História Sádica - Capítulo 12


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Erótico, Sadismo, Sexo, Yuri
Visualizações 38
Palavras 603
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Saga, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 12 - Tons de cinza


Fanfic / Fanfiction Sádica - Capítulo 12 - Tons de cinza

Acordei de manhã, com o loiro ainda adormecido, de bruços abraçando o travesseiro. Tão inocente! Tentei levantar mas um braço forte me voltou para a cama.

_ Hei! Você não estava dormindo?

_ Eu estou dormindo _ sua voz estava sonolenta.

Abriu os olhos azuis me fitando _ Você não disse sobre o que conversaram _ referiu-se a mim e a Ana.

_ Sobre você.

_ Sobre mim!? _ voltou-se para mim, intrigado.

_ Ela quis saber o que você é para mim.

_ E, o que eu sou?

_ Eu não sei.

Sorriu e levantou revelando a nudez do seu corpo maravilhoso, e foi para o banheiro, de onde eu ouvi o chuveiro ligado. Entrei no mesmo e escovei os dentes na pia. Vi o box abrir e o loiro me convidar _ Vem cá? 

Fui. Depois de fechar o box, ele observou a água morna deslizando o meu corpo, passando as mãos por ele _ Você é a mulher mais linda que eu já vi.

_ Você é um adorável mentiroso.

_ Posso saber porquê pensa isso?

_ A Alice me contou que você namorou modelos.

_ Pois, como eu disse, você é a mulher mais linda que eu já vi.

Ruborizei sobre o seu olhar e ele me beijou. 

Estávamos na sua piscina, comigo presa entre ele e a beirada, quando me ocorreu perguntar _ Você nasceu daltônico?

_ Não, foi um trauma psicológico que eu sofri há pouco mais de um ano.

_ Teve algo a ver com alguma namorada?

_ Não _ suspirou incomodado e olhou para o lado _ Eu não vou falar disso com você.

_ Por quê não?

_ Porquê você não merece saber de mais maldade do que já viveu.

Não entendi o que ele quis dizer.

_ O que pode ser pior do que estupro?

_ Não consegue imaginar?

Como fiz silêncio ele continuou _ O que você me diz de escravidão? Imagine-se como escrava de alguém como o seu irmão, pelo resto da sua vida.

Senti o meu corpo estremecer, e notei que ele me percebeu. Continuou _ Acho que só isso já está bom para você me entender.

_ Você teve uma escrava sexual?

_ Eu? _ sorriu ironicamente, fitando o meu rosto confuso _ Alguém que eu achei que conhecia, tinha uma escrava. Uma asiática.

_ Meu Deus! _ senti medo dele, imaginei ambos dividindo a escrava, mas voltei a real, afinal era o Noá diante de mim _ Você... Como você soube?

_ Eu o visitei na sua casa de campo e a encontrei por acaso. Estava presa pelo pé, no porão da casa dele. Queria liberta-la, quase consegui chegar ao meu carro com ela, mas ele a matou na minha frente. Ela morreu nos meus braços. O sangue vermelho impregnava tudo... Era quente tocando a minha pele através da roupa... E o cheiro forte em minhas narinas me enjoando.

Senti lágrimas quentes em meus olhos e rosto, e vi a mesma expressão no rosto do Noá. 

_ Ele foi preso?

_ Como poderia? Não haviam provas que o encriminassem. Até a roupa que eu usava, que tinha o sangue dela sumira. Quando a polícia chegou, eu passei por louco. Não consigo ver vermelho desde que a vi morrer. Tudo ficou cinza. O sangue dela tinha tons de cinza.

_ Este cara saiu impune?

_ Morreu na mesma semana. Foi uma suposta overdose. Mas se quer saber a minha teoria. Acho que o quartel de contrabandista de mulheres, cortaram as pontas soltas. Ele era um risco para os negócios deles, porquê eu descobri. Aqui se faz, aqui se paga.

 



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