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História Saga - Uma história esquecida - Capítulo 33


Escrita por:


Notas do Autor


Boa noite, pessoal.
Peço desculpas pela demora, porém, minhas férias acabaram haha
Mas não deixarei de atualizar.
Obrigada a todos que estão acompanhando.
Beijo no coração.

Capítulo 33 - Luxúria, paixão.... amor


Helena voltou ao salão do Mestre, se dirigiu ao seu quarto, colocando Maria no puleiro. Já estava anoitecendo e toda aquela situação dava voltas em sua cabeça, ela não sabia mais o que fazer, como agir ou no que acreditar, era tudo muito confuso depois do que ouviu de Camus e de Shina. 

Ela tinha certeza de que seu mestre era uma boa pessoa e se fazia todas aquelas coisas que estavam falando, era por um bem maior. Ninguém via o mestre como ela, ninguém tinha ideia daquilo, ela definitivamente o via com outros olhos, como seu amado, ficaria ao lado dele em qualquer situação.  Seus pensamentos cessam com batidas na porta. 

"Você demorou... "- era Saga.

"Fui buscar Maria, o alojamento é longe, me desculpe"- disse Helena. Ele se sentou perto dela ba cama e tirou a máscara que cobria o seu rosto. 

"Tudo bem. Só senti a sua falta . Pensei que pudessemos jantar juntos."- disse ele, sorrindo, sereno. Helena estava surpresa com o convite, afinal, era a primeira vez que a convidava pra jantar. Ela o acompanhou até seus aposentos, onde o jantar ja estava servido para dois. Ele puxou a cadeira pra ela se sentar, sentando-se à sua frente em seguida. Havia um lindo arranjo de flores na mesa.

"Eu colhi pra você"- disse ele, enquanto organizava os pratos para se servirem. Ele estava ainda mais lindo aquele dia. Os cabelis azuis, a face serena, os olhos verdes, calmos, sorridente.

"Não precisava se incomodar"- disse ela, corando.

"Só estou retribuindo o que você sempre fez por mim, ou quem sabe um pouco..."

"Ah, mas eu quem te devo tudo..."- ela respondeu.

"Engano seu, pequena. Você me ofereceu um pouco de felicidade em meio a um mar de sofrimento no qual estou preso há mais de 13 anos. Os momentos que passei contigo foram os melhores da minha vida, até hoje. Quem me dera ter te conhecido antes, antes de me condenar para sempre." - disse Saga, com uma expressão triste. 

"Você é uma incógnita pra mim, sabia? Demorou tanto pra você se revelar, agora fala de um jeito como se estivesse prestes a morrer ou cair em uma eterna desgraça. Por que tudo isso?"

"Minha pequena, eu prometo que um dia você entenderá, esse dia não está longe. Hoje, apenas quero que essa noite seja especial."

"E se eu não quiser viver de momentos? Se eu quiser ter uma vida com você, sonhar com um casamento, com uma família, isso será possível?"- perguntou Helena. 

"Eu não sei se essa resposta irá te satisfazer, mas o que eu posso te dizer é que, enquanto eu viver, farei tudo por você, meu amor, você é tudo o que eu ainda tenho "- disse ele, segurando sua mão. 

Ela achou a resposta um tanto vaga, mas tudo bem, ele ter se revelado e o fato dos dois estarem finalmente jantando como um casal, ja era um enorme progresso.

"E quanto as suas transformações? Você muda completamente de uma para a outra. Quando seu cabelo está daquela cor, sinto que não me trata com o mesmo carinho... você ferve nos lençóis mas é frio em sentimento, ao contrário de como você está agora... me sinto tão bem com você assim... é carinhoso, gentil, não que não seja do outro jeito, mas é diferente... tanto que aquele dia, que eu entrei e te vi com outra mulher, você estava daquele jeito."- disse ela.

"Aquele é o meu outro eu e eu não consigo controlá-lo plenamente... por isso acontece essas coisas. Eu lamento tanto por ter te magoado. Ele é extremamente agitado, nervoso, tem necessidades diferentes."

"Como se fosse outra pessoa?"

"Mais ou menos, é difícil explicar... pode ter duas pessoas habitando este corpo, Helena, o coração que bate aqui dentro é um só, que sempre vai te amar, não importa o que aconteça."

Helena corou. Ele abriu o vinho servindo ambas as taças, tomou um gole, abrindo a bandeja principal. Se tratava de um delicioso risoto de frutos do mar.

"Pedi pra cozinha caprichar, espero que goste."- disse ele.

Ela ainda tinha quinhenras perguntas, sobre a armadura de gêmeos, por exemplo, do por que a armadura chorava, quem era o cavaleiro desaparecido e porque tinha outro rapaz igual a ele, mas ela resolveu deixar pra lá e aproveitar, as respostas viriam aos poucos. Ambos jantaram, conversaram, deram muitas risadas, se divertiram como nunca antes, apreciando a simples companhia um do outro. 

"Vamos relaxar um pouco?"- disse ele, chamando Helena pra se deitar na enorme cama. Ela obedeceu, ele a acolheu em seu peito forte fazendo com que ficasse confortavelmente encaixada em seu corpo, ela podia sentir o coração dele bater e o pulsar de sua respiração. A sensação era tão maravilhosa, que ela não podia descrever, só queria que aquele momento durasse pra sempre. Uma leve chuva começou a cair do lado de fora. 

Ele, por sua vez, estava completamente relaxado. Pela primeira vez, em anos, ele não pensava em nada do que acontecia, só aproveitava aquele contato, o barulho da chuva, o toque da pele macia de Helena, o calor de seu corpo. Ah, como era gostoso aquele corpo! Que sensação única. Foi aí que ele percebeu que nunca tinha amado na vida, que aquela era a primeira vez.

"Helena, me deixe te amar..."- ele sussurrou no ouvido dela, que por sua vez, se arrepiou. 

"Sempre"- ela respondeu

Os dois se entregaram a um beijo molhado e apaixonado. As linguas se entrelaçavam alternando com mordidas suaves e chupões. Os lábios tinham sede um do outro, era simplesmente alucinante, diferente de todas as outras vezes, tinha algo mais, um tempero picante, chamado amor.

Os braços dela enroscavam o pescoço forte, embrenhandoos dedos na cabeleira azul de seu sedento parceiro, enquanto ele a beijava com vontade, distribuindo carícias para o queixo e pescoço. A barba por fazer roçava na pele branca da moça, conforme distribuia beijos nos ombros, e colo. Afastou-se para livrar Helena das roupas, fazendo questão de deixá-la completamente nua, admirando aquelas formas, se contorcendo de prazer no leito por conta de suas carícias. 

Ele levantou-se, tirou a pesada túnica que o cobria, exibindo o peitoral definido e o abdome trincado, livrou-se das calças, deixando livre o membro rijo, roliço e lubrificado por sua excitação.  Deitou-se, encaixando-se no corpo de Helena, para o deleite da mesma. Continuou a tomá-la com a boca, sedenta por prazer, abocanhando um mamilo, enquanto segurava as mamas macias com as mãos. Ele sugava devagar, enquanto passava a língua no bico, fazendo com que ela soltasse um gemido lânguido, esfregando suas partes no corpo dele. 

A fantasia dela estava realizada, finalmente poderia ver o amado durante o ato sexual, admirar seu corpo másculo e fitar suas expressões.  Os olhos verdes penetrantes , enigmáticos a deixavam louca, queria mais e mais daquele corpo, corria as mãos pelas costas, torax, abdome, até apertar os glúteos rigidos e deliciosos, ele era simplesmente delicioso, suas partes já estavam em brasa.

Ele continuou com as carícias, sugando os seios de vagar, alternando de um para ou outro, demorou-se um pouco ali, até descer pelo ventre dançando com a língua, até chegar em sua fenda rosada e deliciosamente molhada. Helena abriu as pernas para facilitar o contato. Ele entendeu o recado e desceu a língua pelo clitóris, girando em cima do mesmo, o que fez Helena arfar de prazer. A língua safada saboreava cada parte da vulva rosada e molhada, passando pelos lábios, lambendo o mel que ali estava. Parou na abertura da vagina, penetrando com a língua o canal lubrificado. Elena segurava os cabelos azuis, o auxiliando nos movimentos. Satisfeito do mel, ele deslizou para o orifício traseiro, rosado, fechadinho, para seu deleite. O estimulou com o dedo, com movimentos circulares, depois deixou que a língua tomasse lugar, lambendo o pequeno buraco de forma voraz, mostrando todo seu desejo em possuí-lo. 

Helena já estava totalmente relaxada, lubrificada, pronta para receber o falo grosso em suas partes, e não podia mais esperar, ficando de quatro para seu parceiro, arrebitando o traseiro, deixando claro o que queria. Ele, por sua vez, a penetrou com dois dedos, girou la dentro, arrancando um grito dela, tirou os dedos, os levando aos lábios carnudos e vermelhos de Helena.

"Lambe"- disse ele, lascivo. Ela chupou os dois dedos com avidez, enquanto ele masturbava o membro ereto. Se posicionou atrás dela e começou a penetrá-la devagar, sentindo cada centimetro da vagina apertada e molhada. Ela, por sua vez, sentia o falo preencher sua cavidade, cutucando seu colo. Elase deliciava com o pênis deslizando dentro dela, enquanto ele segurava as nádegas volumosas abertas, a fim de visualizar seu outro orifício, rosado e apetitoso. 

Ele aumentou o rítimo das estocadas, colocando o membro por inteiro dentro da moça. Aumentava cada vez mais, com força, até que se podesse ouvir a virilha batendo no traseiro bonito e empinado, que ele segurava com força. Seu corpo balançava e ela gemia alto com a sensação do pênis penetrando sua cavidade. Ele lambeu o dedo e começou a introduzir de vagar no anus da moça, que arfou de prazer. Ele a deixava se movimentar, até que seu dedo todo estava introduzido. Ele continuou estocando enquanto penetrava mais um dedo. Ela sentiu um leve incômodo, mas o prazer era intenso demais, fazendo com que ela gozasse rapidamente em gemidos lânguidos. 

Ele se aprveitou da situação, tirando o pênis molhado da vagina e colocando no orifício traseiro da moça, lentamente. Ele mexia o traseiro da moça fazendo com que penetrasse naturalmente. Introduziu dois dedos na vagina, para que sentisse ainda mais prazer, e funcionou. Ela ficou bem mais relaxada com os movimentos dos dedos e logo, todo o membro estava introduzído. Ele começou as estocadas de vagar, derramando um pouco de óleo to traseiro de Helena, massageando e deixando que lubrificasse o orifício. Podia sentir com os dedos a vagina molhar, onde aumentou um pouco mais o rítimo e ela gemeu de prazer. Ele começou a estocar com força o anus da moça que gemia alto. Apesar do incômodo inicial, sentir aquele pênis dentro da bunda dela era sensacional. Os dedos bailavam em sua vagina fazendo com que ela chegasse a um orgasmo tão intenso que era como se tivesse saído do corpo e ido parar literalmente em outra dimensão. 

Ele sentiu o anus se contrair no seu pênis e a vagina melar em seus dedos. Ele se retirou de dentro dela, lambendo os dois dedos, pra sentir o sabor daquele orgasmo. Masturbou o mastro duro, encontrando novamente com a vagina, estocando com força total, sem cerimônias, agarrando suas ancas. Helena já não sabia mais onde estava, apenas sabia que estava sendo invadida tão fundo que podia sentir o pênis batendo em seu colo, provocando um segundo orgasmo, tão intenso que a fez soltar um longo gemido. Ele não pôde se segurar mais e derramou seu líquido dentro da vagina, preenchendo-a com sêmem branco e cremoso, que descia por suas pernas, tamanho foi o jato.

Os dois caíram exaustos na cama, após saciarem toda a fome que sentiam um do outro, como se estivessem há anos longe e os corpos gritassem um pelo outro. Ele abraçou o corpo nu de Helena junto ao seu, encaixando-se confortavelmente nele.

"Não vou te soltar nunca mais"- ele sussurrou em seu ouvido.

Ela sorriu, fechando os olhos, envolvida nos braços de seu amado, sentindo-se completa, protegida. Sem perceber, deram as mãos, entrelaçando os dedos, e assim, adormeceram, totalmente entregues ao amor. 

 


Notas Finais


Infelizmente o tempo ta acabando e a batalha está próxima. O futuro é incerto... veremos o que acontece.


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