História Safe Again - Capítulo 3


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Categorias Crush, DEAN, GRAY, Jay Park, Kim Hyun-Jung "Hoody", LOCO, Simon D.
Personagens Crush, DEAN, GRAY, Jay Park, Kim Hyun-Jung "Hoody", LOCO, Personagens Originais, Simon Dominic
Tags Abo, Crean, Jaygray, Mpreg, Omegaverse, Survival
Visualizações 72
Palavras 1.122
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Fluffy, Romance e Novela, Survival, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Primeiramente, fora Temer
O capítulo de hoje quase não saía 😴
Tomei a decisão de não colocar mais os lembretes nas notas iniciais. Por que? Porque ninguém liga e eu tenho preguiça.
Boa leitura, e leiam as notas finais.

Capítulo 3 - Correndo contra o tempo


Fanfic / Fanfiction Safe Again - Capítulo 3 - Correndo contra o tempo

— A Fortaleza é uma construção feita pelos nossos ancestrais, os homens, para, como o nome já diz, protegê-los da terceira guerra na qual tinham se envolvido — Kiseok explicava sobre uma pedra, todos o escutavam atentamente, afinal, eram suas vidas que estavam em jogo e toda e qualquer informação que pudesse ser usada para estender sua sobrevivência era bem-vinda. Sunghwa estava do lado de Hyuk e Hyoseob, que segurava uma Seoyeon ainda dormindo nos braços, escutando aquelas palavras saindo da boca do líder, mas não conseguia parar de pensar em seu alfa. Não o sentia havia dois dias e a preocupação aumentava cada vez mais — é subterrâneo, e enorme, vocês têm que chamar por Chase Vincent Malone quando chegarem no local, para que possam saber que é seguro deixá-los entrar. Entenderam bem? Chase Vincent Malone, guardem bem esse nome porque é bem provável que suas vidas dependam dele.

Uma espécie de mapa tinha sido desenhada na terra úmida do chão, indicando com um traço pontilhado a rota que fariam para chegar no local seguro. Se sentia realmente feliz por tudo estar, na medida do possível, sobre o controle de Kiseok, mas seu peito ainda apertava só de pensar em Jaebeom sozinho, provavelmente como refém e quem sabe até sendo torturado por aqueles Lúpus. Como ele poderia aceitar ser salvo e viver uma vida feliz, se não tivesse seu alfa ao seu lado? Desculpa, amor, eu fui tão egoísta, pediu em pensamentos quando o bebê se agitou, afinal, ele se perguntava se conseguiria viver sem Jaebeom, mas se esqueceu por um momento que seu bebê não poderia viver sem ele. A conexão que tinha com aquele serzinho era tão grande que ele até mesmo se ofendia quando “escutava” algo que não deveria ser dito, até mesmo quando esse algo era apenas pensado. Após o líder provisório explicar o plano e os membros da alcatéia esclarecerem suas dúvidas, todos resolveram que já era hora de começar a andar, já que estavam em um ritmo bem lento, e poderiam ser alcançados a qualquer momento.


Foi proibido produzir qualquer som alto o suficiente para ser percebido por um Lúpus naquele caminhada, ou seja, todos andavam silenciosa e cautelosamente, os únicos sons escutados eram as respirações preocupadas dos betas, ômegas, dois alfas e das crianças que andavam quietinhas ao lado de seus respectivos pais.

Sunghwa tinha mais dificuldades para andar por motivos óbvios, então Hyuk e Hyunjung o acompanhavam, cada um de um lado, certificando-se de servir de apoio caso o ômega precisasse. E era triste para ele - e suspeitava que para todos também fosse - perceber que grande parte, senão todos, da alcatéia possuía olheiras e uma face cansada pelos últimos quatro dias em que estiveram correndo contra o tempo(e dos Lúpus). Não descansavam direito por medo de serem atacados durante a noite, quase não se comunicavam mais pela preocupação incômoda que todos sabiam sentir no fundo do peito. E as crianças? Ah, elas estavam tão cansadas! Era triste ver coisinhas tão pequenas e indefesas tendo que passar por uma situação como aquela, o lado bom era que elas serviam de motivo para que a alcateia não desistisse de continuar lutando por suas vidas.

O ômega Lee sentiu uma fraqueza repentina nas pernas, uma súbita falta de ar se fazendo presente em seu peito enquanto ele puxava o oxigênio com força para tentar fazê-la passar. Viu Hyunjung correr para longe ao cair de joelhos, Hyuk ao seu lado segurando sua mão e perguntando em sussurros o que estava acontecendo, mas ele só sentia sua visão se desfocando e focando freneticamente, e então Kiseok apareceu em sua frente; sua figura alta e forte se abaixando para pegá-lo no colo.

— Hwa? — a voz do alfa Kim saía em um sussurro com o intuito de não fazer tanto barulho, Sunghwa se sentia entorpecido — Hwa, me escute, você não pode apagar, está me ouvindo? Você não pode apagar, mantenha-se acordado!

— E-eu… ah-eu n-não consi… — não terminou a frase, sua visão começava a se escurecer.

— Me perdoe por isso — sussurrou Kiseok mais uma vez, e então o Lee sentiu uma dor avassaladora em seu pulso, fazendo-o arregalar os olhos quase se fechando e ser impedido de gritar apenas pela mão enorme do alfa que tapava sua boca. Tinha as garras do outro fincadas abaixo de sua mão, e conseguiu se manter acordado por causa da dor, Hyunjung segurando um recipiente com água e ajudando a beber enquanto Hyuk amarrava um farrapo em volta de sua mão, seu estômago roncou, e o alfa que o carregava franziu as sobrancelhas e perguntou com o mesmo tom baixo: — Você comeu hoje?

O Lee suspirou e abaixou o olhar.

— Não… — Kiseok o olhou com indignação e reprovação estampada no rosto — estava na hora de partir, eu n-não queria que a gente se atrasasse por minha causa e...

— Você está carregando um bebê aí, deveria ter avisado para que pudesse comer ao menos no caminho, seu idiota! — Sunghwa se encolheu e o outro suspirou tentando se acalmar — você vai comer quando pararmos, e vai comer o suficiente para alimentar você e o seu bebê, está me ouvindo?


— Eu nunca tive a oportunidade de perguntar… Você está de quanto tempo? — Hyunjung se aproximou enquanto o protagonista principal da cena de desespero de mais cedo devorava com volúpia os pedaços de servo assados que foram guardados da caça.

— Sete meses e-hum… meio — suas bochechas cheias e coradas fizeram a beta sorrir.

— Está quase na hora, então — Hyuk se pronunciou baixinho, observando a filha dormindo agarrada ao pescoço de Hyoseob, sorrindo de canto se virou para a Kim e o Lee.

— Sunghwa, eu queria pedir desculpas em nome do meu irmão. Você sabe que ele gosta muito de você, ele não quis… — a loira começou, olhando com sua expressão sempre gentil no fundo dos olhos escuros do ômega.

— Está tudo bem, Junggie, eu entendo, eu realmente errei em ter saído sem comer, e quem sabe o que aconteceria comigo se ele não tivesse feito o que fez? — se referia ao ferimento e até mesmo ao sermão. Kiseok tinha toda aquela máscara de alfa poderoso e confiante, quando, na verdade, se preocupava com todos que amava. Também cuidava de Sunghwa como se ele fosse seu ômega, e o menor se sentia triste em saber que ele se prendia tanto à alguém que não poderia dar o que ele queria, que era o amor de um casal e uma família.

Ele amava Jaebeom, e tinha sido mordido por ele. Por que Kiseok simplesmente não aceitava isso e tentava seguir em frente?

Os sentimentos platônicos não machucavam só à ele por não ser correspondido, mas também ao Lee por não poder corresponder.


Notas Finais


Se eu disse que essa fanfic provaveente não vai chegar aos dez capítulos, vocês me matam? :v
Querendo ou não, essa historinha que eu amo de paixão tem tomado muito o meu tempo e tempo é uma coisa que eu não tenho tido ultimamente, sem contar que a conclusão que eu tenho pra ela ainda é bem vaga...
Mas eu prometo dar o meu melhor para tentar desenvolver ela o máximo que eu puder.
Beijocas e até o prox cap <3


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