História Safe Harbor - Fillie - Capítulo 43


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Categorias Stranger Things
Tags Fillie, Finn Wolfhard, Mileven, Millie Bobby Brown
Visualizações 578
Palavras 1.705
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


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Socorro no próximo acaba a primeira temporada :(

Yayyyy strangers, I'm back!!!! Espero muito que gostem, eu ´particularmente amo esse capítulo dihçisdhid
Boa leitura!

Capítulo 43 - Epílogo - Parte Um


Sétimo mês 

– Wolfhard? – Chamei pelo ser  ao meu lado – Wolfhard? – Parecia um anjinho dormindo que dava até dó de acordar. – Wolfhard? 

– Huum – Resmungou apenas.

– Acorda aí – Cutuquei suas costas e ele me ignorou – É uma emergência. 

– Alguém morreu?

– Não.

– A casa tá pegando fogo?

– Não.

– A Megan Fox tá aqui?

– O quê?! Claro que não.

– Então não é uma emergência – Fechou os olhos, que mal estavam abertos.

– Finn? 

– Que? – Resmungou outra vez. 

–  Por quê seria uma emergência se Megan Fox estivesse aqui? – Perguntei.

– Não queira saber. – Respondeu dando um sorrisinho malicioso e eu dei um tapa nas suas costa, inconformada.

– Ouch! Garota doida, seus tapas doem – Reclamou.

– Sério? Nem senti. – Falei com sarcasmo.

– Vai dormir, vai. 

– Não dá. 

– Perdeu o sono?

– Não. Eu tô com desejo. – Mordisquei o lábio inferior.

– Oh Deus, de novo não. – Bufou frustrado. – Desejo de quê?

– Bem, hã... Eu ainda não descobri. 

– Tá, então descobre e depois me fala. De preferencia quando já estiver de manhã, obrigado.– Abraçou um travesseiro branco.

– Finn! – Chamei sua atenção, repreendendo o ato.

– Mills, amor, eu tô morrendo de sono.

– Eu já sei o quê é.

– Diga.

– Tomate.

– Tomate? – Perguntou franzindo o cenho.

– Sim.

– Tem tomate na geladeira, só pegar. 

– Espera – Toquei seu braço antes que ele tornasse a fechar os olhos – tem um problema, eu quero tomate com nutella. – Ele me olhou com cara de tédio. 

– Que foi? – Perguntei.

– Tomate? Com nutella? – A cara de tédio aumentou e o deboche regou as palavras.

– Foi o quê eu disse não foi? – Perguntei arqueando uma das sobrancelhas.

– Okay linda, duas observações. Primeira: Você não gosta de nutella. Segunda: Compreendo que tomate seja uma fruta mas essa combinação definitivamente não é uma  boa combinação.

– Tá, mas eu quero. 

– Você ouviu quando eu disse que você não gosta de nutella, certo?

– Sim e daí?

– E daí que nós não temos nutella.

– E daí? – Me encarou como se eu tivesse algum tipo de problema mental.

– E daí que são três da madrugada – Observei o relógio digital que ele tinha acabado de olhar.

– E da-í? – Falei pausadamente.

– Não tem como eu ir comprar nutella agora porque não tem nenhum mercado aberto às três da manhã. Mi-llie – Falou meu nome nessa pausa, imitando minha entonação.

– Lobinho, já ouviu falar em loja de conveniência vinte e quatro horas? – Perguntei debochada e fiz um biquinho.

– Por quê Deus? Eu sempre fui um bom garoto, eu não merecia passar por isso! – Ri da dramatização e abri um sorriso por tê-lo convencido. – Preciso que saia daí pra eu poder me levantar, babe. – Foi então que me dei conta de que estava montada em cima dele. Sai e ele se levantou.

"Céus Finn Wolfhard, porque diabos tinha que ser tão gostoso?" Pensei comigo mesma ao vê-lo desfilando até o guarda roupas vestindo só uma calça de moletom e com o cabelo todo bagunçado. 

Balancei a cabeça negativamente para me livrar daqueles pensamentos.

Ele vestiu a primeira regata que achou e calçou um par de all star. Ia saindo do quarto quando eu o chamei.

– Finn?

– Hum? – Virou-se pra mim.

– Por favor arruma esse cabelo e veste uma camiseta? – Ele me olhou confuso e instigante como se quisesse uma resposta – Qual é, você tá sexy pra caralho e eu to quase te comendo com os olhos por favor não sai de casa assim – Falei aflita e nem notei que falei um palavrão. A única coisa que ele fez foi explodir em gargalhadas e eu fiquei o olhando com cara de tacho.

– Não entendi o porquê da risada? 

– Você é hilária. Mills – Veio em minha direção e me deu um selinho. – Volto daqui a pouco. – Deu as costas e saiu fechando a porta.

– Você é hilária Mills – Imitei-o fazendo uso de uma voz fina e revirei os olhos.

Voltei para a cama e liguei a televisão mas não estava passando nada que me chamasse a atenção. Na verdade eu estava ficando louca com a droga do tomate com nutella e não conseguia nada que me fizesse distrair.  Depois de uns dez minutos eu já estava irritada. Saí do quarto e fui para o andar de baixo. Assim que pisei no último degrau a porta da frente abriu.

– Até que enfim! – Exclamei e fui na direção dele logo pegando a sacola de papel e caminhando até a cozinha.

– Obrigada por sair de madrugada para comprar nutella pra mim, Finn,  você é o melhor marido do mundo – Ele disse fazendo uma voz afeminada me fazendo rir.

– Você no máximo é esforçado.

– Melhor que nada né – Deu de ombros. 

Coloquei o pote em cima da bancada e peguei um tomate na geladeira. Busquei um prato no armário e comecei a fatiar a fruta vermelha em rodelas. Peguei uma colher grande e enfiei dentro do pote enchendo-a com o conteúdo e botando em cima do tomate. Eu podia jurar que meus olhos estavam até cintilando. 

– Você vai mesmo fazer isso. – O moreno confirmou ao mesmo tempo que me olhava enojado.

– Não é nada de mais, semana passada eu tive vontade de comer carne seca com sorvete. 

– Porque você é retardada. 

– Quanto amor – Falei afetada.

– Nem começa.

Assim que coloquei aquilo na boca parecia que eu estava comendo o paraíso com cobertura.  Estava tão bom que eu tive que repetir. No fim acabou que fiquei com um pote de nutella vazio e sem tomates para a salada do dia posterior.

– É como se eu tivesse acabado de ter um orgasmo alimentício. – Comentei.

– Okay, depois dessa eu realmente vou pra cama. – Levantou as mãos em sinal de rendição e foi embora.

Levei a louça pra pia e lavei, em seguida apaguei as luzes e voltei pro quarto. Deitei-me na cama e relaxei os músculos. Finn já dormia feito uma pedra. Fechei os olhos e não demorou para que eu fizesse o mesmo.

Oitavo mês

Estava deitada no sofá com uma taça lotada de sorvete de morango com calda de caramelo apoiada na barriga enquanto assistia Gossip Girl. Vi toda as temporadas por causa de um único e exclusivo personagem chamado o maravilhoso Charles, mais conhecido como Chuck Bass.

– Diga essas três palavras e eu serei sua – Repeti junto com Blair Waldorf. Assisti tantas vezes essa série que já até tinha decorado as falas.

– Nossa que saco – Escutei o cacheado reclamar de alguma coisa em algum lugar da casa

– Não eram bem essas aí né mas... – Sussurrei baixo e ri sozinha.

Ouvi o soar da campainha, dei mais uma colherado no sorvete e deixei a taça em cima da mesa de centro.

Abri a porta dando de cara com McLaughlin.

– Ah, é você. – Fiz pouco caso.

– E aí, bola.

– Me chama assim de novo que você fica sem as suas. 

– Ui ela tá bravinha. – Caçoou e eu revirei os olhos deixando ele lá e voltando pro meu sorvete e minha série que eram mais importantes.

– Brown,  quem... – Wolfhard surgiu – Ah, e aí dude – Fez um toque com ele . – tenho que ir buscar um negócio, quer ir?

– Na verdade eu vim pra falar com a bolinha ali – Fiz cara feia quando ele me mencionou e o moreno riu.

– Então eu vou dar o fora porque não quero ser testemunha de um crime.

– Que grande amigo você é cara, obrigado – Ironizou Caleb.

– De nada. Falou – Pegou a chave do caro e saiu 

– Mills linda – Veio até mim e a primeira coisa que fiz foi meter um tapa no meio da cara dele.

– Desculpa, foi preciso. Estou bem melhor agora. Senta aí – Falei.

– Qual é? – Sua mão estava na região atingida.

– Você mexeu com a minha melhor amiga, devia agradecer por eu não ter feito outra coisa. – Sentou.

– Okay, desliga essa televisão e presta atenção em mim. – Fiz o que ele pediu e dirigi meu olhar à ele.

– Pode falar

– Primeiramente não foi minha intenção e segundamente você sabe que ela sabia que poderia acontecer.

– Não existe segundamente e sim, eu sei.

– Como ela tá?

– Insuportável e chata.

– Essa é você.

– Vai a merda, Caleb McLaughlin.

– Só a verdade.

– Eu tô grávida, não enche.

– Agora é sério. Como ela tá?

– Eu sei que você nunca entrou num relacionamento desse tipo e nunca se prendeu a ninguém. Só que também entendo o lado dela.

– Também entendo, sou novo nessas coisas e isso tudo meio que me assusta.

– Cal, se apaixonar não é tão ruim assim e tá na sua cara que você está apaixonando por ela. Se entregue a isso. Pode doer, pode machucar, mas é uma das melhores sensações que existem nesse mundo. Vai falar com ela

– Acho que ela não vai querer falar comigo.

– Vai sim. Conheço a Sadie. 

– Tudo bem. Não custa tentar. 

– Isso aí. – Sorri e ele beijou o topo da minha cabeça logo indo embora.

Sadie's Point Of View

– Saddy, tem visita pra você.

– É o Cal? 

– É

– Então diz que eu morri – Afundei a cabeça no travesseiro.

– Acho que essa desculpa não vai colar, filha.

– Não mesmo – Escutei a voz dele preencher o ambiente.

– Vai embora, Cal. Por favor.

– Vou deixar vocês – Minha mãe falou e ouvi o barulho da porta sendo fechada.

O silêncio pairou por alguns instantes.

– Não vai falar nada mesmo? – Resmunguei com a voz abafada pelo travesseiro e senti que um sorriso formara-se em seus lábios.

– Vai me ouvir?

– Não.

– Então temos um problema – Notei ele se aproximar e a beirada da cama afundou quando sentou

– Um bem grande caso não tenha notado.

–  Por isso eu tô aqui, será que pode me olhar?

– Uhn-uhn – Deu uma risadinha e segurou meus ombros de modo a me virar pra ele.

– Desculpa. – Pediu sendo sincero.

– Não é culpa sua.

– Claro que é.

– Não, Cal. Já tínhamos conversado sobre isso antes, você me alertou sobre. Mas só que eu me apaixonei por você. – Senti meus olhos marejarem.

– E é por isso que estou aqui, Ruivinha. Você não foi a única. Isso é uma coisa nova pra mim mas eu quero arriscar, porque sei que vai valer a pena o esforço.

– O quê? – Perguntei incrédula.

– Também me apaixonei por você. E eu quero tentar.

– Tem certeza? – Perguntei e enxuguei uma lágrima que desceu pelo meu rosto, tentando esconder um sorriso.

– Absoluta – Sorri junto com ele 

– Obrigada.

– Acho que sou eu quem deve dizer isso – Acariciou minha bochecha e me puxou para um beijo tranquilo.


Notas Finais


A Millie é doida kkkkkkk.
Fiz um pouquinho de Cadie, gostaram?
Se batermos 30 comentários, (não vale comentar 30 vezes jkfuhçehr) posto o próximo amanhã.


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