História Sad Clown - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Álcool, Britney Spears, Clown, Drogas, Favela, Jk!bottom, Jk!top, Jungkook!top, Kyravee, Namjoon!bottom, Namjoon!top, Namkook, Nj!bottom, Nj!top, Palhaço, Relativo, Sad, Sad Clown, Tatuagens, Trafico, Vhope, Violencia
Visualizações 698
Palavras 2.500
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Lemon, LGBT, Musical (Songfic), Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


eu nunca sei o que dizer aqui e na maioria das vezes eu simplesmente digito uma música de putaria qualquer ou uma música POÉTICA DO CARALHO, depende de como está o fogo do meu cu
hoje só direi o seguinte: boa leitura, espero que gostem porque eu amo esse projeto lindo, e até as notas finais para quem decidir ficar ♡

Capítulo 1 - ,ele é um impostor, ele não presta


Fanfic / Fanfiction Sad Clown - Capítulo 1 - ,ele é um impostor, ele não presta

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Bati a porta atrás de mim, respirando profundamente e tentando ignorar o nó em minha garganta. Meus olhos percorreram o corredor e as escadas que me levavam ao primeiro andar, as luzes piscando junto da música alta me fizeram morder o lábio em apreensão. Passei meus dedos rapidamente pela minha bochecha, secando a única lágrima que ousou escorrer pela minha pele.

As imagens e informações recentes se repetiam em minha mente. Hoseok nu com todos os hematomas amostra, gritando tudo o que eu insisti em querer ouvir. Meu melhor amigo algemado em sua cama com os olhos vidrados e pele furada, tinha se drogado novamente. As tatuagens, o cinto em seu pescoço, as gotas de suor escorrendo por ambos os corpos. Enquanto de minha parte, lágrimas.

Desci com velocidade os degraus, não me permitia olhar para trás mesmo com o ruivo gritando o meu nome do segundo andar. O coração apertado e maltratado pelos sentimentos que eu guardava pelo meu hyung doía, as palavras que Jung havia acabado de gritar em meu rosto me machucavam. Eu procurei pela verdade, lutei por ela, e tudo o que queria agora é nunca ter me metido nisso!

 

Vem jogando a bunda na minha cara

Ela senta e não para

 

Engoli em seco ao fitar a Luísa dançando no amontoado de pessoas energizadas. O cabelo negro liso em um coque desajeitado, o shorts curto e transparente, junto de um sutiã de renda preta e seus colares de ouro caindo sobre seus seios. Meus lábios tremeram, a menina tinha sua arma no cós do jeans e rebolava no ritmo na música em frente ao pau de Park Jimin. As mãos do menor se encontravam sob sua cintura, os dedos níveos do menino tocavam a tatuagem de um rosário com a grafia da palavra “fé”.

Senti duas lágrimas transbordarem de meus olhos, deslizaram tão rapidamente por minha face que demoraram alguns segundos para que eu percebesse que estava chorando no meio de uma festa cogitada no alto do morro. Alguns corpos se bateram contra o meu, me fazendo secar minhas bochechas novamente e voltar minha visão para a Luísa.

 

Pro bagulho fica bom

Ela vem por cima da minha vara

 

A menina retribuiu o meu olhar, seu sorriso sumiu e os movimentos de sua cintura pararam. Ela era uma das pessoas que me avisou para não mexer nos assuntos do passado, mas eu persisti, eu precisava saber o que tinha acontecido entre os 7 reis. E eu precisava porque estava obcecado por algo perigoso, por alguém perigoso; por um dos 7 reis.

Luísa notou meu semblante arrasado, se virou para Jimin e lhe deu um beijo demorado. Seus corpos suavam. O lugar era quente e abafado. As pessoas gritando e se movendo. E o meu coração inquieto acompanhado da minha mente perdida.

A garota correu até mim.

 

Marolou fumando um

Já ficou naquele pique

 

Meu braço esquerdo foi agarrado pela “rainha”, a morena me arrastou para longe das pessoas. Meninas e meninos menores de idade se esfregando uns nos outros com o álcool correndo pelas veias, e a onda do beck atingindo até mesmo em quem não tinha queimado um. Fotos, selfies, stories, como eu disse, era uma festa cogitada que podia melhorar o status de qualquer um que lá estivesse.

A garota me atirou na rua, fitou-me brava e soltou o cabelo. Pegou a arma, apontou para mim. Meu sangue ferveu, o corpo trêmulo e a respiração descompassada. Notei suas pupilas dilatas pelas pílulas, os olhos verdes machados pelo escarlate da brisa do baseado e a raiva de alguém que sabia que ia dar merda.

 

Ela só quer foder ouvindo WCnoBeat

 

–Eu avisei pra você não mexer com a vida dele, caralho! – Grudou a boca do revólver em minha testa. – POR QUE VOCÊ MEXEU COM O PASSADO DELE? – Berrou, inflou os pulmões. – Você não percebe que pode ter arruinado a vida dele? POR QUE VOCÊ FEZ ISSO? – Me abaixei no chão, estava de joelhos com uma arma colada em minha testa, uma das mulheres mais poderosas do mundo do tráfico a segurando e... chorando. Chorando porque me meti no que não devia. – Por quê? Por que, Kookie?

–Porque eu sou obcecado por Kim Namjoon. – Murmurei, o corpo tremendo e se encolhendo. – Por favor Luísa, não me mate! – Escondi meu rosto molhado pelas lágrimas em minhas mãos. – Eu apenas... o amo! – Solucei.

 

Enquanto elas se beija eu aperto um beck

Ela sobe na mesa e rebola bem

Só trazer tua amiga também

 

Eu queria sair correndo para ver o meu hyung, mas eu não conseguia, minhas pernas estavam bambas pelo medo de levar um tiro. Queria voltar a época que eu não ligaria em ter uma bala atravessando a minha cabeça, até porque esse perigo não existia.

 Somente queria voltar para o dia em que conheci Kim Namjoon.

 

××××××××××

 

–Por que caralhos estamos aqui, Kim Taehyung?

Minha voz saiu algumas notas mais altas que o planejado, mas Kim Taehyung parecia fazer aquilo de propósito para que eu me irritasse. Era meu segundo dia no meu “novo país”, meus pais tinham finalmente me dado liberdade para sair de casa – se é que eu podia chamar aquele amontoado de caixas de “casa” – e para onde essa desgraça de madeixas coloridas me leva? Para um presídio.

O mais velho bebia seu macchiato como se aquele fosse o local mais “seguro” e normal do mundo. Sei que alguns podem me chamar de careta, mas eu realmente não entendo quem acha que um bom passeio turístico deve ser efetuado em frente a um presídio. O pior é que Tae sabia que eu não queria estar ali e que tudo que eu desejava era dormir, dormir tanto ao ponto de ser confundido com o meu colchão.

Cruzei os braços irritado, o sono me causava estresse. Taehyung riu baixinho ao ver-me abaixar a cabeça e bufar. O menor fez um carinho rápido em meu rosto, arrepiando-me. Sorri. Era reconfortante conhecer alguém em um país totalmente estranho e diferente! Os costumes são tão diferentes, não sei ao certo se vou conseguir me adaptar.

–Está com medo? – Indagou com a voz infantil. O fitei emburrado. – Quer ir para casa? – Seus dedos permaneceram em minha bochecha, descendo aos poucos para o pescoço. Eu sabia o que esse puto ia fazer. – Mas não vai! – Exclamou rindo e puxando minha cabeça para trás através do meu cabelo. – Vai ficar aqui comigo, preciso que conheça algumas pessoas. – Ele sempre fazia isso e eu sempre deixava, porque era a forma que o Tae tinha de demonstrar carinho. Por meio de agressões? Sim, filho da mãe. – Preciso que fique.

–De qualquer forma, nem sei como voltar. – Murmurei, olhando para o enorme portão a minha frente. – Pode me dizer o que estamos esperando? – O Kim acariciou meu pescoço, suspirando.

–Meu namorado sair da cadeia. – Desviou o olhar. Não sabia se arregalava os olhos, ficava boquiaberto, batia no Taehyung ou gritava. Preferi fazer tudo isso.

–Explique! – Foi a única palavra que saiu de minha boca. O moreno ficou cabisbaixo.

–Hoseok foi preso há duas semanas, acharam que ele tinha roubado algumas coisas, provaram sua inocência ontem. – O garoto voltou a me encarar. – E não somos exatamente namorados, ele me come. Só. – Sorriu quadrado. Arqueei as sobrancelhas. – Infelizmente só isso... – Sussurrou, jogando o copo descartável em que estava seu café no lixo ao nosso lado. – Desculpe não contar, não tive coragem de dizer que estava dando para um...

–Presidiário. – Completei sua frase, percebendo seus dedos se mexerem nervosos em meu cabelo. – Está tudo bem, Tae, eu sei que a sua vida é bagunçada! – Não estou surpreso ao ponto de te dar um soco, tradução.

Minha atenção foi despistada pelo barulho do motor de um carro que eu conhecia bem. Não esperava ver um carro daquele porte naquele local, e um sorriso foi esboçado pela minha boca assim que vi o Mustang preto estacionar em frente ao presídio. Taehyung soltou meu pescoço de imediato, fitando o carro junto de mim. O vidro foi abaixado e igual a minha boca. Não bastava o carro ser uma dádiva, o homem que o dirigia também era.

Arrepiei-me assim que o moço de cabelo laranja mostrou suas covinhas para nós dois e desligou o carro. Mãe de Jesus. What the fuck? O menino era um deus. Poucos garotos me agradavam quando usavam regata, e aquele menino ruivo conseguiu esse efeito. Saiu do carro, batendo a porta como se a força não importasse. Uma regata preta, uma calça jeans rasgada e um tênis surrado.

Tatuagens, ok o meu ponto fraco. Por que justo meu ponto fraco? Uma rosa pequenina e minimamente borrada, como se fosse um pequeno enfeite, ao lado de seu olho direito, junto de mais rosas saindo de sua clavícula para o seu pescoço. Sorri, o menino era lindo para um senhor caralho.

–Hey, Taehyung! – Exclamou apertando a mão do meu amigo, ih parece hétero. Balancei a cabeça, foco: por que ele está dando oi para o hyung?

–Hey, Nam. – Tae sorriu. – Conhece Jeongguk? – Vadio? Puto? Trouxa? Corno? Desgraçado? Filho da disgrama? Qual o xingamento que devo usar para Kim Taehyung neste momento solene? Primeiro: é óbvio que não. Segundo: Taehyung sabe que “é óbvio que não”, ele está fazendo um dos seus joguinhos de me arrumar alguém. Terceiro: por que raios do diabo ele me chamou pelo meu doce, meigo e infantil apelido de criança? – Jeon, este é Kim Namjoon. – E os dois malditos sorriram para mim. Taehyung com o típico sorriso filha da puta e Namjoon... Eu não sei explicar o que era aquele sorriso, mas era filha da puta também.

–Prazer, Kim Namjoon. – Se curvou, sorri. Correspondi o gesto. – É bom ver coreanos educados para variar. – Sorriu cínico para o Tae, que apenas revirou os olhos. – Meu saeng comentou sobre você, me deixou curioso. – Ótimo.

–O que ele disse? – Indaguei com duas fogueiras no lugar de meus olhos. Kim Namjoon sorriu, as covinhas novamente... – A-ah, quer dizer... – Tentei me corrigir, mas minha atenção foi tomada por uma cena “estranha”. Kim Taehyung beijava um garoto, ambos descontrolados. – Uau. – Disse sem expressão.

–Hoseok e Taehyung são meio intensos. – Murmurou o ruivo, ficando lado a lado comigo. – Espero que essa intensidade não vá por água a baixo.

–Hoseok é confiável? – O maior demonstrou surpresa. – Digo, Tae não falou muito sobre ele para mim pelas ligações e... Sei lá ele estava na prisão. – O ruivo riu, tirando do bolso uma cartelinha de remédios. – Você está bem? – Não sou bom com conversas, admito.

–Sempre estou bem! – Jogou dois comprimidos na garganta, engolindo a seco e depois esboçando um grande sorriso que podia iluminar até o lugar mais escuro. – É novo por aqui, certo?! – Assenti. – Conhece a cidade?

–Não. Me mudei há um dia.

–Queria estar dormindo, não é? – Sorri de canto. – Quer ajuda para conhecer a cidade? Sou um ótimo guia. Conheço todas as ruas, todos os lugares legais... – Entreabri os lábios, estava pronto para dizer sim a um “desconhecido”, quando no exato instante eu ouvi um tiro. O som ecoou por toda a rua, apenas uma bala. Namjoon me puxou pelos ombros para o chão, agarrando meu corpo contra si. – Porra! – Exclamou bravo, mirou o olhar em Jung Hoseok. Outro que estava abaixado e agarrado em Taehyung. – Justo na merda de um presídio! – Apertou com agressividade o meu torso.

Respirei fundo, precisava de ar para controlar as batidas de meu coração mas o perfume que o ruivo exalava apenas abalou minhas estruturas. Não sabia se era uma “simples bala perdida” – como Kim Taehyung chamava – ou se era uma bala intencional, com uma “presa”.

Meu coração batia tão forte e desesperado que tive de morder o lábio e fechar os olhos para tentar acalmar-me.

–Conte até 10. – Murmurou em meu ouvido, tive de abrir os olhos com seu timbre dominante sendo sussurrado em minha pele. – O carro está destravado, entre no passageiro e me espere. – Tremi. – Jeongguk, precisa abrir os olhos para fazer isso. – Mais um tiro. – Rápido, antes que os policiais venham!

E eu corri. Corri enquanto minhas orbes observavam o cenário a minha volta, meu melhor amigo atirado no chão com um cara estranho o protegendo, um homem que eu mal conhecia apanhando uma arma presa a sua canela, policiais armados correndo de dentro do presídio e mais homens no fim da rua com armas.

Entrei no carro. Assim que me sentei no estofado contemplei Kim Namjoon adentrar o veículo também, batendo a porta fortemente e girando a chave.

–Eu sabia que não devia ter vindo com esse carro! – Atirou a pistola sobre minhas coxas e esperou Hoseok e Taehyung se arrastarem dentro do carro. – Bom dia, hyung, bem-vindo a sua liberdade!

E o ruivo acelerou, entregando para o maior a arma que estava em meu colo e gritando para atirar. Meu coração estava aonde? Na minha garganta ou no meu cu?

O Kim pressionou os lábios enquanto dobrava a rua. Ouvi Hoseok gritar, tinha acertado um dos homens armados. Ok... What the fuck?

–Onde querem ficar? – Namjoon perguntou com a voz embargada, parecia sentir dor.

–Ainda está doendo? – Hoseok indagou, Nam assentiu. – Tomou os remédios? – Afirmou novamente. – Sinto muito, Kim.

–Eu sei. – Já estávamos bem longe do presídio, Namjoon apertava o volante enquanto suspirava. – Onde querem ficar? – Perguntou outra vez. Minha cabeça estava uma bagunça.

–Leve Jeongguk para casa, eu e Hoseok vamos para a minha. – O ruivo assentiu e eu apenas voltei a tremer. Paralisado com tudo que acabei de vivenciar. – Jeon, até. – Tão perdido e estático que nem notei estarmos em frente da casa do Tae.

–Até.

Sussurrei. Suspirei.

O olhar do mais velho pesava sobre mim, mordi o lábio.

O carro, antes parado, voltou ao movimento.

–Precisa respirar. – Murmurou, acelerando o máximo que podia e indo para uma rodovia “quieta”. Era em frente à praia, desde quando meu hyung mora perto da praia? Ele abriu a janela. – Desculpe por hoje, Jeongguk.

O vento bateu contra meu rosto, fitei o mar e o sol a queimar a areia.

O que acabou de acontecer? Eu não sei responder com certeza. Hoseok atirou em alguém com a arma do Namjoon. Eu os conheci esta manhã. Minhas pernas tremeram, fechei os olhos e descansei no banco.

 

 

Também não sei quantas horas Namjoon ficara dirigindo, talvez duas. Minha camiseta xadrez balançava com o vento e eu havia esquecido de informar Namjoon onde eu morava. Depois de tudo, eu nem lembrava meu próprio endereço. Esqueci do almoço, esqueci até mesmo do sono.

–Namjoon. – O chamei quando notei que estávamos em uma estrada. – Aonde estamos? – Interroguei, confuso. Muito confuso. Mas sem expressar a tamanha confusão em que me encontrava.

–Fique tranquilo, estamos a dez quilômetros da cidade. – O menino sorriu. – Quer almoçar? Sei que está tarde...

–Quero ir para casa.

–Diga-me onde, e eu te levo. – Parecia tenso.

–E-eu... Não sei o endereço. Não lembro. – Namjoon abaixou a cabeça, notei a cartela de remédios vazia. Ele se medicou?

–Ok, eu sei onde você mora.

–Como?

–Eu sou um bom guia turístico.

 

 

he is a hustler, he's no good at all


Notas Finais


esta fanfic é basicamente uma história de apreciação e pagação de pau a kim namjoon. vou usar o jeongguk pra expressar o quanto eu venero esse homem absurdamente maravilhoso que é o meu utt. na fanfic ele é meio que um "vilão", ele é realmente um filho da puta, um impostor, ELE NÃO PRESTA, e como dizem as adoradoras de zé droguinhas e eleitores do lula: bandido bom é bandido na minha cama (tem uma fic 'bolsolula' com esse nome, procurem)
música: ménage à trois - wcnobeat feat. bk, mc maneirinho e sain

para quem veio da minjoon: bem-vindos ao meu cérebro doente, aproveitem que nessa fic vcs vão chorar por outro lugar (se deus quiser né) ♡

obs: não quer ver merda acontecendo? não vá no meu perfil


bem-vindos ao circo babes


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