História Saga Espada do Triunfo Profano - Capítulo 6


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NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Poesias, Romance e Novela, Saga, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 6 - Contos Encantados: Parte 4 - Prova da Bondade


Fanfic / Fanfiction Saga Espada do Triunfo Profano - Capítulo 6 - Contos Encantados: Parte 4 - Prova da Bondade

Após a intensa batalha contra os Kerburs, nosso guerreiro estava exausto. Sua visão começou a ficar embaçada. Mas rapidamente ele ia se recuperando. Suas feridas ia se fechando rapidamente. Era como se ele tivesse fator de cura.

O nosso guerreiro ia olhando assustado para o pântano. Havia corpos partidos e torados ao meio, árvores destruídas, marcas de garras em algumas árvores, esqueletos humanos, corpos em decomposição, o lugar fedia. Podia-se ver a cabeça de um enorme dragão sendo decomposto por milhões de baratas.

-Elrer: Que lugar extremamente bizarro... –dizia ele assustado.

Havia poças de lama, larva, ácido e muitas areias movediças. O lugar era de dar medo em qualquer um. Após caminhar por alguns minutos, ele avistou a orquídea mágica.

-Elrer: Finalmente! Ali está ela!

Porém só havia uma corda para a chega da orquídea mágica.

Após passar pela corda, ele finalmente chega a orquídea.

-Elrer: Aqui está ela!

Porém...

-Elrer: O que é isso?

Um enorme rugido podia-se ouvir do alto do pântano. Um rugido que fez todos os monstros do Pântano dos Esquecidos se esconderem. O guardião do pântano, com um imenso tamanho de 20 metros, um enorme dragão zumbi aparece, Elrer congela no mesmo instante. Mas Elrer não podia fraquejar nesse momento, ou então a jovem moça morreria. E o tempo é curto.

O dragão zumbi começa a encarar Elrer. E quando Elrer levanta sua espada, o dragão, numa velocidade tremenda, derruba o Guerreiro Flamejante o fazendo cair no lago de ácido. Elrer começava a gritar de dor e em agonia.

-Elrer: Não! Não! Socorro! Socorro! Alguém me ajude! Al... me a...

Todo o corpo de Elrer foi desintegrado pelo ácido, e o dragão rugia vitorioso. Até que...

-Anail Nathrak, Dorthnei Diednei, (Aceite o Senhor das Trevas como seu salvador) Bethanal Nathrak, Yera Umbrana... (Permita que a pureza do mal o guie...)

Com uma voz demoníaca nunca ouvido antes e, virando o inverso do que ele era, mais uma vez, "O Demônio" surgia mais uma vez, como se tivesse salvo seu alter-ego, o Rei Elrer. "O Demônio" estava pronto para lutar contra o dragão zumbi.

Com uma voz demoníaca nunca ouvido antes e, virando o inverso do que ele era, mais uma vez, "O Demônio" surgia mais uma vez, como se tivesse salvo seu alter-ego, o Rei Elrer. "O Demônio" estava pronto para lutar contra o dragão zumbi.

-Demônio: Etnemlanif uotse ervil etnemavon! (Finalmente estou livre novamente!)

Ele olha para o dragão zumbi

-Demônio: Aias, arutairc adnerroh! (Saia, criatura horrenda!)

Sem nem se importar com a transformação que Elrer sofrera, o dragão logo atacou com ferocidade, lançando vários detritos em meio a uma densa fumaça. O golpe lançou o Demônio para bem longe, o fazendo ficar atravessado em uma parede, aparentemente sem qualquer reação possível a ser feita. O dragão então começa a andar em direção ao local onde o ser flamejante estava caído, a passos largos que faziam toda a terra tremer, por tamanha a sua altura e força bruta.

Ao chegar perto do Demônio, o mesmo usa sua super-velocidade, reaparecendo na frente do rosto do dragão e aplicando-lhe um poderoso golpe no meio de seu grande nariz fumegante. O golpe fora suficiente para derrubar a gigantesca fera voadora, arrancando parte de seu rosto apenas com a onda de impacto porém, o dragão logo se levantou, curando seus ferimentos em um instante.

O animalesco gigante então começou a tentar acertar o Demônio de maneira desesperada, mas o mesmo desviava facilmente com sua velocidade, novamente acertando mais socos. Estes eram instantaneamente curados, irritando o Demônio, que tentou um chute, mas o dragão usou suas asas para ganhar altitude, sumindo nos céus. O Demônio então deu um super-salto, alcançando a asa do dragão facilmente e começando a voar pelo céu grudado em seu corpo gigante. O animal eventualmente percebeu isso, logo começando a girar para tentar manda-lo para longe, mas nada adiantava. O Demônio continuava ali, como se estivesse unido a seu corpo.

"O Demônio" dá algumas risadas.

-Demônio: UE UOS LEVÍCNEVNI, ARUTAIRC NERROH...– (EU SOU INVENCÍVEL, CRIATURA HORREN...–)

Ele é batido contra o chão juntamente do dragão, que ruge fortemente.

-Demônio: Otidlam! (Maldito!)

O dragão então começou a carregar enormes raios de energia amarela em sua boca, os disparando em velocidade alta contra o Demônio, que por sorte, projetou uma proteção de lava e desfez o ataque. Ele então sacou sua espada, agora de fogo, e atacou ferozmente, provocando vários cortes por todo o seu corpo, mas nada adiantava contra a habilidade de regeneração que o dragão tinha. Enquanto se esforçava para causar pelo menos um dano permanente no monstro gigante, O Demônio começou a perceber que havia um pequeno poço de ácido perto dali. Logo então, o ser flamejante soube que seu objetivo era jogar o dragão no poço de ácido. Assim que se derrotam mortos-vivos, lhe fora dito enquanto estava na forma do rei Elrer por um de seus súditos, muito antes de Mefistófeles começar seu ataque do ressurgimento dos demônios.

Dando alguns saltos, o Demônio começa a correr por entre as largas e grandes costas do dragão, usando sua velocidade para desviar de rochedos que caiam por conta dos movimentos bruscos. Ele logo chega a região da cabeça do dragão, mas é bloqueado por mais um tiro vindo da boca do animal, sendo atingido em cheio por vários choques e ficando eletrecutado. Isso dá tempo para o dragão fazer um giro e jogar o Demônio para muito longe. O ser flamejante cai, deixando sua espada a ficar estirada no chão destruído, muitos metros a frente de sua atual posição.

Com um pouco de dificuldades, o Demônio se levanta, mas logo se vê quase sendo pisoteado pelo dragão, que começa a usar suas asas para perseguir sua presa flamejante. O Demônio usava algumas estruturas de pedra para atrasar o gigantesco animal, as jogando com um chute contra seu corpo duro. Eventualmente, ele conseguiu faze-lo recuar alguns metros, dando tempo para ele continuar seguindo em direção ao poço de ácido verde. Faltavam alguns quilômetros, e Demônio deu uma olhada para trás, se surpreendendo ao não ver nada. De repente, o dragão surge a sua frente, com a boca preparada. O Demônio até tentou resistir, mas contra a tamanha força do ar que era puxada pela boca grande do dragão, não foi possível manter-se em terra, e ele acabou sendo sugado para dentro daquelas mandíbulas, sem qualquer escapatória a não ser virar comida de dragão.

-Demônio: (Zevlat seuqata ed arof oãn menoicnuf... sam seuqata ed ortned... Oãn! O oçop ed odicà è ahnim rohlem oãçpo!) (Talvez ataques de fora não funcionem... mas ataques de dentro... Não! O poço de ácido é minha melhor opção!) –pensa o Demônio.

Ele enganchou sua espada flamejante na faringe do dragão.

Acima dele, uma grande gosma marrom-preto começava a descer em alta velocidade, derretendo tudo que estava a sua frente. Mas Demônio sabia que, apesar de seus poderes serem de lava, aquilo poderia até mesmo derrete-lo, um ser de puro fogo infernal. Ele então começou a fazer um curso com sua espada, desviando de alguns detritos de pedra, comidos pelo dragão quando ele perseguia Demônio. Por fim, após alguns minutos de descida incessante e rápida, Demônio conseguiu chegar perto o suficiente de um ponto de casca mais mole do corpo do dragão, que voava bem na direção que ele queria: a do poço de ácido.

Demônio então ergueu sua espada, se pendurando em uma borda solta dentro do corpo do dragão. A arma então se encheu em chamas, antes de ser fincada contra a pele interna do animal gigante, começando a perfura-la lentamente. No lado de fora, o dragão começava a perder altitude, agonizando de dor por tamanho poder que Demônio colocava em sua fiel companheira pontiaguda. De um instante para outro, quase toda a região abdominal do dragão foi aberta sem nenhuma piedade, lançando sangue verde para todos os lados e encharcando toda a região próxima. Demônio então viu que o poço de lava estava bem próximo.

Ele deu um grande salto para trás, guardando sua espada e cerrando firmemente seus punhos enquanto o dragão começava a soltar raios descontroladamente. Ao que parecia, o ferimento estava sendo difícil de se curar e isso confirmava a tese de Demônio. Ele é imortal se tratando de ataques, mas quanto mais fatal for o ferimento, mais lento ele se curará. Preciso finalizar aqui. Já posso sentir Elrer voltando, pensava Demônio enquanto se preparava para correr.

Com um grande impulso, Demônio correu com grande velocidade em direção ao dragão, passando por debaixo de suas patas e lhe aplicando um soco no peito, o jogando para o céu na diagonal. Dando um grande salto para o alto, Demônio logo se viu acima do corpo gigantesco do dragão, aplicando um soco carregado de energia, estando bem sério ao aplicar esse golpe. Tamanha fora a força botada no soco, que em menos de 5 segundos, podia se ver o dragão evaporizando no poço de lava, agonizando e solta os últimos rugidos de sua vida tola. A batalha estava acabada.

Demônio então deixou o peso de seu corpo a cair até o chão, conseguindo pousar com segurança. Ele então se ajoelhou no chão, cansado e sentindo a perda do controle do corpo, e isso realmente aconteceu. Num instante, o corpo flamejante e demoníaco deu lugar ao rosto humanoide e armadura de cavaleiro de rei Elrer, que abriu seus olhos, aliviado por voltar a ter controle de seu corpo novamente.

-Elrer: Nunca pensei que iria dizer isso, mas... Agradeço, maldição infernal.

Elrer finalmente pega a orquídea, mas se ele voltasse a pé, provavelmente a jovem moça estaria morta. Mas para sorte dele, o mítico cavalo voador Pegasus aparece para Elrer.

Um tempo depois, Elrer volta a vila. A jovem moça estava prestes a morrer.

-Ele chegou! –diz um dos moradores.

-Elrer: Agora eu preciso da água do rio aqui perto para fazer os curativos e uma bebida para ela.

Alguns moradores vou pegar um pouco da água do rio. O guerreiro faz os curativos e coloca na jovem e logo em seguida faz ela beber a bebida da orquídea mágica.

-Será que ela vai sobreviver?

-Como será que ela está?

-Acho que já é tarde de mais...

Eram alguns dos comentários que podia-se ouvir.

Ouvi-se alguns tossidos. Então a jovem abre os olhos. Ela estava bem.

-O-o que acon-aconteceu? Onde eu estou?

-Filha! –gritava a mãe com felicidade.

-Obrigado mesmo! Não sei como retribuir. –dizia o pai da garota.

-Elrer: Não precisa agradecer. Gosto de ajudar os outros.

Então a ilusão acaba e Elrer volta ao mundo real.

O anjo Erian aparece para Elrer.

-Erian: Muito bem, nobre guerreiro. Você acaba de passar pelo primeiro teste. Mas ainda existe mais dois desafios para você se mostrar digno de falar com os Pássaros Encantados.

-Elrer: Quando se inicia a segunda prova?

-Erian: Começa a partir de agora.

Continua...



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