enorme mesa de carvalho, continuou – Eu e Kirk também fizemos algumas descobertas. A nossa vítima, Hadrian Santana, era filho de um traficante da máfia. Ele era nosso informante quando tentávamos acabar com a máfia alemã. Ele dava todas as informações necessárias para que nossos policiais pudessem agir com todas as cartas na mesa.

– E o Sr. quer que nos interroguemos o pai dele?

– Não. O pai dele foi encontrado morto, envenenado há dois dias. O novo governador, Daniel Taylor, disse que se isso fosse a público seria muito ruim para a imagem dele e para nosso distrito. Então eu quero que vocês deem o máximo que puderem para acharem esse assassino antes que outra pessoa o encontre.

– Certo, vamos Junior – Matt se levanta, após serem dispensados, abrindo a porta da sala do comandante para seu parceiro.

 

Saíram rapidamente da sala do comandante e caminharam até o quadro onde ficavam as evidências de cada caso.

 

– Isso é estranho. Primeiro o pai dele, depois ele. Eu não acho que seja coincidência.

– Eu também não – Junior olhava fixamente para o quadro, tentando achar uma ligação entre o assassinato de Hadrian e seu pai – Devemos procurar por alguém que talvez tivesse algum problema com eles para mata–los – Junior era mais esperto do que parecia, e com certeza, sabia que não era apenas uma rixa de mafiosos.

 

Matt sentou–se em sua mesa e, sem demora, deu início as suas buscas. Junior permaneceu em uma cadeira ao lado dele – Talvez algum usuário que tenha se revoltado com eles.

– Não acho que seja o caso – Junior estava certo de que se tratava de uma execução – Vamos procurar mais fundo. Afinal, se trata da máfia.

– Ok, você tem razão. Devemos interrogar alguém próximo das duas vítimas.

 

Dentro de 15 minutos, havia, enfim, uma ligação entre as vítimas.

 

– Olha Junior. Essa tal de Kylie Santana é uma assassina procurada, ela parece ser a tia de Hadrian, irmã da mãe dele que faleceu depois de uma overdose de cocaína. Ela se recuperou e deixou a vida de assassina, até ter uma recaída a dois meses. – Matt podia sentir a respiração de Junior em seu pescoço – Foi quando Hadrian a procurou para ajudá-la, mas ela recusou dizendo que ele tinha se metido entre a irmã e ela, e que por causa dele ela teria morrido.

– Para mim parece um bom motivo. Você tem um endereço? – Ele afasta-se, percebendo o incômodo de seu parceiro.

– Não está registrado, mas eu rastreei o celular dela, e ele se encontra em um galpão abandonado na rua Brennerstrabe número 5400 – Matt rodopia na cadeira, virando-se para Junior.

– Vamos lá.

 

Os dois saíram, enfim, da delegacia e foram até o tal galpão abandonado. Ao chegarem se depararam com várias picapes e alguns carros de luxo. Algo bem incomum, levando em conta o estado em que o lugar estava. Eles desceram do Suburban e andaram no estacionamento até chegarem a porta do galpão. Quando eles abriram a porta, escutaram tiros.


Os reforços – chamados por Matt no meio de toda a confusão – demoraram mais 10 minutos a chegar. E quando chegaram, entraram juntos no galpão.

 

“Bamberg Polizei!”

“Polícia de Bamberg”

 

Ao notarem a presença da polícia, os suspeitos começaram a atirar neles. Que não deixaram barato e atiram de volta. Os policiais chegavam mais perto deles, usando como escudo os containers que ali haviam.


Percebendo que não poderia combater os policias e seu poder de fogo, Kylie correu para a saída dos fundos do galpão.


Matt e Junior correram para pegar a sua suspeita, enquanto os policiais continuavam a atirar nos outros suspeitos que ficaram, mas quando os dois chegaram no estacionamento, viram que um dos carros havia sumido. O carro que havia sumido era um Corvette Stingray. Pertencente a sua suspeita.


Então, os dois voltaram para dentro do galpão onde os policiais haviam ficado, e viram que haviam pegado e matado alguns criminosos.

 

 – “In geschafft, einige von ihnen zu fangen!”

 “Nós conseguimos pegar alguns deles”

– “Vielen Dank ! Sie können sie auf die Polizeiwache nehmen ?”

“Obrigada! Vocês podem leva–los a delegacia? “

– “Lassen Männer!”

“Vamos homens!”

 

Assim, todos voltaram a delegacia. Ao chegarem os policias levaram os prisioneiros até as celas da delegacia e voltaram para suas mesas.


Matt e Junior ficaram na delegacia ainda mais algumas horas e depois tarde da noite foram para suas casas exaustos.


 

(...)

 

No dia seguinte, Junior e Matt voltavam para a delegacia e se juntavam a Kirk e Yara.

 

– Ontem o policial Curtis veio me dizer que viu a tal da Kylie entrando em um carro junto de outro cara – Junior soltou isso, e Matt, Kirk e Yara se entreolharam.

– E o que estamos esperando para irmos verificar isso? – Kirk, como sempre, estava apressado.

– Vão você e Matt – Junior apontou para os dois – Eu e a Yara vamos fazer alguns testes no veneno que foi encontrado no corpo do pai de Hadrian e ver se bate com o do filho.

 

Então, os quatro se separaram. Junior foi com Yara até o laboratório e Matt e Kirk foram até a casa de Kylie, em um Camaro SS vermelho fornecido pela delegacia. Quando chegaram lá, Kylie e seu marido, estavam saindo no Corvette Stingray.

 

Matt acelerou e parou antes que Kylie e seu marido pudessem sair da garagem.


– O que está acontecendo? – O marido de Kylie saiu do carro e, já aos berros para com os policiais.

– Eu tenho algumas perguntas para sua esposa – Matt apenas observava a figura a sua frente.


O homem estava com uma touca azul, um cachecol e tinha duas faixas, cobrindo seu nariz e seu olho direito.


– O que vocês querem? – Kylie saiu do carro logo depois, e pôs-se de pé, ao lado de seu marido, encarando Matt e Kirk.

– Queremos fazer algumas perguntas sobre seu sobrinho, Hadrian Santana – Kirk respondeu tranquilamente, e o homem ao lado de Kylie, andou em sua direção, com ódio nos olhos.

– Vocês têm um minuto – Ele retrucou, irado, e olhou para seu relógio, cronometrando o tempo.

– Qual era sua relação com seu sobrinho? – Matt começou a fazer algumas perguntas, ali mesmo, na rua.

– Não nos falávamos desde o dia em que ele se tornou um traficante – Kylie respondeu, rapidamente, não quetendo prolongar o assunto.

– Alguém confirma isso? 

– Eu confirmo – O homem respondeu.

– Algo mais? 

– Onde você estava, entre 10 e 11 horas da manhã de ontem?

– Estava com meu marido, no hospital – Kylie respondia as perguntas friamente.

– Foi uma briga feia, Sr. Santana – Kirk o provocava, observando as faixas em seu rosto e mais alguns ferimentos em sua mão.

– Seu tempo acabou, podem ir, ou ainda vão tomar mais o nosso tempo? – O homem estava apenas rebatendo tudo que ambos diziam, de maneira grosseira.

– Bom, por enquanto é só isso – Matt caminhou até o carro.

– Não saiam da cidade – Kirk o seguiu.


Kylie e seu marido se olharam e entraram em seu carro novamente.


Matt e Kirk voltaram para o distrito e encontraram Junior e Yara ambos lado a lado em frente a tela do computador da sala de Junior.

 

Os dois se juntam a elas para contarem sobre o encontro que tiveram. Eles prontamente, começavam a trabalhar no caso novamente até que, finalmente, acharam uma ligação que poderia resolver o caso...


– Junior, Yara, Kirk... Eu estava procurando nos registros de Kylie, e achei algo interessante – Matt se empolgou com sua descoberta e a revelou para seus amigos sem demora – Antes da morte da mãe de Hadrian, um velho amigo da família havia invadido a casa deles afirmando que deviam dinheiro para ele.

– E também diz aqui que ele tinha ameaçado a família e roubado alguns itens de valor deles, dizendo que iria matar todos eles se não devolvessem o dinheiro dele – Kirk continuou a fala de Matt.

– Isso explicaria o tiroteio que eu e Matt nos envolvemos ontem... – Junior verificou mais algumas coisas no arquivo antes de distribuir algumas tarefas para seus detetives – Kirk e Matt, vão até o endereço desse homem e o tragam para interrogatório, Yara procure nos registros da máfia se a causa da morte é algo que eles costumam fazer. Eu irei contatar o comandante e ligarei para alguns contatos para proceder com o caso.

 

 

Kirk e Matt saíram novamente da delegacia e foram para o norte da cidade, onde o tal homem estaria vivendo. Eles conversaram com os policias locais que já estavam no local, apenas esperando eles chegarem para pegar o principal suspeito.


Os dois chegaram na casa e logo foram até os policiais.


– Bom dia, detetives – O policial Curtis cumprimentou Kirk e Matt.

– Bom dia, policiais – Matt estava pronto para entrar em ação – Eu e Kirk iremos na frente, vocês cerquem a área caso ele tente escapar – Matt disse selecionando alguns policiais – Policial Curtis, venha conosco pela frente.


Assim os três pegaram suas armas e se preparam para entrar na casa.

Matt chutou a porta anunciando:


– Policia de Bamberg!


Entraram na casa e procuram em cada cômodo, onde Allen Santana poderia estar escondido.


O policial Curtis dava sua atualização da cozinha, nos fundos da casa:


– Tudo limpo!


Matt estava no cômodo do lado, uma sala de TV com pouquíssimos móveis, até mesmo parecia qie ninguém vivia ali.


Ele andava devagar, com sua arma em mãos, e logo viu Kirk passando no corredor em frente, indo em direção a escada do porão. Matt foi indo logo atrás dele.


Quando chegaram ao porão, após descer uma escada empoeirada e com algumas teias de aranha, viram uma cadeira no centro da sala, com uma iluminação fraca graças a única luminária no canto direito da sala.


Lá estava ele.


Allen estava parado em frente a uma mesa toda trabalhada em mármore.


Ele estava com as mãos em cima da mesa, parecendo um pouco irritado, e nem um pouco surpreso.


– Allen Hans! Você está preso pelo assassinato de Hadrian Santana – Matt tirou suas algemas do coldre e colocou a mão esquerda no ombro de Allen – Coloque suas mãos atrás da cabeça, Allen.

– Claro, detetive! – Allen, com um jeito misterioso, fazia o que Matt mandava, mas demonstra ódio em sua voz.


Matt, Kirk e o policial Curtis voltam para a delegacia, com o suspeito preso.


Os três entraram no distrito, indo até seu capitão.


– Aqui está nosso amigo querido – Matt apertava o braço de Allen.

– Kirk, entre comigo – Junior esperou Kirk entrar na sala para falar com Matt – Vá encontrar com o Comandante e conte tudo a ele.


Matt obedeceu e Junior entrou na sala de interrogatório.


– Allen Hans! 52 anos, sua esposa faleceu logo após você descobrir que tinha câncer há dois anos, seu filho o deixou por causa de problemas que tinha com o Sr. – Junior começou o interrogatório, com alguns dados sobre Allen que havia retirado da ficha criminal dele, como é de costume – Há alguns anos, a família Santana abriu um boletim de ocorrência, afirmando que você estava os ameaçando, dizendo que os mataria, se eles não devolvessem uma quantia em dinheiro que, supostamente, teriam roubado.

– Por isso você ficou com mais ódio ainda deles, e, como não tinha mais nada a perder, matou toda a família, se vingando por não terem devolvido o seu dinheiro – Kirk deu seguimento ao interrogatório, se aproveitando do fato de Allen não ter mais nada a perder.

– Policiais! Vocês estão certos. Até tem provas de que eles me roubaram – Allen estava com um olhar confiante, e falava com dificuldade graças aos vários problemas de saúde que havia adquirido ao longo dos anos – Mas será que podem provar que eu matei essa família?

– Podemos, e vamos provar, aliás, – Junior já estava a par da investigação que Matt e Kirk haviam feito na casa de Allen – Meus detetives acharam dardos envenenados, e alguns documentos sobre a família Santana, em sua casa – Junior mostrou a Allen uma carta e uma foto que o policial Curtis havia encontrado no chão da cozinha de Allen – Aposto que foi você quem escreveu esta carta, onde assume o assassinato de Hadrian e faz uma ameaça a Kylie Santana, tia de nossa vítima.

– Você já era, Allen! – Kirk estava louco para colocar Allen atrás das grades.

– Você está preso pelo assassinato de Hadrian Santana e pela morte do pai dele – Junior se levantou de sua cadeira – Kirk, faça as honras. 


Kirk se levantou em seguida, levando Allen até uma cela no distrito, onde Allen ficaria esperando para ser transferido até a prisão de Bamberg.


O capitão seguiu caminho até o comandante e relatou mais uma vez, tudo para ele.


Depois de um tempo Yara foi ao encontro de Junior.


– Capitão, a análise dos dardos que Matt achou na casa de Allen batem com a amostra que tirei do dardo que matou Hadrian.

– Então, caso encerrado – Junior ficara feliz com uma prisão bem–sucedida.

– Capitã... – Yara estava um pouco envergonhada – Será que posso ir para casa mais cedo hoje? Eu preciso resolver algumas coisas em minha casa.

– Claro, Yara. Pode ir.

 

Ambos se despedem e Junior retorna a sua sala, para preencher alguns relatórios. Coisas de rotina.

 

Após de meia hora, o policial Curtis se encontrava novamente com Matt e Kirk.

 

– Policial Curtis, ótimo trabalho hoje! – Matt parabenizou Curtis.

– Imagina, Sr. Heafy. Foi um prazer trabalhar ao lado de dois ótimos detetives – Curtis suavizava o seu olhar.

– Que tal se fossemos tomar uns drinques? – Kirk ficara animado com o novo amigo, e também precisava relaxar.

– São 18:00hrs! Não seria muito cedo?

– Curtis – Matt deu um tapa nas costas de seu novo amigo – Nunca é cedo para comemorarmos mais um caso resolvido – Matt olhou para Junior, que vinha na direção deles – Você vem capitão?

– Claro! Não perderia essa por nada.



(...)







Notas Finais


Não esqueçam de comentar 😘 até o próximo capítulo


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