História Sacrifício - Capítulo 35


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Categorias Naruto
Personagens Gaara do Deserto (Sabaku no Gaara), Hanabi Hyuuga, Hinata Hyuuga, Hyuuga Hiashi, Ino Yamanaka, Kakashi Hatake, Kankuro, Naruto Uzumaki, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha, Shikamaru Nara, Temari
Tags Gaahina, Gaara, Hinata, Narusaku, Naruto, Romance, Sasuino
Visualizações 225
Palavras 3.317
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá pessoal!

Sinto muito por não ainda não conseguir atualizar semanalmente, esses dias por serem final de semestre as coisas da faculdade acabam por me tomar muito tempo e energia, mas conforme for conseguindo eu postarei novos capítulos, só peço que não desistam de continuar lendo <3

Sem mais delongas, boa leitura!

Capítulo 35 - Entendimentos


Kankuro fitava o horizonte alaranjado que acusava que o amanhecer estava próximo, mas sem realmente ver coisa alguma, pois estava perdido em seus próprios pensamentos. Teria sido uma boa ideia contar a verdade para Hinata? Kankuro conhecia Gaara desde que este nascera e por mais que o irmão pensasse que ninguém sabia como ele se sentia ou o que pensava, Kankuro sabia, sempre soube. Kankuro sabia que se não contasse a Hinata, Gaara nunca o faria e aquele era um segredo perigoso de se guardar. Perigoso porque era um risco a Hinata se ela não soubesse que o Uma Cauda habitava novamente em Gaara. Perigoso porque um segredo daqueles poderia afastar cada vez mais os dois, o medo de Gaara em ferir Hinata inconscientemente fazendo com que este se afastasse dela, tornando-se aos poucos o mesmo que fora no passado e essa era uma coisa que Kankuro não aguentaria ver. Não importava que o irmão o odiasse pelo que fizera, não se arrependia realmente, apenas torcia para que Gaara e Hinata fossem capazes de se entenderem, que Gaara fosse capaz de se abrir mais e falar mais como se sentia, o que pensava, quais eram seus temores... Kankuro esperava que os dois construíssem uma relação que ele sempre quisera ter com o irmão, o de uma confiança que permitisse que ambos partilhassem tudo entre si, mas pelas circunstancias do crescimento de Kankuro, Temari e Gaara os três acabaram se afastando demais pra isso. Embora tivessem se reaproximado nos últimos anos algo se perdera, algo que nunca seriam capazes de recuperar. Kankuro via o potencial desse algo na relação de Gaara e Hinata e apenas torcia para que os dois ficassem bem.

-Ainda irá mesmo assim? – Ouviu umas voz as suas costas dizer.

-Se o irmão do Kazekage não estiver disposto, quem mais estará? Devo servir de exemplo. – Disse no meio de um sorriso aliviado.

-Poderíamos simplesmente forçar que alguém fosse. - Gaara responde em um tom próximo de uma brincadeira, parecia cansado, mas mais calmo do que estivera horas antes durante a conversa dos dois.

-Você sabe que jamais faria isso.

-Você tem razão – Gaara então se aproxima mais, parando ao lado de Kankuro. – Me desculpe pelo meu comportamento, eu estive guardando isso tudo e nem percebi que dessa forma eu só me afastava mais de vocês. Conversei com Hinata, expliquei o que aconteceu a ela e a única reação dela foi ter ficado chateada pelo risco em que me coloquei, acho que ela não entende bem o que significa para mim.

-E você já disse isso?

-Achei que ela já tivesse percebido – Gaara tenta desconversar.

-HAHAHA você deveria ser mais aberto as vezes. Fale a ela o que você realmente sente, Gaara.

-Obrigado por me ajudar a me livrar do peso em guardar isso. – Gaara o responde com franqueza.

-É pra isso que servem os irmãos - respondeu em meio a um sorriso aliviado por ver que o irmão parecia ter se livrado do ressentimento que trazia consigo nos últimos dias.

 

****

 

Horas mais tarde

Gaara entrou apressado em seu escritório sem nem mesmo perceber a figura taciturna que o esperava. Somente depois de ter fechado a porta e se dirigido até sua mesa é que notou que havia alguém parado em um dos cantos da sala.

-Olá Kazekage-sama – disse a figura anunciando sua presença. Virando-se imediatamente Gaara notou então o visitante, o Hokage da Vila da Folha que curiosamente não estava vestido como tal, mas sim usando roupas que pertenciam ao esquadrão Ambu.  Lançando um olhar inquisidor Gaara responde em um tom forçadamente respeitoso:

-A que devo a honra de sua presença, Hokage-sama?

-Oh não me olhe assim, Kazekage, embora atualmente eu seja um kage eu já trabalhei durante anos como um membro do esquadrão Ambu, só me ocorreu de ser útil usar mais uma vez deste uniforme. Vim até aqui porque precisava conversar em privado com você, me perdoe se fui inconveniente agindo de tal forma – e nisso fez uma breve curvatura em um sinal de desculpas ao outro.

-Usou do uniforme Ambu para poder se infiltrar aqui?

-Não, usei de minhas habilidades para isso. Sugiro que treine mais seus ninjas, se mesmo um velho como eu conseguiu entrar que dirá de seus inimigos? Elas não esperaram por uma brecha para entrar como eu fiz, muito pelo contrário, eles os matarão para conseguir.

Ouvindo as palavras do outro Gaara fechou ainda mais o semblante, sem esconder sua irritação ripostou:

-Veio até aqui me ofender, Hokage-sama? Se deu todo esse trabalho para isso?

-Não, não! – Kakashi exclamou em um autentico tom de desculpas – Me perdoe mais uma vez por minha falta de tato. A verdade é que, embora eu já tenha me desculpado várias vezes durante essa nossa curta conversa o pretexto para ter vindo até aqui foi para explicar meus motivos por ter agido da forma que agi em nossa última reunião. É bem provável que tenha considerado que agi como um traidor, mas tal situação não estava apenas em minhas mãos. Se eu tivesse que decidir o seu destino sozinho eu muito alegremente ignoraria qualquer um dos atos que fez, em minha opinião particular eles não foram errados, eu teria feito o mesmo em seu lugar.

-Ainda não entendo onde quer chegar, Hokage.

-As penas que incidiram sobre você foram duras, eu sei, não foi tanto porque considerávamos seus crimes tão graves, mas sim para servir como um aviso de que não seríamos brandos com ações desse tipo. Não é segredo para ninguém que Iwagakure deseja ter uma das bestas de caudas, desde que perderam a que tinham sob seu domínio, o que você fez apenas reacendeu esse debate sobre haver novos jinchurikis.

-Essa nunca foi minha intenção.

-Eu sei que não, foi mais uma espécie de consequência, no entanto ela surgiu e nós precisemos resolver ela – e nisso Kakashi soltou o ar, sentando-se na cadeira para convidados que ficava em frente a mesa do Kazekage, seguindo seu exemplo Gaara sentou-se em sua própria cadeira do outro lado da mesa e observou o rosto de Kakashi com maior atenção e então pode notar o ar cansado que este tinha, talvez aquilo cobrasse tanto dele quanto Gaara sentia em sua própria pele.

-A guerra sempre esteve presente na história das vilas do país do fogo. Algumas alianças entre duas ou três Vilas por vezes surgiam quando haviam interesses ou inimigos em comum, mas nunca foram duradouras. Essa foi a primeira vez em toda a história desde o surgimento das Vilas que houve uma aliança dessa importância. Já perdemos muitas vidas ao longo destes anos em disputas que na maior parte do tempo se mostraram sem sentido, no que depender de mim espero poder evitar que perdas assim se repitam. É por isso que fiz o que fiz, Kazekage, e o faria quantas vezes fosse preciso. Embora seja um preço amargo a se pagar, é o preço pela paz. Eu sei que é injusto pedir que apenas você arque com esse peso, mas saiba que Konoha estará com você se precisar, devemos muito a você.

Depois de dizer isso Kakashi se levantou recolocando a máscara que o definia como um Ambu sobre o rosto, ocultando sua verdadeira identidade e se encaminhou pela janela, provavelmente refaria os mesmos passos que haviam o levado até ali. Parando no parapeito da janela se voltou para Gaara e com a voz abafada pela máscara disse:

-Não preciso dizer que essa minha visita nunca existiu, não é mesmo?

-Não há com o que se preocupar – e Gaara deu um sorriso a fim de aquietar as preocupações do outro. Não culpava Kakashi pelo que fizera. Ficara a principio irritado com o comportamento do outro? Sim, mas entendia os motivos deste, ele apenas desejava proteger aqueles que eram importantes para si assim como Gaara fizera, não podia condenar um homem por isso.

-Em breve você receberá uma visita de velhos amigos, espero que eles possam te ajudar no seu atual problema.

Dito isso Kakashi então deu as costas à Gaara sem nem mesmo esperar por uma resposta, sumindo nas sombras da noite. Os tempos eram estranhos e Gaara não tinha certeza de como as coisas se desenrolariam, suas decisões estavam limitadas e restringidas pela penalidade aplicada pelos outros kages e a única coisa que Gaara esperava era que continuassem em paz, independente do preço que tivesse que pagar.

 

****

 

A conversa com Kakashi o deixara mais esgotado do que deveria. A verdade é que o ruivo não sabia como agir ou o que pensar em relação ao Hokage de Konoha, o que ele estaria tramando? Kakashi parecia ter algum plano em mente e isso poderia ser algo perigoso. De sua conversa havia ficado subentendido que o albino tentaria algo para ajudar o Kazekage, mas o que seria isso? Poderia confiar? Deveria?

Com essa discussão interna se encaminhou ao quarto dele e de Hinata, pois havia prometido que não mais passaria as noites em seu escritório. Quando lá chegou encontrou Hinata arrumando as malas, ele até mesmo esquecera que ela partiria em alguns dias para visitar a família em Konoha. Hinata sorriu quando notou a presença de Gaara, estranhamente ela não mudara seu comportamento mesmo depois do que acontecera no escritório nem pelo que soubera, ela realmente não sentia medo ou estava apenas tentando confortá-lo?

-Agora que penso que ficará distante me pergunto se realmente quero que vá. - Gaara lhe disse cortando o rumo perigoso que seus próprios pensamentos tomavam.

-Sempre posso mandar uma carta adiando minha visita para um momento mais oportuno. - Hinata responde em um tom preocupado.

-Não... Sua família deve estar preocupada com você, não é justo que eu te prenda aqui.

-Você não está me prendendo – Hinata respondeu em um muxoxo, ao que Gaara se aproximou puxando Hinata pela mão fazendo com que esta se sentasse na beirada da cama. Gaara então se sentou ao seu lado e continuou prendendo suas mãos entre as dele em uma carícia constante.

-Certamente eu sentirei sua falta já que é a primeira vez que viajará desde que casamos. - Hinata pareceu querer dizer algo, ao que Gaara colocou um dedo em seu lábio impedindo que ela falasse – Mas isso não é motivo para que fique, você tem a liberdade para ir visitar sua família quando quiser, foi uma das coisas que prometi quando nos casamos. Outro motivo para que eu queira que vá é porque Temari voltará para Konoha, desta forma você terá uma companhia para a viagem.

-E uma guarda-costas – Hinata respondeu em um tom chateado.

-E uma guarda-costas – Gaara repetiu em um eco. - Eu sei que você não gosta disso, mas devido aos últimos acontecimentos e por ser minha esposa sempre será visada como um alvo... Não duvido de suas habilidades, mas se puder evitar de que você seja posta novamente em perigo eu farei isso.

-O que aconteceu não foi sua culpa.

-Mesmo que discutamos sobre isso nunca chegaremos a um acordo, por mais que não me culpe você não pode evitar que eu mesmo faça isso. Entenda Hinata, você é minha esposa, é meu dever proteger você, até mesmo de mim.

-Tenho certeza de que você jamais me machucaria.

-Não conscientemente, mas você não pode simplesmente fechar os olhos e fingir que não aconteceu nada, você estava lá, viu como quase ataquei meu próprio irmão.

-E vi como impediu a si mesmo de atacar. Vi como se acalmou.

-Mas não pode confiar que será sempre assim, ao menos não enquanto eu não conseguir controlar Shukaku.

-Acha mesmo que seria capaz de me machucar?

-Não quero colocar isso em prova.

-Então me mandará pra longe a fim de evitar isso?

Hinata disse já em um tom choroso, não era aquele rumo que Gaara desejava que a conversa tivesse tomado. Relembrando do que Kankuro lhe disse horas mais cedo, sobre dizer o que realmente sentia Gaara lhe respondeu:

-Hinata – começou em um tom calmo, tocando a mão pequena da mulher que ainda parecia receosa e magoada por seu comportamento, procurando acalmá-la Gaara começou a fazer movimentos circulares nas costas de sua mão para então continuar, olhando diretamente em seus olhos para que ela sentisse o peso daquelas palavras e o quanto eram verdadeiras ele continuou em um tom calmo para não a assustar – eu jamais perdoaria qualquer um que tentasse algo contra você e se eu fosse o responsável por fazer isso eu só não me perdoaria como também não conseguiria aguentar isso. Você parece não saber o efeito que tem sobre mim ou o quanto a sua felicidade, o seu bem estar e a sua segurança são importantes para que eu possa viver. Eu nunca tive o amor de uma mãe ou o de uma família, eu nunca conheci realmente este sentimento – e nisso ele tocou o próprio peito com a mão ainda livre – até você chegar. Por mais que isso possa não ter começado da forma que você sempre sonhou e que eu não seja aquele a quem você dedicou anos de sua atenção ainda não consigo dizer que fiquei triste por tudo que ocorreu, sou extremamente egoísta quando afirmo isso e até mesmo me condeno, mas fiquei feliz pelo rumo que as coisas tomaram e por você ter vindo até a mim.

A essa altura Hinata já não conseguia mais conter as lágrimas que desciam cristalinas por suas bochechas e com a vista embaçada por elas observava a figura a sua frente.

-Eu a amo, Hinata, a amo profundamente e seria capaz de qualquer coisa por sua felicidade, mesmo que isso significasse vê-la com outro homem.

Hinata já chorava copiosamente como uma garotinha boba sem nem mesmo conter os soluços, a fim de esconder seu rosto que deveria estar terrível pelos olhos inchados e pelo tom corado que devia ter se espalhado por todo o seu corpo ocasionado pela declaração de Gaara ela enterrou seu rosto contra o peitoral do homem a sua frente.

-Você deve realmente ser um idiota por achar que eu amaria alguém além de você – disse ainda em meio a soluços e com o rosto enterrado em seu peito – não nego o que senti pelo Naruto, mas não é nem de perto a afeição e o desejo que sinto por você, Gaara, eu o amo – e nisso ela levantou os olhos chorosos para o rosto surpreso do mesmo, repetindo para que ele tivesse certeza – eu o amo e jamais poderia deixar de o fazer.

Gaara então tomou o lábio da mulher em um beijo ardente, demonstrando todo seu sentimento. Não conseguia conter sua felicidade por saber que amava e que era amado. Deitando o corpo da mulher sobre o colchão sem em nenhum momento quebrar o beijo, as mãos de Hinata se apoiavam nos ombros de Gaara a fim de conseguir algum apoio. Em algum momento Gaara ouviu o barulho de algo caindo, provavelmente a mala de Hinata contra o chão, talvez ela ficasse irritada mais tarde, mas ele não conseguia se importar com qualquer coisa que não fosse os lábios ou o corpo da mulher a sua frente.

Gaara parou de beijá-la apenas para distribuir uma sequencia de beijos do queixo até o pescoço de sua amada, refazendo o caminho novamente. Hinata cada vez mais entregue se deixou levar pelas carícias, apenas aproveitando as ondas de prazer que os lábios de Gaara proporcionavam contra sua pele.

Habilidoso, Gaara se livrou das próprias roupas e das roupas da mulher abaixo de si, ela não oferecia qualquer resistência, muito pelo contrário, estava cada vez mais entregue, permitindo que Gaara agisse livremente. Continuando com os beijos Gaara percorreu todo o corpo de Hinata em carícias, se demorando um pouco mais em algumas regiões quando ouvia os gemidos de Hinata em resposta ao prazer da carícia. Quando alcançou seus seios ele demorou ainda mais, abocanhando um e usando a mão para tocar o outro, como ela podia ser tão deliciosa? Hinata se retorcia abaixo de si, elevando o corpo a fim de dar um melhor acesso a Gaara, gemendo e puxando os cabelos desse a fim de que não parasse a carícia. Com a mão livre, Gaara começou a acariciar as cochas de Hinata em uma carícia leve e torturante que a fazia de retorcer ainda mais em expectativa, desejava dizer para que ele não a torturasse daquela forma e acabasse logo com sua agonia, mas com os gemidos cada vez mais altos ela não confiava em sua própria voz. Hinata sentia seu corpo queimar e quando Gaara levou os dedos para a parte interna de sua cocha, brincando perigosamente perto de sua intimidade, ela sentiu que poderia explodir em puro prazer. No entanto tudo foi esquecido quando Gaara, sem parar as carícias em seus seios usou da mão que brincava próximo a sua intimidade para por fim dar atenção a ela. Gaara invadiu a intimidade quente e já bastante úmida com um dedo, fazendo o pequeno corpo se retorcer ainda mais abaixo de si.

-Vejo que já está preparada – respondeu em um tom sacana se afastando de sua tarefa para com os seios fartos de Hinata o suficiente apenas para dizer isso e observar seus traços tomados pelo desejo, sua franja grudava em sua testa devido ao suor que escorria em delicadas gotas pelo rosto feminino, seu olhar estava desfocado, as bochechas coradas e os lábios, inchados e num tom sensualmente vermelho pelos beijos trocados, estavam abertos e deixavam escapar gemidos de prazer conforme o dedo de Gaara entrava e saía de seu corpo.

Querendo aumentar aquele som que soava como música para seus ouvidos, Gaara então acrescentou um segundo dedo a sua tarefa, o resultado foi imediato, Hinata levantou se quadril, movimentando-o contra a mão de Gaara em busca de um maior contato, como desejado por Gaara os gemidos se tornaram ainda mais elevados, preenchendo o quarto com aquela música. Ainda não satisfeito Gaara então começou a acariciar um ponto em específico de sua intimidade, usando o polegar para isso e sem nunca parar com o movimento de entra e sai, depois disso não precisou de muito para fazer com que Hinata desse um gemido alto e que seu corpo fosse transpassado por um tremor que pode ser sentido por Gaara, sinalizando que ela havia atingido o orgasmo.

Enquanto Hinata com o olhar totalmente desfocado pelo recente orgasmo e incapaz de dizer qualquer coisa se recuperava, Gaara continuou distribuindo delicados beijos pela face da mesma. Quando seu olhar recobrou o foco e sua respiração voltou ao normal, Gaara lhe deu um beijo profundo e então sem ser capaz de se conter mais se enterrou na intimidade úmida e quente de Hinata, sentindo seu membro deslizar pela abertura. Pelas carícias que recebera e pelo orgasmo recente, a intimidade de Hinata não teve dificuldades em acomodar o membro rijo de Gaara, facilitando que o mesmo deslizasse livremente. Gaara começou com movimentos lentos, procurando sentir mais daquela sensação de ser pressionado, sentindo em cada fibra de seu ser o prazer ocasionado pelos movimentos de vai e vem, mas a determinado momento sua ânsia em sentir mais o fez aumentar a velocidade dos movimentos, fazendo com que o som dos corpos de chocando, os gemidos que agora partiam de ambos, tomassem conta de todo o quarto em uma sinfonia de prazer. Por fim alcançaram o ápice, primeiro Hinata que em um novo espasmo sentiu o segundo orgasmo seguido daquela noite, seguida algumas investidas depois por Gaara que caiu satisfeito sobre o corpo feminino. Permaneceram em silencio, Hinata acariciando delicadamente as costas de Gaara e este apenas sentindo o calor que os corpos compartilhavam. Minutos mais tarde Gaara apenas se acomodou ao seu lado, puxando o corpo da mulher contra si, sussurrando delicadamente contra seus cabelos o quanto a amava, repetindo as palavras como um mantra para si e para ela, sentia-se satisfeito de várias formas e pela primeira vez em muito tempo, com esperanças de que independente do que acontecesse sentia que tudo ficaria bem.


Notas Finais


Espero que tenham gostado!
Até breve e um grande beijo!


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