História Saga Harry Potter: O purgatório do Príncipe Mestiço - Capítulo 39


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Categorias Harry Potter
Personagens Alvo Dumbledore, Harry Potter, Hermione Granger, Severo Snape
Tags Alvo Dumbledore, Harry Potter, Hermione Granger, Severo Snape
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Palavras 806
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Magia, Mistério, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 39 - Consequencias


Demorou cerca de uns bons quinze minutos, mas Hermione conseguiu explicar o mais resumida e cronologicamente possível tudo o que sabia ao amigo: sobre Dumbledore ter pedido a Paladina para salvar Snape, sobre Severo ter optado por poupá-la transformando-a na criança, sobre a entidade Parhel cobrar pela divida das vidas em um ano e por fim sobre a missão “post mortem” deixada pelo diretor.

Quanto mais ela falava mais Harry ficava petrificado, percebendo a profundidade da situação a qual ela se metera, mas não de todo arrependido pelas próprias ações, como se tivesse sido necessário. Não para Granger, que na primeira oportunidade o recriminou:

_Não precisava ter feito aquilo! Havia outras formas de confirmar a identidade dele!

_Havia? –o tom dele era irônico, mas não de um jeito desrespeitoso, e se justificou– Mione, sabe o que pensei quando recebi uma carta daquelas com a sua caligrafia? Que bruxos das trevas haviam-na raptado, forçando-a como prisioneira para me atrair e conseguir vingança sobre a queda de Voldemort.

_Quanta best... –começou ela a dizer, mas o encare daquele par de olhos a interrompeu.

_Meia dúzia de aurores foram encontrados assassinados mês passado por terem sido ingênuos, então não me culpe, eu não arriscaria perder você. –ele pegou no pulso dela, gesticulando para a marca permanente que Belatrix deixara como resquício da tortura, em prol de fazê-la entender e ela retirou o braço da mão dele, incomodada com a lembrança.

Ela olhou para o amigo, tão diferente da ultima vez que o vira! Harry fizera os testes e as provas, passara com louvor e fora recomendado a academia, apesar de não ter terminado a formação. No entanto, pela falta de pessoal o colocaram em campo logo e a caça a comentais fugitivos o havia não só endurecido, mas o deixado desconfiado.

Hermione estava dividida, o amigo possuía motivos validos, mas suas ações causaram uma catástrofe que duvidava poder ser contida.

_Precisamos reverter isso. –disse, ajudando-o a levantar.

_Duvido que um pedido de desculpas desfaça o...

_Tem razão Potter. –interrompeu ele uma voz conhecida, rispidamente.

Snape voltara ao andar de cima, as mangas da blusa arregaçadas, o rosto retorcido de ódio contido, caminhando até a dupla o mais altivo que pode enquanto guardava a varinha a contra gosto dentro do casaco.

_Severo eu... –começou a dizer Hermione, porem o olhar dele foi tão frio e mortal que quase a fez começar a chorar novamente.

Harry não se acanhou, não hesitou diante da presença dele ou sequer desviou o olhar. Apesar do choque inicial em saber que aquele homem estava vivo, de conhecê-lo mais profundamente do que seu padrinho Sirius – seus pecados, seus defeitos e acertos, graças as lembranças – existia o dever que jurou cumprir e existia o certo a ser feito mesmo que agora fosse a coisa mais difícil, uma das provações mais pesadas as quais já passara na vida.

_Saiam da minha casa. –ordenou ele sem subir o tom, sua voz era como a calmaria antes da tempestade, perigosa, imprevisível e inconstante.

_Não. –disse Harry, sem arredar o pé, reunindo o maximo de coragem que possuía– O senhor precisa de ajuda, e não vou deixar que seu orgulho o leve de nós de novo.

Snape se aproximou parando com o rosto a menos de trinta centímetros dele, os olhos no mesmo nível, a tensão crescente deixando Granger ansiosa.

_Não pedi sua ajuda. A missão que ela lhe contou, Alvo deixou em minhas mãos, não nas de um garoto inexperiente, então não se meta em meus assuntos. É a ultima vez que irei lhe avisar rapaz...

Aquele vento quente e estranho começou a circulá-los novamente, indicando que Severo começara a perder o controle de novo. Hermione agarrou o braço de Potter implorando:

_Vamos, deixe-o! –exclamou, mas ele não se mexeu, não saiu do lugar.

_Lamentar pelo que eu fiz não irá mudar as coisas. –começou a dizer ele, o rosto retorcido de uma tristeza profunda– Lilian e Dumbledore teriam vergonha do senhor se pudessem ver o que se tornou hoje...

Ouvir o nome de Evans foi o novo estopim, Severo explodiu de poder:

_NÃO DIGA O NOME DELES PARA MIM COMO SE VOCÊ A TIVESSE CONHECIDO!

_Eu a conheci, e o senhor sabe! Na floresta proibida com a pedra da ressurreição! –lagrimas brotaram dos olhos verdes dele, gritando em retorno, porem não com tanta intensidade– Severo, por favor, só sobraram poucos de nós agora para reconstruir o que ele destruiu! O que ele tirou de cada um! Deixe-nos ajudar!

Obviamente Harry referia-se a Riddle, mas Snape não o escutara, não queria ouvir e eles foram enxotados para fora com o poder da magia antiga saturada nas veias dele, para depois a propriedade e tudo referente a casa da Paladina desaparecerem num átimo e com um som de estopim alto e estranho, deixando-os petrificados no lugar onde antes havia um lar.

 

 



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