História Sádicos da Noite - Capítulo 8


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Categorias Diabolik Lovers
Personagens Ayato Sakamaki, Kanato Sakamaki, Laito Sakamaki, Personagens Originais, Reiji Sakamaki, Shu Sakamaki, Subaru Sakamaki
Tags Diabolik Lovers, Vampiros
Visualizações 187
Palavras 5.379
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção Adolescente, Harem, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 8 - Capítulo VIII - Nossos "donos"?


Fanfic / Fanfiction Sádicos da Noite - Capítulo 8 - Capítulo VIII - Nossos "donos"?

“- Pena que você agora pertence a outro...”???  - indagou Madison confusa

Izzy estava sentada na cadeira da penteadeira do quarto de Madison, enquanto ela estava sentada na cama:

- Exatamente estas palavras!

- Por que ele diria isso?

_Não sei... também não entendi...

- E ainda não te mordeu??

- Não... E parecia bem sedento...  Eu realmente acreditei que ele me morderia... Então disse isso e saiu!

- Que estranho... Essas palavras... Parecem dizer...

- Que eu tenho um dono? Pois é, foi o que pensei!

Madison acabou rindo:

- Um dono... Um deles se declarou seu dono, Izzy? Explica-me isso!

- Madison! Estou aqui para você me ajudar e não rir de mim!

Madison ficou um pouco séria:

- Quem deles se declarou seu dono?

- Como vou saber?? E nem sei se é isso mesmo!

- Bom... Essas palavras foram bem claras... Pelo menos, foi o que entendi... Você deveria ter perguntado de quem ele falava!

- Era o Ayato! Você acha que ele se sentaria e conversaria comigo??

- É você tem razão... Mas, que é bem esquisito... é!

- Jade e April ainda dormem... Pelo menos, April não atendeu quando bati na porta dela!

- Devem estar conseguindo descansar... As invejo se este for o caso! Não consigo dormir direito desde que Sh... – Madison se deteve. Não havia contado á amigas sobre o que acontecera entre ela e Shu na noite em que tentou se matar. Aliás, nem desse detalhe elas ainda sabiam. E não saberiam, afinal, o mínimo que fariam era dizer que ela estaria sofrendo de Síndrome de Estocolmo... E também, havia o fato que todo aquele sentimento e confusão, lembranças... Só afetavam a ela. Deveria lidar com aquilo sozinha.

Sem perceber o conflito na amiga, Izzy falou:

- Também durmo pouco desde que nos soltaram do “cativeiro”! Aliás, estou estranhando que ainda não tenham nos mordido... Fazem o que? Dois dias?

- Pois é... Talvez queiram nos dar um tempo para nos recuperar?!

- Não sei... Não sei mesmo o que esperar desses caras...

 

Algumas horas depois...

 

Jade havia se levantado e tomou um longo banho. Havia rolado de um lado para o outro na cama e ao abrir o chuveiro e deixar a água quente cair por seu corpo, sentiu-se relaxar. Estava surpreendida pelo tanto que havia dormido, saiu do banheiro vestindo um roupão e abriu as portas do guarda roupa procurando algo para vestir pensando se as amigas já estariam também acordadas.

- Hum... Adoro cheiro de banho recém-tomado!

Jade gritou e se virou assustada para a sua cama. Laito estava lá, deitado de lado, apoiando a cabeça com a mão.

- Meu Deus!! – Jade fechou os olhos.

Laito deu risada e se ergueu da cama:

- Bom dia, Jade!

Jade fechou ainda mais o roupão:

- Sai já daqui!!!

- Por quê? Eu posso te ajudar a escolher sua roupa... Mas, só depois... – ele se aproximou mais e ela acabou sendo encurralada entre ele e o guarda-roupa.

- Não preciso de ajuda!

- Mas eu quero ajudar... – Laito levou a mão ao cabelo molhado dela e desceu até o laço do roupão, Jade bateu em seu braço e ele deu uma suave risada: _Adoro esse seu jeito não me toque!

- Sai já do meu quarto, Laito!!

- Não posso... Sabe, eu tive que fazer certo esforço e agora estou com muita, mas muita sede!

Jade ficou tensa. Então a trégua havia acabado e elas voltariam a ser o alimento deles. Laito levou as duas mãos à cintura dela e a pressionou contra o guarda-roupa. Levou o nariz para a seu pescoço e desceu os lábios até seus ombros, puxando o roupão para baixo:

- Essa sua pele molhada me deixa excitado, Jade... Acho que estou ficando a fim de novo de um... Sexo selvagem...

- Sai de perto de mim seu pervertido!! – ela tentou empurrá-lo de novo, mas era como empurrar um bloco de pedra. Ele nem sequer balançou.

Laito sorriu e então puxou o roupão dela até quase desnudar seus seios e lambeu a linha do seu pescoço até o ombro:

- Prometo fazer você gostar disso...

- Laito!!

A voz de Ayato o interrompeu, Laito olhou para a porta do quarto e o irmão entrava com uma feição nada boa:

- Ayato? Que foi?

- Se afaste da nervosinha! Você não pode mais morder ela!

- Como é? - indagou num riso.

Ayato se aproximou e puxou Jade pelo braço, a trazendo para seu lado:

- Ela agora é somente minha... Minha fornecedora!

- O que?? – a indagação partiu tanto de Laito quanto de Jade.

- Você se absteve da reunião... Portanto ficou de fora das decisões!

- Que decisões???

- Eu não tenho que ficar te explicando nada! Só saiba que essa aqui, você está proibido de morder!

- Ayato... Eu não estou entendendo...

- Se está com mais dúvidas, vá procurar Reiji, ele adora dar palestras sobre cada coisa que acontece nessa casa! Eu não!

Laito ficou alguns segundos sem reação e por fim falou:

- Eu vou procurar Reiji. Mas, se esta for uma armadilha sua Ayato...

Laito então saiu do quarto, Jade tentou soltar seu braço e Ayato acabou soltando-a:

- Agora você sabe que sou seu único Ore-sama, garota!

-”Ore”... que confusão é essa agora??

- Não é confusão, é tudo muito claro... Você agora pertence somente a mim!

Jade ainda moveu a cabeça confusa. Ayato se jogou na cama:

- Todas vocês foram divididas... Cada uma pertence a um de nós!

- Eu estou tentando entender...

- Ah como é burra! Será que acertei em minha escolha??

Jade se irritou, aliás, tudo nele a irritava ao extremo. Mas, sabia que se iniciasse uma discussão com Ayato, o que não era nada difícil, poderia não tirar dele as explicações que necessitava.

Ayato se sentou na cama:

- De agora em diante, só eu beberei do seu sangue! Entendeu agora??

- Você?? Por que você??? E porque decidiram isso??

- Por que eu? – Ayato riu e se levantou se aproximando dela: _Por que você é a humana mais sortuda do mundo! Você se tornou o recipiente de sangue particular de Ayato Sakamaki... Se encha de orgulho!

- Acho que vou vomitar... - murmurou diante de tanta prepotência. Ayato sorriu:

- Justamente por este comportamento, que eu escolhi você, Jade!

- Tem seis vampiros nesta casa e justo você me escolheu??

- Continue negando que não adorou!

Quando Jade deu por si, ele estava em cima dela, tentou desviar, mas novamente se viu prensada contra o guarda-roupa.

- P... Por que fizeram esta divisão??

Ayato levou a língua até seu pescoço e após o lamber suavemente, segurou os pulsos dela contra a madeira do móvel:

- Por que não queremos que adoeçam por serem mordidas várias vezes... Estamos cuidando de vocês... – falou num misto de sensualidade e manha.

Jade sentiu o corpo dele se grudar ao dela e dando um passo para frente, Ayato colocou a perna entre as suas. Ela estava nua debaixo daquele roupão e ele sabia muito bem disso. Um desespero e também um calor começou a subir pelo corpo dela, a forma como ele passou a acariciar seu corpo por cima do tecido do roupão a deixou bastante confusa.

Mesmo assim, pousou as mãos sobre o peito dele como se quisesse afastá-lo, mas não empurrou. Ayato roçou as presas em seu pescoço:

- Mal posso esperar para explorar tudo em você...

E sem ter tempo de indagar ou reclamar, sentiu as presas dele perfurando seu colo, acima de seus seios. Instintivamente, ela apertou os ombros dele e Ayato a abraçou com mais força, envolvendo seu corpo completamente, à medida que tomava seu sangue.

Jade fechou os olhos, as mãos de Ayato passaram a descer por suas costas e subirem novamente. Cada vez apertando mais ainda o corpo contra o seu. Por fim, levou uma mão à sua nuca, mantendo outra em sua cintura a inclinou um pouco. Jade, por sua vez, se agarrou a camisa dele. Por fim, saciado, Ayato a ergueu novamente e sem soltá-la, murmurou contra seus lábios trêmulos:

- Não esqueça que você é só minha... Se eu souber que deixou alguém tocar em você... Seu castigo será terrível!

- Não sou sua!! – rosnou Jade, ainda tentando enfrenta-lo.

O que recebeu em resposta foi uma risadinha sarcástica e satisfeita, como se ele esperasse e quisesse ouvir aquilo dela. Por fim, após alguns segundos apenas sustentando aquele ar de riso, a soltou e simplesmente saiu do quarto. Jade levou a mão aos furos em seu peito e ainda zonza com tudo que lhe foi falado, se vestiu. Precisava encontrar as amigas. Havia muito a conversar.

 

                                               {......}

 

Reiji estava em seu laboratório montado ao lado do seu quarto de dormir. Muito atentamente, ele derramava um líquido transparente numa ampola com outro líquido azul. A porta do laboratório abriu com tudo, o fazendo derramar mais do que o necessário. Ao se voltar para trás, encontrou Laito entrando com um rosto nada amigável, o que era raro, já que ele era o único, entre eles, que mantinha certo nível de humor... negro... Mas, ainda assim humor.

Reiji jogou o líquido da ampola numa pia ao lado da bancada de tubos de ensaios e demais ampolas:

- Laito... Eu estou trabalhando e você acaba de me fazer estragar um experimento!!

- Que história é essa de que a Jade agora pertence somente ao Ayato?

- Não é história, é um fato!

- Um fato?? Nunca houve exclusividade com as garotas que vêm para cá, por que isso agora?

- Muito simples... Uma decisão foi tomada! E todos nós vamos cumpri-la!

- E a decisão é que a Jade é exclusiva do Ayato??

- Não somente Jade é agora fornecedora exclusiva de Ayato, como Madison é de Shu, Izzy de Subaru e April, minha! – disse, dando-lhe as costas enquanto mexia um tubo de ensaio com um líquido transparente dentro.

- Que?? Que piada é essa??

Ele derramou o líquido num outro tubo e após numa ampola:

- E como tal... Nenhum de nós terá permissão de morder a fornecedora um do outro!

- Reiji, eu não estou entendendo isso!

Reiji soltou um bufar e largou o tubo de ensaio num apoiador e se voltou para Laito:

- Se vocês, meus irmãos, não fossem tão mimados, isso não seria necessário! Mas vocês são totalmente inconsequentes e irresponsáveis! – o tom dele foi se tornando cada vez mais alterado. Encarou Laito: _Vocês quase mataram April ontem, mesmo com todos os meus avisos e ordens de nosso “Pai”! Elas-não-podem-morrer!! – ele foi falando pausadamente cada palavra: _Não podemos chamar mais atenção neste sentido... Mas vocês me ouviram?? NÃO!!

- E para isso você decidiu dar uma para cada um de vocês e me deixar de fora do rateio???

- Eu convoquei uma reunião... Você estava no início dela, lembra? Mas, não quis participar!! Você parece que vive no cio, Laito! Todos estavam aqui e foi sua decisão não participar. Você disse que não se importava com o assunto e eu te avisei que você perderia o direito de reclamar depois! Então não venha me questionar pelo que foi decidido! As meninas foram divididas. Cada um de nós ficou com uma delas e sim! Você está proibido de mordê-las!

Laito se manteve sério e se lembrou de que não quis mesmo fazer parte do que eles queriam discutir na noite anterior. Mas como iria adivinhar que logo aquilo seria discutido? Então, apenas moveu os lábios, soltando uma voz mais calma:

- Kanato, concordou em também ficar sem mordê-las?

- Ele saberá buscar sangue quando lhe for necessário... Somente você e ele caçando por aí, não deverá levantar mais suspeitas do que todos nós fazendo isso de forma abusiva como fazíamos até que nosso pai decidiu enviar as fornecedoras!

- Então, eu perdi mesmo o lanchinho a domicílio? – soou irônico

- Sim! Você nunca encontrou dificuldade nenhuma em se adaptar ás mudanças, tenho certeza de que ficará bem!

Laito moveu a cabeça, ao contrário do que Reiji esperava, soou compassivo:

- Está bem então! Se foi esta a decisão que tomaram... Só me resta obedecer! – concordou, levando as mãos aos bolsos traseiros de sua calça e saindo do quarto. Reiji o observou com um ar desconfiado, mas por fim, voltou aos seus afazeres.

Enquanto caminhava para seu quarto, Laito foi pensando nessa nova regra. Era óbvio que estava contrário ao que os irmãos decidiram ainda mais que havia tirado dele a liberdade de atormentar aquelas garotas, algo que ele estava adorando fazer. Por fim, analisando toda a situação, acabou chegando à conclusão que vendo por uma perspectiva melhor, essa nova regra poderia trazer novos prazeres a sua vida. Faria sim, secretas visitas as “fornecedoras” de seus irmãos, recebendo o sangue que achava justo receber e de quebra, se vingaria pela forma como foi excluído do rateio.

Por fim, sorriu baixinho:

- Essa regra que vá para o inferno!

 

                                               {................}

 

Após sair do quarto de Madison, Izzy desceu a cozinha onde procurou algo para beliscar. As refeições eram servidas pontualmente nos horários pré-estabelecidos por Reiji e ainda faltavam algumas horas para o jantar, e ela estava faminta visto que perdera o almoço na sua conversa com Madison. Encontrou alguns bolinhos de arroz e enganou sua fome. Quando colocava o prato de volta a geladeira, escutou passos e correu para uma porta. Eram passos pesados com certeza de algum deles e não queria encontrar a nenhum. Ao chegar à sala, subiu as escadas e acabou por tomar um rumo diferente do que levava á seu quarto. Em sua mente, ficar no mesmo poderia ser perigoso afinal, seria o primeiro lugar para seu “dono” ir atrás quando quisesse sangue. Caminhou pelo corredor e se perguntou qual deles seria agora seu dono exclusivo? Cruzou os braços e foi olhando os quadros pendurados na parede. Só então se deu conta de como aquela mansão era enorme e eles ocupavam apenas uma parte dela.

À medida que avançava os corredores, ora passando por várias portas, ora por enormes janelas de vidro, ela foi percebendo que aquela parte era menos habitada. Izzy se perguntou quem poderia ter ocupado aqueles quartos? Continuou caminhando e ao dobrar um corredor, se deparou com Subaru parado em frente a uma enorme janela que levava a uma sacada. O peito de Izzy esfriou e ela congelou por um momento. Após segundos paralisada, ela se virou para tentar sair dali antes que ele a visse.

- Eu já a vi!

Izzy o olhou e ele matinha o olhar para fora da mansão.

- Desculpe... eu....

- Estava xeretando este lado da mansão!

- Não eu...

- Isso não foi uma pergunta... E sim uma afirmação!

Izzy ficou sem saber o que dizer, Subaru então virou o rosto para ela:

- E ao me ver, tentar fugir? – e ele esticou o braço, socando o batente da porta. Izzy deu um pulo.

- Eu...

Subaru então esticou a mão que acabara de desferir aquele soco:

- Venha aqui... Izzy...

Sem coragem de se negar depois do que ele fez, ela foi até ele. Subaru tomou a mão de Izzy e a levou até a mureta da varanda. O sol estava fraco, havia chovido naqueles últimos dias e o cheiro de terra molhada ainda estava no ar. Izzy ficou tensa. Ela pousou as mãos sobre a mureta e sentiu o perfume dele chegar a suas narinas. Imediatamente se lembrou de quando ele a mordeu, no provador de roupas da loja. Havia feito de tudo para esquecer o acontecido, mas era impossível. Não somente por que fora a sua primeira mordida, mas pelo calor que sentiu se apossar de seu corpo quando ele a envolveu nos braços tão intimamente... E ela lutou contra si mesma, mas não podia se enganar, desejou que os lábios dele chegasse aonde pareceram querer chegar.

Sentiu o corpo dele chegar bem perto do seu e fechou os olhos por um momento. A mão de Subaru deslizou por sua cintura e a outra subiu ao seu queixo e o segurou firmemente. O calor da voz dele formigou em sua orelha:

- Você sabe que agora pertence somente a mim?

Izzy abriu os olhos e suprimiu um suspiro.

- Você... É de você que Ayato falava?

- Ayato?? – ele apertou mais seu queixo e cintura, Izzy sabia que Subaru era uma bomba relógio. Temendo ele sair socando tudo ao seu redor, continuou:

- Ele... me disse que eu pertenço a outro...

- Hum... Disse? É verdade...

- Por que... Fomos... designadas assim?- ela tentou se virar para ele, mas ele intensificou o aperto em sua cintura, a mantendo na mesma posição.

- Vocês não têm que saber por que tomamos uma decisão...

Ele sentiu o coração de Izzy ir acelerando cada vez mais em seu peito. O sangue dela corria muito mais rápido em suas veias, o calor que ela emanava o deixava quente e a surpreendendo, ele levou os lábios ao seu pescoço e o beijou suavemente. Izzy então se arrepiou inteira, escutando um risinho em sua orelha:

- Você está ficando quente...

Ele manteve a mão em seu queixo, mas a outra deslizou para o meio de suas pernas:

- Subaru...

- Fique quieta, Izzy... Olhe para nossa vista... – e seus dedos frios entraram por dentro do short que ela usava, deslizando pela pele arrepiada, passando pelo umbigo e chegando à sua virilha. Subaru levou a boca novamente ao seu pescoço e arranhou a pele com as presas. A mão que segurava seu queixo desceu para sua cintura voltando a subir por baixo de sua blusa e imediatamente cobriu um de seus seios. Izzy arfou:

- Subaru...

Ele sentia o coração dela acelerar cada vez mais e isso o aumentava o ímpeto de continuar acariciando aquele corpo quente.

- Seu corpo... Não esqueço o quanto ele também ficou quente quando estávamos naquele provador...

Izzy tremeu em suas mãos, podia sentir o corpo dele cada vez mais grudado ao seu e a ereção dele ficar cada vez mais dura, tocando sua bunda. A mão de Subaru chegou ao meio de suas pernas e roçou sua virilha, tocando com as pontas dos dedos bem em seu meio. Izzy soltou um gemido, enquanto Subaru beijava seu pescoço, protelando ao máximo o desejo de cravar as presas na pele macia e arrepiada. O calor que ela emanava o deixava em êxtase e ele se agarrava cada vez mais o seu corpo.

- Você está ficando excitada... - gemeu em seu ouvido, enquanto movia os dedos tocando e massageando seu clitóris. Izzy jogou a cabeça para trás, a deitando em seu ombro. Com a outra mão ele apertava seus seios, movendo os dedos sobre os mamilos rijos. Então, sem tirar a mão do meio de suas pernas, levou a outra abaixando seu short e calcinha até caírem sob seus pés. Izzy já sentia seu corpo suar, ele tremia inteiro. Subaru era muito ágil e quando deu por si, estava seminua em seus braços, e o pior, desejando que ele continuasse com aquilo. Estava mesmo perdendo a sanidade por deixar um rapaz totalmente desconhecido se apossar dela assim, mas a sensualidade dele a cegava, desarmava, conquistava... Com as mãos sob a mureta da sacada, ela acabou se apoiando quando as duas mãos dele puxaram seu quadril para trás e logo, o sentiu segurar uma de suas pernas, a erguendo um pouco acima e seu pênis a invadiu. Izzy gemeu e acabou se inclinando mais, aumentando assim a intensidade daquela penetração. Subaru soltou sua perna e segurou sua cintura, iniciando suaves arremetidas. Izzy latejava de desejo e ao sentir o membro duro a invadindo, fechou os olhos e soltou gemidos de prazer.

- Subaru... Eu...

Levando novamente uma das mãos a seu queixo, ele sussurrou contra sua orelha:

- Você é tão quente... Seu corpo... Seu sangue... Você é toda minha...

Izzy fechou os olhos. Aquilo, aquela experiência, o que acontecia lhe era inédito. Ela havia tido uma única experiência e foi com alguém que não se importou nem um pouco em lhe dar prazer. Mas Subaru, ele lhe dava prazer... A forma como seus dedos a excitaram, o corpo grudado no dela, a invasão abrupta, mas prazerosa, tudo aquilo a tirava completamente do juízo. Completamente entregue, Izzy segurava a mão dele que estava novamente pousada entre suas pernas, enquanto que a outra apoiava-se sobre a mureta. Subaru a soltou e a girou para ele, colocando-a sentada sobre a mureta. Ela arfou de susto, lhe pareceu por um segundo que ia cair. Ele sorriu satisfeito ao ver o medo em seus olhos. Izzy acabou se agarrando a ele, que novamente encaixou seus corpos e a penetrou sem dó e desta vez, conforme investia mais e mais, Subaru sentiu que o corpo dela tremia, e que pelos gemidos, seu prazer estava sendo cada vez mais intenso e quando lhe pareceu que o orgasmo a atingia, ele cravou as presas em seu pescoço. Atingida pelo orgasmo, Izzy sentiu as presas de Subaru lhe perfurando a pele. Mesmo com aquela dor, o prazer lhe foi mais intenso e ela se agarrou a ele, conforme ele ainda arremetia dentro dela e sugava seu sangue.

Segurou-o com força e Subaru afastou a boca, sentindo seu orgasmo lhe atravessar e rosnou em seu ouvido, a apertando mais forte ainda nos braços. Ficaram agarrados um ao outro por alguns segundos e então, Subaru voltou a tomar seu sangue. Izzy tentava acalmar seu coração, respirando fundo, mas o tremor que ainda sentia a impedia de relaxar. Isso e a boca de Subaru em seu pescoço. Por fim, ele se afastou e a encarou, ela estava toda descabelada e suada. Respirando fundo e totalmente perdida em sensações. Ele a ajudou a descer da mureta, soltou sua cintura e falou, arrumando sua própria roupa:

- Não venha mais para esses lados da mansão, a menos é claro que queira me encontrar novamente...

Izzy o encarou ainda trêmula, Subaru encarou seus olhos com um semblante que ela não conseguiu decifrar:

- Se bem que eu acho que talvez, você queira isso...

Izzy não conseguiu responder e dizendo o que disse, Subaru lhe deu as costas e saiu, a deixando totalmente descomposta.

 

                                               {.............}

 

Madison caminhava pelo jardim respirando fundo o ar de fora da mansão. De repente lá dentro se tornou abafado e sufocante.

Não conseguiu falar com Jade ou April, depois da conversa com Izzy que também sumira. Como o jardim era um “ponto de encontro” delas além dos próprios quartos, ela foi até ele. Mas, nenhuma delas pareceria surgir ali tão cedo.

Parou ao observar o caminho que levava ao cemitério, ainda relutante, mas curiosa, caminhou até seus portões e o observou. Ele era belo e macabro... Olhou em volta, não havia mesmo sinal de vida nenhuma além daquelas árvores e rosas do jardim. Nem mesmo um pássaro voava no céu. Deu alguns passos para dentro do terreno do cemitério, sentindo suas pernas fraquejarem. Era melhor esperar sua coragem ser maior para satisfazer sua curiosidade. Voltou para trás e ao caminhar de volta para a mansão, avistou Shu parado perto do pátio da entrada. Ele usava uma camiseta cor salmão e uma calça azul escuro. Apesar do vento frio e céu nublado, ele não parecia sentir frio, o que era óbvio, ele não tinha sangue quente para aquecer o corpo. Ele a olhava sério e Madison sentiu seu coração acelerar... Ele parecia esperar por ela. Sabia que algum deles havia se proclamado “dono” de Izzy e não conseguiu controlar o pensamento de que talvez, Shu pudesse ter feito sido o “tal”? Moveu a cabeça, era melhor não pensar naquilo. Quando deu por si, estava bem próxima a ele.

- Shu...

Ele soltou um profundo suspiro demonstrando cansaço:

- Por que está aqui fora?

- Eu...

- Eu procurei por você! Estou com sede, Madison!

Estava com sede? Era tudo que ele teria para lhe falar depois do que houve? Bom... Apesar da decepção, ela sabia que os conflitos que surgiam nela, eram apenas dela mesmo. Ele nunca deu nenhum sinal de que poderia querer ser seu “amigo”.

- Entendi...

Madison queria saber quem era o “dono” de Izzy. Não conseguia tirar da cabeça a curiosidade de quem seria. Se poderia ser Shu ou então algum de seus irmãos. Então, mordendo o lábio inferior, resolveu arriscar:

- Shu... Ayato disse a Izzy que ela tem um “dono” agora! Seria você?

Shu a olhou e um leve sorriso maroto se formou nos lábios semi rosados... Madison ficou tensa com o pequeno suspense que ele fizera e um pouco sem graça pelo seu olhar.

- Não sou o “dono” dela... Subaru que é!

- Subaru??? – indagou Madison surpresa

- Posso te morder agora? – disse num tom como se aquela conversa estivesse levando horas.

- É que eu fiquei surpresa e queria saber quem de vocês era...

- Não poderia ser eu... Eu sou o seu dono! – disse num tom mais natural impossível.

Madison levou um choque. Ela lutou para tentar esconder a alegria que surgiu dentro de si e foi difícil. Acabou não conseguindo controlar um sorriso:

- Você? Meu dono? O que é isso agora?

Shu, impaciente, soltou mais um suspiro:

- Foi uma decisão tomada por Reiji, cada um de nós fica com cada uma de vocês, já que quase matamos April...

- Que?? April??? Ela está machucada?? O que vocês fizeram???

Shu ficou sério:

- Ela está bem! Agora me deixe tomar seu sangue!

- Mas o que aconteceu com ela?

Shu suspirou fundo:

- Esta conversa está se tornando um incômodo... Não vim aqui para conversar com você!

Nervosa com a apatia dele, Madison ergueu seu pulso o oferecendo brutamente. Shu a observou e por fim disse:

- O que...? Salvei sua vida e tudo que me oferece é apenas seu pulso?

Ela se surpreendeu com o que ele disse. Então, ele ainda lembrava o que aconteceu? Pelo menos o suficiente para lhe “cobrar o favor”.

- Não é assim que eu gosto de te morder, Madison...

Num rápido movimento, Shu segurou seu pulso erguido e levou a outra mão à sua cintura e a puxou para perto dele. Ela quase soltou um grito. Ele parecia estar sempre se arrastando por aí, mas quando queria, seus movimentos se tornavam ágeis e surpreendentes.

Novamente com o corpo colado ao dele, Madison sentiu um tremor, como se uma corrente eletrizante passasse por ele. Seu coração acelerou e ela não queria que Shu percebesse, mas ele percebia.

_É exatamente assim que eu gosto... – Sussurrou, inclinando a cabeça e mordendo seu pescoço com uma lentidão incômoda. Foi furando a pele com calma e precisão. Madison fechou os olhos e novamente aquele calor libertino se apossou dela. Tremia tanto que quase nem sentiu a dor. Tendo o pulso solto, levou as mãos aos cabelos de Shu e os agarrou então ela o abraçou novamente incapaz de se controlar. Ela queria estar novamente em seus braços. Mesmo que ele a segurasse apenas para beber seu sangue. Ela gostava de estar em seus braços como se fosse acariciada por ele. Fechou os olhos e ele continuou a beber seu sangue enquanto a segurava com ambas as mãos, seu corpo se tornando cada vez mais quente.

Por fim, a soltou e encarou seus olhos. Sempre que ele a encarava daquela forma, parecia que diria algo a ela. E ela sempre ficava na angustia de descobrir uma forma de chegar aos pensamentos dele. Esperou ele falar algo, mas simplesmente lhe deu as costas e voltou para dentro da mansão.

 

                                               {.................}

 

Lentamente, April foi abrindo seus olhos. A luminosidade no quarto estava fraca, as cortinas das janelas estavam fechadas e ela moveu a cabeça para o lado, percebendo uma pequena mesa com uma bandeja com alimentos do seu lado. Logo, a porta do quarto se abriu e Reiji adentrou acompanhado do mordomo pálido trazendo uma nova bandeja.

_Você acordou finalmente! – disse Reiji dando uma leve apressada ao seu passo, mas se corrigindo em seguida.

April o olhou, ele vestia uma camisa vinho e colete cor preta por cima. Era tão novo, mas se vestia tão formalmente. Tentou se erguer para ficar sentada, mas ainda se sentia fraca. O mordomo trocou as bandejas e saiu do quarto. Reiji, a vendo tentar se sentar, se curvando sobre ela a ajudou. April sentiu seu coração acelerar. Com precisão, ele a sentou:

_Obrigada... – soltou, sem graça.

Reiji ajeitou os travesseiros atrás das costas dela e o peito dele, com sua camisa aberta em alguns botões ficou rente ao seu rosto. O perfume discreto dele invadiu suas narinas e ela se pegou encarando a pele pálida do rapaz. Seu rosto corou e ao se afastar dela, Reiji percebeu.

_Como se sente?

Ele parecia bem atencioso e um tanto afável. Por que não poderia ser assim sempre?

_Um... pouco zonza... meu corpo parece mole!

_Você precisa se alimentar! Aqui... – ele pegou a bandeja que era própria para ser usada na cama e colocou a sua frente.

April pegou um copo de suco de laranja e tomou um gole. O líquido doce e fresco desceu por sua garganta e ela se sentiu um pouco melhor com aquela sensação.

Reiji ficou parado a olhando, April se sentiu incomodada com isso, não por ele, mas, não queria começar a devorar aquela bandeja de alimentos com ele a olhando, justo ele.

_Você deve se lembrar do que aconteceu antes de você desmaiar? – Reiji puxou uma cadeira e se sentou, colando as costas no encosto da cadeira e cruzando as pernas. Como se procurasse em sua mente, April respondeu, colocando o copo sobre a bandeja:

_Eu... fui mordida...

_Lembra por quem?

_Kanato...- pareceu se esforçar para lembrar e então continuou:_Shu... e Laito...

_Hum... – Reiji moveu a cabeça mostrando indignação pelo tamanho descuido dos irmãos._Vejo que tomei a decisão correta... – murmurou

April o olhou e Reiji apontou o prato:

_Coma!

Ela pegou a colher e começou a comer timidamente da sopa que ali havia. E era muito saborosa. Reiji, observando-a, continuou:

_April... Acho que deve saber que decidimos algo pela segurança de vocês! Isso claro, depois do que lhe aconteceu!

Por um segundo, ela se perguntou se eles decidiram libertá-las. Olhou para ele esperando, Reiji novamente comandou:

_Coma, April!

Ela voltou a comer, ele então continuou:

_Decidimos que cada uma de vocês será fornecedora de sangue de apenas um de nós!

Não. Não era a liberdade. Como poderia ser?

_Só de um...?

_Sim! Assim continuaremos a nos alimentar e vocês não correrão o risco de serem mortas por Imprudência dos meus irmãos!

_Então, não seremos mais mordida por todos, somente por um?- repetiu tentando processar aquilo.

Para Reiji era tão fácil entender, ajeitou os óculos:

_Já fui bem claro... Mas como vocês têm dificuldades de entender algo quando estão bem, imagina agora, nessas condições... Vou explicar novamente...

É. A afabilidade dele havia durado pouco...

_Cada uma de vocês foi designada fornecedora de sangue de um de nós! Portanto, tendo nossa própria fornecedora, estamos de comum acordo em não tocar a fornecedora do outro, entendeu?

_Acho que sim...

“Fornecedora” Aquela palavra fora repetida tantas vezes que ela se sentiu um pet de laboratório.

_Há um trato entre nós... – reiterou Reiji, para deixar bem claro para ela: _De respeitar a fornecedora de sangue um do outro!

April pousou a colher sobre o prato. E era obvio para Reiji o que ela tinha em mente.

_Se quer saber a quem você pertence, esta pessoa sou eu!

Reiji percebeu que as pupilas dos olhos de April se dilataram. Ela o olhou e seu rosto corou absurdamente. Aquela reação... Ele não pôde deixar de emitir um sorriso de canto de boca.

Ela não conseguiu falar mais nada. Voltou a olhar para sua mão segurando a colher pousada sobre o prato de sopa. Reiji então se levantou:

_Portanto a partir de agora... – ele se inclinou sobre a cama e levou o rosto bem perto do dela: _Vou cuidar muito bem de você!

April olhou em seus olhos castanhos avermelhados e eles tinham um brilho atraente. Sem entender como, ela permaneceu encarando aqueles olhos. Reiji se levantou e ajeitou o tecido de seu colete:

_Termine de comer e repouse! Mas tarde volto para ver como está!

Sem conseguir responder, April o observou sair do quarto.


Notas Finais


Não sei lidar com esta foto do Subaru....


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