História Saga Harry Potter: O purgatório do Príncipe Mestiço - Capítulo 33


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Categorias Harry Potter
Personagens Alvo Dumbledore, Harry Potter, Hermione Granger, Severo Snape
Tags Alvo Dumbledore, Harry Potter, Hermione Granger, Severo Snape
Visualizações 77
Palavras 873
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Magia, Mistério, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 33 - Futuro


Fanfic / Fanfiction Saga Harry Potter: O purgatório do Príncipe Mestiço - Capítulo 33 - Futuro

Hermione decidiu passar uma segunda noite ajudando a cuidar de Sofie enquanto Severo organizava a nova vida da ex Paladina. Ficou decidido que o homem adotaria a menina, e para quem já vira e passara por tanta coisa, não foi surpreendente a jovem tal noticia, ou incomodou sua natureza CDF dar sumiço no castelo e cabular aula mais um pouquinho com a desculpa de uma emergência em casa para a diretora McGonagall.

O segundo dia foi mais puxado, por a nova criança já começara com as perguntas: Hermione e Severo bolaram a historia de sempre, que seus pais eram amigos deles e desapareceram misteriosamente, deixando-a com os dois. Aquilo não pareceu convencê-la tão bem quanto a ultima vez, pois a menina ainda tinha noção e tato sobre as convenções sociais básicas e uma perspicácia que beirava a irritação para o homem, indagou ainda a existência de parentes distantes, dentre outras coisas, como se aqueles dois eram casados e seriam os novos pais dela.

Se mentir sobre família a menina já era difícil, imagina explicar que não estava envolvido romanticamente com Granger! Aquilo gerou tal desconforto que os dois não se olharam pelo resto da tarde e da noite, constrangidos.

Ao menos Snape agradecia a ajuda de Tusta, que os apoiou em praticamente tudo, demonstrando abdicar da aversão e ódio originais automaticamente ao ver sua antiga mestra e sua melhor amiga sã e salva, mesmo que em miniatura.

_Não posso enviá-la a Horgwarts. –declarou, suspirando pesadamente e esfregando os olhos, cansado, Hermione já se dirigindo a porta, continuando com a ultima conversa que teria com ela por algum tempo.

_Porque não poderia? Já constatou que Parhel não retirou a habilidade mágica de Sofie, então... –começou a responder, no entanto o olhar dele a calou.

_Não declarei apenas o nome dela na clareira, mas o meu nome ao tentar acalmá-la, e, se a enviar ao castelo e ela me identificar aos seus novos amiguinhos, logo todos saberão que ainda estou vivo. –informou a contra gosto “que descuidado eu fui!” pensou.

_E isso é um problema? –o sorriso dela era descontraído, mas não alterou a carranca dele, que revirou os olhos, como se já tivesse enfrentado tal comentário com teimosia.

_Já conversamos sobre isso Granger: vou permanecer morto para o mundo, no anonimato, mesmo que o Potter limpe meu nome, temos trabalho a fazer e, afinal, sou Paladino. –disse firme, como uma declaração final.

Aquilo entristeceu a menina, que acreditava sobre ele merecer uma vida muito mais celebre no mundo bruxo tendo em vista todos seus sacrifícios e seus feitos. Snape estava ciente da perspectiva dela mas não iria explicar como também rebater seus motivos, acreditando que logo, por conta própria, Hermione iria perceber que ele estava verdadeiramente satisfeito e de certa forma feliz com uma casa humilde e uma existência pacifica, onde aprendeu a reconhecer valores preciosos com a antiga Hatzell.

_Bom. Se está é sua única perspectiva, só lhe restam duas opções infelizmente: alterar dela a memória do seu nome ou ensiná-la em casa.

A jovem so colocou nas palavras o que ele próprio já havia conjecturado. Arrependeu-se internamente do leve sentimento satisfatório de vingança com a perspectiva de poder enviá-la a uma escola de magia convencional que o havia tomado anteriormente, pois agora isso não poderia ser mais possível e teria de lidar com a juventude da sua salvadora melhor do que lidava com a dos seus antigos alunos.

_Criar uma criança não deveria aterrorizá-lo tanto, afinal, passou anos tendo de lidar com elas em Hogwarts... –comentou Granger, com acidez, cruzando os braços com um sorriso faceiro.

A jovem estava ficando cada vez mais atrevida, depois que ele a reconheceu como parceiros de negócios e iguais, agora que não possuíam mais a relação aluno/professor.

Aquilo estava deixando-o louco. Não saber lidar com as duas.

_De o fora. –expulsou-a, os olhos negros em fendas, relampejando magia antiga, apontando para a saída onde a porta se abriu com o movimento dele, antes que proferisse palavrões que poderiam ser reaprendidos por uma certa garotinha, que poderia ouvir suas gritarias do andar de cima, o quarto que tomou de volta.

Ela levantou as mãos na defensiva, fingindo se desculpar, o que o irritou ainda mais, até que sua expressão divertida se alterou, como se tivesse se lembrado de alguma coisa, e voltou alguns passos para a lareira, pegando um envelope gosto em cima da mesma.

_Já estava me esquecendo... –entregou a ele, engolindo em seco, e informando– Hatzell escreveu um testamento a você, antes de passar mal e trocar de lugar com Tusta.

Severo piscou atônito algumas vezes. Mesmo sem lembranças, Paladina havia deixado armações póstumas para lhe surpreender?!

Prendeu o ar, dividido em olhar de uma vez o conteúdo, porem a partida de Granger, agora sem ser uma expulsão de sua parte, prenderam-lhe a atenção.

_Seja o que for que decidir fazer, lembre-se: nossas melhores memórias foram no castelo, não prive isso da menina... –pediu encarecidamente, dirigindo-se a porta, despedindo-se e desaparecendo numa aparatação.

Um Snape absorto em pensamentos continuou a fitar o local onde ela estivera, até que uma voz infantil e conhecida o tirou de seus pensamentos, e abriu um sorriso leve, simpático e caloroso, de disfarce e tranqüilizador, que estava fazendo muito ultimamente.

 

 

 



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