História Sagrado e profano - Capítulo 5


Escrita por:

Postado
Categorias Monsta X, Seventeen
Personagens Hansol "Vernon" Chwe, Personagens Originais, Won Ho
Tags Monsta X, Romance, Romance De Época, Seventeen, Vernon, Wonho
Visualizações 11
Palavras 1.121
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Literatura Feminina, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Continuação da história de amor de Cecília e seus dois lindos pretendentes.
Boa leitura!

Capítulo 5 - Vernon


Fanfic / Fanfiction Sagrado e profano - Capítulo 5 - Vernon

Vernon sentou ao lado de Cecília e a governanta logo fez um muxoxo. Ela já tinha percebido o interesse do garoto pela filha do Conde e mal tinha se livrado de Wonho e o outro vinha para perturbar a paz da menina.

_Trouxe para você. _Disse ele oferecendo uma rosa a ela.

Cecília suspirou desanimada e pegou a flor.

_Obrigada!

_Podemos passear pela praça? _Perguntou ele oferecendo o braço a ela.

_Meus pés doem.

Vernon olhou para os pés de Cecília.

_Pés tão delicados não foram feitos para caminhadas. Nesse caso te farei companhia.

_Não se preocupe comigo! Pode ir dar seu passeio...

_E deixá-la sozinha? _Ele sorriu. _Não sou seu par de dança! A propósito, onde está ele?

_Nem me lembre que ele existe!

Vernon riu satisfeito com a resposta dela.

_Você está chateada com ele?

_Talvez.

_Eu li um romance certa vez que dizia que um amor só se cura com outro.

_Amor? De onde tirou que eu amava o Senhor Wonho?

_Perdoe-me! Esquece o que eu falei.

Vernon pensou ter tirado a dúvida que tinha desde a noite do baile. Aliás, quase todo mundo na pequena cidade havia pensado que Cecília e Wonho eram namorados. A forma como eles dançaram passou a ideia de que eles estavam comprometidos. Vernon chegou a sentir ciúmes e desejar que aquele oriental desaparecesse de vez de seu caminho e parecia que seu pedido havia sido escutado.

Cecília brincou com a rosa e a cheirou.

_Quer participar da pescaria? Vou pescar o brinde que você quiser, mesmo que leve a noite toda.

Ela riu.

_O que eu quiser?

_Sim Cecília!

_Então vamos.

Vernon ofereceu o braço a ela e Cecília finalmente aceitou dar o braço a ele.

 _É melhor ficarmos aqui Cecília. _Disse a governanta sendo ignorada por eles.

Seguiram até a barraca de pescaria e os brindes estavam numerados e enfileirados em uma prateleira e os peixinhos de madeira colorida com os mesmos números dos brindes estavam fixados em uma bacia com areia.

_Quero a boneca de porcelana.

_Pois terá seu prêmio.

O rapaz preparou-se para pescar. Não tinha como saber qual peixe tinha o número da boneca desejada por Cecília, mas ele sabia qual seria o seu prêmio. Ele queria ganhar o coração dela.

Foram gastas três rodadas para Cecília ganhar sua boneca. Com um sorriso no rosto ele relutou um pouco antes de entregá-la a ela.

_Como um grande pescador eu acho que mereço uma recompensa, eu quero um sorriso.

Cecília riu desajeitada.

_E também quero um passeio pela praça.

_Dois prêmios?

_Sim, eu pesquei três prêmios!

_Tudo bem! Uma volta pela praça.

_Fico muito grato!

Vernon levava com ele os prêmios de Cecília e ela ainda mantinha na mão a rosa dada por ele. A governanta seguia de perto e vinha retrucando por causa da desobediência da filha do Conde.

_Você lê romances Senhor Vernon?

_Leio, mas não sou um leitor muito árduo e fervoroso, pois gasto a maior parte do meu tempo na alfaiataria.

_Qual leu por último?

_Estou lendo um que está sendo publicado no jornal...

_Jura! Eu estou gostando muito e queria que terminasse logo para eu saber o final. Estou torcendo para Oscar e Bernadete ficarem juntos.

_Todo romance termina assim Cecília, o casal principal sempre fica junto no final. _Vernon riu mostrando suas covinhas.

_Claro, é verdade!

_Tenho um livro de romance, na verdade ele é de minha mãe, mas posso emprestá-lo a você.

_Ela não vai achar ruim? Eu tenho ciúmes dos meus livros.

_Claro que não! Ainda mais para você, mamãe te adora!

Cecília sorriu feliz, e um pouco envergonhada, por saber que a mãe dele a adorava. Nunca pensou que um passeio com ele pudesse ser agradável e jamais imaginaria que Vernon era um leitor de romances.

_Cecília temos que ir. _Disse a governanta aproximando-se deles.

_Posso acompanhá-la até o carro?

_Sim Senhor Vernon.

Seguiram para o local onde o veículo estava e ele entregou os presentes à Cecília e ela entrou no veículo. O filho do alfaiate cumprimentou o Conde e depois de despedir de todos afastou-se.

_O que foi isso Cecília? _Perguntou o Conde olhando os prêmios que a filha levava com ela.

_Vernon queria ser gentil e de fato foi...

_Mas como fica sua situação com o Senhor Wonho?

_Situação? Como assim situação? Não há nada entre nós. Não tenho nada com o Senhor Wonho e nem com o Senhor Vernon.

_Você disse que amava o...

_Disse, mas eu estava enganada!

_Você não deve ficar aceitando presentes de alguém que você não tem interesse. _Disse o Conde.

_Devo então jogar fora os presentes do Senhor Vernon?

_Não, mas também não pode dar esperanças a ele e nem ficar dando motivo para falarem mal de você.

Cecília brincou com os cabelos de sua boneca e depois de um longo suspiro imaginou como teria sido aquela noite de festa se o Senhor Wonho ainda estivesse na cidade.

 

Chegando em casa ela foi direto para o quarto guardar os presentes e encontrou os pequenos olhos de Wonho a observando, congelados em sua pintura, seus lábios guardavam um sorriso no canto e ela foi vê-lo de perto. Não podia tocá-lo sem destruir o trabalho feito. Ainda não havia terminado o retrato de seu modelo exótico, mas ali estava retratado o que ela pôde captar da alma do oriental.

Tinha que vê-lo novamente para compreender melhor o que sentia. Talvez estivesse apenas encantada com a sua aparência. Wonho era uma novidade, ela já havia ouvido falar que existiam pessoas como ele, mas ainda não tinha visto um deles e poderia ter interpretado mal o seu espanto com o novo.

Cecília sentou sobre a cama e tirou os sapatos para descansar os pés, depois pegou sua caixa de chapéu e foi reler a história de amor de Oscar e Bernadete. Wonho não quis ouvir seu resumo, ele estava ocupado demais com negócios e não tinha tempo para romances.

Romances são tolices e não são importantes na vida real, dizia seu pai. Cecília constatou que Wonho e o Conde pareciam muito. Ocupavam-se apenas em ganhar dinheiro.

A governanta entrou no quarto tirando Cecília de seus pensamentos.

_É hora de dormir, guarde isso.

_Você lê romances?

_Faz tempo que não leio absolutamente nada.

_Você gostava de ler?

_Sim! _Ana disse sorrindo.

_E a minha mãe?

_Sua mãe adorava! Nós líamos juntas todas as noites antes de irmos dormir.

_Quer ler um comigo?

Ana fitou Cecília e passou a mão pelos cabelos dela.

_Não tenho tempo Cecília. Agora trate de se trocar e ir dormir.

A menina fez o que a governanta pediu e deitou na cama, mas o sono não veio e ela viu a hora que o sol surgiu no céu anunciando um novo dia.


Notas Finais


Beijinhos Baris <3


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...