História Sacrifício - Capítulo 4


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Categorias Naruto
Personagens Hanabi Hyuuga, Himawari Uzumaki, Hinata Hyuuga, Hyuuga Hiashi, Itachi Uchiha, Mikoto Uchiha, Naruto Uzumaki, Neji Hyuuga, Sai, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha, Shikamaru Nara, Shisui Uchiha, Temari, TenTen Mitsashi, Toneri Otsutsuki, Tsunade Senju
Tags Hentai, Mistério, Naruhina, Naruto, Obsessão, Sasai, Sasuhina
Visualizações 134
Palavras 3.120
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oioioi pessoas. Capitulo não revisado. Tenho que fazer algumas alterações. Este capitulo foi um dos mais complicados, pois eu não programava colocar esses acontecimentos, mas como eu ja falei eu fiz uma alteraçãozinha no roteiro e foi preciso. Escrevi ele 2 vezes e as duas vezes não gostei. Esse agora ficou bom mais poderia ser melhor. Desculpe a demora.
*Eu pus a musica de inicio pois é a trilha sonora da historia.♥ E ela é uma das minhas favoritas♥
*Chamada misteriosa ulalá.♥
Obrigada por ler...♥ ♥ ♥ ♥

Capítulo 4 - Encontros.


Fanfic / Fanfiction Sacrifício - Capítulo 4 - Encontros.

(...) 

Acelero o carro quando Hanabi desliga o telefone. As vezes ela me irrita. Ou seja, a maioria do tempo. Mas não é uma irritação maldosa é uma coisa saldável. 

 Me preocupa a aproximação das irmãs. Hanabi é muito impulsiva, por isso fugiu da casa do pai. E ele a procura de canto a canto. Se Hinata acidentalmente fala onde a irmã está, as coisas complicam para mim. Hiashi faria qualquer coisa para que minha vida fosse de ruim para péssima, se descobrisse que Eu estava "escondendo" Hanabi. Ele já provou isso uma vez. Não se arrependeria em fazer novamente.    

 Sorrio quando escuto a música tocar. A nossa música. A música que foi a trilha sonora da maioria de minhas lembranças. Never Be Alone.     

 " I promise that one day I'll be around. Eu prometo que um dia estarei por perto 

      I'll keep you safe, I'll keep you sound " Te manterei a salvo 
                                                                                   Te manterei segura... 

 

A promessa que fiz a ela, não era apenas uma letra, era real. E eu a estava cumprindo. Do meu jeito.  

 Aquela música. O sorriso apareceu na minha mente imediatamente. A voz dela chorosa. As lagrimas caindo. As pequenas mãos apertando minha blusa com força. Apertei o volante com força. Era tudo culpa dele. Ela estaria aqui se ele não tivesse feito o que fez. Naruto. Ele é que tenho mais ódio. Ele mentiu para mim. Ele a tirou de mim.  

Suspirei, tentando desviar meus pensamentos para outras coisas. E acabei chegando em minha mãe. Ela com certeza vai me matar por eu ter sumido. Foram apenas 5 meses, mais para ela parece que fiquei uma eternidade sem visita-la. Sorri pensando em como ela conseguia ser dramática. Me lembrava alguém.     

Lembro que quando eu e Hinata brigamos, ela talvez tenha sido dramática, mas com toda razão. Aquela rosada conseguia mudar as pessoas. Ficamos semanas sem se falar, e o senhor Hiashi não achou ruim. Mas lembro de como nos reconciliamos. Eu cantei essa música para ela. Fazendo da letra da música minhas palavras. Prometi cuidar dela. Prometi que um dia estaria de volta. Prometi ama-la.  

                                                                                       (...) 

 

Parei em frente a casa de meus pais. Uma casa grande mansão pequena. Preferência de minha mãe. Suspiro ao me lembra que foi aqui que passei toda minha infância. 

 O porteiro reconhecendo meu carro me dá passagem e permite minha entrada. Coloco o carro na garagem juntamente com o de meus pais. Saio do carro e com 1 minuto já estou abrindo a porta central da gigante casa. Ouço a pequena cadela correr ao meu encontro. Quando Hinata a adotou detestei o pobre animal (com certeza não teve nada a ver com ciúmes) mas ela – a cachorrinha chamada Lua. - sempre gostou muito de mim, e com o tempo passei a gostar dela também. Porém as circunstancias me fizeram não poder continuar com a mesma. Então no mesmo ano em que Hima nasceu, pedi ajuda a minha mãe para cuidar de minha filha. E ela me ajudou com toda a felicidade do mundo. Muitas vezes ela me reprendia, chorava e brigava, por ter desistido tão facilmente de Hinata, mas ela não entende, nem sabe os meus motivos para ter feito tal coisa. E pretendo que nunca saiba. 

 Eu não fazia ideia de como trocar as fraudas de uma recém-nascida, ou cuidar, alimentar e dar banho. Minha mãe foi meu porto seguro no primeiro ano. Depois voltei para meu novo apartamento. Mas minha mãe sempre que podia me visitava e me ajudava com Hima. 

 Minha mãe aparece na sala um pouco assustada e um pouco pálida.  

-Sasuke, o que faz aqui?! - Ela falou um pouco alto surpresa.  

-Minha presença incômoda mãe, posso ir embora se quiser. - Eu disse fingindo ofendido. 

-Não. - Ela gritou. -Eu só não esperava você aqui. - Ela disse chegando mais perto de mim. E me levando até o sofá. 

 - Mais respondendo a sua pergunta. Eu vim vê-la e conversar com meu pai em relação aos Sabakus. - Ela concordou com a cabeça. 

-Seu pai saiu, daqui a pouco volta. Mas como vai a minha pequena? - Ela perguntou eufórica lembrando da neta.  

-Está agora na creche. Estava tão animada. Hanabi a levou até a escolinha. - Eu disse sem perceber as palavras.  

-Hanabi?! - Ela disse sorridente. -Mas não é a irmã da Hinata? - Ela disse se aproximando de mim sem me deixando falar. - Meu amor me diga que vocês voltaram. - Ela disse pegando minhas mãos. Eu me soltei e me levantei um pouco incomodado.  

-Não mãe eu não voltei e nem irei voltar o meu relacionamento com Hinata. - Disse tentando aceitar minhas próprias palavras. - Ela não me pertence mais. - Olhei para o lado oposto de minha mãe. E vi a pequena cachorrinha latindo para a porta dos fundos. 

 Caminhei até ela para saber do que se tratava. Caminhei até a parede que era totalmente de vidro. No momento pensei que era um maldito esquilo, mesmo assim caminhei até lá. E me surpreendi quando vi o meu pai chegando pelo portão dos fundos. Sorri quando percebi que a pequena cadela balançava o rabinho para o carro. Quando o animal correu para o lado pra onde o carro estava indo me virei e voltei pelo corredor extenso que dava em direção a sala de estar. 

Quando cheguei na sala que irradiava luz percebi que minha mãe não estava. Voltei a me sentar no sofá branco em forma de L e peguei meu celular. De cara apareceu a fotografia da minha família. A última foto que pude tirar com Hinata. Ela estava linda, seu vestido lilás combinava com seus cabelos azulados. Seus olhos pareciam estar sorrindo com a boca. A barriga estava enorme. Eu estava ao seu lado e itachi estava do meu lado, aquele dia foi um dos melhores, a se eu soubesse que isso acabaria tão rapido. O traidor, ele estava lá tambem. Sorri irônico e desliguei o telefone com raiva. Fazia tempo que não prestava atenção nesta foto.  

Quando desviei minha atenção da tela do celular meu olhar caiu em um porta retrato de madeira, rustico diferente do resto da decoração da casa, que era mais moderno. E ao olha-lo me lembro de uma única pessoa. Me levanto e caminho até o outro lado da sala. E quando me aproximo a fotografia vai ficando clara. Uma inundação de duvidas me invadem. Uma foto de um casal de costas. Eu me lembro desse dia. Estávamos viajando -eu e Hinata. -. Lembro que Itachi estava na cidade em que estávamos (eu e Hinata) então foi nos encontrar, e em um momento em que estávamos de costas ele tirou a foto. E somente eu e ele tínhamos a cópia. Travo o maxilar. Escuto a porta sendo aberta e meu pai entrar, minha mãe então aparece na sala e sorri para meu pai. O homem olha para mim com um ar surpreso. Minha mãe se aproxima de meu pai para cumprimenta-lo e percebo que seu olhar vai de meu pai para a ponto atrás dele. E ela para. Observo a cena atentamente. E quando meus olhos chegam a porta o homem quem eu menos desejava ver aparece. Meu irmão. Ele de imediato me olha. Um sorriso singelo é mantido em seu rosto. Desvio meu olhar surpreso para a foto em minha mão e então a raiva me cega. Ele estava aqui, o que fazia era a pergunta. 

 Ponho novamente a imagem em seu lugar e olho novamente para ele. Como meus pais tem coragem de permitir um traidor - por que é isso que ele é- dentro de casa. Caminho rapidamente até minhas coisas.  

-Eu volto outro dia. - Digo simplesmente já caminhando até a porta. Mas quando passo em frente ao meu pai ele segura meu ombro me impedindo de caminhar. 

  -Não precisa ir. - Ele diz. -Vamos conversar. - Me afasto dele e encaro minha mãe que está surpresa.     

-Não eu, prefiro vir outro dia. - Tento voltar a andar mais desta vez minha mãe segura meu braço. 

-Querido você acabou de chegar. Estava esperando seu pai não estava. - Eu novamente me afasto e a encaro com magoa. 

-Não eu realmente prefiro voltar outro dia, deve estar cansado e alias vocês têm visitas. - Digo dando meu primeiro passo.  

-Se o problema sou eu, eu não vou incomodar Sasuke. - Ele fala fazendo ênfase no meu nome. 

-O problema não é ninguém Itachi. Estou indo. - Digo olhando a porta aberta. 

-Fugir não é solução para todos os problemas Sasuke. - Meu pai fala. - Voces dois tem que conversar e se resolverem. - Minha paciencia chegou ao seu limite. Olhei o homem atrás de mim, com o rosto indiferente.  

-Não tenho nada que conversar com esse homem, pai. Palavras não significam nada quando as ações mostram tudo. Tudo que deveria se resolver já foi feito. - Digo com uma raiva nunca sentida antes.  

-A culpa não é minha Sasuke. - Ele diz e meu corpo responde sozinho. 

-É fácil falar isso agora não é Itachi. - O encaro com ódio e magoa. - Isso não muda os fatos. - Sorri irônico. - Desejo realmente, que você sofra. - Dei uma pausa. - Sofra o tanto que eu sofri. Espero que se sinta tão vazio quanto eu senti. Espero que o universo de um jeito de te deixar com uma dor inexplicável como eu. - Disse querendo ir embora. Não queria discutir.   

-Sasuke tente entender... - Minha mãe tentou falar. 

-Não há nada a ser entendido mãe. A única coisa que vocês precisam entender é que esse homem só terá de mim o meu eterno sentimento de insignificância no universo. Ele não é meu irmão. Irmãos não fazem o que ele fez. - Olhei para onde a fotografia estava, e suspirei. - Você tem todo o meu desprezo. - Olhei para ele e me calei por um segundo. - Eu odeio você. - Olhei para minha mãe e ela derramava lagrimas pelos filhos. Mas pude perceber que o semblante antes sereno se fechou. -Passar bem. - Caminhei até o outro lado da porta finalmente. 

Com toda certeza hoje não avia sido o dia que esperava. E talvez algumas palavras que não deviam foram ditas.      

                                                                                     (...) 

    

 

*Chamada Onl 

  Atenderam. 

-Oi. - Disse seco. 

-Olha só. Quem é vivo sempre liga. - Falou o rapaz que estava de bom-humor.  

 -Já fiz a minha parte. - O homem falou sério, e o outro sorriu. 

 -Mas é claro que fez. - Os dois ficaram sério. 

 -Quero o que prometeu. - Ouviu um suspiro. 

 -Assim você me arrebenta né. Primeiro quero detalhes. O filho da mãe chorou muito. Eu daria qualquer coisa para poder ver o... - Interromperam. 

-O combinado. - Falou sem querer saber de mais nada. - Eu quero.  

-Ei relaxa. Não sei o porquê faz tanta questão disso. Está lutando contra a inevitável... - Foi interrompido novamente.  

-Shisui. A única coisa que eu preciso e de tempo. - Suspirou e olhou a rua em que o homem a quem seguia foi. - E tempo não é exatamente o que me farta. - Sorriu lembrando do próprio irmão. - Meu amado irmãozinho acabou de me fazer uma ameaça de morte, apenas me olhando. - O gênio do outro lado da linha sorriu com a frase. -Ele realmente ama aquela mulher. - O mais novo falou e o outro fingiu não escutar o que o amigo falou. 

 Estavam no meio de todo o esquema. E conhecia as duas versões da história e sinceramente não sabiam em qual lado ficar, mesmo a escolha sendo óbvia. Não sabia qual escolher, a que eles se ferravam ou a outra que eles também se ferravam.  

*Chamada Off  

                             (...) 

-Alguém nesta espelunca?! Que lugar horrível. - Uma rosada gritava.  

-Não obriguei você vir. - O loiro falou bebendo mais um gole de seu Whisky. - Alias o que faz aqui mesmo? - O homem disse deitando no sofá velho. 

-Ai Naruto você está bêbado. - A rosada suspirou. - Eu não sei o que é pior. Vir até aqui procura uma pirralha que deve estar rindo da nossa cara agora, ou você bêbado no meu ouvido. Um dia eu ainda me livro dessa vida. - A rosada com ar superior volta da cozinha onde foi conferir se tinha rastros de uma menina fujona, e nada. Enquanto isso o loiro caia na gargalhada com a frase da parceira.  

-Sakura você é uma graça. No dia em que você deixar de ser obcecada pelo Baka eu paro de beber. - O loiro bêbado grita escandalosamente. 

-Sabe Narutinho só existe uma diferença entre eu e você. - A rosada falou apontando para Naruto com uma cara de deboche. -  Eu não dependo do amor de ninguém para ser feliz. - Ela mascou o chiclete rosa em sua boca. - Mas olhe para você. Até com aquelazinha idiota, não se lembrando de nada, não consegue ter o amor dela. - Ela deu um sorriso vitorioso. - Já o Sasuke, eu não me importo quem ele ama. Ele já é meu. E está nas minhas mãos. Mas você com essa coisa de amor nunca vai conseguir nada. Ela nunca te amará de verdade. E você sabe disso. - A mulher saiu com sua bolsa da cor de seus cabelos soltos. O salto batia no chão de madeira. O loiro deu mais um gole na bebida e viu a fotografia no centro da mesa. A pegou e jogou na parede amaldiçoando toda a família Uchiha. 

-Maldito Uchiha. Era para ela me amar. Mas você como sempre estragando tudo. - O loiro olha novamente para a fotografia e torce a cara quando ve que ela está virada pra cima com a família toda reunida. - Vai sofrer. - Passou o braço nos olhos enxugando as lagrimas de bêbado. -Vai sofrer por ter o amor dela. - Encostou suas costas no sofá olhando o teto lembrando de sua amada e inocente princesa. E logo em seguida o seu maior rival que queria tira-la dele. -  Por que sempre tem que ser você. - O loiro resmunga quase derrotado ao sono. -  Você era meu amigo, poxa. - E dormia. - Meu melhor amigo.  

                                                                                    (...) 

 A adolescente sorria sentando no banco da praça com a irmã do lado e a sobrinha na caixa de areia. Se esse fosse seu último dia ela estaria satisfeita. Isso era um sonho, eram todas as suas preces sendo atendidas. Só que ainda poderia ser melhor. E a menina sabia como melhorar.  

-Hinata, soube que esta namorando o Uzumaki. - Nem olhou para a irmã. 

-Sim. Estou sim. - A mais velha falou encabulada respondeu a irmã, observando a pequenina não muito longe na caixa de areia. Inexplicavelmente aquela pequena menina avia chamado a sua atenção. Realmente ela tinha algo de diferente. Algo que a intrigava. Ironicamente quando olhava para Hima de costas, não via Sasuke apenas quando de frente. De trás a criança lembrava outro alguém, mas não sabia quem. 

Hanabi percebeu o olhar fixo de Hinata na menina, sorriu com seus pensamentos. 

-E cá entre nós, você ama mesmo ele. - A jovem fez a pergunta como se não quisesse nada. A Hyuuga mais velha olhou imediatamente para a irmã confusa. Hanabi mantinha um olhar sereno, inocente olhando o parque a sua frente esperando a resposta da irmã mais velha ansiosamente.  

-Amo sim. - Hinata tentou encerrar o assunto desconfortável para si. 

-Isso não me pareceu verdadeiro. - Disse olhando a irmã. - Pode me falar a verdade. Sou sua irmã, pode confiar em mim. - Disse verdadeira dando um sorriso para passar confiança. Hinata ficou um pouco vermelha pelas palavras que passaram por sua cabeça. Mas pensou e tentou colocar de forma que não soasse tão deselegante. Mas Hanabi entenderia, afinal era exatamente isso que queria ouvir. 

-Sabe Hana. De-de verdade eu não sinto amor pe-pelo Naruto. E co-como se eu não o conhecesse. -  Os olhos perolados encheram-se de lagrimas. - Eu não o amo. - Forçou-se a falar. - Mas todos falam, inclusive ele, que ele era o meu noivo e iriamos nos casar. Não quero magoa-lo.- As lagrimas caiam. E o coração de Hanabi, ao invés do sentimento de satisfação que esperava por ouvir essas palavras, sentiu que ele se partiu ao meio. Não queria ver sua irmã chorando. -  Talvez, quem sabe antes do acidente eu realmente o amasse. - Hanabi sorriu com o coração puro da irmã. Isso nunca mudaria.  

-Ei. Olhe para mim. - Falou secando as lagrimas. - Você tem um coração gigante. - Hinata olhando a irmã a sua frente, se lembrou da pequena Hanabi. A quem cuidava e ensinou de tudo. Todas suas memorias que ficaram, tem Hanabi. O dia em que ensinou Hanabi a andar de bicicleta, quando empurrava a pequena criança no balanço e sempre gritava que estava ali, pois a pequena tinha medo de altura. Sorriu em ver que sua pequena irmã avia crescido. E agora Hanabi e quem a dava conselhos. Apoio a cabeça no ombro da irmã. - Hina não deveria ficar com alguém que não ama. É errado com seu próprio coração. Não deixaria ninguém magoar seu coração, mas neste caso somente você pode se libertar de uma dor maior. - Hanabi abaixou o tom de voz. - Você merece coisa melhor. A milhões de homens que morreriam para poder estar com você. - Hinata soltou uma risada do comentário da irmã, isso era um absurdo. Hanabi focou em sua sobrinha que brincava com outras crianças. - Você é incrível demais para estar com alguém que não ama. - E de repente a pequenina uchiha deu um grito. E Hinata se levantou e junto com a tia da criança, caminharam até onde algumas crianças estavam. E Hima gritava com uma outra criança.  

-O que está acontecendo aqui? - A Hyuuga mais nova perguntou a sobrinha, ainda distante.  

-Esse menino está di-dizendo que eu não tenho pais. - Hima disse com lagrimas nos olhos, isso quebrou o coração de Hinata. 

-Mas você não tem mesmo. - O garotinho de olhos verdes falou debochado. 

-Mas é claro que eu tenho. Eu tenho meu pai. - A pequena retrucou.  

-Você não tem mãe. - A menina Uchiha impulsiva como o pai não aceitava de jeito nenhum uma afronta dessas. Olhou para todos os lados e avistou as duas irmãs. A tia a olhava receosa. E os olhos da pequena criança brilharam quando pousaram em Hinata ela poderia ser a sua mamãe. 

-Eu tenho sim, olha ela ali. - Apontou o dedinho para Hinata que não estava entendendo nada. - Ela é a minha mãe. - A menininha sorriu com lagrimas nos olhos.  


Notas Finais


Se leu obrigada. E ai o que acharam, encontro? A "briga" foi algo inesperado até mesmo para mim. Não queria discussão, não agora.
Eu não sei escrever discussão, descobri isso hoje. Reescrevi 2 vezes demorei horas e este aqui foi o melhor. Sorry Babys. Oque vocês acham que irá ocorrer? Comentem.

Pessoas viram nossa dupla maligna? O Naruto revoltado, coitado. Se ele soubesse... Um beijo pro ces. Bye

PrincesAnnaKaka♥


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