História Sádicos da Noite - Capítulo 51


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Categorias Diabolik Lovers
Personagens Ayato Sakamaki, Kanato Sakamaki, Laito Sakamaki, Personagens Originais, Reiji Sakamaki, Shu Sakamaki, Subaru Sakamaki
Tags Diabolik Lovers, Vampiros
Visualizações 113
Palavras 4.330
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção Adolescente, Harem, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá gente. seguinte, sobre o cap passado ou quase cap, enfim, eu vi q teve pessoas q indagaram sobre o tamanho, e me sinto na vontade de explicar. Eu quis fazer deste tamanho, e não" os outros não serão do mesmo tamanho. Eu acho q acostumei vcs mal com meus caps extensos, dai quando surge um menor tem quem reclame. Eu acredito que todas aqui ja leram mangás neh e ja devem ter visto q nos mangás tem sempre um cap de meia pagina, q tem o objetivo de complementar a historia. Foi o q eu fiz. Agora, uma coisa quero deixar BEM claro, o tamanho dos caps serão do tamanho que eu quiser. Não adianta vir me falar:" ai.. vão reclamar no site viu, q vc ta postando capitulo menor- q se alguém me disser algo, eu retiro de boa a fic daqui e posto em outro site sem problemas. Eu faço a fic com gosto, eu amo, ela esta bem mais adiantada do que o postado aqui e eu faço em horas vagas então ela sera postada do jeito que eu quiser.
Este capitulo eu suei pra caralho nele, quis detalhar e fazer perfeito e espero que renda muitos e bons comentários tbem. Ponderei muito pra postar então, espero que gostem e comentem.

Capítulo 51 - Capitulo 50


Fanfic / Fanfiction Sádicos da Noite - Capítulo 51 - Capitulo 50

 

“Por sua causa, eu nunca ando muito longe da calçada
Por sua causa, eu aprendi a ser cautelosa, para que eu não me machuque
Por sua causa, eu acho difícil confiar
Não só em mim mesma, mas em todos a minha volta
Por sua causa, eu tenho medo”

 

 

April foi levada ao seu quarto e quando Reiji fechou a porta, foi numa batida forte que a fez se encolher. Ele se voltou a ela e foi então que a jovem pôde reparar melhor em sua aparência e algo estava bem errado. Reiji não usava os óculos, os cabelos estavam bagunçados. Além disso, usava apenas uma camisa de mangas longas social branca e calça preta e ambas estavam bem amarrotadas, como se ele tivesse pegando-as direto da secadora e vestido. Não parecia estar sem banho pois mesmo com medo, ela podia sentir seu cheiro natural e ele mexia demais com ela. Por Deus como ela sentiu sua falta...

Reiji estava com o olhar baixo e deu alguns passos indo em sua direção, quando chegou perto, murmurou:

_Como você se atreve?

April não conseguiu falar, seus lábios pareciam presos, Reiji continuou, os olhos presos nos delas, ameaçador, imponente:

_Como você se atreveu a fugir?

_Você sabe... – conseguiu ela finalmente dizer:_Sabe por que fizemos isso! – respondeu tentando criar coragem em enfrentá-lo.

Reiji negou com a cabeça, fechou os olhos. Estava cansado. Realmente estava muito cansado.

_Não me interessa as outras, eu quero saber como você, April, se atreveu a fugir de mim assim? – ele voltou a perguntar lentamente e desta vez olhou para ela. Os olhos castanhos quase vermelhos brilhavam como se alguma coisa dentro dele tivesse mudando e April sentiu medo, muito medo e isso transpassava em sua feição.

Reiji venceu a distância e ficou bem próximo:

_Você foi cruel April... você foi muito cruel...

_Cruel...?

_Você... – Reiji se deteve e por fim apertou os olhos e ao abri-los, parecia que o fogo do ódio que April achou ter visto, apagara-se:_Você não devia ter feito isso... Não comigo, não assim!

Parecia que ele... ele estava sofrendo? April não conseguiu falar nada, tentava entender aquela postura nada condizente com ele. Definitivamente, aquele não era o Reiji que ela abandonou em sua fuga. Mesmo assim, não podia deixar ele colocá-la na postura de vilã, elas fugiram por suas seguranças:

_Eu não fui cruel... Você foi Reiji, comigo o tempo todo! 

Ele a encarou e April se encheu de uma coragem que antes a havia abandonado quando chegaram em frente daquela casa:

_Você dizia que nada ia nos acontecer, mas as coisas continuaram do mesmo jeito! Eu não queria fugir, Deus sabe o quanto eu não queria! Mas eu não podia ficar e morrer, mesmo que fosse em seus braços!

_Ah! – ele levou a mão à testa e sua reação a fez se calar.

Houve um silencio terrível e April sentiu novamente vontade de falar mais coisas de falar tudo, na verdade não era vontade, mas era necessário.

_Eu não suporto mais isso...  – Reiji tirou a mão da testa:_Eu juro que eu tentei, mas eu não consigo mais...

April estranhou suas palavras, Reiji baixou seus olhos e levou ambas as mãos para a barra da blusa que April vestia e as segurou com tanta força e baixou os olhos e ela se surpreendeu que ao mesmo momento, Reiji caiu de joelhos em sua frente. Ficou petrificada, sem reação, ele continuou com a cabeça baixa e ela sentiu uma vontade imensa de levar as mãos para seus cabelos. Ele parecia tão... inofensivo...

_Reiji?

Parecia que ele queria tocá-la e estava se segurando para isso. April realmente ficou preocupada com o estado dele. Não parecia ser ele ali, mesmo assim, por ter passado diversas situações, ficou desconfiada... seria uma encenação?

Mas encenação ou não, seu coração doeu e se apiedou. Ela não podia negar que o amava demais, além de seu próprio ser. Que fugir também lhe doeu muito, mas o fez por entender que aquele amor era impossível. Para ela, Reiji não tinha a capacidade de corresponder aos seus sentimentos, de sentir amor.

Não conseguindo vencer a tentação, levou a mão aos cabelos macios dele e afundou os dedos acariciando-os. Reiji ergueu os olhos e April conseguiu notar que eles estavam um pouco fundos, como se ele não dormisse á muito tempo. Ainda segurando a barra de sua blusa, Reiji se sentou sobre as pernas e April acabou se ajoelhando para ficar da mesma altura:

_Reiji...

Ao mirar a face preocupada dela, Reiji soltou sua blusa e levou ambas as mãos ao seu rosto:

_Por favor April... Não fuja mais de mim!

Novamente outra surpresa. Aquelas palavras foram um pedido e não uma ordem ou ameaça. O que havia acontecido a ele, afinal? Ela temia um castigo horrível, quem sabe até a morte... Mas no fim, Reiji agia como se tivesse sofrido com sua ausência! Ele realmente sofreu? Karlheinz estava falando a verdade?

Levando os braços em volta dela, a puxou para um abraço apertado e murmurou:

_Prometa que nunca mais vai me deixar!

April não conseguiu se mover, Reiji afundou o rosto em seu pescoço e respirou fundo repetindo as mesmas palavras, desta vez mais baixo:

_Prometa...

Levando os braços em volta dele, April suspirou e sentiu seus olhos se encherem de lágrimas:

_Reiji... Isso é uma mentira?

Reiji não afrouxou os braços e April prosseguiu:

_Ou eu estou sonhando?

Ela acariciou seus cabelos e Reiji moveu o rosto ficando entre o rosto dela e seu peito e murmurou:

_Não consigo mais lutar contra isso... Eu finalmente entendi o que quero!

Ele ergueu os olhos para ela e levou a mão ao seu rosto:

_Eu senti sua falta...

Sem deixar que ela respondesse, Reiji puxou seu rosto e a beijou. April tremia em completa e pura confusão. Os lábios dele sugavam os seus, se apossavam completamente de sua boca, sugava-os e invadia com sua língua sedentos e ela correspondeu em total igualdade. Seu coração batia absurdamente no peito e ao mesmo tempo que estava feliz, sentiu as lágrimas rolarem na face e Reiji as sentiu salgadas em sua boca, em meio ao beijo doce que trocaram. Afastando os lábios, ele segurou o rosto de April e seus lábios secaram aquelas lágrimas, uma após a outra em vários beijos, voltando a abraçá-la apertado. Ela finalmente estava em seus braços novamente.

                                              

                                                                                                 {...}

 

Shu abriu a porta do seu quarto e puxando Madison para dentro, a fechou, trazendo-a pelas escadas e então a jogou sobre a cama. Ela pousou forte sobre o colchão macio e seu coração estava batendo acelerado. A reação dele era a pior que ela poderia esperar. No mesmo momento que tentou se sentar sobre o colchão, Shu se aproximou, ficando ainda em pé:

_Shu...

_Não tente me dizer nada nesse momento! Acredite, vai ser melhor para você!

_Não tem como não conversar sobre isso! Eu quero...

_Não importa para mim o que você quer! – cortou sério:_Nada do que me diga vai me fazer te perdoar por ter desaparecido assim... – respondeu enquanto abria sua camisa, a tirando completamente.

Madison olhou aquilo confusa, Shu atirou a peça no chão e se jogou em cima dela e Madison tremeu em meio ao medo e ansiedade. Ele se deteve por um segundo e neste segundo, seu rosto ficou muito próximo do dela.

_Shu...

Ele levou a mão em seu rosto e a boca aos seus lábios capturando um beijo bem suave, Madison saboreou aquele momento e seu coração parecia que ia explodir. Seu beijo novamente, seu toque novamente. Então, Shu parou e a observou, seus olhos ainda estavam tensos:

_Apenas tente me parar e eu vou te matar e te devorar!

E a beijou novamente e desta vez, não foi um beijo suave e sim muito intenso, que fez o corpo todo de Madison queimar. Seu coração acelerou absurdamente, as mãos dele deslizaram por baixo de sua blusa e sua boca só se livrou da dela, para tirar a peça por sua cabeça. Novamente ele a deitou e ficou surdo diante dos apelos para que a ouvisse. Cravando as presas em seu ombro nu, Shu abriu seu sutiã e sugou seu sangue enquanto atirava a peça longe e envolvia os braços ao redor do seu corpo. Os seios de Madison grudaram em seu peito e o calor dela o fez recuar. Havia sentido falta daquele calor e com a boca manchada pelo seu sangue, ele sussurrou encarando seus olhos:

_Maldita... Você nunca mais vai me fazer sentir o que eu senti...

Baixou a cabeça, levando a boca ao seu seio e o sugou com força, ora mordiscando, ora lambendo. Madison estava assustada com o que ele fazia, mas parte dela se perdia absurdamente naqueles braços. Sentiu tantas saudades de seus beijos, dos seus toques, que apesar de ele estar sendo bruto, por um lado, seu corpo estava correspondendo insanamente ao que recebia.

_Shu...

Shu desceu as mãos a sua calça e a retirou junto com sua calcinha, num rápido movimento, fazendo as peças voarem pelo quarto. Suas mãos deslizaram por sua coxa e ele imediatamente levou a boca ao meio de suas pernas e Madison sentiu a língua dele acariciar seu clitóris de forma suave. Ela se retesou, ele se acalmara? Se dera conta? E então, a boca dele cobriu-o inteiramente e ele passou a sugá-la, afundando os dedos em suas coxas. Madison bem que tentou segurar seus gemidos, mas estava sendo insuportável. Ora sugando, ora lambendo e logo, o orgasmo cruzou seu corpo e ela sentiu-o amolecer. Shu se ergueu, ficando em pé e abriu sua calça, a tirando por completo, voltou a se deitar e levou o braço por baixo da perna de Madison a levantando e seu rosto rente ao dela, que olhou em seus olhos sérios:

_Se eu tentar deter você... irá mesmo me matar?

A expressão dele se fechou mais ainda ao ouvir aquelas palavras, transparecendo que ficara mais irritado e como resposta, a penetrou com força. Madison agarrou seus braços e ele começou a impulsionar cada vez mais forte dentro dela, lhe arrancando gemidos de prazer. Aquilo estava sendo insano, totalmente enlouquecedor. A cada arremetida, ele observava seu rosto transparecer o prazer que ela estava sentindo. Ainda no mesmo ritmo, ele rosnou:

_Considere o prazer que está tendo, como uma amostra da minha bondade que você desprezou!

_Shu! – gritou ao sentir os espasmos do prazer cercando seu corpo.

Shu levou seus pulsos acima de sua cabeça e continuou cada vez mais forte, mais acelerado e quando ele sentiu que o orgasmo chegava para ele também, saiu de dentro dela, a virou de costas e puxou seus quadris, se detendo por um segundo. Madison sentiu a boca dele encostar em sua nuca, o nariz roçar suavemente por trás de sua orelha e ele inspirou lentamente sentindo seu cheiro, ao mesmo tempo em que as mãos deslizaram lentas pelas costas nuas e seguraram seu quadril e ela sentiu a pressão dele penetrando-a novamente e Madison agarrou o lençol com força e fechou os olhos enquanto ele lançava estocadas cada vez mais forte, e num frenesi insano, apertando seus quadris com tanta força, sentiu seu prazer, esvaziando-se totalmente dentro dela. Madison sentiu seu corpo fraco, trêmulo e deitou-se totalmente assim que Shu tombou deitado ao seu lado.

Madison fechou os olhos por um momento, sentindo seu coração bater descompassadamente no peito e o silencio que seguiu a fazia conseguir escutar a própria respiração. Shu levou as mãos em torno dela e a puxou para cima dele:

_Me abrace...

Madison nada disse, apenas fez o que ele pedira e seu coração transbordou em felicidade plena. Os braços dele a envolveram apertado e ela apoiou a cabeça em seu peito e enquanto ele deslizava uma das mãos em seu cabelo, levou o rosto neles respirando fundo. Era ela, e ela estava ali. Madison fechou os olhos e relaxou o corpo, escutando-o em seguida:

_Isso ainda está longe de ter terminado!

Ela abriu os olhos, mas não se moveu, voltou a fechá-los e apenas quis senti-lo em seus braços e assim permaneceu até que o cansaço e a ansiedade da viagem, somados à tensão mais forte que foi o reencontro e tudo que sucedeu-se em seguida, a fizeram cair em um longo sono que não soube precisar por quanto tempo foi. Apenas sentiu ser movida e sem abrir os olhos, percebeu que Shu a pegou nos braços e a ergueu da cama.

Provavelmente ele a levaria para seu quarto e ela estava ainda tão sonolenta que nem recordou que estava totalmente nua. Foi quando sentiu que Shu a largou e seu corpo mergulhou na água, que Madison se forçou a abrir os olhos e então se segurando nas bordas, percebeu que ele a colocara numa banheira. Se sentando, com o coração novamente acelerado e se situando completamente, percebeu que estava no banheiro do quarto dele e quando se voltou, somente o viu de costas, saindo do mesmo. Ele estava sem camisa e usando apenas uma calça, Madison observou sua figura fechar a porta sem sequer olhar para trás, e apoiou os braços sobre a borda da banheira e o queixo sobre eles. Ela ainda estava viva, e ele ainda estava muito puto, com certeza.

 

                                                                                             {...}

 

Quando Subaru entrou no seu quarto trazendo Izzy, ela nem poderia imaginar o que aconteceria. O conhecia bem para saber que ele deveria estar uma fera... E o estava.

Subaru trancou a porta e quando se voltou para ela, Izzy estava tentando se preparar para tudo, menos para o beijo que ele lhe deu. E não foi um beijo suave, ou carinhoso, ou sedento, foi um beijo que a fez perder as forças das pernas e quase cair, mas isso não foi motivo para Subaru parar. Ele continuou e somente desgrudou a boca da dela, quando Izzy pareceu não conseguir mais respirar.

_Subaru...

Novamente, sem tréguas, a boca dele voltou a possuir a sua e Izzy mal conseguiu pensar, raciocinar. Sentia seu perfume, seu gosto, seus toques.

Quando ele parou de beijá-la, Izzy o encarou com a face vermelha. Os toques dele eram gentis, mas seus olhos, seu rosto tinham a expressão de quem a partiria ao meio.

_Subaru... Me escuta um pouco, por favor!

Ele levou a mão atrás de sua nuca e segurou sua cabeça, seu rosto novamente próximo murmurou:

_Não diga uma palavra agora Izzy... Para seu bem, não diga nada sobre o que você fez!

_Mas...

Subaru a empurrou de costas contra a parede e voltou a capturar seus lábios, Izzy não conseguia mais permanecer centrada. Era demais para ela ter ele a abraçando e beijando-a daquela forma. Tantos dias longe, tantos dias sentindo saudades de tudo que agora ele fazia, era demais.

Subaru abriu a camisa que ela vestia e seus lábios deslizaram por seu pescoço e ombros e quando ele cravou as presas nele e começou a sugar lentamente seu sangue, um arrepio insano percorreu seu corpo e ali, naquele momento, ela desistiu e se entregou.

Enquanto a boca dele sugava seu sangue, suas mãos hábeis desabotoavam sua calça. Parando de tomar seu sangue, ele desceu os lábios por seus seios e foi desnudando-a e à medida que baixava sua calça e calcinha, seus lábios espalhavam beijos pela pele quente. Izzy sentiu seus olhos encherem de lágrimas, mas eram de algo bom, algo inexplicavelmente bom, afinal ele estava ali, disposto a possui-la ao invés de matá-la e ela nem queria saber se isso poderia ainda acontecer. Tudo que queria era aquele homem a quem amava insanamente.

Subaru se ergueu e voltou a beijar seus lábios. A pele fria dele, seus olhos vermelhos, seu cabelo prateado... Como ele era lindo e como ela o amava. Se fosse para morrer por suas mãos, por seus atos, que então o fosse. E desta vez quem levou a boca á dele, foi ela, beijando-o com ardor e Subaru a agarrou com força e levando as mãos em ambas suas pernas a ergueu contra a parede e a penetrou com força a fazendo gemer alto. Izzy achou que enlouqueceria com aquela invasão que apesar de desejada foi inesperada. Foi forte, foi um tanto dolorida, mas não menos prazerosa. Agarrou-se a ele que investia uma, duas, três vezes contra ela, indo cada vez mais fundo.  Ainda assim, o que era forte para ela, ele tentava se controlar para não ser tão violento, pois sabia o quanto ela era frágil e pelo inferno, como a desejava.

Cerrando os dentes, Subaru escondeu o rosto em seus cabelos e permaneceu estocando várias vezes, fazendo lágrimas prazerosas desprender dos olhos de Izzy que se agarrou a ele e logo, o prazer se redobrou quando o orgasmo a atingiu. Subaru sentiu o corpo dela esquentar mais ainda e jorrando seu sêmen dentro dela, a segurou para que não deslizasse para o chão.

O corpo de Izzy amoleceu tanto que Subaru a segurou e ergueu no colo. Levou-a para sua cama, deitando-a em seguida. Izzy o olhou e percebendo que ele se afastaria, segurou seu braço:

_Subaru... espere...

Ele a encarou sério, levou a mão ao colchão do lado de sua cabeça e inclinou-se sobre ela, alisou seu rosto e beijou seus lábios com suavidade:

_Eu não vou te perdoar, Izzy!

Izzy não conseguiu responder aquilo, ele se endireitou e deu-lhe as costas, fechando sua calça e saindo do quarto em seguida.

 

                                                                                                   {...}

 

Assim que fechou a porta do quarto de Jade, Ayato levou as duas mãos ao seu rosto e para surpresa da própria a beijou carinhosamente. Quando Jade tentou falar algo, uma sílaba sequer saiu de seus lábios. Ayato voltou a lhe beijar suavemente e levou os braços em torno do seu corpo a apertando forte e continuando a beijá-la, matando para ambos as saudades de seus lábios. Foi surpreendente e Jade não reconheceu o homem a sua frente. Ayato estava calmo, estava carinhoso e parecia muito sedento por ela. E suas suspeitas se confirmaram quando ele a ergueu nos braços e a levou para sua cama, a deitando suavemente sobre o colchão, inclinando-se sobre ela. Jade murmurou:

_Ayato...

_Shh – soprou gentil sobre seus lábios:_Nem uma palavra agora... Eu quero me saciar de você!

E novamente os lábios se apossaram dos dela num longo beijo que a deixou quase sem ar.

Sem pressa alguma, Ayato a beijou muito, tanto que quase lhe faltou o ar, ele alternava beijos entre seus lábios, rosto e pescoço e quando lhe tirou a blusa que ela vestia, suas presas surgiram e ele as cravou em seu pescoço de uma forma lenta e intensa. Jade levou os braços em torno de seu pescoço, mergulhando numa sensação prazerosa indescritível. Parecia loucura, mas ela sentiu saudades até mesmo da mordida dele. Ayato estava sedento, mas ciente de que tinha que manter a calma, pois poderia drená-la mais do que podia suportar. Sua respiração ficou pesada e com muito custo, ele parou de tomar seu sangue e lambeu seu pescoço.

_Ayato...

Ao escutá-la chamando seu nome, Ayato ergueu a cabeça e encarou seus olhos, Jade não conseguiu dizer mais nada. Ele levou uma das mãos e alisou seu rosto, seus olhos passearam por todo ele como se estivesse tentando ter a certeza de que ela não era uma miragem. Jade levou a sua mão ao rosto dele também, Ayato a tirou e voltou a beijá-la desta vez com mais desejo.

Como algo que explodiu de repente, Ayato não teve mais paciência para esperar para despi-la, mesmo assim, tomou todo o cuidado para ser gentil o suficiente para ser prazeroso para ambos. Matou sua sede de beijar todo o corpo de Jade, sugando seus seios, lambendo seu sexo, penetrando-a com ânsia louca de quem queria aquilo á muito tempo.

Ai senti-lo dentro dela, Jade sentiu lágrimas desprenderem de seus olhos. Sofrera tanto longe daquele homem, temera tanto que ele a desprezasse ou o pior, lhe tirasse a vida e aquele momento estava sendo o mais fantástico possível. Um Ayato diferente se apresentava para ela, a amava arduamente e preenchia seu corpo com sua essência e seu vigor.

Cada estocada era um estímulo a mais e em segundos, Jade se pegou chamando por seu nome em meio aos gemidos de êxtase e num quase grito, agarrou-se mais forte ao corpo dele, enquanto Ayato gemia com a boca grudado em seu rosto.

Ayato permaneceu em cima dela por um longo tempo e Jade adorou aquele contato e nem soube precisar por quanto tempo ficaram assim, pois logo adormeceu.

Na manhã seguinte, Jade despertou e viu Ayato vestindo sua roupa, sentou-se na cama:

_Bom dia...

Ayato voltou o rosto para ela e não respondeu, Jade achou que depois da noite quente, nada parecida com o que esperava que fosse, eles deveriam conversar:

_Ayato... Nós precisamos agora conversar... sobre o que aconteceu!

_Conversar?

E ela não gostou do seu tom, Ayato ajeitou o colarinho de sua camisa e sorriu:

_Eu não quero e não preciso ouvir as palavras de uma mentirosa!

Jade ficou assustada com as palavras proferidas:

_Mentirosa?

_Sim Jade... Uma pessoa que diz com os olhos cheios de emoção para outra que a ama e desaparece no dia seguinte sem deixar rastro é o que? Sincera?

_Isso não é justo!

_E quem disse que estou interessado em justiça?

Jade suspirou, realmente, era ilusão achar que aquilo seria fácil. Ayato então continuou:

_Presta atenção numa só coisa... Você voltou para cá e vai viver porque eu sou um cara muito piedoso... Mas nem pense por um segundo sequer, que eu perdoei e perdoarei a sua traição!

Ayato se dirigiu para a porta, Jade o chamou, mas ele não respondeu, somente saiu, batendo a porta em seguida.

 

                                                                                               {...}

 

April despertou com Reiji a encarando e sorriu, passando a mão no rosto:

_Droga... dormi...

Reiji sorriu, ela bem que tentara se manter acordada, mas obviamente não conseguiria então acabou dormindo e ele ficou olhando-a o tempo todo.

_Foi bom que dormiu um pouco... Você estava bem exausta quando chegou!

_Era a ansiedade. Rever você... Não saber o que esperar...

_Precisamos conversar sobre o que aconteceu April. Não dá para agir como se nada tivesse acontecido e apenas retomar de onde paramos!

_Eu sei...

_Mas... – ele levou a mão ao seu rosto:_Eu não posso mais esperar... Eu preciso possuir você!

April nem conseguiu responder, Reiji deitou ela e a beijou demoradamente e após, desceu impaciente beijos por seu corpo, sedento mais por ele do que por sangue. April fechou os olhos absorta naqueles toques que sempre tinham um gosto diferente, algo que sempre soava como a primeira vez. Deixando-a nua, sem o mínimo pudor, ele afastou suas pernas e seus lábios a beijaram entre elas, sugando habilmente arrancando gemidos enlouquecidos, seguidos de lágrimas. Ela achava que iria perder a sanidade toda vez que ele fazia aquilo. Assim que ela alcançou o orgasmo, Reiji se ajoelhou na cama e abriu os primeiros botões de sua camisa, a retirando pela cabeça como se fosse uma camiseta, ao abrir sua calça, e deslizá-la pelas pernas, April se sentou:

_Eu... quero fazer o mesmo em você!

Reiji a encarou:

_Você quer... me chupar?

E Reiji jamais achou que veria o rosto de April corar tão intensamente, quanto viu naquele momento. Ela gaguejou:

_Eu... Eu...

Reiji se inclinou e seus lábios tocaram levemente os dela:

_Eu vou adorar se você fizer isso..., mas somente se você realmente quiser!

Ela queria. Há muito tempo ela queria. Em resposta, April levou ambas as mãos para a cueca de Reiji e a baixou, sua ereção surgiu enorme e pronta. Ainda de joelhos, ele observou enquanto ela tomou o membro entre as mãos e seus lábios tocaram suavemente a ponta. April nunca havia feito aquilo, mas achava que tinha uma noção. Elas estudaram em colégio público então aquele tipo de conversa, fotos e vídeos passavam tranquilamente entre as alunas. Fora isso, seguiu seu instinto, a vontade que sentia de ter ele, daquela forma. Então sua língua lambeu a ponta e Reiji permaneceu parado, observando. April abriu mais a boca e então engoliu o membro e seguiu o chupando, indo cada vez mais fundo, mesmo sentindo que aquilo poderia lhe sufocar. Reiji levou a mão à cabeça dela e a segurou suavemente, com o rosto sério e atento às bochechas de April que ficavam rosadas, ao rosto dela que parecia se transformar. April realmente começou a gostar do que fazia, mas Reiji apesar de estar com o membro ereto, seu rosto não esboçava a mínima reação. Mas ela continuou e então depois de mais algumas sucções, sentiu as mãos dele sobre seu rosto a afastando:

_Já chega!

April se sentou na cama e levou as costas das mãos à boca:

_Desculpe... Eu sei que não sei fazer isso...

Reiji se inclinou sobre ela e segurou seus braços:

_Não! Não foi por isso que eu mandei parar... Eu estou quase gozando April... E não quero fazer isso dentro da sua boca, quero fazer isso dentro de você!

Sem se conter mais, ele a deitou sobre a cama e levando a mão ao próprio pênis, se encaixou entre as pernas dela e a penetrou, investindo com certo controle que o fazia querer ir mais fundo. O ato de April havia sido surpreendente e absurdamente erótico e ele não conseguia mais se controlar. O restante do tempo, como uma chama intensa, Reiji não deu a April tempo nem de pensar e envolta em seus braços, explorando seu corpo e tendo o próprio explorado várias vezes, ela se sentiu plena e finalmente amada. Finalmente, repousando sobre seu peito, April aninhou-se em seus braços tão feliz que achou que morreria. Reiji beijou sua cabeça e seus lábios sussurraram em seu ouvido:

_Você está bem? Não foi muito intenso?

April o encarou e sorriu:

_Foi perfeito...

Reiji nada disse, apenas sentiu ela o apertar mais nos braços cheia de uma felicidade plena a qual não lhe permitia sequer pensar no que teriam ainda que conversar. Não importava, ele estava com ela. Após tantas intempéries, Reiji finalmente de forma verdadeira, estava com ela. 



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