História Sacrifice - Capítulo 1


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Categorias Os Instrumentos Mortais, Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Magnus Bane
Tags Almas Gêmeas, Amor Verdadeiro, Malec, Sacrifício
Visualizações 123
Palavras 4.155
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fluffy, Lemon, LGBT, Luta, Magia, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 1 - Capitulo Único


Alexander Gideon Lightwood é um lindo moreno de 24 anos com lindos olhos avelãs. Ele é um caçador de sombras e chefe do Instituto de  Nova York. O amor de sua vida é o Alto Feiticeiro do Brooklyn. Só que por um mal entendido por causa de algo que Alec escondeu, Magnus terminou com ele há três semanas atrás.

Alec escondeu de Magnus que a Clave não tinha a espada alma em seu poder e Magnus ficou muito ferido com isso pois espada alma pode matar todos os submundanos então por isso ele terminou com Alec.

Alec sente uma falta imensa de Magnus pois ele sabe que Magnus é aquela pessoa, o seu único, a sua pessoa especial mas ele estragou tudo escondendo sobre a espada alma. Depois do termino, Alec está quebrado, quase não come e por causa disso ele emagreceu bastante. Mas  mesmo ele estando sofrendo com isso, ele ainda é o Chefe do Instituto de Nova York e ainda tem responsabilidades e então por isso ele levanta a cabeça e vai trabalhar mesmo estando sofrendo bastante.

 

O mundo das sombras conseguiu vencer a guerra contra Valentim. Valentim está morto e todo mundo está comemorando a sua vitória no Jade Wolf.

Alec está sentado no balcão e de lado ele observa Magnus escorado do outro lado do bar encostado na parede. Alec sente seu coração acelerar e suas mãos suarem de nervosismo.

Ele resolve ir falar com Magnus para ver se consegue resolver aquela situação.

- Ei – diz Alec quando chega onde Magnus está.

- Oi – diz Magnus.

- Parece que recuperou sua magia.

- Meu remédio caseiro depois de um grande consumo de magia é um banho quente na banheira, um bife grande e mal passado e litros disso. – Magnus disse levantando a taça de drink.

Alec fica com um sorriso bobo olhando para Magnus.

- Algum sinal dos demônios ? – Magnus pergunta.

- Nada. Os mapas com os sensores estão limpos de presença demoníaca, estranho, é como se eles tivessem desaparecido de repente.

- Então podemos aproveitar esse momento pra comemorar.

Magnus levanta a taça e ele e Alec brindam.

Alec leva a garrafa até a boca, mas para e diz:

- Podemos conversar? – Alec pergunta hesitante.

- Claro.

Alec segue na frente e vai pro beco que fica ao lado do bar Jade Wolf.

Quando ele vê que Magnus chegou, ele começa a se desculpar.

- Desculpa.

- Não peça desculpas. – diz Magnus.

- Eu devia ter contado sobre a espada alma – Alec diz com os olhos brilhando de lágrimas.

Magnus abraça o corpo e diz:

- É passado.

Alec pensa um pouco e fala:

- Magnus desde que a gente brigou eu não consigo pensar direito.

- Eu não consigo fazer nada sem pensar em você, Alexander.

- Magnus, eu acho que não consigo viver sem você.

- Eu achei que tivesse que escolher entre você e o submundo, mas não tenho. Um homem sábio me disse uma vez: os relacionamentos exigem esforços. – Magnus diz se aproximando de Alec.

- Bem, isso é eufemismo.

- Sabe o que não é eufemismo? – Magnus diz se aproximando mais.

Magnus coloca a mão na cintura de seu Alexander, se aproxima mais e quando seus lábios se tocam, eles sentem uma faísca passar por seus corpos, eles sentem o sentimento de voltar finalmente para casa.

Depois do beijo, eles ficam olhando um para o outro apaixonadamente.

- Ei, eu amo festas mas o que acha de irmos para casa?

Alec abre um sorriso imenso e com os olhos brilhando ele diz:

- Sim, vamos para casa.

Magnus entrelaça seus dedos com os de Alec e Alec com a mão livre abraça Magnus de lado.

Eles começam a andar em direção ao loft.

Quando está faltando duas quadras para chegarem ao loft, Alec nnão está aguentando de desejo para poder pegar o seu homem e então ele o joga na parede de um beco e o beija apaixonadamente.

Alec o beijou intensamente, conduzindo Magnus até um beco escuro. Magnus se afastou, olhando em volta se certificando que não tinha plateia, o feiticeiro enfiou a mão dentro da calça do arqueiro.

- Oh... Mags, eu quero você.

- E você terá!

Magnus já sentia a cabecinha molhada pelo pré gozo, Alec revirava os olhos de tanta excitação, e o feiticeiro ia movimentando a mão lentamente, deixando Alec fora de si.

O submundano fazia o membro do companheiro de picolé, chupando, lambendo, deixando o pênis todo babado.

- Baby? Eu quero você, quero sentir você dentro de mim. – diz Alec.

- Ei? Vamos com calma.

- Magnus? Me fode?

- Quando eu acabar aqui com o garotão, vamos terminar a festa em casa.

Magnus voltou a trabalhar com a boca, Alec ia no mesmo ritmo com os quadris,  estocando dentro da boca do feiticeiro, Alec sentindo o orgasmo chegando, tirou seu membro da boca do companheiro, continuou se tocando e gozou o rosto todo de Magnus.

Magnus faz mágica e limpa os dois. Alec se arruma, entrelaça os dedos com os de Magnus e vão pra casa.

Magnus e Alec foram para casa, eles precisavam esquecer tudo aquilo. Valentim, espada e principalmente o mundo das sombras. Quando chegaram no apartamento do Magnus, no Brooklyn, eles finalmente se sentiram a vontade.

- Finalmente. – Alec foi o primeiro a entrar e logo atrás de si o alto feiticeiro do Brooklyn.

- Alexander, eu sabia que você estava cansado mas não tanto. – Magnus ver Alec se desfazendo do seu casaco.

- Não estou cansado... – Alec vai ate o asiático. – Apenas queria chegar logo em casa para poder ficar com você.

- Entendi. – Magnus da um sorriso de lado.

Com um estralar de dedos as luzes ficam baixas, o som liga e uma musica calma e ambiente. Magnus passa seus braços pelos ombros do Alec e cola seu corpo junto do dele, e começa a movimentar-se.

- Magnus, eu não sei dançar. – Protesta Alec.

- Só me segue. – Magnus deitou sua cabeça no ombro do maior e começou a guiar os passos.

- Magnus...

- Shh... – Magnus cola seus lábios nos do Alec.

Alec o beija com urgência pedido passagem com a língua, Magnus sede passagem e aprofunda o beijo. As lâmpadas da sala começam a piscar, todas recebem a energia que emanava do corpo do feiticeiro. Magnus por um estante se separa de Alec e rir, o moreno também rir e logo voltam a e beijar.

Alec tira o casaco do Magnus e o joga no sofá, Magnus tira a camisa do Alec e a joga longe. Ele para e examina aquele peitoral, ai ele desliza suas mãos, Alec morde seu lábio inferior e espera Magnus ir novamente ate ele, coisa que não demorou muito, Magnus logo estava em seus braços.

Eles foram para o quarto Alec olhava fixamente para os olhos de gato do Magnus, Alec o beijou na bochecha, nos lábios, queixo, pescoço enquanto desabotoava a camisa do asiático. Alec desceu mais para baixo ate chegar na calça do Magnus, ele olhou para o feiticeiro, ele estava ofegante, e arfava ao sentir as mãos do seu Shadowhunter, se aproximando de sua intimidade.

Alec tirou o cinto e jogou longe, abriu o zíper da calça do Magnus, e viu o volume por trás da cueca do mesmo. Sua boca salivou, seus olhos brilharam, seu corpo se arrepiou e seu sangue ferveu. A respiração do Magnus estava pesada, Alec passou a língua por cima do tecido da cueca do Magnus e o viu  grunhir como gato.

Magnus e puxou pelo queixo e seus lábios se encontraram, Magnus com urgência tirou a calça do Alec como magica, Alec o segurou pelos cabelos, mantendo assim seus lábios unidos assim como seus corpos. Alec aperta da cintura do Magnus, fazendo suas ereções se chocarem.

Alec toca o asiático na parte da sensível do seu corpo, a glande do asiático já apresentava o pré- gozo. Alec passou o dedo por cima e lambeu, Magnus segurou as cabelos do Shadowhunter com força, Alec abocanhou todo o pênis do feiticeiro que gemeu profundamente, Alec o sugava com vontade e a parte que não cabia em sua boca ele o masturbava. Magnus segurava profundamente o seu ápice, ele queria dar prazer ao moreno e para isso precisava esta com todo a gás.

Magnus começou a movimentar os quadris, Alec sentia a glande do asiático próximo a sua garganta, os gemidos e grunhidos de gato que saiam da boca do Magnus, era como um estimulo para o Alec. Alec voltou a toca-lo, Magnus parou de se movimentar e deixou o resto com o Alec, que sabia perfeitamente o que estava fazendo. Com o tempo, Alec havia pegado a pratica e as habilidades necessárias para lavar Magnus aos céus.

Já na cama Alec estava sobre Magnus, ambos estavam nus, suas ereções roçavam uma na outras, seus lábios se tocavam, seus corpos dançavam por causa do suor. Alec com a mão direita segurou a intimidade do asiático, o aproximando da sua entrada, ele sentia a glande do Magnus o penetrar lentamente, ele respirou fundo, mordeu o lábio inferior e deixou que Magnus o penetrasse.

Alec colocou suas mãos no peito do feiticeiro e esperou que ele se movimentasse, o penetrando mais e mais. Alec estava ofegante, seu coração estava acelerado, seu corpo pedia por penetrações mais rápidas e violentas. Magnus assim fez, as penetrações aumentaram assim como os gemidos de Alec. Magnus segura Alec pela cintura, Alec coloca suas mãos sobre as do asiático, ficando assim ereto.

Os olhos do Magnus continuavam com sua marca de feiticeiro, todas as runas do Alec começaram a brilhar, Magnus continuou as penetrações e Alec os gemidos. Magnus estava ofegante, e soltava pequenos gemidos, a intensidade das luzes que saiam das runas do Alec aumentaram de uma forma sobrenatural, e nenhum dos dois sabia explicar o que estava acontecendo, ate que Magnus chegou ao seu clímax e as luzes que saiam das runas do Alec apagaram. Magnus puxa Alec pela nuca e o beija, um beijo calmo, sem pressa, mas com muito desejo e amor.

Mesmo após chegar ao seu clímax, Magnus ainda estava com todo o gás possível, seu desejo de possuir o Shadowhunter não tinha fim. Agora ele Magnus que estava por cima, no meio das pernas do Alec, eles se beijavam como se o mundo fosse acabar a qualquer momento e se acabasse que fosse daquele jeito. Um entregue ao outro, de corpo e alma.

Alec estava com as pernas em volta da cintura do Magnus recebendo as penetrações, a boca do Alec estava no pescoço do Magnus, sua língua passeava por ali. Magnus rosnou, Alec abriu um sorriso e junto com ele saiu um gemido. As unhas do Alec iriam deixar um belo estrago nas costas do feiticeiro. Suas mãos caíram sobre a cama, e apertaram fortemente as cobertas, cada vez mais que as penetrações do Magnus aumentavam.

A boca do Magnus foi ate o peito rosado do Alec, aonde o feiticeiro passou a língua e mordiscou fazendo Alec gemer mais ainda e aperta as cobertas de seda, cada vez mais. Sua boca ia ate onde seu corpo permitia, seu corpo estava prestes a estimular um novo orgasmo, Magnus procurou a boca do Alec, pediu sua língua, seu corpo. Alec o abraça e entrada tudo que Magnus pediu e ate mais, ele entregou sua vida ao asiático feiticeiro do Brooklyn.

Alec se levanta e resolve mimar um pouco o seu namorado e faz para ele o bife mal passado que ele precisa para recuperar a sua magia.

Eles comem em silêncio e se olham com olhares apaixonados.

- O que acha de tomarmos um banho quente na banheira, querido? – pergunta Magnus depois de terminar o jantar.

- Sim, Mags. Vou preparar pra nós o banho. – Alec diz e vai pro banheiro preparar o banho.

Quando Magnus chega no banheiro, ele fica encostado no batente da porta observando Alec terminar de preparar o banho.

- Que bela visão. – diz Magnus.

- Mags!!! – Alec olha para ele corado.

Magnus sorri apaixonado para ele.

Magnus começa a abrir sua camisa mas Alec o detém.

- Eu faço! – ele diz e começa a abrir a camisa de Magnus.

Em cada pele descoberta, Alec deixava um beijo. Ele deu uma lambida nos mamilos antes de descartar a camisa de Magnus no chão.

O olhar de Alec era cheio de luxúria.

Ele tirou a calça e a cueca de Magnus.

Magnus entrou na banheira.

Enquanto Alec tirava sua própria roupa, os olhos de Magnus percorriam todo o corpo de seu namorado.

Alec se instalou no meio das pernas de Magnus e se aconchegou em seu peito.

- Senti falta de estar assim com você. – diz Alec.

- Eu também, Alexander. – Magnus diz acariciando a coxa de Alec.

Eles se olham nos olhos, se beijam e o beijo rapidamente se aquece.

Eles fazem várias vezes amor naquela noite.

 

Durante as próximas duas semanas, o mundo das sombras está em paz finalmente depois que Valentim morreu. Alec e Magnus aproveitaram esse tempo para recuperar o tempo perdido.

Mas três semanas depois da derrota de Valentim, as coisas começaram a ficar estranhas novamente. Mundanos, vampiros, seelies, feiticeiros  e caçadores de sombras começaram a ser atacados de repente e desaparecer também. Ninguém sabia o que estava acontecendo. O mundo das sombras estava em polvorosa. O instituto e os submundanos estavam trabalhando juntos para tentarem descobrir o que estava acontecendo no mundo deles. Magnus estava trabalhando praticamente todos os dias para tentar descobrir o que poderia estar atacando o mundo mundano e o mundo das sombras.

Depois de várias pesquisas, Magnus descobriu o que estava acontecendo nos dois mundos. Era Lilith que estava fazendo isso por causa de Sebastian. Ela queria o seu filho de volta. Ela o chama de filho pois Sebastian tem sangue de demônio.

Lilith é um demônio feminino conhecida como a mãe dos demônios e dos feiticeiros. Ela é possuidora de grande beleza e é a esposa preferida de Lúcifer. Possui o título de Rainha do Inferno.

Como príncipe do Inferno por ser filho de Asmodeus, Magnus decide invocar seu pai para ele lhe ajudar a derrotar Lilith.

Magnus está em seu loft preparando tudo para poder invocar Asmodeus.

Depois de tudo pronto, ele começa a recitar o feitiço que ele tem que dizer para o invocar.

Uma fumaça preta aparece no loft e no meio dessa fumaça preta está o príncipe do inferno, Asmodeus. Ele é alto com cabelos pretos e olhos de gato dourados que Magnus herdou dele. Ele lembra um pouco Magnus.

Asmodeus é considerado um dos sete anjos do inferno, abaixo somente de Lúcifer. É o demônio representante da luxúria. É um anjo caído.

- Ora, ora. A que devo o prazer dessa invocação? – Asmodeus diz cínico.

- Pai, Lilith está atacando o mundo das sombras e o mundo mundano. Preciso que me ajude a derrotar ela. – diz Magnus.

- E por que eu faria isso? O que eu ganharia isso? Por que isso é importante para você? – pergunta Asmodeus.

- Faço o que quiser, mas , preciso manter as pessoas mas principalmente meus amigos e namorado a salvo. – diz Magnus desesperado.

- Bom , isso me interessa e muito. E caso você não cumpra com o que irei lhe ordenar, seu querido Alexander Lightwood será o primeiro a morrer. Mas caso me obedeça, vocês dois terão uma surpresa boa no final quando isso tudo acabar. – diz Asmodeus.

Magnus gela quando Asmodeus fala em matar seu Alexander.

Ele assente com a cabeça pois não consegue falar.

- Você irá para Edom comigo por dois meses e você irá me dar um pouco de sua energia nesses dois meses que irão reerguer Edom. Caso faça tudo o que eu lhe peça, irei ajudar a derrotar Lilith e lhe darei a poção de uma dose que tenho em meu poder que faz um mortal virar imortal. Você pode a dar para quem quiser, mas tenho quase certeza que você a dará para Alexander Lightwood. Estamos entendidos? – pergunta Asmodeus.

Magnus assente com a cabeça.

- Então amanha ás cinco da tarde terá um portal para Edom aqui no loft. Não se atrase. – diz Asmodeus e some em uma fumaça preta.

Depois que Asmodeus vai embora, Magnus fica pensando em como ele poderá sobreviver dois meses sem ver e sem tocar Alec. Antes da morte de Valentim, quando eles terminaram, eles ficaram separados três semanas e foi um martírio para ele. E agora serão dois meses e ele está com medo de como ele e Alec ficarão com essa separação. Pois na separação anterior, quando ficaram separados por três semanas, Alec emagreceu bastante o que o deixou bastante preocupado. Ele agora espera que Alec não cometa nenhuma loucura pois eles estão juntos mas terão que ficar um tempo longe um do outro mas ele irá voltar para o seu Alexander. Magnus está com bastante medo de falar que amanhã terá que ir pra Edom para Alec e ele decide não falar isso. Ele irá para Edom sem o avisar mas deixará uma nota para ele só para seu Alexander saber onde ele está. Ele não tem coragem de se despedir de Alec.

Então, ele liga para Catarina e lhe diz o que ele irá fazer. É claro que ela não gosta mas ela entende porque ele tem que fazer isso. Ela só lhe pede para tomar cuidado e voltar vivo de Edom.

Quando Alec volta ao loft aquela noite, Magnus aproveita todo o tempo que pode com o seu Alexander. Ele está bem carinhoso e amoroso com seu namorado. Naquela noite, eles fazem um amor apaixonado. Alec fica com o coração acelerado pois sente como se Magnus estivesse se despedindo dele mas não entende o porque de ele ter esse sentimento.

No outro dia, lá pelas quatro da tarde, Alec, Izzy e Jace vão para o Hospital Central NY que é onde a feiticeira e melhor amiga de Magnus, Catarina Loss, trabalha. Eles querem saber sobre os bebês.

Eles ficam um bom tempo conversando e quando Catarina percebe que Alec não vai embora, ela fica preocupada.

- Alec, o que você ainda está fazendo aqui? São quase cinco horas, você não tem que se despedir de Magnus? – pergunta Catarina preocupada.

Alec empalidece.

- Como assim me despedir de Magnus, Catarina? – pergunta Alec extremamente preocupado.

- Ele não te contou? – pergunta Catarina.

- Me contar o que ? – pergunta Alec segurando os braços de Catarina e olhando em seus olhos.

- Aquele idiota. Magnus fez um trato com seu pai, Asmodeus. Ele vai para Edom por dois meses para ajudar a fortalecer Edom e em troca disso, Asmodeus ajuda nós a derrotar Lilith e deixa os entes queridos de Magnus vivos. O portal para Edom estará no loft ás cinco horas. Então , caso você queira se despedir, pois você só o verá em dois meses, eu sugiro você correr pra lá agora. – diz Catarina para Alec.

Alec fica branco que nem um papel, ativa a sua runa da velocidade e corre para o loft.

Chegando lá, ele vai até a sala, vê o portal e Magnus terminando de arrumar as coisas que irá levar para Edom.

- Então você iria sem se despedir de mim? – diz Alec com a voz embargada.

Magnus o encara nervoso.

- Alexander.

- Me diga, Magnus. Me diga o por que você querer ir sem se despedir de mim e me deixar aqui morrendo de preocupação com você. Se Catarina não me contasse, eu não saberia onde você estaria. Como você queria que eu me sentisse? – Alec chega mais perto de Magnus e ele está chorando.

- Eu não queria que você me impedisse. – diz Magnus nervoso e limpando algumas lágrimas de Alec.

- Eu nunca lhe impediria. – diz Alec.

- Eu sei mas eu também estava com medo da despedida. – diz Magnus.

- Magnus, eu te amo tanto. Só me prometa uma coisa. Volta pra mim pois eu não sei viver sem você e eu não quero aprender a fazer isso. – diz Alec chorando e o abraça.

Depois do abraço, Magnus o olha e sorri para ele.

- Por que eu não voltaria? Olha o que eu tenho esperando por mim. – diz Magnus e se inclina e dá um selinho em Alec.

Então Magnus está caminhando para o portal, quando Alec lhe puxa pelo braço para seus braços e lhe dá um beijo apaixonado. Eles se beijam por vários minutos e então Magnus entra no portal e vai para Edom.

Os próximos dois meses são muito difíceis para Alec e Magnus. Eles sentem muito a falta um do outro mas pelo menos eles sabem que irão encontrar o seu caminho um de volta para o outro como sempre fazem. Alec fica extremamente mal humorado e Izzy e Jace sofrem muito com as suas alterações de humor mas eles entendem que ele está assim pois está sofrendo muito com a falta de Magnus. Ele come pouco mas come pois não quer estar doente quando Magnus voltar para ele. Ele dorme todas as noites no loft sempre agarrado em uma camisa diferente de Magnus. Ele só consegue dormir depois sentir o cheiro de seu Magnus.

Quando a Magnus ele sofre muito com a falta de Alexander. Ele não consegue dormir muito pois só o que ele consegue pensar é em seu arqueiro. Ele quase sempre está esgotado de sua magia pois ajudar a reerguer Edom gasta muita magia.

E quanto a Asmodeus? Logo que Magnus foi para Edom, ele ajudou a derrotar Lilith. E ele não deixou nenhum ente querido de Magnus se machucar. Ele cumpriu a sua parte do trato com o seu filho, agora só faltava o seu filho terminar de cumprir a sua parte do trato. E depois que ele cumprisse, ele  lhe daria a poção da imortalidade e então o liberaria para voltar para casa.

Depois de mais um dia exaustivo de trabalho, Alec resolve ir para o loft. Seu peito dói ao lembrar que Magnus não está lá.

Alec ao chegar ao loft fica surpreso ao encontrar Magnus lá. Ele atravessa a sala, pega Magnus pela cintura e o beija apaixonadamente.

Eles andaram da sala até o quarto, aos tropeços, esbarrando nos objetos, sem se afastarem. O beijo era calmo, cheio de saudades, saudades do toque, o corpo de ambos sentiam falta.

Magnus colocou Alec na cama, com todo o carinho, o feiticeiro começou a distribuir beijos ternos por toda parte do corpo de Alec. Seguindo uma trilha de beijos, do pescoço até o membro ereto do arqueiro. Magnus o abocanhou, sentindo a cabecinha molhada pelo pré gozo, o asiático começou a lamber o membro do seu namorado como se fosse um picolé, lambia e chupava da extensão, fazia uma garganta profunda, deixando Alec em êxtase.

- Oh... Mags, isso, oh. Eu vou gozar, oh...

Percebendo que o arqueira já estava na borda, Magnus o chupava com mais  rapidez, fazendo Alec se desfazer.

- Isso foi incrível , eu estava com saudades dessa boca, saudades de você.

Eles se beijaram e Alec sentiu o seu próprio gosto na língua do feiticeiro. Magnus pegou o lubrificante na cômoda ao lado da cama, espalhou por seus dedos e introduziu no namorado. Alec gemia alto a cada dedo dentro da sua entrada.

- Oh... me fode. – falou Alec em meio a gemidos.

Magnus passou lubrificante por todo o seu membro.

- Fica de quatro, baby. – Magnus sussurrou.

Magnus posicionou seu membro na entrada quente de Alec. O arqueiro empinava mais a bunda para ter contato completo. Magnus segurou em seus quadris, e começou a estoca-lo com força, fundo, acertando em cheio a sua próstata.

- Alexa... eu voooouuu gozar, oh...

Magnus gozou dentro de Alec, logo em seguida o arqueiro se desfez.

Magnus se limpou , abraçou Alec e logo em seguida eles caíram no sono.

Alec e Magnus no inicio de seu relacionamento já falaram várias vezes de ficarem juntos para sempre ou seja se tivesse um jeito de Alec ser imortal ( sem ser vampiro) e continuar sendo shadowhunter, ele faria isso sem nem pensar duas vezes. Então quando Magnus lhe conta tudo o que ele sofreu em Edom e que como recompensa por isso , ele recebeu uma poção para a imortalidade e que só tem uma dose, Alec não fica inseguro e nem nada, ele toma todinha a dose da poção deixando Magnus impressionado.

Agora eles ficarão felizes para sempre e sempre.

Eles encontraram o seu caminho de volta um para o outro.

Ás vezes , alguns sacrifícios valem a pena para no final dar tudo certo.

A família e amigos de Alec irão morrer, ele ficará triste e tudo por isso, mas, no final do dia ele terá Magnus para sempre e Magnus estará lá para lhe segurar. Eles serão muito felizes juntos. Poderão um dia se casar e ter seu casal de filhos que irão se chamar Lola e Pietro como eles tanto querem.

 

 

 

 

 

 

 

 



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