História Sad Songs - Capítulo 9


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Categorias Neo Culture Technology (NCT)
Personagens Doyoung, Haechan, Jaehyun, Jungwoo, Lucas, Mark, Taeil, Taeyong, Ten, Winwin, Yuta
Tags 2tae, Markhyuck, Menção Doil, Menção Jaeyong, Menção Luwoo, Menção Yutae, Taeten, Yuwin
Visualizações 69
Palavras 1.583
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Slash, Suspense, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi oi~

Olha quem tá com Day6 de novo kkkkk

Gente, desculpa pelos caps pequenos, prometo que depois desse eles ficam um pouco maiores, ok?

Bye~

Capítulo 9 - Shoot Me



Tae encarava o garoto de óculos, que os encarava de maneira cínica.

- Diga de uma vez. – Taeil o apressou, cruzando os braços, e o garoto, que agora Taeyong sabia que se chamava Doyoung, deu um passo à frente e estendeu a mão. – Isso de novo? Vai embora, eu já disse que vou ficar com isso, querendo você ou não.

- Você não tá entendendo, né, Taeil? Você vai me devolver, não é como se você tivesse muita escolha.

- Você... É realmente tão mimado assim, Doyoung? Pelo amor, como foi que eu me apaixonei por você?

- Pergunto o mesmo. Agora vamos, devolva. – Taeyong encarou o médico, confuso, e foi a vez de Taeil dar um sorriso cínico.

- Se não vai fazer o que? Chamar a polícia? Ei, senhor policial, meu ex-noivo não quer me devolver a aliança que eu usei para pedi-lo em casamento. Qual o plano B? Se jogar no chão e espernear? Diga pro seu namoradinho que se ele quer tanto essa aliança, que venha ele mesmo buscar. – Aquele foi o estopim de tudo. Doyoung ficou vermelho de raiva e cerrou os pulsos.

Ele deu passo à frente, e levantou a mão. Infelizmente, ele foi louco o suficiente para fazer aquilo na frente de Taeyong, que não hesitou um segundo antes de segurar o braço do garoto, que estava a poucos centímetros de ir de encontro no rosto do mais velho.

- O que é isso, Taeil? Arranjou um cão de guarda? – Perguntou enquanto se livrava do aperto da mão de Taeyong em seu pulso.

- Pelo menos eu não arranjei um cão agressivo. Ou vai me dizer que essa marca roxa no seu braço foi um acidente? É a terceira vez que eu te vejo com um hematoma. E eu sei reconhecer um quando eu vejo. Eu chego à ter dó de você, Doyoung. – Aquilo pareceu realmente abalar o garoto de óculos dourados, cujos olhos automaticamente se encheram de água, e ele recuou.

- Você não entendeu... Ele não vai parar se eu não...

- Doyoung, qualquer idiota que ache que a aliança do ex-noivo do namorado é uma prova de que eles não estão juntos, simplesmente não merece namorar. Só... Pense um pouco no caminho que sua vida tomou, porque não sou eu que vou te ajudar nessa altura do campeonato. Agora, faça um favor pra mim e pra si mesmo e vá embora. – Sem dizer mais nada, Doyoung deu as costas e saiu, parecendo realmente abalado.

Taeyong esperou perder o garoto de vista para se voltar para Taeil.

- Você tá bem, hyung?

- Estou, não se preocupe comigo. Na verdade... Acho que estou um pouco preocupado com ele. Doyoung é um babaca, mas ninguém merece passar por esse tipo de relacionamento agressivo.

- Falando nisso... Você me chamou de cão? – Taeil o encarou confuso e então começou a rir.

- Desculpe, eu nem tinha notado... – Taeyong o acompanhou no riso.

- Não faz mal.

- Bom... Vamos entrar agora, ok? – O Lee assentiu, lembrando do porque estava ali e engolindo em seco, depois respirando fundo.

Ele e Taeil se viraram para a porta, porém mais uma surpresa os esperava ali. Um garoto, mais baixo, e que também parecia mais novo, estava apoiado na porta, os encarando.

- Ah, Minhyung, o que faz fora do quarto? – Taeil perguntou, claramente surpreso, mas não tão surpreso quanto Taeyong ficou após ouvir o nome do garoto. O Moon o encarou como se tentasse escolher as palavras certas para dizer. – Bem, nós... Precisamos falar com você. Podemos entrar? – O garoto assentiu, e, andando atrás de Taeil, Taeyong entrou no quarto.

O quarto estava claro, apesar de estar noite, e havia uma televisão ligada em volume baixo. Minhyung estava sentado de pernas cruzadas sobre a cama.

- Qual de vocês é o Taeyong? – Ele perguntou, logo de cara, deixando ambos os mais velhos confusos.

- Eu... – Tae respondeu de maneira tímida. – Como sabia disso?

- Bem... – Ele olhou para baixo. – Um pouco antes do acidente, um velho louco apareceu no meio da rua e veio falar comigo... Ele me agarrou pela camisa e começou a gritar... Ele disse que eu estava atrapalhando um tal de Taeyong, e que eu deveria desaparecer... Então ele me jogou na frente de um carro. – Os olhos do Lee aumentaram de tamanho na hora.

- Meu pai fez o que?

- Ele me jogou na frente de um carro. Meu acidente não foi exatamente... Um acidente. – Tae se esqueceu como respirava. Sabia melhor que qualquer um que seu pai não era a melhor pessoa, mas não achou que ele fosse capaz de machucar o próprio filho.

- Desculpe por isso, eu...

- Aquele velho era seu pai?

- Sim...

- E por que ele gritou que era meu pai? – Taeyong respirou fundo e respondeu sem conseguir encarar o garoto.

- Porque ele é.

- O que? – Minhyung parecia um pouco chocado.

-É um péssimo jeito de descobrir, mas... Aquele era seu pai.

- Não... Meu pai não tentaria me matar... Por que ele tentaria?

- Desculpa, é meio que minha culpa...

- O que?

- Você... É meu irmão. Mas eu descobri isso recentemente, então decidi vir te procurar, e pra isso eu tive que desistir de assumir a empresa do meu pai. Então ele veio atrás de mim. Mas acho que ele acabou te encontrando primeiro. Desculpe por isso. – Ele ficou em silêncio por alguns segundos.

- Está se desculpando pelo que? Você nem tinha que procurar por mim... Poderia ter vivido sua vida sem preocupar com isso... Você disse que seu pai tem uma empresa. Por que sequer se dar ao trabalho de...

- Porque eu acho injusto que você tenha vivido todo esse tempo sem ter conhecido sua família. Deve ser... Solitário...

- Você não faz ideia... – Minhyung ficou em silêncio por mais um tempo, encarando o chão, como se não soubesse muito bem o que dizer. Taeil, porém, parecia estar gostando do rumo da conversa. As coisas pareciam estar indo bem. – Então... Você... É meu irmão.

- Sim...

- É engraçado pensar nisso... Eu sempre quis ter um irmão... Mas além disso, e sua mãe?

- Ah, ela... Bem, ela tentou. Ela tentou me ajudar a te encontrar, mas... Nem ela conseguiu convencer meu pai.

- E por que... Por que ela me deixou no Canadá?

- De novo, não foi escolha dela. Ela me contou que meu pai disse que iria te levar para passear, e no dia seguinte ele nos levou embora sem você. Foi doloroso pra ela, não pense que não.

- E ela não pensou em me encontrar?

- Todo santo dia. Mas é impossível fazer algo sem que meu pai fique sabendo.

- Entendo... Eu... Talvez precise de um tempo pra processar isso...

- Tome o tempo que precisar. – Taeyong sorriu, e Minhyung sorriu de volta. Estava pensando em se despedir quando mais alguém entrou no quarto, um garoto que parecia ter a mesma idade de Minhyung, mas este era ruivo quase que da mesma cor do cabelo de Tae.

Ele entrou em silêncio e observou as pessoas no quarto.

- Ah, Hyuckkie. – Minhyung o chamou, fazendo o garoto se voltar para ele.

- Ah... Oi. Eu atrapalhei alguma coisa?

- Ahn... – Minhyung olhou para os mais velhos, como se perguntando o que deveria responder.

- Não. Já estávamos de saída mesmo. – Tae se levantou, puxando fracamente Taeil junto consigo. – Podemos terminar essa conversa outro dia, certo?

- Certo. Tchau, hyung. – O Lee não pôde segurar seu sorriso, e acenou para o mais novo antes de deixar o quarto junto com o Moon.

Assim que estavam fora, respirou fundo, como se estivesse segurando a respiração até aquele momento.

- Se sentindo melhor? – Taeil perguntou.

- Muito.

- Viu? Ele não acha que você é louco.

- Isso foi melhor do que eu esperava, na verdade.

- Certo? – Taeyong sorriu enquanto assentia. Se sentia mais leve, como se tivesse tirado um enorme peso de suas costas, aquilo era um alívio e tanto.

Ele e Taeil voltaram para casa em um silêncio extremamente agradável, tanto que aquilo até rendeu um jantar à luz de velas – que talvez tenha até sido a coisa mais romântica que Taeyong já fez com alguém.

No fim da noite, beirando o dia seguinte, Taeil e Taeyong estavam deitados juntos no sofá, haviam dito que veriam um filme, mas meia hora já havia passado e eles ficaram aquele tempo todo apenas apreciando um ao outro e trocando um beijo indiscreto aqui e ali.

Taeyong gostava do jeito que o corpo do mais velho parecia encaixar no seu. Cada parte, cada curva, como se tivessem sido feitos sobre medida um para o outro.

Em um ato impulsivo, Tae beijou o pescoço do Moon, que pareceu se arrepiar em seus braços, e se virou para encarar Taeyong, que sorriu ao ver seu rosto levemente corado.

- O que foi isso?

- Um beijo, eu acho... – Taeil não respondeu com palavras, apenas sorriu e beijou o pescoço do mais novo, que também se sentiu arrepiar. Mas ao contrário de si, Taeil não parou por ali, continuou deixando vários selinhos na pele alheia, enquanto Taeyong o abraçava pela cintura.

Demoraram ali, passaram um bom tempo enquanto alternavam entre roubar alguns beijos e explorar a pele alheia.

O que apenas resultou em ambos se apressando para tirar as roupas um do outro.

- Tem certeza que quer fazer isso, Taeyong?

- Tenho... Eu faria qualquer coisa com você, hyung.


Notas Finais


Admito que me deu uma dor no coração escrever aquela parte do Doyoung <\3

Bom, espero que tenham gostado desse cap, e até o próximo, bye~


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