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História Saga - Uma história esquecida - Capítulo 47


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Notas do Autor


Pessoal, vamos todos nos cuidar e ficar quietinhos em casa, atualizando as fics haha.
E agora, Saga voltou ao normal... o que vai ser?

Capítulo 47 - Confissões


Saga ficou olhando pra ela, com uma expressão extremamente serena, coisa que era difícil acreditar, pois ela o vira nos últimos momentos como um cão raivoso. Ela derrubou algumas lágrimas, seu coração palpitou, se conteve para não correr abraçá-lo.  

"Não chore, minha pequena."- disse ele, singelamente. 

"Me conta quem você é, por favor... Saga."

Os olhos dele encheram de lágrimas que caiam, pesadas, uma atrás da outra, enquanto ele cerrava os olhos. 

"Saga..."

"Helena... perdão... perdão"- ele dizia em meio ao choro. 

"Saga, me conte a verdade, por favor, eu preciso saber..."- ela implorava. 

Ele simplesmente virou-se e seguiu para seus aposentos, ela foi atrás dele, fechando a porta, em seguida. Sentou-se em uma poltrona, aguardando que ele se manifestasse. 

"Saga de Gêmeos, cavaleiro de ouro."- ele se apresentou como se nunca tivesse a visto.

"Saga, como foi que isso tudo aconteceu?"

"Eu te conto a verdade em troca de uma coisa."

"O que?"

"Quero que realize o meu desejo ao final dessa conversa."- disse ele.

"Que desejo?"

"Promete ou não?"

"Sim... agora preciso saber a verdade."

"Helena... eu sou aquele que matou Shion, que tentou matar Atena e o responsável pela morte de Aiolos de Sagitário. Eu sou o ser mais perigoso e vil que habita este santuário."

"Mas por que, Saga? Você ja era tão venerado, já não era poder suficiente?"

"Helena... há 13 anos, eu fui cotado para Mestre do santuário, juntamente com Aiolos. Porém, minha vitória já era certa. Por mais de 20 anos eu dediquei a minha vida a este lugar, fiz votos em nome de Atena, dei meu sangue nas arenas, tudo para me tornar o melhor... e consegui. Me tornei o mais forte dentre os cavaleiros de ouro, com um poder descomunal. Fiz questão de viver o mais corretamente possível, dentro do código dos cavaleiros, me tornei um exemplo para os demais e Shion me indicou para ser seu sucessor. Eu fiquei radeante, afinal, receberia a recompensa pelos meus anos de esforço e dedicação..."

"Mas ele não escolheu você, não foi?"

"Não... depois de um tempo, ele tornou aberta a disputa entre mim e Aiolos. Todos estavam comigo, ninguém tinha mais preparo do que eu... porém, um dia, ele nos chamou  em sua sala e revelou sua escolha."

"E aí?"

"Eu saí do santuário.... joguei fora todos os bons hábitos que cultivei, me envolvi com mulheres, drogas e álcool, só voltei no dia da convocação,  onde Shion comunicou a todos sua decisão e fui honrado com uma medalha de mérito pessoal..."

"Aquela foto..."- Helena pensou.

"Depois disso, senti que algo em mim mudou, fui ficando frio, distante, nada mais ne importou... até que fui questionar Shion e ele me disse que algo sombrio tomava conta de meu coração, foi nesse momento que essa coisa emapareceu e eu o matei cruelmente e escondi seu corpo no srarhill."- disse ele, começando a chorar. Helena continuava a ouví-lo.

"Matei o homem que me criou como um filho... eu sou orfão, Shion foi um pai pra mim, eu não tenho perdão, Helena. Cono se isso não bastasse, eu tentei matar a pequena Atena que dormia no berço, mas Aiolos apareceu e me impediu, levando Atena com ele. Eu, já me passando por mestre, ordenei que Shura o matasse e assim ele fez, poupando a vida de Atena, que pôde ser salva por Aiolos em seus últimos minutos de vida."- disse ele, chorando incessantemente. 

"Saga, desde então você não conseguiu mais controlar essa "coisa", não é?"- disse ela.

"Não... Helena, eu juro, eu juro que eu não queria nada disso, eu queria ser normal, queria ser o cavaleiro que lutei para ser, mas me tornei um ser perdido em si mesmo, preso em seu próprio lado ruim... um ser cujo ódio e ganância foram tão fortes que criaram dentro de mim uma outra personalidade."

"Por isso seu cabelo muda de cor e os olhos ficam vermelhos... é como se fosse outra pessoa?"

"Não exatamente,  são dois lados de mim mesmo... duas faces lutando pra controlar esse mesmo corpo. Mas, há anos eu não consigo controlá-lo, tenho medo de nunca mais conseguir e ele conseguir fazer todas as barbaridades que quer."

"Então você ainda tem controle?"

"Sim... eu o controlo para que não faça besteiras, caso contrário, ele já estava com as mãos nesse planeta há tempos."

"Saga... a nossa primeira vez, digo, sei lá se foi nossa, você estava com os cavelos prata ..."

"Sim..."

"Eu quero saber com quem diabos eu transei..."- disse ela.

"Eu sou Saga, tanto nessa, como na outra forma... porém são lados diferentes.  Tenho memórias de tudo que meu corpo faz."

"Se você diz  que consegue parar quando quer... naquele momento você não quis parar... é isso?"

"Sim."

"Por que você não parou?"

"Porque eu queria você, estava louco para tomar posse do seu corpo."-   disse Saga, secando a moça com olhos desejosos, lembrando-se daquela noite. 

"Ambos queríamos"- disse ela.

"Eu deveria ter tido mais responsabilidade e me contentado apenas em ser seu mestre. Assim, você não estaria sofrendo tanto..."

"Mas eu também te desejava... nós dois quisemos."

"Helena, você não tem nem 20 anos... olha a minha idade, já estou bem grandinho pra fazer coisas como essas, não podia ter permitido essa gravidez, mas eu perdi a minha cabeça, agi como um moleque..."- disse Saga.

"Nossa, você fala como se pudesse ser meu avô. Você é tão jovem e lindo."

"Pareço ser mais jovem do que realmente sou, pequena."

"Qual é a sua idade?"

"Você é muito curiosa..."

"Agora que você percebeu? Vamos, você disse que falaria tudo."

"38"

"Nem é tanto..."

"Não... só podia ser seu pai..."

"Aff, não seja antiquado, vai... sou uma mulher feita."

"Pode ser ... mas é tão inocente como uma criança. Não posso me perdoar pelo que eu fiz com você."

"Não sou tão inocente assim..."

"Ah, eu sei do que você está falando..."- disse ele, revirando os olhos. 

"Está com ciúmes?"- disse ela, risonha.

"Chega dessa conversa fiada."

"Está com ciúmes, ponto."

"Como você é chata... estou, e daí? Só porque sou um lunático homicida, não quer dizer que não tenho ciúmes. Mais alguma coisa que a senhorita deseja saber?"- disse ele.

"O que você vai fazer agora?"

"Deixar você em segurança em Atenas, voltar e esperar meu julgamento."

"Vai mesmo me tirar daqui?"

"Sim, no máximo até amanhã. Vá arrumando suas coisas."

"Mas eu vou ficar lá sozinha?"- Ela disse, assustada.

"Eu vou ficar com você lá uns dois ou três dias, depois terei que voltar. Posso usar o "outra dimensão" pra te ver, se você quiser."

"Eu quero, sabe que não gosto de ficar sozinha "

"Sei sim... foi só eu virar as costas que você foi visitar Aquário pra ver se ainda tava frio lá..."- disse ele, com desdém, fazendo com que ela risse. 

"Agora fala sério, por que você foi lá, Helena? Queria me irritar?"

"Fui porque tava com uma puta vontade de fazer sexo e fiquei pensando no que você estaria fazendo , sabe, já que foi só eu virar as costas pra te encontrar com outra nesse mesmo quarto..."- ela respondeu, calmamente.

"Tudo isso foi consequência das mentiras que eu contei desde o início e do que fiz você sofrer... não tenho o direito de te questionar... perdão."- disse ele, abaixando a cabeça. 

"Tudo isso passou, Saga."

"Agora vai ficar repetindo esse nome?"

"Sim, esse é o seu nome."

"Não queria me lembrar disso..."

"Não adianta fugir de si mesmo..."

"Tem razão..."- disse ele , voltando a chorar. 

Ela agora tinha mudado sua visão. Via que Saga sofria muito , estava preso há mais de dez anos, em si mesmo. Sofria de intensas dores o tempo todo, quando não era sua cabeça, era o remorso, quando, no fim, ele não queria nada daquilo, tinha aceitado a morte como penitência, na verdade, a morte o libertaria de sua insuportável dor. 

Ela se aproximou dele, sentando-se na cama ao seu lado, depois de ouví-lo. 

"Afaste-se Helena, eu sou um monstro, como você mesma já disse."

"Não, Saga, não é... você só precisa de ajuda."

"Ninguém pode me ajudar..."

"Mas eu não vou desistir de você..."- disse ela, fazendo com que ele a olhasse com aqueles olhos verdes e lindos que ela tanto amava. Ela pegou a mão dele, levando-a ao seu ventre.

"Sente... são seus..."

Seus olhos encheram de lágrimas, ele se aproximou um pouco mais, encostando o ouvido na barriga de Helena, beijando-a, e voltando à mesma pisição, enquanto ela acariciava os cabelos azuis... adorava quando estavam azuis...

Ele levantou-se, acariciando o rosto dela, contornando a boca rosada com o polegar. Tomou os lábios carnudos  numa sede avassaladora, estava  morrendo de saudades de sentir aquele sabor.  Ela correspondeu na mesma intensidade, saboreando aquele homem que não conseguia fingir não amar. 

Logo as roupas estavam espalhadas pelo quarto, os ruídos de beijos estalados tomava conta do ambiente. Ele corria as mãos grandes pelo corpo nu de Helena, tateando suas formas, enquanto ela enroscava o pescoço do cavaleiro, distribuindo beijos pela face e pescoço. Ele se afastou ligeiramente para olhá-la, apreciar como seu corpo estava diferente. As mamas mais cheias, o quadril mais largo. Suas mãos pararam no traseiro grande e firme, balançando-o para seu deleite. 

Helena tomou o controle, deitando o corpo másculo e definido na cama. Tateou por inteiro o torax, o abdome, as pernas, até chegar no mastro extremamente duro, que ela masturbou, fazendo-o arfar.

Ela se posicionou de quatro e começou o oral, beijando e lambendo a cabeça,  engolindo em seguida, movimento que a fez engasgar. Ele não pôde nais aguentar, puxou-a pra cima dele, ela se encaixou no corpo do Geminiano, começando a cavalgada. 

Ela subia e descia rebolando no mastro duro como uma pedra. O prazer que lhe invadia era tão grande, que ela gemia alto. Saga corria as mãos pelo corpo da amazona, agarrando seu traseiro, abrindo ligeiramente as nádegas enquanto a vagina molhada se movimentava em seu pênis, que abpreenchia por inteiro. 

Ele se deliciava com a visão dos peitos balançando, largou um lado do traseiro para alisar aqueles peitos, ainda mais cheios. Acariciou um mamilo, o que a fez gozar, intensamente. Ele sentiu a pulsação do corpo da moça, o que o deixou mais louco, a deitou na cama e pôs-se a chupar as mamas fartas e sensíveis pelo orgasmo, enquanto melava os dedos na vagina quente. 

Ele penetrava com dois dedos a fenda rosada enquanto sugava os  mamilos rijos pelo toque. Desceu com a língua pelo ventre até a fenda, se embriagando do mel, deslizando a língua pelo clitóris inchado, lábios e orifício, satisfeito, encaixou-se no corpo de Helena, penetrando devagar. Ela se contorceu nos braços fortes do cavaleiro, que estocava, aumentando o rítmo dos movimentos, fazendo sua parceira arfar.

"Você é minha, Helena, minha, entendeu?"- sussurrou no ouvido dela, enterrando todo o orgão em sua cavidade.

Ela soltava gemidos languidos no ouvido do cavaleiro,  que estava quase em seu ápice. Se afastou para mudá-la de posição, virando-a bruço, ficando com o traseiro pra cima. 

"Como eu adoro esse traseiro"- dizia ele, balançando as nádegas volumosas, beijando-as em seguida. Ele deitou o corpo forte em cima dela, tocando o ponto com o pênis. Encaixou-se, segurando os braços da moça para que não se movesse. Segurava os quadris firmemente com as coxas. 

O prazer de sentir os músculos daquele corpo sobre o seu era tamanho, que deu vontade de gozar sem ele ter penetrado ainda.

"Você é muito gostoso..."

"Shhiu, cala a boca "- disse ele, penetrando-a com movimentos vagarosos, fazendo com quevela gemesse.

"Shiu... quieta" - ele voltou a repreende-la, enquanto segurava seus braços. A força daquele homem era muito grande, ela não conseguia sair e aquilo lhe dava ainda mais prazer.

"Aqui quem manda sou eu"- ele sussurrou no ouvido dela, aumentando a velocidade com que a invadia, fazendo com que ela gemesse cada vez mais. 

"Isso... geme, geme comigo te fodendo..."- ele sussurrava, fazendo com que ela gozasse uma, duas, três vezes seguidas. Vendo que a fez explodir, ele liberou-se em grandes jatos dentro dela, entre gemidos roucos. Ambos cairam na cama, ofegantes, saciados um do outro. 

Ela rolou até ele, fitando seu rosto e seus olhos verdes que ela não conseguia parar de olhar, sentiu tanta falta dele, desse jeito. Ele acariciava os cabelos loiros com aquele olhar sério e imponente, que a fazia suspirar, ela podia ficar horas ali olhando pra ele, mas ele interrompeu. 

"Ainda tenho meu desejo..."

"Faço qualquer coisa por você"- ela disse, apaixonada.

"Mate-me, Helena."

 

 

 

 

 


Notas Finais


Senhooor, como assim?


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