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História Saint Seiya - The Last Union - Capítulo 32


Escrita por: DenegryAngel

Notas do Autor


Os relacionamentos.

Capítulo 32 - O final que não planejei, mas que preciso dar à vcs - pt 3


JABU E ÍNTEGRA

Integra chama jabu para treinar. Ele estava sem camisa, bermuda e descalço,  lavando roupas do lado de fora do casebre por ter ficado tanto tempo com Seiya. Íntegra,  discrretramente, admira o corpanzil do homem: ele estava com seus 35 anos, com várias cicatrizes pelo corpo, expressão de tristeza e músculos aparentes por todo o lado. Era queimado do sol e cabelos desgrenhados: não era de se jogar fora.

Ela chamou jabu,  que bateu uma roupa no tanque e olhou para ela. Ela acenou e se aproximou, chamando-o para treinar após terminar seus afazeres.

Ainda intrigado, ele pergunta pq e ela disse q ng no santuário estava querendo treinar.  Eles estavam se comportando como férias e preferindo conversar, aproveitar a cia dos amigos antigos e fazer exercícios leves do que, efetivamente, treinar.

Jabu perguntou sobre sua irmã e ela respondeu q paradox estava mais preocupada em tentar conquistar ryuho do que treinar. Jabu mostrou-se intrigado e intrega  viu q ele não sabia sobre sua história. Daí,  Ela resumiu q elas tiveram alguns problemas durante a vida e qdo estavam na China foram resgatadas pelo Shiryu . Ambas eram gratas mas paradox3desenvolveu uma paixonite pelo seu filho e era mto feio isso, na opinião dela.

Jabu riu, dizendo q ela era uma lolicon. Íntegra riu e disse q ela era isso msm.

Daí ele tipo treinar. Só pediu para terminar de lavar suas roupas que iriam e que ela poderia esperar dentro da sua casa. Ela disse q não se incomodava em ficar ali. Daí eles ficaram conversando e jabu foi falando sobre seu treinamento e sua vida, bem superficialmente.

Ao terminarem, jabu pediu licença,  entrou, colocou uma camiseta, uma bermuda melhor para treinar e as sapatilhas que usavam no santuário antigamente,  assim como os acessórios de punho.

Ele saiu e íntegra o viu de cima abaixo rapidamente. Foram mais para o lado. Íntegra se pôs em posição de luta e assim jabu fez tbm. Jabu a olhou de cima abaixo e a admirou rapidamente: coxas levemente grossas, bunda um pouco proeminente, cintura fina, corpo torneado mas os seios... eram gigantes! Enormes! E ela usava uma blusa de gola rolê que não insinuava os seios. A blusa não era justa, era mais ou menos solta. Calça legging e a msm sapatilha q usava.

Íntegra sorriu e partiu para o ataque,  q jabu defendeu. Eles treinaram. Após o treino, eles sentaram, recuperando o fôlego, um ao lado do outro, com um espaço respeitoso entre eles. Jabu tirava a faixa das mais e íntegra massacrada os tornozelos.

Íntegra disse: olha, eu sou uma pessoa direta e sem rodeios e, por isso, vou direto ao ponto. Eu vi como vc me olhou. E eu não importo pq eu sou adepta ao sexo casual.

Jabu: sexo casual?

Íntegra: sim. Daí ela explica isso. A gente não precisa se envolver num relacionamento amoroso para trancar pois, afinal, nossos hormônios não levam isso em conta.  Se vc topar, podemos fazer isso, sem compromisso se, claro, vc topar manter sigilo e maturidade entre este relacionamento. Vc é um cara interessante e tem um shape que me agrada. Então... pq n?

Jabu fica chocado. Ele não sabia que existia isso, afinal, ele só procurava mulheres quando seus hormônios gritavam e ele não aguentava mais suporta-los sozinhos. E estas mulheres eram prostitutas,  que kazuma havia lhe mostrado ali, qdo ele tb n conseguia lidar sozinho com seus hormônios.

Íntegra vê q ele fica calado e pensativo e acha q foi longe demais. Pede desculpas e começa a  se levantar. Jabu segura seu pulso e a senta de volta, com certa violência.  Ele respira fundo, pensando em tudo oq tinha passado com Seiya.  Talvez era isso msm q ele precisava: algo sem compromisso,  sem vínculos e sem forças... quem sabe, Ela não o ajudaria a esquecer Saori? Isso era possível?

Jabu: eu vou retribuir sua sinceridade. Eu nunca tive relacionamentos. Eu nunca me relacione com mulher.

VC É VIRGEM?

CLARO QUE NÃO!! Ele fica com vergonha

Nossa, por um momento achei q vc era virgem e eu ia ficar chocada de verdade e por isso ia entender q tinha te ofendido

Vai me deixar falar?

Sim, desculpa.

Então,  continuando... Eu nunca me relacionei com mulheres, mas já estive com elas, se é que me entende...

Ah... não. – disse, na maior inocência.

Tá.  Eu só visitei prostitutas, algumas, quando eu não conseguia controlar meus hormônios.  Eu desprezo esta atitude mas você não sabe como são hormônios masculinos e como eles gritam em determinados momentos e, por isso, eu precisava ou eu ia enlouquecer. Treinar não ajudava, por mais que eu me exaurisse..

Ah... entendi...

Então... Eu não sei agradar uma mulher. Eu não sei fazer preliminares ou coisas assim que os homens falam. Ou qualquer coisa assim. Eu só sei... chegar, me satisfazer e ir embora. Mais nada. -se olha pra ela- vc quer sexo casual com um cara assim?

Íntegra sorri: acho que vai ser interessante.  Eu vou poder te ensinar tudo. Quase como ensinar um virgem a transar.

NÃO ME OFENDA!!

Mas não é ofensa, é verdade. E seria bom vc começar comigo até para ter experiência para futuros relacionamentos. Acho que será bom para ambos. Claro, se ainda quiser.

Jabu respira. É.  As coisas estavam mudando.

Íntegra pergunta: eu só tenho uma dúvida: qdo vc ia nas prostitutas,  vc usava camisinha?

Sim, pq?

Então... Vc não tem dst nem nenhuma outra doença né?

Não.  Fazia check úp sempre. Não tenho nada. E vc?

Também. Em palaestra,  fazíamos checks ups sempre e não tenho nada e sempre usei camisinha. Não quero dst nem gravidez.

Certo.

Certo.

Um silêncio constrangedor permeia entre ambos por um breve momento. Jabu o quebra.

Jabu: quando qr começar?

Íntegra: Por mim, agora.

Jabu gostou de Integra ser tão direta

Jabu: Na minha casa ou na sua?

Íntegra: pode ser na sua? Minha irmã é inconveniente o suficiente para aparecer em casa do nada e abrir a porta, msm com meus sinais. Qdo ela está com ryuho nas vistas,  ela esquece do mundo.

Jabu: tá.  Mas vc fala disso pra ela?

Íntegra: se a gente continuar regularmente sim. É melhor para nós dois. Até pq ela acoberta.  Ela é minha companheira.

Jabu: mas vc conta... tudo?

Íntegra: conto q a gente tá junto, mas não tudo. Pq oq fazemos é nosso e fica entre a gente. Exceto de vc fizer algo q eu considerar errado.

Jabu: certo.

Íntegra: certo.

Jabu levanta -se e estende a mão para ela.

Jabu: vamos? Eu gostaria de saber como é isso.

 

Integra levanta-se, bate a mão nas suas nádegas, limpando-as e dá a sua mão para Jabu.

- Vamos! Vou gostar disto.

Eles se dão as mãos e Jabu a leva para o seu quarto. Ao entrar nele, Jabu fecha a janela e fecha a porta atrás deles. Íntegra percebe que o quarto era limpo e arrumado e gostou disto. Não tinha cheiros estranhos igual de outros caras.

Jabu olhou para ela, para a cama, para a janela e disse, com um pouco de vergonha no rosto mas sendo totalmente sincero:

- Tá, não sei o que fazer. Estou dando privacidade a nós mas, agora, só sei o que fazia nos... lugares em que frequentava. E não quero que seja assim, conforme conversamos. – ele respira fundo – Agora, é com você.

Ela olha com curiosidade para ele e para o local, e pergunta:

- O quão bem você beija?

Ele arregala os olhos levemente e fica um pouco mais vermelho.

- Você quer me ofender ainda mais?

- Não, não é isso. E você tem que parar de achar que toda pergunta que vou te fazer é ofensiva! Estou pressupondo que você não beijava as prostitutas, certo?

- .... Certo.

- Então, preciso saber: o quanto você considera seus beijos bons? Pois são parte importante das preliminares.

Jabu abaixa a cabeça, ficando ainda mais vermelho.

- Só beijei uma mulher, uma vez.

Íntegra dá um leve sorriso de canto de boca. Ele era, praticamente, um virgem! E ela estava adorando isso! Um homem tão maduro quanto ele que se privou de tanta coisa... o que será que aconteceu com ele para ficar assim? Mas agora não era o momento para isso.

Ela se aproxima dele, coloca as duas mãos no rosto dele e levanta-o. Encarando-o, aproxima o rosto dele no do dela e, sussurrando, diz:

- Não tem problema. E não tenha vergonha disto. Comigo, não precisa ter vergonha. Pode confiar em mim. – e dá um selinho nos lábios dele, demoradamente.

Ela sente que Jabu trava na hora em que ela encosta os lábios dela no dele e que dá uma leve tremida. Tadinho dele.

Ela solta os lábios dele e olha para ele. Ele estava vidrado nela. Provavelmente, não tinha fechado os olhos para o beijo, como ela tinha feito. Normal, pessoas que começam a beijar fazem isso.

E, para sua surpresa, Jabu pegou-a pela nuca, enfiando os dedos em seus cabelos do lugar e colou seus lábios nos dela, com força. Íntegra abraçou-o pela nuca, colando seu corpo no dele, e percebeu que o corpo dele reagiu no do dela, sentindo o corpo dele resetar e a ereção pulsar. Com a outra mão, Jabu puxou Íntegra pela cintura e ela abriu a sua boca para ele, mordendo o lábio inferior dele. Automaticamente, Jabu soltou um gemido grosso. Íntegra aproveitou para passar a língua nos lábios dele, como se pedisse para entrar na boca dele. E Jabu concedeu acesso na hora, abrindo a boca e colando ainda mais nela. Íntegra começou a usar sua língua dentro da boca de Jabu de uma forma tão ousada que Jabu grunhiu, carinhando a nuca de Íntegra, seguindo o ritmo dela.

Mas os dentes se chocaram. Integra soltou um “ai” de dor e Jabu logo colocou as duas mãos em seu rosto, perguntando:

- Está tudo bem? Eu te machuquei? Desculpa, eu me empolguei.

- Não, está tudo bem. Acho que foi choque que foi até os nervos, sabe? – Íntegra começa a dar batitinhas em seus dentes e Jabu acha muito estranho. Ela explica – isso alivia a dor. É como se algo lá dentro ficasse vibrando. Fazer isso alivia a dor e faz passar mais rápido.

Jabu faz uma careta de decepção, como se estivesse se arrependido de ter começado isto. Íntegra percebeu e pegou o rosto dele, dizendo:

- Ei. Não fica chateado. Acontece. É normal. – dá um selinho na boca dele – Não fica assim – Dá outro selinho – Vamos voltar. É só a gente encontrar o ritmo para os nossos beijos e isso não vai acontecer.

Jabu pega a sua cintura com uma mão e a outra com a sua mão e diz: - me guia, então.

- Claro. Segue meu ritmo.

Íntegra resolve começar devagar. Começou a dar leves selinhos ao longo dos lábios dele, para acalmá-lo. Depois, foi dando selinhos mais demorados e mais fogosos, e ele ia retribuindo, fazendo carinho na cintura dela, de ambos os lados, enquanto ela segurava ambos os lados do rosto dele, com a barba começando a nascer. Depois, ela começou a dar selinhos no lábio debaixo, passando a língua nele, dando a entender que queria entrar na boca dele, e Jabu entendeu isso, abrindo sua boca. Ao abrir, Íntegra passou a língua debaixo para cima, e entrou com a língua na boca dele, que abriu ainda mais. Buscou a língua dele e fez com que a língua dele seguisse os comandos dela, toda a dança que ela produzia na boca dele.

E, depois, ela fez a língua dele vir para a boca dele. E ele foi. E fizeram a mesma dança erótica com as línguas. Íntegra chupou a língua de Jabu, saindo da boca dele, chupou o lábio inferior dele, dando uma leve mordidinha nele e olhou, perguntando:

- Foi melhor agora?

Meio ofegante, ele respondeu:

- Foi.

- Quer ir para a próxima fase?

- Quero.

Íntegra dá um selinho na boca dele, com uma mão no rosto dele. Depois, tira sua blusa, deixando apenas seu sutiã. Jabu dá uma arregalada nos olhos e trava as mãos. Íntegra pega as mãos dele e passa-as do seu pescoço, bem lentamente, fazendo-o engolir em seco, passando de lado pelos seus seios, indo na sua cintura, subindo pela sua barriga lisa e indo até seus seios, que enchem suas mãos. Ela dá um leve gemido, se empurrando para ele, que aperta os seios dela, que ultrapassavam as mãos dele. Ele abre a boca, sedento. Ela pega as mãos dele e faz elas rodarem todos os seus seios e irem para suas costas, colando nele. Em seu ouvido, ela sussurra:

- Você pode tirar meu sutiã agora, mas precisa tirar sua camisa antes.

Em um roupante, ele tira sua camisa. E Íntegra se impressiona com todos aqueles músculos definidos, antigos e margeados por cicatrizes: ele era a definição de guerreiro antigo que não se deixava abalar por ferimentos, sejam leves ou graves.

Ela vai direto para o peitoral dele, passando a mão nele, indo para a barriga tanquinho, depois subindo e indo para os braços. Quando ela viu o rosto de Jabu, ele ostentava um sorrido bobo. Voltando para os peitorais, ela pergunta:

- Porquê sorri?

- Porque ninguém nunca me admirou assim, igual está fazendo. A sensação é nova e boa. Pode continuar, não estou achando ruim.

Por dentro, ela ficou arrasada. Como assim ele nunca teve um carinho de alguém? Que espécie de vida ele teve até agora? Ela queria conhecê-lo para entender melhor este lado dele que, com pouca coisa, se sentia a pessoa mais importante do mundo. Mas agora não era o momento. Agora era o momento para ambos terem prazer. A amizade poderia vir depois.

Por isso, ela começou a beijar o peitoral dele, de um lado para o outro, já que era uma parte que tanto gostava em homens. Dificultava um pouco pois eles eram quase do mesmo tamanho, mas era bom mesmo assim, pois ele não era tão duro nem tão macio: era da proporção ideal. Lambeu os mamilos dele. Foi para a barriga dele e o lambeu, dando mordidinhas onde bem queria, e voltou lambendo, em linha reta, do umbigo até o pescoço, onde lambeu e mordeu, fazendo-o grunhir. Colou seu corpo nele e apertou sua bunda, e sussurrou:

- Tira meu sutiã.

Ele cumpriu o comando. Desatou o sutiã, que estava amarrado por um botão e, assim q foi solto, ele foi para as alças, tirando-as. Íntegra descolou dele e pegou a mão dele para tirar o sutiã dos seus seios, descortinando-se e Jabu viu os seios dela pela primeira vez, seduzindo-o.

Ela sussurrou:

- Vem chupá-los.

E ele foi, sedento. Foi em um enquanto apertava o outro. E Íntegra gemeu, levantando a cabeça, pois ele fez tudo o que ela queria que ele fizesse, inconscientemente: chupasse com vontade, com gosto, enquanto a massageava. Ela nem percebeu que abriu as pernas, apenas quando Jabu colocou uma das pernas em sua vagina, para segurá-la, na mente dele, ela achava. Ela estava adorando. E ele mudou os seios, chupando o que massageava e vice-versa. Ela nem viu quando ele se esfregou no meio dos seus seios, só quando ele lambeu do meio deles até o seu pescoço e mordeu-o, dizendo:

- Chega de preliminares. Eu te quero. Agora.

Ela sorriu. Ele já estava ficando doido. E ela gostava disso.

- Mas tem mais coisa que podemos fazer, que é tão gostoso quanto. Tem certeza que quer desperdiçar?

Ele grunhiu em resposta. Ele, realmente, queria ela mas estava cogitando a hipótese de ter mais, daquilo. E ele aceitou, afastando-se.

Ela encostou no armário e puxou-o para si.

- Quero que você me masturbe. Quando você me fizer gozar, eu vou fazer você gozar... na minha boca.

Jabu arregalou os olhos na hora. Primeiro, não sabia masturbar uma mulher. Segundo... gozar... na boca... dela... ele ia ficar maluco. Sua ereção pulsou umas várias vezes que ele nem se deu o trabalho de contar. Mas, se a experiência tinha que ser boa, ele tinha que ser sincero, como foi com o beijo... e que beijo!

- Mas temos um problema – ele disse, olhando em seus olhos – eu nunca masturbei uma mulher.

- Não tem problema. Eu te ensino como é. É fácil.

De uma fez, Íntegra tirou sua calça e sua calcinha, ficando nua em sua frente. Jabu fez menção do mesmo mas ela impediu, dizendo sorrindo:

- Acho mais sexy você assim. Me dá mais tesão. – ele sorriu. Ela também estava sendo bem sincera.

Ela o puxou e o puxou, abrindo as pernas para ele, para que a ereção dele sentisse o calor do seu interior. O beijo, agora, foi mais intenso de ambas as partes, e Jabu até a prensou contra o armário, fazendo-a gemer e gostar ainda mais.

Então, ela pegou a mão dele e desceu com ela até sua vagina, fazendo-o suspirar. Ela não deixou de beijá-lo um momento enquanto o guiava, pois precisava dar confiança a ele para não desistir. Com a mão dele, fez ele ficar com ela espalmada e o fez conhecer sua vagina, sem olhar, apenas passando os dedos: por fora, onde tinha sua virilha, seus grandes lábios, seus pequenos lábios, seu clitóris e até a sua entrada. Ele bufava em cada lugar que ela o guiava. Então, ela parou de beijá-lo e disse:

- Vamos então: você não pode apertar, porque dói. Você pode massagear, de leve. Se eu não sentir nada, eu te falo. Se doer ou incomodar, eu te falo, Se eu gostar, eu te falo. Lembre-se, quando eu for de chupar, vai ser a mesma coisa, tá? Não tenha medo. – ela abre mais as pernas – Passa a mão em tudo para você conhecer melhor.

Com todos os dedos, ele foi passando a mão em cada parte da vagina dela. Em alguns pontos, ele notava que ela gostava e outros não. Principalmente em uma carne mais protuberante no meio. Ele resolveu agachar melhor e ver como era e Íntegra se surpreendeu com isso. Ele adorou a vista: ela tinha poucos pelos, como havia sentido, da cor da cabeça, e tudo era tão... lindo.

Sem perceber, ele já estava com a boca naquela carne, sugando-a. Íntegra soltou um gritinho de surpresa e tesão que o empolgou. E, de repente, todas aquelas aulas, de anos e anos atrás, de educação sexual que teve, vieram em sua mente e ele resolveu aplicar: começou a chupar o clitóris dela enquanto enfiava um dedo na entrada da vagina dela, fazendo movimento de vai e vem, notando que saía um líquido daquela entrada. Ele tirou o dedo, chupou-o e resolveu chupar ali também, enquanto massageava, com o dedo, o clitóris. E os gemidos de Íntegra começaram a ficar mais intensos e ofegantes. Ela pegou no cabelo dele e pediu para enfiar a língua nela e ele cumpriu. Ela começou a cavalgar na língua dele e a gemer ainda mais. Ele adorou isso, sua língua ainda mais melada e ela gemendo ainda mais, pulando em sua língua e ficando vermelha, seus seios balançado descoordenamente, gemendo, e ele massagendo seu clitóris.

E, do nada, ela para, travada, com um gritinho contínuo e jatinhos em sua língua, puxando ainda mais seu cabelo. Ele teve a leve impressão que ela disse o seu nome mas não pode confirmar. E, então, ela para, ofegante, tremendo, colocando as duas mãos no armário, se segurando, mas com um gostoso sorriso no rosto. Estava suada, meio curvada para frente, sorrindo para ele, mas ele ainda estava com a boca nela, com a língua dentro dela. Ele estava amando esta visão: vendo-a de cima, daquele jeito.

Em puro impulso e sem pensar em nada, ele saiu debaixo dela, colou nela em cima e beijou-a com tanta intensidade, colocando os cabelos dela, suados, para trás, com carinho, que nem se tocou que sua boca estava suja. Beijou seu pescoço, deu leves mordidinhas e a abraçou, colando seus corpos. Íntegra o abraçou, ainda trôpega. Este sexo estava sendo maravilhoso!

Ela não sabe quanto tempo levou para se recuperar mas, quando sua respiração estava normal e ela não tremia tanto, ela deu um beijo no rosto de Jabu e sussurrou:

- Agora é a sua vez.

Ele respondeu, encostando o rosto no pescoço dela, sussurrando:

- Não precisa. Já estou satisfeito.

Íntegra deu um empurrão para trás mas Jabu a apertou contra si e disse, ainda baixo:

- É muito constrangedor falar isso olhando para você mas, vendo você gozar na minha boca, daquele jeito, eu fiquei louco e vim te beijar, e eu acabei gozando sem ver. Eu já estava louco de tesão quando entrei neste quarto e, como te disse, eu não tenho toda esta experiência que você tem então... não estou acostumado a me controlar. Mas... foi demais para mim hoje. Foi... espetacular. Mais do que eu poderia esperar. E mal posso esperar pela próxima. Claro, se você permitir.

Ela beija o rosto dele.

- Claro que quero. Mas a gente não precisa terminar assim hoje. É possível ter mais de um orgasmo, tanto eu quanto você. Eu queria não ter gozado na sua boca mas... você estava chupando tão gostoso que eu fiquei doida e nem me vi o tão doida que fiquei.

Ele a abraça forte.

- Mas... eu queria ficar assim por hoje. É... muito para mim. De uma forma que eu não posso explicar. Mas... tudo isso, foi muito para mim. – ele fica calado por alguns segundos – Eu preciso de um ... tempo... maior por... coisas que aconteceram comigo. Se você puder cooperar, eu agradeceria.

Íntegra pensa: isto explica muuuuita coisa. Mas o sexo casual com ele seria interessante. E, também, ela não estava fazendo nada. Seria bom ajudar o cara. Aí, ele poderia ir para outra relação mais seguro e não ter uma mulher sacana fudendo com ele, como existiam tantas por aí.

Ela o abraça, com todo o carinho que conseguia ter no momento.

- É claro. O tempo que você precisar. E se achar que o nosso sexo casual deve acabar, é só me falar. Não tem problema algum. Eu não quero ser um infortúnio para você.

Jabu a abraça com carinho também e suspira. Ele pensa: “acho que você vai me ajudar, isso sim”.

Jabu não a soltava. E Íntegra não achou, de bom tom, romper o abraço, que até era bom. Então, soltou-se naqueles braços fortes e antigos, que eram tão desprovidos de atenção. E era gostoso receber aquele tipo de abraço, de carinho. Dava um conforto diferente.

Eles não souberam quanto tempo ficaram assim, mas foi em comum que ambos saíram do abraço. Íntegra pegou o rosto dele para um afago e ele colocou a mão por cima da dela. Ambos sorriram um para o outro. E foi em comum acordo que ambos se aproximaram e deram um selinho, preenchendo o máximo dos lábios um do outro com o beijo.

Ao se soltarem, ambos sorriram, docemente, um para o outro, como se compartilhassem um segredo só deles.

Íntegra foi pegar sua calça e calcinha. Elas estavam emboladas uma na outra. Desembolou-as e vestiu, primeiro, a calcinha e, depois, a calça. Quando terminou, Jabu já estava com o sutiã e a blusa nas mãos. Ela colocou o sutiã e, depois, a blusa. Deu um selinho nele para agradecer. Jabu a puxou pela cintura e deu um beijo demorado nela, carinhando-a no rosto, por um tempo. Após, olhou-a nos olhos e disse:

- Obrigado. Por tudo, hoje. De verdade.

Ela colocou ambas as mãos no rosto dele e disse:

- De nada. E eu também agradeço. – e o beija.

Ambos apertam as mãos um do outro e olham para o chão. Como ela estava descalça, andou descalça até a porta do casebre para pegar seu sapato. Jabu a acompanhou. Assim que ela calçou, ela percebeu que Jabu ainda estava com a bermuda e sem camisa. Ele olhou de um lado para o outro. Sentiu, através do cosmo, para ver se havia alguém por perto e, como não sentiu, puxou Íntegra para mais um selinho rápido e a soltou. Ela ficou surpresa. Não esperava isso dele. Ele disse:

- Quando quiser. Só me falar, desde que eu não esteja em tarefas para Sao... quer dizer, Athena, eu posso.

Ela sorriu. Ele, realmente, gostou dela. E ela dele. Então, porquê não?

- Ok. Deixa eu só ver como está meu cronograma e a gente combina.

- E, por favor, se não for continuar, não dê desculpas, apenas avise que não quer continuar mais.

- Ok. Pode deixar. Digo o mesmo à você.

- Você tem a minha palavra.

Eles dão leves acenos com a cabeça, um concordando com o outro. Íntegra vai embora para o seu casebre.

No caminho, ela fica pensando em Jabu: ele foi diferente de tudo. Ele não pulou para a penetração direto, como muitos querem e nem forçou a barra. Ele seguiu os termos dela e a respeitou. Para um cara acostumado com prostitutas, ele foi bem respeitoso. E foi bem chocante a parte dele em gozar beijando-a após ela gozar. Ela não se lembra de isto ter acontecido com ela ou a irmã ter contado para ela. Ou de alguma garota ter contado para ela.

Seria um sexo casual bem interessante... isso se ela não se apaixonasse, coisa que ela temia, pois ele mexeu com ela de um modo único. Mas ele não era um cara para paixões. Mas ela estava tão cansada de relacionamentos vazios... seria bom namorar. Mas ela estava colocando o burro na frente dos bois. Melhor colocar assim este sexo de boa e ver se rola alguma coisa de boa, depois. Sua alma romântica teria que esperar mais. Talvez começasse bem e desgringolasse para algo terrível. Fosse só empolgação da primeira transa e tudo tendesse a piorar. Vamos com calma Íntegra, disse ela a si mesma.

Chegando no casebre, foi tomar banho. Depois do banho, foi para o seu quarto, colocou roupa nova, colocando a anterior no cestinho para lavar e foi até o quarto da irmã. Por sorte, ela já estava lá. Entrou, fechou a porta e disse:

- Estou em um sexo casual com Jabu.

Paradox arregala os olhos. Depois sorri. Corre e abraça a irmã. No seu ouvido, diz:

- Como isto aconteceu e quando começou?

- Começou e aconteceu hoje, quando o chamei para treinar comigo. E foi... diferente de tudo o que já experenciei na vida... E estou com medo de me apaixonar por ele.

- Porquê?

- Bem... eu prometi que não ia contar nada do que rolou entre a gente mas, para você entender, eu tenho mais experiência que ele e... ele foi muito mais carinhoso e atencioso comigo que muito cara antes. E a forma que me tratou... Ele era honesto e sincero. Direto. E quando ficava com vergonha eu fala com ele e sentia que ele confiava em mim e eu sentia que não podia trair aquela confiança depositada em mim. Era algo pesado, sabe? E o que rolou... foi muito único... – ela aperta a irmã – se não rolasse o sexo, ele seria um ótimo amigo, pois ele é um cara surpreendentemente carinhoso e atencioso. Mas, no sexo, ele também foi assim, e to com medo que, se continuar assim, eu me apaixone e ele seja o cara que eu sempre procurei.

- Calma, In. Foi só a primeira transa. Às vezes, as coisas mudam. Ele só te impressionou na primeira. Talvez isto desmistifique durante as próximas. Tem horas que a primeira transa é maravilhosa mas as demais não são. Fora que tem o papo, os costumes, a pessoa. Tem muita coisa para avaliar antes.

- Tomara. Dentro de mim, tem algo dizendo que é ele. Mas quero estar errada. Temos uma diferença de idade de... o quê? Uns 13, 15 anos? Ele é da leva dos Cavaleiros Lendários, irmãos deles! Não dá pra eu entrar para esta “família lendária”.

- Ele não é um dos 5 Lendários, mas é bem próximo do Seiya. Seria legal você ir para esta família importante sim, mas acho que você está se precipitando. – ela pega o rosto da irmã – Respira, se acalma e olha como serão os próximos dias. Vê com ele se podem conversar normal também. Talvez, assim, se conheçam melhor. Claro, mais pra frente. Agora, não se precipite e apenas veja seu cronograma. Aja como a futura amazona que será e segue o rumo!

Íntegra respira fundo. Paradox tinha razão. Ela estava certa. Ela ia fazer isso. Devagar e sempre.

 

 

 

 

 

Jabu olhou, encostado no mastro da porta, Íntegra ir para o seu casebre. Olhou todo o seu rebolado, seu andar altivo, sua postura, sua segurança... seus cabelos ondulando, sua cintura, sua bunda, suas coxas...

E sua ereção começou a renascer das cinzas. Resolveu ir tomar banho e dar jeito nela, se masturbando. No banho, imaginou aquela linda visão de Íntegra: ela, em cima dele, levemente curvada e suada, com um leve sorriso e cabelos caindo, tremendo, depois de ter gozado em sua boca. O seu gozo veio em um jato tão forte que ele se controlou para não grunhir dentro do box.

Assim que se recuperou, ele terminou o banho, se enxugou, vou para o quarto, colocou roupas novas e deixou na cama. O quarto ainda cheirava a Íntegra. Ele inspirou o cheiro e fechou os olhos. Deixaria sua mente se anuviar em pensamentos longínquos, nos quais não existia Saori em sua vida, apenas Íntegra. E que conseguia largar Saori de lado, sem ela, ele poderia se dedicar a outras mulheres e uma delas poderia ser Íntegra. Ele poderia ter mais relações sexuais como esta, várias vezes ao dia. E até poderia constituir uma família como Shiryu fez: sua esposa e seu filho. Mas ele poderia ter mais, ter vários filhos em sua fazenda no Texas. Todos eles cuidando dela: durante o dia, cuidando da fazenda e, à noite, se reunindo para comer e ficarem juntos. E ele e sua esposa poderiam se amar enlouquecidamente. E sua esposa poderia ser Íntegra. E seus filhos poderiam ser a mescla dos dois. Meninos e meninas. E poderiam ensiná-los a lutar, vários tipos de luta, para defender Athena...

Ele abre os olhos, forte. Ele não podia ter família. Ele tinha o sangue de Athena. Sua prole seria o sangue de Athena. E ele não deixou de amar Saori, a humana. Ele se frustra ante o pensamento. A vida pacata e simples que ele tanto queria não poderia acontecer. Não do jeito que ele sonhava.

Ele suspira. Um milagre tinha que acontecer para que isto acontecesse.

Mas era gostoso imaginar a vida pacata que ele queria. Sem tristezas, sem tanto remorso e aflições vividas e, principalmente, sem este amor não correspondido que lhe corrói a alma e que nunca sai de dentro dele.

Uma longa suspirada.

Talvez, nestes sexos, Íntegra tirasse da cabeça dele estes problemas. E também tinha Seiya...

Será que ela aceitaria conversar um pouco depois do sexo? Ele sentia falta de alguém para conversar.... Kazuma era uma ótima companhia para conversar e, depois dele, não teve ninguém com quem, efetivamente, pudesse conversar.... E, nossa, ele acabou de comprar Kazuma com Íntegra! Ele riu. Mas era só na questão de poder conversar. E poderia ser até em outros momentos, se ela assim permitisse. Ele acreditava em amizades.

Talvez....

Ele iria perguntar a ela. Não custava nada.

 

Colocar os dois conversando em cima do casebre de Jabu e, conversando, ambos tiram a camisa um do outro, se carinhando. Com os rarinhos, vão ficando mais quentes e, com isso, acabam transando, no meio da noite, mas sem fazer muito barulho.

 

 

Pegar a fic a parte que fiz dos dois e colocar!!

– começar a trabalhar nela. – Jabu e Kazuma, qdo estavam com suas necessidades sexuais mto intensas, frequentavam prostíbulos, como faziam no Santuário, mas o coração de Jabu não se abria para ninguém. Talvez, ter uma mulher, como amiga, poderia fazer seu coração se abrir novamente, e ela o ajudar a encontrar alguém, conforme mandara Athena. Com um sorriso torno, ele poderia fazer seus filhos se casarem com os filhos de Athena, já que detinha o sangue da Deusa em si, e, assim, fortalecer ainda mais o sangue da Deusa na Terra. Íntegra gosta do porte de Jabu, ao mesmo tempo que é espalhafatoso em conversar e brincar, tem seus tons mais sérios, parecido com os dela. É responsável, é mais velho e tem uma vida calejada de tristezas, não esperando mto dos outros. Íntegra estava cansada de se relacionar com pessoas que não queriam sexo casual e queriam logo namorar. Ela não queria namoro, seus treinamentos não permitiam isso, mas era bom ter sexo casual apenas com uma pessoa. Conhecer a pessoa com qm vc transava dava um gosto melhor ao sexo e isso a levava a Jabu, que parecia estar sempre se controlando. *Colocar que o primeiro sexo deles foi comedido por parte de Jabu, que custou a se soltar, mas, quando se soltou, foi selvagem,e Integra até ouviu ele sussurrar o nome de alguém, que ela não entendeu, e nem quis saber, quando ia gozar. Foi uma boa noite, um sexo que, para Integra, foi diferente em tantas maneiras, como foi igual em tantas outras. O problema é que o quero mais veio logo no início da manhã e Souma e Kouga ouviram barulhos no quarto e só não entraram nele porquê Souma sentiu o cheiro de sexo. Kouga sentiu o mesmo cheiro, mas o atribuiu a cheiro de bacalhau com água sanitária, e não entendeu porquê tinha esta mistura no quarto de Jabu. Souma riu e saiu com ele, da casa.

Colocar que o sexo dos dois foi casual, mas estava corriqueiro. Primeiro, estava ocorrendo toda noite, como acontece quando conhece alguém que vc gostou de transar. O problema é que eles começaram a transar durante o dia também e, depois da transa, começaram a conversar, a contar mais um sobre o outro, não focando apenas no sexo, na satisfação. Eles começaram a curtir a companhia um do outro. E eles mal viram, mas já estavam em um relacionamento, mas não conseguiam dar nome a ele. Jabu ficou receoso, pois era bem mais velho que integra, e integra ficou receosa, pois ele era irmão do Lendário Cavaleiro de Pégaso, guarda-costas de deusa, de uma incrível semelhança para com ele. Mas não conseguiam se afastar um do outro, pois a afinidade era grande. Eles conversaram, expuseram seus medos, e resolveram encarar tudo, pois eles não estavam se relacionando para casar, ter filhos ou coisa do tipo, eles queriam ter alguém ao seu lado, apenas. Estavam cansados de serem sozinhos, e cansados de verem outros felizes, com pessoas ao seu lado. Eles só queriam cia um do outro. Eles gostavam um do outro, de conversar um com o outro, de transar um com o outro. A afinidade dos dois era alta. Eles só queriam ter um ao outro, nada mais. Por isso, iriam ficar juntos, até onde esta afinidade os levasse. E foi esta afinidade que ajudará Integra a superar a fuga da irmã do Santuário, após a batalha pela armadura de ouro de gêmeos. O suporte que Jabu a dará fará o relacionamento dos dois se aprofundar ainda mais, até perceberem que eles estão apaixonados. O sexo deles irá evoluir, não para mera satisfação sexual do outro, mas para a satisfação mútua, para o prolongamento do contato e a apliação do sentimento que nutrem um pelo outro. E eles não perceberão até verem que se amam, e Jabu perceber que, mesmo amando Saori, ainda é capaz de amar outra mulher. Ele conta, para Integra, o amor que sente pela humana, e não pela deusa, mas que consegue amar a amazona de ouro tb. E era impressionante amar alguém e ser correspondido. Sentir que era amado em contrapartida. Sentir o amor dela em cada momento. Ele conclui que não esqueceria Saori, mas o sentimento estava mais arrefecido, mais calmo, menos destrutivo e corrosivo. E Integra fez o amor Jabu sentir algo mais puro, menos destrutito e menos impossível de conseguir alcançar. O relacionamento dos dois começou como algo casual, descompromissado e sem emoções, e se transformou em algo tangível, bonito, e forte, e uma ponte para os dois, que tiveram tantos problemas na vida e, agora, estavam mais calmos e serenos, unidos e abrigados contra as intempéries da vida. Só restava a Jabu saber, e isto seria com o tempo, se ela poderia ser digna de carregar o segredo de Logica da Descendência de Athena, partilhando o segredo com a sua esposa, para que os seus filhos pudessem saber do segredo e crescerem cientes de sua responsabilidade. Pensar na possibilidade de

colocar os dois tendo filhos. Ao menos, Jabu já tinha experiência em criar bebês e crianças, ante a criação de Souma.

 

 

RYUHO E PARADOX

Paradox estava em uma montanha mais afastada, mas dentro do Santuário. Do lugar, ela via o Santuário de Athena. Ela estava vendo os espíritos, em forma de pequenas bolas que a circundavam, nova habilidade que tinha adquirido após batalha de Pallas. Ela tinha assumido a Armadura de Ouro de Câncer e estava se habituando a conversar com os espíritos e, naquele lugar, ela se sentia longe de todos.

Neste lugar, Ryuho achou o lugar e momento ideal para se desculpar de tudo.

Subiu até o monte e, ao ver Paradox sentada, com uma perda no formado de 90º, sandálias gladiadoras dos pés aos joelhos e saias gregas em seu corpo, ele viu que desperdiçou muito tempo correndo daquela mulher poderosa e maravilhosa.

Ela estava absorta na conversa com os espíritos e não notou sua aproximação. Colocou as mãos para trás e ficou observando-a, com um sorriso torno, a beleza que ela emanava e a luz que saía de ela comunicar com os espíritos. Foram vários momentos até que ela se desse conta da presença do cavaleiro. Virou-se para ele e os espíritos sumiram. Ela perguntou:

- O que faz aqui?

Ele fecha os olhos antes de responder.

- Desculpa te atrapalhar. – Ele abre os olhos – Mas eu queria conversar com você, se for possível.

Paradox abaixa as mãos que estavam levantadas para se comunicar com os espíritos e olha, com desconfiança, para Ryuho. Ele, amistoso? Era estranho. Mas ela não iria brigar. Ela queria que seu retorno para o Santuário fosse totalmente pacífico.

Por fim, suspira, fecha os olhos e oferece o seu lado para que ele sente-se. Ele agradece e senta-se ao seu lado.

- Eu queria ter palavras melhores para começar esta conversa. Eu pensei muito em como começar e por onde começar, mas acho que a melhor maneira é pedir que você me ouça, sem me interromper, desde o início, para que você me entenda e eu consiga expressar tudo.

Paradox olha-o, ainda desconfiada, mas concorda.

- Pode começar quando quiser.

Ryuho junta as suas pernas, abraçando-as. Olhando para frente, relata todas as suas inseguranças quanto a Paradox por confudí-lo com seu pai e, mesmo gostando dela, não sabia se ela gostaria dele ou acharia que estaria com ele imaginando o pai.

Eles conversam e se acertam, com Ryuho falando que estava cada vez mais difícil resistir à Paradox de tão linda e gostosa que ela era. Mas Ryuho não sabia se dariam certo e queria conhecer os dois antes, até pq Ryuho sabia q gostava mto de Paradox mas não a amava como Paradox o amava.

Paradox, então, sugere algo casual, como Íntegra fizera com Jabu, para ver se Ryuho tem certeza doq sente. Ryuho acha q é sacanagem, q estaria usando Paradox e brincando com seus sentimentos. Ela diz q aceita pois ela o ama demais e está disposta a ficar assim se for para ter Ryuho nem q seja por um tempo. Ele até questiona como ficariam se terminassem, a questão da profissão deles de cavaleiros. Ela disse que agiria, ou ao menos tentaria, ser o mais profissional possível, ficando sempre em sua Casa se fosse o melhor para todos.

Ryuho fica um pouco relutante mas aceita a proposta. Ele gostava de Paradox e queria se redimir por ter feito ela sofrer. E aí ela pergunta quando poderiam começar a se relacionar e ele responde que poderia ser ali mesmo, pegando na nuca dela, pois ele a enche de tesão e queria muito provar a boca dela há muito tempo. Paradox fica sem reação ao estar nos braços de Ryuho, ele a puxando. Ela o encara, a sua boca, seu peitoral... ela estava queimando de tesão... próximos, ela enterra a mão na nuca de Ryuho e, vorazmente, ataca a sua boca, , puxando seu corpo para si, beijando insandecidamente, gemendo. Ryuho responde com a mesma sede e joga Paradox contra uma parede, beijando-a, pegando uma coxa e levantando-a até a sua cintura e usando a outra mão para passar em seus peitos e cintura, indo e voltando, massageando seus peitos com vontade.

Se beijam por tanto tempo que ficam sem ar e param, olhando um para o outro, com volúpia, respirando forte. Queriam mais. Mas Ryuho quebra:

- Eu não vou fazer isso com você – passa a mão no lábio inferior dela – não aqui, onde você se comunica com seus espíritos – Mas queria que você soubesse o tanto que te quero.

- Então vamos para minha Casa.

Ryuho se sobressalta.

- Agora?

- Sim. Eu te quero. Tenho te esperado por tanto tempo que não quero te esperar por mais nenhum segundo.

Ryuho olha para o chão, envergonhado:

- É que... eu não sou preparado...

Paradox semicerra os olhos, não entendendo muito bem, mas resolve chutar.

- Se é pela camisinha, não tem problema. Meus exames estão em dia e eu não tenho nenhuma DST nem nenhuma outra doença. Tomo anticoncepcional injetável há anos então você não corre o risco de me engravidar. – Ryuho permanece em silêncio e ela suspeita que seja ele quem tenha algo – Olha, se você tiver algo, não tem problema, tá? Eu aceito. Eu aceito qualquer coisa de você. Eu te esperei e treinei demais só para ter você. Você é perfeito do jeito que é e, se você tiver alguma coisa, eu aceito compartilhar com você pois eu quero tudo de você, tudo mesmo...

- Você não deveria ser assim – corta Ryuho.

Paradox se sobressalta.

- Sério. Sei que me ama incondicionalmente, mas deveria colocar sua saúde em primeiro lugar. E não, não tenho nada mas, se eu tivesse, você deveria exigir camisinha, sempre. Você não sabe por quanto tempo ficaríamos juntos e, normalmente, DST’s são mais letais para mulheres do que para homens. – pega na mão de Paradox, olhando profundamente em seus olhos – Por favor, para de se colocar subalterna à mim, ok?

Paradox apenas concorda, assustada. Ela não estava entendendo.[IPC211] 

- E eu não estava falando disso. – ele beija a mão da garota – Eu beijei apenas uma garota, por duas vezes, mas foram por horas, para treinar, porque eu não queria ser um cara que nunca tinha beijado garotas. Mas... eu... – coloca a mão de Paradox em sua testa – eu nunca fiz com nenhuma garota, sabe? – volta a beijar a mão dela – Agora que você sabe sobre tudo, eu ficava no trânsito entre os Cinco Picos Antigos, com a saúde debilitada do meu pai, e Palaestra, repassando informações, esperando a batalha iminente, treinando incansavelmente, sempre dormindo e acordando achando que aquele dia seria a batalha decisiva da Terra. Eu não conseguia pensar em nada que não fosse proteger meus pais e a Terra. E, quando vencemos Ares e Apsu, veio Pallas logo na sequência e não tivemos muito tempo para nada – ele faz carinho na mão de Paradox – e ... bem, eu não pensei muito em relacionamentos. – ele olha para Paradox – É muito estranho eu te querer tanto e não saber nem por onde começar! Eu estou com muita vergonha de admitir isso. Eu quero te beijar muito mas não tenho segurança alguma de fazer algo além.

Paradox coloca a outra mão no rosto do de Ryuho, dá um leve sorriso e diz:

- Deixa eu te ensinar, então. Você pode se soltar comigo, ter segurança. Não tem problema. – ele a olha: ela não tinha ideia de como era desconfortável para um cara virgem transar com uma mulher tão experiente. Mas... ele queria embarcar nisso. Queria... se entregar a isto.

- Bem, eu vou, mas com uma condição.

- Qual?

Ele a olha, bem fundo nos seus olhos.

- Eu quero realizar as minhas fantasias sexuais com você. – Paradox fica boquiaberta. – E eu quero que você faça o mesmo comigo. Se não for assim, eu não quero.

Ela não conseguia responder. Ela estava... chocada com o que tinha ouvido... pois era tudo o que ela mais queria na vida!

Sua mão escorregou para o lábio de Ryuho. Passando a mão no inferior, ela disse:

- Realizar as nossas fantasias é o que eu mais quero. Nunca imaginei... que eu poderia fazer isso. Se... você me deixar fazer... Eu serei a mulher mais realizada do mundo.

Ryuho leva a mão de Paradox em seus lábios e passa a língua entre dois dedos, indo e voltando, indo e voltando..., sem tirar os olhos dos olhos de Paradox. E entra com a língua entre os dedos dela, indo e voltando, indo e voltando... Deixa a mão dela cair e vai até seus lábios, colocando a mão em seu rosto e indo beijá-la. Paradox agarrou-o, como se ele fosse fugir e não quisesse deixar. Beijaram-se com muita intensidade e tesão, já que não aguentava mais segurar, e começou a gemer nos lábios do garoto, fazendo a ereção, que já estava pronta, que pulsasse ainda mais, melando sua calça. Ele precisava parar, se não, iria rolar ali mesmo.

Saiu do beijo, pegando o rosto de Paradox dos dois lados, dizendo:

- Hoje à noite. Na sua Casa. Eu prometo. Eu não quero que seja aqui, onde você está treinando.

- Você promete? Será hoje mesmo?

- Sim. Às 8h, eu estarei na porta da sua Casa, e eu serei todo seu até o outro dia, e você poderá fazer tudo comigo. Tudo o que quiser. – o sorriso dela alargou – E eu farei tudo o que quiser com você, depois de você.

- Tá bom – ela sorria, e Ryuho só queria beijá-la mais. E, por óbvio ele não se segurou e beijou-a mais, passando a mão por todo o seu corpo: seios, cintura, bunda, coxa... voltou para os seios e se demorou neles, massageando, apertando, passando a mão de um lado para o outro... até que Paradox pegou uma mão dele e colocou em sua vagina, acariciando-a por cima, fazendo-o assustar. Ela sorri nos lábios dele, abre os olhos e diz, encarando-o:

- É aqui que eu quero que você pegue. É AQUI – e rebola na mão dele, fazendo ficar extremamente ofegante, olhando para a mão na vagina dela. Ela pega o pênis de Ryuho por cima da calça, fazendo-o gemer.  – E eu quero pegar aqui. – ela o acaricia, fazendo-o ficar travado, vermelho, segurando para não pular em cima de Paradox. Ela estava adorando deixa-lo doido de tesão. Ela se afasta rapidamente – E, à noite, faremos tudo isso e muito mais. – ela sorri, colocando a mão para trás.

Ryuho precisa de vários momentos para se recompor. Ele sorri, vendo que tinha sido pego na mesma armadilha. Mas ela era deliciosa, não tinha como resistir. Nenhum homem resistia a ela.

Depois de alguns momentos, ele sorri e concorda. Ele iria encontrar com ela mais tarde. E iriam se aproveitar ao máximo. Ele prometia. Ela também. Ele desce e ela fica ali, olhando para o Santuário. Será que hoje, finalmente, ela teria Ryuho só para ela?

Ryuho descia da casa da Casa de Libra para a casa de Câncer, casa de Paradox, sagrada Amazona de Ouro, já que sua gêmea tinha conseguido a armadura de Gêmeos. Paradox tinha reformulado a casa de Câncer e todos os horrores que Máscara da Morte tinha feito havia desaparecido. E a Casa combinava com ela pois ela passou pelo inferno várias vezes, defendendo as irmãs. Câncer combinava mais com ela do que Gêmeos.

 

Eles tinham combinado que, naquela noite, Ryuho seria dela. Ao conversarem mais cedo, Ryuho tinha se revelado para ela, falando que gostava muito dela mas não a amava como ela o amava, mas estava disposto a ficar com ela pois não queria mais se afastar dela, não depois do que passaram com Zeus, não depois das revelações de Athena, não depois de tudo. Ele não perderia mais tempo com as possibilidades do sangue de Athena surgir deles pois, afinal, a decisão também era dela e caberia a ela querer continuar ou não. E Athena, agora com mais dois filhos a caminho, tinha mais gente para salvaguardar seu sangue na Terra. Ele tentaria este relacionamento e... se não desse certo, ele ao menos poderia saber que tentou. Não ficar com remorso de que, por pensar em tanta coisa, não havia tentado.

 

Paradox estava na porta da Casa, olhando as estrelas. Ele ainda estava longe, mas via que ela estava com os braços à frente, com as mãos entrelaçadas e remexendo-as, extremamente nervosa. Ele sorri. Claro que estaria! Ela estava realizando o seu sonho de tantos anos, que era ter Ryuho para si, por uma noite, e ela estava ansiosa.

Nas escadarias entre as Casas de Leão e Câncer, Paradox vira-se ao sentir a presença do amado, e sorri ao vê-lo. Ele retribui o sorriso e continua caminhando no mesmo passo. Ela vira-se para ele, aguardando-o.

Ele chega, calmamente, até ela, estende a mão para ela, que pega e entram na casa.

Paradox tinha dado uma atmosfera diferente na Casa: ela cheirava do mesmo jeito que os Cinco Picos Antigos cheirava: a floresta, pinhos, água corrente... a vida! A Casa estava limpa.

No quarto destinado aos protetores de casa, antes do quarto propriamente dito, havia uma pequena sala, com uma mesa quadrada de quatro cadeias. Depois, um quarto e, ao seu lado, um banheiro com uma grande banheira dentro.

Nesta sala, Paradox respirou fundo e olhou para ele, perguntando se ele tinha certeza, o qual concordou, apertando a mão dela.

No quarto, como ambos estavam com roupas leves, ele pediu para tirar a blusa dela. Ele tirou e viu os seios balançando levemente no sutiã. Aproximou mais dela, deu um beijo no pescoço e desabotoou o sutiã, trazendo para frente, ele observando os seios dela caindo levemente. Eram maravilhosos: grandes, cheios, pesados...

Deixou o sutiã cair e olhou para ela, q o olhava com vergonha. Ele passou a mão direita no rosto dela, sorrindo, dizendo para ela ficar calma pois ia dar tudo certo. Ela coloca a mão no peito dele, sobre a camisa, e concorda. Ele olha para as mãos dela e pergunta se ela quer tirar e ela diz que sim. Ele levanta os braços, ela morde o lábio inferior e tira, mostrando o tanto q Ryuho tinha se desenvolvido: musculatura perfeita, ombros largos, altura levemente maior que ela... ele era muito gostoso.

Ela passa a mão em todo o tórax dele, olhando-o com luxúria, passando as unhas, as mãos com força, olhando cada detalhe, guardando tudo na memória.

Ele, com os braços ainda levantados, desceu e passou no cabelo dela, pegando uma pequena mechas de cada lado, fazendo-a olhar para ele, e ele une as mechas entre os seios dela, fazendo-os descer por entre os seios. E passa a mão por eles, levemente, de forma redonda, em sentido horário, olhando-a avidamente.

Pega uma mão dela, que estava no seu peito, espalma em si, com a outra, vai na lombar dela e puxa-a pra si, com força e, com narizes colados, sussurra:

- Pode fazer o que quiser. Pode pedir o que quiser. Hoje, eu sou seu.

Os olhos dela brilham.

Mas aí ela pensa e diz:

- mas... não é a sua primeira vez?

- Sim, mas não impede de eu fazer o que você quiser.

Ela ficou ligeiramente confusa, mas resolveu não perguntar. Deixaria para o momento. Passou a mão no rosto dele. Ele tirou a outra mão que estava no seio, passou do pescoço para a nuca e puxou  levemente os cabelos para beijá-la. Ela gemeu em seus lábios, que abriram para recebe-lo. As mãos dela saíram do tórax e foram para as costas e sua perna subiu para a sua cintura, agarrando-o. A mão da lombar desceu para segurar a perna e ele se impulsionou contra ela, beijando-a forte. Paradox passava a mão por todo o corpo dele, até chegar na bunda de Ryuho, e apertou para si, fazendo-o grunhir e se impulsionar ainda mais para ela, sem parar de beijar.

Ele passa a mão do meio da coxa dela até a bunda, apertando-a, fazendo delirar.

 

Fazer mais o sexo deles, violento, sujo, com anal.

As fantasias que Ryuho quer dão prazer para Paradox e vice versa. Gostam de tapas, puxões de cabelo, apertar forte, mordidas, entortar enquanto penetra... ficar de quatro, empinando muito, tanto vaginal quanto anal. Arranhões, chupões. A violência, comedida, dá tesão a eles, que se encontram na cama.

Que ela quer se entregar sem camisinha (usa anticoncepcional injetável) e não importaria se ele tivesse DST pois se preparou para ele.

 

No outro dia, eles acordam, Paradox do lado da parede e ele do lado de fora. Paradox acordou primeiro e viu que ele a abraçava pela cintura, com o braço jogado por cima de sua cintura, como se a protegesse. Ela fica muito feliz com isso, mas sabe que vai acabar, pois ele prometeu apenas uma noite. Queria que não acabasse. Olhando-o, ele acorda, sonolento. Ele puxa-a para si e dá um selinho. Aninha-a contra si, encostando testa contra testa, fazendo carinho no rosto dela, aproveitando aquele momento de intimidade.

Sem ver, ela solta que não queria que aquilo acabasse, e ele também diz que não, a surpreendendo.

Ele diz que quer que aquilo continua, mas ainda não sabe como fazer. Ele realmente gosta dela. Não tem a magnitude do sentimento dela, mas gosta dela. E percebeu que são muito compatíveis. Ele não quer perder isso. Ela disse que o espera. Se quiser, eles podem começar casualmente, assim como sua irmã começou com Jabu, até ele ter certeza do que sente e, se ele ver que não dá conta, ela vai entender e tentar seguir em frente.

Ele a olha profundamente e vê o quanto ela se dedica a ele, o quanto se coloca por baixo apenas para tê-lo. O quanto se coloca em segundo plano quando o assunto é tê-lo. Ele acha errado e fala isso, e diz que vai pensar em como resolver isso. Beija-a, carinhando no rosto. Dá um selinho. Levanta e estende a mão para ela se levantar.

Pergunta se ela quer tomar banho antes de descer e ela confirma. Ele diz que vai para o seu casebre, para que não fique com o cheiro dela e não cause constrangimento para ela. Ela assente. Veste sua roupa, dá mais um beijo dela e sai.

Na porta da Casa, ele vê que o amanhecer estava começando, estando o sol nascendo. Ele respira aquele ar que mescla garoa inicial da manhã e o fim da noite. Olha para cima, para a Casa do pai. Como será que foi para ele decidir ficar com a mãe, na situação em que estavam? Foi tão fácil assim? Simplesmente sim? Ele tinha tanta coisa em jogo....

Ele coloca as mãos nos bolsos e desce as escadarias devagar, pensando. Na Casa de Aries, Raki estava um pouco a frente, com Kiki, reconstruindo as armaduras remanescentes. Ao vê-lo, Raki acena feliz. Kiki o olha, olha para cima, volta a olhar para ele, com olhar maroto, sorri acenando positivamente com a cabeça, como se dissesse que fez a coisa certa, e volta a trabalhar nas armaduras, chamando Raki de volta, falando alguma coisa baixinho com ela.

Ryuho sorri. Depois que ele assumiu ser um pai adotivo para Raki e ela sentiu o mesmo, a dinâmica dos dois mudou completamente. Era legal ver que Kiki com uma filha adotiva.

Ele vai até seu casebre. Agora, tudo tinha mudado: ele vivia sozinho (colocar o pq e q é decorrente da reunião de Athena após batalha de Zeus, explicando o sangue de Athena em todos e sobre a Lógica). Em seu quarto, tira a roupa e, por mais estranho que parecesse, sentiu o cheiro de Paradox em suas roupas. Com custo, colocou no cesto de roupas sujas que lavaria depois. Pegou a toalha. Tomou banho. Ao sair, notou os chupões que tinha no pescoço: três do lado direito e dois do esquerdo. Vários arranhões no peito. Chupões. Ele passa a mão em si, sorrindo. Para uma primeira vez, foi a coisa mais selvagem que poderia ter. Foi muito melhor do que ouviu falar dos outros caras. Gostou de ela ter se preparado para ele, pq ele teve uma noite incrível.

E isto o remeteu ao pensamento... era justo manter tudo escondido, igual Jabu e a sua irmã fizeram? Manter casual? Ele era orgulhoso do que fizeram, pois ele tinha sentimentos por ela, mesmo não sendo iguais aos dela... mas podiam crescer, não? Sua mãe falou isso. E eles eram bem compatíveis sexualmente falando.

Enquanto se vestia, ele pensou muito sobre isso... continuar escondido, esperando o que quer que tinha que esperar por ele e, quando ele estivesse bem, assumirem... mas e ela? Se desse errado, ela ia sair mto quebrada. E ela tinha o direito.... ela podia e devia ter o direito de todos saberem que estavam juntos pois ela sempre deixou claro q gostava dele e qdo finalmente estavam... tinha q esconder? Não era certo.

Após vestir as suas roupas, percebeu que não tinha nada para esconder os chupões. Sorriu para seu reflexo. Estava decidido, então.

Caminhou calmamente para o Refeitório. Todos já deviam estar juntos, antes de treinar e fazer o que faziam. Entrando, viu que Shina estava sentada com Geki, falando algo. Jabu comia mas estava com as pernas abertas e costas encostadas na parede, para que Integra ficasse entre ele e comesse colada a ele. Souma não estava a vista. Mas Kouga conversava com uma Yuna taciturna, em uma distância segura. Seiya estava falando com Nachi e Ban. Ele notou que Paradox estava se servindo, de costas para ele.

Mas foi Icchi quem começou:

- Bom dia, cavaleiro! Que marcas são estas?

Ele sorriu. Olhou para Paradox, viu que ela estava se virando. Viu que ele acompanhou o seu olhar e arregalou os olhos. Os demais começaram a reparar e começaram a olhar de um para o outro. Quando Paradox virou-se para ele, ela estava com um e-sharpe em volta do pescoço que se juntava na blusa de manga comprida. Ao ver que Ryuho com os chupões, arregalou os olhos, ao mesmo tempo em que ele disse, casualmente:

- Passei a noite com Paradox, minha namorada. Por isso.

Na hora, ela deixa o seu prato de comida cair. Suas mãos começam a tremer. Olhos arregalados.

Ele olha para ela, sorrindo docemente. Estende a mão para ela:

- Venha. Eu posso te servir. O prato devia estar escorregadio. Icchi não sabe lavar direito, né?

Ela tenta balbuciar alguma coisa. Sua mão estica muito pouco. Ryuho vê que a paralisou de uma forma que não esperava.

Vai até ela, pega as duas mãos, une-as, junta nariz-a-nariz e sussurra:

- Tomei a decisão. Estamos juntos. Eu não vou deixar isto tornar-se casual. Não com você. Você não merece isso. – coloca a mão no rosto dela – Eu gosto muito de você, muito mesmo, e nada obsta que eu possa vir a te amar, assim como vc me ama.

Os olhos dela se enchem de lágrimas. Ela o abraça e eles se beijam.

Alguém grita que Paradox tinha finalmente conseguido oq tanto quis (talvez Geki). Jabu bate palmas. Íntegra também. E, logo, todos estão aplaudindo os dois. Paradox começa a interromper o beijo, nitidamente envergonhada, começando a se afastar. Ele a puxa de volta, dizendo que não. Se era para ficar junto, era junto direito. Ela tinha buscado tanto aquilo. Lutado tanto... agora que conseguiu, que aproveitasse.

Paradox começa a chorar e coloca o rosto no pescoço dele. Ele a abraça, fortemente. Sentia seu coração quente. Aquela mulher, que era tão grande para ele antes e, agora, ele era maior que ela... ela, mais velha e mais experiente que ele, que passou por tanta coisa... estava indefesa em seus braços. Ele se sentia enorme em poder protege-la. Abraçou ainda mais. Que foda-se o futuro. Ele iria curtir o momento com aquela mulher incrível.

 

Xxxxxx

 

 

                Depois deste mesmo dia do Refeitório, Ryuho tinha combinado de passar mais uma noite com Paradox. A Casa de Câncer tinha uma porta secreta para levar aos aposentos secretos e suntuosos da Casa, feitos por Máscara da Morte, ao que parece.

                Paradox tinha treinado e estava em seu box, com a perna apoiada na parede, encurvada sobre ela e os cabelos caídos do lado oposto. Todo o seu corpo estava para o vidro, que dava para a porta.

                Ryuho, que tinha aprendido como entrar nos aposentos reservados da Casa, entrou e fechou. Ouviu barulho de água caindo e foi para o box. Ao chegar na porta do banheiro, o chuveiro foi desligado. Ele deu duas batidas e chamou pela namorada. Ela não respondeu. Chamou-a novamente. Ele temeu que ela estivesse desmaiado.

Tirou a camisa, para que pudesse ampará-la, e abriu a porta abruptamente, esperando ver o pior. Quando viu Paradox pelada, naquela posição, ficou confuso. Ela, ao vê-lo com a camisa na mão e entrando daquele jeito, ficou parada, perplexa, encarando-o de cima abaixo.

Alguns segundos passaram-se de ambos se encarando. Até que Ryuho perguntou:

- Está tudo bem? Eu bati na porta e te chamei, por duas vezes, e você não respondeu.

Devagar, ainda olhando para ele, Paradox desceu sua perna e disse:

- Desculpe. Estava desligada. Eu... – ela olhou para sua perna – Estava concentrada em mim.

Ryuho aproximou-se do box e abriu-o devagar. Estando um pouco mais alto que ela, colocou a mão em seu rosto e perguntou:

- O que te aflige?

- Eu acho... que tem alguma coisa... nas minhas pernas. Vi algumas veias nela. Tenho que ver Eiri.

- Tudo bem. Vamos agora?

Paradox vira o rosto rapidamente para Ryuho?

- Nós dois?

- Claro. Estamos juntos. Não há motivo para você ir sozinha.

Paradox ficou com os olhos mareados. Colocou a sua mão sobre a de Ryuho e respondeu:

- Obrigada. Isso significa muito para mim, muito mesmo.

Ryuho aproxima-se dela, dizendo:

- Eu vou ficar do seu lado. Enquanto estivermos juntos.

 

Passar para o sexo deles.

Ryuho gosta de se esfregar nos peitos de Paradox. Esfregar sua cara inteira enquanto a come. Comendo, chupando seus peitos e enfiando o dedo no seu cu. Paradox fica em êxtase.

De quatro, Ryuho chupa tanto a buceta quanto o cu de Paradox. De pé na parede, Ryuho come Paradox.  Ele amarra-a nos pulsos, deixando-a levemente dependurada, e agacha-se, para chupar. Agachado, vendo sua buceta encharcada e o seu cu piscando, ele vê a imagem mais maravilhosa da vida. Chupa um e enfia dedos no outro, intercalando. Coloca os pés dela em seus ombros, ainda chupando, esfregando a cara inteira.

Sempre que a comia, seja no cu ou na vagina, dava um jeito de enfiar os dedos nos outros buracos. E, se estava de frente, ficava se esfregando em seus peitos, dando mordidas, chupões e sugando o que podia, mas, claro, não era possível pois os peitos de Paradox eram enormes.

Paradox arranhava o peitoral de Ryuho e o mordia no pescoço. Eles faziam 69 de lado, ela apoiando a cabeça na coxa dele. Ryuho nunca chupava só a buceta dela, era sempre buceta e cu: vidrado nos dois buracos dela. E, quando estava em seus peitos, se esbaldava, se esfregava ao máximo.

Eles chupavam o pescoço, do ombro até a orelha, marcando-se, de ambos os lados.

Paradox pediu autorização para ir em Athenas e comprou fantasias sexuais. Ela pediu para Ryuho ficar pelado e espera-la. Ela voltou com uma blusa que era, basicamente, tiras hipercoladas no peito, que davam a impressão que estavam quase explodindo. Uma meia até metade da coxa. Uma micro-saia, que tampava só a pelve e, na bunda, tinha um plug anal com um rabo da cor dos seus cabelos. Ao entrar, o pau de Ryuho já pulsou e Paradox viu, sorrindo. Ele logo avançou para ela mas ela o parou dizendo que queria que ele a chupasse e se masturbasse. Não poderia tocar nela. Mas tinha que começar a se masturbar antes, enquanto ela desfilava para ele. Ele abriu levemente as pernas, apoiou uma mão no colchão e começou a se alisar. Paradox andou devagar, de um lado para o outro, devagar, girou, para ele ver que estava sem calcinha, apalpou seus seios, mostrando que a “camisa” estava prestes a explodir, do jeito que Ryuho gosta. Ele estava boquiaberto, se masturbando cada vez mais forte. Ela rebolou para ele, para ver o plug em seu ânus. Ryuho soltou alguns grunhidos. Ele falou que estava quase gozando, então ela ajoelhou nele e pediu para gozar na boca dela e engoliu a cabeça dele, acariciando as bolas. Mais um grunhido com gemido e jatos quentes e fortes foram sentidos por Paradox. Ele ficou de olho aberto até começar a gozar e aí fechou os olhos revirando, sentindo um puta prazer. Paradox sugava tudo. Ela adorava sugar Ryuho: era viciante! A porra dele era diferente das outras que experimentou e ela viciara. Ryuho caiu pra trás, não conseguindo se segurar, mas já avisava que queria rasgar a roupa e se perder nos peitos de Paradox. Ela disse que, para rasgar, tinha que chupa-la até gozar. E, assim que ele se recuperou, ele obedeceu: sentado, na beirada da cama, ele apenas dava leves bombadas no seu pau, para ir se preparando para a próxima rodada. Chupou a buceta dela, indo para a virilha, clitores, pedia para ela rebolar na sua cara e, depois de ela se esbaldar na sua cara, ela gozou.

Ela foi caindo na cama e Ryuho foi segurando. Ele a olhava, vidrado, doido para mais. Colocou-a de lado, para o plug não machuca-la. E, enquanto se recuperava, ele foi beijando dos ombros até a orelha. Não queria beijar a fantasia até ela estar recuperada.

Quando ela voltou, a primeira coisa que queria era se esbaldar nos peitos, mas ela não deixou. Ela disse para arrancar a saia. Ele rasgou. Ela cavalgou de pé, fazendo seus peitos pularem para Ryuho ver e Ryuho só sentir o caimento debaixo, quando caía. Depois, colocou a mão dele na sua bunda e continuou cavalgando. Aproximou os peitos dele e cavalgou, sem deixar ele lamber. Ryuho estava sendo torturado. Ao mesmo tempo que era terrível, ele estava gostando. Ela levantou e virou de costas, cavalgando, mostrando o plug balançando. Ryuho apertou a bunda e começou a bater. Aqueles cabelos perto da bunda e aquele plug estava uma delícia. Ele pediu o cu dela. Ela pediu para ele tirar o plug. Ele tirou. Ela tirou a buceta e enfiou o cu no pau do Ryuho. Ambos gemeram juntos. Ele levantou e começou a chupar o pescoço dela, fodendo forte o cu dela. Ela já estava gemendo muito. Ele colocou as mãos debaixo dos peitos, sentindo apenas os peitos caindo, ficando cada vez mais louco. Paradox gritou que ia gozar e chamou pelo nome dele e fez Ryuho puxar o cabelo dela e chupar ainda mais o pescoço dela.

Assim que terminou de gozar, ele pediu desculpas mas disse que precisava dos peitos dela. Deitou-a e arrancou a “camisa” que explodiu para fora. Colocou a língua pra fora e passou no meio dos seios, sentindo o suor ali no meio. Esfregou o rosto e começou a chupar de ambos os lados, louco para meter nela. Chupou ambos os peitos, pulando de um para outro, até chegar no mamilo, quando sugava com força e puxava. Paradox começou a sentir um pouco de dor mas não se importou. Ela viu que deixou o namorado louco de tesão e resolveu deixar ele descontar o tesão em si.

Só precisou de um sussurro pra deixar ele mais louco: “come meus buracos”. Com força e fundo, meteu na buceta de Paradox e enfiou dois dedos no cu dela. Os dedos ficaram quietos, mas ele metia com uma velocidade e ferocidade loucas. Ele ficou com uma boca grudada em um dos peitos e a outra mão apertando o outro, apertando a feição, como se fosse um sacrifício estar fazendo isso. E ela sentiu quando ele estava gozando, pois um gemido veio antes, uma sugada mais forte, uma acomodada na mão do peito e colando nela. Ele sentia que estava jogando tudo nela, batendo osso com osso. Ele travou nela. Demorou alguns segundo para ele abrir a boca e respirar mais forte, mas a língua estava no mamilo nela. Ele não desgrudava nela.

Demorou um tempo para ele tirar os dedos do cu, a outra mão do peito e o pinto da buceta. Mas a boca... ele continuou lambendo mais um pouco. Subiu um pouco nela e, com os olhos brilhando e sorrindo, disse:

- Eu sou louco com o seu corpo, mas os seus peitos são meu ponto fraco, definitivamente. Eu adorei. Mas, se vc fizer mais vezes, eu posso ficar violento.

Paradox colocou a mão no rosto dele:

- E se eu disser que comprei várias fantasias focando nos meus peitos, só pra te enlouquecer?

Os olhos dele brilharam.

- Mas não vou usar tudo de uma vez. E vi que posso reaproveitar algumas roupas velhas. – ela olhou-o de cima abaixo – te ver violento assim... sedento pelo meu corpo... é uma delicia! – ela o puxou para o beijo longo e, quando parou, ela disse – Eu te amo!

Ele sorriu. Ela esperava que ele iria falar qualquer coisa sobre não amá-la da mesma magnitude, mas ele se aproximou, deixando nariz com nariz, e disse:

- Eu também te amo. – os olhos dela brilharam.

- Sério? Desde... quando?

- Então... – ele sentou na cama e a puxou, deixando-a em seu colo – eu conversei com meus pais, perguntando quando eles souberam que amavam um ao outro e, bem, eles não souberam precisar quando isto ocorreu. Apenas que, em determinado momento, queriam ficar apenas um com o outro e que apenas beijos não eram o suficiente. E o sentimento era muito maior. – ele passou a mão no rosto dela – E eu comecei a pensar... pensar... pensar... Bem, pode ser que toda a minha racionalidade impediu de perceber que eu te amava e fez achar que eu apenas gostava de você. – passou a mão na boca dela – Acho que demorou muito para eu te falar – olhou fundo nos olhos dela – mas, sim, eu te amo. E creio que seja na mesma intensidade que você. Ou maior. Mas não acho que vale a pena ficar comparando.

Paradox ficou emocionada e jogou os braços em volta do pescoço de Paradox, sorrindo. E começou a falar que estava feliz demais em saber disso. E que o amava demais. Ryuho retribuiu o abraço e ficaram assim, por um tempo. Ele disse que não sabia que eles iam casar ou coisas assim, pois ele tinha apenas 16 anos, mesmo sentindo que tinha uns 28 anos. Mas ele queria tomar um passo de cada vez. Entretanto, ele só tinha interesse de ficar com Paradox. Ficar ao lado dela, com ela, passar mais tempo com ela, transar cada vez mais, de métodos diferentes. Só interessava Paradox e mais nada nem ninguém. E Paradox diz o mesmo.

Eles se beijam e vão tomar banho. Depois, ficam na banheira. Paradox vê que se machucou mais desta vez e usa algumas pomadas que Eiri deu, que aceleravam a cicatrização durante a noite, estando normal pela manhã, devido ao sangue divino dela. Eiri deu pois os dois apareciam cada vez mais machucados e estava causando constrangimento para os demais.

 

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Colocar na vez que os dois resolveram fazer uma fantasia louca: transar de armadura! Eles só tiraram as partes que ficam perto das partes íntimas e, quando começaram, as armaduras começaram a ressoar. Eles esqueceram que as armaduras eram vivas e ficaram com medo das armaduras ressoarem com as demais e dar merda de as duas chamarem as demais. Então, pararam.

Mas foi uma experiência louca e divertida.

 

 

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No Santuário, devido Athena assumir o Olimpo e Kouga o Santuário, os cavaleiros e amazonas treinavam e se mantinham em treinamento apenas para os chamados de Zeus de outros planetas, que ocorriam sazonalmente. Kouga guiava a humanidade para a prosperidade, evitando a regressão e Athena evitava que deuses de outros planetas acatassem a Terra, recebendo o comunicado de Chronos e Zeus antecipadamente e enviando parcelas de cavaleiros para ajudar na proteção intergaláctica.

Tendo em vista que as mortes não eram tão constantes, existiam mais crianças e adolescentes do que adultos para esperarem armaduras e praticamente todo o panteão de Athena estava preenchido, assim como os Cavaleiros de Aço. Isso dava mais espaço e tranquilidade para os cavaleiros terem família e treinarem seus filhos para guerrearem e, aqueles que se rebelassem, bem... teriam que se ver com Kouga.

Os homens que chegavam ficavam encantados com a beleza das gêmeas, secando-as, deliberadamente. Íntegra cortava-os automaticamente, lembrando-os que, mesmo sem armadura, ela era Amazona de Ouro de Gêmeos e, se eles não quisessem ir passear em Outra Dimensão, era para parar de olhar assim para ela. E logo dava a mão para Jabu, Cavaleiro de Ouro de Escorpião. Quando eles descobriam que eles eram casados e tinham o sangue divino de Athena, eles se afastavam, pois não queriam encrenca com o sangue de Athena e com pessoas tão poderosas.

Já com Paradox, as coisas demoravam para rolar. Como ela não percebia que tinha esses olhares, por estar concentrada nos treinos e nos seus pupilos, quando se dava conta, os olhares já eram terríveis. E os gatilhos da infância sofrida vinham. Ryuho tentava impor, mas muitos não o respeitavam, tanto por um cavaleiro de bronze falando em nome de uma Amazona de Ouro e tanto por que ele era “namorado”. Eles não mostravam o relacionamento em público, ao contrário da irmã, e ninguém respeitava Ryuho por isso.

Paradox, então, percebeu que não ia ter jeito. Combinou com Ryuho que, quando os olhares viessem, Ryuho viesse, chamando-a e eles iriam dar um leve beijo. E iriam começar a andar de mãos dadas, igual Integra fazia. Não adiantou muito. Paradox perdeu a paciência e juntou todos e mandou eles passearem com ela no Yomotsu. Se eles continuassem com isso, ela os deixaria ali, para sempre. Se eles não respeitassem por bem, iriam respeitar por mal. E que eles fizessem o mesmo com cada pessoa que entrasse ali. E isto aconteceu.

Já com Ryuho, as mulheres ainda corriam atrás dele, mas ele as cortava delicadamente, dizendo que já tinha namorada. Elas ainda insistiam e ele cortava mais insistentemente, mas sem ser grosso, pois não era do seu feitio. Quando elas se jogavam nele, ele desviava e ignorava.

Mas tudo mudou quando o NOIVADO dos dois foi anunciado.

Os homens e mulheres que ainda tinham interesse foram no local, querendo provocar e tentar algo. Mas quando viram os dois, apaixonados, olhando um para o outro tão somente, desistiram. Realmente, o cavaleiro de bronze de dragão detinha o coração da Amazona de ouro de Câncer e vice-versa.

 

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Paradox e Ryuho estavam cada vez mais unidos. Ryuho tinha parado de voltar para o seu casebre e voltava para a Casa de Paradox. Até tinha colocado suas roupas, que eram poucas, no imenso guarda-roupa de Paradox. O namoro deles estava firme e forte, mesmo com pessoas dando em cima deles. Eles eram profissionais: no Santuário, focavam-se nos treinos, em treinar os pupilos e fazer seus afazeres. No Refeitório, ficavam lado a lado, conversavam com os demais mas não davam muitas afeições, máximo dando as mãos. Na Casa, eles se entregavam a beijos, carícias, sexo mais selvagem e BDMS possível e carinhoso as vezes. Faziam no chuveiro, na banheira, na cama, na mesa... em vários lugares. Mas Paradox começou a se perguntar se Ryuho amava ela mesmo ou se ele amava o corpo e o sexo deles.

Após uma sessão de sexo, eles estavam deitados lado a lado, se recuperando, com aquele sorriso de satisfação. A pergunta de Paradox a martelava. Então, ela começou a cogitar se perguntava ou não. Ryuho percebeu a mudança, colocou o braço por cima da barriga dela, aproximou-se e perguntou:

- O que você está pensando, meu amor?

Paradox hesitou por um tempo, antes de falar:

- Então... eu estava pensando aqui... e por favor, não pense que estou duvidando de você nem nada... – Ryuho vira-se de lado, ainda com a mão sobre a barriga dela, apoiando a sua cabeça em sua mão – Mas é que... bem... a gente tá junto há mais de um ano e... bem, a gente só demonstra que se gosta aqui dentro.... e, bem... você não fala muito que me ama, só que quem falo... eu fiquei pensando... sabe... – ela engoliu em seco, lá vai – se você realmente me ama ou se ama só o meu corpo.

Ryuho olhou para cima. Ele estava falhando miseravelmente com a garota que amava. Fechou os olhos, suspirou, tirou a mão da sua barriga e pegou a mão de Paradox, começando a dizer:

- Eu tenho que te pedir desculpas – Ela gelou. Pronto, ele iria terminar com ela. O caso deles era só sexo. Ela ia perder Ryuho – Eu não tenho sido claro referente aos meus sentimentos. – ela começou a tremer. Ele ia terminar com ela. Era agora. Era agora – Desde aquela vez que eu falei que te amava, eu, realmente, não falei mais mas achava que, apenas demonstrando, seria o suficiente, mas não o é. Eu também tenho que falar. – ela ficou confusa. Ele colocou a mão dela na altura do seu coração – Me desculpa por não ter feito isto antes, de maneira adequada. Sim, eu te amo. Te amo muito, mesmo. Eu amo o seu corpo. Amo o sexo que fazemos. Mas, acima de tudo isso, eu amo a mulher que você é. A mulher forte e intensa que você é. Aquela mulher que eu conheci quando tinha 9 anos, que tinha passado por coisas horríveis e que, normalmente, ninguém sobrevive. Aquela mulher em corpo de uma adolescente de 14 anos que acreditou em seu cosmo, mesmo não sabendo disso, seu cosmo divino, esse mesmo cosmo que fez ela ter forças para livrá-la e livrar a irmã de coisas terríveis. – Ryuho deixou a mão de Paradox em seu peito e passou a mão em seu rosto, continuando a dizer – Amo aquela mulher que, num primeiro momento, me tratava com tanto respeito e carinho que parecia uma irmã mais velha e que, sem eu notar, ela já dizia que me amava. E eu me negava. – ele sorri – Na verdade, é bem como meu pai disse: eu não sei bem quando comecei a gostar de você, mas eu sei que tem muito haver com você esfregar seus peitos em mim, pois, quando eu descobri a masturbação, eu me masturbava enlouquecidamente pensando neles em mim – Paradox arregalou os olhos, abrindo levemente a boca – Não tem porquê eu esconder de você. Eu, realmente, tenho uma tara enorme pelos seus peitos. Só os seus peitos. Pode ser pelo fato que cresci com eles na minha cara?

- E que eles cresceram sendo esfregados na sua cara? – diz Paradox, meio sorrindo, meio sem graça. Ryuho olha para cima, pensando um pouco, antes de concluir.

- Hmm.. pode ser. Mas eles nunca deixaram de ser gostosos. – ele desce a mão e passa, levemente, a mão por eles, olhando-os – Eu sou tão louco com você que, mesmo agora, já estou ficando com vontade de me esbaldar neles. Esfregar minha cara... meu pau.... minha língua... comer seus buracos enquanto enfio minha cara neles... – Ryuho desceu rapidamente e deu um selinho no mamilo dela – Só de te ver eu quero te comer. Transar com você. E eu acho que isso é uma manifestação do meu amor por você. Eu só desejei você na minha vida. Falei aos quatro ventos que não gostava nem nada mas, às 4 paredes, para quem eu batia punheta? Pra você. Era só você na minha mente. E, depois, eu me sentia culpado. Tentava pensar em outras garotas de Palaestra, mas – ele apontou para o seu pau – Ele não subia. – ele riu, olhando para ela – Acho que ele sempre quis você. Até beijei aquela garota, para tentar deixar de ser bv e ver se atiçava algo, mas... nada mudou. – voltou a mão para o rosto dela – Então, eu quero dizer e quero que você saiba: eu te amo. Amo você todinha. Tanto física quanto psicologicamente. Tudo em você eu amo. Eu só não amo quando não estamos juntos. E, sobre demonstrarmos carinhos mais em público – ele dá um sorriso amargo, fechando os olhos – você acabou de estragando meus planos.

Ele pula da cama e vai até o guarda-roupa, procurando algo no fundo.

Paradox demora alguns segundos, matutando sobre o que seriam estes planos... até que ela grita. Não! Não era isso!

Quando Ryuho houve o grito, ele sorri e acha a pequena caixa vermelha de veludo. Vira-se e vai até ela, que olha para a caixa com as mãos na boca e olhos mareados. Ryuho estava ostentando um sorriso de orgulho. Ele diz, enquanto caminha para a amada, que começava a sentar na cama:

- Eu não vou fazer igual meus pais e tios, que, simplesmente, juntaram e estava tudo bem. Você tem sangue divino nas veias e eu quero te dar um noivado e casamento divino. Uma pena que você estragou o pedido antes e ele não vai ser tão romântico quanto eu tinha planejado, mas a cerimônia ainda vai acontecer. – ele ajoelha-se com uma das pernas, pega a mão esquerda de Paradox, tirando da sua boca, que ainda estava aberta, os olhos mareados, e diz – Você, Paradox Ogawara, que ostenta o sobrenome emprestado da genealogia da sua mãe, aceita casar-se comigo, Ryuho Suiyama, assumindo, assim, o meu sobrenome?

Paradox começa a chorar e pula no pescoço de Ryuho, apertando-o fortemente. Ela estava realizando um sonho: ia casar-se com quem mais amava! Era... era tudo o que queria! O que mais queria! Mesmo já se sentindo casada, ela ia ter uma cerimônia!

Ryuho afagava as costas dela, sorrindo. Acha que isso era um sim, mas ela estava emocionada demais para dizer. Passou-se um tempo até ela largar Ryuho, limpar as lágrimas, olhar para ele e dizer:

- Mas – ela funga – você não está muito novo para casar não?

Ele ri de desgosto. Era isso que ela ia perguntar?

- Olha, mesmo com 17 anos, eu me sinto como se tivesse 30 anos. Eu vivi coisa demais nesse tempo e tive responsabilidade demais nesses primeiros anos de vida. Me sinto maduro o suficiente pra isso. – ele coloca a mão no rosto dela – Depende de você, agora.

- Se você se sente assim, então, SIM! EU ACEITO! – ela beija-o. Ryuho a aperta contra si. Ambos pelados após sexo: não era o romantismo que queria mas servia.

Ele para de beijar e pega a mão dela para colocar o anel. Assim que o encaixa, ela vira para ver o grosso anel dourado com um brilhante no meio, mas viu que ele ficou largo. Eles franzem o cenho.

- Achei que tinha acertado. – diz Ryuho

- Como?

- Usei a mão da sua irmã de molde. Mas parece que a mão dela é mais grossa que a sua.

Paradox coloca as mãos na cintura e diz:

- Ah, então estava tramando com minha irmã?

Ryuho sorri ao dizer:

- E com Jabu e meus pais. Era surpresa, até você estragar. – ele estica a mão – vou pedir para diminuir um número, eu acho.

Paradox estica a mão para si. Ela sorri.

- Não vai ser preciso. – ela concentra-se e faz o anel ajustar-se no seu dedo. Ryuho fica impressionado.

- Você também tem poderes!

- Então... não. Eu estou apenas manipulando metais, algo que venho testando. Não sei se é beeeeem poderes, mas acho que deu certo. – ela estica a sua mão – Agora é a minha vez.

Ryuho dá a caixinha para Paradox. Ela retira o anel e coloca-o no anelar da esquerda de Ryuho. E, depois, dá um beijinho dele. Até que percebe:

- Acho que era no direito.

Ele puxa-a para um beijo.

- Hoje, usaremos no esquerdo. Amanhã cedo, a gente tira e, na festa, colocamos no anelar certo, pode ser?

Ela coloca a mão no rosto dele e diz:

- Sim, pode!

Eles fazem amor, mais leve e devagar, com as mãos unidas. Depois, ficam na banheira, ela entre as pernas dele. As bolhas os relaxam e eles dormem. Acordam algum tempo depois e vão para a cama. Esquecem-se da hora e vão atrasados para o Refeitório, mas juntos e de mãos dadas. Tinham esquecido de tirar o anel e, por isso, todas as pessoas que davam em cima dos dois viram que o relacionamento deles, realmente, existia e se afastaram.

Mais à noite, eles lembraram do anel mas acharam tão gostoso ficar que resolveram ficar e só tirar no dia da cerimônia. Claro, todos ficaram perguntando e eles diziam que era surpresa.

Dias depois, no Refeitório, em um vestido branco, Paradox entrou ao lado de Ryuho, que anunciou que eles iriam se casar, dali a 10 dias, no Templo de Athena, nas ruínas que existiam. Kouga e Athena estavam cientes e Athena tentaria vir. Íntegra estava feliz pela irmã, que tanto sofreu e, agora, tinha uma felicidade. Tinham pessoas insatisfeitas pelo casamento dos dois, pois tinham esperanças de conseguir um dos dois para si, mas não era possível. E era bom que parassem.

 

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Compra do vestido

Foram para Athenas comprar o vestido. Vestiram roupas casuais e foram no melhor centro comercial de Athenas, com um cartão de crédito sem limites da Fundação Graad. Na primeira loja que entraram e informaram que iriam comprar um vestido, as mulheres queriam expulsar Ryuho, pois dava azar o noivo ver o vestido da noiva. Eles reviraram os olhos, dizendo que não acreditavam nisso e entraram.

As mulheres que atendiam Paradox não ouviam o que ela pediam e traziam vestidos muito grandes e babados e a estavam irritando. Ela estava se controlando. Então, começaram a fazer perguntas para os dois e Ryuho, educadamente, respondia, não vendo nenhum mal, mas não dando detalhes que eram guerreiros de Athena. Mas quando descobriram a idade dos dois e que Paradox era 5 anos mais velha que ele, elas ficaram paralisadas e o tratamento ficou mais... distante. Era como se fosse repulsivo uma mulher ser tão mais velha que o cara e ele ser, tecnicamente, adolescente.

Paradox não notou o motivo mas isso tirou Ryuho do sério. Ele levantou-se e disse, em japonês, que eles deveriam ir embora pois estavam sendo discriminados pela diferença de idade dos dois e por Ryuho ser um adolescente menor de idade. Paradox ficou irritadíssima e queimou seu cosmo, transformando o vestido que vestia em cinzas, para os gritos horrorizados das mulheres. Ryuho já tinha pego o vestido solto de Paradox, que tinha bojo e não necessitava de sutiã, deu para ela, que jogou por cima de si e já saiam porta afora. Seguranças surgiram para impedi-los. Paradox esticou a mão para destruí-lo mas Ryuho a impediu. Ele disse a ela, em japonês, que estavam no mundo humano e isso poderia dar problemas maiores. E ali tinha câmeras.

Em tom conciliatório, Ryuho perguntou quanto queriam para deixa-los ir e apagar os registros. Eles não acreditaram e, então, Ryuho mostrou águas surgindo de suas mãos e rodopiando em si sem, contudo, molha-lo. Os seguranças gelaram. A dona apareceu. Fecharam um valor, que foi passado no crédito e, com a palavra da dona, sob ameaça de Paradox, que colocou espíritos rodopiando por toda a loja, que tudo ali filmado estava sendo deletado e não seria armazenado.

Concluído, eles saíram correndo por vários quarteirões até entrar em outra loja. Combinaram que dariam a idade que sentiam, mas corriam o risco de, novamente, ser discriminados por um homem ser mais novo que mulher e, para tanto, resolveram falar que Ryuho tinha 30 e Paradox 29. E não responderiam a muitas perguntas. E, se não trouxessem o que queriam no primeiro pedido, já sairiam.

Ao entrar, não fizeram babaquice de noivo não poder ver vestido da noiva, o que já os deixou felizes. Na sequência, pediram o modelo do vestido: algo que valorizasse os seios de Paradox, fosse algo mais solto e tivesse um caimento que mostrasse as pernas, sem calda longa ou algo assim.

De cara, trouxeram um vestido que encantou os olhos de Paradox e, quando Ryuho viu, ele pensou: é este o vestido: ele era branco com bordas azuladas. O decote era arredondado mas não mostrava muito os seios, meio que abraçava-os, segurando pelo pescoço. Era acinturado, mas não colado, e tinha uma fenda na metade da coxa, com uma rosa, que caía em camadas, fazendo que, do lado esquerdo, do joelho ao pé era visto e, na perna direita, visse metade debaixo da perna. Tinha duas luvas, que iam até o cotovelo, com caimento perfeito nos dedos, que apoiava neles e não deixava tudo tampado. E, no pescoço, tinha como se fosse uma braceleira que ia até os ombros, todo rendado, com azul claro. Nos pés, rendas iam dos dedos até metade da perna. Ela era delicada e belíssima.

Sorrindo, Ryuho levantou, colocou a mão em seu rosto e, em japonês, disse que precisava comer ela com aquele vestido naquele instante. Ela disse que precisava dar pra ele. Em grego, eles perguntaram se não tinha outro vestido igual pois precisariam de dois: levariam este, agora, mas precisariam de outro. Disseram que tinham mais um, idêntico, com os acessórios, mas só poderiam levar se fosse comprado à vista. Concordaram, passaram o cartão e levaram ambos os vestidos.

Chegaram na Casa e não falaram nada com ninguém no Santuário. O sexo era necessário. Pegaram ambos os vestidos e compararam cada detalhe para ver qual é que estava em melhor estado para o dia da cerimônia, assim como os acessórios. Assim que escolheram, deixaram separado e Paradox foi vestir tudo. Quando vestiu, Ryuho apenas disse:

- Hoje eu vou te fuder de muitas formas até rasgar este vestido. Mas esses acessórios... acho que dá pra durar mais.

Paradox apenas passou a mão nos seios e sorriu:

- Vem.

Ryuho não aguentou e prensou Paradox na parede, beijando-a forte. Puxou o cabelo pelo couro cabeludo, apertando contra si. Ele abriu as pernas dela, desceu sua bargilha e meteu o pau bem fundo dela. Olhando para ela, começou a meter forte. Seu olhar ficava mudando da cara dela para os peitos, que pulavam comedidamente dentro do decote, pedindo para serem libertos.

Delicadamente, ele tirou o acessório do pescoço de Paradox, jogou longe e atacou o pescoço dela, chupando, mordendo, lambendo, sugando, fazendo ela gemer, puxando o cabelo dele e levantando mais a perna. E ela gozou. Ele a virou de costas, levantou o vestido e foi  para o cu, devorando o outro lado do pescoço, enquanto sua mão passeava pelo meio dos peitos. É, ele não ia aguentar por muito tempo.

Ele segurou pela cintura, meteu forte e gozou no cu dela. Grudou nela, contra a parede, e sussurrou:

- Tem... mais...

Eles ficam um tempo, voltando ao normal. Ryuho retira seu pau e a porra que escorre ele limpa com o vestido. Ela vira-se para ele e pede para ele ir para a cama. Ela começa a cavalgar nele, que espalma as mãos no peito dela, por cima do vestido. Depois, passa uma das mãos por baixo do vestido e enfia no cu, fazendo vai e vem, para delírio de Paradox, que goza na hora.

Ela cai, próxima de Ryuho, respirando forte. Ele fica olhando-a. Assim que ela recupera, ele pede para ela sentar com o cu nele, que obedece. Assim que faz, ele pede para abrir bem as pernas, pra ver a buceta dela. Ele masturba de leve, pega um pouco de caldo e chupa. E diz:

- Agora eu vou ficar louco.

A partir da fenda, de cada lado, ele puxa o vestido, que rasga. Os peitos dela caem como se estivessem sendo libertados de uma longa prisão e, claro, ele fica louco. Puxa Paradox, começa a meter enquanto chupa os peitos e massageando. Paradox gemia, apertando a cara de Ryuho contra si, como ele gostava, se pressionando contra si. Mas o gatilho para o gozo dos dois foram as palavras dela:

- Me usa. Usa meus peitos pra te dar prazer. Só pra te dar prazer.

Um gemido grosso saiu da garganta de Ryuho e as bombadas ficaram mais fortes. Ambas as mãos foram para os peitos, apertando com os dedos espaçados. Ryuho sugando forte e sendo apertado. Paradox tendo o cu fudido forte. Os dois foram ao orgasmo juntos, gemendo, prolongado.

Ryuho sentia que ia ser quebrado. Paradox estava sentido que ia ser partida ao meio.

Ele fica respirando, forte e rápido, no peito dela e ela em cima dele. Assim que se recuperam, Paradox diz:

- A minha buceta precisa receber sua porra também.

Ryuho sorri. Estava casando com a mulher certa.

Ele afasta e passa a mão no lábio inferior, dizendo:

- E a sua boca?

Ela sorri.

- Só se a sua boca receber a minha porra junto.

- Vamos resolver isso então. – Ele deixa e coloca as mãos atrás da cabeça – Monta em mim e se esbalda. Depois, sua buceta é para a minha boca me esbaldar.

O sorriso dela só alarga.

De uma vez, ela pula no pau do marido – sim, já era marido – apoia-se no peitoral dele e pede:

- Eu preciso de um incentivo. Que tal vc me dar um pouco?

Ele sorri. Abre a boca para Paradox colocar os peitos que ele tanto amava e os excitavam. E, logo, ela estava gozando. E eles mudaram para 69 e gozaram.

Ryuho pediu para guardar tudo pois queria usar mais vezes.

 

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No dia do casamento, Paradox apenas desenhou mais o olho, marcando-o mais, e marcando a boca. Não quis fazer mais nada pois, assim, ela não se sentia verdadeira.

Kouga tinha afastado todos os turistas das ruínas do Templo de Athena para que todos do Santuário pudessem comparecer sem descobrir sobre a deusa. Athena e Seiya apareceram para ver a primeira cerimônia entre cavaleiros. Ryuho estava com vestes gregas cerimoniais mescladas com seriedade. Não queria terno, já que nunca pertenceu ao seu cotidiano. Foi levado por sua mãe.

Ninfas rodeavam o lugar.

Quando Paradox entrou, descalça e com o belíssimo vestido, ao lado de Seiya, que quis levar a prima no lugar de pai, já que era o mais próximo de família que ela tinha, todos ficaram boquiabertos: Ela estava com semi-coque. Seu cabelo caía em cascatas. O conjunto era lindo. Ryuho estava inflado: a garota sofrida e desgraçada, que brigou contra tudo e todos, agora, estava sendo agraciada, entrando em uma cerimônia acompanhada com um semi-deus e entrando para uma família, a família que ele podia dar à ele: os dois. E, se, algum dia, ela fosse querer filhos, poderiam ter. Kouga estava tendo filhos com Yuna como se tinha em árvores. Por quê ele não podia ter um ou dois?

A cerimônia foi presidida por Athena, que ficou imensamente feliz por celebrar a primeira cerimônia entre seus cavaleiros. E gostaria que isto ocorresse mais, mas que fosse de forma responsável e duradoura, para que não tornasse algo efêmero como tornou-se os casamentos entre os demais humanos.

Ao final, após trocarem alianças, Ryuho falou bem alto que a amava e que não aceitava que ninguém duvidasse disso. Deu um olhar bem significativo para ela e Paradox disse o mesmo. Era uma indireta bem direta para quem ainda tentava algo com eles.

Saíram dali e foram para lua-de-mel.

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Passaram por 12 anos casados, sem vontade de ter filhos, já que eram primos em segundo grau dos filhos de Kouga e passavam um certo tempo com eles. Paradox não mencionava muito a sua consanguinidade com Kouga, preferindo usar a consanguinidade de Ryuho e Kouga. Afinal, Paradox não manifestara os poderes divinos, exceto nas batalhas. Então, mesmo todos sabendo de sua veia divina, ela não queria ser relembrada o tempo todo.

Os dois participaram de algumas batalhas intergalácticas, ferozes e intensas, mas não eram tão mortíferas quanto as da Terra: Athena e Seiya sempre estavam no campo de batalha e, para a quantidade de cavaleiros de bronze e prata que estavam em campo de batalha, sempre estavam 3 ou 4 cavaleiros de ouro. E, claro, diversos cavaleiros de aço. Athena e Seiya pegavam a parte mais pesada da batalha, assumindo totalmente a sua divindade, já que estavam em seus corpos originais com sangue divino. Os cavaleiros de ouro vinham na sequência, seguidos pelos de prata, bronze e aço. As mortes eram raras. E sempre haviam cavaleiros qualificados para substituir as baixas.

Nestes 12 anos de casamento, Paradox completou 34 anos. Quando chegou aos 35 anos, ela já comentava com a irmã que, fazia alguns anos, que refletia se poderia ou não gerar uma criança. Temia por ser gêmeos, pela questão de, por ser gêmea, a possibilidade de ser gêmea é alta, e tinha medo de ser uma péssima mãe. Mas, ela viu a irmã tendo filhos neste período. Ao contrário do seu relacionamento, Jabu era quem era mais velho e já tinha experiência na criação de bebês, estando ansioso para ter o seu próprio bebê. Paradox viu a irmã dar a luz a 6 filhos, com espaçamentos diferentes, fazendo Jabu inflar de alegria. O mais velho já era um cavaleiro de bronze e ia lutar com os pais e, nas palavras de Souma, “o irmão mais velho”, pois Souma dizia a todos os filhos do casal que, na verdade, o primeiro filho de Jabu era ele. Sentimentalmente falando, era verdade. As crianças, ao crescerem, entendiam como a dinâmica funcionava e aceitavam Souma como seu grande irmão.

Aos 35 anos das duas, Íntegra estava segurando seu mais novo bebê. Ela viu como a irmã olhava. Pediu para a irmã segurá-lo. E perguntou como ela se sentia se fosse ele o seu bebê. Paradox logo se iluminou e falou várias coisas amorosas. Então, Íntegra concluiu que Paradox queria e tinha sentimentos de ser mãe. Sobre ser ruim, vai depender do contexto, mas ela não estará sozinha e, principalmente, vai ter muito apoio, tanto por parte de pai, com Shiryu e Shunrei, quanto por parte de mãe, pois, com toda a certeza, Seiya viria para cada nascimento. Foi assim com Íntegra, não seria diferente com ela.

Paradox poderou que ele viria porque eram os filhos do seu irmão Jabu. Íntegra lembrou-a que elas eram primas de Seiya. E tinham o sangue de Athena. Então, sim, ela acreditava que ele viria para o nascimento.

Ela conversou com Ryuho sobre isso. Ele ponderou bastante. Ele, efetivamente, tinha 30 anos. E, quando se tinha filhos pequenos, Kouga determinava que o casal ficava 6 anos sem batalhar, para evitar que, se morresse, a criança ficasse órfã sem conhecer os pais. Ryuho não achava ruim ficar 6 anos parado. Então, ele fala para ela deixar de tomar a próxima injeção e deixar acontecer. Se fosse gêmeos, eles lidariam para não acontecer os problemas dos gêmeos. Se não fossem, ótimo. E eles dariam ao máximo para dar a maior estabilidade para a criança.

Paradox concorda e deixa de tomar a injeção no mês seguinte. Foram 7 meses até ela engravidar. Eles já tinham desistido, estavam continuando apenas pelo acaso até que a menstruação atrasou. Foram em Eiri. E o exame de sangue deu positivo! Eles ficaram muito felizes!

A gravidez ocorreu tranquila e, para o dia do parto, Seiya veio. Íntegra, Jabu, os pais de Ryuho, todos os irmãos de Shiryu. Todos estavam do lado de fora, esperando o bebê vir. Eles não quiseram saber o sexo e, por isso, só Eiri sabia. Só queriam saber se eram gêmeos ou não e ficaram felizes por saber que não eram. E, quando nasceu, ficaram felizes que era um menino.

Ryuho brincou, dizendo que teria ciúmes dele pois teria que dividir os seus peitões com outro cara. Ela riu, pois isso nem passou pela sua cabeça.

Shunrei mimou muito o seu netinho, mesmo Shiryu tentando segurar a esposa. Shiryu começava a apresentar sinais de desgasta devido às constantes batalhas. Os seus 48 anos cobravam o preço. Ele acreditava que, em breve, teria que passar sua armadura para frente e, provavelmente, seria para Ryuho, se ele passasse no teste e a armadura reconhecesse.

Colocar que os 3 primeiros anos foram felizes e tranquilos. Paradox teve muito apoio. E, por esquecimento de tomar injeção, engravidou. E veio uma menina. O menino era a cara dela. A menina era a cara dele. Por conta do novo neto, Shiryu se esforçou um pouco mais nas batalhas, para dar mais tempo ao filho ficar com os filhos e que, ao assumir a armadura de ouro, não fosse chamado para as batalhas de zeus. Infelizmente, aos 52 anos, seu corpo discordou de si e, após derrotar um inimigo, ele sentiu um aperto no peito. Ele apoiou-se na lança de Libra mas o aperto era muito forte. Ele fechou os olhos e caiu. A armadura começou a ressoar com as demais. Íntegra, que estava mais perto, sentiu sua armadura e correu até Shiryu e o viu deitado. Assim que o pegou, sentiu-o duro, meio arroxeado. Ela arregalou o olho: ele tinha... infartado?

Mais cavaleiros chegaram. Ela e outros dois voltaram para a Terra. O Grande-Mestre recebeu Shiryu mas, infelizmente, ele já tinha morrido. Chamaram Eiri e ela disse que tudo indicava infarto, pois não havia nenhum machucado.

A armadura abandona o cavaleiro. Shunrei aparece e chora pelo marido. Ela sabia que isto estava chegando perto mas, mesmo assim, não queria que chegasse. Eiri pede autópsia de Shiryu, para confirmar do que foi a morte, a qual Shunrei autoriza. Ele é levado para Graad e confirmam o infarto fulminante.

Ryuho e informado do falecimento do pai e chora imensamente. Fica desolado. Paradox tenta consolá-lo mas ele não queria consolo. Estava com raiva. Se ele tivesse aceito a armadura antes, isso não tinha acontecido. Foi Kouga quem o acalmou, dizendo que isto não podai ser questionado pois eram questões das Fiandeiras. E ele podia ficar descansado, pois ele teria a cia do irmão Ikki, nos Eliseos. Ele não estaria sozinho.

Ryuho demorou a aceitar mas aceitou.

Ryuho aceitou a armadura mas não foi batalhar. Disse que só iria após os 6 anos. E engravidou Paradox mais 3 vezes. Ele ia aproveitar mais os filhos, principalmente os mais velhos, para que eles tivessem mais o pai com eles. Com o cargo vago, Íntegra e Jabu ficaram mais sobrecarregados e ela e ficou um pouco revoltada com a irmã. E ela lembrou-a que foi ela mesmo quem a incentivou de ter filhos e ela não ficou revoltava com a irmã quando os dois cavaleiros de ouro, Jabu e Integra, saíram do campo de batalha para terem seus filhos. Pelo contrário, ela apoiou. E as batalhas não eram constantes assim para ficar revoltadas. Integra põe a mão na consciência e pede desculpas.

As crianças crescem e ficam fortes. Paradox se mostra uma mãe muito amorosa, mas rígida. Se as crianças pisassem fora da linha, Paradox era a primeira a corrigir.

Eles foram crescendo e morando nos casebres. Choravam, pois queriam continuar com os pais, mas entendiam que precisavam crescer.

E, assim, continuou o séc. XXI.

 


Notas Finais


E, assim, eu finalizo a fic, entregando tudo o que planejei à vcs.
Mais uma vez, obrigada, do fundo do meu coração!
Um abraço e sintam que o amor que senti pela fic eu senti por cada leitor que leu esta fic, comentou e me acompanhou.
Obrigada!


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