História Sad Boy da rua 15 ( SUSPENSE GAY ) - Capítulo 9


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Categorias Originais
Tags Anjo, Arcanjo, Boys Love, Demônio, Gay, Homossexual, Moreno X Loiro, Yaoi
Visualizações 43
Palavras 1.809
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Bishounen, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção Adolescente, Fluffy, Hentai, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Policial, Romance e Novela, Saga, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Shounen, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Self Inserction, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Aparência ( aproximadamente) :

_Ceifador: Brayden Bradshaw das sombras

_Cupido: Froy Gutierrez + Bill Skarsgad

_Jean Lucca: Matthew Clavane, com um óculos fundo de garrafa do caralho.

_Sad Boy ( Ben ) : Manu rios, cheio de tatuagens e com uma cicatriz do Scar na cara.

_Laila: Chloé Grace Moretez mesmo

Capítulo 9 - Parte final final mesmo


Fanfic / Fanfiction Sad Boy da rua 15 ( SUSPENSE GAY ) - Capítulo 9 - Parte final final mesmo

***Parte 4 - Aquele que seduz ***

Cupido gemia baixinho e lentamente, enquanto Ceifador passava a língua pelo seu pescoço, os dois estavam encostados na parede da casa, a perna de Ceifador estava pressionada entre as pernas do loiro, Cupido não estava mais de camisa, seus corpos ferviam, enquanto Ceifador  lambia delicadamente sua barriga, suas duas mãos estavam ocupadas tentando desabotoar a calça, Ceifador trilhou um caminho com a língua desde o pescoço de Cupido até chegar no mamilo, nesse momento, Cupido deu um gemido de prazer e mordeu o lábio.

  - Ceifador! Tenha calma! Está tão desesperado  assim por mim assim? Cupido falou, entre gemidos e respiração pesada.
 

Ceifador murmurou um "cale a boca" rouco , a luz da lua iluminava os olhos cor de vidro de Cupido, enquanto os olhos negros de Ceifador ardiam de paixão, eles se beijaram de forma sexual e molhada, suas línguas dançaram e seus hálitos estavam pesados, suas barrigas magras e saradas batiam uma na outra, e eles não enxergavam mais nada.

  - Sabe que me manter aqui na terra é inútil! Cupido respirou, segurando Ceifador com as duas mãos pelo pescoço - Não pode esconder ela de mim pra sempre!

Ceifador parou por um segundo e olhou pra Cupido com tristeza e desespero, a testa franzida e os olhos negros, confusos e irritados, ele segurava o loiro com firmeza em seus braços.

  - Não faça isso com a testa! vai ficar feio! Cupido tocou com os dedos na testa de Ceifador , bem onde as ruginhas da testa franzida apareciam quando ele ficava tenso ou bravo.
 

- Por que não, em vez de ficar plantando suas ervas da morte aqui na terra eternamente, você não trabalha para o pai do Ben? Suas habilidades seriam muito úteis, é difícil matar os humanos hoje em dia sabe?

Ceifador não respondeu nada.

Cupido deu uma risada de lado, com os lábios molhados e inchados de tantos beijos selvagens e cheios de mordidas, ele tirou o dedo do rosto de Ceifador e levemente o levou à sua tatuagem no lábio, e um pouco de saliva escorreu pelo canto de sua boca, saliva esta, que ele já não sabia, se era do Ceifador, ou sua própria.

  - Ceifador! Tem uma coisa que você tem que entender! Ele lambeu a saliva do beijo - Eu não pertenço a ninguém! Ele sorriu maliciosamente, balançando os quadris magros.

Ceifador enterrou a cabeça no peito musculoso do loiro, e não disse nada.

  - Agora vamos entrar! Estas paredes estão me deixando dolorido!

** Parte 5 -  Aquele com dor de cabeça***

  - O quê? Indagou Jean, balançando a cabeça sem acreditar.

  - Eu acho que você não escutou: Humanos não podem ir até o submundo á não ser que tenham um alma má ou que estejam duros de mortos! Ben teve que repetir isso inúmeras vezes, por que, Jean não se conformava.

  - Então quer dizer que Laila?... Matou a minha irmã? Jean levou a mão até a cabeça, ela doía.

Ben deu de ombros e fez que sim com a cabeça.

  - Mais provavelmente Laila a resussitou, depois que elas chegaram lá, ela sabe que você iria querer a criança viva!

  - Porra! Jean começou a surtar e seus olhos castanhos pareciam que iam saltar das órbitas.

Ben não sabia o que fazer e em um impulso, pegou Jean pelos ombros e o beijou, levemente, tão delicado como uma flor, porém quente e agradável, incrivelmemte, Ben não tinha gosto de cigarros, ele tinha gosto de bala de menta e chocolate, Jean se sentiu calmo logo em seguida, como se seus ossos tivessem virado um monte de merda inútil, ele adorou. Ben olhou no fundo dos quatro olhos do rapaz e prometeu:

  - Eu trarei a sua pulguenta com vida, nem que custe a minha! Eu juro!

Jean sempre acreditava nas promessas de Ben.

Eles se abraçaram, por um longo tempo, logo depois, Ben voltou da farmácia, com uma cartela de comprimidos pra dor de cabeça.

*** Parte 6 - Aquele que rouba veneno ***

Cupido e Ceifador tiveram a melhor transa de suas vidas naquela noite, Ceifador estava selvagem, a cama era macia e o quarto estava
na temperatura certa.

Cupido acordou, debaixo dos lençóis, mal sentia as pernas, Ceifador dormia ao seu lado, tinha a expressão calma e despreocupada, como ele nunca havia visto.

  "Ceifador está dormindo?" Cupido pensou consigo mesmo que, o próprio morte, ironicamente, parecia um anjo enquanto dormia, ele era belo, bonito e másculo. Ambos estavam nus e Cupido sentia-se nauseado.

" Ele tem um desejo enorme de posse!" "Talvez seja por quê nada permanece vivo quando ele está por perto!"

Cupido se mexeu com cuidado, para não acordar o rapaz, tirou os braços dele com calma, de cima de si, porém, ele sentiu dois braços fortes puxando- o, Cupido se assustou e deu um gritinho, Ceifador aninhou o loiro em seu peito, protegendo-o com seus braços, a cabeça debaixo do queixo.

Cupido ficou espantado, e pela primeira vez, perdeu a postura, ele arregalou os olhos, sempre tão cortantes, cheios de confiança e desprezo, ele, de alguma forma, não queria sair dali.

  - Ei, Cupido...! Uma pausa.

" Ele... Está acordado?" Cupido não sabia o que fazer, Ceifador estava abraçado com ele, Cupido olhava pra baixo, respirava bem devagar, estava ridículo...

Um cara havia conseguido domá-lo?

  - Não vá...! Outra pausa.

Cupido respirava baixinho, com o pequebo nariz aninhado nos braços do rapaz e olhos espantados.

  - Eu amo você! Disse Ceifador.

Cupido não conseguia respirar, ele não sabia como reagir?

-Amo... Amo...! Ceifador rolou pro lado e deu um ronco alto, amarrotando os lençóis.

" Ah, ele está falando dormindo!" Cupido revirou os olhos e se sentiu meio idiota.

Cupido se levantou e vestiu suas roupas.
" Seria interessante se ele falasse isso acordado"

Ele começou a revirar o quarto, era um espaço bonito, a janela tinha vista para a cidade, para as montanhas, a luz natural da lua entrava pela janela, ele revirou uma cômoda, e o veneno estava na gaveta de cuecas.

Cupido guardou o frasco no bolso do moletom e colocou seu boné, ele até pensou em olhar pra trás, porém, com uma expressão fria no olhar e dureza no coração ele murmurou antes de sair.

  - Idiota...!


*** Parte 7 - Aquele com um final feliz ***

Quando Jean acordou, não sentia mais dor de cabeça, nem dor nas costas, ele levou um susto quando viu sua irmã, sentada, ao seu lado, ela tinha alguns machucados no rosto e uma maturidade no olhar, ela fazia carinho em sua cabeça, a menina olhava para o irmão de forma afetuosa, porém séria, tão seria que chegava a assustar.

*****

" Laila levou Ana para um calabouço a cela era suja e escura, tudo era horrível, haviam morcegos e demônios por todos os lados, algumas dançarinas que estavam presas ao lado da menina sussurravam que o rei estava morto.

Pouco tempo depois, Cupido e Jean chegaram a festa, todos os convidados pararam para olhar, Cupido usava o cabelo loiro solto, em mexas que escorriam pelos seus ombros, seus lábios estavam de batom e ele não saía de de perto de Ben.

 Além de belo, Cupido tambem era fiel, e Ben, vestia um terno verde limão, o cabelo negro bem arrumado ele tinha um cigarro apagado nos lábios,os dois rapazes estavam lindos e fingiam felicidade, exalavam confiança.

Porém, Laila estava ainda mais contente, ela mesma tinha preparado uma poção do amor, para que  Ben se apaixonasse perdidamente por ela. Cruel.

O casamentos estava quase todo pronto, só faltava o noivo chegar, o padre era um demônio de lama super nojento que espirrava gosma pelos poros, e os convidados, eram pequenos diabinhos que só queriam saber do banquete.

No altar, a cabeça do rei do céu, que era também, pai de Ben, estava horrivelmente pendurada em uma estaca de madeira no centro da sala, sangue fresco ainda pingava do pescoço degolado.

  - Cheguei minha noiva! Ben cuspiu, respirando fundo.

- Vamos começar a cerimônia? Anunciou o padre, espirrando gosma, depois ele abriu uma "bíblia" muito estranha e começou a ler os votos.

  - O que achou do meu vestido querido?
Perguntou Laila sadicamente, a rainha do submundo vestia um longo e bufante vestido branco com dourado e um longo véu cheio de rosas negras. Seus cabelos ruivos fogo, queimavam o tecido, que parecia nunca se desfazer.

  - É bem quente! Ele respondeu apenas.

Ana teve de dançar por muitas horas sem parar, junto com outras crianças, até mais novas que ela, tudo para animar a festa, alguns convidados batiam nela e outros cuspiam.

  - Que putinha mais linda! Disse um demônio, puxando a saia de Ana, que se esquivou por pouco - Uma pena não estar á venda!

Ana sentiu vontade de vomitar, e poderia ter vomitado, se pelo menos tivesse comido algo naquela manhã.

Na hora de beber o vinho sagrado, que faz parte da cerimônia de casamento, a rainha colocou a poção do amor em uma taça e Ben em outra, um achando que poderia enganar o outro, ela esperou Ben tomar o seu copo e com um sorriso, tomou o seu.

O efeito foi imediato a rainha caiu no chão, e morreu, espumando, com os olhos injetados de sangue.

  - Essa foi pelo meu pai! Gritou Ben, mentendo o dedo na garganta e vomitando toda a sua poção do amor. - Os venenos do Ceifador nunca falham! Ele limpou a boca com a manga da camisa.

Ana desceu do pequeno palco onde estava e correu até Ben, daí ela olhou pra cima, com os olhinhos puxados e cheios de esperança.

  - Você que é o namorado do meu irmão?

Ben segurou ela no colo e disse, com um sorriso triste.

  - Quem me dera pulguenta! Ele abriu suas asas, rasgando o terno - Vamos levar você para casa agora!

  - Espera! Ana empurrou ele, ficando de pé novamente - Por que não mora conosco? Podemos ser uma família! Viveríamos juntos e seríamos muito felizes!

Dessa vez, Ben sentiu as lágrimas vindo, porém ele segurou, seria idiota chorar na frente de uma garotinha de 9 anos de idade.

  - Não posso! Tenho de honrar a trajetória de meu pai e continuar daqui, vou governar o céu em seu lugar! Ben se abaixou e pegou nas mãozinha da menina, que corou -  Então, de certo modo, eu vou estar sempre com vocês! Ele sorriu, com o cigarro na boca.

Ana sabia que não era a mesma coisa, mas entendia a responsabilidade de Ben, então apenas fez que sim com a cabeça, e deixou que o Sad Boy, a levasse de volta pra casa. "

  - Nossa que barra que você passou pulguenta! Mas sabe, no final, a rainha nem era tão má, ela era só... Não sei, meio doida!  Jean bebericou um pouco de café e fez um carinho nos cachos louros e igualmente feios da irmã.

  - É...Foi bem foda! Ela concordou, bebendo um pouco do seu café também. - E Ben me ofereceu um cigarro!








Notas Finais


Fim, espero que tenham gostado dessa história tanto quanto eu gostei de escrever saporra :')


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