História Sai do armário, Cheol! - Capítulo 2


Escrita por: e seungcherry

Postado
Categorias Seventeen
Personagens Boo Seungkwan, Jeon Wonwoo, Junghan "Jeonghan", Kim Mingyu, Lee Chan "Dino", Seungcheol "S.Coups", Soonyoung "Hoshi"
Tags Comedia, Crack!fic, Jeongcheol, Jeonghan, Seungcheol, Soonchan, Soonhan
Visualizações 340
Palavras 1.185
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


oi nenes, obrigada por todos favoritos desde já! <3
espero que gostem do capítulo

Capítulo 2 - Capítulo II


[18:21 - Desconhecido] Oi, boa noite

 

Seungcheol deixou o ar escapar dos lábios em forma de suspiro. Os turnos noturnos eram tão ruim quanto os diários; uma locadora tão monótona quanto o acinzentado que encobria o céu na estação momentânea - o inverno, ou inferno como Choi adorava chamar. Só mantinha-se naquele horário por que, bom, era mais dinheiro em seu bolso; sequer valia manter a loja aberta até então, não possuíam inúmeros clientes em horário convencional, quem diria então ao anoitecer.

Apenas um cliente encontrava-se ali presente. Pornôs seriam vendidos, o moreno tinha quase certeza disto. Andou corredores por corredores, parecia até mesmo constranger-se das escolhas. Era um jovem baixo, óculos engarrafados e cabelos avermelhados, provavelmente um adolescente no ápice de seus hormônios.

Alcançou o celular disposto unicamente para mensagens relacionadas à loja, que acabara por vibrar; raridade não só por receber notificações - que já eram definitivamente mais que as que o atendente recebera durante as últimas três horas - como por receber uma em tal horário. “Pois não?” fora o que curtamente digitara como resposta.

 

[18:25 - Desconhecido] Sei que é meio repentino, mas seria possível você me passar o número do atendente que estava trabalhando na loja na terça à tarde?

 

O cenho franziu-se. Curiosamente hesitou em analisar a foto de perfil do cliente em questão, e permaneceu-se na hesitação já que achava falta de respeito realizar tal ato - a miniatura não lhe era precisa o suficiente para reconhecer um cliente dentre inúmeros.

 

[18:26 - Specialized Videotape Technology] Está falando com o mesmo.

[18:27 - Desconhecido] Sério?! Nesse caso… Meu nome é Jeonghan e talvez você se lembre de mim… Comprei um filme contigo.

 

— Que resposta vaga. – Murmurou a si mesmo, com um rolar de suas orbes negras. — Mas sei quem é. Ah, maldito Kwon Soonyoung me fazendo gravar clientes.

Largou as falas que transformaram-no num aparente lunático e consecutivamente o telefone. Cravou os olhares, repleto de fúria, no jovem que ainda perambulava nos corredores com um DVD agarrado em seus braços.

 

[18:28 - Desconhecido] Um adulto… E você disse que eu parecia com o ator da capa e eu falei que era ele.

 

— Fechamos em vinte minutos, senhor. — Enunciou em alto tom, recebendo atenção do jovem ruivo que reverenciara algumas repetidas vezes em consentimento, perdendo-se logo mais uma vez pelos corredores.

 

[18:30 - Specialized Videotape Technology] É.. Eu me lembro...

 

Curtos pisares silenciosos abordaram o balcão. O jovem de meio metro - ao menos era o que aparentava ao moreno de fios desordenados que erguera o banco plástico até o máximo disposto - mantinha-se cabisbaixo com sutis fios ruivos cobrindo-lhe a testa independente do metálico arame amplo do óculos em sua face. Largou, revestido na timidez, o disco digital. Capa colorida, de rosa luminoso. “Não era pornô, era My Little Pony”, a frase ecoava como um urro na mente de Choi.

— 4.921 wons. – Proferiu enquanto tentava conter os lábios de esboçar um sorriso abismado; a semana havia lhe rendido uns surpreendentes ocorridos.

O rapaz retirou do bolso de sua calça moletom o cartão de crédito e hesitante, entregou-o num deslize sobre a mesa do balcão e esboçou um sorriso amarelado ao escutar a proclamação de que os números poderiam ser colocados e a senha digitada.

 

[18:31 - Desconhecido] Ótimo! Serei direto.

[18:32 - Desconhecido] Te achei gostoso, então… Se tiver’ a fim de sair para tomar um café ou algo do tipo, bater um papo… Eu adoraria te conhecer melhor, he.

[18:34 - Desconhecido] E não se preocupe quanto aos filmes já que sempre me cuidei bem.

[18:34 - Desconhecido] Não que eu esteja insinuando que a gente vá transar, mas por via das dúvidas, né

 

— Ó, deus. Eu preciso deletar essas conversas agora. – Bufara antes de retirar a via do cliente, entregando-a após largar o celular e esboçou um sorriso sutil. — Volte sempre.

A troca de mensagens durou mais alguns minutos. Choi logo finalizou-a, tendo certeza de deletar quaisquer vestígios de uma conversa parcialmente sexual e que demonstrava-se como completamente privada e totalmente desvinculada ao seu emprego.

Desligou as luzes do cubículo de vastos corredores encorpados de distintos discos e trancafiou as portas de vidro frontais e a de madeira traseira, por qual deixou o local. Vitoriosamente pode deixar o ambiente com a carona de seu amigo demasiadamente entusiasmado, que fizera questão em buscá-lo seguindo em direção à um dos bares que tanto frequentavam para colocar “a conversa em dia” e Seungcheol não tardara em indagar as entre-linhas; Kwon Soonyoung estava insano para conversar sobre o tal ator pornô, todos seus detalhes visuais e mencionar cada indecente cena que ele realizara em frente às câmeras.

— Mas isso é por que você não sabe como ele é vestindo um… – E o mais velho, correto em suas suposições, fez questão de tapar os lábios finos por completo com a palma da mão antes que qualquer outra palavra escapasse.

— Tá, não quero saber. – Ordenou duas cervejas. — Enfim, esse Jeonghan ai, ele mandou mensagem para mim.

— QUE – Urrara o mais novo enquanto basicamente engasgava-se com a bebida alcoólica que o garçom recém entregou-lhes. — Como você falou com o Jeonghan?!

— Ele que mandou mensagem. Você não tá escutando?

— Como ele te mandou mensagem?!

— No celular da loja.

— Como você respondeu se não era no seu celular? – Um peteleco merecido fora impulsionado contra a testa daquele de lentes falsas e claras nos olhos.

— Eu trabalho na loja, criatura. Eu cuido do celular enquanto eu estou no meu turno.

Dois goles secos no fino pescoço pálido e um largo suspiro. Kwon flamejava com a curiosidade. — E COMO ELE SABIA?!

— Você realmente não deixa eu terminar histórias. – Soprou um riso e bebericou a cerveja. — Nós deixamos na sacola de todas as compras um cartão e nele tem o número da loja, fixo e do celular. Provavelmente foi assim que ele achou.

— E o que ele falou? – Os olhos brilhavam, os lábios erguiam-se num sorriso, seus finos dedos cutucavam o braço musculoso coberto por um fino tecido.

— Que eu era gostoso – Seungcheol pode jurar que o amigo engasgou mais uma vez, mas não pode visualizar com o rolar de seus olhos. — E que queria sair comigo porque queria me conhecer melhor… Ah, e que não tava’ insinuando que iríamos transar.

Apenas grunhidos puderam escapar a boca do rapaz extasiado. Suas bochechas ruborizaram, seus olhos tiveram o resplendor intensificado. Era a fantasia perfeita; seu melhor amigo e seu ator pornô favorito, ou melhor, sua mais nova fantasia perfeita. — E o que você disse? – Sua voz soara como um sussurro.

— Que eu sou hétero. – O grunhido transformou-se num silencioso gemido de dor que fora afogado com as gotículas sequentes alcoólicas. — E tentei ser educado falando que não era pelo pornô, era só por isso, até por que é verdade.

— Como você pode fazer isso? – Falsificava o tom de choro. — Você é um monstro!?

— Mas falei que tinha uma amigo que amava ele e estava disponível.

— Quem?

— Você, idiota. Eu passei seu número para ele.

Os gritos já estavam embaralhados entre os roncares inevitáveis, risadas instáveis e lamúrias singelas. Abraçou o amigo, ainda no estado de encanto. — Eu amo você.


Notas Finais


tentei ao máximo desvincular das mensagens e publicações em twitter, mas ainda vai ter algumas boas conversas e afins! ainda assim, espero que gostem kakakka
não deixem de conferir a au no twitter, ou se não tiverem lido ainda e não quiserem spoilers, leiam depois, MAS LEIAM! eu amo ler e reler ela kakaka

AS CITAÇÕES DESFORMATARAM, GRR

não deixem de, se possível, dizer o que acharam <3


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...